Sexta, 23 Agosto 2019 | Login
Hoje, os criminosos podem até continuar aterrorizando no Brasil, mas, o ´diálogo' com a Polícia mudou.
 
 
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel elogiou o trabalho “muito técnico” feito pela Polícia Militar no caso do sequestro do ônibus no início da manhã desta terça-feira, 20/08, na Ponte Rio-Niterói. A ocorrência terminou com o sequestrador abatido por atiradores de elite.
“O ideal é que todos saíssem com vida, mas nós tivemos que tomar uma decisão de salvar os reféns. O que nós assistimos foi um trabalho muito técnico da Polícia Militar. Todo tempo eu fiquei monitorando para fazer o meu trabalho como governador e a Polícia Militar, usando os atiradores de elite, escolheu a melhor oportunidade para salvar os reféns. A técnica é da Polícia Militar. Nós nos mobilizamos rapidamente e tentamos evitar o transtorno para a sociedade”, disse ele no local.
Witzel chegou de helicóptero à ponte Rio-Niterói às 9h45 e desceu da aeronave fazendo gestos de comemoração, vibrando os pulsos cerrados. Ele confirmou que o homem foi morto e identificado e que não é policial. A identidade dele não foi revelada e o corpo já foi removido para a perícia.
O sequestro
Pouco antes das 6h de hoje, um homem armado sequestrou um ônibus e fez 37 reféns, obrigando o motorista a parar o veículo na altura do vão central da ponte, no sentido Rio. Ele foi morto por atiradores de elite por volta de 9h. Segundo o governador, a Secretaria de Vitimização prestará assistência aos reféns e à família do sequestrador.
“Conversei com familiares dele, um me pediu desculpa. Ele pediu desculpa a toda a sociedade, aos reféns. Disse que alguma coisa falhou na criação, a mãe está muito abalada. Nós vamos também cuidar da família dele, vamos entender esse problema para que não ocorram outras vezes”.
Segundo Witzel, a Polícia Civil já está no local para iniciar o trabalho de perícia. Ele agradeceu às corporações envolvidas e disse que os atiradores que participaram da ação serão condecorados e promovidos por bravura e pelo “trabalho de excelência” realizado.
“Muitas vezes algumas pessoas não entendem o trabalho da polícia que às vezes tem que ser dessa forma. Se não tivesse abatido esse criminoso, muitas vidas não seriam poupadas. Isso está acontecendo nas comunidades, eles estão de fuzil aterrorizando as comunidades. Se a polícia puder fazer o trabalho dela de abater quem estiver de fuzil, tantas outras vítimas serão poupadas”.
O governador disse também que as primeiras informações indicam que o sequestrador sofria de algum transtorno mental. A PM informou que a arma usada por ele era um simulacro.
O ônibus sequestrado é da Empresa Galo Branco, linha 2520, que faz o trajeto Jardim Alcântara, em São Gonçalo, até o Estácio, no Centro do Rio. O sequestrador disse ter gasolina e ameaçou incendiar o coletivo.
O tráfego foi interrompido nos dois sentidos e liberado no sentido Niterói pouco depois das 10h. Antes de ser atingido, o sequestrador havia liberado seis reféns. As primeiras negociações com o sequestrado foram feitas pela Polícia Rodoviária Federal e depois conduzidas pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar.
O governador, o secretário de Estado de Polícia Militar, Rogério Figueredo, e o comandante do Bope, tenente-coronel Maurílio Nunes, concederão entrevista coletiva sobre o assunto ainda na manhã de hoje, no Palácio Guanabara. (Informações da Agência Brasil)
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Por Renato Ferreira -
Quis a história reservar a quarta-feira, dia 10 de julho de 2019, para a partida desta vida de duas personalidades brasileiras: o professor universitário e um dos maiores sociólogos do país, Chico de Oliveira, de 85 anos; e o conhecido e experiente jornalista, Paulo Henrique Amorim, de 77 anos.
O curioso na vida desses dois profissionais é que ambos tiveram atuações fortes e determinantes ao longo de suas carreiras em defesa da esquerda (Chico de Oliveira), e da direita, (Paulo Henrique Amorim); porém, morreram criticando o lado que antes defendiam.
PHA
PHA, como era também conhecido Paulo Henriue Amorim, iniciou a carreira profissional nos anos 1960, trabalhou em diversos veículos de comunicação no Brasil e também como correspondente internacional da Rede Globo de Televisão. Todos veículos afinados com o pensamento ideológico da direita. Enquanto trabalhou nesses veículos - rádio, TV, revista e jornal - PHA sempre fez criticas aos partidos de esquerda, como PCdoB e o PT, e também às suas lideranças como Luis Inácio Lula da Silva.
Em 1998 já TV Bandeirantes, denunciou no Jornal da Band que o, então candidato, Lula, tinha adquirido carros e imóveis de forma ilegal durante a campanha. Chegou a ser processado pelo petista. Porém, a partir dos anos 2003. ap ser contratado pela Rede Record, o jornalista foi, paulatinamente, se aproximando da esquerda. Além de atuar em outras plataformas, criou, por exemplo, o blog "Conversa Afiada", tornando-se num dos maiores críticos dos tucanos e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Tinha um estilo próprio de fazer televisão e, fazia suas críticas com um tom ácido e com muita ironia. E era com esse estilo que criticava os tucanos, ao mesmo tempo em que defendia o PT e Lula, passando a ser também nos últimos anos um crítico ferrenho da Operação Lava Jato, ao mesmo tempo que defendia a liberdade de Lula. Há um mês antes de morrer, quando também foi afastado do Domingo Espetacular, da Record, PHA gravou um vídeo polêmico afirmando que Bolsonaro iria morrer em breve.
Chico de Oliveira
Por outro lado, o sociólogo Chico de Oliveira, fez toda a sua caminhada profissional e política atuando ativamente no campo da esquerda. Chegou, inclusive, a ser preso no Governo Militar em duas oportunidades e morou no exterior, como exilado.
Esse seu ativismo de esquerdista o levou a ser um dos fundadores do PT nos anos 1980. Sempre esteve ao lado do então, sindicalista e depois deputado Federal, Luiz Inácio Lula da Silva.
Porém, essa ligação com o PT durou só até 2003, justamente, o ano em que Lula tomou posse como Presidente da República. Por discordar dos rumos que Lula tomou para ser eleito, e também de suas medidas tomadas logo no início do mandato, Chico de Oliveira acabou se afastando do Partido e passou a a fazer duras críticas ao presidente petista e ao seu governo. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo em 2016, disse que o PT como “força transformadora tinha acabado”.
Chegou também a ajudar na fundação do PSOL, legenda formada, principalmente, por dissidentes petistas, como a ex-senadora Heloísa Helena. Mas, pouco tempo depois se afastou também da legenda por discordar de seus rumos políticos. Morreu como Professor Emérito de Sociologia da USP.
Mais coerente que PHA, Chico de Oliveira nunca chegou a ser defensor da direita, assim, como PHA passou a defender a esquerda. Mas, contudo, o dia 10 de julho de 2019, que marca a partida de PHA e de Chico de Oliveira, registra também que ambos morreram criticando o lado político que antes defendiam. Ironia do destino. (Renato Ferreira)
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Em 2003, meses depois de Lula assumir a Presidência, o sociólogo se afastou do PT e tornou-se cada vez mais crítico das medidas tomadas pelo partido que havia fundado.
 
