Segunda, 17 Fevereiro 2020 | Login

O programa Tarifa Zero, idealzado e criado pelo prefeito Josué Ramos, serve de exemplo para cidades do Brasil e de outros países, como Cacais, em Portugal, que implantou o modelo idêntico.

Por Renato Ferreira

Nesta quarta-feira, 12/02, o prefeito de Vargem Grande Paulista, Josué Ramos (PL), recebeu a reportagem de Notícias & Opinião em seu gabinete, onde nos concedeu uma entrevista, mostrando um pouco mais desta bela e aconchegante cidade, cortada pela rodovia Raposo Tavares. Com um dos melhores climas para se viver e com muito verde, VGP tem características do Interior, com a vantagem de estar localizada às portas de São Paulo, a maior cidade da América do Sul.

Josué Ramos

Josué Ramos, Prefeito de Vargem Grande Paulista - Foto: Renato Ferreira

Desenvolvendo-se e crescendo de forma ordenada sob a administração de Josué Ramos, VGP tem também colocado em prática importantes políticas públicas que são referência não somente para o Estado de São Paulo e o Brasil, mas, também para o exterior. É o caso do programa Tarifa Zero, citado, elogiado e seguido pela cidade de Cascais, em Portugal.

Então, com pouco mais de 50 mil habitantes, VGP mostra que, quando uma cidade é bem administrada e tem seus recursos usados de forma responsável, os impostos pagos pelos contribuintes voltam em forma de serviços dignos para a população. Josué acaba de voltar de mais uma viagem a Brasília, onde percorreu gabinetes e Ministérios atrás de mais recursos federais para o seu município.

Josué Ramos é canididato à reeleição e, no momento, é um dos prefeitos mais bem avaliados na região Oeste. Veja, a seguir, os principais trechos da entrevista:

Recursos Federais

VGP imagem da cidade


"VGP é uma cidade que vem crescento bastante e atraindo novos investimentos. E como fizemos em todo nosso mandato, estivemos mais uma vez em Brasília, conversando com parlamentares e ministros, com objetivo de trazer mais recursos federais para atender às demandas de nossa cidade. Ainda neste e também para 2021, esses recursos já estarão nos cofres municipais para a concretização de importantes obras na cidade".

Tarifa Zero
"O nosso programa era implantar uma linha circular gratuita devido à duplicação da Raposo Tavares. Mas, esse programa foi ampliado e resolvemos, então, levar o transporte gratuito para a toda a cidade. É um programa de alto alcance social, com atendimento digno aos usuários, mas, que tem impacto também em diversas áreas, pois, os munícipes têm mais facilidades para se locomover dos bairros para o Centro e, assim, não perdem consultas médicas, como antes. Melhorou muito também o comércio da cidade e as emresas estão contratando mais trabalhadores do próprio município. É um programa sustentável e referência no país e até no exterior. Já serviu de exemplo para implantação de modelo semelhante em Portugal, na cidade de Cascais. Hoje, transportamos 110 mil passageiros/mês, três vezes mais de quando era tarifado e reduzimos ainda o gasto mensal. Aqui, enquanto eu for o prefeito, a Tarifa Zero existirá em VGP".

Obras viárias

"Além de obras de recapeamento em mais de 150 ruas, novas vias asfaltadas, noos terminais, novo velório e postos de saúde, temos duas obras viárias muito importantes para o município. É a duplicação da estrada de Caucaia em parceria com a Prefeitura de Cotia. Antes, conhecida como a estrada da morte, essa via será totalmente diferente com recursos próprios das duas cidades e vai beneficiar milhares de pessoas. A outra, com projeto da Prefeitura e recursos do Governo do Estado, é a duplicação da Rodovia Bunjiro Nakau, que será transformada nuam rodovia humanizada até o final deste ano com a conclusão das obras".

Segurança.
"Investimos bastante na Guarda Civil Municipal, que tem feito um grade trabalho em parceria com as Polícias Civil e Militar. É uma cidade com baixos índices de crimilidade, graças a essas ações preventivas e ostensivas e em conjuto das forças de segurança do municpipio e do Estado".

