Domingo, 05 Abril 2020 | Login
Ações proporcionaram ao governo economia R$ 961 milhões no ano passado. É o Brasil no caminho certo!
 
A economia gerada por operações especiais antifraude mais do que dobraram em 2019. Segundo balanço divulgado recentemente pelo Ministério da Economia, as ações resultaram uma economia de R$ 961 milhões no ano passado, 107,1% a mais que os R$ 464 milhões registrados em 2018.
O cálculo considera os recursos que o governo deixará de pagar após a desarticulação de esquemas criminosos pela Força-Tarefa Previdenciária e Trabalhista. A fiscalização especial reúne a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal.
Segundo o Ministério da Economia, o resultado foi alcançado por meio do aperfeiçoamento dos métodos de investigação, além da coordenação entre os órgãos da força-tarefa. De acordo com a Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista da pasta, no ano passado foram realizadas 45 operações especiais e 21 ações de flagrante.
A pasta também cita o fortalecimento da estrutura de inteligência da coordenação, que passou a difundir o conhecimento dos esquemas de fraude. As operações resultaram no cumprimento de 551 mandados judiciais.
Desse total, 415 foram de busca e apreensão, 127 de prisão e nove de afastamento das funções públicas. Além disso, 42 pessoas foram presas nas ações de flagrante.
Segundo o Ministério da Economia, os esquemas que visavam a lesar a Previdência, o abono salarial e o seguro-desemprego, entre outros direitos trabalhistas, provocaram prejuízo de pelo menos R$ 302 milhões aos cofres públicos nos últimos anos. Para calcular a economia de R$ 961 milhões, a pasta estimou o impacto para o governo caso os esquemas criminosos continuassem.
Inquéritos A economia gerada em cada operação também subiu no ano passado. Em 2019, cada operação especial resultou, em média, em economia de R$ 21,3 milhões, contra R$ 7,6 milhões médios registrados em 2018. De acordo com o Ministério da Economia, o resultado demonstra o aumento na eficiência das ações antifraude.
A Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista iniciou, em 2019, a análise de 137 novos casos de suspeita de fraudes estruturadas. Outros 126 processos foram concluídos e encaminhados para investigação da força-tarefa. Com base nos relatórios, a Polícia Federal instaurou 56 inquéritos para investigar esquemas criminosos contra a Previdência Social.
Principais fraudes
A falsificação de documentos concentrou 84% de todas as investigações. Pelo menos 50% delas constataram o uso de documentos de identidade e de registro civil falsos. Para o Ministério da Economia, a adoção da identificação biométrica em todo o país é essencial para reduzir as falsificações. (Fonte: Agência Brasil)
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Atraídos por privatizações, esses investimentos cresceram 26% no país em 2019.
 
