Sexta, 24 Maio 2019 | Login

 

O massacre em Suzano é culpa da facilitação do acesso à posse de armas sim. Afinal, os dois atiradores:

- fizeram curso de tiro;
- teste psicológico;
- teste de aptidão;
- pediram o porte (afinal, estavam armados na rua) a Polícia Federal;
- comprovaram residência física;
- idade superior a 25 anos;
- emprego fixo;
- tiraram atestado de antecedentes criminais;
- compraram armas legais;
- e registraram as armas em seus CPF's. Tudo isso para depois entrar em uma escola estadual e matar adolescentes aleatoriamente.

A culpa realmente é da facilitação do acesso às armas, e não do Estado que não consegue oferecer segurança e nem tirar as armas ilegais das mãos dos bandidos.

É isso ai, gênio...
Autor Ale Ferreira (Facebook)

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Entre os mortos, polícia confirmou cinco alunos e duas funcionárias da escola

Um atentado praticado por dois atiradores deixou dez mortos nesta quarta-feira, 13/02, pela manhã na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, no interior de São Paulo. Cinco alunos, duas funcionárias, o proprietário de uma locadora de veículos foram mortos por dois ex-alunos da Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25. 

Os dois adolescentes que invadiram a escola para cometer o crime teriam se matado ao se deparar com militares. O coronel Salles, da Polícia Militar, disse que, antes de entrar na escola, os dois atiradores dispararam contra o proprietário da locadora de veículos. Ele chegou a passar por cirurgia na Santa Casa de Suzano, mas faleceu.
Oito vítimas foram confirmadas:
·         Marilena Ferreira Vieira Umezo, coordenadora pedagógica
·         Eliana Regina de Oliveira Xavier, funcionária da escola
·         Pablo Henrique Rodrigues, aluno
·         Cleiton Antonio Ribeiro, aluno
·         Caio Oliveira, aluno
·         Samuel Melquíades Silva de Oliveira, aluno
·         Douglas Murilo Celestino, aluno
·         Jorge Antonio de Moraes, comerciante, morto antes da entrada dos assassinos na escola
Os assassios cometeram suicidio:
Suzano atiradores
·
Luiz Henrique de Castro (25 anos, ex-aluno da escola)
Guilherme Tauci Monteiro (17 anos, ex-aluno da escola)
O coronel Salles informou ainda que os atiradores entraram na escola na hora do intervalo. Um deles usava máscara de caveira e luvas. Primeiro, eles atiraram em uma coordenadora pedagógica e em uma supervisora. Depois, se dirigiram ao pátio, onde atingiram alunos de ensino médio. Depois seguiram para um centro de línguas. 
 Suzano atentado


 Imagens gravadas dentro da escola logo depois do atentado mostram os estudantes correndo, se deparando com os corpos no chão e gritando em desespero. Eles pularam o muro da escola e procuraram abrigo no comércio da região.  
 
 
 
A professora Sandra Perez falou sobre o ataque. "Foi às 9h30. Ouvimos disparos. Estava na sala de aula, na hora do intervalo. Pensei que fossem bombas. Quando eu percebi que eram tiros fiquei lá. Só saí quando os policiais chegaram, 20 minutos depois", contou. 
Na mochila dos atiradores havia três coquetéis molotov, duas bestas (lança-seta) e um revólver 38. Uma terceira mochila foi encontrada com uma espécie de bomba, de acordo com informações do Major Caruso, subcomandante do 32º Batalhão com sede em Suzano.
A polícia fez varredura na escola porque foram encontrados artefatos com aparência similar a de explosivos. 
Em nota, a Prefeitura de Suzano informou que o Pronto Socorro Municipal já recebeu pessoas com ferimentos leves. Os feridos com maior gravidade estão sendo encaminhados ao Hospital Luzia de Pinho Melo, em Mogi das Cruzes, e ao Hospital Santa Marcelina, em Itaquaquecetuba. Ao todo, são nove pessoas nessa situação.
O governador João Doria (PSDB), assim que foi informado do ocorrido, cancelou a agenda oficial e se dirigiu ao local para acompanhar o trabalho de resgate e atendimento aos feridos. "Ao chegar (...) fiquei consternado, chocado. Nunca tinha visto uma cena igual na minha vida”, disse João Doria. Segundo ele, as estruturas dos hospitais foram mobilizadas para receber as vítimas e o governo também vai encaminhar estrutura psicológica para os estudantes e familiares das vítimas. (Estado de Minas)
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A barragem 1 da Mina Feijão se rompeu em Brumadinho e um rio de lama desceu destruindo casas e o meio ambiente, na mais triste repetição de um filme já conhecido. Já foram identificadas ao menos 7 pessoas mortas e cerca de 200 estão desaparecidas.

