Segunda, 17 Dezembro 2018 | Login

 

Crimes teriam ocorrido durante o governo Dilma Rousseff (PT). Agentes cumprem 63 mandados de busca e 19 de prisão no Distrito Federal e em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba e Mato Grosso. Dezesseis pessoas foram presas na operação Capitu da PF que investiga JBS e vice-governador de MG

 

O vice-governador de Minas Gerais, Antonio Andrade (MDB), o empresário Joesley Batista, dono da JBS, e mais 14 pessoas foram presas nesta sexta-feira 09/11, em uma operação que investiga suposto esquema de corrupção no Ministério da Agricultura durante o governo da presidente Dilma Rousseff (PT).

Ao todo, são 19 mandados de prisão temporária (válida por 5 dias), um deles contra o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB), que está preso no Paraná. (Veja no fim desta reportagem como funcionava o esquema investigado pela Polícia Federal)

VEJA OS NOMES DOS PRESOS JÁ DIVULGADOS

Antonio Andrade, vice-governador de Minas e ministro da Agricultura de março de 2013 a março de 2014
Joesley Batista, sócio da J&F, dona da JBS
Ricardo Saud, ex-executivo da J&F
Demilton de Castro, ex-executivo da J&F
João Magalhães, deputado estadual pelo MDB de MG
Neri Geller, deputado federal eleito pelo PP de MT e ministro da Agricultura de março de 2014 a dezembro de 2015
Rodrigo Figueiredo, ex-secretário de Defesa Agropecuária
Mateus de Moura Lima Gomes, advogado
Mauro Luiz de Moura Araújo, advogado
Ildeu da Cunha Pereira, advogado
Marcelo Pires Pinheiro
Fernando Manoel Pires Pinheiro
Walter Santana Arantes, sócio dos supermercados BH e EPA
Claudio Soares Donato
José Francisco Franco da Silva Oliveira

VEJA A LISTA DOS MANDADOS NÃO CUMPRIDOS

Waldir Rocha Pena, sócio do supermercado BH, que estaria no Uruguai
Florisvaldo Caetano de Oliveira, funcionário da JBS
Odo Adão filho, advogado

A PF cumpriu ainda, segundo os delegados Rodrigo Morais e Mário Velloso, 63 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba e Mato Grosso.

Um dos mandados foi cumprido na casa do vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior (MDB), que foi relator de uma medida provisória em 2014 que teria beneficiado a JBS. A casa do prefeito de Araraquara, Edinho Silva (PT), ex-ministro de Dilma, também foi alvo da Operação Capit

Num primeiro momento, Saud não havia sido localizado, e a PF chegou a dizer que ele estava no exterior. Mais tarde, entretanto, foi confirmada a prisão do executivo.

A PF fez buscas no gabinete do vice-governador de MG. Ele foi preso em uma fazenda na região de Vazante, no Noroeste de Minas Gerais. Os mandados foram expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Antonio Andrade foi levado a um presídio em Uberlândia, no Triângulio Mineiro.

O delegado da PF Mário Velloso, responsável pelas investigações, disse que as prisões foram decretadas pois os investigados estavam atrapalhando as investigações.

"Para que a gente pudesse coletar todas as provas sem interferência da organização criminosa, e eles vinham obstruindo a Justiça. A gente tem elementos fortes de que os integrantes da organização criminosa estavam atrapalhando a coleta de provas pela Polícia Federal, por isso foram decretadas as 19 prisões.", disse o Delegado.

A desembargadora Mônica Sifuentes, do Tribunal Regional Federal da 1ª, afirmou em despacho que os executivos do grupo J&F ocultaram "fatos relevantes" nas delações premiadas e que, por esse motivo, foram presos.

Segundo os advogados de Joesley Batista, as investigações da operação começaram justamente a partir dos depoimentos do empresário. Alegam ainda que ele não poderia ser preso em razão de o acordo de delação prever imunidade. A TV Globo não localizou o advogado de Ricardo Saud.