Apesar dos que torcem contra o país neste governo, o Investimento Estrangeiro Direto (IED) no Brasil cresceu 26% em 2019. Os dados são do Monitor de Tendências de Investimentos Globais, divulgados nesta semana pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD).
O IED mede o capital investido por estrangeiros em um país. Ele é considerado por economistas como o "bom investimento", uma que os recursos vão para o capital produtivo (construção de fábricas, infraestrutura, empréstimos e fusões e aquisições).
O fluxo de recursos no Brasil passou de US$ 60 bilhões, em 2018, para US$ 75 bilhões no ano passado. O valor ficou em linha com o esperado pelos analistas dos bancos, segundo dados colhidos pelo Banco Central no final de 2018, por meio do Boletim Focus.
Privatizações
A expansão dos investimentos externos, segundo a Unctad, veio na esteira das privatizações ocorridas a partir do meio do ano, com a venda da Transportadora Associada de Gás (TAG) pela Petrobras. A empresa foi vendida ao grupo formado pela francesa Engie e pelo fundo canadense Caisse de Dépôt et Placement du Québec (CDPQ) por R$ 33,5 bilhões, ou cerca de US$ 8,7 bilhões.
Investimentos no Brasil gráfico
Com esses novos investimentos no país, o Brasil passou da nona para a quarta colocação entre os principais destinos de investimentos estrangeiros no mundo– atrás apenas de Estados Unidos, China e Cingapura, segundo o ranking da Unctad.
No mundo, o fluxo global de investimentos permaneceu praticamente estável em relação aos dados revisados de 2018. O IED global sofreu uma contração de 1%, passando de US$ 1,41 trilhão em 2018 para US$ 1,39 trilhão no ano passado.
Para os países desenvolvidos, o fluxo de investimento estrangeiro permaneceu em níveis historicamente baixos, caindo 6% em relação a 2018, para US$ 643 bilhões. A queda foi mais acentuada nos países da União Europeia, de 15%, para US$ 305 bilhões, com destaque para a queda de 6% no Reino Unido, como resultado das negociações do Brexit.
Já o volume de recursos direcionados aos Estados Unidos permaneceu praticamente estável, em US$ 251 bilhões.
Nas economias emergentes, também houve estabilidade na comparação com 2018, ficando em estimados US$ 694 bilhões. Dentro desse grupo, no entanto, houve comportamentos divergentes: enquanto América Latina e Caribe viram alta de 16% no fluxo, a África teve expansão mais modesta, de 2%, enquanto a Ásia viu queda de 6% – embora ainda seja destino de cerca de 30% do fluxo global.
Livre comércio com o Reino Unido
Agora, durante o Fórtumo Econômido Mundial, em Davos, a Inglaterra mostrou-se interessada em firmar um acorde livre comércio com o Brasil. A informação é do ministro da Fazenda, Paulo Guedes, que conversou com o seu colega do Reino Unido, Sajid David. Segundo Guedes, esse acordo seria firmado logo após a concretização do Brexit., que é a saída oficial da Inglaterra da União Europeia. "Nós queremos e eles querem" resumiu Guedes. (Fonte: IG e G1)
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Estão na lista diversas concessões de rodovias, aeroportos, ferrovias e portos, que devem chegar a R$ 101 bilhões em investimentos. É o Brasil na rota do desenvolvimento.
 