O pernambucano Francisco Maria Cavalcanti de Oliveira, mais conhecido como Chico de Oliveira, morreu aos 85 anos na madrugada desta quarta-feira, 10/07. A informação foi confirmada pela Universidade de São Paulo (USP), onde ele era professor emérito. A família não divulgou a causa da morte.
O velório aconteceu no salão nobre do prédio administrativo da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da universidade, na rua do Lago, 717, a partir das 17h..
Um dos mais influentes nomes das ciências sociais no Brasil a partir da década de 1960, Oliveira lançou ensaios que se tornaram referências, como "Crítica da Razão Dualista" (1972), "Elegia para uma Re(li)gião" (1977) e "O Ornitorrinco" (2003).
Fundador e crítico do PT
Chico de Oliveira ajudou a fundar o PT em 1980, mas decepcionou-se com o partido quando o ex-presidente Lula chegou à Presidência. Também esteve no núcleo de criação do PSOL em 2004, porém, logo se desencantou com a sigla.
Nascido no Recife em 1933, graduou-se em ciências sociais em 1956 na antiga Faculdade de Filosofia da Universidade do Recife, atual Universidade Federal de Pernambuco. Nesse período, foi um dos fundadores do Movimento Estudantil Socialista de Pernambuco.
Trabalhou na Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste), sob a orientação de Celso Furtado, que o influenciou decisivamente nesta época.
Foi preso durante o regime militar, em Pernambuco, durante dois meses. Depois de ser solto, deixou o país e viveu três anos entre Guatemala e México.
Em 2003, meses depois de Lula assumir a Presidência, o sociólogo se afastou do PT e tornou-se cada vez mais crítico das medidas tomadas pelo partido que havia fundado. "Lula não tem objetivos porque não tem inimigos de classe", escreveu em ensaio publicado na revista Piauí em 2007.
Para o sociólogo, os últimos anos foram marcados por um acentuado ceticismo em relação à política e à economia do país. No livro "Brasil: Uma Biografia Não Autorizada", o mais longo ensaio tinha como título "O Adeus do Futuro ao País do Futuro". (Diário do Nordeste)
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O cantor e compositor João Gilberto, um dos criadores da bossa nova, morreu neste sábado, aos 88 anos, no Rio de Janeiro. A causa da morte ainda não foi confirmada pela família.
 
