Quarta, 22 Novembro 2017 | Login

 

A Prefeitura de Osasco entrega na sexta-feira, (10/11), às 10 horas, a reforma completa da Cemeief "Maria José Ferreira Ferraz", interditada por problemas estruturais desde junho/2017.

A Cemeief será entregue com novos pisos internos nas áreas de vivência, circulação, berçário, cozinha e refeitório; rampa de acessibilidade; recuperação estrutural das partes afetadas; nova tubulação de água fluvial e esgoto interno; reforço das vigas; reforma da caixa d'água; revitalização da horta; além de recomposição das calçadas, recapeamento da rua lateral, criação de um novo playground na entrada e serviços de pintura, elétrica e hidráulica.

Pais, responsáveis e alunos da Cemeief foram convidados para a entrega. Na sexta-feira, 10/11, a Cemeief ficará aberta à visitação do público.

A interdição

Em junho, técnicos da Secretaria da Educação, acompanhados de engenheiros da Secretaria de Obras e da Defesa Civil realizaram uma vistoria que culminou na decisão de interditar a escola, a fim de garantir a segurança de todos os alunos e funcionários.

As equipes identificaram que sob a lavandeira, localizada na parte interna da escola, havia um desnível por conta de uma erosão, além de diversas rachaduras que apareceram nas paredes da escola.

Com a interdição, os alunos foram transferidos para as unidades escolares próximas, sendo que a Prefeitura garantiu o transporte escolar necessário. Os 102 alunos da Emei foram transferidos para a Emef Irmã Tecla Merlo; os 268 alunos da Emef e os 121 alunos da creche foram transferidos para a Emef Professor Alípio da Silva Lavoura.

Com a reforma completa da Cemeief, os alunos retornarão a unidade já a partir de segunda-feira, 13/11.

Serviço

Entrega da reforma da Cemeief "Maria José Ferreira Ferraz"

Rua Padre Mario Manoel Dantas de Menezes, 80 - Vila Simões de Almeida

Dia: 10/11

Horário: 10 horas

Na mesma ação, os desembargadores mantiveram a pena dos publicitários dos governos petistas João Santana e Mônica Moura em 8 anos e 4 meses de prisão

 

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) julgou nesta terça-feira, 7, a apelação criminal do publicitário João Santana, da mulher dele, Mônica Moura, do operador Zwi Skorniczi, e de João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, que recorreu na 3ª ação criminal em que foi condenado pelo juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba. A pena de Vaccari passou de 10 anos para 24 anos de prisão na Operação Lava Jato. As informações foram divulgadas pelo TRF4.

Vaccari teve a condenação por corrupção passiva confirmada pelo Tribunal e a pena aumentada de 10 anos para 24 anos de reclusão. Apesar de a 8ª Turma ter absolvido o ex-tesoureiro de dois dos cinco crimes pelos quais havia sido condenado em primeira instância, foi afastada a continuidade delitiva no cálculo da pena e aplicado o concurso material. Neste caso, os crimes de mesma natureza deixam de ser considerados como um só e passam a ser somados, resultando no aumento da pena.

Como nas duas apelações anteriores julgadas pelo tribunal envolvendo Vaccari, o entendimento do relator, desembargador federal João Pedro Gebran Neto, foi de manter a condenação de primeiro grau. Conforme Gebran, “Vaccari, direta ou indiretamente, em unidade de desígnios e de modo consciente e voluntário, em razão de sua posição no núcleo político por ele integrado, solicitou, aceitou e recebeu para si e para o Partido dos Trabalhadores os valores espúrios oferecidos pelo Grupo Keppel Fels e aceitos também pelos funcionários da Petrobras, agindo assim como beneficiário da corrupção”.

