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Na noite desta terça-feira, 10/11, o Portal UOL, em parceria com a OAB/Osasco e outras empresas de comunicação, realizou um debate com candidatos a Prefeito de Osasco, com a participação dos candidatos Dr. Lindoso (Republicanos), Emídio de Souza (PT), Dateninha (Solidariedade) e Simony dos Anjos (PSOL).
 
O Prefeito Rogério Lins (Podemos) fugiu do debate e foi duramente criticado por todos os candidatos que disputam a Prefeitura de Osasco.
 
Emídio enfatizou: "Prefeito que foge do debate, não tem nada pra mostrar ou tem muita coisa pra esconder".
 
Já o Dr. Lindoso queria que o prefeito Lins estivesse presente para ele mesmo responder ao público, por que foi preso em 2016 pela Operação Caça-Fantasmas, esquema de corrupção que desviou R$ 21 milhões dos cofres públicos. (Renato Ferreira)
 
Pela primeira vez em sua história, os tucanos não têm candidato a prefeito em Osasco, a principal cidade da região Oeste da Grande São Paulo.
 
 
Por Renato Ferreira - 
 
Hoje, vergonhosamente, o Brasil tem 33 partidos políticos registrados no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e outros que aguardam seus registros oficiais na Corte Suprema Eleitoral do país. E isso só emporcalha e enfraquece a Democracia brasileira, pois, a maioria absoluta desses partidos é formada por legendas de gaveta, são partidos de aluguel, que em nada engradecem a política nacional.
 
E o mais lamentável de toda essa lambança de partidos, que vivem, exclusivamente, do dinheiro público, através dos bilionários Fundos Partidário e Eleitoral, é que, em vez dos partidos se fortalecerem enquanto agremiações representativas do eleitorado, cada vez mais, até mesmo as grandes legendas acabam caindo na vala comum das legendas de aluguel, partidos nanicos que só aparecem em épocas de eleição para se venderem e ceder horários gratuitos de TV e Rádio. Uma forma antiga e descarada de corrupção, travestida de democracia. É a famosa sopa de letrinhas que a cada eleição afasta mais os jovens do interesse em participar da vida política.
 
Partidos políticos
 
O exemplo mais claro dessa desmoralização partidária é o que acontece com o PSDB e o DEM, ex-legendas grandes, mas, que a cada ano vem se enfraquecendo. São legendas que, hoje, não são nem sombra do que já foram no passado.
 
De Aureliano Chaves e Rodrigo Maia
 
O DEM (ex-PFL), já teve em seu áureos tempos quadros, como os ex-vices-presidentes da República, Aureliano Chaves (MG) e Marco Maciel (PE), para falar apenas em dois grandes políticos que davam musculatura moral e partidária ao então PFL. Hoje, no entanto, o partido é presidido nacionalmente pelo ACM Neto, prefeito de Salvador, e tem como seus "grandes" representantes, os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ), e do Senado, David Alcolumbre (RR), que, certamente, serão lembrados pela História muito mais pelas suas lambanças no Congresso do que pelas suas contribuições ao processo democrático. Essas "novas lideranças" do DEM, já disseram, por exemplo, que podem até fazerem alianças com partidos de esquerda, como PT e PSOL para tirar Bolsonaro do poder.
 
De Mário Covas a João Doria
 
PSDB e DEM Doria e Maia
João Doria e Rodrigo Maia, hoje, os novos comandantes, respectivamente, do PSDB e do DEM
 
Já o PSDB, que surgiu do antigo MDB, teve em seus quadros excelentes políticos como os ex-governadores de São Paulo, Franco Montoro e Mário Covas, mas, foi engolido também pela corrupção, e acabou nas mãos de Aécio Neves e de João Doria. E foi a partir da entrada do atual governador paulista, Doria, que o PSDB começou a se desmanchar em nível nacional.
 
Em São Paulo, os tucanos mais ligados a Geraldo Alckmin, não se entendem como os aliados de João Doria e a cada eleição, o partido se mostra mais dividido e fragilizado. E o exemplo maior pode se ver na eleição municipal das capitais, como São Paulo, uma histórica fortaleza tucana, mas, que em 2020, corre o risco de não eleger Bruno Covas, justamente, pela presença de João Doria.
 
Sem prefeito em Osasco
 
Outro exemplo da atual fragilidade dos eternos aliados DEM e PSDB, é o que se vê, atualmente, na eleição municipal de Osasco, a principal cidade da região Oeste da Grande São Paulo, onde o DEM se transformou num partidinho de aluguel, mesmo caminho seguido a passos largos pelos tucanos.
 