Após o início do ano, o governo deve realizar em fevereiro o primeiro leilão de concessão de ativos para a iniciativa privada. Trata-se de concessão da BR-101, no trecho entre Paulo Lopes (SC) e a divisa com o estado do Rio Grande do Sul, marcado para o dia 21/01. A concessão da rodovia faz parte da previsão de 40 a 44 ativos de infraestrutura que o governo pretende leiloar em 2020.
A expectativa é que os projetos de concessão de portos, aeroportos, rodovias e ferrovias alcancem R$ 101 bilhões em investimentos durante o período de duração dos contratos. Em 2019, foram vendidos 27 ativos, que devem resultar em R$ 9,4 bilhões em investimentos e R$ 5,9 bilhões em outorgas.
Além da BR-101, outras seis rodovias, 22 aeroportos (divididos em três blocos), nove terminais portuários, duas ferrovias sejam concedidos à iniciativa privada. Também está no radar do governo a renovação antecipada de quatro contratos de transporte ferroviário de cargas.
O contrato de concessão da BR-101 é de 30 anos. De acordo com o edital, vence o certame que oferecer o menor valor da tarifa básica de pedágio. Mas a BR-101, não é a mais aguardada pelo mercado. De acordo com o Ministro da Infraestrutura a concessão da Nova Dutra (BR-116/465/101) deve ser o ativo que mais vai despertar o interesse dos investidores.
Rodovias
Leilões rodovias
A Via Dutra é administrada pela empresa CCR desde 1996. O contrato vence em março de 2021, mas a intenção do governo é realizar o certame no final do segundo semestre de 2020. O governo pretende fazer um novo leilão da rodovia já no segundo semestre de 2020. O trecho a ser leiloado liga as duas maiores regiões metropolitanas do país (Rio de Janeiro e São Paulo), passando por 34 cidades.
A intenção do governo é conseguir realizar o leilão até o final do ano, mas caso ocorra algum atraso no cronograma o leilão pode passar para 2021. Pelo cronograma, as informações sobre o leilão estão em consulta pública a cargo da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). As contribuições serão recebidas até fevereiro de 2020.
O processo será submetido posteriormente a apreciação do Tribunal de Contas da União (TCU). Depois da aprovação do acórdão, haverá a publicação do edital e, por fim a realização do leilão.
Além das duas rodovias, o governo também pretende leiloar no segundo trimestre de 2020, a BR-163, no trecho de 970 km, de Sinop (MT) a Miritituba (PA) e as BRs-153/080/414, no trecho de 852 km entre Anapólis (GO) e Aliança do Tocantins (TO), no terceiro trimestre.
Já no quarto trimestre estão previstos os leilões da BR-116/493 no trecho de 711 km do Rio de Janeiro (RJ), passando por Além Paraíba (MG) até Governador Valadares (MG); a BR-040/495 no trecho de 180 km de Juiz de Fora (MG) ao Rio de Janeiro (RJ), e a BR-381/262, no trecho de 672 km, de Belo Horizonte (MG), passando por Governador Valadares (MG) e indo até Viana (ES).
A BR-262 passa por Belo Horizonte e São Paulo e cortando municípios especializados em diferentes produtos agrícolas, além da pecuária. A rodovia também é um corredor para escoamento de produtos industriais, como do setor automobilístico, cortando ainda o Vale do Aço.
Ferrovias
Leilões ferrovias
Os leilões desse modal se concentrarão nas ferrovias Ferrogrão e Ferrovia de Integração Oeste-leste (Fiol). A Ferrogrão ainda não tem definição do cronograma de concessão. A previsão do governo é que o contrato seja de 65 anos, com entrada em operação em 2030.
A Fiol vai ligar os municípios de Ilhéus e Caetité, ambos na Bahia. Com aproximadamente 537 km de extensão, a ferrovia deve levar o minério de ferro produzido na região de Caetité e a produção de grãos e minérios do Oeste da Bahia através do Porto Sul, complexo portuário a ser construído nos arredores da cidade de Ilhéus. O leilão está previsto para o terceiro semestre, com 30 anos de duração do contrato.
Portos
Leilões portos
Na área portuária, o governo pretende leiloar nove terminais nos estados da Bahia, Ceará, Maranhão, Paraná e São Paulo. No Ceará, está prevista a realização no segundo trimestre do leilão do Terminal Marítimo de Passageiros de Fortaleza. O contrato é de 25 anos e vence o certame quem oferecer o maior valor de outorga.
Na Bahia, o governo vai leiloar um terminal de granéis sólidos no Porto Organizado de Aratu/Candeias, dedicado principalmente à movimentação de fertilizantes, concentrado de cobre e minérios diversos. A previsão é que o contrato seja de 25 anos, mas sua duração ainda está em estudos. A previsão é de realização do leilão no quarto trimestre e vence o certame quem oferecer o maior valor de outorga.
No Maranhão, serão arrendados quatro terminais de granéis líquidos no Porto do Itaqui, em São Luís. Serão três contratos de 25 anos e um de 20 anos, com previsão de realização do leilão no segundo trimestre. O leilão também será na modalidade de maior valor da outorga.
Em São Paulo, o governo vai leiloar dois terminais no Porto de Santos. As duas áreas, localizada na região do Macuco, na margem direita do porto, são dedicadas à movimentação de carga geral (celulose). O leilão vai acontecer no terceiro trimestre, com prazo de duração do contrato de 25 anos.
Já no Paraná, serão leiloadas duas áreas no Porto de Paranaguá. Um terminal de movimentação de carga geral e o outro para movimentação de veículos. O primeiro contrato terá duração de 10 anos e o segundo de 25. A expectativa é que o primeiro leilão ocorra no terceiro trimestre e o segundo no quarto.
Aeroportos
Leilões aeroportos
O governo também vai leiloar 22 aeroportos (divididos em três blocos), como parte da 6ª rodada de concessões de aeroportos. O prazo dos contratos será de 30 anos e vence o certame quem oferecer o maior valor de outorga na assinatura do contrato. A previsão é que o certame ocorra no quarto trimestre.
Os blocos estão divididos da seguinte maneira: Bloco Norte que compreende os aeroportos de Manaus (AM), Tabatinga (AM), Tefé (AM), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Cruzeiro do Sul (AC) e Boa Vista (RR), cuja movimentação anual é de 4,4 milhões de passageiros.
Bloco Sul, que abrange os aeroportos de Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Londrina (PR), Bacacheri em Curitiba (PR), Navegantes (SC), Joinville (SC), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS), que movimentam 12 milhões de passageiros por ano.(Fonte: Revista Globo Rural)
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As vendas no Natal subiram 9,5% em relação ao ano passado. Apesar dos pessimistas e dos que torcem contra, o Brasil está no caminho certo.
 