 
"Meu pai morreu. Sua luta foi nobre, ele tentou manter a dignidade à luz da perda da independência. Agradeço minha família por estar aqui por ele", postou seu filho João Marcelo nas redes sociais..
João Gilberto era o próprio violão. Calado para o mundo, ruidoso consigo mesmo, percutia as ideias em sua caixa de ressonância de forma que só quem estivesse próximo o escutasse. Na vida em monastério que adotou por anos, seguia invisível e em total silêncio, abrindo a porta de seu apartamento apenas para poucos, como a filha Bebel Gilberto, a ex-namorada Claudia Faissol e sua filha com ela, Lulu.
João não estava pronto para se tornar um gigante. Nunca entendeu bem o que era isso. Menino de Juazeiro da Bahia, nadou nas águas do São Francisco e beijou garotas da vizinha Petrolina como se fosse normal. E era, até o dia em que avistou um caminhão vindo por uma estrada que cruzada sua cidade. Ao amigo que o acompanhava, disse como se recitasse uma oração: "Veja lá aquele caminhão, que maravilha. As árvores estão acariciando sua cabeça." Árvores, pássaros, chuva, tudo parecia mais importante a seus olhos e ouvidos do que os próprios homens.
Mas a história estava em suas mãos. Filho do comerciante Juveniano Domingos de Oliveira e da católica Martinha do Prado Pereira de Oliveira, a Patu, João viveu em terras juazeirenses até 1942, aos 11 anos, quando seguiu para estudar em Aracaju. Juazeiro ainda o teria de volta quatro anos depois, quando o violão que o pai lhe deu começou a ganhar as primeiras carícias. A Rádio Nacional lhe trazia o mundo e João flutuava ao som de Orlando Silva, Dorival Caymmi, Chet Baker e Carmen Miranda. O primeiro grupo, Enamorados do Ritmo, veio logo, e Juazeiro ficou pequena.
A cidade que o recebeu na sequência teria sério papel na formação de seu caráter artístico. Aos 18 anos, em Salvador, já trabalhava com carteira assinada na Rádio Sociedade da Bahia. Não havia ainda desenhado o formato voz e violão, mas seguia os mandamentos de Orlando Silva tentado imitá-lo, por mais que o moderno já fossem Dick Farney e Lúcio Alves. O grupo vocal Garotos da Lua o chamou e lá se foi, ainda sem a obrigação com o violão, gravar dois discos em 78 rotações.
O Rio de Janeiro fervia na segunda metade dos anos 50, e foi para lá que João seguiu, aos 26 anos, em 1957. Sem muitos recursos, seguia a trilha de quem queria ser alguém com um violão debaixo do braço. Cantou para quem poderia fazer a diferença, como o cantor Tito Madi, mas teve mais sorte ao cair nas graças do produtor e também violonista Roberto Menescal. O violão de João virava a vedete. Bim Bom, uma das primeiras que apresentou aos círculos de artistas no Rio, já trazia o caminhão com a carroceria cheia. A levada uniforme deslocando acentos fortes para lugares incomuns, a harmonia abrindo picadas onde ainda ninguém havia passado, a mão que fazia acordes fazendo também percussão. E a voz. A voz de João deixava as tentativas da impostação e partia para o que fazia o trompetista Chet Baker quando cantava. Volume baixo e notas de longa duração, limpas, sem vibrato. João, depois de acreditar no violão, passava a ter fé no fio da própria voz. E, então, fez-se a bossa nova. Era julho de 1958 quando Elizeth Cardoso aparecer com o disco
Canção do Amor Demais, com músicas de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Ao violão em duas das faixas, Chega de Saudade e Outra Vez, João Gilberto. E era só a ponta da cabeça de um baiano que se revelaria por inteiro um mês depois. Em agosto, João, já uma aposta de Tom Jobim, Dorival Caymmi e Aloysio de Oliveira, grava seu próprio 78 rotações com Chega de Saudade e Bim Bom, gravado pela Odeon. Se acabasse aqui, a missão de João já estaria completa. O que ele fez foi pouco e simplesmente tudo. Criou um violão brasileiro e, sobre ele, ajudou a fundar um gênero.
Seguiu na formatação de sua proposta com o seguinte 78, em 1959, que trazia Desafinado, de Tom e Newton Mendonça, e Hô-bá-lá-lá, música de sua autoria. E ainda traria seu LP Chega de Saudade, definindo-se como um acontecimento. "Em pouquíssimo tempo, (João) influenciou toda uma geração de arranjadores, guitarristas, músicos e cantores", escreveu Tom na contracapa do disco. (Matéria do Portal UAI)
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A comunidade evangélica do Brasil, principalmente, os membros das Assembleias de Deus, estão de luto. Nesta quarta-feira, 5 de junho, partiu para as mansões celestiais a irmã Wanda Freire Costa, aos 84 anos. Ela era esposa do Pastor José Wellington Bezerra da Costa, Presidente do Ministério Belém e ex-presidente da CGADB (Convenção Geral das Assembleias no Brasil). Ela estava hospitalizada já fazia alguns dias em São Paulo.