O esquema

Batizada de Capitu, a operação é um desdobramento da Lava Jato e feita em conjunto com a Receita Federal. A operação é baseada na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Em sua delação, Funaro disse que a JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, deu R$ 30 milhões para o MDB, sendo R$ 15 milhões para a Executiva Nacional e mais R$ 15 milhões para o diretório em Minas. O esquema operou entre agosto de 2014 e fevereiro de 2015.

O que aponta a investigação da PF, baseada na delação de Funaro:

A JBS deu dinheiro para políticos do MDB e em troca foi beneficiada com medidas do Ministério da Agricultura;
O esquema funcionou entre 2014 e 2015, no governo da presidente Dilma Rousseff;

O então ministro, Antonio Andrade, integrante do MDB e hoje vice-governador de MG, foi indicado ao governo pelo grupo político de Eduardo Cunha para ajudar no esquema;

Segundo a PF, a JBS pagou propina a Andrade, ao sucessor dele no ministério, Neri Geller, e ao então secretário de Defesa Agropecuária, Rodrigo Figueiredo;

Foram R$ 7 milhões por duas medidas que eram do interesse da empresa: R$ 2 milhões pela regulamentação da exportação de carcaças de animais e R$ 5 milhões pela proibição de um remédio contra parasitas, a Ivermectina;
Na eleição de 2014, a empresa pagou também R$ 30 milhões para ajudar candidatos aliados de Cunha. O objetivo era eleger esses deputados para que eles ajudassem Cunha a ser presidente da Câmara;

A JBS repassou esse dinheiro a 6 escritórios de advocacia, que emitiram notas frias para simular uma prestação de serviço à empresa;
Após ser lavado, o dinheiro foi distribuído da seguinte forma: R$ 15 milhões para o MDB nacional e outros R$ 15 milhões para o MDB de Minas Gerais.

A rede de supermercados BH participava do esquema para fazer lavagem de dinheiro. Ela comprava carnes da JBS por um preço superior (superfaturamento) e também recebia pagamentos da JBS
O valor que “sobrava” (era pago a mais) era usado para pagar propina a políticos de MG. O dinheiro era entregue aos destinatários em malas e em caixas de sabão em pó e de sapato.
Parte dos valores foi repassado como doação oficial na campanha de 2014.

Se indiciados, os envolvidos vão responder pelos crimes de constituição, participação em organização criminosa, obstrução de Justiça, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

O que dizem os citados

A J&F Investimentos, holding que controla a JBS, informou por meio do advogado de Joesley Batista, André Callegari, que causa estranheza a decretação de prisão temporária. "Joesley Batista é colaborador da Justiça e tem cumprido à risca essa função. Portanto, causa estranheza o pedido de sua prisão no bojo de um inquérito em que ele já prestou mais de um depoimento na qualidade de colaborador e entregou inúmeros documentos de corroboração. A prisão é temporária e ele vai prestar todos os esclarecimentos necessários".

Os advogados do deputado federal Neri Geller esclareceram que tão logo conheçam os motivos da prisão e o inteiro teor do processo irão se manifestar.

Segundo a polícia, Walter Santana Arantes é ligado à rede de Supermercados BH. Ele também seria ligado à empresa DMA, que controla os Supermercados EPA. A rede EPA, citada pela PF no início da operação, afirmou que nunca participou de ações políticas, nem fez qualquer doação ilegal, principalmente que envolvesse qualquer troca de interesses políticos. Ainda segundo o EPA o nome da empresa não faz parte, em momento algim das delações realizadas ou dos autos de busca e apreensão. A defesa de Walter Santana Arantes informou que ele nunca foi sócio dos Supermercados BH e que os sócios são os filhos dele. O Supermercados BH informou que o cumprimento dos mandados de busca e apreensão deu-se de maneira tranquila e em ambiente de cooperação e normalidade. A empresa diz, ainda, que não foi possível conhecer a integralidade dos autos dos pedidos de medidas cautelares que determinaram tais diligências e que irá contribuir com as investigações.

A reportagem não conseguiu contato com a assessoria do vice-governador. O Governo de Minas Gerais ainda não se posicionou sobre a prisão de Andrade.

