Quinta, 14 Novembro 2019 | Login
Outras favoritas, como Praia Clube, Sesc-RJ e Minas também venceram na primeira rodada da Superliga.
 
A primeira rodada da Superliga Feminina de Vôlei 2019/20 foi realizada nesta terça-feira, 12/11, com todos os times da competição em quadra. E as duas equipes da região Oeste da Grande São Paulo - São Paulo/Barueri e Osasco/Audax - estrearam com o pé direito na competição.
São Paulo 3 X 0 Fluminense
São Paulo Barueri
No primeiro jogo da noite, o São Paulo/Barueri, atual campeão Paulista, comprovou a boa fase do time e venceu o Fluminense pelo placar de 3 sets a 0, com parciais de 27/25, 25/ 20, 25/18, no Ginásio José Correa. Na semana passada, o Tricolor conquistou o seu primeiro título paulista ao vencer as duas partidas finais contra o Osasco/Audax.
Com excelentes atuações do trio de atacantes formado por Lorenne, Tainara e Maira, a jovem equipe de Barueri, sob o comando de José Roberto Guimarães, só encontrou mais dificuldades para virar o placar no primeiro set. Porém, após ganhar a parcial, as meninas de Barueri controlaram a partida até o final do terceiro set.
O próximo compromisso do time de Barueri será contra o maior rival do Flu, o Flamengo. O jogo acontece nesta sexta-feira, 15, às 20h (horário de Brasília), no Rio de Janeiro.
Osasco 3 X 0 São Caetano
Osasco Audax
Outro time da Grande São Paulo, o Osasco/Audax, também não encontrou dificuldades na estreia da Superliga. Jogando no Ginásio José Liberatti, as osasqueses venceram o São Caetano por 3 a 0, com parciais de 25/17; 25/19 e 25/17.
O destaque da partida foi a experiente ponteiraJaqueline, eleita pela comissão técnica a melhor do jogo. Jaqueline voltou a jogar pela Superliga após ficar de fora da competição na temporada passada.
Neste sábado, 16, às 19h, o Osasco encara o Pinheiros, com transmissão da TV Cultura.
Outros resultados
Valinhos 0 X 3 Praia Clube
A primeira rodada da Superliga registrou também vitórias para outrs três equipes favoritas ao título. O Praia Clube, de Uberlândia,atual vice-campeão, não teve muito trabalho para bater o Valinhos, no interior de São Paulo. O resultado final foi de 3 a 0 com parciais de 16/ 25; 21/25 e 15/25. O destaque do time mineiro foi a ponteira Pri Daroit, maior pontuadora do confronto com 17 pontos.
Curitiba 0 X 3 Sesc-RJ
Outro favorito da competição que venceu na primeira rodada sem perder sets foi o Sesc-RJ, sob o comando de Bernadinho. Sem poder contar com Tandara, com uma lesão no abdômen, o time carioca começou bem a Superliga e venceu o Vôlei Curitiba, fora de casa. A vitória foi de 3 a 0, com parciais de 25/27; 16/25 e 19/25.
Flamengo 0 X 3 Minas
