Domingo, 05 Abril 2020 | Login
Ex-secretário geral da Presidência sofreu um infarto fulminante na manhã deste sábado. Ele era pré-candidato a prefeito do Rio de Janeiro pelo PSDB.
 
O ex-ministro Gustavo Bebianno, de 56 anos, morreu após sofrer um infarto fulminante na madrugada deste sábado, 14/03, em seu sítio em Teresópolis. Coordenador da campanha de Jair Bolsonaro em 2018, ele era pré-candidato a prefeito pelo PSDB na cidade o Rio de Janeiro. Segundo informações do presidente estadual do PSDB no Rio, o empresário Paulo Marinho, Bebianno estava em casa com seu filho quando se sentiu mal, por volta das 4h, Ao ir ao banheiro tomar um remédio, ele desmaiou.
Bebianno foi levado para um hospital da cidade, onde morreu por volta de 5h30. Ainda não há informações sobre o velório. O PSDB lamentou publicamente a morte ex-ministro, assim como o governador de São Paulo, João Doria.
Um dos coordenadores da campanha de Jair Bolsonaro à presidência, Bebianno durou pouco no governo. Pivô da primeira crise política da gestão Bolsonaro, ele foi demitido no dia 18 fevereiro do ano passado em meio acusações de irregularidades nas campanhas do PSL quando era presidente nacional do partido. (Fonte: R7)
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Por Renato Ferreira - 

O médico oftalmologista e vereador de Osasco. Dr. Lindoso, não suportou a pressão dentro do PSDB e abandonou o ninho tucano. Aproveitando a janela partidária, que vai de 5 de março a 3 de abril, prazo em que os vereadores podem trocar de partido sem perder o mandaro, o Dr. Lindoso deixou o PSDB e se filiou ao Republicanos 10, (antigo PRB),  onde será o candidato a prefeito de Osasco nas próximas eleições. Desde o final de 2019, o Republicanos de Osasco tem na presidência a esposa do vereador, Loraine Lindoso, que tem buscado ampliar o número de filiados e também alianças com outras legendas.

A informação sobre a filiação do Dr. Lindoso ao Republicanos foi postada nas redes sociais pelo presidente nacional da legenda, deputado Federal e vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcos Pereira (à direita), que festejou a chegada do vereador e pré-candidao a prefeito. 

“É com alegria que recebemos neste sábado (7) a filiação do vereador Dr. Lindoso, agora nosso pré-candidato a prefeito de Osasco (SP). Lindoso é médico oftalmologista e presidiu a Câmara Municipal no biênio 2017/2018. É experiente, íntegro e sem dúvida será um grande prefeito caso seja eleito em outubro. Seja bem-vindo ao Republicanos, um partido sólido, orgânico, em crescimento, que trabalha coletivamente e defende com vigor as bandeiras do conservadorismo e do liberalismo econômico”.

Sem dúvida, a candidatura ao Executivo por um partido grande como o PSDB, que já havia governado o município por duas vezes, nos mandatos do saudoso Celso Gilgio, dava aos eleitores e correligionários do Dr. Lindoso, uma expectativa, talvez, mais otimista na corrida eleitoral, apesar da divisão interna no ninho tucano, onde era clara a discordância de antigas lideranças do partido com a candidatura do mécido e ex-presidente da Câmara Municipal. Os outros dois vereadores tucanos de Osasco, De Paula e Didi, também não apoioavam Lindoso.

A briga tucana de Osasco se acirrou ainda mais no final do ano passado, quando o Diretório Estadual interveio no PSDB de Osasco e colocou Lindoso como presidente interino. A intervenção ocorreu devido ao processo de expulsão contra alguns membros do partido que na eleição de 2018 apoiaram a reeleição de Márcio França (PSB), contra João Dória, eleito governador do Estado. Dentre os que não seguiram a orientação do PSDB, está José Carlos Vido, que sempre participou do governo do prefeito Rogério Lins (Podemos), que fez campanha para Márcio França.

Por outro lado, alguns defensores do vereador Lindoso, acreditam que a sua saída do PSDB possa ser benéfica ao seu pleito como candidato à Prefeitura de Osasco. Isto porque o PSDB hoje é uma verdadeira colcha de retalho, não somente em Osasco, mas, também no Estado de São Paulo e no Brasil. Em Osasco, os tucanos não falam a mesma língua desde a morte do Dr. Celso Giglio, em torno do qual o partido sempre caminhou unido. Na região Oeste também é possível verificar a desunião dos tucanos. Por exemplo, o prefeito de Barueri, Rubens Furlan, candidato fortíssmo à reeleição, não apoia seu colega de Santana de Parnaíba, Elvis Cézar. Nesta semana, durante um evento político de Barueri, Furlan declarou apoio à eleição de Silvinho Peccioli, arquirrival de Elvis. Silvinho é ex-prefeito de Santana de Parnaíba. 

