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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) divulgou na primeira semana de outubro as tabelas da Superliga de Vôlei 2020/2021 nos dois naipes. A competição terá início no próximo sábado, dia 31 de outubro com três jogos da primeira rodada masculina, enquanto a competição feminina começa um pouco depois, no dia 9 de novembro, com dois confrontos.
 
Tanto no masculino como no feminino, os duelos de quartas de final, semifinais e finais serão todos disputados em série melhor de três. As finais da competição feminina estão programadas para os dias 9, 13 e 16 de abril. No masculino, a série decisiva será em 10, 17 e 21, também de abril.
 
A Superliga Banco do Brasil 2020/2021 masculina contará com Apan/Blumenau (SC), Minas Tênis Clube (MG), Itapetininga (SP), Montes Claros América Vôlei (MG), Caramuru Vôlei (PR), Cruzeiro (MG), Taubaté (SP), Sesi-SP, Uberlândia (MG), Vôlei Guarulhos (SP), Ribeirão Preto (SP) e Campinas (SP).
 
O jogo que abrirá a competição no masculino no dia 31 de outubro será Itapetininga (SP) x Apan/Blumenau (SC), às 17h, no ginásio Ayrton Senna, em Itapetininga (SP).
 
No feminino, estarão na disputa Sesi Vôlei Bauru (SP), Brasília Vôlei (DF), Curitiba Vôlei (PR), Fluminense (RJ), Minas Tênis Clube (MG), Osasco (SP), Pinheiros (SP), Praia Clube (MG), São José dos Pinhais (PR), Sesc RJ Flamengo (RJ), São Paulo/Barueri (SP) e São Caetano (SP).
 
O primeiro jogo do feminino reunirá Curitiba Vôlei (PR) e Osasco (SP), no dia nove de novembro, às 19h, no ginásio do Colégio Positivo, em Curitiba (PR).
Para conferir as tabelas, clique aqui - https://bit.ly/35FpM4x - para ver a masculina e aqui - https://bit.ly/2GaSlhA - a da feminina. Devido à pandemia da covid-19, os jogos ainda não terão a presença do público. (Fonte: Surto Olímpico)
 
Há décadas, Osasco tem uma Prefeitura que dá vergonha aos seus munícipes. Mas, em 2014, depois de um belo projeto, com várias apresentações do ex-prefeito Jorge Lapas, e com a retomada das obras por Rogério Lins, todos imaginavam que a política de Osasco daria um passo adiante em termos de responsabilidade com o dinheiro público. Ledo engano. Eis, agora, que o próprio Lins anuncia o cancelamento das obras do novo Paço Municipal. E mais: faz novas promessas de obras sociais para o local a menos de um mês para as eleições. Será que alguém acredita de novo? É o povo de Osasco sendo enganado e mais uma vez sendo feito de trouxa por políticos irresponsáveis.
 
 
Por Renato Ferreira -
 
Não é novidade pra nenhum osasquense que a cidade de Osasco, o segundo PIB do Estado e o sexto do país, é o município da Grande São Paulo e, certamente, do Estado, que tem uma das Prefeituras mais inadequadas para a pujança econômica da cidade e para um atendimento digno aos munícipes. E uma prefeitura bem estruturada não significa bem-estar apenas para servidores públicos. Apesar de muitos trabalharem em locais que poderiam ser considerados até insalubres, isso significa, principalmente, bem-estar e atenção com os municípes, pois é, no prédio da Prefeitura, que todos os moradores, ou mesmo pessoas de outras cidades, vão lá para tirar documentos e resolver questões públicas relacionadas ao município.
 
Desde os anos 1970, que a Prefeitura de Osasco funciona num imóvel mais ou menos adaptado e todo remendado para abrigar o Gabinete do Prefeito e dezenas de Secretarias Municipais. Outros órgãos públicos funcionam em prédios alugados em diversos cantos da cidade, aumentando o gasto direto da Administração. Ao contrário de cidades como Diadema, São Bernardo do Campo, Piracicaba e Sorocaba, dentre outras, que há muitos anos já possuem um Paço Municipal vertical, centralizado todos os serviços públicos a facilitando a vida de seus munícipe.
 