As vendas no Natal subiram 9,5% em termos nominais, sobre 2018, segundo informou a Alshop (Associação dos Lojistas de Shopping Centers), nesta quinta-feira, 26/12. É o melhor desempenho desde 2014, início da crise econômica, a pior da história do país, que afetou duramente as vendas do varejo até 2018.
"Tem que festejar porque o Natal foi bastante positivo. E a expectativa é que até o dia 31 esse ritmo mais forte se mantenha por causa das vendas pré-réveillon e do período de trocas de produtos", disse Nabil Sahyoun, presidente da Alshop.
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O aumento das vendas em comércio popular, seja na 25 de Março, ou nos Shoppings, reflete o crescimento da economia brasileira
A retomada da geração de empregos neste ano, a liberação do saldo do FGTS, a queda da taxa de juros da economia especialmente ao longo de 2019 e a redução da inflação explicam o desempenho do fim do ano, diz Sahyoun.
Ainda segundo a entidade, os shoppings centers cresceram 7,5% em 2019 sobre 2018, e foi também o melhor índice desde 2014, segundo pesquisa da associação e do Ibope. O faturamento do setor neste ano somou R$ 168,2 bilhões. (G1) 
 
 
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Montante será investido em melhorias nas áreas de saúde e infraestrutura.
 
 
A Câmara Municipal de Osasco encerra o ano de 2019 com saldo positivo, fato que reflete o seu comprometimento com o desenvolvimento da cidade.
Após o encerramento do ano, o Legislativo osasquense fará a devolução de R$ 10 milhões ao Poder Executivo Municipal.
O presidente da Câmara, vereador Ribamar Silva, em comum acordo com os demais parlamentares, solicitou do prefeito Rogério Lins (PODE) uma contrapartida ao fazer a devolução dos recursos.
“Pedimos ao prefeito que, deste total, uma parte seja reservada para melhorias na saúde e na infraestrutura, e o restante que seja investido nas obras de construção do novo prédio do Fórum”, disse Ribamar.
A atual Mesa Diretora da Câmara de Osasco prepara-se para fechar seu primeiro ano à frente da Casa de Leis com austeridade, já que várias medidas têm sido adotadas para garantir o equilíbrio financeiro.
LEVANTAMENTO DO TCE
Somando-se aos esforços da atual gestão, um levantamento do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE), divulgado neste ano, aponta a Câmara de Osasco como uma das mais baratas do Estado de São Paulo.
Os dados têm como base os valores per capita, ou seja, quanto custa o Legislativo por número de habitante. Dos 645 municípios pesquisados, a Câmara de Osasco ocupa a 466ª colocação.
A primeira colocada da lista custa R$ 861,35 por habitante ao ano. Já o Legislativo osasquense tem custo per capita é de apenas R$ 75,02 anuais.
De acordo com o presidente, as principais ações que permitiram a redução de gastos na atual gestão foram a otimização dos contratos e a digitalização dos processos legislativos – o que proporcionou economia dos gastos com aquisição de papel, tornando mais ágeis as atividades parlamentares. (Assessoria de Comunicação/CMO)
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Enquanto na Argentina, a recessão econômica arrasa o país, herança de Cristina Kirchner, que volta a poder, aqui no Brasil, a economia continua dando sinais de recuperação, após a aprovação da reforma da Previdência e outras que estão em andamento, como as reformas Administrativa e Tributária.
Nesta segunda-feira, 28/10, o Dólar caiu para R$ 3,99, menor cotação desde agosto; e Ibovespa bateu recorde na Bolsa de Valores de São Paulo.
Pela primeira vez em mais de dois meses, a moeda norte america é negociada abaixo de R$ 4; Já a Bolsa sobe 0,8% e fecha acima dos 108 mil pontos.
Além do efeito das reformas, a economia brasileira mostra que está reagindo também de forma positiva aos acordos bilaterais que o Presidente Bolsonaro assinou nesta viagem de dez que faz pela Ásia e Oriente Médio. (Fonte: Veja)
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Acumulado nos oito primeiros meses é de superávit de US$ 31,75 bilhões.