Esposa, avó e bisavó, a irmã Wanda era uma fiel serva de Deus e uma mulher de oração. Dedicada à obra de Deus, durante décadas, ela coordenou o Circulo de Oração da Igreja, o trabalho de assistência social e o Departamento Feminino da denominação em toda a Grande São Paulo. Foi também uma grande líder cristã em todo Brasil. Narural do Ceará, onde conheceu o seu esposo, ela deixa seis filhos, 14 netos e oito bisnetos.

Como disse o Apóstolo Paulo a Timóteo, hoje a gente pode dizer também sobre a vida da irmã Wanda: "Combateu o bom combate, acabou a carreira e guardou a fé". O velório será realizado a partir das 7h desta quinta-feira,6, na sede da AD Belém, Rua Conselheiro Cotegipe, 273, São Paulo, onde haverá o culto fúnebre, às 13h. O sepultamento está marcado para às 17h, no Cemitério Parque Jaraguá, Via Anhanguera, Km 23,2, junto ao Rodoanel.

Há três meses, o casal completou 66 anos de casamento. Nas redes sociais, o Pastor Wellignton falou sobre a partida da Irmã Wanda: "Minha princesa Wanda, você combateu o bom combate. Te amo para sempre. Você está deixando para todos nós um legado de mulher de fé, esposa, mãe, avó e bisavó".

Nesse momento dor, Notícias & Opinião externa seus sentimentos de pesar, pedindo que Deus conforte o coração do Pastor José Wellington, dos familiares e de todos os amigos. (Renato Ferreira)

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Amigos do artista reconheceram o corpo no local após acidente, que aconteceu numa área de mangue, nesta segunda-feira, em Estância.
 
