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Segunda, 04 Fevereiro 2019 21:37

NOVO SENADO: Renan fugiu e Kátia sumiu

Já pensou essa mulher como 'vice-presidanta' da República?

 

Por Renato Ferreira - 

Com certeza, a barraqueira e desiquilibrada Kátia Abreu (PDT-TO), vice de Ciro Gomes, protagonizou na sexta-feira, 1°, uma das cenas mais grotescas e autoritárias da história do Senado, digna de um processo no Conselho de Ética.

Gritou, berrou, xingou, ameaçou e roubou pasta da Mesa. Tudo para eleger seu comparsa Renan Calheiros, ganhar um bom cargo na Mesa Diretora e ficar longe de investigações da Justiça.

Porém, as fraudes e o espetáculo dantesco da defensora de Lula, da Dilma e do PT, não deram certo.

Sentindo que sofreria uma derrota humilhante, Renan abandonou o barco e fugiu, deixando a fiel escudeira com cara de mulher traída.

Agora, sem nenhum cargo importante no Senado, o caminho do fujão e da barraqueira os leva em direção à Lava Jato.

Mais uma vitória do povo brasileiro. (Renato Ferreira)

Sexta, 01 Fevereiro 2019 10:21

PREVENÇÃO: Como está a sua barragem?

 

Por Renato Ferreira -

No Brasil, um dos maiores países em riquezas mineirais do planeta, rios, nascentes, usinas hidrelétricas e de grande extração mineral, pode-se dizer que todos os brasileiros têm uma barragem para chamar de sua. E, então, você sabe qual a situação dessa barragem aí, próximo à sua casa, na cidade, e também daquela, lá no interior, um pouco acima de sua chácara ou sítio, onde você reside ou passa os finais de semana com a família?

Cuidado! Comece a fiscalizar por conta própria, para não ser surpreendido como nossos irmãos lá de Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte, vítimas de mais um crime da Vale, uma das maiores mineradoras do mundo.

Barragem urbana

Existem barragens como reservatórios de água para abastecimento, de hidrelétricas e também as barragens de rejeitos minerais. E, sem dúvidas, as barragens de rejeitos são as de maiores riscos, justamente, por causa do lixo químico que ela abriga, além da lama tóxica que destrói o meio ambiente. Mas, todas carecem de atenção permanente para verificar a situação da construção e a manutenção necessária. No Brasil são de 20 mil barragens e muitas delas oferecem sério risco à população e ao meio ambiente.

Portanto, fique atento e fiscalize você mesmo a sua região, porque os bilionários empresários donos dessas barragens de rejeitos minerais, de onde eles tiram seus bilionários lucros, não fiscalizam. Nem eles e, muito menos, os políticos que elegemos para administrar o Brasil, os estados e as cidades.

Além de centenas de rompimentos menores que ocorrem em todas as regiões do Brasil, Minas nos deu um triste exemplo há três anos, quando a barragem do Fundão, da mineradora Samarco, sócia da Vale, rompeu em Mariana.

O crime ambiental de Mariana tirou a vida de 19 pessoas, além de causar a maior destruição ao meio ambiente do mundo. Ele acabou com a mata, nascentes, fauna e flora da Bacia do Rio Doce, um dos mais importantes para o abastecimento de água do país.

Tragédia em Brumadinho casa destruída

Mas, infelizmente, os responsáveis não aprenderam a lição de Mariana. A então presidente Dilma Rousseff (PT) fez vista grossa. O então governador de Minas, o também petista Fernando Pimentel foi omisso e cúmplice, pois, além de não exigir punições severas, ainda permitiu a operação em mina já desativada, como foi o caso dessa barragem da Vale, em Brumadinho. Até hoje ninguém foi condenado pelo crime de Mariana, como também as multas e indenizações não foram pagas.

Para enganar a população, a Vale passou a veicular a mensagem de "Mariana nunca mais", como se tivesse mudado a sua política de extração e destinação dos rejeitos minerais. Tudo mentira. A mineradora não fez nada diferente após Mariana e nem o governo de Pimentel exigiu mudanças.