Resta saber, agora, quais lideranças tucanas continuarão apoiando a candidatura do Lindoso. Em recente reunião do Diretório Estadual, o presidente Marco Vinholi havia confirmado que Lindoso era o único candidato do partido em Osaco à Prfefeitura. Ligado à Igreja Universal, o Republicanos tem mais de 13 anos de história em Osasco. É também um partido organizado em todo o Brasil, com várias lideranças no Cogresso Nacional, nos Estados e Municípios. (O jornalista Renato Ferreira é editor do Portal Notícias & Opinião)

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Dr. Lindoso, presidente do Diretório Municipal, divulgou uma nota onde o Diretório Estadual afirma ser ele o único candidato do partido a prefeito. Já o vereador De Paula afirma que é pré-candidato e que haverá prévias.
Os três vereadores tucanos de Osasco, conforme mostra a foto - De Paula, Dr. Lindoso e Didi - nunca falaram a mesma língua na Câmara Municipal, desde que foram eleitos em 2016. Agora, em novo ano eleitoral, as divergências continuam, principalmente, depois que o Diretório Estadual interveio no Municipal - https://bit.ly/32L2nwC - dissolveu a Executiva e indicou o vereador Dr. Lindoso como presidente local, fato que acabou provocando ainda um maior afastamento entre os três vereadores. Didi é mais próximo de De Paula.
A intervenção estadual aconteceu em decorrência de um processo que apurava a traição de alguns membros do partido, que na eleição de 2016, descumpriram a orientação tucana e apoiaram a reeleição do então governador, Márcio França (PSB), que disputou contra o tucano João Doria, que acabou sendo eleito governador. Dentre o que apoiaram França, estava o secretário-geral da legenda, José Carlos Vido, secretário de Governo do prefeito Rogério Lins (PODE). Vido deixou o partido.
O presidente deposto, o ex-prefeito de Osasco, Silas Bortolosso, acompanhado de outras lideranças históricas do partido, não aceitou e recorreu na Justiça de São Paulo. No entanto, eles perderam e Lindoso contiuou na presidência. Essas mesmas lideranças, como afirmou a este jornalista, o médico e ex-vereador André Sacco Junior, vão recorrer à Executiva Nacional, onde esperam que a intervenção seja revertida. ,
Sem união
Na noite desta segunda-feira, 02/03, houve uma reunião do Diretório Estadual, quando alguns esperavam que a situação de Osasco fosse apaziguada. Mas, parece que isso não aconteceu, tanto que De Paula e Lindoso soltaram duas notas com conteúdos completamente diferentes do que foi tratado na reunião.
Na parte da manhã desta terça-feira, a assessoria do vereador De Paula divulgou um release que chegou a ser publicado por sites de portais e jornais, informando que que haverá prévias em Osasco e que De Paula é um dos pré-candidatos a prefeito. Já à tarde, no entanto, o vereador Dr. Lindoso soltou uma nota em papel timbrado do Diretório Estadual, desmentindo a informação do colega de bancada.
De Paula (New Times Comunicação)
Diretório estadual aprova prévias no PSDB
A nota de De Paula inicia dizendo que o Diretório estadual aprovou a realização de prévias e que ele é um dos que vão disputar a eleição interna do partido. "O Diretório Estadual do PSDB de São Paulo aprovou a realização de prévias para escolha dos candidatos do partido nas eleições majoritárias para todos os municípios em que houver duas ou mais pré-candidaturas a prefeito, caso de Osasco. A decisão consta em resolução interna, aprovada em reunião realizada nesta segunda-feira (2). "Fico feliz de saber que Osasco realizará prévias para definir o candidato a prefeito pelo PSDB"
Ainda segundo a nota, na mesma reunião, a direção estadual teria suspendido a dissolução do diretório municipal de Osasco. "Estão tentando usar o PSDB para objetivos pessoais, mas a justiça está sendo feita. O PSDB pertence a seus filiados e não a uma única pessoa", afirmou De Paula.
Lindoso
Lindoso e Doria
Segundo nota do Diretório Estadual, Lindoso é o único candidato do partido a prefeito de Osasco, com apoio do Doria
Nota sobre prévias em Osasco
Na parte da tarde, a assessoria do Dr. Lindoso também divulgou uma nota oficial do Diretório.
"Ao contrário do que informou o jornal Notícias de Osasco e Região, o Diretório Estadual do PSDB não tomou qualquer decisão a respeito de realização de prévias na cidade de Osasco.
Nesta segunda-feira, 02/03, o Diretório aprovou a resolução que estabelece as regras para a realização de prévias nas cidades onde não houver definição de candidatura, que não é o caso de Osasco, onde o PSDB terá como seu representante no pleito municipal o vereador Dr. Lindoso.
É preciso ressaltar ainda que é mentirosa a afirmação de que o processo de dissolução do Diretório foi suspenso. O processo não foi sequer avaliado no encontro da última segunda-feira, já foi aprovado pela executiva e será tema de nova reunião de Diretório a ser agendada para os próximos dias.
Assim, o diretório municipal de Osasco segue com intervenção, tendo como presidente o Dr. Lindoso".
Diretório Estadual do PSDB-SP (O Jornalista Renato Ferreira é editor do Portal Notícias & Opinião)
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Tucano de alta plumagem, Antonio Anastasia já foi governador de Minas e deixará um vácuo no ninho tucano.
 
O senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) comunicou nesta sexta-feira, 07/02, ao presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, que vai deixar o partido. Na próxima semana, o parlamentar mineiro deve se filiar ao PSD, liderado por Gilberto Kassab.
Lideranças do PSDB em Minas Gerais lamentaram a saída do senador, que estava no partido desde 2005, um ano antes de se eleger vice-governador no mandato de Aécio Neves (PSDB). Em 2010, Anastasia foi eleito ao governo de Minas pelo PSDB.
A saída foi lamentada por lideranças tucanas em Minas Gerais, que consideram Anastasia um dos “melhores quadros políticos do país”.
“O senador Antonio Anastasia comunicou ao presidente nacional do PSDB seu desligamento do partido. Anastasia é um dos melhores quadros políticos do país e desencontros circunstanciais não nos impedirão de atuar no mesmo campo político, em partidos diferentes, na defesa dos interesses de Minas Gerais e do Brasil”, disse o presidente do PSDB em Minas, deputado Paulo Abi-Ackel, por meio de nota.
O deputado Gustavo Valadares (PSDB), líder do bloco governista na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), também lamentou a decisão do ex-governador.
“Só posso lamentar. O partido perde um excepcional quadro, amigo e grande homem público, mas o senador também perde um grande partido. Certeza que os dois lados ainda vão se encontrar”, disse Valadares em suas redes sociais.
Em 2018, o PSDB lançou Anastasia na disputa pelo governo de Minas, mesmo com o senador afirmando pouco tempo antes da campanha eleitoral que não tinha intenção de concorrer. A avaliação dos tucanos era que ele seria o único nome com chance de recolocar o PSDB no Palácio da Liberdade. Anastasia acabou derrotado no segundo turno pelo governador Romeu Zema (Novo).
No final do ano passado, em entrevista ao Estado de Minas, o senador afirmou que já tinha se decidido a apoiar a candidatura de reeleição do prefeito Alexandre Kalil (PSD) na Prefeitura de Belo Horizonte.
Mesmo com o lançamento de uma pré-candidatura tucana, a secretária adjunta de Planejamento Luísa Barreto, Anastasia afirmou que não apoiaria o nome apresentado pelo PSDB para disputar a prefeitura de BH.
O senador não confirmou a filiação no PSD, mas nos bastidores o ingresso no partido de Gilberto Kassab e do prefeito Alexandre Kalil já é considerada certa. “Nos próximos dias ele deverá tomar uma posição em relação aos convites que recebeu e comunicará sua decisão”, informou a assessoria do senador.
Desde 2018 divergências internas se acirraram dentro do PSDB. O grupo tucano de São Paulo, comandado pelo governador paulista João Dória, queria a expulsão da legenda do deputado Aécio Neves (investigado na Operação Lava-Jato). Outros grupos dentro do PSDB foram contra e não aceitaram a expulsão de Aécio.
No final de 2019, uma nova turbulência interna ganhou força na disputa pela liderança tucana na Câmara dos Deputados. A definição sobre qual nome assumiria o comando do PSDB voltou a gerar disputas internas (com direito a reuniões acaloradas e com troca de xingamentos) e desgaste para vários parlamentares tucanos. (Fonte: Estado de Minas).
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Segundo o tucano, a intervenção ocorreu em virtude de traição de filiados nas eleições gerais de 2018. "Existem provas concretas", afirma Lindoso,
O vereador Dr Lindoso, que pleiteia a candidatura para Prefeito de Osasco, assumiu a presidência do Diretório Municipal do PSDB, conforme documento publicado no site do Tribunal Superior Eleitoral. A nova direção do PSDB de Osasco ocorre após intervenção do Diretório Estadual, em virtude, segundo o vereador tucano, de traições de filiados nas eleições gerais de 2018, que elegeram João Doria Governador de São
O Dr. Lindoso assume o cargo que era ocupado pelo ex-prefeito de Osasco, Silas Bortolosso. Conforme determinação da Direção Estadual, a nova composição do Diretório Municipal, com Lindoso na presidência, ficará até junho de 2020. O presidente afastado Silas Bortolosso afirmou que vai recorrer da decisão junto à Executiva Nacional do PSDB.
Falando hoje, à tarde, com este jornalista, Lindoso confirmou que a intervenção se deu devido às traições durante a campanha de João Doria para Governador em 2018. Durante aquela campanha, realmente, o PSDB de Osasco se dividiu. Seguindo orientação do prefeito Rogério Lins (Podemos), algumas lideranças do partido e até mesmo membros do Diretório local, fizeram campanha para a reeleição do então governador, Márcio França (PSB).
Lindoso não descarta a possibilidade de os dirigentes afastados recorrerem da decisão. "Mas, como se trata de traição, acho difícil que eles consigam obter êxito. Pois, trata-se de traição à orientação do partido. Existem provas concretas e isso se configura como infidelidade partidária. Uma militante do partido fez a denúncia ao Diretório Estadual que pediu providência ao Diretório Municipal e, este, por sua vez, foi omisso e não analisou o caso mesmo diante das provas", disse o vereador, negando que a intervenção tenha ocorrido para favorecer a sua pré-candidatura.
Dentre os filiados acusados de traição, está José Carlos Vido. Mesmo como membro do Diretório Municipal, Vido fez campanha para Márcio França ao lado do prefeito Rogério Lins. Vido, inclusive, faz parte do secretariado de Lins desde o início de seu governo. Há poucos dias, ele pediu desfiliação do PSDB. Lindoso disse também que não espera uma debandada do partido após a intervenção estadual. "A nossa meta é trabalhar buscando sempre a união do PSDB de Osasco em prol do povo osasquense. Não somos candidatos de nós mesmos e, se essa for a vontade da maioria, tudo será decidido na convenção da legenda. Como sempre fizemos na Câmara Municipal, estaremos à disposição do PSDB", afirmou Lindoso.
Dos três vereadores tucanos de Osasco, Lindoso foi o único que fez campanha para João Doria. Em 2017, o tucano concedeu Título de Cidadão Osasquense ao Doria, cuja entrega se transformou em tumulto provocado pela oposição nas dependências da Câmara Municipal. Foi um dos espetáculos mais baixos protagonizados pelos adversários políticos do vereador Lindoso.
 