Presidido no município pelo secretário da Fazenda, Pedro Sotero, que já vem de outras duas administrações de partidos diferentes, já faz tempo que o DEM de Osasco passa de mão em mão, de acordo com o chefe do Executivo. Hoje, o DEM de Osasco é apenas um partido de gaveta para fazer aumentar o número de candidatos a vereador que apoiam a reeleição do prefeito de plantão.
 
Inclusive, nesta eleição de 2020, muitos candidatos a vereador, principalmente, aqueles que criticam a corrupção, fazem questão de esconder o nome do partido em suas propagandas eleitorais, justamente, para não expor sua legenda e também para não ligar suas candidaturas à do prefeito Rogério Lins (Podemos), que além de ter sido denunciado na Operação Caça-Fantasmas e ter sido preso antes de tomar posse, tem também o maior índice de rejeição junto ao eleitorado.
 
Por outro lado, em 2020, será a primeira eleição municipal que o PSDB de Osasco não terá candidato próprio a Prefeito. Partido forte e unido desde a sua fundação, principalmente, sob a liderança do saudoso ex-prefeito, Celso Giglio, o PSDB de Osasco começou a se desfazer com a morte de Giglio e a mostrar desunião a partir da eleição municipal de 2016, quando elegeu três vereadores: Dr. Lindoso, De Paula e Didi.
 
Apesar dos três vereadores eleitos, os tucanos se dividiram na Câmara Municipal. Tanto que não houve convergência para apoiar um nome forte para Prefeito. O que se mostrou mais forte, o vereador Dr. Lindoso, teve que deixar o partido e, hoje, concorre à prefeitura como candidato pelo Republicanos 10.
Dividido, o PSDB osasquense sofreu intervenção estadual e acabou por oficializar apoio à reeleição de Rogério Lins. No início de outubro, o partido soltou uma nota, mas, sem nenhuma explicação oficial, que estaria deixando a aliança com o Podemos de Lins. Porém, oficiosamente, candidatos tucanos continuam apoiando o atual Prefeito em suas campanhas.
 
Ou seja, sem candidaturas próprias, PSDB e DEM de Osasco se enfraquecem ainda mais nas eleições de 2020. E, se faz tempo que o DEM local se transformou num partido de gaveta, pelo lado dos tucanos, se não aparecer logo uma liderança forte que possa unir o partido como nos tempos de Celso Giglio, o PSDB de Osasco dificilmente voltará a ser uma legenda forte, que até há poucos anos era o mais ferrenho adversário do PT de João Paulo Cunha e de Emídio de Souza.
 
É possível que essas novas lideranças políticas de Osasco, que possam aparecer para protagonizar com o PT, estejam em novas legendas como o Podemos e o Republicanos,
este último liderado pelo vereador Dr. Lindoso, candidato a Prefeito em 2020 (O jornalista Renato Ferreira é editor do Portal Notícias & Opinião).
 
Jogos de ida serão realizados na quarta-feira (11) e vagas serão decididas na semana seguinte, no dia 18 de novembro. São Paulo e Flamengo voltam se enfrentar nesse mata-mata.
 
 
Após a definição dos confrontos em sorteio realizado nesta sexta-feira, 06/11, a CBF divulgou a tabela detalhada das oitavas de final da Copa do Brasil. Os duelos começam a ser decididos na próxima quarta-feira (11), com os quatro jogos de ida no mesmo dia. Todos os jogos de volta estão marcados para acontecer também numa mesma data: 18 de novembro, na semana seguinte.
 
O São Paulo, que goleou o Flamengo por 4 a 1, na última rodada do primeiro turno do Brasileirão, volta a enfrentar o time carioca nas quartas de final da Copa do Brasil. Esse resultado dá esperança ao Tricolor do Morumbi, que não tem tido muita sorte em jogos eliminatórios nos últimos anos, apesar de ter passado pelo Fortaleza nas oitavas de final. Já no Flamengo, a esperança de um triunfo é a volta de vários titulares que não enfrentaram o Tricolor no Maracanã.
 
Os demais confrontos das quartas de final são os seguintes: Grêmio x Cuiabá, América (MG) x Internacional e Palmeiras x Ceará.
 