Enchentes
"Temos córregos que cortam a cidade, mas, tomamos medidas de prevenção, como limpeza e manutenção desses córregos. Assim, não temos sofrido prejuízos ou grandes problemas mesmo com essas fortes chuvas deste ano"

Eleições 2020.
"As nossas perspectivas são as melhores com relação à reeleição. Mas, vamos nos preocupar com isso somente nos 45 dias de campanha conforme determina a legislação eleitoral. Desde o primeiro dia do nosso mandato, estamos focados na gestão pública, pensando sempre em melhorar a vida dos nossos munícipes. E a reeleição é como um plebiscito. É a população que vai avaliar o nosso trabalho e a nossa gestão e, assim, definir se devemos continuar ou não. E acredito que ela saberá escolher. Estaremos de cabeça erguida e com a consciência tranquila do dever cumprido". (Renato Ferreira é Jornalista e editor do Portal Notícias & Opinião)

 

 
A Prefeitura de Osasco adiou o lançamento da Programação de Aniversário de 58 anos de emancipação político-administrativa do município, que seria realizado nesta quarta-feira, 12/2, às 19h, no Teatro Municipal Glória Giglio.
Também foi adiado o show de aniversário, promovido pela prefeitura, em parceria com a Rádio Nativa FM. O evento aconteceria no domingo, 16/2, a partir das 13h, no Estádio Prefeito José Liberatti, no Jardim Rochdale.
Assim que as novas datas dos eventos forem definidas, a Prefeitura fará uma ampla divulgação. Quem já fez a troca dos alimentos por ingressos do show, não precisa se preocupar, porque eles terão validade posteriormente. É importante salientar que os shows de aniversário com Zé Neto e Cristiano, Lucas Lucco, Gustavo Mioto, Juan Marcus e Vinícius e outras atrações não têm custos para município.
Assim como o show e o lançamento da programação, outros eventos agendados para acontecerem durante a semana de 10 a 16/2, como entregas de reformas, inauguração do CID, entre outros, também foram adiados.
O adiamento dos eventos se deu por conta das fortes chuvas que caíram em Osasco, na madrugada de segunda-feira, 10/02, registrando o maior índice dos últimos 7 anos, 186 mm. A Prefeitura de Osasco decretou “Estado de Calamidade” (Decreto nº 12.353, de 10/2/2020), com base nos relatórios de ocorrência emitidos pela Defesa Civil de Osasco. (SECOM/PMO)
Serviço
ADIAMENTO: Lançamento da programação de Aniversário de Osasco e shows musicais.

Todo ano chove mais que o combinado com prefeitos e vereadores. Assim não dá!

 

Apesar dos puxa-sacos desse ou daquele prefeito, desse ou daquele vereador, nós, de Notícias & Opinião, continuamos afirmando que os maiores culpados pelas consequências nefastas das enchentes são os políticos eleitos e pagos para administrarem as cidades com planejamento e responsabilidade.

Passam o ano todo fazendo festa, viajando e gastando os impostos de forma errada, sabendo que tem gente morando em locais de sérios riscos no município. Depois das enchentes e das tragédias, culpam São Pedro pelas enchentes. Pois, alegar que choveu mais que o previsto, é ou não é culpar São Pedro? E ainda fazem questão de mostrar suas ações de solidariedade com os pobres que perdem tudo e ficam desabrigados.

Se esses políticos passassem o ano todo pensando e fazendo obras de infraestrutura contra as enchentes, simples serviços como limpeza de rios e piscinões, além de proibirem construções irregulares em áreas de riscos, com certeza, as consequências das enchentes seriam menores e sem tantos prejuízos materiais e humanos. Atualmente, segundo o IBGE, existem mais de 9 milhões de brasileiros morando em áreas de risco no país.

E não adianta também só culpar o povo, por jogar lixo nas ruas ou em córregos. Isso deveria, sim, ser fiscalizado e com punição, mas, dependendo do lugar que o pobre morador reside, nem coleta de lixo tem, pois, nem carroça consegue transitar nessas favelas. São castas de uma sociedade injusta, que sobrevivem correndo risco de vida as 24h do dia, vivendo em condições subumanas.. (Renato Ferreira)

Depois de Belo Horizonte, hoje, foi a vez de São Paulo que amanheceu submersa. Choveu mais que o previsto e, infelizmente, em 2021, essas tragédias se repetirão.