Por Renato Ferreira

Até quando a impunidade e a irresponsabilidade de nossas autoridades continuarão levando à morte pessoas inocentes? Verdadeiros assassinatos coletivos causados pela ganância de empresários assassinos e pela conivência de autoridades que deveriam fiscalizar a ação devastadora dessas mineradoras no Brasil?

Tragédia em Brumadinho rio de lama e bombeiro

Nesta sexta-feira, 25, depois de três anos da maior tragédia ambiental do país, que aconteceu na cidade de Mariana, outra tragédia ocorreu em Minas Gerais, com o rompimento da barragem de outra mineradora também da Vale. Desta vez foi na cidade de Brumadinho, região Metropolitana de Belo Horizonte.

Outra tragédia que também poderia ter sido evitada, caso o Brasil fosse um país sério, onde houvesse fiscalização pelos órgãos públicos responsáveis e punição severa para os empresários assassinos que comandam essas mineradoras.

Há três anos
Além da morte de 20 pessoas - 19 identificadas e uma ainda desaparecida - a tragédia de Mariana causou maiores danos ao meio ambiente, contaminando rios e córregos, principalmente, o Rio Doce, de Minas ao Espírito Santo, além de total destruição da flora e da fauna em toda a região. Mas, parece que a maior tragédia ambiental do país não serviu como lição para evitar outras tragédias.

Novo governo e novas medidas
Lamentamos pelas vítimas de Brumadinho, e parece que desta vez o desfecho desta tragédia em termos de apuração e punição dos culpados serão diferentes. É o que esperamos. No caso de Mariana, a então presidente da República, Dilma Rousseff (PT), custou a entrar no caso. Demorou para se pronunciar e quando o fez chegou a minimizar a culpa dos donos da Vale como também das outras mineradoras que atuavam na mesma mina.

Da mesma forma, o então governador do Estado, Fernando Pimentel (PT), que fez uma péssima administração, tanto que não foi reeleito em 2018, nada fez no sentido de exigir, como chefe do Poder Executivo, rigorosa investigação sobre o caso e punição exemplar para os culpados. Resultado desse desinteresse do Executivo: até hoje nenhum dos responsáveis foi punido e as indenizações ainda não foram pagas aos milhares de desabrigados. Enquanto, isso o meio ambiente foi devastado.

Bolsonaro toma providências

Tragédia em Brumadinho Bolsonaro

Falando em rede nacional, o Presidente Bolsonaro determinou providências imediatas do governo Federal para ajudar o governo de Minas e as vítimas de Brumadinho

Hoje, no entanto, diferente da ex-presidente petista, o Presidente Jair Bolsonaro veio a público de imediato para lamentar a tragédia, como também tomou providências urgentes no sentido de mobilizar o governo Federal para atender às vítimas de Brumadinho. O Palácio do Planalto determinou a implantação de um comitê de crise para acompanhar o caso, juntamente com a força tarefa montada pelo governo de Minas.

Bolsonaro ressaltou também que se trata de uma tragédia que poderia ter sido evitada e que o governo Federal será rigoroso na apuração das responsabilidades sobre o rompimento dessa barragem da Vale.

É claro que as primeiras responsabilidades sobre o rompimento de uma barragem não pode ser jogada sobre o governo do Estado ou do governo Federal, Mas, eles são os responsáveis por cobrar dos órgãos competentes o rigor na fiscalização dessas construções. A falta de manutenção fica evidente nessas tragédias, que jamais podem ser consideradas como tragédias naturais.

A Vale é uma das maiores empresas do mundo e a maior mineradora do planeta. Só em 2017, a empresa brasileira teve um lucro de R$ 17 bilhões. Com certeza, com todo esse potencial financeiro, a empresa teria condições de cuidar melhor de suas barragens, não é mesmo? O rejeitos minerais e demais produtos químicos da barragem de Brumadinho atingiram o Rio Paraopeba e, segundo os especialistas, esses dejetos minerais poderão atingir também as águas do Rio São Francisco, o maior rio de integração nacional, causando uma tragédia ambiental sem precedentes. 