Confira a tabela das quartas de final da Copa do Brasil:
 
JOGOS DE IDA
11/11, quarta-feira
16h30 - Palmeiras x Ceará -Allianz Parque, São Paulo (SP)
19h - Cuiabá x Grêmio - Arena Pantanal, Cuiabá (MT)
21h30 - Flamengo x São Paulo - Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
21h30 - Internacional x América-MG - Beira Rio, Porto Alegre (RS)
 
JOGOS DE VOLTA
18/11, quarta-feira
16h30 - Grêmio x Cuiabá - Arena do Grêmio, Porto Alegre (RS)
19h - Ceará x Palmeiras - Castelão, Fortaleza (CE)
21h30 - São Paulo x Flamengo - Morumbi, São Paulo (SP)
21h30 - América-MG x Internacional - Independência, Belo Horizonte (MG) (Renato Ferreira -Fonte: CBF)
 
 
 
 
O Democrata passou dos 270 votos no colégio eleitoral, segundo projeções de diversos veículos de imprensa, como Associated Press, 'New York Times', NBC e CNN. Trump não aceita derrota e diz que vai recorrer à Justiça.
 
 
Neste sábado, 07/11, o ex-vice-presidente, Joe Biden passou a marca dos 270 delegados no Colégio Eleitoral, segundo projeções de diversos veículos de imprensa. O número é suficiente para derrotar o republicano Donald Trump e se sagrar o 46º presidente dos Estados Unidos. Kamala Harris torna-se a primeira mulher vice-presidente do país.
 
Após a divulgação dos novos números, Joe Biden agradeceu aos eleitores pelas redes sociais e afirmou que será um presidente para todos os americanos.
"América, estou honrado por ter me escolhido para liderar nosso grande país. O trabalho que temos pela frente será árduo, mas prometo o seguinte: serei um presidente para todos os americanos".
 
Embora não oficial, a projeção dos veículos de comunicação é suficiente para que a sociedade americana reconheça a eleição de um presidente, já que a contagem chega a demorar semanas e o sistema de colégio eleitoral permite saber antecipadamente quem será o vencedor.
 
Arizona
 
Na manhã deste sábado, faltavam pelo menos 6 votos no colégio eleitoral para que Biden chegasse a 270 e sua vitória se confirmasse, segundo as projeções da Associated Press. Com a vitória projetada na Pensilvânia, Biden chegou a 290 delegados.
 
Trump diz que vai à Justiça
 
Por outro lado, o presidente Donald Trump não aceita a derrota e diz que vai à Justiça para provar que houve fraudes na eleição e reverter a decisão que ainda não é oficial. A apuração dos votos ainda está em andamento, mas, com o democrata Joe Biden à frente em quatro Estados decisivos.
Sem aceitar, por tanto, a derrota, o presidente Donald Trump escreveu em seu Twitter que venceu a eleição.
"EU GANHEI ESTA ELEIÇÃO, POR MUITO!", escreveu Trump na manhã deste sábado".
 
Instantes após a publicação, o Twitter já havia colocado um sinal de alerta na mensagem do presidente dos EUA, esclarecendo que fontes oficiais podem não ter divulgado ainda o resultado da eleição quando a mensagem foi publicada.
 
O alerta leva para a página em que o Twitter esclarece que nenhum vencedor está definido e que as cédulas continuam a ser contadas. Também aponta que são aguardados resultados em seis estados: Geórgia, Arizona, Pensilvânia, Nevada, Carolina do Norte e Alasca.
 
Outros veículos, como "The New York Times", por exemplo, ainda não haviam declarado Biden vencedor no Arizona, que tem 11 delegados. Porém, com os 20 delegados da Pensilvânia, a disputa no Arizona passou a ser indiferente, já que não muda mais o resultado. (Renato Ferreira com Agências de Notícias)
 
 
São tantas obras públicas, como asfalto, em épocas de eleição, que se as eleições fossem realizadas todos os anos, as cidades brasileiras seriam as melhores do mundo.
 
 
É incrível como os políticos brasileiros apostam mesmo na memória curta do povo para mentir e enganar seus eleitores. Os prefeitos passam quatro sem fazer, praticamente, nada. Muitos, inclusive, só passam reclamando dos antecessores. Mas, quando chega o período eleitoral, é incrível o número de obras que eles encontram para fazer, na tentativa de enganar o povão e ficar mais quatro anos no poder.
 
São inaugurações que vão de pintura de vielas a instalação de semáforos, passando por reformas de escolas e posto de saúde. Mas, um tipo de obras que esse tipo de prefeito gosta mesmo de mostrar, mesmo a poucos dias das eleições, é asfalto novo ou recapeamento de ruas.
 