O desembargador Leandro Paulsen, que absolveu Vaccari nas duas apelações criminais julgadas anteriormente, esclareceu que “neste processo, pela primeira vez, há declarações de delatores, depoimentos de testemunhas, depoimentos de corréus que à época não haviam celebrado qualquer acordo com o Ministério Público Federal e, especialmente, provas de corroboração apontando, acima de qualquer dúvida razoável, no sentido de que Vaccari é autor de crimes de corrupção especificamente descritos na inicial acusatória”.

O desembargador Victor Luiz dos Santos Laus teve o mesmo entendimento. Para ele, nesta ação está superado o obstáculo legal presente nos processos anteriores, visto que existe corroboração dos réus que firmaram acordo de colaboração. “Nesse processo ocorre farta prova documental no sentido de que Vaccari propiciou que o dinheiro da propina aportasse na conta de Mônica Moura e João Santana por meio de Skorniczi”, afirmou o desembargador.

 

Publicitários petistas têm a pena mantida

joão santana e mõnica moura

Santana e Mônica, condenados por lavagem de dinheiro, tiveram a pena mantida em 8 anos e 4 meses. Skorniczi também teve a pena mantida em 15 anos, 6 meses e 20 dias.

Em seu parecer, o procurador regional da República Maurício Gotardo Gerum apontou a corrupção como a causa da falta de qualidade de vida existente no País. “Temos 13 milhões de analfabetos, infraestrutura urbana e segurança pública caóticas. Por que isso? Não temos guerras e nem fenômenos naturais com potencial destrutivo. A resposta está na corrupção”, analisou Gerum.

O procurador chamou a atenção para a importância dos julgamentos no TRF4. “Este tribunal não tomou conhecimento da parceria entre o poder público e o crime de colarinho branco. Não é exagerado dizer que a 8ª Turma vem parametrizando o combate à corrupção”. Gerum salientou que o colegiado tem sido pioneiro na execução da pena após a decisão de segundo grau.

Ação Penal

Essa ação trata das propinas pagas pelo Grupo Keppel em contratos celebrados com a empresa Sete Brasil Participações para o fornecimento de sondas para utilização pela Petrobras na exploração do petróleo na camada do pré-sal. Parte dos pagamentos teria ocorrido por transferências em contas secretas no exterior e outra parte iria para o Partido dos Trabalhadores.

Uma das contas beneficiárias seria a conta da off-shore Shellbill, constituída no Panamá, e controlada por Mônica Moura e João Santana. Eles seriam os terceiros. O dinheiro antes passava pela conta da Deep Sea Oil Corporation, controlada por Zwi Scornicki.

Essa é a 21ª apelação criminal relativa à Operação Lava Jato julgada pela 8ª Turma do tribunal. A sentença da 13ª Vara Federal de Curitiba foi proferida em 2 de fevereiro deste ano.

Execução da Pena

A execução da pena poderá ser iniciada pelo juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba assim que passados os prazos para os recursos de embargos de declaração (2 dias) e de embargos infringentes (cabem no caso de julgamentos sem unanimidade, com prazo de 10 dias). Caso os recursos sejam impetrados pelas defesas, a execução só se dará após o julgamento desses recursos pelo tribunal.

Outro lado

A defesa de Vaccari, representada pelo advogado Luiz Flávio Borges D’Urso, disse que recorrerá da decisão. Segundo o advogado, tanto a sentença recorrida, como agora o acórdão, tiveram por base exclusivamente palavra de delator, “sem que houvesse nos autos qualquer prova que pudesse corroborar tal delação”. “Mais uma vez, a defesa lembra que a Lei nº 12.850/13, no parágrafo 16 do seu artigo 4º, estabelece que ‘nenhuma sentença condenatória será proferida com fundamento apenas nas declarações de agente colaborador’, vale dizer, a lei proíbe, expressamente, condenação baseada exclusivamente em delação premiada, sem que existam provas a confirmar tal delação.”