A defesa de Ricardo Saud informou que sua prisão causa perplexidade, "pois ele sempre esteve e permanece à disposição da Justiça, prestando depoimentos e entregando todos os documentos inclusive áudios necessários para corroborar suas declarações."

O advogado Bruno Espiñeira disse que Lucio Funaro segue colaborando com a Justiça, no que for necessário.

A reportagem ligou para o gabinete de João Magalhães (MDB), na ALMG, e as ligações não foram atendidas.

O G1 também procurou a assessoria da ex-presidente da República, Dilma Roussef, que não vai se posicionar sobre a operação.

O Ministério da Agricultura não vai se pronunciar.

O advogado Délio Lins e Silva Jr., que representa Eduardo Cunha, disse por meio de nota que “aparentemente, o castelo de cartas de Joesley Batista começa a desmoronar. A história é fantasiosa e, mais uma vez, a palavra sem valor desse delator não vem acompanhada de nenhuma prova. Dessa vez, pelo menos, a Polícia Federal e o Poder Judiciário começam a perceber a farsa. Eduardo Cunha tem convicção de que, ao final, será excluído dessa investigação.”

O advogado de Rodrigo Figueiredo afirmou que vai se pronunciar a respeito de seu cliente. (Matéria do G1)

Além do impacto para o governo de Bolsonado, os atuais senadores, dos quais muitos deixarão a Casa, mostram também que estão legislando em causa própria

 

Nesse momento em que o Brasil elege seu novo Presidente da República e busca cortar gastos públicos, os senadores destoaram e jogaram contra os interesses do povo. Nesta quarta-feira, 07/11, o Senado aprovou o aumento de 16,38% no salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

O reajuste terá impacto bilionário no Orçamento para o presidente eleito, Jair Bolsonaro , e para os novos governadores. A aprovação deve gerar um rombo de R$ 4 bilhões para União e estados, segundo cálculos de técnicos da Câmara.

Ministros do STF

Como o projeto já foi aprovado na Câmara, em 2016, ele segue para sanção do presidente Michel Temer. A remuneração irá subir de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil. O aumento tem efeito cascata, provoca reajustes para magistrados, e faz subir o teto salarial para o funcionalismo — que tem como referência o salário de ministros do STF. A proposta foi aprovada por 41 votos a favor, 16 contrários e uma abstenção.

Na mesma sessão, o Senado aprovou ainda um outro projeto, que reajusta o salário do procurador-geral da República, para o mesmo valor.

O reajuste dos vencimentos dos ministros do STF deve gerar uma despesa extra de R$ 4 bilhões ao ano, contando o impacto nas contas públicas da União e dos estados, devido ao efeito cascata, segundo dados da Consultoria de Orçamento da Câmara.

Apenas para a União, a despesa estimada é de R$ 1,45 bilhão ao ano, sendo R$ 717 milhões no Poder Judiciário, R$ 258 milhões no Ministério Público da União; R$ 250 milhões no Executivo e R$ 220 milhões no Legislativo. No estados, que sofrem uma grave crise fiscal, estima-se um efeito anual de R$ 2,6 bilhões.

Os novos valores dos vencimentos dos ministros entrarãp em vigor na data da sanção do projeto.

 

Veja, a seguir, como foram os votos dos senadores:

A FAVOR DO AUMENTO

Acir Gurgacz (PDT-RO)
Aécio Neves (PSDB-MG)
Ângela Portela (PDT-RR)
Antonio Anastasia (PSDB-MG)
Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
Armando Monteiro (PTB-PE)
Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Cidinho Santos (PR-MT)
Ciro Nogueira (PP-PI)
Dalirio Beber (PSDB-SC)
Davi Alcolumbre (DEM-AP)
Edison Lobão (MDB-MA)
Eduardo Amorim (PSDB-SE)
Eduardo Braga (MDB-AM)
Eduardo Lopes (PRB-RJ)
Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE)
Garibaldi Alves Filho (MDB-RN)
Hélio José (PROS-DF)
Ivo Cassol (PP-RO)
Jorge Viana (PT-AC)
José Agripino (DEM-RN)
José Amauri (Pode-PI)
José Medeiros (Pode-MT)
José Serra (PSDB-SP)
Otto Alencar (PSD-BA)
Paulo Bauer (PSDB-SC)
Paulo Rocha (PT-PA)
Raimundo Lira (PSD-PB)
Renan Calheiros (MDB-AL)
Roberto Rocha (PSDB-MA)
Romero Jucá (MDB-RR)
Rose de Freitas (Pode-ES)
Sérgio Petecão (PSD-AC)
Tasso Jereissati (PSDB-CE)
Telmário Mota (PTB-RR)
Valdir Raupp (MDB-RO)
Vicentinho Alves (PR-TO)
Walter Pinheiro (sem partido-BA)
Wellington Fagundes (PR-MT)
Zezé Perrela (MDB-MG)