O cantor Gabriel Diniz, conhecido pelo hit "Jenifer", morreu nesta segunda-feira, 27/05, aos 28 anos, na queda de um avião de pequeno porte no povoado Porto do Mato, em Estância, na região sul de Sergipe.
De acordo com a Polícia Militar, há três mortos: além de Gabriel Diniz, foram identificados Linaldo Xavier e Abraão Farias, pilotos e diretores do Aeroclube de Alagoas. Inicialmente, o Grupamento Tático Aéreo (GTA) havia informado que eram quatro ocupantes na aeronave, que decolou de Salvador e tinha como destino Maceió.
O velório de Gabriel Diniz deve acontecer no complexo esportivo Almeidão, em João Pessoa, cidade onde morava.
Amigos do cantor reconheceram o corpo dele entre as vítimas. A assessoria de imprensa da produtora do artista confirmou que ele estava no avião. Também foi encontrado o passaporte de Gabriel Diniz perto do local do acidente.
Na noite deste domingo, 26, Gabriel Diniz havia feito um show em Feira de Santana (BA). O cantor estava indo encontrar a família para comemorar o aniversário da namorada, Caroline Calheiros, que completa 25 anos nesta segunda. Por esse motivo, ele pegou o avião para Maceió.
acidente cantor Gabriel Diniz
O Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) foi acionado por volta das 12h32 desta segunda. Equipes da PM e do Corpo de Bombeiros chegaram ao local do acidente numa embarcação dos bombeiros, já que a área é de difícil acesso, de mangue e mata fechada.
A Secretaria da Segurança Pública do Estado de Sergipe (SSP/SE) informou que os corpos resgatados estão sendo levados a Aracaju para dar entrada no Instituto Médico Legal (IML).
Em nota, a produtora de Gabriel Diniz afirmou:
"A Luan Promoções, familiares, fãs, amigos e equipe estão todos muito abalados com esta triste notícia que pegou todos de surpresa nessa manhã, 27. Com muito pesar confirmamos a morte do Gabriel Diniz. O cantor estava em um bimotor que caiu no sul do estado de Sergipe no começo dessa tarde. Sua alegria estará para sempre em nossos corações! Não deixaremos perder a sua irreverência jamais, você conquistou uma nação com o seu trabalho e carisma!".
O cantor tinha apresentações agendadas para esta quarta-feira (29) e esta quinta-feira (30) em São Paulo. Depois, estavam previstas datas em Afrânio (PE), Areia Branca (SE), Salvador e Belém. (G1)
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Ex-piloto austríaco e presidente de honra da Mercedes sofria com sérios problemas respiratórios desde acidente que quase lhe matou em 1976.
Nesta segunda-feira, 30/05, morreu o tricampeão mundial de Fórmula 1, Niki Lauda, de 70 anos, O ex-piloto estava internado na UTI de um hospital na capital austríaca por complicações de antigo problema respiratório.
Lauda sobreviveu a um dos mais graves acidentes da história da F-1, no GP da Alemanha, em Nurburgring, em 1º de agosto de 1976. O então piloto da Ferrari teve o corpo coberto por chamas e a capacidade respiratória comprometida desde então.
niki lauda gp da espanha 2
Niki Lauda numa de suas corridas pela Fórmula 1, na Espanha (EFE - 28.4.1974)
Foi também nesse acidente, que Lauda teve parte da orelha direita queimada e vários ossos quebrados. Lauda não só lutou contra a morte como batalhou muito para também voltar às pistas. Depois de 42 dias e só duas corridas de ausência, lá estava de novo nas pistas. Naquele ano, foi vice-campeão mundial, tendo perdido o título para James Hunt. A rivalidades com Hunt nas pistas virou até filme.
Além do problema pulmonar, o ex-piloto precisou passar por dois transplantes de rim, um em 1997 e o outro em 2015. Esse último procedimento só foi viável graças à namorada da época, que lhe doou um órgão saudável.
Desde 2012, Lauda era presidente de honra da Mercedes, na reconstrução da equipe na F-1. Ele foi um dos principais nomes que levaram Lewis Hamilton para as Flechas de Prata no final daquele ano. Antes das férias de verão da categoria, Lauda perdeu os GPs da Alemanha e da Hungria.
O austríaco foi campeão da F-1 em 1975, 1977 (ambas pela Ferrari) e 1984 (já pela McLaren). Ao todo, foram 177 corridas na principal categoria do automobilismo, com 25 vitórias e 24 pole-positions. (Fonte: R7- Imagem: EFE/Valdrin Xhemaj )
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Na tarde desta terça-feira, 30/04, a cantora e compositora Beth Carvalho morreu, aos 72 anos, no Hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo, zona sul do Rio, onde estava internada desde janeiro deste ano. Ligada à Estação Primeira de Mangueira, Beth Carvalho era considerada como a "Rainha do Samba".