De acordo com D’Urso, a lei é que estabelece que as informações trazidas por delator não são provas, sendo responsabilidade do Estado encontrar provas que confirmem o que o delator afirmou. “Assim, a palavra de delator deve ser recebida com muita reserva e total desconfiança, pois aquele que delata, o faz para obter vantagem pessoal, que poderá chegar até o perdão judicial.”

Para a defesa de Vaccari, o julgamento realizado pela 8ª Turma do TRF-4, mantendo a condenação de 1º instância, “data venia, não observou o que a lei estabelece”. “Apesar disso, o Sr. Vaccari e sua defesa continuam a confiar na Justiça brasileira. Quanto à obrigação de ressarcimento para que o Sr. Vaccari possa obter a progressão de regime, o Des. Fed. Victor Laus afastou essa imposição estabelecida pelo juízo de 1. instância, pois entendeu que essa matéria não é de competência do Dr. Moro, mas sim do juízo da execução penal”, diz a nota da defesa de Vaccari. (Matéria extraída da Isto É)

Com a saída de secretários petistas, PSDB e Podemos assumem novos postos no primeiro escalão do prefeito Rogério Lins, que anunciou também um novo modelo de gestão: ele vai despachar durante uma semana em cada secretaria

Nesta segunda-feira, (06/11), o prefeito de Osasco, Rogério Lins (Podemos), anunciou numa concorrida entrevista coletiva em seu gabinete, os nomes de seis novos secretários em sua primeira reforma administrativa. Após a saída de dois secretários petistas - Gustavo Anitelli (Cultura), e Marco Antonio Vilella (Habitação) - https://goo.gl/7UnZX6 , PSDB e Podemos assumem novos postos na Administração Municipal. Na Cultura vai assumir o ex-vereador Sebastião Bognar (PSDB), que já fazia parte como assessor no Gabinete do Prefeito. Já para a Secretaria de Habitação, Lins nomeou o arquiteto e ex-vice-prefeito de Osasco, Ângelo Melli, também da cota do PSDB, que hoje tem como presidente do vereador De Paula.

Rogério anunciou também outras quatro mudanças no primeiro escalão. A chefe de Gabinete, Elsa Oliveira, vai assumir a Secretaria de Assistência Social, em substituição a Suzete Franco que, no entanto, continuará prestando serviços na SAS. Para a Chefia de Gabinete, o prefeito indicou o empresário Gerson Pessoa. Como novo titular da Sica (Secretaria de Indústria, Comércio e Abastecimento), que vinha sendo acumulada pelo secretário de Administração, Sérgio Di Nizo, Lins nomeou o advogado e sindicalista Rafael Paes. E por último, o prefeito anunciou o nome do novo secretário de Comunicação que será Franz Felipe (Podemos), que deixa o Departamento de Compras e Licitação para assumir a SECOM no lugar de José Bento da Silva.

Na coletiva, Rogério Lins anunciou ainda que a partir desta semana, ele implanta um novo modelo de gestão, em Osasco, visando otimizar os serviços prestados pelo poder público municipal. "Durante uma semana, eu ficarei despachando em uma secretaria e vamos começar, já nesta semana, na Secretaria de Saúde como o José Carlos Vido. Na próxima semana, será na Educação, em seguida na Secontru e assim por diante. Metade do expediente será dedicado a assuntos gerais e os outros 50% serão exclusivamente dedicados aos assuntos especificos de cada pasta", afirmou Rogério Lins.

 

Lins elogiou todos os secretários que deixaram os cargos e afimou ter plena confiança nos novos titulares que tomaram posse hoje. Ao ser indagado se as mudanças nas secretarias de Cultura e Habitação,ocupadas por petisas, eram uma indicação de que poderão surgir novas mudanças imposta por decisões partidárias, Lins respondeu. "Mesmo as mudanças nessas secretarias não significam uma retaliação ao Partido dos Trabalhadores. No entanto, elas foram necessárias uma vez que o PT toma um caminho diferente do nosso". (Renato Ferreira - Foto de capa: Ismael Francisco)