O resultado dessa combinação de ação e omissão criminosas por parte de empresários e governantes não poderia ser outro, senão, mais um grave crime ambiental. E a vítima foi a cidade de Brumadinho.

O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, que assumiu o cargo em 2017, continua dando entrevistas, lamentando o "acidente", como se a sua empresa não fosse a principal culpada por esse crime hediondo, por centenas de assassinatos e mais uma devastação do meio ambiente. Já foram confirmadas 110 mortes e cerca de 240 pessoas continuam desaparecidas.

Durante entrevista nesta quinta-feira, 31, após reunião com a Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, prometendo doação e indenização às vítimas, Fabio Schvartsman se superou. Ele, que é engenheiro, disse que a sirene não soou antes do rompimento em Brumadinho, porque ela foi "engolfada" pelo rompimento rápido e inesperado. Seria melhor que esse senhor ficasse calado e parasse de afirmar tanta besteira.

Escrevo este artigo não com intuito de alarmas, mas, sim, com o objetivo de as pessoas se mobilizem cada vez no sentido de cobrar das autoridades as fiscalização dessas barragens.

E essa fiscalização deve ser muito rigorosa, pois, além da deterioração da obra, ou de um abalo sísmico, pode ainda ocorrer atém mesmo uma sabotagem, como ocorrem os incêndios criminosos. Nesse caso, a empresa não pode ser responsabilizada, porém, é uma hipótese que os empresários não podem descartar e têm que investir para prevenir qualquer tipo de ataque.

Então, meu amigo, se você mora em algum bairro, ou tem chácara próximo à alguma barragem, tome cuidado e procure saber como está essa construção, que gera lucros a empresários criminosos e que a qualquer momento pode romper e destruir tudo que encontrar pela frente. (Renato Ferreira)

Opositores do alagoano lutam pelo voto aberto. Na Câmara dos Deputados, o favorito Rodrigo Maia é mais alinhado às propostas do Governo.

Renato Ferreira - 

Nesta sexta-feira, 01/02, os senadores e deputados eleitos em 2018 vão escolher os novos presidentes das duas Casas Legislativas. No Senado, Renan Calheiros (MDB-AL) é um nome que aparece forte, apesar de dividir a própria bancada de seu partido. Já na Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) aparece como favorito.

Armadilha para o Governo

Apesar de ser um nome forte para voltar a presidir o Senado, Renan Calheiros ainda não é uma unanimidade. Ele divide, inclusive, o seu próprio partido, o MDB, A senadora Simone Tebet (MDB-MS) pleiteia ser a candidata do partido, cuja decisão sairá na tarde desta quinta-feira, 31.

Outros partidos também não querem nem pensar na volta de Renan ao comando da Casa. É o caso do PSDB e do Podemos que, inclusive, fazem campanha pelo voto aberto, o que dificultaria em muito a eleição do senador alagoano pelo Plenário.

Para o Governo Bolsonaro, que optou não lançar candidato, com certeza, a eleição de Renan será uma armadilha para os planos do Planalto. Segundo comentários dos bastidores políticos, Renan Calheiros pretende se apresentar amanhã com uma nova roupagem aos seus colegas. Seria uma roupagem mais próxima de um governista.

Mas, tudo não passa de um lobo em pele de cordeiro. Renan foi oposição ferrenha à candidatura de Jair Bolsonaro. Durante a campanha, ele se aproximou ainda mais do PT, fez campanha pelo "Lula livre", pediu votos para Haddad, e fez de tudo para se reeleger senador por Alagoas, como também para a reeleição de seu filho, Renan Calheiros Filho, como governador.

Portanto, Renan Calheiros não tem nenhum compromisso com o Brasil, a não ser com Alagoas. E muito menos com as reformas propostas pelo Governo Bolsonaro. Sua eleição como presidente do Senado será uma grande armadilha para o Presidente da República, que dependerá do Senado para aprovar as principais reformas, como a Trabalhista e da Previdência.