No máximo, ao longo desses anos, o atual Paço Municipal de Osasco passa por pequenas reformas e remendos para evitar até acidentes como forro caindo sobre a cabeça de funcionários, banheiros entupidos ou infiltração de água. Diferente, claro, de obras caras no Gabinete do Prefeito e salas anexas, até porque é nesse local, que o chefe do Executivo recebe visitas de empresários e de políticos de outras instâncias administrativas do país.
 
Novo Paço Divulgação
Pelo projeto, no Bairro Bonfim, seriam construídas a nova Prefeitura e a nova Câmara Municipal de Osasco
 
Todo esse quadro degradante para Osasco parecia que iria ter fim com um belo e arrojado projeto para o novo Paço Municipal apresentado em 2014 pelo então prefeito Jorge Lapas, eleito pelo PT. Lançado com pompas, muitas fotos e vídeos, com a presença de empresários e políticos, o projeto previa a construção no degradado Bairro do Bonfim, ao lado de Presidente Altino e atrás da Estação da CPTM.
 
Conforme o projeto, o Novo Paço Municipal contaria com dois prédios de 19 andares, teatro, estacionamentos, que abrigariam todas as secretarias municipais, além da nova sede da Câmara Municipal. Ou seja, uma Prefeitura à altura da importância da cidade, cujo projeto previa também a revitalização do bairro Bonfim e de toda área central da cidade.
 
A nova Prefeitura começou a ser construída no local onde funcionava a antiga e história Cerâmica Hervy e no mesmo bairro, onde por mais de 40 anos, desde início de 1970, três prédios fantasmas formavam o "cartão postal" às avessas de Osasco. Eram três prédios residenciais que também eram irregulares para tristeza e desampotamento de centenas de famílias que invistiram todos seus recursos e jamais puderam morar no novo apartamento. Tudo foi demolido há poucos anos.
 
E assim, como os prédios residenciais fantamas, o novo Paço Municipal também foi alicerçado em cima de irregularidades, conforme denunciou e alertou por diversas vezes o ex-vereador André Sacco Júnior (PSDB). Apesar de graves, as denúncias foram solenemente ignoradas pelo Executivo.
Mesmo diante das denúncias, o ex-prefeito Jorge Lapas deu início às obras alimentando a esperança do povo de Osasco. Ledo engano. Acatando as denúncias do Ministério Público, a Justiça embargou as obras.
 
No entanto, mesmo com as irregularidades cada vez tomando mais corpo no âmbito judicial, após as eleições municipais de 2016, quando Jorge Lapas enfrentou e perdeu para o então vereador, Rogério Lins (Podemos), numa das campanhas mais ferrenhas e baixas de Osasco, o novo prefeito prometeu que iria retormar as obras.
E cumpriu a promessa no dia 19 de fevereiro de 2018, no aniversário de Osasco, quando os prefeitos costumam anunciar uma série de obras e refazer as promessas eleitoreiras. As obras foram retomadas, porém, a passos de tartaturuga.
 
Inclusive, em fevereiro de 2018, Rogério Lins esteve no local, acompanhado de empresários e políticos, quando teceu elogios às obras irregulares iniciadas por Jorge Lapas. “Esse prédio unificará todos os serviços públicos e valorizará ainda mais a região central, tão importante para a cidade. A grande maioria da nossa população, seja os que trabalham ou vivem aqui, passa por esse acesso que liga à Rodovia Castello Branco”, disse, referindo-se à localização do empreendimento, na Avenida Fuad Auada, via de ligação com a rodovia Castello Branco.
 