Por sua vez, o atual campeão da Superliga Feminina, o Camponesa Minas foi até o Rio de Janeiro onde venceu o Flamengo na estreia da competição. Com o placar de 3 sets a 0, a equipe mineira contou com o retorno da oposta Sheilla, que atuou em boa parte do jogo. O placar final foi de 3 a 0 com parciais de 22/25; 21/25 e 30/32.
Pinheiros 3 X 2 Sesi/Bauru
E fechando a primeira rodada, o Pinheiros venceu o forte Sesi/Bauru, em casa. Os dois times protagonizaram uma grande partida e, no final, deu Pinheiros por 3 a 2, com parciais de 25/22; 26/24; 23/25; 17/25 e 15/10. (Fonte: G1)
Chefes de Estado Grupo, formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, estão reunidos em Brasília. Agenda prevê discussão sobre temas como Venezuela, Bolívia, protestos em Hong Kong e mudanças climáticas.
O presidente Jair Bolsonaro recebeu nesta quarta-feira, 13/11, em Brasília, os chefes de Estado dos quatro países que fazem parte do Brics, ao lado do Brasil, para mais uma reunião anual do grupo. Além do Brasil, formam o Brics, a Rússia, Índia, China e África do Sul. r
A programação da 11ª Cúpula do Brics vai até esta quinta, 14, no Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores.
Na pauta da cúpula então temas como futuro do bloco, crise na Venezuela, crise na Bolívia, série de protestos em Hong Kong e na Caxemira, além das mudanças climáticas.
Bolsonaro também terá reuniões separadas com cada chefe de Estado ou de governo do bloco.
Além do Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, participam do encontro do Brics: Vladimir Putin, presidente da Rússia; Narendra Modi, primeiro-ministro da Índia; Xi Jinping, presidente da China; e Cyril Ramaphosa, presidente da África do Sul.
Presidência brasileira
O Brasil está na presidência rotativa dos Brics em 2019 e, segundo o Itamaraty, busca deixar a marca de "pragmatismo" no mandato. Passados mais de dez meses, no entanto, os "resultados concretos e perceptíveis como úteis à sociedade" são considerados tímidos por integrantes do governo.
Os maiores avanços foram em temas de saúde. Desde janeiro, os cinco países lançaram as bases para uma rede de bancos de leite humano – tema no qual o Brasil é referência mundial. Também há esforços para a pesquisa integrada de diagnósticos e medicamentos de combate à tuberculose.
"O Brics responde por metade dos casos de tuberculose do mundo, até pelo tamanho das populações", afirmou o secretário de Política Externa Comercial e Econômica do Itamaraty, Norberto Moretti.
Em outras áreas definidas como prioritárias pelo Brasil, como o combate ao terrorismo e o fomento à inovação, o mandato deve terminar sem avanços palpáveis. Em 2020, a presidência do Brics será exercida pela Rússia. (Fonte: G1)
 