E essa posição de Renan não será somente com relação às reformas. Como foi adversário de Bolsonaro, uma vez na presidência do Senado, Renan Calheiros poderá dificultar todos os projetos do Planalto para inviabilizar o governo de Jair Bolsonaro.

Além ter feito campanha contra Bolsonaro, Renan Calheiros é inimigo declarado do Ministro da Justiça, Sérgio Moro, ex-juiz federal comandante da Operação Lava Jato. O senador alagoano responde a 18 processos na Justiça e já virou réu vários deles.

Então, diante desse quadro, os bolsonaristas, se quiserem, terão outras opções para evitar a eleição de Renan Calheiros. Além de Simone Tebet, caso vença o Renan dentro do MDB, há outras candidaturas, como de Tasso Jereissati (PSDB-CE), Esperidião Amin (PP-SC), estado onde Bolsonaro obteve uma das maiores votações, de Álvaro Dias (Podemos), e também de novatos, como a do Major (PSL-SP) e de Reguffe (sem partido-DF).

Presidente da Câmara

Rodrigo Maia

O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) é o candidato favorio para a Presidência da Câmara

Assim como no Senado, o governo Bolsonaro vai depender muio também do próximo presidente da Câmara dos Deputados. Lá, o atual presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) aparece como favorito. Maia já conquistou o apoio de 13 siglas, que contam com 293 deputados. Para vencer no 1º turno, é necessário obter maioria absoluta (257 votos). Caso contrário, a disputa vai para o 2º turno entre os dois candidatos mais bem votados.

Diferente do Senado, onde a eleição de Renan Calheiros é vista como muito prejudicial aos interesses do Planalto, na Câmara, a possível reeleição de Rodrigo Maia configura-se mais alinhada com o governo. Pois, se o Renan fez campanha aberta pelo petista Fernando Haddad, alinhando-se a toda ala emedebista do Nordeste, Rodrigo Maia e o DEM apoiaram a candidatura de Bolsonaro. (Renato Ferreira)

 

A assessoria do Palácio do Planalto informou que o presidente Jair Bolsonaro retomou o exercício da Presidência da República às 7h desta quarta-feira, 30/01. Segundo a agenda oficial divulgada à imprensa, ele não recebe autoridades hoje, apenas fará despachos com assessores.

O presidente se recupera, no Hospital Albert Einstein, da cirurgia realizada na segunda-feira (28), que durou sete horas e reconstruiu o seu trânsito intestinal. Bolsonaro está internado numa Unidade de Terapia Intensiva (UTI) especial, com direito à privacidade e presença da família.

A assessoria do Planalto informou que não há previsão de quando Bolsonaro poderá se encontrar com ministros e autoridades. A previsão é que ele permaneça por 10 dias em recuperação.

Gabinete provisório

Bolsonaro gabinete improvisado

De acordo com informações do porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, ao lado do quarto onde o presidente estará em recuperação o Gabinete de Segurança Institucional organizou um espaço, com equipamentos e estrutura técnica, que permitirá a ele orientar seus ministros e conceder audiências. (Agência Brasil)

Segundo o presidente Ribamar Silva, sua gestão será marcada pela legalidade, transparência e respeito à imprensa

Com o objetivo de estreitar cada vez mais o relacionamento com os jornalistas, na manhã desta quarta-feira, 30/01, o presidente da Câmara Municipal de Osasco, Ribamar Silva (PRP), concedeu entrevista à imprensa local e regional. O encontro com a imprensa, realizado a poucos dias do reinício dos trabalhos legislativos, contou com a presença de todos os membros da Mesa Diretora, eleita para biênio 2019/2020.

Coletiva Câmara Osasco 3

Cerca de 60 jornalistas da região participaram da coletiva, ocasião em que Ribamar Silva apresentou as diretrizes para sua gestão à frente do Legislativo osasquense. Ele destacou que será uma gestão legalista, compartilhada e com foco principal na transparência de todos os atos do Legislativo.