Por Renato Ferreira -

Um fortíssimo temporal atinge São Paulo desde domingo, 09/01 e, nesta segunda-feira, a maior cidade da América Latina e toda a região Metropolitana amanheceram submersas. Está tudo parado. Os meios de transporte coletivo, como Trem e Metrô, foram afetados. E a ordem da Defesa Civil é para que ninguém saia de casa ou enfrente as centenas de pontos de alagamento.

As duas principais vias púplicas que cortam São Paulo, as Marginais Tietê e Pinheiros, têm vários trechos intransitáveis. Todas as regiões foram afetadas, mas, a região Oeste é uma das mais atingidas, principalmente, os bairros Butantã, Lapa, Leopoldina, onde fica a Ceagesp, e cidades da região, como Osasco, Carapicuíba e Barueri.

Tragédias anunciadas

Enchentes em Osasco

Repetimos aqui, o que mencionamos na matéria publicada no dia 1º de fevereiro - https://bit.ly/2OkMCGV - quando abordamos a destruição de Belo Horizonte. Uma cidade que nos anos 1970, festejou a canalização e tamponamento de seus córregos e rios e que, agora, paga caro, pois, a água não respeita nada que o homem construiu para impedir a sua passagem livre.

Não podemos jogar tudo nas costas da natureza e alegar que mais uma vez "choveu mais do que o previsto". Isso é desculpa de administradores irresponsáveis, pois, todos os anos as enchentes causam destruição e mortes. Os governantes, pagos pelo povo para administrar, pensam apenas nas próximas eleições, jamais, nas próximas gerações.

Durante todo o ano, na estiagem, não vemos nenhum tipo de obras de verdade e de prevenção contra as enchentes, que todos sabem que acontecem no verão.

As habitações continuam surgindo nas encostas e nas margens, como os rios e córregos continuam recebendo todo tipo de lixo, entulhos e esgoto. E depois os gestores se dizem "surpreendidos" pelos temporais fora do previsto. Isso é incompetência, além de burrice. E quem sofre mais é sempre os mais pobres.

Onde ficam a previsão e o planejamento de quem governa? E por falar em previsão, a do tempo não é boa para São Paulo. Nos próximos 10 dias, segundo os metereologistas, a região baterá recorde histórico de chuva, ou seja, o temporal vai continuar e aumentar ainda mais. (Renato Ferreira é Jornalista e editor do Portal Notícias & Opinião)

Ações proporcionaram ao governo economia R$ 961 milhões no ano passado. É o Brasil no caminho certo!
 
A economia gerada por operações especiais antifraude mais do que dobraram em 2019. Segundo balanço divulgado recentemente pelo Ministério da Economia, as ações resultaram uma economia de R$ 961 milhões no ano passado, 107,1% a mais que os R$ 464 milhões registrados em 2018.
O cálculo considera os recursos que o governo deixará de pagar após a desarticulação de esquemas criminosos pela Força-Tarefa Previdenciária e Trabalhista. A fiscalização especial reúne a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal.
Segundo o Ministério da Economia, o resultado foi alcançado por meio do aperfeiçoamento dos métodos de investigação, além da coordenação entre os órgãos da força-tarefa. De acordo com a Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista da pasta, no ano passado foram realizadas 45 operações especiais e 21 ações de flagrante.
A pasta também cita o fortalecimento da estrutura de inteligência da coordenação, que passou a difundir o conhecimento dos esquemas de fraude. As operações resultaram no cumprimento de 551 mandados judiciais.
Desse total, 415 foram de busca e apreensão, 127 de prisão e nove de afastamento das funções públicas. Além disso, 42 pessoas foram presas nas ações de flagrante.
Segundo o Ministério da Economia, os esquemas que visavam a lesar a Previdência, o abono salarial e o seguro-desemprego, entre outros direitos trabalhistas, provocaram prejuízo de pelo menos R$ 302 milhões aos cofres públicos nos últimos anos. Para calcular a economia de R$ 961 milhões, a pasta estimou o impacto para o governo caso os esquemas criminosos continuassem.
Inquéritos A economia gerada em cada operação também subiu no ano passado. Em 2019, cada operação especial resultou, em média, em economia de R$ 21,3 milhões, contra R$ 7,6 milhões médios registrados em 2018. De acordo com o Ministério da Economia, o resultado demonstra o aumento na eficiência das ações antifraude.
A Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista iniciou, em 2019, a análise de 137 novos casos de suspeita de fraudes estruturadas. Outros 126 processos foram concluídos e encaminhados para investigação da força-tarefa. Com base nos relatórios, a Polícia Federal instaurou 56 inquéritos para investigar esquemas criminosos contra a Previdência Social.
Principais fraudes
A falsificação de documentos concentrou 84% de todas as investigações. Pelo menos 50% delas constataram o uso de documentos de identidade e de registro civil falsos. Para o Ministério da Economia, a adoção da identificação biométrica em todo o país é essencial para reduzir as falsificações. (Fonte: Agência Brasil)
Tucano de alta plumagem, Antonio Anastasia já foi governador de Minas e deixará um vácuo no ninho tucano.
 
O senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) comunicou nesta sexta-feira, 07/02, ao presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, que vai deixar o partido. Na próxima semana, o parlamentar mineiro deve se filiar ao PSD, liderado por Gilberto Kassab.
Lideranças do PSDB em Minas Gerais lamentaram a saída do senador, que estava no partido desde 2005, um ano antes de se eleger vice-governador no mandato de Aécio Neves (PSDB). Em 2010, Anastasia foi eleito ao governo de Minas pelo PSDB.
A saída foi lamentada por lideranças tucanas em Minas Gerais, que consideram Anastasia um dos “melhores quadros políticos do país”.
“O senador Antonio Anastasia comunicou ao presidente nacional do PSDB seu desligamento do partido. Anastasia é um dos melhores quadros políticos do país e desencontros circunstanciais não nos impedirão de atuar no mesmo campo político, em partidos diferentes, na defesa dos interesses de Minas Gerais e do Brasil”, disse o presidente do PSDB em Minas, deputado Paulo Abi-Ackel, por meio de nota.
O deputado Gustavo Valadares (PSDB), líder do bloco governista na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), também lamentou a decisão do ex-governador.
“Só posso lamentar. O partido perde um excepcional quadro, amigo e grande homem público, mas o senador também perde um grande partido. Certeza que os dois lados ainda vão se encontrar”, disse Valadares em suas redes sociais.
Em 2018, o PSDB lançou Anastasia na disputa pelo governo de Minas, mesmo com o senador afirmando pouco tempo antes da campanha eleitoral que não tinha intenção de concorrer. A avaliação dos tucanos era que ele seria o único nome com chance de recolocar o PSDB no Palácio da Liberdade. Anastasia acabou derrotado no segundo turno pelo governador Romeu Zema (Novo).
No final do ano passado, em entrevista ao Estado de Minas, o senador afirmou que já tinha se decidido a apoiar a candidatura de reeleição do prefeito Alexandre Kalil (PSD) na Prefeitura de Belo Horizonte.
Mesmo com o lançamento de uma pré-candidatura tucana, a secretária adjunta de Planejamento Luísa Barreto, Anastasia afirmou que não apoiaria o nome apresentado pelo PSDB para disputar a prefeitura de BH.
O senador não confirmou a filiação no PSD, mas nos bastidores o ingresso no partido de Gilberto Kassab e do prefeito Alexandre Kalil já é considerada certa. “Nos próximos dias ele deverá tomar uma posição em relação aos convites que recebeu e comunicará sua decisão”, informou a assessoria do senador.
Desde 2018 divergências internas se acirraram dentro do PSDB. O grupo tucano de São Paulo, comandado pelo governador paulista João Dória, queria a expulsão da legenda do deputado Aécio Neves (investigado na Operação Lava-Jato). Outros grupos dentro do PSDB foram contra e não aceitaram a expulsão de Aécio.
No final de 2019, uma nova turbulência interna ganhou força na disputa pela liderança tucana na Câmara dos Deputados. A definição sobre qual nome assumiria o comando do PSDB voltou a gerar disputas internas (com direito a reuniões acaloradas e com troca de xingamentos) e desgaste para vários parlamentares tucanos. (Fonte: Estado de Minas).
Além de investimentos em obras viárias e na Saúde, R$ 22 milhões serão destinados ao Programa Asfalto Novo.
 