Notícias & Opinião esteve presente e conversou com os novos titulares da SAS, Habitação e Cultura: Acompanhe aqui: 

Conheça os novos secretários:

Elsa Oliveira SAS

Elsa Oliveira - Assistência e Promoção Social

Angelo Melli Habitação

Ângelo Melli - Habitação

Bognar Cultura

Sebastião Bognar - Cultura

Rafael Paes Sica

Rafael Paes - SICA

Franz Felipe Comunicação Osasco

Franz Felipe - Comunicação

Gerson Pessoa Gabinete

Gerson Pessoa - Chefe de Gabinete

Amado Boudou, vice de Cristina Kirchner, é a segunda grande liderança do antigo governo argentino preso nos últimos dias

 

Além de outras caracteristicas parecidas, Brasil e Argentina convivem há anos também com um problema comum: a corrupção na política. Nesta sexta-feira (03/11), Amado Boudou, ex-vice-presidente da Argentina, foi preso em Buenos Aires, sob acusação de enriquecimento ilícito e lavagem de dinheiro, segundo informam veículos de comunicação do país vizinho. O político é a segunda grande liderança da ex-presidente Cristina Kirchner, de quem foi o número 2 de 2011 a 2015, presa nos últimos dias. No dia 25 de outubro, o ex-ministro do Planejamento de Kirchner, Julio De Vido, foi preso também acusado de corrupção.

Conforme a própria polícia gravou, ela prendeu Boudou e seu sócio José Maria de Nuñez Carmona em Porto Madero, bairro de classe alta da capital argentina, por suspeitas de corrupção. Conforme as investigações, as acusações são referentes ao período no qual ele ocupou o cargo de ministro da Economia entre 2009 e 2011, no primeiro mandato de Kirchner, informa a rede alemã DW.

Segundo o juiz Ariel Lijo, que assinou o mandato de detenção, Boudou foi detido provisoriamente para não atrapalhar o andamento das investigações. O advogado do acusado, Eduardo Durañona, afirmou estar “surpreso” com a prisão do ex-vice-presidente. O advogado citou o fato de Boudou ter sua saída do país autorizada pelo Congresso, “pois não havia a possibilidade de criar obstáculos ao caso ou de fugir”, disse ao canal C5N, conforme informou o jornal argentino La Nación.

Cristina Kirchner

A ex-presidente Cristina Kirchner, eleita senadora há poucos dias, está fora dessa acusação que levou seu vice à prisão. Porém, Kirchner também responde a vários processos por corrução na Argentina. No dia 22 de outubro, a coalizão Cambiemos, do presidente Maurício Macrivenceu as eleições legislativas na Argentina. O candidato do grupo de Macri, Esteban Bullrich, foi eleito com mais de 41,3% dos votos, enquanto a ex-presidente Cristina Kirchner foi eleita com 37,2% na disputa de três vagas pelo Senado na província de Buenos Aires.

Cristina, que sucedeu seu marido Nestor Kirchner, além de ter quebrado a Argentina, deixando o país numa tremenda crise política, social e econômica, teve também como marca negativa de seu governo a perseguição à imprensa, sobretudo, à imprensa que criticava o seu governo. Baixou medidas de censura, que poderiam ter fechado veículos centenários da Argentina como o Jornal El Clarin, caso o grupo de Kirchner continuasse mandando no país. Aqui no Brasil, Cristina Kirchner sempre teve apoio dos governos petistas, dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff. (Com informações de Veja)