Nesta terça-feira, o presidente da Repúlcia reuniu parte da bancada no Palácio do Planalto e anunciou sua saída da da legenda.
O presidente da República, Jair Bolsonaro anunciou, nesta terça-feira, 12/11, que não fará mais parte do PSL. A decisão do chefe do Executivo foi confirmada em reunião com a bancada do partido, no Palácio do Planalto. Seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) já pediu oficialmente a desfiliação da legenda.
A troca por uma sigla já existente seria outra opção para Bolsonaro – uma vez que presidentes, além de senadores, não são enquadrados nas regras de fidelidade partidária. Contudo, parlamentares confirmaram que ele pretende levar em frente a criação da legenda “Aliança pelo Brasil”. Inclusive, a primeira convenção do novo partido já está programada para a manhã do dia 21 de novembro, no Royal Tulip Brasília.
A opção escolhida por Jair Bolsonaro dá a ele a oportunidade de atrair não apenas a ala do PSL que já está alinhada a ele, mas também trazer políticos de outros partidos, como Novo, DEM e PL, que até agora votaram com o governo nas pautas econômicas.
“Abrindo o novo partido, abre-se uma justa causa para que, não só os deputados do PSL saiam, mas qualquer outro deputado de qualquer outro partido. E a gente já sabe de outros deputados, de outros partidos, que querem vir também para o Aliança pelo Brasil”, explicou a deputada Carla Zambelli (PSL-SP).
 
Após a reunião, Bolsonaro postou nas redes sociais.
Aliança pelo Brasil logo
Logo do novo partido do Presidente foi apresentada hoje, à tarde, pelo deputado Federal, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)
"Hoje, anunciei minha saída do PSL e o início da criação de um novo partido: "Aliança pelo Brasil".
"Agradeço a todos que colaboraram comigo no PSL e que foram parceiros nas eleições de 2018", disse o Presidente. (Fonte: Metrópoles)

 

O câncer de próstata é o tumor que afeta a próstata, glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que liga a bexiga ao orifício externo do pênis.