E esse tipo de administração com obras públicas por todo canto, pode ser observado na cidade de Osasco, administrada por Rogério Lins (Podemos). Só que além de atrapalhar o trânsito e a mobilidade urbana, uma vez que eles querem é mostrar serviço, no caso de asfalto, pelo que a gente ouve nas ruas, essas obras podem significar um tiro no próprio pé do administrador.
 
Ao lado de alguns elogios, o que se ouve mais são reclamações, porque os administradores para mostrar que estão "asfaltando" a cidade, escolhem uma ou duas ruas de um bairro, porém, esquecem as demais. Assim, se os moradores da rua asfaltada ficam contentes, o asfalto eleitoreiro acaba desapontando os moradores das ruas preteridas pelo prefeito.
 
Esgoto a céu aberto em Osasco
 
Outro problema que também persiste nas grandes cidades do país, como em Osasco, o segundo PIB do estado de São Paulo e o sexto do país, são os esgotos a céu aberto. Como são problemas da periferia, eles ficam apenas nas promessas de campanha. Apesar de ser uma das cidades mais ricas do país, Osasco está entre os piores municípios em termos de saneamento básico do Brasil, conforme estudo realizado pelo Instituto Trata Brasil e divulgado em dezembro de 2019. (Renato Ferreira)
 
 
Três empresários também se tornaram réus. Investigação estava no Supremo Tribunal Federal porque, para o ministro Gilmar Mendes, fatos alcançavam mandato do parlamentar, que tem foro privilegiado.
 
O juiz Marco Antonio Martin Vargas, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, aceitou denúncia contra o senador José Serra (PSDB) e os empresários José Seripieri Filho, da Qualicorp, Mino Mattos Mazzamati e Arthur Azevedo Filho nesta quarta-feira, 04/11, e os quatro se tornaram réus. Eles são acusados de caixa dois, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A decisão ocorre no dia em que o caso prescreveria.
Na decisão, o juiz apontou "indícios suficientemente seguros, idôneos e aptos a indicar, neste momento processual, a plausibilidade da tese acusatória erigida no sentido de que o acusado José Chirico Serra tenha, em tese, recebido doações eleitorais não contabilizadas no valor total de R$ 5 milhões, durante a campanha eleitoral de 2014, de modo a demonstrar, por ora, a viabilidade da acusação e a presença de justa causa para dar início a persecução penal".
O magistrado ainda decretou sigilo dos autos "a fim de evitar interferências indevidas no processo eleitoral municipal de 2020, tendo em vista sua proximidade". O sigilo termina "ao final do segundo turno do pleito eleitoral (28 de novembro de 2020)".
Na decisão dessa quarta (4), o juiz eleitoral também determinou o arquivamento do inquérito em relação a Rosa Maria Garcia, Roberto Coutinho Nogueira e Fernando Coutinho Nogueira e extinguiu a punibilidade em relação a Luiz Roberto Coutinho Nogueira (falecimento). O magistrado concedeu 10 dias para os acusados responderem à acusação e arrolarem testemunhas.
Procurado, o empresário José Seripieri Filho, da Qualicorp, disse por meio de nota que "o Ministério Público Eleitoral apresentou uma denúncia repleta de ilegalidades", onde "permanece ainda o ambiente de excessos, apesar das correções já feitas pelo Supremo Tribunal Federal".
"Ao apurarem uma doação eleitoral, os denunciantes conseguiram transmutar essa ação em crime típico de funcionário público, mas atribuído a uma pessoa de atividade privada, o que é vedado pela lei. E, ao que parece, levou a contradições inerentes à própria delação colhida anteriormente, que pode ter sido ou esquecida ou confundida. Difícil saber pela peça do MPE. Diante de tão frágil alegação e do pouco nexo probatório, a denúncia deve ter vida breve nos tribunais. Sim", disse a nota de Seripieri Filho.
O G1 também procurou a defesa do senador José Serra, que afirmou que não tomou conhecimento da íntegra da denúncia feita pelo Ministério Público Eleitoral e, por isso, não há como nos manifestar além do que já foi dito mais cedo, na ocasião da divulgação da informação de que o ministro Gilmar Mendes, do STF, havia liberado o processo para a Justiça Eleitoral de SP.
Na nota divulgada mais cedo, os advogados de Serra, Flávia Rahal e Sepúlveda Pertence, disseram que "o inquérito que remanesce e que volta à Justiça Eleitoral de Primeira Instância é vazio e não pode ter outro destino que não o arquivo".
"José Serra continua acreditando no discernimento da Justiça e aguarda com serenidade o reconhecimento das demais ilegalidades e das inverdades das acusações que lhe foram feitas", afirmaram os advogados
DEVOLUÇÃO
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, devolveu para a Justiça Eleitoral de São Paulo o inquérito que investiga suposta prática de caixa dois (recursos de campanha não contabilizados) pelo senador José Serra (PSDB-SP).
O envio foi feito na última quinta-feira (29), data próxima da prescrição do caso, ou seja, quando se encerra o prazo máximo para punição pela irregularidade.
Em setembro, Mendes determinou que a investigação por suposto caixa 2 contra fosse remetida ao STF — em julho, Serra foi alvo de uma operação da Justiça Federal de São Paulo, com participação do Ministério Público Eleitoral, que investiga o suposto caixa dois de R$ 5 milhões na campanha ao Senado em 2014.
Naquela decisão, o ministro considerou que o caso deveria ter andamento no Supremo em razão da prerrogativa de foro do senador no STF. Isso porque, para Mendes, os fatos ultrapassam a campanha de Serra ao Senado em 2014 e alcançam o mandato no Senado.
A Procuradoria-Geral da República defendeu que a investigação deveria ter continuidade na Justiça Eleitoral de São Paulo.
O parecer, assinado pela subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo, pediu ao Supremo para arquivar a apuração que faz referência a fatos posteriores a 2014 – ano em que Serra foi eleito senador e, com isso, passou a ter foro privilegiado.
Ministro Gilmar Mendes reconhece foro privilegiado do senador José Serra
DEFESA
Segundo os advogados Flávia Rahal e Sepúlveda Pertence, “o Supremo e o próprio Ministério Público Federal reconheceram a nulidade da absurda busca e apreensão ordenada pela Justiça Eleitoral nos endereços de José Serra, com a determinação de desentranhamento de tudo aquilo que foi originado a partir das medidas invasivas e ilegais determinadas contra o senador”.
A nota da defesa aponta ainda que “a própria PGR afirmou, em sua manifestação, que “tampouco há indícios acerca da prática de crimes durante e relacionados ao mandato de Senador da República”.
Para os advogados, “com isso, houve o arquivamento de toda a parte do inquérito posterior a 2014, comprovando o objetivo que sempre se teve com essa investigação: desmoralizar a imagem e reputação do senador”.
Rahal e Pertence afirmam que José Serra "continua acreditando no discernimento da Justiça e aguarda com serenidade o reconhecimento das demais ilegalidades e das inverdades das acusações que lhe foram feitas”. (Fonte: G1)
 