Conforme já vinha sendo ventilado na imprensa e comentado nos bastidores políticos de Osasco, nesta quarta-feira (01/11), chegou ao fim a participação do Partido dos Trabalhadores no governo do prefeito Rogério Lins (Podemos). Foram exonerados o secretário de Cultura, Gustavo Anitelli (foto), e o da Habitação, Marco Antonio Vilella dos Santos. A exoneração dos dois secretários e de seus assessores mais próximos foi publicada no IOMO (Imprensa Oficial do Município de Osasco), edição 1402 de 01 de novembro de 2017.
Na próxima segunda-feira (05/11), Rogério Lins vai anunciar as mudanças em seu secretariado, que farão parte da primeira reforma administrativa de seu Governo. Na ocasião, ele deverá anunciar os novos titulares da Cultura e Habitação, como também mudanças em outras pastas. O ex-vereador Sebastião Bognar, e o ex-vice-prefeito de Osasco, o arquiteto Angelo Melli, são nomes que deverão fazer parte do primeiro escalão de Rogério Lins.
PT na oposição
Portanto, não demorou nem um ano a participação petista na atual administração de Osasco. Com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva liderando as pesquisas eleitorais, apesar de condenado a 9 anos e 6 meses por corrupção na Lava Jato, as lideranças petistas de Osasco resolveram antecipar o rompimento com o governo de Rogério Lins.
Assim, como o PT, que terá candidato à Presidência da República - Lula ou Fernando Hadadd, caso Lula não possa concorrer - o Podemos também terá candidato próprio, que será o senador Álvaro Dias (PR). Segundo os articuladores da pré-campanha de Lula, o ex-presidente deverá vir a Osasco ainda neste mês de novembro.
O problemas entre PT e Administração Lins começaram com Gustavo Anitelli, na Cultura. Primeiro, foi a publicação de um cartaz do Batman beijando o Super Homen, como chamada para uma atividade da comunidade LGBT, seguido da apresentação, no Calçadão da Antonio Agu, de uma peça teatral mostrando atores representando Policiais Militares vestidos de saia, embriagados e portando vibradores como se fossem cassetetes.
Essa ações da Cultura provocaram revolta da bancada evangélica na Câmara Municipal, com apoio do vereador Ribamar Silva, líder do prefeito. O vereador Daniel Mathias chegou a pedir a exoneração do secretário Anitelli, afirmando que tais ações iam de encontro ao que pensa a maioria das famílias cristãs de Osasco. Os fatos geraram inúmeras manifestações contra e a favor nas redes sociais.
Isso foi o bastante para surgir também criticas por parte de movimentos de artistas, do próprio Gustavo Anitelli e também do ex-prefeito Emidio de Souza. Todos eles usaram as redes sociais para criticar o governo de Rogério Lins, classificando-o de "intolerante e de estar refém da bancada evangélica" do Legislativo municipal. "Como secretário ou não, sou um militante da Cultura. Em Osasco, censura nunca mais", postou Gustavo Anitelli, que foi candidato a vice-prefeito, em 2016, na chapa petista encabeçada pelo deputado Federal Valmir Prascidelli. Já o ex-prefeito Emidio de Souza postou em sua página no Facebook: "Honestamente, não sei o que alguns petistas ainda fazem nessa administração de Osasco. Além de um governo medíocre e sem rumo, a administração ainda anuncia que não quer petistas lá dentro".  (Renato Ferreira)

Emancipadores de Osasco cobram execução de Lei Municipal promulgada em 2014 que obriga a execução do hino de Osasco uma vez por semana nas escolas de ensino fundamental

 

A Ordem dos Emancipadores de Osasco, entidade de utilidade pública, criada em 1974 com o intuito de preservar a história da cidade, tem encampado a luta para que se faça cumprir a Lei Municipal 51/2013 de autoria da ex-vereadora Mazé Favarão. Essa lei torna obrigatória a execução do hino de Osasco nas escolas públicas e privadas de ensino fundamental. Embora a lei preveja a execução do hino, pelo menos, uma vez por semana, isso não vem acontecendo nas escolas de Osasco.

Setter

O Presidente da Ordem, José Carlos Setter (foto), defende o projeto e pede mais rigor à aplicação da lei. Para a entidade, a execução do hino “resgata o amor” por Osasco. “Trata-se de uma medida que nos faz recordar as nossas raízes, desenvolve o amor pela cidade, o civismo nas escolas e reforça o nosso orgulho por Osasco, associando o hino a tudo que nós vemos no movimento do desenvolvimento da cidade”, diz Setter.