 

A balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 3,28 bilhões no mês de agosto, informou hoje (2) balanço divulgado pela Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia. O valor é 23,7% superior ao alcançado no mesmo período de 2018.

Em agosto, o país exportou US$ 18,85 bilhões, uma queda de 8,55% em relação ao registrado no mesmo mês do ano passado. Já as importações somaram US$ 15,57 bilhões, queda de 13,32% em relação a agosto de 2018.

De acordo com os dados da Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, as exportações de produtos básicos, como milho, fumo em folhas, café em grãos, carne suína e minério de ferro somaram US$ 10,34 bilhões.

Os produtos manufaturados, como carros, motores e autopeças, somaram US$ 6,16 bilhões. Já os semimanufaturados, como ferro, aço, ferro em ligas, somaram US$ 2,31 bilhões.

No acumulado de janeiro a agosto, o saldo comercial acumulou supéravit de US$ 31,75 bilhões, valor 12,9% inferior ao alcançado em igual período de 2018, que somou US$ 36,66 bilhões.

As exportações apresentaram, no acumulado de 2019, valor de US$ 148,85 bilhões. O número representa uma queda de 5,2% em relação ao apurado no mesmo período de 2018, que foi US$ 157,9 bilhões.

As importações somaram US$ 107,09 bilhões, queda de 2,8% sobre o mesmo período do ano anterior, de US$ 121,23 bilhões. (Agência Brasil)

Pois é. Enquanto a oposição e parte da mídia continuam mentindo e tentando desestabilizar o Governo de Bolsonaro, o Brasil continua crescendo para o bem dos brsileiros. (Renato Ferreira)

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Depois de o banco ter devolvido R$ 30 bilhões ao Tesouro neste ano, Montezano comprometeu-se a devolver mais recursos até atingir o valor prometido de R$ 126 bilhões no fim do ano. Empréstimos benevolentes feitos pelos governos petistas a outros países serão objeto de investigação.
 