 
 
A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria Geral da União, deflagrou a Operação CARTÃO VERMELHO, na manhã desta terça-feira, 03/11. Estão sendo cumpridos 27 Mandados de Busca e Apreensão, em domicílios de investigados, em Fortaleza/CE, São Paulo/SP e Pelotas/RS. O trabalho conta com a participação de 120 policiais federais e 22 servidores da CGU.
A operação decorre de Inquérito Policial instaurado em junho de 2020, para apurar crimes de corrupção, malversação/desvio de recursos públicos federais e fraude em procedimento de dispensa de licitação, no contexto do enfrentamento ao corona vírus, em Fortaleza/CE, em específico no Hospital de Campanha montado no Estádio Presidente Vargas.
A Polícia Federal apontou indícios de atuação criminosa de servidores públicos da secretaria municipal de saúde de Fortaleza, gestores e integrantes da comissão de acompanhamento e avaliação do contrato de gestão, dirigentes de organização social paulista contratada para gestão do hospital de campanha e empresários.
A investigação demonstrou indícios de fraude na escolha da empresa contratada em dispensa de licitação; compra de equipamentos de empresa de fachada; má gestão e fiscalização da aplicação dos recursos públicos no hospital de campanha e sobre preço nos equipamentos adquiridos, comparando-se com outras aquisições nacionais sob mesmas condições no contexto de crise pandemia.
A investigação policial aponta prejuízos aos cofres públicos superiores a R$ 7 milhões de reais, tendo sido autorizado pela Justiça Federal o bloqueio desses valores em contas das pessoas jurídicas investigadas.
As investigações continuam com análise do material apreendido na operação policial e do fluxo financeiro dos suspeitos. Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de fraude à licitação, peculato, ordenação de despesa não autorizada por Lei e organização criminosa, e, se condenados poderão cumprir penas de até 33 anos de reclusão.
Covidão em outros Estados e Municípios
 Prefeitura do Recife
Na manhã de hoje, um dos alvos da PF foi a Prefeitura do Recife
Desde que começaram as investigações sobre fraudes durante a pandemia, a PF já desmontou esquemas em diversos Estados e Municípios, como nos governos do Rio de Janeiro, Ceará, Amazonas, Pará, Santa Catarina e São Paulo, inclusive, com afastamentos de governadores como Wilson Witzel, do Rio, e Carlos Moisés, de Santa Catarina.
São investigados também crimes e fraudes por dispensa de licitação durante a pandemia, em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Araraquara e Osasco, dentre outras. Inclusive, na cidade de Osasco, há poucos meses houve um atentado contra o secretário de Saúde, que só não foi atingido porque estava num veículo blindado.
Também na manhã de hoje, agentes da Polícia Federal estiveram na sede da Prefeitura do Recife (PE) e na Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes (PE).
Nessas prefeituras, os policiais cumprem um mandado de prisão e vinte e um de busca e apreensão.
São investigadas irregularidades em contrato com Organização Social de Saúde.
Os contratos sob suspeita somam R$ 57 milhões e estão relacionados ao combate ao novo corona vírus. (Fonte: Agências de Notícias)
 