Trata-se do tipo de câncer mais frequente entre os homens, depois do tumor de pele que, no entanto, se for diagnosticado a tempo, pode evitar complicações e muitas mortes.

Embora seja uma doença comum, por medo ou por desconhecimento muitos homens preferem não conversar sobre esse assunto.

Felizmente, a cada ano, o Novembro Azul tem ajudado a derrubar esse tabu. Hoje, os homens falam mais descontraídos sobre a doença, prevenção e cura.

Eu, jornalista Renato Ferreira, fui atrás, fiz exames, inclusive, o de toque, e gostei. Calma, amigos, gostei só do resultado dos exames. (rs). Graças a Deus, tudo normal.

Portanto, amigo, principalmente, você que já tem mais de 45 anos, afaste o preconceito, o medo e a vergonha, procure um médico e previna-se.

Sua a saúde é muito importante para você e sua família! (Renato Ferreira)

Vice-presidente, Álvaro García Linera, também deixou o cargo. Há informações de que Macri proibiu a entrada de Morales na Argentina.
Depois de vários dias de protestos e de uma escalada nas tensões contra a sua reeleição, neste domingo, 10/11, Evo Morales renunciou à presidência da Bolívia. O anúncio foi feito em rede nacional, pela televisão. Junto com Morales, o vice-presidente, Álvaro García Linera, também deixou o cargo.
Mais cedo, Evo Morales havia dito que convocaria novas eleições, após a Organização dos Estados Americanos, OEA, divulgar que as eleições de 20 de outubro haviam sido fraudadas. Nessas eleições, o segundo colocado foi Carlos Mesa.
Ainda não está claro como vão acontecer as novas eleições na Bolívia e nem se Evo será será candidato novamente. Opositores comemoraram a renúncia.
Pouco antes da renúncia, os chefes das Forças Armadas e da Polícia, além da oposição, haviam pedido que Evo Morales deixasse o cargo para "pacificar" o país.
Nas últimas horas, ao menos três ministros também entregaram seus cargos.
Desde que Evo ganhou, a oposição tem ido às ruas em protestos. A polícia parou de reprimir as manifestações, e houve motins em quartéis do país
Apoio do PT
A renúncia de Evo Morales significa também uma derrota para o Partido dos Trabalhadores, que festeja a liberdade provisória do ex-presidente Lula, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.
Neste domingo, a a Executiva Nacional do partido divulgou uma nota declarando apoio à decisão de Morales em convocar novas eleições. O PT também comentou, no documento, que o resultado do primeiro turno foi questionado pela oposição, auditado pela Organização dos Estados Americanos (OEA), mas foi alvo de pedido de renúncia pela oposição. "Aliás, atualmente este movimento sequer é dirigido pelo segundo colocado e sim por forças da extrema direita que, a exemplo de outras situações na América Latina, almejam promover um golpe de Estado na Bolívia", cita a nota.
O Partido escreveu ainda que o não reconhecimento do resultado eleitoral, independentemente de haver auditoria ou não, é uma "tentativa da direita de assaltar o poder para retornar o neoliberalismo" na Bolívia. "Repudiamos com veemência a atitude antidemocrática e violenta da direita, a ingerência externa e a omissão de parcelas das forças policiais em proteger as autoridades e o patrimônio público e cumprir seu papel para assegurar sua integridade física, bem como a das organizações sociais e da população que reivindica o respeito à normalidade democrática", afirma a nota do PT. (Fonte: G1 e Agências de Notícia)
Proibido de entrar na Argentina
Ao contrário das últimas notícias da imprensa brasileira dando conta de que Evo Morales teria deixado a Bolívia em direção à Argentina, conforme publicou o jornal El Clarin, conversamos agora, há pouco, com um amiga boliviana que mora em Cochabamba, e ela disse que Morales ainda se encontra na Bolívia, porque o presidente Macri teria proibido a sua entrada em solo argentino.
"Morales está en el Chapare, no puede ir a la Argentina. El Presidente Macri prohibió el ingreso de aviones de la Fuerza aérea boliviana y al avión Presidencial" nos escreveu essa amiga boliviana, que, por enquanto, não vamos identificá-la.
Ela disse também que o clima está tenso, mas, com muita euforia da maioria da povo que deseja a democracia em seu país. Segundo essa amiga, a renúncia de Morales é uma vitória do povo lutador da Bolívia e que a juventude faz grande festa nesse momento pelas ruas de Cochabamba. (Renato Ferreira)
Vestidos de verde e amarelo, manifestantes cobraram aprovação de PEC que permite prisão em segunda instância, exaltaram a Lava Jato e atacaram ministros do Supremo.