CONTRA O AUMENTO

Airton Sandoval (MDB-SP)
Cristovam Buarque (PPS-DF)
Fátima Bezerra (PT-RN)
Givago Tenório (PP-AL)
José Pimentel (PT-CE)
Lídice da Mata (PSB-BA)
Lúcia Vânia (PSB-GO)
Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
Regina Sousa (PT-PI)
Reguffe (sem partido-DF)
Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
Roberto Requião (MDB-PR)
Ronaldo Caiado (DEM-GO)
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
Wilder Morais (DEM-GO)

ABSTENÇÃO 
José Maranhão (MDB-PB)

 

Na Resistência, Haddad visita Lula, em Curitiba; 
Na Presidência, Bolsonaro inicia a transição, em Brasília

 

Apesar de não ser perfeita, a Democracia é, sem dúvida, o melhor regime de Governo que existe. Nela, a partir do voto, a maioria escolhe o governante e, cabe, à minoria, mesmo revoltada, acatar o resultado das urnas, na oposição.

No Brasil, por exemplo, nesta semana o clima político já começou a baixar após a acirrada disputa do segundo turno das eleições presidenciais entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

Bolsonaro voltou a Brasília, como Presidente eleito, dando início ao processo de transição.Ele esteve na Câmara dos Deputados, no STF e também no Palácio do Planalto, onde se encontrou com Michel Temer. Deu entrevistas e confirmou mais alguns nomes do seu Ministério, cujo quadro ele já disse que vai reduzir de 29 para 15 ou 16 Pastas, visando diminuir as despesas do Governo.

Já Fernando Haddad, acompanhado de correligionários do PT, fez a primeira visita ao ex-presidente Lula, depois de ser derrotado por Bolsonaro. Como todos sabem, Lula encontra-se preso numa na Polícia Federal de Curitiba, onde cumpre pena de mais de 12 anos de prisão, condenado que foi pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Só que desta vez, a conversa foi diferente das que eles mantinham como estratégia de campanha antes das eleições. Agora, eles falaram sobre o futuro de Haddad, como opositor ao governo de Bosonaro, e também sobre o futuro de Lula, que neste mês será interrogado no processo do sítio de Atibaia, no âmbito da Operação Lava Jato. E desta vez, Lula será ouvido pela juíza Gabriela Hardt, que ficou no lugar de Sérgio Moro, futuro ministro da Justiça. (Renato Ferreira)

TRAGICÔMICO é uma publicação de Notícias & Opinião todas às quartas-feiras.

A equipe de Osasco foi superada pelo Sesi Bauru em mais uma batalha decidida apenas no tie break. O foco agora é mais uma decisão, desta vez vale o título da Supercopa diante do Dentil/Praia Clube, no sábado, em Fortaleza (CE
 