PSDB Nominata Osasco Dr. Lindoso Presidente
Apoio do Republicanos
Há dois meses, Lindoso conseguiu um importante apoio para o seu pleito como possível candidato a prefeito de Osasco. Ele esteve em Brasília, onde se reuniu com o deputado Federal e presidente Nacional do Republicanos 10 (antigo PRB), Marcos Pereira.
Na reunião, a Executiva Nacional do Republicanos determinou mudanças na direção municipal do partido, que passou a ser presidido por Loraine Lindoso, esposa do vereador Lindoso.
Na próxima segunda-feira, 16, o Republicanos de Osasco programou um evento na Câmara Municipal, às 19h, para apresentar os novos membros da executiva municipal. Conforme o convite enviado à imprensa, estarão presentes o deputado Estadual, Gilmaci Santos, e o presidente estadual do partido, Sergio Fontellas. (Renato Ferreira)
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O médico e vereador continua articulando a sua pré-candidatura no PSDB, agora, com apoio de mais uma legenda. Atualmente, o Rebuplicanos tem um vereador em Osasco, Ricardo Silva.
 
A pouco mais de um ano das eleições municipais, os principais partidos continuam agitados em busca de suas candidaturas ao pleito de 2020. É o caso do PSDB de Osasco. Com três vereadores eleitos em 2016 - Dr. Lindoso, De Paula e Didi - e com novo comando no Diretório Municipal, os tucanos de Osasco ainda continuam divididos quanto ao seu candidato para prefeito. O novo presidente dos tucanos em Osasco é o ex-prefeito Silas Bortolosso, eleito no primeiro semestre deste ano.
Mas, nessa corrida pela pré-candidatura tucana numa das mais importantes cidades do Estado e do Brasil, quem sai na frente é o médico Dr. Lindoso, vereador de primeiro mandato e que já foi presidente da Câmara Municipal. Dos três vereadores eleitos, até agora, somente o Didi ainda não postulou a pré-candidatura. Ao lado de Lindoso, o vereador De Paula afirma que pretende também ser pré-candidato a prefeito.
Há poucos dias, o Dr. Lindoso conseguiu uma importante conquista em sua corrida rumo à candidatura para prefeito. O Republicanos 10 (antigo PRB), que já foi adversário do do prefeito Rogério Lins, mas, que vinha tratando de se aproximar e apoiar a reeleição do atual prefeito, por meio de seu ex-presidente, Silvio Neves, acaba de passar para as mãos do grupo de apoio ao Dr. Lindoso.
Há 15 dias, o vereador osasquense esteve em Brasília, onde se reuniu com o deputado Federal e presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, quando definiram a troca de comando do partido em Osasco, que passa a ser presidido pela esposa de Lindoso, Loraine Malagueta Lindoso. Pela nova formação da diretoria que foi divulgada, o ex-presidente Silvio Neves ocupa a vaga de vice-presidente do Diretório Municipal.
Oficialmente, o vereador Dr. Lindoso continua no PSDB. Para não ter problema com o mandado, caso ela venha deixar o partido para se candidatar pelo Republicanos, só deverá fazê-lo na janela eleitoral dentro do prazo legal da Justiça Eleitoral. Por enquanto, os três vereadores tucanos falam apenas que a pré-candidatura do partido será disputada nas prévias em 2020.
Apoio Estadual
Conforme matéria publicada pelo Jornal Giro no dia 27 de agosto deste ano, durante um evento político em Osasco, o presidente estadual do PSDB, Marco Vinholi, confirmou que o candidato do partido para prefeito em Osasco, será vereador Dr. Lindoso. "Temos plena confiança na sua candidatura e na sua vitória. Espero que Osasco possa ter um prefeito como você, que sempre está preocupado com as causas mais essenciais da cidade" disse Vinholi.