Milhares de brasileiros foram às ruas do país neste sabado, 09/11, principalmente nas capitais, para protestar contra o fim da prisão conforme decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que resultou na liberdade provisória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nas manifestações, os brasileiros pressionaram também o Congresso pela aprovação de uma PEC que permite a prisão após condenação em segunda instância. As manifestações foram convocadas pelo Movimentos Brasil Livre (MBL), Vem Pra Rua e Nas Ruas.
Manifestação contra STF Paulista 2
Como sempre acontece, São Paulo foi a cidade que registrou o maior número de manifestantes na Avenida Paulista, sobretudo nos trechos entre a sede da Fiesp (Federeção das Indústrias de São Paulo); e o Masp (Museu de Artes de São Paulo). Com o apoio de dois carros de som, o público pediu o impeachment de ministros do STF e a aprovação da PEC 410, que restaura a execução antecipada da pena para condenados em duas instâncias da Justiça.
Na Avenida paulista estiveram presentes a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), o empresário Luciano Hang, dono da Havan, e o jurista Modesto Carvalhosa, que, em seu discurso reforçou o pedido de impeachment de ministros do STF.
Manifestação contra STF em Brasília
Houve também manifestações contra a decisão do STF, no Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba e Porto Alegres, entre outras capitais e cidades brasileiras. No Rio, os manifestantes ocuparam um quarteirão da praia de São Conrado, bem em frente ao prédio onde mora o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM). Muitos deles estavam vestidos de preto em protesto contra o STF, que não demnstra interesse em pautar a PEC a favor da prisão em segunda instância.
“A decisão do STF foi um golpe, um ato político”, discursou uma das organizadoras do evento, Adriana Balthazar, do Vem Pra Rua. Nos cartazes e faixas dos manifestantes, as palavras de ordem eram “Prisão em segunda instância sim, impunidade não”, “Lula volta para a cadeia”, “Meu partido é o Brasil” e “A nossa bandeira jamais será vermelha”. (Fonte: Agências de Notícia)
Depois do presidente Bolsonaro chamar Lula de "canalha", Moro também posta sobre ataques do ex-presidente condenado.
Todos sabem que mesmo antes de ser condenado e preso, o ex-presidente Lula já se sentia acima da lei, mas, parece que a prisão de mais de um ano e meio aflorou ainda mais esse lado do ex-presidente petista. Ao deixar a prisão nesta sexta-feira, 8, após ser beneficiado por decisão polêmica de seis ministros do STF, que votaram contra a prisão em segunda instância, Lula saiu com a língua ainda mais afiada, criticando instituições e insultando autoridades brasileiras.
Esse discurso irresponsável de Lula, que já criticou o MP, a PF, o Presidente da República, o ministro Sérgio Moro, além de conclamar o povo a agir como os chilenos, tem levado seus seguidores à euforia, como aconteceu ontem em Curitiba e, hoje, em São Bernardo do Campo. Porém, parece que as autoridades brasileiras, mesmo sem entrar direto nas provocações, têm observado de perto o falatório do petista e algumas delas já se manifestaram.
"Canalha"
Em sua primeira manifestação relacionada à soltura do ex-presidente Lula, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) referiu-se ao petista como “canalha”. Embora sem citar o nome do rival, ele publicou um vídeo em que enaltece o trabalho do ministro Sergio Moro (Justiça) quando este era juiz federal.
“Amantes da liberdade e do bem, somos a maioria. Não podemos cometer erros. Sem um norte e um comando, mesmo a melhor tropa, se torna num bando que atira para todos os lados, inclusive nos amigos. Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa”, escreveu o presidente.
"Não respondo a criminosos"
Instado por jornalistas a comentar os ataques de Lula, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, usou também as redes sociais para falar sobre o tema. Em sua postagem, Moro afirmou que 'algumas pessoas só merecem ser ignoradas'
Acusado por Lula de ter "montado uma quadrilha" ao lado do procurador Deltan Dallagnol para julgá-lo, Moro postou o seguinte: "Não respondo a criminosos, presos ou soltos". Sobre a decisão do Supremo, Moro já havia se manifestado, afirmando que a decisão deve ser respeitada e que espera que o Congresso aprove a PEC que restabeleçe a prisão em segunda instância.
 