 
Caged diz que 249,3 mil postos de trabalho foram abertos no mês. Pelo segundo mês seguido, o país criou novos empregos formais.
 
 
Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 313.564 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.
 
Este foi o melhor resultado para meses de setembro desde o início da série histórica do Caged, em 2010. No acumulado do ano, no entanto, o mercado de trabalho continua sentindo o impacto da pandemia. De janeiro a setembro, foram fechadas 558.597 vagas, o terceiro pior resultado para o período desde o início da série histórica, em 2010. Só perdendo para os nove primeiros meses de 2015 (-657.761 empregos) e 2016 (-683.597).
 
Setores
 
Na divisão por ramos de atividade, todos os cinco setores pesquisados criaram empregos formais em setembro. A estatística foi liderada pela indústria, com a abertura de 110.868 postos. O indicador inclui a indústria de transformação, de extração e de outros tipos.
 
Com 80.481 novos postos, os serviços vêm em segundo lugar. A criação de empregos no setor de serviços quase dobrou em relação a agosto. Em seguida, vem o grupo comércio, reparação de serviços automotores e de motocicletas, com 69.239 novas vagas.
 
Em quarto lugar, está o setor de construção, com 45.249 postos. O grupo que abrange agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, abriu 7.751 postos em setembro.
 
Destaques
 
Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 108.283 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, veio a indústria ligada ao saneamento e à gestão de resíduos, que abriu 1.446 vagas.
 
Os serviços tiveram desempenhos opostos conforme o ramo de atividade. O segmento de atividades administrativas e serviços complementares criou 42.349 postos. O setor de atividades profissionais, científicas e técnicas abriu 12.455 vagas.
 
Segmento mais afetado pelo distanciamento social, o setor de alojamento e alimentação voltou a criar empregos depois de seis meses de demissões e abriu 4.637 vagas. O segmento de educação, no entanto, continua a enfrentar dificuldades e demitiu 8.474 trabalhadores a mais do que contratou.
 
Desde abril, as estatísticas do Caged não detalham as contratações e demissões por segmentos do comércio. A série histórica anterior separava os dados do comércio atacadista e varejista.
 
Regiões
 
Todas as regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em setembro. O Sudeste liderou a abertura de vagas, com 128.094 novos postos, seguido pelo Nordeste, com 85.336 postos criados, e pelo Sul, com mais 60.319 postos. O Norte abriu 20.640 postos de trabalho, e o Centro-Oeste criou 19.194 postos formais no mês passado.
 
Na divisão por unidades da Federação, a criação de empregos se disseminou pelo país. Todos os estados e o Distrito Federal abriram postos com carteira assinada em setembro.
 
As maiores variações positivas ocorreram em São Paulo, com a abertura de 75.706 postos; Minas Gerais, 36.505 postos, e Santa Catarina, 24.827 postos. Os três estados que menos criam postos de trabalho foram Amapá, 450 vagas; Acre, 577; e Roraima, 1.10. (Agência Brasil)
 
 
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) divulgou na primeira semana de outubro as tabelas da Superliga de Vôlei 2020/2021 nos dois naipes. A competição terá início no próximo sábado, dia 31 de outubro com três jogos da primeira rodada masculina, enquanto a competição feminina começa um pouco depois, no dia 9 de novembro, com dois confrontos.
 
Tanto no masculino como no feminino, os duelos de quartas de final, semifinais e finais serão todos disputados em série melhor de três. As finais da competição feminina estão programadas para os dias 9, 13 e 16 de abril. No masculino, a série decisiva será em 10, 17 e 21, também de abril.
 