Na ocasião, segundo o jornal, Vinholi ainda lembrou o apoio do parlamentar na eleição de 2018, na qual, João Doria foi eleito governador do Estado de São Paulo. "Como vereador o senhor tem construído um mandato de excelência e como candidato a deputado estadual o senhor foi um grande parceiro do governador e pode ter certeza que não esqueceremos disso e nem da sua lealdade levantando nossa bandeira em um momento difícil", enfatizou, Vinholi. Ele ainda acrescentou que a executiva estadual dará todo apoio ao nome de Lindoso. "Estaremos de mãos dadas para construir sua vitória, e também, um grande mandato de prefeito", afirmou.
Tentamos falar com Silvio Neves para saber se o Republicanos seguirá unido sob o comando do grupo do Dr. Lindoso, mas, ainda não obtivemos retorno.
Atualmente, o partido tem um vereador em Osasco, Ricardo Silva que, segundo comentários de bastidores, estaria pensando em deixar o partido para ingressar no PSD. Na semana passada, no entanto, em conversa com jornalistas na Câmara, ele disse que tudo continua em fase de estudo e que não descarta também a hipótese de continuar no Republicanos. "Meu objetivo no momento, é estudar a melhor proposta partidária, visando a minha reeleição como vereador", disse Ricardo Silva.
Outras candidaturas
Além do prefeito Rogério Lins (Podemos), mas que, segundo os bastidores poderá trocar de legendas, outros partidos também virão com candidaturas fortes para disputar a Prefeitura de Osasco. É o caso do PT, cujo candidato deverá ser mesmo o ex-prefeito e atual deputado Estadual Emídio de Souza, inclusive, agora, com o Lula em liberdade. Os petistas acreditam que o ex-presidente, em liberdade, será o principal cabo eleitoral de Emídio de Souza.
O que não é novidade também para ninguém ligado à política é que o candidato que conseguir apoio do Presidente Jair Bosonaro, deverá ser um páreo duro para os demais concorrentes, não somente em Osasco, como em outras cidades do país. Esse candidato poderá ser do Aliança pelo Brasil, caso os organizadores consigam oficializar o partido até abril junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ou de outra legenda com apoio de Bolsonaro. (Renato Ferreira)
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Por Vanessa Dainesi (Girosa) -
 
O presidente estadual do PSDB, Marco Vinholi, confirmou na noite dessa segunda-feira, 26, que o vice-presidente da legenda em Osasco, vereador Dr. Lindoso será o nome do partido que disputará o cargo de prefeito nas eleições de 2020. "Temos plena confiança na sua candidatura e na sua vitória. Espero que Osasco possa ter um prefeito como você, que sempre está preocupado com as causas mais essenciais da cidade" disse durante participação do evento Juntos por Osasco organizado por Lindoso.
 
Vinholi ainda lembrou o apoio do parlamentar na eleição de 2018, na qual, João Doria foi eleito governador do Estado de São Paulo. "Como vereador o senhor tem construído um mandato de excelência e como candidato a deputado estadual o senhor foi um grande parceiro do governador e pode ter certeza que não esqueceremos disso e nem da sua lealdade levantando nossa bandeira em um momento difícil", enfatizou acrescentando que a executiva estadual dará todo apoio ao nome de Lindoso. "Estaremos de mãos dados para construir sua vitória, e também, um grande mandato de prefeito", finalizou.
 
Ao Giro S/A, Lindoso disse que se surpreendeu com o apoio da executiva estadual. "Foi surpresa pra mim, mas esse projeto precisa ser macro, ou seja, ter o apoio de todos, não pode ser algo só do Lindoso. Mas, com certeza esse apoio me dará muito mais motivação para entrar na disputa", revela.
 
Ausências Apesar de ter lotado o auditório da Aceo (Associação Comercial e Empresarial de Osasco) e da presença de alguns políticos da região, a ausência dos vereadores que compõem a bancada do PSDB na Câmara de Osasco (vereadores Didi e De Paula) foi notada. Lindoso minimizou o fato e afirma que todas as lideranças foram convidadas. "O evento foi organizado por mim, mas fiz questão de convidar os vereadores, acredito que eles estejam envolvidos em outras atividades", garante.
 