Nesta quarta-feira, 05/02, ao lado de outros colegas, o prefeito de Osasco, Rogério Lins (Podemos), esteve no Cioeste (Consórcio Municipal da Região Oeste Metropolitana), onde se reuniu o vice-governador, Rodrigo Garcia (DEM), e o secretário estadual de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi (PSDB).
 Cioeste prefeitos
Conforme Lins postou em suas redes sociais, na reunião eles trataram sobre vários projetos e investimentos do Estado em Osasco, como a nova entrada da cidade pela Rodovia Castelo Branco, ampliação dos atendimentos do Hospital Regional em Presidente Altino, Conclusão das Obras do Terminal da Vila Yara e a construção do Corredor Oeste na Avenid dos Autonomistas, visando melhorias na interligação entre os municípios da região Oeste.
Ainda segundo Rogério Lins, ele discutiram também sobre recursos para recapeamento asfáltico. Esses recursos giram em torno R$ 22 milhões que serão empenhados em obras de asfaltamento dentro do Programa Asfalto Novo.
No final, Lins agradeceu ao Governador João Dória (PSDB), ao vice Rodrigo Garcia e ao Secretario Marco Vinholi pelo apoio do Governo do Estado às demandas de Osasco. (Renato Ferreira)
Além da absolvição no Parlamento, pesquisas mostram também aumento no índice de aprovação do governo Trump.
 
O Senado dos Estados Unidos absolveu nesta quarta-feira, 05/02, o presidente Donald Trump da acusação de abuso de poder depois de um julgamento histórico de impeachment de duas semanas.
Formado por maioria republicana - partido de Trump - a votação no Senado foi diferente do resultado da Câmara dos Representantes, onde o presidente foi condenado. Já no Senado, o resultado foi de 52 votos pela absolvição contra 48 pela condenação..
Conforme o processo, Trump teria retido ajuda militar à Ucrânia para pressionar Kiev a investigar seu rival político Joe Biden. Membro do Democratass, Biden pode ser o principal rival de Trump na disputa presidencial deste ano. Trump foi denunciado ao Congresso pela maioria democrata da Câmara de Representantes por abuso de poder e obstrução em dezembro do último ano. O processo teve quase três semanas de audiências.
E como não poderia ser diferente, Donald Trump comemorou sua vitória no Senado. E motivos para isso não faltam, pois, além de ser absolvido no processo de impeachment, Trump comemora também seus altos índices de aprovação popular, fruto do excelente momento da economia norte-americana. (Renato Ferreira - Fonte: Estado de Minas)
 
Gestores públicos deveriam ser responsabilizados criminalmente por permitir habitações irregulares em morros ou em margens de rios, canalizar ou cobrir córregos de forma inadequada e por não fazer obras de infra-estrutura em áreas urbanas para atender o crescimento populacional. A enchentes são causadas por ações ou omissões humanas.
 