O Vôlei Osasco-Audax é vice-campeão paulista. A mais tradicional equipe do vôlei brasileiro encerra sua participação no estadual 2018 de cabeça erguida. Com garra, as jogadoras se entregaram da primeira a última bola e deixaram tudo na quadra em uma verdadeira batalha de cinco sets. Méritos para o Sesi Bauru, que conquistou seu primeiro título após vencer a segunda partida da final por 3 sets a 2, parciais de 25/21, 15/25, 21/25, 28/26 e 15/12, em 2h21min.
Agora, as atenções de Mari Paraíba, Paula Pequeno, Claudinha, Walweska e cia. se voltam para a disputa de mais um título, desta vez da Supercopa, contra o Dentil/Praia Clube, no próximo sábado (10), em Fortaleza.
Vôlei Osasco Audax 2
Em sua oitava decisão estadual consecutiva, o Vôlei Osasco-Audax soube conter a ansiedade após ser superado pelo Sesi Bauru na primeira rodada da final 2018. Na sexta-feira (2), com o ginásio José Liberatti completamente lotado (recebeu 4 mil pessoas), as donas da casa jogaram muito, mas foram superadas por 3 sets a 2.
Mesmo em desvantagem, não se deixaram abater e transformaram a dificuldade em combustível para alimentar a vontade de levantar mais um troféu. Todo esse cenário foi valorizado pela central Walewska. “Foi importante. Temos um time em construção e, nesse processo, surgem dificuldades. Mas o time mostrou muita força nessa série final. Jogou bem as duas partidas, dentro e fora de casa, ambas decididas no quinto set. Saímos daqui com a cabeça erguida e com a certeza que estamos no caminho certo”, analisou a capitã do time, que completou. “Agora é focar no que vem pela frente. No final de semana já temos outra decisão de mais um título, desta vez a Supercopa, e na sequência começa a Superliga.” (Assessoria de Imprensa: ZDL Sports - Fotos: João Pires/Fotojump)

 

A Prefeitura de Osasco, por meio da Secretaria de Cultura (SC), em parceria com o Sesc Osasco, realiza no domingo, 11/11, das 16h30 às 19h, mais uma edição do Samba Rock de Oz - De Quebrada em Quebrada. O evento tem como objetivo expandir a cultura do samba rock e levar dança e arte como forma de entretenimento e interação social para as periferias da cidade.

Tendo em vista que as periferias dos grandes centros urbanos - incluído Osasco -  sofrem com a ausência de entretenimento, lazer e diversão, consequências da falta de expansão e de direcionamento da cultura para as pessoas que povoam essas regiões, a Secretaria da Cultura encontrou mais um meio de promover o acesso à cultura para toda a população, buscando reverter essa situação, ou seja, a inserção e o resgate da cultura do samba rock.      

O evento contará com equipes de DJ’s de Osasco e região, que trarão o melhor do Samba Rock, Black Music e Nostalgia, fortalecendo dessa maneira nossa cultura e buscando a valorização do artista local. Haverá ainda área de recreação para crianças, Show ao vivo com a Banda Sambasonics, aula de Samba Rock com o professor de dança Criolé e muito mais. (Texto: Samuel Sanches - Imagens: Ismael Francisco)

 

Serviço

Samba Rock de Oz, de Quebrada em Quebrada

Data: (Domingo) 11/11

Horário: Das 16h30 às 19h

Local: Sesc Osasco. Avenida Sport Club Corinthians Paulista, 1300 – Jardim das Flores Entrada Gratuita

Os dias de Cesar Batisti, condenado à prisão perpétua na Itália, podem estar com os dias contados no Brasil
 
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse nesta segunda-feira, 06/10 que, da parte dele, o italiano Cesare Battisti, 63 anos, voltará para a Itália. "Tudo o que for legal, da minha parte, nós faremos para devolver esse terrorista para a Itália", disse o presidente em entrevista, na noite desta segunda-feira, a José Luiz Datena, da TV Bandeirantes. Segundo Bolsonaro, isso foi o que disse ao embaixador da Itália, Antonio Bernardini, durante encontro pela manhã.
Condenado na Itália por terrorismo e quatro assassinatos, Battisti vive em São Paulo. Em dezembro de 2010, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou a extradição de Battisti, em decisão no último dia do mandato do ex-presidente petista.
Durante a campanha, Bolsonaro disse que pretendia extraditá-lo, como deseja o governo da Itália.
“O caso Batistti é muito claro. A Itália está pedindo a extradição. O caso está sendo discutido agora no Supremo Tribunal Federal. Esperamos que o Supremo tome uma decisão no tempo mais curto possível”, disse o embaixador.
Após a vitória de Bolsonaro, o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) disse que o presidente eleito mantém a determinação em favor da extradição de Battisti. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, já pediu que o STF (Supremo Tribunal Federal), julgue o caso o mais rápido possível.
 