A Superliga Banco do Brasil 2020/2021 masculina contará com Apan/Blumenau (SC), Minas Tênis Clube (MG), Itapetininga (SP), Montes Claros América Vôlei (MG), Caramuru Vôlei (PR), Cruzeiro (MG), Taubaté (SP), Sesi-SP, Uberlândia (MG), Vôlei Guarulhos (SP), Ribeirão Preto (SP) e Campinas (SP).
 
O jogo que abrirá a competição no masculino no dia 31 de outubro será Itapetininga (SP) x Apan/Blumenau (SC), às 17h, no ginásio Ayrton Senna, em Itapetininga (SP).
 
No feminino, estarão na disputa Sesi Vôlei Bauru (SP), Brasília Vôlei (DF), Curitiba Vôlei (PR), Fluminense (RJ), Minas Tênis Clube (MG), Osasco (SP), Pinheiros (SP), Praia Clube (MG), São José dos Pinhais (PR), Sesc RJ Flamengo (RJ), São Paulo/Barueri (SP) e São Caetano (SP).
 
O primeiro jogo do feminino reunirá Curitiba Vôlei (PR) e Osasco (SP), no dia nove de novembro, às 19h, no ginásio do Colégio Positivo, em Curitiba (PR).
Para conferir as tabelas, clique aqui - https://bit.ly/35FpM4x - para ver a masculina e aqui - https://bit.ly/2GaSlhA - a da feminina. Devido à pandemia da covid-19, os jogos ainda não terão a presença do público. (Fonte: Surto Olímpico)
 
Há décadas, Osasco tem uma Prefeitura que dá vergonha aos seus munícipes. Mas, em 2014, depois de um belo projeto, com várias apresentações do ex-prefeito Jorge Lapas, e com a retomada das obras por Rogério Lins, todos imaginavam que a política de Osasco daria um passo adiante em termos de responsabilidade com o dinheiro público. Ledo engano. Eis, agora, que o próprio Lins anuncia o cancelamento das obras do novo Paço Municipal. E mais: faz novas promessas de obras sociais para o local a menos de um mês para as eleições. Será que alguém acredita de novo? É o povo de Osasco sendo enganado e mais uma vez sendo feito de trouxa por políticos irresponsáveis.
 
 
Por Renato Ferreira -
 
Não é novidade pra nenhum osasquense que a cidade de Osasco, o segundo PIB do Estado e o sexto do país, é o município da Grande São Paulo e, certamente, do Estado, que tem uma das Prefeituras mais inadequadas para a pujança econômica da cidade e para um atendimento digno aos munícipes. E uma prefeitura bem estruturada não significa bem-estar apenas para servidores públicos. Apesar de muitos trabalharem em locais que poderiam ser considerados até insalubres, isso significa, principalmente, bem-estar e atenção com os municípes, pois é, no prédio da Prefeitura, que todos os moradores, ou mesmo pessoas de outras cidades, vão lá para tirar documentos e resolver questões públicas relacionadas ao município.
 
Desde os anos 1970, que a Prefeitura de Osasco funciona num imóvel mais ou menos adaptado e todo remendado para abrigar o Gabinete do Prefeito e dezenas de Secretarias Municipais. Outros órgãos públicos funcionam em prédios alugados em diversos cantos da cidade, aumentando o gasto direto da Administração. Ao contrário de cidades como Diadema, São Bernardo do Campo, Piracicaba e Sorocaba, dentre outras, que há muitos anos já possuem um Paço Municipal vertical, centralizado todos os serviços públicos a facilitando a vida de seus munícipe.
 
No máximo, ao longo desses anos, o atual Paço Municipal de Osasco passa por pequenas reformas e remendos para evitar até acidentes como forro caindo sobre a cabeça de funcionários, banheiros entupidos ou infiltração de água. Diferente, claro, de obras caras no Gabinete do Prefeito e salas anexas, até porque é nesse local, que o chefe do Executivo recebe visitas de empresários e de políticos de outras instâncias administrativas do país.
 
Novo Paço Divulgação
Pelo projeto, no Bairro Bonfim, seriam construídas a nova Prefeitura e a nova Câmara Municipal de Osasco
 
Todo esse quadro degradante para Osasco parecia que iria ter fim com um belo e arrojado projeto para o novo Paço Municipal apresentado em 2014 pelo então prefeito Jorge Lapas, eleito pelo PT. Lançado com pompas, muitas fotos e vídeos, com a presença de empresários e políticos, o projeto previa a construção no degradado Bairro do Bonfim, ao lado de Presidente Altino e atrás da Estação da CPTM.
 
