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Sexta, 01 Fevereiro 2019 10:21

PREVENÇÃO: Como está a sua barragem?

 

Por Renato Ferreira -

No Brasil, um dos maiores países em riquezas mineirais do planeta, rios, nascentes, usinas hidrelétricas e de grande extração mineral, pode-se dizer que todos os brasileiros têm uma barragem para chamar de sua. E, então, você sabe qual a situação dessa barragem aí, próximo à sua casa, na cidade, e também daquela, lá no interior, um pouco acima de sua chácara ou sítio, onde você reside ou passa os finais de semana com a família?

Cuidado! Comece a fiscalizar por conta própria, para não ser surpreendido como nossos irmãos lá de Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte, vítimas de mais um crime da Vale, uma das maiores mineradoras do mundo.

Barragem urbana

Existem barragens como reservatórios de água para abastecimento, de hidrelétricas e também as barragens de rejeitos minerais. E, sem dúvidas, as barragens de rejeitos são as de maiores riscos, justamente, por causa do lixo químico que ela abriga, além da lama tóxica que destrói o meio ambiente. Mas, todas carecem de atenção permanente para verificar a situação da construção e a manutenção necessária. No Brasil são de 20 mil barragens e muitas delas oferecem sério risco à população e ao meio ambiente.

Portanto, fique atento e fiscalize você mesmo a sua região, porque os bilionários empresários donos dessas barragens de rejeitos minerais, de onde eles tiram seus bilionários lucros, não fiscalizam. Nem eles e, muito menos, os políticos que elegemos para administrar o Brasil, os estados e as cidades.

Além de centenas de rompimentos menores que ocorrem em todas as regiões do Brasil, Minas nos deu um triste exemplo há três anos, quando a barragem do Fundão, da mineradora Samarco, sócia da Vale, rompeu em Mariana.

O crime ambiental de Mariana tirou a vida de 19 pessoas, além de causar a maior destruição ao meio ambiente do mundo. Ele acabou com a mata, nascentes, fauna e flora da Bacia do Rio Doce, um dos mais importantes para o abastecimento de água do país.

Tragédia em Brumadinho casa destruída

Mas, infelizmente, os responsáveis não aprenderam a lição de Mariana. A então presidente Dilma Rousseff (PT) fez vista grossa. O então governador de Minas, o também petista Fernando Pimentel foi omisso e cúmplice, pois, além de não exigir punições severas, ainda permitiu a operação em mina já desativada, como foi o caso dessa barragem da Vale, em Brumadinho. Até hoje ninguém foi condenado pelo crime de Mariana, como também as multas e indenizações não foram pagas.

Para enganar a população, a Vale passou a veicular a mensagem de "Mariana nunca mais", como se tivesse mudado a sua política de extração e destinação dos rejeitos minerais. Tudo mentira. A mineradora não fez nada diferente após Mariana e nem o governo de Pimentel exigiu mudanças.

O resultado dessa combinação de ação e omissão criminosas por parte de empresários e governantes não poderia ser outro, senão, mais um grave crime ambiental. E a vítima foi a cidade de Brumadinho.

O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, que assumiu o cargo em 2017, continua dando entrevistas, lamentando o "acidente", como se a sua empresa não fosse a principal culpada por esse crime hediondo, por centenas de assassinatos e mais uma devastação do meio ambiente. Já foram confirmadas 110 mortes e cerca de 240 pessoas continuam desaparecidas.

Durante entrevista nesta quinta-feira, 31, após reunião com a Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, prometendo doação e indenização às vítimas, Fabio Schvartsman se superou. Ele, que é engenheiro, disse que a sirene não soou antes do rompimento em Brumadinho, porque ela foi "engolfada" pelo rompimento rápido e inesperado. Seria melhor que esse senhor ficasse calado e parasse de afirmar tanta besteira.

Escrevo este artigo não com intuito de alarmas, mas, sim, com o objetivo de as pessoas se mobilizem cada vez no sentido de cobrar das autoridades as fiscalização dessas barragens.

E essa fiscalização deve ser muito rigorosa, pois, além da deterioração da obra, ou de um abalo sísmico, pode ainda ocorrer atém mesmo uma sabotagem, como ocorrem os incêndios criminosos. Nesse caso, a empresa não pode ser responsabilizada, porém, é uma hipótese que os empresários não podem descartar e têm que investir para prevenir qualquer tipo de ataque.

Então, meu amigo, se você mora em algum bairro, ou tem chácara próximo à alguma barragem, tome cuidado e procure saber como está essa construção, que gera lucros a empresários criminosos e que a qualquer momento pode romper e destruir tudo que encontrar pela frente. (Renato Ferreira)

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Medida visa prevenir a cidade contra incidentes provocados pelas chuvas como inundação e deslizamento de terra no município
 
 
A ação conjunta entre Guarda Municipal, Defesa Civil e Demutran (órgãos da Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana – SSMU) trabalha no monitoramento de chuvas e tempestades em pontos de visibilidade nas regiões mapeadas com maior índice de alagamentos.
A SSMU possui em sua equipe de profissionais um geocientista e analista ambiental que realiza durante o ano o mapeamento de riscos de deslizamento de terra e inundação que é desenvolvido pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e pela Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais do Brasil (CPRM), nas 18 microbacias que se encontram em Barueri. Esse trabalho já produziu a listagem de ruas e suas extensões com possíveis riscos. Quando avaliado, o resultado é comunicado às Secretarias de Obras e de Serviços Municipais.
“Para a consecução da setorização e mapeamento de ultradetalhe das áreas de riscos serão necessários trabalhos de campo e análises laboratoriais que deverão ser realizados ao longo de 2019”, conclui o geocientista da SSMU, Edson Oliveira da Silva. (SECOM/PMB)
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Hoje, em 2018, no entanto, graças ao descaso dos governantes, essa frase é apenas um quadro histórico no Museu da República. A febre amarela voltou a matar brasileiros. Triste realidade!