General Heleno
Hoje também o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, falou sobre os ataques de Lula. Ele disse que o discurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no ABC Paulista "incitou à violência, agrediu instituições do país e ofendeu o presidente da República, Jair Bolsonaro".
Uso das Forças Armadas
Após Lula incitar seus militantes a ‘partirem para o ataque’, neste sábado, o presidente Jair Bolsonaro reuniu a alta cúpula das Forças Armadas para analisar o cenário político.
Caso as autoridades percebam que as instituições estejam correndo risco, o Presidente da República pode usar o Artigo 142 da Constituição Federal e convocar Exército, Marinha e Aeronáutica, justamente, para garantir a ordem das instituições democráticas do país e defender a Pátria de qualquer tipo de ataque interno ou externo.
A reunião contou com a presença dos ministros Fernando Azevedo e Silva (Defesa) e Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira (Secretaria de Governo), o chefe do GSI, Augusto Heleno, além dos comandantes Ilques Barbosa Junior (Marinha), Edson Leal Pujol (Exército) e Antonio Carlos Moretti Bermudez (Aeronáutica). (Renato Ferreira)
A jovem equipe do técnico José Roberto Guimarães supera o experiente Osasco/Audax em pleno José Liberatti.
Jogando nesta sexta-feira, 08/11, pela partia decisiva do Campeonato Paulista de Vôlei Feminino, o São Paulo/Barueri ganhou novamente do Osasco-Audax e conquistou pela primeira vez o título da competição. Após vencer o primeiro jogo por 3 a 0 em casa, desta vez a vitória do Tricolor foi de virada por 3 a 2 e com parciais de 22/25, 20/25, 26/24, 25/22 e 15/11.
As meninas de Osasco começaram a partida dispostas a vencer as adversárias no tempo normal, para depois vencer o Golden Set e assim conquistar mais um título paulista, E após ganhar os dois primeiros sets, a torcida osasquense que lotou o Liberatti, acreditava que isso poderia acontecer. Só esqueceram de combinar isso com o jovem, porém, valente time de Barueri.
São Paulo Barueri é campeão 2
Com uma média de idade de 21 anos contra 27 do time adversário, a equipe de José Roberto Guimarães não se intimidou e virou o jogo, vencendo os terceiro, quarto e quinto sets, calando a torcida do Osasco/Audax, que já havia vencido 14 vezes o estadual de vôlei. Agora, os dois times levarão mais uma vez essa rivalidade regional para a Superliga 2019/20.
São Paulo Barueri é campeão 4
No jogo final, o destaque foi novamente a jovem ponteira Lorenne, ex-Osasco. "Fico feliz pela escolha que fiz, por estar em um time tão jovem, mas fomos a todo vapor. Agradeço a essas meninas, é um sentimento muito bom de satisfação por essa virada", disse Lorenne ao SporTV, chorando bastante de emoção. Ela relembrou que ficou dois anos no Osasco, mas teve poucas chances para jogar naquele período.
O jogo
São Paulo Barueri é campeão 3
No primeiro set, o duelo começou equilibrado com as duas equipes se alternando na frente do marcador. Até que o Osasco/Audax, sob o comando de Luizomar de Moura, abriu dois pontos de vantagem no momento que Jaqueline cresceu na partida. A experiente ponteira fez pontos importantes e levou a equipe à vitória na parcial por 25 a 22, graças ao ponto decisivo da cubana Casanova.
No set seguinte, o Barueri não se encontrou, errou muitos ataques (ou ficou no bloqueio) e deixou as donas da casa tranquilas para aumentar a diferença. Com um ace de Jaqueline, o Osasco fez 13 a 6. Depois, aumentou para 17 a 7, abrindo dez pontos de diferença. O time do técnico José Roberto Guimarães até reagiu, diminuiu a vantagem, mas o Osasco fechou em 25 a 20.
Já no terceiro set, começou a reação do time de Barueri com Juma no saque e abriu uma vantagem inicial de 13 a 6. Aos poucos, no entanto, o Osasco foi equilibrando, empatou em 16 a 16 e no ponto da sérvia Bjelica virou para 20 a 19. Mas o tricolor manteve a calma e conseguiu fechar a parcial em 26 a 24, diminuindo a vantagem das adversárias.
Embalado com a vitória no terceiro, o Barueri começou o quarto set muito bem e não deu chances ao adversário. No saque da Maira fez 10 a 6, abrindo uma pequena distância para o adversário. A diferença foi mantida durante alguns saques para ambos os lados até Bjelica diminuir para 21 a 19. Porém, o Barueri se manteve tranquilo e fechou em 25 a 22, levando o duelo para o tie break.
No quinto e decisivo set, as osasquenses começaram bem, mas, o jogo foi equilibrado. O São Paulo/ Barueri iniciou um pouco melhor, mas o Osasco equilibrou e o confronto ficou parelho. Só que com bons bloqueios e erros das rivais, o Tricolor abriu 12 a 9 para delírio de sua torcida no ginásio. Com ótima atuação, coube a Lorenne fechar a partida em 15 a 11 e garantir o primeiro título estadual da equipe de José Roberto Guimarães. (Fonte: Terra).
Por 6 votos a 5, decisão dividida do STF reverteu o próprio entendimento da Suprema Corte. E os primeiros condenados beneficiados foi o ex-presidente Lula (PT) e o senador Eduardo Azeredo (PSDB). Mas, no Congresso já exstem PECs que podem derrubar a decisão do STF. A decisão afeta também a economia. Hoje, a Bolsa teve forte queda o dólar disparou para mais de R$ 4,15.
 