No entanto, nos bastidores da política existem informações de que existe resistência de uma ala do partido ao nome de Lindoso. Ele afirma que essa situação deve ser resolvida em breve. "Acho que vamos solucionar essa questão com muito diálogo.Temos que nos unir nesse momento para chegarmos a um denominador comum", finalizou. (Conteúdo do Jornal Giro S/A)
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A jovem e dinâmica deputada Federal, de Barueri, foi escolhida para comandar a legenda, ao lado do novo presidente nacional do partido, Bruno Araújo (PE). A convenção tucana foi realizada em Brasília, nesta sexta-feira, 31/05.
A cúpula nacional do PSDB terá, agora, uma representante da região Oeste da Grande São Paulo. Trata-se da jovem e dinâmica deputada Federal, Bruna Furlan, de Barueri, eleita como vice-presidente nacional do partido, em convenção realizada na sexta-feira, 31/05, em Brasília. Na ocasião, os tucanos elegeram como seu novo presidente nacional, o ex-deputado Federal, Bruno Araújo (PE). Ele vai substituir o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, para 1 mandato de 2 anos (2019-2021).
PSDB tem novo presidente Bruno Araújo
João Doria, Governador de São Paulo; Bruno Araújo, novo Presidente do PSDB; e Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo
A vitória de Bruno Araújo (ao centro), teve o apoio de seu principal aligado, o governador de São Paulo, João Doria, que passou a ser a principal estrela do PSDB, depois de sua chegada ao Palácio dos Bandeirantes e derrota de Alckmin na eleição para a Presidência da República. Sob o mandato de Bruno Araújo, o partido de viver, inclusive, a transição do "antigo" para o "novo PSDB", slogan encampado por Doria.
Durante seu discurso, o novo presidente da sigla afirmou que o PSDB pagou “algum preço” por suas “hesitações” no passado. Segundo Araújo, o maior objetivo do partido agora será o de “assumir compromissos firmes”.
Segundo o tucano, o PSDB vai analisar, por exemplo, se fechará questão pela reforma da Previdência, que tramita na Câmara dos Deputados.
“O PSDB vai, através da sua Executiva, não sinalizar o que pensa, não formalizar uma moção, mas vai decidir sobre o fechamento de questão pela reforma da Previdência”, afirmou. E o fechamento de questão determina que todos os congressistas da sigla devem votar no mesmo sentido sobre a reforma da Previdência.
Código de Ética
Dentro dessa linha de renovação proposta por João Doria e aliados, o PSDB aprovou também um novo Código de Ética. Com isso o partido tem como meta lutar por punições mais duras em relação a filiados condenados
Bruna Vice
Bruna Furlan
Deputada Federal, Bruna Furlan, eleita vice-presidente nacional do PSDB
A eleição de Bruna Furlan para a vice-presidência do PSDB não significa apenas a ampliação da presença feminina na cúpula diretiva de um dos maiores partidos políticos do Brasil. Filha do prefeito de Barueri, Rubens Furlan, Bruna já tem uma vida política consolidade como parlamentar. A escolha do seu nome representa o reconhecimento do trabalho desta jovem e destemida deputada Federal, que cumpre o seu terceiro mandato sempre se destacando em diversas atividades parlamentares no Congresso Nacional.
Notícias & Opinião aproveita este espaço para parabenizar a deputada Bruna Furlan, desejando-lhe sucesso em seu mandato como também nesta sua nova empreitada como dirigente partidária. (Renato Ferreira)
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Nas eleições de 2016, o PT foi, praticamente, varrido das Prefeituras e Câmaras Municipais. E, se não mudarem, os tucanos correm o mesmo risco, a não ser que algum tucano tenha apoio irrestrito de governantes, como Bolsonaro e Doria.

 

Por Renato Ferreira - 

Não é novidade para nenhum brasileiro que as maiores lideranças do PT e do PSDB são ainda, respectivamente, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves. Isto porque o Lula faz política desde os anos 1980, quando fundou o PT, e foi presidente por dois mandatos, enquanto o Aécio, depois de FHC, foi o tucano que mais perto chegou de ser eleito para a Presidência da República. O Geraldo Alckmin, que poderia ter tirado do mineiro essa posição, acabou se transformando num candidato nanico nas eleições de 2018.

Só que agora, a pouco mais de um ano das eleições municipais de 2020, tanto PT, como PSDB, estão órfãos dessas lideranças. Condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e, ainda aguardando outras condenações, Lula já está preso há mais de um ano, cumprindo pena de 9 anos de reclusão. Por outro lado, o Aécio Neves já foi também denunciado por crimes de corrupção na Lava Jato e se acabou em termos políticos. Tanto é assim que, depois de perder a eleição para Dilma Roussef, em 2016, teve que desistir da candidatura ao Senado, sendo eleito apenas para Deputado Federal, enquanto aguarda condenação na Justiça e seguir para o mesmo destino de Lula.

Em 2020, como será?