Projeto cancelado
 
Essa promessa de Rogério Lins feita em fevereiro de 2018, foi bem diferente da realidade atual, com as obras paralisadas, e também com boatos de que a área iria a leilão. Se foi, não apareceu ninguém interessado. As irregularidades da obras tem como base a troca de terrenos públicos que a Prefeitura cederia para receber a obra concluída.
Nesta segunda-feira, 26/10, Rogério Lins reuniu a imprensa local e regional, quando falou sobre outras obras e também e também sobre o cancelamento do novo Paço Municipal. As obras foram paralisadas com menos de 20% de construção.
 
Segundo Lins afirmou, a obra foi paralisada por questões de divergências em torno dos custos ao município, inviabilizando a continuidade da parceria com a iniciativa privada. “Essa não foi uma iniciativa do nosso governo. A tratativa envolvia áreas nobres da Prefeitura em torno de um prédio somente na alvenaria.
Quando a gente foi entender de fato o projeto… A Prefeitura iria ficar com toda a parte de acabamento, cabeamento. Teria que gastar R$ 30 milhões, R$ 40 milhões em acabamento. Não vou dar área nobre da Prefeitura em troca de prédio sem acabamento”, explicou o prefeito de Osasco, conforme matéria publicada pelo Portal Visão Oeste.
 
É bom ressaltar que os adversários de 2016, Jorge Lapas e Rogério Lins, agora, são aliados para as eleições de 2020
 
Nova promessa
 
Ainda na entrevista coletiva, Lins afirmou que pretende articular junto à iniciativa privada a construção de uma Universidade ou de um Hospital, sem contudo, dar detalhes da revitalização do Bairro Bonfim, conforme previa o projeto do Novo Paço Municipal. (O jornalista Renato Ferreira é editor do Portal Notícias & Opinião)
 
Com base em resolução da Executiva Nacional do PTB, Justiça Eleitoral proibiu aliança do PTB de Osasco com o PT. Coligação, que tinha o Pastor Silvio Neves como vice de Emídio de Souza, culpa Bolsonaro pelo fim da aliança.
 
 
Como foi amplamente noticiado, o PTB Nacional, presidido pelo ex-deputado Federal, Roberto Jefferson, baixou uma resolução em 2019 proibindo qualquer tipo de aliança eleitoral para as eleições de 2020, com partidos de esquerda, dentre eles o PT, PCdoB, Rede, PSB e PSOL. Mas, mesmo assim, o PTB de Osasco decidiu que a legenda em Osasco iria se coligar com o PT, inclusive, indicando o Pastor Silvio Neves, como vice na chapa encabeçado pelo petista, Emídio de Souza, deputado Estadual e ex-prefeito.
 
Assim, PTB e PT fizeram suas coligações oficializando a aliança política. Na semana passada, no entanto, a Justiça Eleitoral acatou a solicitação do PTB Nacional e acabou com a aliança em Osasco. Indignado, Silvio Neves criticou a decisão. "Tudo isso foi feito para ajudar a candidatura do atual prefeito Rogério Lins. O meu projeto é eleger o Emidio prefeito, pois é isso que a cidade precisa. Deixo a condição de vice, mas não deixo a campanha", disse Neves, que presidiu o Republicanos de Osasco por 14 anos. Ele só deixou o partido em 2019, após não concordar com o apoio à candidatura a prefeito do vereador, Dr. Lindoso (Republicanos)
 
O candidato a prefeito pelo PT, Emídio de Souza, também criticou a decisão. “A tentativa do Roberto Jeferson de prejudicar a minha campanha e favorecer os aliados de Bolsonaro é absurda. Essa intervenção e essa decisão judicial só nos estimula ainda mais a trabalhar pelas mudanças que Osasco precisa”, afirmou Emídio.
 