A lei municipal, em vigor desde março de 2014, prevê, além da execução do hino de Osasco, após a execução do hino nacional,também a inserção no currículo e nas disciplinas como Arte, História, Geografia e Língua Portuguesa, atividades para análise e interpretação dos hinos executados. O texto, porém, não vem sendo cumprido.

Em contrapartida, a atual administração tem investido no Programa Nossa História, idealizado por Sebastião Bognar e que conta com a participação e colaboração da Ordem dos Emancipadores.

“A Ordem dos Emancipadores tem a honra de enaltecer a prefeitura de Osasco pela atividade desenvolvida pelo ex-vereador Bognar de reintroduzir nas escolas e nas praças o retorno do canto do hino de Osasco. A Ordem tem participado dos eventos semanalmente para apoiar essa iniciativa que julgamos muito oportuna para a cidade”, afirmou Setter. Além do hino, o projeto também proporciona o hasteamento das bandeiras do Brasil, do estado de São Paulo e de Osasco.

“O hasteamento das bandeiras proporciona o retorno das pessoas às comemorações cívicas. Era algo que estava em falta. Essa medida traz de volta o sentimento de civismo. Reforça valores, traz orgulho e amor pela cidade de uma maneira mais enraizada”, completa o presidente da Ordem. (Assessoria de Imprensa)

De acordo com o Ministério Público, 120 itens simplesmente evaporaram do Palácio

 

O Ministério Público Federal em Brasília abriu investigação para apurar denúncia contra a empresa que fez a mudança da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) do Palácio da Alvorada para Porto Alegre em setembro de 2015. De acordo com a denúncia, 120 peças pertencentes ao Alvorada desapareceram. (Transcrito da Revista Época)

Em 2016, a Polícia Federal fez também uma diligência tendo como alvo presentes e joias raras recebidos por Lula durante encontros oficiais com chefes de estado. Os bens foram encontrados guardados, sem custo algum, em 23 caixas lacradas numa agência do Banco do Brasil, localizada no centro de São Paulo, desde 21 de janeiro de 2011, mês em que Lula deixou o governo.

Desse jeito, se a moda pega e se cada presidente que deixar Brasília levar um pouco, não vai sobrar nada no Palácio da Alvorada. E tem que verificar também o que levam também do Palácio do Planalto. (Renato Ferreira)

O centro mundial dessas celebrações, que acontecem praticamente em todos os países, é Wittenberg, onde Martinho Lutero lançou suas teses que mudaram a História Mundial

 

Há 500 anos, no dia 31 de outubro de 1517, não somente o Cristianismo mudou, mas, também todas a formas de filosofia, teologia, sociologia e política foram influenciadas pela Reforma Protestante, implementada por Martinho Lutero. Fiéis do mundo inteiro celebram o evento que transformou o mundo  nesta terça-feira, 31 de outubro.  (

No Brasil, durante toda a semana e, principalmente, desdea segunda-feira (30), a Reforma Protestante é celebrada em eventos nas igrejas e em repartições públicas. No Senado, por exemplo, na segunda-feira, religiosos participaram de uma sessão especial, com a presença do coral da Igreja Presbiteriana de Brasília. A Câmara Municipal de Juiz de Fora, em Minas, fez uma sessão solene também. E um culto na noite desta segunda na Igreja do Nazareno Central de Campinas, São Paulo, reuniu fiéis das igrejas luterana, presbiteriana, metodista, batista e anglicana. De um modo geral, todas as igrejas cristãs evangélicas comemoraram os 500 anos da Reforma Protestante.

Reforma protestante na Alemanha

O centro mundial dessas celebrações é Wittenberg, o vilarejo alemão onde nasceram as ideias que provocaram a maior divisão da história do cristianismo. O 31 de outubro é feriado na Alemanha. 