Sendo assim, resta uma pergunta no ar: Como PT e PSDB sairão das urnas em 2020? Como todos lembram, já sofrendo as consequências da corrupção, em 2016, mesmo com Lula livre e fazendo campanha abertamente, o PT foi um fiasco e acabou sendo varrido do mapa eleitoral dos municípios. Prova disso foi a eleição em São Paulo, onde o petista Fernando Haddad não conseguiu a reeleição e foi derrotado pelo tucano João Doria.

Além disso, Câmaras Municipais de importantes cidades, como Osasco, na região Oeste da Grande São Paulo, não elegeu nenhum vereador petista pela primeira vez desde os anos 1990. A derrocada petista foi ainda maior em Estados como no Mato Grosso do Sul, que não elegeu nenhum vereador em suas centenas de municípios.

Naquelas eleições, os tucanos, ainda sem os efeitos da corrupção, conseguiram bons resultados em todas as regiões do país. Mas, como será o desempenho do PSDB em 2020, depois da derrocada de Aécio Neves e de Geraldo Alckmin? Dividido, o ninho tucano ferve em todo Brasil.

Doria pode fazer a diferença

Doria e Lindoso

Governador de São Paulo, João Doria, e o vereador de Osasco, Dr. Lindoso, ambos do PSDB

Ao contrário dos petistas, que ainda tentam ressuscitar o Lula, uma vez que não têm outra liderança e puxador de votos no mesmo nível do ex-presidente, os tucanos ainda têm uma tábua de salvação, que tem nome e endereço: João Doria, inquilino do Palácio do Bandeirantes.

São Paulo e Minas são os dois maiores colégios eleitorais do Brasil e o resultado das eleições gerais nesses estados funcionam como termômetro para as futuras empreitadas eleitorais dos partidos. E petistas, como tucanos, se deterioraram em Minas, em 2018. O ex-governador petista, Fernando Pimentel, ficou pelo caminho, levando consigo a ex-presidente Dilma, candidata favorita ao Senado. Mas, o senador tucano, Antonio Anastasia, favorito para voltar ao Palácio da Liberdade, também derrapou no segundo turno e perdeu feio para o novato Romeu Zema, do Partido Novo.

Só que em São Paulo, onde os petistas jamais elegeram o governador, os tucanos mostraram mais uma vez a sua força no estado e elegeram João Doria. No primeiro turno, o PT foi mais uma vez um fiasco com a candidatura do sindicalista Luiz Marinho e, no segundo turno, não obteve sucesso apoiando a reeleição de Márcio França, do PSB.

Então, em 2020, a esperança dos líderes tucanos, é um bom desempenho do governo Doria. Pois, será do Palácio dos Bandeirantes, que os futuros candidatos tucanos, seja para as Prefeituras ou Câmaras Municipais, esperam que venham as melhores contribuições para as suas empreitadas eleitorais.

Fogo amigo em Osasco

Rogério Lins Emidio e Lindoso

Prefeito de Osasco, Rogério Lins (Podemos); deputado estadual, Emidio de Souza (PT); e o vereador osasquense, Dr. Lindoso (PSDB)

E como não poderia ser diferente, os problemas jurídicos de suas lideranças federais acabam também atingindo petistas e tucanos na esfera municipal. Como já falamos de Osasco, voltamos a citar essa cidade paulista, uma vez que, sendo um município densamente povoado em seus apenas 64 quilômetros quadrados, Osasco representa muito bem um extrato da sociedade brasileira, sobretudo, em termos políticos.

E as brigas internas no Diretório Nacional atinge, sem dúvida, os diretórios municipais dessas duas siglas, não sendo diferente em Osasco, onde os políticos tentam mostrar suas próprias virtudes aos eleitores, sem falar muito das lideranças maiores, como Lula, Aécio e Alckmin.

Tendo sua base econômica firmada em grandes indústrias, principalmente, no ramo siderúrgico, Osasco sempre foi um braço forte do petismo. Tanto é assim, que a maioria de seus vereadores na cidade veio do meio sindical, como o ex-prefeito Emídio de Souza, que foi vereador e, atualmente, é deputado estadual.

Mas, desde o mensalão, passando pelo impeachment de Dilma Roussef e a prisão de Lula, que o PT osasquense não é o mesmo. Pela primeira vez, em 2016, não elegeu nenhum vereador e, em 2018, elegeu somente o Emidio para a Assembleia Legislativa. Mesmo assim, o candidato só se elegeu graças aos votos de fora da cidade. Se dependesse apenas de Osasco, ele não teria sido eleito. Com certeza, Emidio de Souza, será candidato a prefeito em 2020, mas, terá que fazer boas alianças se quiser voltar ao 'Palácio' Bussocaba.

Assim, como os petistas, os tucanos também não passam por bons momentos na cidade, onde já comandaram a Prefeitura por três mandatos consecutivos, com Celso Giglio e Silas Bortolosso, entre 1993 a 2004, além de outros mandados apoiando prefeitos aliados. Agora, no entanto, os tucanos já estão desde 2005 longe do Executivo osasquense. E não escondem o desejo de voltar a comandar a cidade.