Hoje, no Brasil, parece que virou moda criticar o Presidente Jair Bolsonaro por tudo que é desgraça no país. Se derramam óleo nas praias, se tem incêndio nas florestas ou se gafanhotos ameaçam invadir o Brasil, tudo isso é culpa do Bolsonaro. Agora, como aconteceu em Osasco, eles culpam também o presidente da Nação por decisão da Justiça Eleitoral que inviabiliza alianças de legendas que desobedecem normas partidárias. Isso só demonstra que a oposição ainda não engoliu a derrota em 2018 e insiste em permanecer no palanque eleitoral.
 
Vice-prefeita
 
Para o lugar do Pastor Silvio Neves, Emidio anunciou no dia 19/10, o nome professora Zélia Lucas como nova candidata a vice-prefeita em sua chapa.
Zélia Lucas é natural de Osasco e moradora da Chácara Fazendinha. Ela tem 55 anos, 3 filhos e 4 netos. Zélia é professora da rede municipal de ensino, técnica em enfermagem e tem graduação em Serviço Social (Unisa – 2004), em Pedagogia (IESDE/FAPI – 2007), em História (Unisa – 2009) e está no 3º ano de Psicologia na Universidade Anhanguera.
 
Agora, sem o PTB, que não indicou chapa de vereadores, a Coligação "Osasco quer Mudança" conta com o PT e o PV. (Renato Ferreira)
 
O menino pobre que nasceu em Três Corações e que encanto o mundo com a sua genialidade com as bolas nos pés!
 
 
Por Renato Ferreira - 
 
Nesta sexta-feira, 23 de outubro, todas as redações de jornais, rádios e TVs do mundo inteiro reservaram espaço para parabenizar um brasileiro genial. E não é um político por belas gestões públicas, ou um brasileiro nascido em berço de ouro por suas caridades. Falamos de Edson Arantes do Nascimento, o menino negro e pobre, nascido em Três Corações, ou, simplesmente, Pelé, o gênio que encantou o mundo jogando futebol.
 
O Pelé
 
Vi o Pelé jogar apenas uma vez no Pacaembu, se não me engano, em 1971. Poderia ter visto outras vezes, pois, apesar de ter apenas três anos, quando Pelé estreou com 17 anos, na Copa da Suécia, em 1958, já tinha 15, quando o Pelé, ao lado de outros craques, encantava o mundo mais uma vez, no tri, do México, em 1970.
 
Mas, nem precisava ver o Pelé em campo para admirar a sua genialidade. Até hoje, basta ver os vídeos, ou apenas ouvir as narrações de rádio, para perceber o quanto Pelé era gênio. E com certeza, nunca houve e nunca haverá outro jogador igual ao "Rei do Futebol".
 
Alguns argentinos afirmam que Maradona é maior que o Pelé. Mas, contra fatos e números não há argumento. Além das jogadas geniais, apesar de Maradona ter sido também um craque, ele precisaria ganhar três mundiais pela Seleção da Argentina, mundiais por Clubes, para começar a querer se comparar ao Pelé. Nesse caso, desculpem os argentinos, mas, o que há é uma ponta de grande inveja.
 
O Edson
 
Entre os brasileiros, há aqueles que não conseguem separar o homem Edson do "Pelé". Não, os critico, mas, eu separo uma coisa da outra. O Edson, como todos seres humanos, é falho e, com certeza, pagará por isso. Mas, desde os 17 anos, o Edson carrega a fama e nem por isso, se perdeu ou denegriu o nome do seu país, como outros fizeram.
 
Ao contrário, fez com a sua arte o que todos os políticos juntos jamais fizeram pelo Brasil, em termos de tornar a nossa nação conhecida e respeitada no exterior. Até parar guerras, o Pelé conseguiu quando excursionava com o Santos. Também deu a sua contribuição como ministro do Esporte e pelo que sei, não consta nada que o desabone nessa passagem pelo governo Federal.
 