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira, 07/11, pelo fim da prisão após condenação em segunda instância, com o claro objetivo de beneficiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e que, consequentemente, vai beneficiar também quase 5 mil presos, que poderão recorrer ao próprio Supremo. Por 6 votos a 5, a Corte reverteu seu próprio entendimento, que autorizava as prisões após condenação em segunda instância desde 2016.
Assim, com a decisão de ontem, os condenados que foram presos com base no entendimento anterior poderão recorrer aos juízes que expediram os mandados de prisão para serem libertados. Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o julgamento terá impacto na situação de 4,8 mil presos.
Os principais condenados na Operação Lava Jato podem ser beneficiados, entre eles, o ex-presidente Lula, preso desde 7 de abril do ano passado, na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, após ter sua condenação por corrupção e lavagem de dinheiro confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), no caso do tríplex do Guarujá (SP), além do ex-ministro José Dirceu e ex-executivos de empreiteiras. Segundo o Ministério Publico Federal (MPF), cerca de 80 condenados na operação serão atingidos.
Votos
A sessão de quinta-feira começou o voto da ministra Cármen Lúcia e o placar de 4 a 3 a favor prisão em segunda instância. Ela votou a favor e aumentou a vantagem para 5 a 3.
Mas, como faltavam ainda os votos dos garantistas Gilmar Mendes e Celso de Mello, tudo indicava mesmo que o placar chegaria a 5 a 5, ficando a decisão para o voto de minerva para o presidente da Corte, Dias Toffoli.
Os votos dos últimos três ministros, além de confirmarem que o assunto dividiu a Corte e a opinião daqueles que interpretam uma mesma Constituição, eles escanraram também que a decisão vai acabar gerando inseguranã e um caos jurídico no país. Gilmar Mendes chegou a várias vezes criticar e ironizar os membros da Força Tarefa da Lava Jato. Celso de Mello cansou a todos com um extenso voto, enquanto Dias Toffoli, se não foi tão prolixo, acabou apresentando argumentos muito frágeis para votar contra a prisão.
Tão frágeis foram os seus argumentos, que o presidente do Supremo chegou a informar que o fim da prisão em segunda instância não interferirá nos casos de prisão provisória ou preventiva. Ou seja, a decisão política do STF define - pasmem - que um juiz pode pedir a prisão preventiva e que o preso ficará detido, mas, se for condenado em segunda instância ele terá que deixar a prisão. É muito difícil de entender esses ministros e as suas interpretações da Constituição Federal.
Como votaram
Votaram a favor da prisão os ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia .
E votaram contra, os ministros Marco Aurélio de Mello, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli.
Congresso pode derrubar decisão do STF
Líderes favoráveis à prisão em segunda instância pedem urgência e ameaçam até obstruir pautas importantes no Senado.
Se depender de parlamentares favoráveis à prisão em segunda instância, o Congresso poderá aprovar em regime de urgência uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) e, assim, jogar por terra essa decisão dividida e polêmica do Supremo Tribunal Federal. Há propostas semelhantes já tramitando nas CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), tanto do Senado como da Câmara dos Deputados.
E a proposta está mais adiantada no Senado. Poucos dias antes da votação no Supremo, 42 senadores entregaram um documento assinado por eles ao presidente da Corte, Dias Toffoli, onde afirmavam ser a favor da prisão após condenação em segunda instância.
A presidente da CCJ do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), afirmou que pretende pautar a PEC já na próxima segunda-feira, 11. E os parlamentares a favor da prisão já pediram, inclusive, que a proposta seja enviada diretamente para o plenário da Casa. E ameaçaram. Caso a proposta não seja votada imediatamente eles poderão obstruir Projetos importantes no Senado que já estão prontos para serem votados na Casa.
"Vamos fazer obstrução geral enquanto não resolvermos essa situação. Vamos obstruir qualquer pauta - o Orçamento, os PLNs (Projetos de Lei de Crédito Suplementar e Especial), as medidas provisórias - enquanto a prisão em segunda instância não for prioridade", prometeu o líder do Podemos na Câmara, José Nelto (GO). Ele reclama que a decisão do STF de só permitir a prisão após o trânsito em julgado cria insegurança jurídica e garante que há maioria no Congresso para aprovar a volta da prisão em segunda instância. "O Brasil passou a ser chacota internacional. Nós que legislamos temos que agir. O Congresso tem que mostrar sua cara", afirmou.
Igualmente contrário à decisão do STF que beneficia o ex-presidente Lula, o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) disse que também vai obstruir as próximas votações para cobrar a tramitação da prisão em segunda instância. Representante do Movimento Brasil Livre (MBL), Kim ainda disse que conseguiu apoio de outros deputados do DEM, PP, PSL e PSB para a obstrução.l
Condenados, mas, em liberdade
Lula e Azeredo
Mesmo condenados por corrupção e lavagem de dinheiro, o petista Lula e o tucando Azeredo ganham a liberdade graças à decisão polêmica do STF
E dois primeiros condenados beneficiados pela decisão dividida do STF, foi o ex-presidente Lula e o ex-senador tucano, Eduardo Azeredo (MG). Azeredo foi condenado a 20 anos de prisão no chamado mensalão tucano. Além de políticos, a decisão do Supremo vai colocar nas ruas também condenados por crimes de assaltos, tráfico de drogas, sequestros e homicídios.
 