No fim de semana, Cesare Batisti, que responde a outros processos no Brasil, disse que confia nas instituições brasileiras e espera poder continuar vivendo no Brasil.
Conversa
No encontro com Bolsonaro, o embaixador entregou uma carta enviada pelo presidente da Itália, Sergio Mattarella. O diplomata lembrou que Bolsonaro é de origem italiana e que ambos tiveram uma conversa “muito simpática”.
“Nós temos uma presença no Brasil que é histórica. Claro que a perspectiva para o futuro é aumentar essa presença italiana no Brasil”, disse o embaixador. (Fonte: Agência Brasil)
 
Com quase 2h30 de jogo, o Liberatti completamente lotado assistiu a uma batalha decidida somente no tie break. Na segunda-feira (2), a equipe de Osasco precisa de uma dupla vitória para conquistar o heptacampeonato
Vôlei Osasco 1
Mari foi decivisa no ataque e nos bloqueios para o time de Osasco
Mesmo com todo o incentivo dos torcedores, que lotaram o Liberatti com quatro mil pessoas, e da luta em quadra, o Vôlei Osasco-Audax não conseguiu largar na frente das finais e acabou superado pelo Sesi Vôlei Bauru, na noite desta sexta-feira (2), por 3 sets a 2, parciais de 26/24, 25/22, 21/25, 17/25 e 17/15 em 2h35min.
Com o resultado, o adversário abre 1 a 0 na série e depende de uma vitória simples para levantar o título. Já a equipe de Osasco precisa de uma vitória dupla na segunda-feira (5), na casa do adversário, para conquistar o heptacampeonato. O objetivo é ganhar o segundo confronto da série final e levar a decisão para o Golden Set (até 25 pontos), que será disputado na sequência da rodada de segunda-feira, que terá transmissão do Sportv 2.
 
 Vôlei Osasco 2
A levantadora Claudinha foi outro destaque de Osasco
Além de todo o clima da decisão, os fãs de Osasco viveram fortes emoções diante do reencontro com Destinee Hooker, que chegou ao Brasil na quarta-feira (31) e acompanhou a partida no José Liberatti. A atleta retorna ao clube seis anos após a vitoriosa passagem pelo clube e que culminou no título da Superliga 2011/12. Ela chega para manter alta a potência ofensiva de um dos mais tradicionais times do mundo. "Estou muito feliz por voltar a Osasco e receber o carinho dessa torcida no ginásio é muito bom", disse.
O Vôlei Osasco-Audax jogou com Claudinha (4), Lorenne (19), Walewska (11), Nati Martins (14), Mari Paraíba (17), Angela Leyva (8) e a líbero Camila Brait. Entraram: Paula Pequeno (11), Vivi, Domingas. Técnico: Luizomar de Moura.
O Sesi Bauru jogou com Fabíola (2), Valentina (27), Valquíria (21), Saraelen (11), Vanessa (2), Palácio (5) e a líbero Tássia. Entraram: Arlene (1), Tifanny (2), Gabi Candido (2), Edinara (7) e Naiane, Andressa (3). Técnico: Anderson Rodrigues.
(ZDL Sports
Doro Jr. - MTb 13209 - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. - F: 11 984579723
Rafael De Marco - Mtb.: 27556 - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. - Cel: 11 976022986
WhatsApp: 19 997912108 - Fotos: João Pires/Fotojump)

Participantes do tradicional programa cívico realizado pela Secretaria Municipal da Cultura recebem certificado de participação no evento

 

O Programa Nossa História, idealizado e realizado pela Secretaria da Cultura de Osasco - às terças-feiras no dispositivo do Paço Municipal e às quartas-feiras no dispositivo do Osasco Plaza Shopping, no Calçadão da Rua Antônio Agú - está em sua 63ª edição. O programa que tem por finalidade resgatar valores e história de Osasco e sua gente, conta sempre com a participação de convidados ligados à história da cidade de Osasco, que participam do hasteamento das bandeiras do Brasil, do Estado de São Paulo, da cidade de Osasco e de famílias e de entidades que ajudam o município em seu dia-a-dia.