Mas, como será o desempenho deles em 2020? Com as derrocadas de Aécio Neves e de Geraldo Alckmin e, consequentemente, com as brigas no Diretório Estadual, faz tempo que o ninho tucano de Osasco não é um exemplo de união. E as bicadas amigas já são púbicas e notórias.

Aliados de Alckmin e de Doria não se entendem e têm até tucanos quase já ora do ninho, que fazem parte da atual administração sob o comando de Rogério Lins, do Podemos. E essa desunião tucana em Osasco já é explícita na própria Câmara Municipal, onde os três representantes do partido - Dr. Lindoso, De Paula e Didi - claramente dão sinais de que não falam a mesma língua quando o assunto é união para as eleições de 2020.

E é, justamente, em Osasco, classificada como a "melhor esquina do Brasil", pelo saudoso Mário Covas, que João Doria poderá fazer a diferença para os tucanos. O atual governador paulista não teve apoio de Rogério Lins, que apoiou Márcio França, em 2018. Em conversas com seus correligionários da cidade, Doria tem demonstrado que tem como meta reconquistar a Prefeitura de Osasco para os tucanos.

Enquanto isso, essas desavenças internas de petistas e tucanos poderão beneficiar candidaturas de outros partidos. São os casos, por exemplo, do Podemos, partido do prefeito Rogério Lins, e do PSL, legenda do Presidente Jair Bolsonaro. Com certeza, candidatos desses partidos vão tentar de todas as formas, enfraquecer ainda mais os possíveis candidatos petistas e tucanos.

Em Osasco, um dos nomes do PSDB que tem sido ventilado como possível candidato a Prefeito é o do ex-presidente da Câmara, Dr. Lindoso, que cumpre seu segundo mandato de vereador. Aliado fiel do governador João Doria, Lindoso concedeu ao governador o Título de Cidadão Osasquense, em 2017. e tem se encontrado com frequência com o Governador.

Se não houver nenhum fato novo nessa corrida, tudo indica que o candidato tucano em Osasco, com apoio de Doria, deverá mesmo ser o Dr. Lindoso. Se vai ser eleito, aí são outros quinhentos, pois, o tucano terá que enfrentar a candidatura do atual Prefeito, Rogério Lins, que conta com apoio da Deputada Federal, Renata Abreu, presidente nacional do Podemos, e da maioria absoluta dos 21 vereadores. (Renato Ferreira)

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"Precisamos de qualidade e de redução nas despesa do Legislativo", diz o vereador da zona Norte.

 

Durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Osasco, nesta terça-feira, 16/04, o vereador De Paula (PSDB) apresentou uma Moção de Aplauso em homenagem ao ex-prefeito Silas Bortolosso, eleito presidente do Diretório Municipal, no último domingo, 14. Foi uma eleição com chapa única e Bortolosso vai substuir o vereador De Paula, que passou a presidir o partido em Osasco, após a morte do saudoso ex-prefeito Celso Giglio.

PSDB de Osasco com Silas Bortolosso

O ex-prefeito de Osasco, Silas Bortolosso (de terno, ao centro), é o novo presidente do PSDB Osasco

A Moção foi discutida pelos outros dois vereadores tucanos, Reginaldo Didi de Oliveira, e o ex-presidente da Casa, Dr. Elissandro Lindoso. Assim como De Paula, Didi e Dr. Lindoso também elogiaram a eleição de Silas Bortolosso, desejando-lhe sucesso e que ele possa unir o partido em Osasco. A Moção foi aprovada pela maioria dos vereadores.

Menos vereadores

Durante a sua fala, Didi disse esperar que com a eleição do ex-prefeito Silas Bortolosso, o partido possa "renascer das cinzas", em Osasco, assim como precisa também renascer em todo o Brasil. "Inclusive, como líder do partido nesta casa, vou propor uma profunda discussão dos tucanos osasquenses, para que possamos discutir, efetivamente, a cidade de Osasco e os interesses da nossa população".

Em seguida, o vereador da zona Norte, voltou a falar sobre o Projeto de Lei que apresentou recentemente no sentido de reduzir o número de vereadores em Osasco. Segundo o tucano, que iniciou sua carreira política no PT, ao contrário dos que pedem o aumento de cadeiras para 27, Osasco não precisa mais do que 15 vereadores.

"Hoje, temos 21 vereadores, mas, não precisamos desse número para representar o povo de Osasco e discutir os problemas da cidade. Precisamos de qualidade e não de quantidade e, pra mim, 15 vereadores são suficientes. Hoje, com toda essa crise que o mundo vive, o que precisamos é de diminuir despesas, seja no Governo Federal, nos Estaduais e nos Municípios. Não podemos continuar com tantos gastos nas Câmaras e Prefeituras, e o povo sofrendo com tanta carência, por exemplo, na área da Saúde", afirmou Didi. (Renato Ferreira)

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