Conforme o projeto, o Novo Paço Municipal contaria com dois prédios de 19 andares, teatro, estacionamentos, que abrigariam todas as secretarias municipais, além da nova sede da Câmara Municipal. Ou seja, uma Prefeitura à altura da importância da cidade, cujo projeto previa também a revitalização do bairro Bonfim e de toda área central da cidade.
 
A nova Prefeitura começou a ser construída no local onde funcionava a antiga e história Cerâmica Hervy e no mesmo bairro, onde por mais de 40 anos, desde início de 1970, três prédios fantasmas formavam o "cartão postal" às avessas de Osasco. Eram três prédios residenciais que também eram irregulares para tristeza e desampotamento de centenas de famílias que invistiram todos seus recursos e jamais puderam morar no novo apartamento. Tudo foi demolido há poucos anos.
 
E assim, como os prédios residenciais fantamas, o novo Paço Municipal também foi alicerçado em cima de irregularidades, conforme denunciou e alertou por diversas vezes o ex-vereador André Sacco Júnior (PSDB). Apesar de graves, as denúncias foram solenemente ignoradas pelo Executivo.
Mesmo diante das denúncias, o ex-prefeito Jorge Lapas deu início às obras alimentando a esperança do povo de Osasco. Ledo engano. Acatando as denúncias do Ministério Público, a Justiça embargou as obras.
 
No entanto, mesmo com as irregularidades cada vez tomando mais corpo no âmbito judicial, após as eleições municipais de 2016, quando Jorge Lapas enfrentou e perdeu para o então vereador, Rogério Lins (Podemos), numa das campanhas mais ferrenhas e baixas de Osasco, o novo prefeito prometeu que iria retormar as obras.
E cumpriu a promessa no dia 19 de fevereiro de 2018, no aniversário de Osasco, quando os prefeitos costumam anunciar uma série de obras e refazer as promessas eleitoreiras. As obras foram retomadas, porém, a passos de tartaturuga.
 
Inclusive, em fevereiro de 2018, Rogério Lins esteve no local, acompanhado de empresários e políticos, quando teceu elogios às obras irregulares iniciadas por Jorge Lapas. “Esse prédio unificará todos os serviços públicos e valorizará ainda mais a região central, tão importante para a cidade. A grande maioria da nossa população, seja os que trabalham ou vivem aqui, passa por esse acesso que liga à Rodovia Castello Branco”, disse, referindo-se à localização do empreendimento, na Avenida Fuad Auada, via de ligação com a rodovia Castello Branco.
 
Projeto cancelado
 
Essa promessa de Rogério Lins feita em fevereiro de 2018, foi bem diferente da realidade atual, com as obras paralisadas, e também com boatos de que a área iria a leilão. Se foi, não apareceu ninguém interessado. As irregularidades da obras tem como base a troca de terrenos públicos que a Prefeitura cederia para receber a obra concluída.
Nesta segunda-feira, 26/10, Rogério Lins reuniu a imprensa local e regional, quando falou sobre outras obras e também e também sobre o cancelamento do novo Paço Municipal. As obras foram paralisadas com menos de 20% de construção.
 
Segundo Lins afirmou, a obra foi paralisada por questões de divergências em torno dos custos ao município, inviabilizando a continuidade da parceria com a iniciativa privada. “Essa não foi uma iniciativa do nosso governo. A tratativa envolvia áreas nobres da Prefeitura em torno de um prédio somente na alvenaria.
Quando a gente foi entender de fato o projeto… A Prefeitura iria ficar com toda a parte de acabamento, cabeamento. Teria que gastar R$ 30 milhões, R$ 40 milhões em acabamento. Não vou dar área nobre da Prefeitura em troca de prédio sem acabamento”, explicou o prefeito de Osasco, conforme matéria publicada pelo Portal Visão Oeste.
 
É bom ressaltar que os adversários de 2016, Jorge Lapas e Rogério Lins, agora, são aliados para as eleições de 2020
 
Nova promessa
 
Ainda na entrevista coletiva, Lins afirmou que pretende articular junto à iniciativa privada a construção de uma Universidade ou de um Hospital, sem contudo, dar detalhes da revitalização do Bairro Bonfim, conforme previa o projeto do Novo Paço Municipal. (O jornalista Renato Ferreira é editor do Portal Notícias & Opinião)
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