Fak news
Durante o encontro, os vereadores ouviram também as sugestões da imprensa que visam o aperfeiçoamento dos trabalhos legislativos na área da comunicação e do relacionamento com os veículos de comunicação. Dentre essas sugestões, destacamos a criação de uma agência de notícias da própria Câmara, sugerida por Néo Correia, e de um programa que a AmeCom (Associação Metropolitana de Comunicação) pretende criar para combater as notícias falsas (fake news), proposta feita por Euds Ricardo Consoli Polito, presidente da AmeCom. Segundo os vereadores, todas as sugestões serão estudadas com total atenção pela Casa.

“Vamos buscar, com afinco, fazer uma gestão de compartilhamento com os vereadores e com a imprensa, responsável por levar os nossos atos ao conhecimento da população. Temos muito respeito pela imprensa que será tratada com respeito em nossa gestão. Vamos procurar trabalhar sempre em harmonia, porque assim quem ganha é o povo de Osasco", disse Ribamar Silva.

Coletiva Câmara Osasco 4

O Vice-Presidente da Casa, Vereador Alex Sá (PDT), também destacou a importância da transparência nos trabalhos legislativos. “O que vamos buscar é exercer um trabalho em harmonia com a imprensa a fim de que ela possa levar ao público a realidade do que acontece na Casa, com clareza de todos os atos dos vereadores", afirmou Alex.

Comissão de Ética
Como já havia afirmado logo após ser eleito como Presidente, Ribamar Silva reafirmou que um dos primeiros projetos da Casa será a implantação da Comissão de Ética da Câmara, o que reforçará ainda mais o processo de transparência ao trabalho dos parlamentares.

Segundo o Presidente, já tramita na Casa um projeto de resolução sobre o tema, "A nossa expectativa é de que esse projeto seja aprovado já nos primeiros dias de nossa gestão", afirmou Ribamar. Durante a coletiva, os vereadores disseram também que a Câmara vai providenciar um credenciamento dos jornalistas para facilitar o acesso dos mesmos às dependências do Legislativo.

Além do Presidente Ribamar Silva, participaram da coletiva os seguintes vereadores: Alex Sá (vice-Presidente); Toniolo (2º Vice-Presidente); Daniel Matias (1º Secretário); Lúcia da Saúde (2ª Secretária); e Jair Assaf (3º Secretário), e também Ni da Pizzaria, Dra. Régia, Ralfi Silva, Ana Paula Rossi, Tinha Di Ferreira e Josias da JUCO.

 

Por Alessandro Belcorso - 

Na manhã desta terça feira, 29/01, o secretário de Comunicação de Santana de Parnaíba - Max Santana - recepcionou alguns membros da AMECOM (Associação Metropolitana de Comunicação), em seu gabinete. Participaram da reunião: Euds Ricardo (Rede ConecTV), Armando Gonçalves (Jornal Fenix), Alessandro Belcorso (Portal Oeste Paulista), Zequinha  (Jornal Conexão Oeste) e Guedes (Jornal Opção).

Dentre vários temas, foi discutido as mudanças que estão ocorrendo com a comunicação no geral, e a transformação dos veículos impressos para as mídias digitais, que terão total apoio nas novas campanhas.

No quesito credibilidade, Max ressaltou a importância do trabalho que a AmeCom vem desenvolvendo perante as prefeituras, o que facilita uma conversação com os veículos. Ele ainda acrescentou "criem uma chancela, um selo , assim as SECOM´s já saberão quem são os veículos que podemos contar".

Sobre as FAKENEWS , ele ressaltou que a imprensa pode combater, e ainda mostrar ao poder público onde estão os problemas, mas quando for fake, bater pesado para tirar esta chancela e quando for verdadeiro, demostrar o problema e a solução adotada.

Quando tocamos no assunto do concurso público para jornalistas, fotógrafos, webdesigner, ele gostou da ideia e disse pensar com carinho sobre o assunto, Já que toda vez que muda o governo, as coisas se perdem nos departamentos, e se a comunicação tiver profissionais efetivos, não terão mais estes problemas.