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pretende explicar a “caixa-preta” na instituição financeira em até dois meses, disse,nesta terça-feira, 16/07, o novo presidente da instituição, Gustavo Montezano. Ele disse que não tem opinião formada sobre as gestões anteriores, mas que precisa explicar decisões tomadas nos últimos anos pelo banco.
“O que a gente está se propondo a fazer é explicar a 'caixa-preta'. Há uma dúvida clara sobre o que há ou não no BNDES. Cada um me conta uma informação diferente da mesma história. Ao fim de dois meses, quero ser capaz de explicar esse conjunto de regulações, empréstimos, perdas financeiras que contextualizam a 'caixa-preta'. O que sairá desse estudo, eu prefiro não comentar agora. Prefiro fazer o dever de casa e qualificar esse tema", disse Montezanona primeira entrevista coletiva após assumir o cargo.
Utilizada pelo presidente Jair Bolsonaro, a expressão “caixa-preta do BNDES” refere-se a financiamentos para a exportação de serviços a países em desenvolvimento, como Cuba, Angola, República Dominicana e Argentina. Atualmente, o banco divulga as condições dessas operações na página BNDES Transparente, mas Montezano disse ser prioridade número um da sua gestão prestar mais esclarecimentos à sociedade.
“Qualquer que seja a conclusão, a gente precisa ser transparente e trazer ela para a sociedade e para a mídia. Qualquer coisa que eu fale agora, pode ser leviano ou parcial. Esperem dois meses para a gente ter algo completo e conclusivo. É a prioridade um do banco. Aspecto de imagem, protocolo, a gente tem de analisar sobre todas essas óticas”, explicou.
Metas
Montezano tomou posse hoje (16) no comando do banco, substituindo o economista e ex-ministro Joaquim Levy, que pediu demissão em junho. Além da divulgação dos detalhes da “caixa-preta” do banco, ele anunciou quatro metas: a venda de ações de empresas em poder do banco; a devolução ao Tesouro de R$ 126 bilhões até o fim do ano e de R$ 144 bilhões até o fim de 2022; um plano de metas, orçamento e dimensionamento para os próximos três anos; e a prestação de serviços de assessoria financeira a órgãos do governo federal, a estados e municípios.
Em relação à venda de ações, Montezano disse que pretende acelerar a venda da participação do banco em empresas públicas e privadas. Hoje, o BNDESPar, ramo do BNDES que detém papéis de empresas, tem R$ 106,8 bilhões em ações, das quais R$ 53,3 bilhões da Petrobras; R$ 16,5 bilhões da Vale; R$ 9,3 bilhões da Eletrobras e R$ 9,26 bilhões da JBS. O banco ainda tem papéis em empresas de celulose e de empresas estaduais do setor elétrico, entre outras.
Montezano reconheceu que não pode desfazer-se de todos os papéis de uma só vez, para evitar que o preço das ações desabe no mercado e o banco tenha prejuízo. No entanto, comprometeu-se a acelerar as vendas, sem dar prazo. “Boa parte hoje são posições especulativas. Se o preço das ações sobe, é um mero ganho financeiro sem nenhuma entrega para a sociedade. É melhor tirar dinheiro daqui e colocar em outros ativos, como o saneamento, que também vai ter retorno financeiro, mas muito mais outros derivados disso para a sociedade como um todo”, disse.
Segundo ele, o BNDESPar pode até comprar ações de empresas, se comprovado que a participação renderá retornos para a sociedade, como investimentos em educação e saneamento básico.
Devolução
Depois de o banco ter devolvido R$ 30 bilhões ao Tesouro neste ano, Montezano comprometeu-se a devolver mais recursos até atingir o valor prometido de R$ 126 bilhões no fim do ano. Ele esclareceu que o ressarcimento não prejudicará a segurança financeira do banco, porque o dinheiro sairá do caixa da instituição, não do capital (dinheiro que precisa ficar parado para cumprir requisitos de segurança).
Segundo Montezano, a estratégia permitirá ao banco emprestar cerca de R$ 70 bilhões por ano. “Esse é o valor próximo da média histórica, antes de outros governos injetarem recursos no banco para emprestar para setores escolhidos”, esclareceu.
Além dos títulos públicos emprestados pelo Tesouro, o governo injetou R$ 36 bilhões em instrumento híbrido de capital e dívida (ITCD) no banco nos últimos anos. No entanto, Montezano disse que a devolução desses instrumentos, como está ocorrendo com a Caixa Econômica Federal, não tem prazo para ocorrer. “Somente depois que a gente reembolsar os recursos do Tesouro, vamos começar a discutir a devolução do ITCD”, explicou.
Assessoria financeira
Sobre a venda de serviços de assessoria financeira, Montezano explicou que o BNDES pretende auxiliar o governo federal, estados e municípios nas áreas de privatização, concessão, investimentos, parcerias público-privadas e reestruturação financeira. Os contratos serão vinculados ao sucesso de cada operação. “Caso a concessão ou privatização seja bem-sucedida, o banco recebe uma parte do resultado em forma de comissão”, disse.
O presidente do BNDES confirmou que os primeiros clientes do banco serão o Ministério da Infraestrutura, nos projetos de concessões; a Casa Civil, responsável pelo Projeto Piloto de Investimentos, e a Secretaria de Desestatização, Desinvestimentos e Mercados do Ministério da Economia, que coordenará as privatizações. O banco oferecerá assessoria técnica e conhecimento para o planejamento das operações. Numa segunda etapa, o serviço será estendido a prefeituras e governos estaduais. (Agência Brasil)
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Boas notícias para os brasileiros. Bastou a aprovação da Nova Previdência na Comissão Especial para o Mercado reagir positivamente; proposta agora vai para o plenário da Câmara dos Deputados.
 