Tragédia em Brumadinho bombeiro

Durante a tragédia, um Bombeiro abraça um dos sobreviventes em Brumadinho

Hoje, durante uma entrevista à imprensa, o presidente da Vale chegou a causar indignação ao se referir à tragédia. Fábio Schvartsman disse reconhecer que o número de vítimas pode ser muito grande e que desconhece as causas do rompimento da barragem. Como assim? As causas são a falta de manutenção e a responsabilidade dos senhores em verificar diariamente as condições da construção.

Esperamos também que desta vez o novo governador de Minas, Romeu Zema, possa agir diferentemente do petista Pimentel e exigir rigorosas fiscalizações nas demais mineradores do Estado. Essas barragens existem em outras regiões do País, mas, é em Minas onde está a maioria dessas barragens, que abrigam dejetos de minérios de ferro e de outros produtos químicos.

Infelizmente, o Brasil se tornou no país da impunidade. Nossas autoridades se acostumaram apenas a lamentar depois das tragédias, como incêndios em boates e em prédios ocupados, deslizamento de terra em locais de risco, enchentes ou desabamento de pontes e viadutos. Logo após às tragédias há uma natural comoção popular e uma corrida das autoridades em fiscalizar, mas, tudo passa muito rapidamente e as fiscalizações só voltam acontecer depois de nova tragédia.

Mas, agora, com novo governo e novas mentalidades em termos de administração pública, esperamos que esse lamentável quadro mude no Brasil. Não podemos esperar por novas boates incendiadas, novos desabamentos de pontes e novos rompimentos de barragens de mineradoras, com centenas e milhares de mortes e destruição do meio ambiente, para se fazer as fiscalizações e as manutenções necessárias. Minas sangra em mais um mar de lama causado por uma mineradora assassina (Renato Ferreira)

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Queda da aeronave ocorreu perto do Aeroporto Campo de Marte, em região residencial. Houve ao menos duas mortes e 12 feridos.
Uma aeronave caiu na tarde desta sexta-feira, 30/11, na região de Santana, Zona Norte de São Paulo. O acidente causou a morte de duas pessoas - piloto e copiloto - segundo o Corpo de Bombeiros. Houve também 12 pessoas feridas..
O avião é um monomotor Cessna C-210, prefixo PR-JEE, não tem caixa-preta e é um dos modelos que mais se acidentam no Brasil. A aeronave caiu na rua Antonio Nascimento Moura, área residencial perto do Aeroporto Campo de Marte, após decolar em direção a Jundiaí. O Campo de Marte opera voos executivos e precisou ficar fechado logo após o acidente.
 aviao cai em sao paulo 2
Além das casas, veículos que estavam na rua onde a aeronave caiu também foram atingidos. O fogo chegou a se alastrar pelo asfato, após vazar combustível pela rua.
O chamado para o resgate foi recebido às 15h58. Informações preliminares indicavam que parte dos feridos que estavam sendo atendidos teve queimaduras leves.
Duas mortes
De acordo com o tenente André Elias, do Corpo de Bombeiros, por volta de 17h não havia ainda informações sobre quantas pessoas estavam na aeronave, mas os dois corpos foram retirados dos destroços.
Das outras 12 vítimas, seis eram pessoas que estavam na rua e foram atingidas por objetos ou destroços do avião no momento da queda. Os outros feridos eram moradores que estavam dentro das casas atingidas
"As vítimas [feridos] foram socorridas conscientes, orientadas, saíram andando das casas. Infelizmente, dois corpos foram retirados da aeronave", afirmou o tenente dos bombeiros.
Os dois mortos nesse acidente aéreo são Guilherme Murback e Leonardo Yamamura. Eles eram piloto e copiloto da aeronave. A mãe de um deles chegou a passar mal e foi socorrida no local, ao receber a notícia.
Casas e carros atingidos
Queda de avião
 Ao menos três casas foram atingidas, sendo uma delas um sobrado. Houve fogo no local e foram enviadas 16 viaturas e 56 bombeiros para o resgate.
 A fumaça podia ser vista de longe, mas por volta de 16h20 o fogo já estava parcialmente controlado. A área atingida foi isolada, e os bombeiros encerraram os trabalhos de busca por vítimas por volta de 18h15.
 Ainda nesta sexta-feira, investigadores do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), iniciaram o processo de investigação do acidente, em busca da coleta de dados por meio da fotografia de cenas, retiradas de partes da aeronave para análise, coleta de documentos e oitiva de testemunhas. A investigação tem como objetivo evitar novos acidentes do tipo.
Outros acidentes
Este foi o quarto acidente envolvendo aeronaves registrado na região do Campo de Marte nos últimos onze anos.
Em julho, um bimotor caiu durante o pouso e explodiu assim que bateu na pista. O voo havia decolado da cidade catarinense de Videira, com seis passageiros e um tripulante. O piloto da aeronave morreu no acidente e outras seis pessoas ficaram feridas.(Renato Ferreira com informações do G1 e JOvem Pan)
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Políticas públicas de mobilidade urbana e conscientização ajudam a reduzir índices de acidentes

 

Osasco apresentou queda no número de mortes no trânsito nos oito primeiros meses deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pelo InfosigaSP, do governo de São Paulo.