Dentre vários outros assuntos abordados nesta reunião, alguns serão analisados e em breve deveremos ter novidades, uma vez que foi dado o pontapé inicial para as parceria entre SECOM e a AMECOM. (Alessandro Belcorso -Portal Oeste Paulista)

 

Terminou com êxito por volta das 15h30 desta segunda-feira, 28/01, a cirurgia de retirada da bolsa de colostomia e reconstrução do trânsito intestinal do presidente Jair Bolsonaro, no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. A informação foi dada pela assessoria de imprensa da Presidência da República.

Um boletim médico sobre o procedimento cirúrgico será divulgado tão logo seja autorizado pela equipe médica. Dentro de poucos minutos, haverá entrevista coletiva à imprensa com o porta-voz da Presidência da República, general Rêgo Barros, no Hospital Albert Einstein.

Bolsonaro deu entrada no hospital ontem (27) e a cirurgia começou logo de manhã.

Atentado
No dia 6 de setembro do ano passado, ao participar de um ato de campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais, o então candidato à Presidência da República foi esfaqueado por Adélio Bispo de Oliveira. Com lesões nos intestinos delgado e grosso, Bolsonaro foi operado na Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora e passou a usar uma bolsa de colostomia temporária. Transferido para São Paulo, ele foi novamente operado no dia 12 de setembro no Hospital Albert Einstein e ficou internado at éo dia 29, quando recebeu alta.

Passadas 48 horas da cirurgia, Bolsonaro voltará ao trabalho, ainda no hospital, onde deve ficar 10 dias em recuperação. O hospital organizou um espaço para o presidente despachar. (Agência Brasil).

Além de pessoal, Israel envia também equipamentos capazes de rastrear sobreviventes e corpos em locais atingidos pela lama da barragem. A ajuda foi acertada entre o Presidente Jair Bolsonaro e o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

 

Decolou neste domingo, 27/01, uma missão com 130 integrantes das Forças de Defesa de Israel que vão ajudar no resgate das vítimas da tragédia em Brumadinho (MG).

O avião fretado da companhia israelense El Al deixou Tel Aviv por volta das 6h30 (horário brasileiro de verão) e o pouso em Confins está previsto para acontecer por volta das 21h30.

As equipes vão levar equipamentos de ponta para tentar localizar sobreviventes e corpos soterrados pela lama da barragem da mineradora Vale que se rompeu na última sexta-feira (25).

Antes do embarque, as Forças de Defesa de Israel postaram no Twitter uma foto do grupo que viaja ao Brasil, com a frase: "salvar vidas não é sobre o quão longa é a distância, é sobre o quão longe você está disposto a ir".

A delegação é composta por soldados, oficiais, engenheiros, médicos e especialistas da unidade submarina da Marinha israelense. Também viaja o embaixador de Israel para o Brasil, Yossi Sheli.

"Vai ser um desafio como nenhum outro e estamos prontos para atender", declarou o comandante do grupo, coronel Golan Vach.

O presidente Jair Bolsonaro e o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, negociaram o envio do apoio da equipe especializada.

No Twitter, Netanyahu, que esteve na posse de Bolsonaro, disse ter falado com o presidente para sugerir "que Israel envie assistência imediata para o local do desastre e ajude na busca dos desaparecidos".

Estreia
A missão israelense ao Brasil é a primeira desde que o grupo foi certificado, em novembro, pelo INSARG (Grupo Consultor Internacional de Busca e Resgate), composto também por grupamentos da Bielorrússia, Alemanha, Islândia, Rússia, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

No entanto, a imprensa local lembra que Israel já enviou ajuda em grandes catástrofes, como os terremotos no Nepal, em 2015, e no México, em 2017. (R7)


Decolou neste domingo, 27/01, uma missão com 130 integrantes das Forças de Defesa de Israel que vão ajudar no resgate das vítimas da tragédia em Brumadinho (MG).

O avião fretado da companhia israelense El Al deixou Tel Aviv por volta das 6h30 (horário brasileiro de verão) e o pouso em Confins está previsto para acontecer por volta das 21h30.