Poucos meses antes dela morrer, tive o privilégio de entrevistar a Sandra, a filha que o Pelé não quis abraçar e vê-la como filha. Evangélica, Sandra ainda estava no hospital e a  entrevista foi para uma revista cristã. Ela falou da sua história e podia ver nos seus olhos a sua tristeza. Era a cara do Pelé. Sempre critique o Pelé por isso, como também a todos, famosos ou não, pela mesma atitude.
 
Em 1969, ao marcar o seu milésimo gol no Maracanã, contra o Vasco, Pelé disse uma frase emblemática sobre sobre administração pública, solidariedade e inclusão social, que com certeza, se todos os políticos tivessem seguido, hoje, não teríamos ainda tantas crianças abandonadas, sem escola, e idosos desamparados. “Quero que pensem no Natal, querem que pensem em nossas criancinhas. E faço um apelo para que nunca se esqueçam das crianças pobres, dos necessitados e das casas de caridade” - Pelé.
 
Portanto, hoje, o Brasil e o mundo parabenizam Edson Arantes do Nascimento pelos seus 80 anos de vida, e agradecem ao Pelé! (Renato Ferreira)
 
 
 
A cidade de Osasco, na região Oeste da Grande São Paulo, está de luto e chora a morte de mais um filho ilustre. Vítima de infarto, faleceu na madrugada desta quinta-feira, 22/10, o político e empresário Sergio Yamato, aos 75 anos. Ele era fundador e mantenedor do tradicional Colégio Haya.
Político hábil, conciliador, conselheiro e amigo leal, Sergio Yamato não deixa somente uma legião de amigos, que o admiravam, mas, deixa também um legado de sabedoria de inteligência e de realizações na cidade. A Educação sempre foi um de seus principais ramos de atividade, pois, como empresário, ele via na Educação a principal arma de transformação e de progresso da sociedade.
Foi vereador em Osasco nos anos 1970, e titular de diversas Secretarias Municipais, na cidade que o abraçou desde a infância. Yamato era natural de Getulina, interior de São Paulo.
Sempre atencioso com todas as pessoas, Sergio Yamato não fazia distinção com ninguém e nem era arrogante. Ao contrário. Em qualquer lugar que estava ou chegava, ele fazia questão de cumprimentar a todos com um aperto de mão, abraço e beijo.
Eu, jornalista Renato Ferreira, estou triste com a sua partida Yamato. E sentirei falta de sua frase que ficará para sempre marcada na minha mente e no meu coração. "Oi Renatinho, como vai você? Tudo bem?"
Nesse momento de dor, Notícias & Opinião externa seus sentimentos de pesar. Rogamos a Deus que Ele conforte o coração do seu filho e nosso amigo, o também ex-vereador, Fábio Yamato, de sua mãe e de todos os familiares e amigos do Yamato. (Renato Ferreira)
 
No total, as duas equipes disputaram seis sets, com quase três horas de duração, em Bauru.
 
 
A torcida de Osasco, uma cidade que respira vôlei, está mais uma vez em festa. Após dois jogos disputadíssimos nas finais, na madrugada de terça para quarta-feira, 21/10, o Osasco São Cristóvão Saúde venceu o Sesi Bauru e conquistou seu 15º título no Paulista feminino de vôlei. A partida foi decidida no golden set, após empate nos dois primeiros jogos. Disputando a décima decisão seguida na competição, a equipe osasquense venceu por 25 a 22.
 
No total, foram disputados seis sets, com quase três horas de duração. Tandara, a maior pontuadora da finalíssima, comentou a emoção de levantar a taça em seu retorno ao time: "Foi sofrido, mas é nosso. Estou muito feliz por conquistar esse título em meu retorno para Osasco. Estamos no caminho certo e é seguir trabalhando, porque tem muita coisa pela frente ainda", disse Tandara.
 