A aprovação do texto-base da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara dos Deputados animou os investidores brasileiros nesta quinta-feira, 04/07. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, renovou sua máxima histórica, fechando aos 103.636 mil pontos – uma alta de 1,56%.
Em dia de feriado nos Estados Unidos, o dólar, que normalmente tem significativa influência do mercado externo, também foi impactado pela reforma. Na cotação da venda, o câmbio teve queda de 0,71%, atingindo o patamar dos R$ 3,80, o menor desde 21 de março.
Aprovação
Dos 49 membros da comissão, 36 votaram a favor das mudanças e 13, contra. Em seguida, o colegiado votou os destaques. Agora, o texto segue para ser votado no plenário da Casa.
A reforma da Previdência é a principal pauta dos investidores brasileiros em 2019 e vem regendo as movimentações no câmbio e no mercado de ações — por isso, o otimismo após a aprovação foi grande. Segundo Pedro Galdi, analista-chefe da corretora Mirae Asset, mais do que comemorar o avanço da proposta, os investidores estão aliviados de que isso tenha acontecido antes do dia 18 de julho, quando o Congresso Nacional entra em recesso. Para eles, o prazo é fundamental. “Não acabou ainda, mas tínhamos que fazer antes do dia 18. Os investidores estão um pouco mais confiantes também pelo esforço observado para a aprovação”, afirma ele.
Com relação às questões polêmicas envolvendo o relatório, como a não inclusão dos estados e municípios e a flexibilização das regras para agentes de segurança pública — rejeitada nesta quarta-feira —, Galdi afirma que não têm tanta influência no mercado. Primeiro, porque o relatório atual já atinge a economia de 1 trilhão de reais em 10 anos, desejada pelos investidores. E, segundo, porque a proposta ainda pode ser modificada por destaques antes da votação no plenário. “Os trâmites são meio indiferentes para nós. O importante é aprovar”, completa ele.
Para Cléber Alessie, operador de câmbio da H.Commcor, apesar do otimismo, os investidores ainda não dão como certa a aprovação da reforma no Congresso. “Os preços mostram otimismo, mas não quer dizer que o mercado não está com um pé atrás, de olho em uma eventual frustração”, afirma ele. “Eu não acho que a comissão especial tenha sido o motivo que levou ao movimento de hoje. Era apenas um ponto necessário para que o mercado olhasse para o plenário”, completa Alessie.
A expectativa, agora, segundo os analistas, é a de que a proposta também seja votada no plenário da Câmara antes do recesso parlamentar do dia 18 de julho. Isso, para o mercado, seria um passo mais significativo e definitivo rumo à aprovação da reforma. (Veja)
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Segundo o ministro da Economia, a abertura de mercado vai baratear custo.
 
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira, 27/06, que o preço do botijão de gás pode cair até 50% com a abertura do mercado do setor no país, por causa da maior competição entre empresas. Na última segunda-feira (24), o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou resolução com diretrizes para dar início à abertura do mercado de gás no Brasil.
Atualmente, a Petrobrás detém o controle tanto da produção como da distribuição do gás no país. Apesar deste monopólio estatal já ter sido quebrado na legislação em 1997, a abertura para novas empresas não havia sido concretizada até agora.
"Estamos dando um choque da energia barata, quebrando um duplo monopólio, tanto na extração e refino quanto na distribuição do gás. Vamos reindustrializar o país em cima de energia barata. Essa maior competição em petróleo e gás, aceleração do ritmo de extração desses recursos naturais vão acabar chegando no botijão de gás da família, diminuindo em 30%, 40%, até 50% o custo do gás lá no final da linha", disse Guedes após se reunir com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
O ministro também comentou sobre outras iniciativas em curso para abertura da economia. "Tem uma agenda grande pela frente, estamos abrindo a economia. Estamos a semanas, possivelmente, de fechar um acordo que está há duas décadas parado, que é o acordo [do Mercosul] com a União Europeia. Estamos recomendados para entrar na OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico]. Vamos fazer a simplificação e redução dos impostos", disse. (Agência Brasil)
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