As equipes vão levar equipamentos de ponta para tentar localizar sobreviventes e corpos soterrados pela lama da barragem da mineradora Vale que se rompeu na última sexta-feira (25).

Antes do embarque, as Forças de Defesa de Israel postaram no Twitter uma foto do grupo que viaja ao Brasil, com a frase: "salvar vidas não é sobre o quão longa é a distância, é sobre o quão longe você está disposto a ir".

A delegação é composta por soldados, oficiais, engenheiros, médicos e especialistas da unidade submarina da Marinha israelense. Também viaja o embaixador de Israel para o Brasil, Yossi Sheli.

"Vai ser um desafio como nenhum outro e estamos prontos para atender", declarou o comandante do grupo, coronel Golan Vach.

O presidente Jair Bolsonaro e o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, negociaram o envio do apoio da equipe especializada.

No Twitter, Netanyahu, que esteve na posse de Bolsonaro, disse ter falado com o presidente para sugerir "que Israel envie assistência imediata para o local do desastre e ajude na busca dos desaparecidos".

Estreia
A missão israelense ao Brasil é a primeira desde que o grupo foi certificado, em novembro, pelo INSARG (Grupo Consultor Internacional de Busca e Resgate), composto também por grupamentos da Bielorrússia, Alemanha, Islândia, Rússia, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

No entanto, a imprensa local lembra que Israel já enviou ajuda em grandes catástrofes, como os terremotos no Nepal, em 2015, e no México, em 2017. (R7)

Ontem, a Justiça de Minas já havia bloqueado R$ 1 bilhão e, hoje, o Ibama multou a mineradora em R$ 250 milhões. As investigações criminais também já foram iniciadas.

Diferentemente da tragédia de Mariana, há três anos, quando houve também o rompimento de uma de suas barragens, e as autoridades do Executivo fizeram vista grossa, desta vez tudo indica que a Vale pagará caro por mais esse crime ambiental causado pelo rompimento de outra barragem, na cidade de Brumadinho.

Tanto o Presidente Jair Bolsonaro, como o governador de Minas, Romeu Zema, que sobrevoaram as áreas atingidas pelo rio de lama, já afirmaram que serão rigorosos nas investigações para apurar as responsabilidades por mais essa tragédia que poderia ter sido evitada. Bolsonaro e Zema determinaram desde ontem comitês de crise e força tarefa para o atendimento às vítimas e famílias desabrigadas.

Bloqueio de R$ 5 bi

O procurador-geral do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Antônio Sérgio Tonet, disse neste sábado, 26, que o órgão protocolou uma ação cautelar contra a mineradora Vale na comarca de Brumadinho. No documento encaminhado à Justiça, é pedido o bloqueio de R$ 5 bilhões, para "despesas ambientais" após o rompimento da barragem.

“Essa primeira cautelar – nós estamos trabalhando com outras cautelares ainda hoje – pede bloqueio de R$ 5 bilhões para despesas ambientais. Há um trabalho intenso também da Promotoria de Diretos Humanos em conjunto com a Defensoria Pública na questão humanitária, na questão da indenização mais célere possível das vítimas atingidas”, disse Tonet. A Justiça já aceitou o pedito do MP para bloquear os R$ 5 bilhões da Vale

O rompimento da barragem foi no início da tarde de sexta. Até o início da tarde deste sábado, havia 14 mortes confirmadas pelos bombeiros e mais de 300 desaparecidos.

Segundo o procurador-geral de Minas, a barragem que se rompeu já era investigada pelo órgão. Ele que a apuração era preventiva e, em novembro do ano passado, a mineradora apresentou uma petição, em que atestava a segurança da estrutura.

Tonet disse ainda que neste momento, a investigação criminal ficará a cargo da Polícia Civil. Questionado se o Ministério Público poderia pedir a prisão de algum envolvido no desastre, ele afirmou que, caso algum suspeito esteja impedindo a investigação ou haja risco de fuga, por exemplo, o órgão poderá, sim, tomar esta medida.