Entre janeiro e agosto deste ano foram 33 mortes (4.7 mortes a cada 100 mil habitantes), queda de 30,33% em relação ao mesmo período de 2017, quando foram registradas 43 mortes. Osasco tem cerca de 700 mil habitantes, segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em Barueri, o índice de mortes a cada 100 mil habitantes supera Osasco. A cidade, que tem 270 mil habitantes, registrou 19 mortes em decorrência do trânsito nos oito primeiros meses de 2018, o equivalente a 7.03 mortes a cada 100 mil. Em Cotia, com 245 mil habitantes, no mesmo período (agosto a janeiro de 2018), foram 27 óbitos (11.02 mortes a cada 100 mil). Em Carapicuíba, com 398 habitantes, foram 23 mortes no período comparado (5.77 mortes a cada 100 mil).

A exemplo de Osasco, Barueri, Cotia e Carapicuíba também são cortadas por rodovias. Vale destacar que parte das vítimas de acidentes que acontecem nas estradas que cruzam o município é levada para o Hospital Regional, situado em Presidente Altino. Sendo assim, quando há óbitos durante a internação, os números entram para as estatísticas da cidade.

As políticas de mobilidade urbana e ações de conscientização para tornar o trânsito mais seguro adotadas pela atual administração contribuíram para a redução dos índices. A implantação de radares, a sinalização de vias e a diminuição do limite de velocidade nas avenidas (tendência mundial) também ajudaram na redução de tais números. (Fonte: Secom/PMP - Texto: Felipe Barbosa Imagens: Sérgio Gobatti)

 
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O gravíssimo acidente, com duas vítimas fatais, aconteceu por volta das 10h30 desta terça-feira, 31, na altura do km 47 da Rodovia Bunjiro Nakao, em VGP, na Grande São Paulo
A violenta colisão envolveu um veículo Astra Sedan Elegance, cinza, com placas de Osasco e um caminhão baú branco, com placas de Registro/SP.
 
 Acidente em VGP 2
Uma das testemunhas disse à Polícia que o Astra seguia pela rodovia, sentido Vargem Grande Paulista, quando o motorista perdeu o controle na curva e derrapou, vindo a colidir transversalmente com a frente do caminhão, que vinha no sentido contrário. Com a batida, o Astra ficou totalmente destruído.
Equipes do Corpo de Bombeiros e do Samu foram chamadas para atender as vítimas. O Corpo de Bombeiros informou que ambas - dois irmãos - tiveram parada cardio-respiratória e politraumatismo. O passageiro, R.S.C., de 24 anos, veio a óbito no local. O motorista, T.P.C., de 29 anos, chegou a ser socorrido pelo Samu ao PS de Vargem Grande Paulista, mas, também não resistiu aos ferimentos. As vítimas eram irmãos e moradores do bairro Pununduva, em Caucaia do Alto.
 
O delegado de Vargem Grande Paulista, Dr. Daniel Juns dos Santos, esteve no local e acionou a perícia. O motorista do caminhão, que se evadiu do local do acidente, até o momento do registro do boletim de ocorrência não havia se apresentado à Polícia. O boletim foi registrado no DP de Vargem Grande Paulista.
Estiverma no local atendende a ocorrência a viatura da Polícia Rodoviária R-05451, Cb R.Costa e Sd Ramos; viatura R-05417 do CGP; viatura R-05402, Ten. Pontes; com apoio da viatura da Polícia Militar M-33408, Sd Zarak e Sd Léo Jaime; da viatura do Corpo de Bombeiros AB-18204, Sgto Gian, Sgto Genivaldo, Cb Antunes, Sd Junior, Sd Mathias e Sd L. Rodrigues; e da ambulância do Samu 01. (Fonte: Matéria extraída do Portal Viva Cotia - www.portalviva.com.br)
 
Segundo informações de pessoas que moram na região, essa rodovia é muito perigosa e a maioria dos acidentes acontece por excesso de velocidade.
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