No século XVI,  as mentes humanas se iluminavam depois da Idade Média, quando o monge alemão Martinho Lutero se uniu a outros pensadores da Europa e denunciou os abusos que vinham sendo cometidos pela Igreja Católica à qual ele também pertencia.

Assim, Lutero usou de uma nova tecnologia, a imprensa, recém fundada, para multiplicar seus escritos e fazê-los percorrer a Alemanha e todo o mundo. Martinho Lutero traduziu a Bíblia para o alemão e, assim, conseguiu acabar com as missas realizadas somente em latim para que as pessoas pudessem finalmente entender o que os padres católicos diziam em seus sermões.

Lutero era um revolucionário, porém, ao lançar suas teses, ele não rompia completamente com a tradição cristã. Acreditava no "terrível poder do diabo", pensava ser justo e necessário matar as bruxas nas fogueiras, e acreditava profundamente nas ideias do apóstolo Paulo, afirmando que "o justo viverá da fé".

No entendimento de Lutero, é Deus que torna um homem bom ou justo, e a salvação só existe com uma experiência pura da fé em Cristo. Os reformadores queriam acima de tudo "sola scriptura", ou seja, fidelidade absoluta ao que dizem os evangelhos. Daí terem sido chamados de evangélicos ou protestantes.

Doutor Lutero, como era conhecido por causa da formação acadêmica, vivia em um antigo convento em Wittenberg. E foi nesse  ambiente que Lutero se reunia com estudantes, trabalhava, escrevia e, sobretudo, pensava sobre a reforma que ele pretendia fazer no mundo cristão.  

A Reforma 

No dia 31 de outubro de 1517, 500 anos atrás, em uma das portas na entrada da igreja do castelo de Wittenberg, Lutero pregou seu grande manifesto: um documento com 95 teses profundamente críticas à venda de indulgências  pela Igreja Católica. Naquela época religiosos concediam o perdão divino em troca de dinheiro ou de bens dos fiéis. Eram pessoas que queriam pagar por seus pecados ainda aqui na Terra pensando que, com isso, garantiriam a entrada no reino dos céus. Mas Lutero entendia que, de acordo com as escrituras, isso jamais seria possível. 

Reforma protestante no Brasil

Martinho Lutero revolucionou o conceito de “salvação”, ao afirmar que o crente ganharia seu espaço no céu somente pela graça de Deus, e não pelo comércio das “indulgências”, justamente, o que Bíblia diz claramente. "Não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não há outro nome dado entre os homens, em que devamos ser salvos". Atos 4:12.

Em uma das teses mais duras pregadas na porta da igreja, Lutero afirmava que os religiosos que vendiam perdão estavam pregando "doutrinas humanas que dizem que assim que o dinheiro entra no cofre a alma sai voando do purgatório".

No geral, Lutero atacava principalmente a riqueza acumulada pelo Vaticano. "Os verdadeiros tesouros da Igreja, de onde o papa distribui indulgências, não são suficientemente discutidos ou conhecidos pelo povo de Cristo", afirma Lutero.

Devido ao ato corajoso de Lutero, a Igreja do Castelo, também é conhecida com a Igreja de Todos os Santos, tornou-se um marco no início da Reforma Protestante. E até hoje, principalmente nas celebrações dos 500 anos, pessoas do mundo inteiro vão até lá prestar homenagens ao homem que ousou desafiar a Igreja Católica num tempo de trevas e acabou mudando os rumos da história mundial.  

O monge alemão entrou em uma disputa tão perigosa com a Igreja que precisou passar um ano escondido em um castelo.

Quando voltou a Wittenberg, não mais católico, ele rejeitou a ideia de que padres deveriam ser celibatários e se casou com uma freira que abandonou o convento. Passou a criticar o que dizia ser um excesso de sacramentos e dogmas impostos pela Igreja. Foi repreendido pelo Papa, mas jamais se desculpou.