Preso desde abril de 2018. Lula foi condenado a mais de 8 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá. Nesse caso, ele foi condenado também em segunda instância, como também perdeu todos recursos no STJ (Superior Tribunal de Justiça).
O ex-presidente petista, que responde a outros processos, já foi condenado também em primeira instância a 11 anos de prisão, também por corrução e lavagem de dinheiro no caso do sítio de Atibaia.
Mas, na tarde desta sexta-feira, ele deixou a carceragem da Polícia Federal de Curitiba. Com a decisão do STF, Lula passa a responder pelos crimes em liberdade até que sejam julgados todos os recursos no Supremo Tribunal Federal. (Renato Ferreira)
O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quinta-feira,07/11, às 14h, o julgamento sobre a constitucionalidade da execução provisória de condenações criminais, conhecida como prisão após segunda instância. A expectativa é de que o julgamento seja finalizado hoje, quando ocorre a quinta sessão da Corte para discutir a questão. A expectativa é de que o placar chegue ao empate de 5 a 5 e voto decisivo será do presidente da Corte, ministro Dias Toffoli.
Até o momento, o placar do julgamento está 4 votos a 3 a favor da medida. Faltam os votos dos ministros Gilmar Mendes, Celso de Mello, Dias Toffoli e da ministra Cármen Lúcia.
No dia 17 de outubro, a Corte começou a julgar definitivamente três ações declaratórias de constitucionalidade (ADCs), relatadas pelo ministro Marco Aurélio e protocoladas pela Ordem dos Advogados, pelo PCdoB e pelo antigo PEN, atual Patriota.
O entendimento atual do Supremo permite a prisão após condenação em segunda instância, mesmo que ainda seja possível recorrer a instâncias superiores. No entanto, a OAB e os partidos sustentam que o entendimento é inconstitucional e uma sentença criminal somente pode ser executada após o fim de todos os recursos possíveis, fato que ocorre no STF e não na segunda instância da Justiça, nos tribunais estaduais e federais. Dessa forma, uma pessoa condenada só vai cumprir a pena após decisão definitiva do STF.
A questão foi discutida recentemente pelo Supremo ao menos quatro vezes. Em 2016, quando houve decisões temporárias nas ações que estão sendo julgadas, por 6 votos a 5, a prisão em segunda instância foi autorizada. De 2009 a 2016, prevaleceu o entendimento contrário, de modo que a sentença só poderia ser executada após o Supremo julgar os últimos recursos.
Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o julgamento terá impacto na situação de 4,8 mil presos com base na decisão do STF que autorizou a prisão em segunda instância. Os principais condenados na Operação Lava Jato podem ser beneficiados, entre eles, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde 7 de abril do ano passado, na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, após ter sua condenação por corrupção e lavagem de dinheiro confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), no caso do tríplex do Guarujá (SP), além do ex-ministro José Dirceu e ex-executivos de empreiteiras.
Terceira Instância
Como o Supremo tem vivido sob extrema pressão desde que começou esse julgamento, uma vez que a ideia que passa ao público é de o STF retomou o caso para beneficiar o ex-presidente Lula, especula-se que no seu voto, Dias Toffoli possa apresentar uma terceira saída para o tema que divide o próprio Supremo.
Segundo essas especulações, Toffoli defenderia que os réus só poderiam ser presos após condenação em terceira instância que seria o STJ (Superior Tribunal de Justiça). Seria uma saída intermediária, que o relator da Lava Jato no STF, ministro Edson Fachin, que votou pela prisão em segunda instância, já se mostrou favorável.
Se essa for a decisão da maioria, o ex-presidente Lula não seria beneficiado. Em sua primeira condenação no caso do triplex do Guarujá, o petista já perdeu recursos junto ao STJ. (Renato Ferreira com informações da Agência Brasil)
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