Sob o comando de Luizomar de Moura, as campeãs haviam vencido o primeiro jogo da final, mas foram derrotadas na segunda partida por três sets a dois. Com isso, o título foi decidido num único set. A jogada da conquista foi de Tandara que, mais uma vez, estava em noite inspirada. O último jogo foi disputado em Bauru. (Renato Ferreira)
 
Desunido desde as eleições de 2016, os tucanos osasquenses deixam a coligação "Osasco Cada Vez Mais Nossa", encabeçada pelo prefeito Rogério Lins, do Podemos.
 
 
Nesta semana, o PSDB de Osasco anunciou sua saída da coligação de apoio à candidatura de reeleição do prefeito Rogério Lins (Podemos). O partido que passou por recente intervenção estadual, não soltou nota oficial sobre o assunto. Segundo informações oficiosas, o desligamento foi resultado de divergências internas.
 
Desde a morte do saudoso Dr. Celso Giglio, ex-prefeito por dois mandatos, ex-deputado Federal e Estadual, os tucanos em Osasco vêm dando sinais de total desunião. Para se ter uma ideia, em 2020, é a primeira eleição em que a legenda participa do pleito sem candidatura própria para prefeito.
 
Em 2016, o PSDB, ainda mostrou força ao eleger três vereadores: Dr. Lindoso, De Paula e Reginaldo Oliveira de Almeida (Didi). Porém, a eleição dos três vereadores não significou união do partido.
 
Ao contrário, o partido se mostrava cada vez mais desunido, tanto em votações no Legislativo, como em diretrizes para futuras eleições, como nas eleições gerais de 2018, quando o partido rachou de vez, com algumas liderança apoiando o candidato do partido ao governo de São Paulo, João Doria, e outros declarando apoio ao seu adversário, Marcio França (PSDB), apoiado pelo prefeito Rogério Lins.
 
Essa divisão, inclusive, causou intervenção do Diretório Estadual, e também a expulsão de alguns membros do Diretório Municipal, como José Carlos Vido, que sempre apoiou e participa até hoje do governo de Lins.
 
Para as eleições municipais de 2020, os tucanos de Osasco se dividiram ainda mais. Os três vereadores chegaram a pleitear a legenda e quem se destacou mais foi o Dr. Lindoso. Só que ele perdeu apoio interno e acabou deixando o partido, candidatando-se pelo Republicanos.
 
No período das convenções, o PSDB oficializou a aliança para apoiar a reeleição de Lins. Mas, segundo informações, a convenção foi esvaziada e não contou, por exemplo, com a presença de lideranças tucanas mais antigas da cidade, como os ex-vereadores André Sacco Junior, Sebastião Bognar e também do ex-prefeito e ex-presidente da legenda, Silas Bortolosso.
 
E agora, novamente, os tucanos de Osasco recuam e decidem deixar a coligação do Podemos. Assim, os candidatos tucanos a vereador correrão por conta própria atrás de uma cadeira no Legislativo osasquense, sem apoiar, oficialmente, nenhum candidato a prefeito. (Renato Ferreira)
 
 
Nesta segunda-feira e hoje, mais uma vez, a cidade de Osasco foi vítima de uma tragédia anunciada: as enchentes. E não é somente na zona Norte, onde o povo já sofre há décadas com enchentes, alagamentos e deslizamentos de terra na época do verão.
 
Esta rua da foto é a Antônio Agú, a principal via de comércio da cidade. É também nesse local que fica o Calçadão, que será coberto, conforme projeto da Prefeitura. Há poucos dias, o prefeito Rogério Lins (Podemos), prometeu para breve o início das obras de cobertura do Calçadão.
 
Mas, desse jeito, será um piscinão coberto e não um calçadão. (Renato Ferreira)
 
 
O Democrata Chico Rodrigues (RR) escondeu cerca de R$ 30 mil ao ser alvo de investigação que apura desvios de recursos destinados ao combate à pandemia de Covid-19.
 