Cultura 4 RL Aline e Bognar

Prefeito Rogério Lins, a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Aline Lins, e o secretário da Cultura, Sebastião Bognar

 

Cultura 3 Neta de Antonio Agu

Agnes Agú (à dir), sobrinha neta de Antônio Agu, fundador de Osasco, foi uma das homenageadas


Na última quinta-feira (25/10) a Secretaria da Cultura realizou solenidade de entrega de certificados aos participantes das oito (8) primeiras edições dos dois dispositivos. O evento aconteceu na “Sala Luiz Roberto Claudino da Silva” (antiga Sala Osasco) no Paço Municipal, e contou com a presença do prefeito Rogério Lins, da primeira dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Aline Lins, de secretários, vereadores, do presidente da Ordem dos Emancipadores de Osasco, José Geraldo Setter, os homenageados e demais convidados.

Cultura 1

O prefeito Rogério Lins fez a entrega do certificado ao estudante Vinícius Lopes Ramos, representante da EMEF General Antônio Sampaio 

 

Cultura 3 Setto e Josias

José Geraldo Setter (à esquerda), presidente da Ordem dos Emancipadores de Osasco, foi um dos homenageados. Na foto com o vereador Josias da Juco

Em seu pronunciamento, o prefeito ressaltou “o espírito cívico do evento e sua importância no resgate da história da cidade”. O secretário da Cultura e idealizador do programa, Sebastião Bognar, por sua vez, falou da importância do programa e a sua finalidade, que é “resgatar valores e a história de Osasco e sua gente”. (Secretaria da Cultura - Texto: Samuel Sanches - Fotos: Ismael Francisco)m dos homenageados. Na foto com o vereador Josias da Juco

Com o pacar de 2 a 2, o Boca Juniors vai enfrentar o seu arquirrival River Plate na decisão
 
Jogando nesta quarta-feira, 31/10, no Allianz Parque, o Palmeira acabou empatando como o Boca Juniors e foi desclassicado nas semifinais da Copa Libertadores. O time paulista até que esteve perto de conseguir uma histórica virada sobre os argentinos, mas não saiu do empate por 2 a 2 e deu adeus à competição diante de mais de 40 mil torcedores. Agora, o Boca vai decidir o título contra o seu maior rival, também argentino: River Plate.que superou o Grêmio.
O carrasco do Palmeiras nestas semifinais tem nome: Benedetto. O atacante marcou dois gols no primeiro jogo, em Buenos Aires, e ontem, marcou novamente, na Arena do Palmeira. Nos dois jogos, Benedetto saiu do banco de reservas para desclassificar o time paulista.
 
Com a decisão do juiz federal Sergio Moro de aceitar o convite do presidente Jair Bolsonaro (PSL) para assumir o Ministério da Justiça, a juíza substituta Gabriela Hardt, da 13ª Vara Federal, de Curitiba, é que vai ficar responsável, pelo menos de forma provisória, por todos os processos do magistrado, que ficou conhecido por comandar a maior operação de combate à corrupção: a Lava Jato.
Hardt nasceu em Curitiba, mas foi registrada em São Mateus do Sul (cerca de 155 quilômetros da capital). Maratonista aquática, se formou em Direito pela Universidade Federal do Paraná depois de passar dois anos estudando engenharia química. Em 2007, prestou concurso para juíza e, em 2009, foi designada para a Justiça Federal Paranaguá, no litoral paranaense.
Apenas em 2014, depois de passar também para Umuarama, Hardt voltou para Curitiba, onde passou a atuar como substituta na 13ª Vara Federal e quando começou a acompanhar o trabalho de Moro.
Ao substituir o magistrado pela primeira vez, em 2015, a juíza determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do ex-ministro José Dirceu, acusado de receber R$ 4 milhões de construtoras envolvidas na Lava Jato. Em maio deste ano, foi Gabriela quem expediu um mandado de prisão contra Dirceu para ele começar a cumprir a pena de 30 anos, 9 meses e 10 dias a que foi condenado, já que Moro estava fora do país. (Jovem Pan)

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