 

Nesta tarde de sábado, 25/08, fazendo mais uma visita ao Museu da República, no Palácio do Catete (RJ), depois de cinco anos, chamou-me a atenção esse quadro, com uma frase de Osvaldo Cruz, onde o grande cientista e médico sanitarista preconizava o fim da febre amarela no Brasil. Não sabia ele, no entanto, que mesmo depois da erradicação dessa terrível doença, a má gestão, a falta de comprometimento e a corrupção dos governantes brasileiros fariam com que a peste voltasse em pleno Século 21.

Na época do Império e também no início dos anos 1900,o Rio de Janeiro vivia o auge da riqueza brasileira brasileira. Na cidade mais conhecida do Brasil, moravam os grande Barões do Café e a nata da sociedade brasileira. Só que, mesmo concorrendo com outras cidades do mundo, o Rio era conhecida também como o "Cemitério dos Estrangeiros", pois aqui, além dos brasileiros, ricos e pobres, os visitantes eram vítimas fatais de graves doenças, dentre elas, a febre amarela, transmitida por mosquitos.

Médicos de renome, como Osvaldo Cruz, estudavam e pesquisavam diariamente uma forma de combater a terrível doença. Mas isso, como ele fala nesse texto, teria que ser uma luta travada pelos governantes e pelo Congresso, pois, dependeria de recursos e de leis.

Em 1903, quando se iniciou o grande combate à doença, Osvaldo Cruz afirmou: "A febre amarela cessará no Rio de Janeiro, desde que o Congresso forneça os meios, que dele dependem. Disponha o Governo do dinheiro e das leis que julga necessárias, e a febre amarela, no Rio, será, em breve, um mito".

E, realmente, com o trabalho do incansável Osvaldo Cruz e de outros grandes nomes da República, em 1942, a febre amarela urbana foi erradicada no Brasil.

Mas, infelizmente, com o passar dos anos, tudo mudou para pior. Nas últimas décadas, congressistas e governo foram deixando de lado o pedido de Osvaldo Cruz. Os recursos para a saúde preventiva foram sendo desviados para os ralos da corrupção.

E, hoje, em pleno Século 21, a frase do cientista é apenas um quadro no Museu da República. A febre amarela, como outras doenças que já haviam sido erradicadas, voltaram a matar brasileiros no campo e nas cidades. Pobre Brasil! (Renato Ferreira)

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Visando combater a criminalidade em Barueri, a Guarda Civil Municipal tem realizado um trabalho com muito foco e planejamento estratégico, buscando sempre a segurança do munícipe diariamente. Antes de ir às ruas, a equipe da Romu (Ronda Ostensiva Municipal), por exemplo, participa de uma reunião que apresenta os pontos de patrulhamento e as áreas que possuem maior índice de ocorrências, para que sejam acompanhadas de perto.
Esse procedimento visa inibir a ação dos bandidos e quaisquer outros problemas que possam surgir eventualmente, ou seja, um trabalho preventivo de combate à criminalidade, que já tem dado exceentes resultados. Exemplos disso eram os chamados “pancadões” e bailes funks que importunavam muitos moradores. Eles não são mais problemas em Barueri desde que a Guarda Civil Municipal atuou preventivamente, checando os pontos de encontro e enviando viaturas aos locais antes dos eventos. Aos poucos, as badernas diminuíram sem nenhum confronto ou risco à população.
A Romu realiza treinamento diário sobre conduta de patrulha, abordagem e contraemboscada. Essas são algumas maneiras de manter os agentes atualizados e seguros na legalidade de suas ações. O patrulhamento tático também tem cooperado fortemente para estancar a criminalidade na cidade.
Parte da rotina da corporação são ocorrências de tráfico de entorpecentes. Na quarta-feira (30 de maio), véspera de feriado, a Romu recebeu denúncia do bairro Recanto Phrynea e uma equipe, ao realizar o patrulhamento pela alameda Antuérpia, abordou dois jovens que condiziam com o relatado. Com L.H.A.S (18 anos) e M.G.B.S (20 anos) foram encontrados 60 pinos de cocaína. Foi dada voz de prisão e os jovens infratores foram conduzidos ao 1º Distrito Policial de Barueri.
Barueri prevenção contra o crime 2
 
Cenas como essa são cotidianas. Não é raro encontrar menores de idade traficando e é justamente neles que a Guarda tem reforçado o patrulhamento. “Todos os dias vamos às ruas combater o crime. Já reduzimos muito os índices de ocorrências e trabalhamos duro para que cada cidadão tenha mais segurança na cidade”, comentou o inspetor Leandro Jesus, diretor do Departamento Técnico de Ações Especializadas da GCMB. (SECOM/PMB)
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