R$ 1 bilhão já bloqueados

Em outro pedido, a Justiça de Minas Gerais determinou, no fim da noite de sexta-feira, 25, o bloqueio de R$ 1 bilhão em contas da Vale, após o rompimento da barragem da mineradora em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Segundo decisão liminar do juiz Renan Chaves Carreira Machado, o bloqueio atende a um pedido do governo do estado de MG para "imediato e efetivo amparo às vítimas e redução das consequências" do desastre.

O valor bloqueado deve ser transferido para uma conta judicial. Entre outras medidas, a mineradora também fica obrigada a apresentar um relatório sobre as medidas já tomadas de ajuda às vítimas em até 48 horas.

Ibama multa Vale em R$ 250 milhões

A Vale recebeu uma multa no valor de R$ 250 milhões do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) devido ao rompimento da barragem da companhia em Brumadinho (MG). Segundo o órgão, os danos ao meio ambiente resultaram – até o momento – em cinco autos de infração de R$ 50 milhões cada. Esse é o máximo previsto na Lei de Crimes Ambientais.

Foram aplicados os seguintes artigos: causar poluição que possa resultar em danos à saúde humana; tornar área urbana ou rural imprópria para a ocupação humana; causar poluição hídrica que torne necessária a interrupção do abastecimento de água; provocar, pela emissão de efluentes ou carregamento de materiais, o perecimento de espécimes da biodiversidade; e lançar rejeitos de mineração em recursos hídricos.

“O Ibama enviou equipes da coordenação de Emergências Ambientais para o local imediatamente após o primeiro alerta de rompimento. Agentes monitoram o avanço dos rejeitos, avaliam os danos ambientais e atuam na busca por desaparecidos e no resgate de pessoas e animais que ficaram isolados em razão do desastre”, disse o Ibama, em nota divulgada na tarde deste sábado, 26. (Fontes: G1 e Jovem Pan)

A barragem 1 da Mina Feijão se rompeu em Brumadinho e um rio de lama desceu destruindo casas e o meio ambiente, na mais triste repetição de um filme já conhecido. Já foram identificadas ao menos 7 pessoas mortas e cerca de 200 estão desaparecidas.

Por Renato Ferreira

Até quando a impunidade e a irresponsabilidade de nossas autoridades continuarão levando à morte pessoas inocentes? Verdadeiros assassinatos coletivos causados pela ganância de empresários assassinos e pela conivência de autoridades que deveriam fiscalizar a ação devastadora dessas mineradoras no Brasil?

Tragédia em Brumadinho rio de lama e bombeiro

Nesta sexta-feira, 25, depois de três anos da maior tragédia ambiental do país, que aconteceu na cidade de Mariana, outra tragédia ocorreu em Minas Gerais, com o rompimento da barragem de outra mineradora também da Vale. Desta vez foi na cidade de Brumadinho, região Metropolitana de Belo Horizonte.

Outra tragédia que também poderia ter sido evitada, caso o Brasil fosse um país sério, onde houvesse fiscalização pelos órgãos públicos responsáveis e punição severa para os empresários assassinos que comandam essas mineradoras.

Há três anos
Além da morte de 20 pessoas - 19 identificadas e uma ainda desaparecida - a tragédia de Mariana causou maiores danos ao meio ambiente, contaminando rios e córregos, principalmente, o Rio Doce, de Minas ao Espírito Santo, além de total destruição da flora e da fauna em toda a região. Mas, parece que a maior tragédia ambiental do país não serviu como lição para evitar outras tragédias.

Novo governo e novas medidas
Lamentamos pelas vítimas de Brumadinho, e parece que desta vez o desfecho desta tragédia em termos de apuração e punição dos culpados serão diferentes. É o que esperamos. No caso de Mariana, a então presidente da República, Dilma Rousseff (PT), custou a entrar no caso. Demorou para se pronunciar e quando o fez chegou a minimizar a culpa dos donos da Vale como também das outras mineradoras que atuavam na mesma mina.