Voltando ao que se entendia serem as origens do cristianismo, surgiram as igrejas luteranas, presbiterianas e muitas outras denominações, que mais tarde chegariam também ao Brasil.

A Igreja Católica sentiu o golpe e viu uma debandada de fiéis. Muitos protestantes foram perseguidos e algumas décadas depois veio uma guerra terrível pela Europa. De um lado nações católicas, do outro, protestantes.

Cinco décadas depois daquele 31 de outubro de 1517, a venda de perdão, a venda de indulgências, foi proibida pelo Vaticano. As feridas entre católicos e protestantes jamais foram completamente superadas. De forma lenta, nas últimas décadas têm surgidos ações de ambos os lados, se não de reaproximação, pelo menos de uma convivência pacífica. (Renato Ferreira com informações de agências)

 

Está difícil para juízes de primeira instância no Brasil exercerem suas funções, nem mesmo quando eles se sentem ameaçados, diante de medidas contrárias da Suprema Corte. Nesta terça-feira (31/10), o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), - à esquerda -  suspendeu a decisão da Justiça Federal do Rio de Janeiro que havia determinado a transferência do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) para o presídio federal de Campo Grande (MS).

 

A transferência foi um pedido do Ministério Público Federal depois que Cabral fez comentários sobre a família do juiz Marcelo Bretas, da Lava Jato no Rio, durante uma audiência.

 

O próprio Bretas foi quem autorizou a transferência de Cabral para a penitenciária sul-mato-grossense após ter repreendido o ex-governador em uma das audiências. O peemedebista questionou o magistrado sobre compra de jóias para suposta lavagem de dinheiro, afirmando que a família do juiz trabalhava com bijuterias. Bretas alegou que havia se sentido ameaçado com a declaração do peemedebista.

 

No entanto, no despacho em que desautorizou a decisão do juiz de primeira instância, Gilmar Mendes afirmou que não há justificativa para a transferência do ex-governador para o presídio federal.

 

Segundo Mendes, a informação sobre as bijuterias foi levada à imprensa pela própria família do juiz Bretas, o que, na visão dele, não demonstraria ameaça. Outro pedido semelhante foi negado pelo Superior Tribunal de Justiça na semana passada. Agora, o caso deverá ser julgado pelo pleno do Supremo. (Com informações do Último Segundo)

Dr. Gustavo Albano, Promotor do Ministério Público, de Osasco, fala sobre importantes assuntos no combate à corrupção, durante palestra no Primeiro Fórum da AmeCom (Associação Metropolitana de Comunicação). Sob o tema: "O combate à corrupção nas cidades e o papel da imprensa", o Fórum Que Brasil Queremos, foi realizado na noite desta segunda-feira, (30/10), no auditório das Faculdades Anhanguera, campus Osasco, onde compareceu um grande público, formado por estudantes de Direito, advogados, professores e jornalistas.

Além do Dr. Gustavo, o evento contou também com a palestra do jornalista Rodrigo Hornhardt, chefe de Jornalismo do SBT, que falou sobre jornalismo investigativo e o papel da imprensa no combate à corrupção. Dentre outras temas sobre o seu trabalho à frente da Promotoria de Osasco, onde comanda diversas investigações, o Dr. Gustavo Albano afirmou que, envolvendo administrações anteriores, sua Promotoria busca resgatar aos cofres públicos cerca de R$ 700 milhões que foram desviados por vários órgãos e gestores públicos. "Quantos benefícios públicos esse montante não poderia significar para a população de Osasco?", indagou o Promotor.

Dos 21 vereadores de Osasco só o Tinha Di Ferreira compareceu ao evento. Todos foram convidados. Aliás, Tinha Di Ferreira foi o único político de Osasco que esteve presente.

Notícias & Opinião esteve lá e cobriu o evento. Veja aqui um pequeno trecho da palestra do Dr. Gustavo Albano. Veja o vídeo aqui: 

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