 
Por Renato Ferreira -
Gente, infelizmente, estamos acompanhado mais uma vez no Brasil, as consequências drásticas das enchentes causadas pelas chuvas, principalmente, na região Sudeste. E, se antes, essas tragédias aconteciam somente nos grandes centros urbanos, hoje, elas ocorrem também em pequenas cidades e vilarejos no interior do Brasil.
E todos os anos essas tragédias anunciadas, que poderiam ser evitadas, acontecem. E as desculpas dos governantes e gestores públicos, muito bem remunerados pelo povo para administrar, são as mesmas: "Choveu muito mais do que era previsto". Como se isso fosse alívio para o coração de quem perdeu ente queridos nas enchentes, além dos prejuízos materiais
Estamos ainda longe do final das águas de março e só em Minas Gerais, as enchentes deste ano já mataram mais de 50 pessoas. Pessoas humildes que, com certeza, poderiam ainda estar entre nós, caso as autoridades de ontem e de hoje fossem mais responsáveis e tivessem administrado com mais seriedade e respeito aos seres humanos. Tudo isso acontece pura falta de planejamento, que deveriam ser entendido como crime de responsabilidade.
Água exige passagem livre
Não sou engenheiro e nem especialista em política urbana/ambiental, mas, ao longo da minha aprendi que na natureza a água exige passagem livre. Morei na roça até aos 10 anos de idade e nesse tempo, lá pelo final dos anos 1950 e metade de 1960, essas tragédias não aconteciam com tata frequência em cidades grades e, muito menos, nos pequenos municípios, como ocorrem hoje.
Muitos podem alegar que isso se deve ao aumento da população. Mas, é justamente aí, que entra a falta de planejamento e culpa pelas consequências das enchentes daqueles que se propõem e se apresentam para governar. E apesar das enchentes atingirem todo o Brasil e outros países também, focarei em duas localidades para justificar o enfoque desse artigo, ou seja, a culpa dos governantes pelas tragédias das enchentes: Minas Gerais e Osasco, cidade da região Oeste da Grande São Paulo.
Minas Gerais
Enchentes em Guidoval
Sobre Minas Gerais, onde morei até 1970, citarei alguns municípios da Zona da Mata, onde vivi até aos 10 anos na zona rural, como as cidades de Guiricema, Guidoval e Cataguases, que há muitos anos vêm sofrendo com as enchente. Fato que se repete com as fortes chuvas atuais.
Até 1964, por exemplo, morei e estudei em escolas dessas cidades, e não me lembro de ter vivenciado cenas dramáticas como as que vemos hoje, com rios transbordando e águas cobrindo carros e casas. De vez em quando, ficávamos assustados com alguma tromba d´água, mas, que não causavam devastação tão grande.
E por que hoje essas cidades, muitas até com populações menores, sofrem com as enchentes? Com certeza, esses fenômenos deveriam ser objeto diário de estudo e o ano todo pelos administradores públicos. Certamente, se isso ocorressem, eles e o povo humilde não seriam surpreendidos pelas enchentes.
Lá na roça a gente morava perto de pequenos e grandes rios com as suas grandes e belas margens verdes. Mas, como a gente aprende desde cedo na escola, a vida desses rios depende da mata ciliar que os acompanham em toda sua extensão.E imaginamos que os prefeitos e seus auxiliares também estudaram. Será que hoje, como antigamente, esses rios correm livres e soltos? Com certeza, não.
Justamente, porque hoje com os desmatamento, as nascentes diminuíram, muitas sumiram, os rios estão assoreados e quando chegam próximos às cidades ainda recebem em seus leitos todo o tipo de lixo e esgoto não tratado. E um grande vilão desse dilema, senão o maior, chama-se exploração imobiliária. Cooptados por isso, os administradores cedem aos encantos da corrupção e permitem o crescimento desordenado das cidades, que por sua vez, causa as enchentes. Por isso, a culpa das enchentes não é da natureza.
Ela apenas cobra caro pelo desrespeito que cometemos contra suas florestas e rios. E o meu querido estado de Minas, com todos sabem, é formado por montanhas e rios. E como no caso das barragens - outro crime dos governantes - se não respeitamos essas montanhas, matas e rios de Minas, temos que pagar o alto preço cobrado pela natureza. A natureza cobra
E Belo Horizonte é o maior exemplo dessa falta de planejamento ou visão administrativa. Apesar de ser uma das primeiras cidades planejadas do país, muitas obras urbanas foram feitas de forma errada ou em planejamento para longo tempo.
Há poucos dias, a TV Globo mostrou que nos anos 1970, os administradores de BH fizeram festa com a canalização e cobertura do Ribeirão Arrudas que corta a cidade. Mas, esses administradores não "secaram" o Arrudas. Eles apenas o cobriram para a construção de belas avenidas.
Só que as águas continuaram chegando ao Arrudas e, quando não encontram mais espaço por baixo do asfalto, elas, simplesmente, destroem tudo que encontram pela frente. Talvez, o custo seria menor se tivessem deixado o Arrudas correndo a céu aberto e com suas margens respeitadas. Hoje, com certeza, ele não provocaria tantos estragos e mortes.
E, como o Arruda, poderíamos citar o rio Tietê, em São Paulo, e todos os rios que cortam as cidades brasileiros. Rios que tiveram suas margens encolhidas ou foram transformados em canais subterrâneos. Uma hora esses cursos d´água requerem suas margens de volta.
Osasco
 