Da mesma forma, o então governador do Estado, Fernando Pimentel (PT), que fez uma péssima administração, tanto que não foi reeleito em 2018, nada fez no sentido de exigir, como chefe do Poder Executivo, rigorosa investigação sobre o caso e punição exemplar para os culpados. Resultado desse desinteresse do Executivo: até hoje nenhum dos responsáveis foi punido e as indenizações ainda não foram pagas aos milhares de desabrigados. Enquanto, isso o meio ambiente foi devastado.

Bolsonaro toma providências

Tragédia em Brumadinho Bolsonaro

Falando em rede nacional, o Presidente Bolsonaro determinou providências imediatas do governo Federal para ajudar o governo de Minas e as vítimas de Brumadinho

Hoje, no entanto, diferente da ex-presidente petista, o Presidente Jair Bolsonaro veio a público de imediato para lamentar a tragédia, como também tomou providências urgentes no sentido de mobilizar o governo Federal para atender às vítimas de Brumadinho. O Palácio do Planalto determinou a implantação de um comitê de crise para acompanhar o caso, juntamente com a força tarefa montada pelo governo de Minas.

Bolsonaro ressaltou também que se trata de uma tragédia que poderia ter sido evitada e que o governo Federal será rigoroso na apuração das responsabilidades sobre o rompimento dessa barragem da Vale.

É claro que as primeiras responsabilidades sobre o rompimento de uma barragem não pode ser jogada sobre o governo do Estado ou do governo Federal, Mas, eles são os responsáveis por cobrar dos órgãos competentes o rigor na fiscalização dessas construções. A falta de manutenção fica evidente nessas tragédias, que jamais podem ser consideradas como tragédias naturais.

A Vale é uma das maiores empresas do mundo e a maior mineradora do planeta. Só em 2017, a empresa brasileira teve um lucro de R$ 17 bilhões. Com certeza, com todo esse potencial financeiro, a empresa teria condições de cuidar melhor de suas barragens, não é mesmo? O rejeitos minerais e demais produtos químicos da barragem de Brumadinho atingiram o Rio Paraopeba e, segundo os especialistas, esses dejetos minerais poderão atingir também as águas do Rio São Francisco, o maior rio de integração nacional, causando uma tragédia ambiental sem precedentes. 

Tragédia em Brumadinho bombeiro

Durante a tragédia, um Bombeiro abraça um dos sobreviventes em Brumadinho

Hoje, durante uma entrevista à imprensa, o presidente da Vale chegou a causar indignação ao se referir à tragédia. Fábio Schvartsman disse reconhecer que o número de vítimas pode ser muito grande e que desconhece as causas do rompimento da barragem. Como assim? As causas são a falta de manutenção e a responsabilidade dos senhores em verificar diariamente as condições da construção.

Esperamos também que desta vez o novo governador de Minas, Romeu Zema, possa agir diferentemente do petista Pimentel e exigir rigorosas fiscalizações nas demais mineradores do Estado. Essas barragens existem em outras regiões do País, mas, é em Minas onde está a maioria dessas barragens, que abrigam dejetos de minérios de ferro e de outros produtos químicos.

Infelizmente, o Brasil se tornou no país da impunidade. Nossas autoridades se acostumaram apenas a lamentar depois das tragédias, como incêndios em boates e em prédios ocupados, deslizamento de terra em locais de risco, enchentes ou desabamento de pontes e viadutos. Logo após às tragédias há uma natural comoção popular e uma corrida das autoridades em fiscalizar, mas, tudo passa muito rapidamente e as fiscalizações só voltam acontecer depois de nova tragédia.

Mas, agora, com novo governo e novas mentalidades em termos de administração pública, esperamos que esse lamentável quadro mude no Brasil. Não podemos esperar por novas boates incendiadas, novos desabamentos de pontes e novos rompimentos de barragens de mineradoras, com centenas e milhares de mortes e destruição do meio ambiente, para se fazer as fiscalizações e as manutenções necessárias. Minas sangra em mais um mar de lama causado por uma mineradora assassina (Renato Ferreira)

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