Com mais de 50 anos de carreira e com dezenas de discos lançados, Beth Carvalho lançou nomes como o cantor Zeca Pagodinho, que só se referia a Beth como madrinha, além de Arlindo Cruz e Almir Guineto e o próprio grupo Fundo de Quintal, que ficou famoso por meio da cantora. Zeca Pagodinho ficou muito abalado com a notícia e, por intermédio de sua assessoria, disse que “não tinha condições de falar hoje”.

Na tradicional roda de samba do Cacique de Ramos, Beth Carvalho lançou diversos compositores que se destacaram nas rodas de samba, que era realizada todas as quartas-feiras, embaixo do pé de uma tamarineira. Mangueirense de coração e torcedora do Botafogo, suas duas grandes paixões, Beth também lançou o cantor e compositor Jorge Aragão, entre outros.

Beth Carvalho sofria de um problema de coluna há vários anos e recentemente fez alguns shows deitada em uma cama, sem conseguir sentar por causa das fortes dores.

Na página oficial da artista nas redes sociais foi divulgado o seguinte texto:

“Queridos amigos e fãs, nossa querida Beth Carvalho partiu hoje as 17h33, cercada do amor de seus familiares e amigos. Agradecemos todas as manifestações de carinho e solidariedade nesse momento. Beth deixa um legado inestimável para a música popular brasileira e sempre será lembrada por sua luta pela cultura e pelo povo brasileiro. Seu talento nos presenteou com a revelação de inúmeros compositores e artistas que estão aí na estrada do sucesso. Começando com o sucesso arrebatador de ‘Andança’, até chegar a Marte com ‘Coisinha do Pai’, Beth traçou uma trajetória vitoriosa laureada por vários prêmios, inclusive um Grammy pelo conjunto da obra.

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, publicou uma nota lamentando a morte de Beth Carvalho. Ele disse que a música da cantora é trilha sonora de sua vida. “Seus sambas embalaram da minha infância até os dias de hoje”. Ele se solidarizou com os familiares e amigos da sambista. “Essa grande intérprete do samba carioca reuniu, ao longo de cinco décadas, fãs de todas as idades, unindo o país em torno da beleza da sua voz e das suas canções”.

O corpo da "Madrinha do Samba" será velado na sede do Botafogo, o seu time de coração, e o sepultado será às 16h de terça-feira, no Cemitério do Caju. (Agência Brasil)

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O corpo da modelo Caroline Bittencourt, foi encontrado na tarde desta segunda-feira, próximo à praia das Cigarras, em São Sebastião, litoral norte de São Paulo. Segundo as primeiras informações do Corpo de Bombeiros de São Sebastião, um corpo de mulher com as roupas que ela usava na ocasião do desaparecimento foi encontrado.

Caroline, que tinha 37 anos, desapareceu na tarde do último domingo, quando passeava de barco, em Ilhabela, com suas duas cachorras e o marido Jorge Sestini, que foi resgatado horas depois. Várias embarcações teriam virado durante a forte ventania de 123 km/h registrada no domingo. O município de Ilhabela declarou estado de emergência por conta da tempestade.

A personal trainer de Caroline teria dito que a modelo teria caído no mar para salvar as cachorras, mas essa informação não foi confirmada pela família. Ao tentar salvar a mulher, Jorge pulou no mar e acabou ficando à deriva, até que foi resgatado.