Osasco é outra cidade brasileira que sempre sofreu com as enchentes. E o seu bairro que mais sofre com a fúria das águas é o Rochdalle, na zona Norte. Uma das principais causas dessas enchentes, além das moradias irregulares, é o famoso Braço Morto do Tietê, criado pelo homem.
Enchentes periferia Osasco
Até meados do século passado, o Rio Tietê tinha um curso normal e sinuoso no município de Osasco. Um governador a época resolveu mudar esse curso deixando o rio numa linha reta na altura do Bairro do Rochdalle, criando assim o conhecido Braço Morto, que continuou recebendo águas de afluentes.
Só que mudança no curso do Tietê, contrariando a natureza, criou um problema sério. O Braço Morto ficou mais baixo do que leito reto do Rio e, com o aumento da população em suas margens, o Braço Morto acabou se transformando num autêntico braço de enchentes ao longo das décadas.
Atualmente, após várias obras do Governo do Estado em parceria com a Prefeitura, as enchentes diminuíram um pouco, mas, ainda acontecem, como neste sábado, 01, causando ainda inundações e transtorno aos moradores da região.
Enchentes Largo de Osasco
 
E, se hoje, as enchentes diminuíram no Rochdalle, elas ocorrem em outros bairros e até mesmo na região central da cidade. Como em Belo Horizonte, as enchentes em Osasco ocorrem também devido às canalizações de córregos e falta de obras de infra-estrutura. São córregos canalizados que encontram um Tietê assoreado e acabam voltando com suas águas canalizadas para regão central.
Osasco é uma das cidades com maior densidade população do Brasil. Com apenas 64 quilômetros quadrados de extensão, o município possui em torno de 800 mil habitantes. E esse crescimento ocorreu nas últimas décadas com a verticalização da cidade que não tem mais área rural. Na tarde deste sábado, se eu demorasse um pouco mais na região de Quitaúna, certamente, iria encontrar sérias dificuldades para voltar para a Vila São Francisco, devido às inundação naquele bairro e em outra regiões da cidade.
E sobre esse problema da exploração imobiliária e canalização de rios, lembro de um episódio dos anos 1990, quando eu acompanhava o, então, prefeito Silas Bortolosso, numa visita a um córrego no Jardim Roberto, zona Sul, onde a Prefeitura tinha um projeto de canalização.
Num determinado momento, o prefeito lembrou dos tempos de sua infância na região. Diante do córrego sujo, sem margem e cercado por habitações precárias, ele disse: "Naquele tempo, a gente brincava, nadava e pescava nesse rio". Então, vejam que não foi por culpa do Bortolosso que aquele córrego chegou a essa situação, mas, com certeza, se administradores do passado tivessem planejado melhor e conservado o rio limpo e sem habitações irregulares em suas margens, certamente, ele não precisaria ter sido canalizado.
Hoje, as leis proíbem esse tipo de obra, mas, se os gestores públicos continuarem permitindo invasões de encostas e vales, crescimento desordenado e com todo tipo de sujeiras e esgotos sendo despejados em nossos rios, as enchentes vão continuar destruindo e matando pessoas inocentes. Os piscinões resolvem um pouco, mas, eles também precisam ser limpos e conservados.
E depois das tragédias, senhores governantes, não adianta culpar a natureza ou o maior volume de chuvas no verão. A culpa é dos senhores que são pagos para governar, planejar e administrar as cidades. Até mesmo no caso de móveis ou entulhos jogados por moradores nas ruas ou córregos, os gestores púlicos têm culpa, porque cabe eles educar, fiscalizar e punir os maus munícipes. (Renato Ferreira é jornalista e editor do Portal Notícias & Opinião)
Na China já foram contabilizados 7,7 mil casos e 170 óbitos. No Brasil, o Ministério da Saúde considera 9 casos suspeitos.
Infelizmente, aconteceu o que todos já esperavam. O coronavírus já é considerado caso de emergência mundial. O alerta foi divulgado nesta quinta-feira, 30/01, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que declarou estado de emergência global em razão da disseminação do coronavírus.