Quem pensa que a moda de esconder dinheiro em cueca saiu de cena, está enganado. Na verdade, a moda que veio à tona com o caso do assessor do deputado petista, José Guimarães (CE), preso no aeroporto de Congonhas com a cueca recheada, nunca saiu de cena nos meios políticos. E é uma prática democrática. Agora, em pleno século 21, foi a vez do Senador, Chico Rodrigues (DEM-RR). E não é somente em cuecas que políticos corruptos costumam esconder dinheiro. Eles usam também calcinhas, malas, panelas e colchões para tentar esconder dinheiro sujo.
Alvo de operação da Polícia Federal nesta quarta-feira, 14/10, em Boa Vista, Chico Rodrigues, que era vice-líder do Governo, escondeu R$ 30 mil na cueca durante a abordagem dos policiais. O senador perdeu o cargo por determinação do Presidente Jair Bolsonaro. A destituição do senador da cueca suja da vice-liderança foi publicada pelo Diário Oficial desta quinta-feira.
A investigação, sob sigilo, apura desvios de recursos públicos destinados ao combate à pandemia de covid-19, oriundos de emendas parlamentares. A ordem de busca e apreensão foi autorizada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso.
Durante a abordagem, foram encontrados R$ 30 mil dentro da cueca de Chigo Rodrigues. Mas, ao todo, os valores descobertos na casa do senador chegariam a R$ 100 mil. A investigação apura indícios de irregularidades em contratações feitas com dinheiro público, que teriam gerado sobrepreço de quase R$ 1 milhão.
As informações oficiais da PF, dado o sigilo do caso, se limitam a dizer que foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão durante a operação, em Boa Vista, que busca a “desarticulação de possível esquema criminoso voltado ao desvio de recursos públicos, oriundos de emendas parlamentares”.
A CGU (Controladoria-Geral da União), que também faz parte da investigação, disse que a operação Desvid-19, realizada em Roraima, apura o “desvio de recursos públicos por meio do direcionamento de licitações”. Ainda segundo a CGU, as contratações suspeitas de irregularidades, realizadas no âmbito da Secretaria de Estado da Saúde, envolveriam aproximadamente R$ 20 milhões que deveriam ser utilizados no combate ao novo coronavírus.
A operação que alvejou o senador do DEM foi realizada no mesmo dia em que o presidente Jair Bolsonaro disse que dará uma “voadora no pescoço” de quem se envolver em corrupção. A nova expressão foi usada uma semana depois de o presidente ter afirmado que a Lava Jato acabou porque, segundo ele, não há casos de irregularidades em sua gestão.
Em nota, Rodrigues disse que tem “um passado limpo e uma vida decente” e afirmou nunca ter se envolvido em escândalos. “Acredito na justiça dos homens e na justiça divina. Por este motivo estou tranquilo com o fato ocorrido hoje em minha residência", disse. Ele só não esclareceu as razões pelas quais escondia o dinheiro na própria cueca. (Fonte: R7)
Bolsonaro tira senador da vice-liderança do Governo
O senador Chico Rodrigues (DEM-RR), flagrado com dinheiro na cueca, deixou nesta quinta-feira,15, a vice-liderança do Governo no Senado por decisão do Presidente Bolsonaro. O afastamento do senador do cargo já foi publicado no Diário Oficial da União.
Essa decisão de Bolsonaro vai de encontro às medidas tomadas por governos anteriores, principalmente, nos governos petistas, quando membros do governo, acusados ou até mesmo condenados e presos, continuavam merecendo a confianças de seus chefes políticos. Muitos, mesmo presos, como o ex-ministro de Lula, José Dirceu, e ex-parlamentares do PT, são chamados de "guerreiros do povo brasileiros". (Renato Ferreira)
 
 
Justiça anula o título de doutor honoris causa que o ex-presidente petista recebeu na Universidade Estadual de Alagoas em 2017.
 
 
Além dos processos e de condenações por corrupção e lavagem de dinheiro, nesta semana saiu mais uma notícia ruim para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL) anulou um ato administrativo que concedeu título de doutor honoris causa da Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) ao ex-presidente. Lula recebeu a homenagem no dia 23 de agosto de 2017.
 