Ainda não há informações sobre o horário do velório da modelo. Jorge é empresário do ramo de vestuário e conhecido por seu perfil discreto.


Episódio em casamento
Caroline ficou nacionalmente conhecida após o episódio no casamento de Ronaldo Fenômeno com a também modelo Daniela Cicarelli. Caroline, então namorada do empresário Álvaro Garnero, amigo de Ronaldo, foi impedida de entrar na festa em um castelo, na França. Daniela e Caroline teriam namorado o empresário João Paulo Diniz, daí a 'rivalidade'.
A modelo tem uma filha, Isabelle Bittencourt, de 17 anos, que também trabalha como modelo. No início deste ano, Caroline se casou com Jorge Sestini na praia, no município de São Miguel dos Milagres, em Alagoas.

Estado de emergência

Ilhabela


O prefeito de Ilhabela, Márcio Tenório, decretou estado de emergência após conferir os estragos provocados pelo vendaval. Segundo a Defesa Civil da ilha, desde o domingo foram contabilizadas quedas de mais de 300 árvores, muros, destelhamento de casas e deslizamentos de terras.

O fornecimento de energia elétrica foi interrompido e restabelecido em algumas regiões da cidade. Neste momento, mais de oito equipes da Elektro estão trabalhando para normalizar o fornecimento de energia em todo o município.

A estrada de Castelhanos também sofreu com a queda de árvores e deslizamentos de terra e também foi interditada. No domingo, alguns jipeiros e turistas precisaram ser resgatados pela Defesa Civil, pois não havia como retornar devido ao bloqueio da estrada. (Portal UAI - EM)

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O peruano chegou a ser operado em caráter de urgência. "Presidente tomou a decisão de atirar", lamentou o advogado de García.

Na manhã desta quarta-feira, 17/04, o ex-presidente peruano Alan García, de 69 anos, morreu durante uma operação em caráter de urgência por um ferimento de bala na cabeça. Ele tentou suicídio em sua casa, pouco antes de ser detido pela polícia em um caso vinculado ao escândalo Odebrecht, informou seu advogado.

"Nesta manhã aconteceu este acidente lamentável: o presidente tomou a decisão de atirar", afirmou o advogado Erasmo Reyna na entrada do Hospital de Emergências Casimiro Ulloa, em Lima.

O hospital indicou que García, 69 anos, teve "um ferimento de bala na cabeça" e estava sendo operado no meio da manhã.

"O paciente entrou no hospital com diagnóstico de impacto de bala, entrada e saída na cabeça", havia afirmado o ministério da Saúde.

Alan García, ex-presidente do Peru entre 1985-90 e 2006-2011, foi detido em sua casa de Lima no distrito residencial de Miraflores às 6h30 locais (8h30 de Brasília).

A polícia apresentou uma ordem de prisão preliminar judicial pelo prazo de 10 dias por suposta lavagem de dinheiro em um caso vinculado ao escândalo Lava Jato/Odebrecht.

4º peruano envolvido
Alan García era acusado de ter recebido propina para a construção de uma linha de metrô em Lima. O projeto era tocado pela construtora brasileira Odebrecht. Além do ex-presidente, a operação desta quarta prendeu o ex-secretário-geral da Presidência, Luis Nava, e o ex-vice-presidente da Petro Peru, Miguel Atala.
Além de García, outros três ex-presidentes do Peru são acusados de receber propina da empreiteira brasileira: Alejandro Toledo (2001-2006), Ollanta Humala (2011-2016) e Pedro Pablo Kuczynski (2016-2018), que renunciou ao mandato em meio às acusações em março do ano passado.

No Brasil
A empreiteira brasileira, investigada pela Operação Lava Jato, se envolveu no maior escândalo no Brasil, durante o governo Lula (PT), e também em outros países, como o Peru. Aqui, além de vários diretores da Petrobras, da empreiteira e políticos, o caso Odebrecht levou também para a prisão o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já está preso há mais de um na Polícia Federal de Curitiba. (Fonte: Estado de Minas)

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