A entidade fez o anúncio à imprensa em sua sede, em Genebra, na Suiça, após uma reunião com especialistas. Até o momento, foram contabilizados 7,7 mil casos e 170 mortes na China, principal local de multiplicação do vírus. Em outros 19 países, já foram registrados 98 casos. No Brasil, o Ministério da Saúde investiga nove casos suspeitos. De acordo com a entidade, os casos abrangem pessoas que viajaram para Wuhan, foco do surto, ou que tiveram contato com pessoas com histórico de passagem pela cidade.
Os representantes da OMS, contudo, negaram que o anúncio signifique uma manifestação de desconfiança com a China. “A China está tendo um novo patamar para este surto. Meu respeito e agradecimento para os profissionais de saúde que, no meio do Festival de Primavera, estão trabalhando por 24 horas, durante sete dias por semana, para salvar vidas e colocar o surto em controle”, afirmou o diretor da organização, Tedros Adhanom.
A OMS afirmou que não há necessidade de medidas para evitar viagens ou comércio internacional com a China. Além disso, apresentou um conjunto de recomendações, como apoio a países com sistemas de saúde mais precários, combate a rumores e desinformação, desenvolvimento de recursos para identificar, isolar e cuidar dos casos, além do compartilhamento de dados e conhecimento sobre o vírus.
“Países devem trabalhar juntos no espírito de solidariedade e cooperação. Estamos nessa juntos e só podemos parar juntos. Este é o tempo de fatos, não medo, para ciência, não rumores, para solidariedade, não estigma”, destacou Adhanom.
Histórico
Os coronavírus são conhecidos desde meados dos anos 1960 e já estiveram associados a outros episódios de alerta internacional nos últimos anos. Em 2002, uma variante gerou um surto de síndrome respiratória aguda grave (Sars) que também teve início na China e atingiu mais de 8 mil pessoas. Em 2012, um novo coronavírus causou uma síndrome respiratória no Oriente Médio que foi chamada de Mers.
A atual transmissão foi identificada em 7 de janeiro. O escritório da OMS na China buscava respostas para casos de uma pneumonia de etiologia até então desconhecida que afetava moradores na cidade de Wuhan. No dia 11 de janeiro foi apontado um mercado de frutos do mar como o local de origem da transmissão. O espaço foi fechado pelo governo chinês.
Entenda o que é Emergência global
Uma emergência de saúde pública de interesse internacional (PHEIC, na sigla em inglês) é uma declaração formal da Organização Mundial da Saúde (OMS) de “um evento extraordinário que pode constituir um risco de saúde pública a outros países por meio da disseminação, e que requer uma resposta internacional coordenada”.
Segundo o Regulamento Sanitário Internacional (RSI), do qual o Brasil é signatário, os países que fazem parte do grupo devem atender prontamente às recomendações e práticas publicadas pelo documento de emergência, e os governos e autoridades responsáveis devem organizar e colocar em prática planos de ação para conter a ameaça sanitária.
De acordo com o RSI, as declarações são temporárias e devem ser reavaliadas a cada três meses. De acordo com o diretor-geral da OMS, o coronavírus (2019-nCoV) atende aos critérios da declaração de emergência. Essa é a sexta vez em que o recurso é usado. A declaração de emergência havia sido emitida no surto de síndrome respiratória aguda grave (Sars), em 2002/2003; na pandemia de 2009 de H1N1 (também chamada de febre suína); na declaração de emergência de poliomielite, em 2014; na epidemia de ebola na África Ocidental, também em 2014; no surto de microcefalia em decorrência vírus Zika, cujo principal foco de infestação foi o Brasil, em 2015/2016, e na epidemia de ebola em Kivu, no Congo, em 2019. Das vezes em que foi instituída, apenas a declaração de emergência sobre a epidemia de Kivu continua ativa.
Novo regulamento
O Diário Oficial da União publicou hoje (30), em edição extraordinária, a promulgação do novo texto do Regulamento Sanitário Internacional - o tratado que define as regras, normas e ações que devem ser tomadas por países signatários em casos de saúde pública que apesentem riscos à comunidade internacional -. O novo texto é assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, e acolhe revisões feitas no documento de 2005. O texto da resolução revisada pode ser lido pelo site da Imprensa Nacional. (Fonte: Agência Brasil)
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