A decisão é do juiz Carlos Bruno de Oliveira Ramos, da 4ª Vara Cível de Arapiraca. O magistrado justificou a decisão pelo fato de Lula ter sido condenado judicialmente.
“Não é razoável, nem atende à moralidade administrativa conceder honraria a alguém condenado judicialmente e que ainda responde a outras ações penais”, escreveu na decisão.
 
O juiz também apontou que o título representa uma “hostil violação da regra administrativa na aprovação do título por desvio de finalidade revelador de ofensa à moralidade administrativa, além de propiciar manifestação de fim político-eleitoral na concessão do título”.
O magistrado atendeu a uma ação movida pela advogada Maria Tavares Ferro, que concorre a uma vaga de vereadora em Maceió.
 
Polêmica em Coimbra
 
Outros títulos de "doutor honoris causa" concedidos a Lula têm também causado polêmicas. É o caso, por exemplo, do título concedido pela Universidade de Coimbra, em Portugal, uma das Universidade mais históricas e famosas do mundo.
 
O título em Coimbra foi concedido em 2011. E também devido às condenações e prisão de Lula, em 2016, estudantes da Universidade iniciaram uma série de manifestações pedindo a anulação do título. Para os estudantes, a honraria a Lula mancharia a reputação da Universidade Coimbra no país e no exterior.
 
Em 2018, a Universidade decidiu que não iria rever a atribuição do grau Honoris Causa a Lula da Silva, mesmo que o ex-presidente do Brasil tenha sido condenado por corrupção.
 
No entanto, a questão em Coimbra não foi encerrada com a decisão da Universidade. Lá, autoridades do Governo e também do Poder Judiciário informaram na época, que a concessão do título ainda poderá ser revista dependendo da situação jurídica de Lula no Brasil, como outras condenações pela Justiça brasileira. (Renato Ferreira com informações do Pleno News e Agências)
 
ATUALIZAÇÃO às 14h de 15/10 
 
LAMBANÇA
Juiz alega engano e devolve título de "doutor" a Lula
 
Esse é o típico caso em que a emenda fica pior que o soneto.
 
Quatro dias após ter o título de doutor honoris causa pela Uneal (Universidade Estadual de Alagoas) cancelado, o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva voltou a ser qualificado com a honraria. Nesta quarta-feira (14), o juíz Carlos Bruno de Oliveira Ramos voltou atrás e alegou um "comando dado no sistema, de forma não voluntária". O processo foi arquivado por prescrição.
 
O magistrado 4ª Vara Cível de Arapiraca (AL) explicou que o título foi concedido ao ex-presidente em 2012 e a ação popular, impetrada pela advogada Maria Tavares Ferro, só foi recebida em 2017, descumprindo, portanto, o prazo máximo de cinco anos para reclamação. Com isso, a ação deveria ser arquivada.
"Sabe-se que a pretensão surge para o titular a partir do momento em que é violado o direito. No caso dos autos, não havendo causa legal de impedimento, suspensão ou interrupção do prazo prescricional, o termo inicial corre a partir da data da publicação do ato que pretende obter a declaração de nulidade", diz o juiz, dando "solução de mérito pela prescrição", escreveu o juiz na sentença.
 
Oliveira Ramos ainda justifica sua decisão anterior, em que anulou o título entregue ao ex-presidente, como um erro. "A sentença foi liberada nos autos digitais de forma inadequada, possivelmente por algum comando dado no sistema, de forma não voluntária, uma vez que a minuta ainda em edição estava na fila de processos em elaboração e acabou sendo finalizada juntamente com outras decisões corrigidas no mesmo dia".
 
Realmente, temos que admitir que na primeira decisão quando anulou o título, o juiz foi bem mais claro em sua justificativa. Portanto, a emenda ficou pior que o soneto. (Renato Ferreira)
 
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