Quarta, 20 Março 2019 | Login

 

Parceiro de Pelé, ele foi campeão da Copa do Mundo em 1962, no Chile. Jogador atuou 457 vezes pelo Peixe e marcou 368 gols em duas passagens.

 

https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2019/03/11/ex-atacante-do-santos-e-da-selecao-coutinho-morre-aos-75-anos.ghtml

 

 

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Renato Ferreira - 

Ontem, diante de algumas postagens festejando a morte do pequeno Arthur, de 7 anos, só porque ele era neto do ex-presidente Lula, fiz uma postagem em minha página do Facebook criticando essa baixaria, digna de pessoas irracionais. Afirmei na oportunidade que quem faz pode ser tudo, menos gente. Veja aqui: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/2193929194030642

Hoje, porém, volto a esse assunto tão triste, que arrasa qualquer família, para mostrar que a mediocridade e a falta de humanidade não tem lado.

Assim como aqueles que se comportaram como animais irracionais diante da tragédia na família Lula, não dá para aceitar também o que membros da chamada esquerda fizeram no cemitério de São Bernardo, transformando o velório do garoto Arthur, momento de dor para os pais e avós, num palanque político em defesa do ex-presidente.

E tudo começou no dia da morte do menino, sexta-feira, quando a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, já incitava seus comandados pelas redes sociais. "Queremos o Lula Livre. Isso é mais uma tragédia familiar, além da perseguição política ao Lula, que está preso injustamente".

Hoje, no dia da cremação, além dos gritos de "Lula Livre", após a cerimônia fúnebre e depois que o Lula já havia retornado para Curitiba, Paulo Okamoto, uma das pessoas mais próximas do ex-presidente petista, num ato falho, claro, pediu desculpas aos presentes, porque nem todos puderam participar da "festa" naquele local. Imediatamente, ele foi interrompido aos gritos. Veja, aqui, quando Okamoto chama o velório de festa: https://www.facebook.com/Nilmatins/videos/10205610405856885/?epa=SEARCH_BOX

Portanto, é muito triste ver que em pleno século 21, brasileiros ainda são usados como massa de manobra, por políticos corruptos, uns para festejar, e outros para transformar a morte de um menino inocente em palanque políticos.

E só lembrando: As redes sociais estão cheias de postagens de imbecis festejando a facada em Bolsonaro. E mais: Torcendo para que ele não saísse do hospital, depois de várias cirurgias e da pneumonia.

Precisamos evoluir muito ainda para nos livramos de atos tão abomináveis. Lamentável! (Renato Ferreira). (Esta foto foi publicada pelo Diário do Grande ABC)

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Arthur Lula da Silva deu entrada às 7h11 desta sexta-feira (1º) em hospital de Santo André, no ABC Paulista.

Morreu nesta sexta-feira, 01/03, o neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Arthur Lula da Silva, de 7 anos, vítima de meningite meningocócica, em São Paulo.

Arthur deu entrada no Hospital Bartira, em Santo André, no ABC Paulista, às 7h20 desta manhã, "quadro instável" com febre e faleceu às 12h11, "devido ao agravamento do quadro infeccioso de meningite meningocócica", segundo a assessoria da Rede D'Or São Luiz, da qual o hospital faz parte.

A presidente do PT, Gleisi Hoffman, afirmou em sua conta no Twitter que fará de tudo para que Lula, preso na sede da PF em Curitiba, possa comparecer ao velório para se despedir do neto. O Hospital não deu detalhes sobre local e horário do velório.

Os advogados de Lula devem pedir a Justiça a liberação para ele comparecer ao velório do neto.
 
Notícias & Opinião externa seus sentimentos de pesar nesse momento de dor da família e pede a Deus que console o ex-presidente Lula e todos os seus familiares.
 
Atualizado às 17h30
Lula vai ao sepultamento do neto
“O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seguirá para São Paulo em avião do Governo do Paraná. A aeronave foi liberada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, atendendo pedido da superintendência da Polícia Federal no Paraná. O apoio para o deslocamento permitirá que o ex-presidente participe do velório do neto Arthur Araújo Lula da Silva, que morreu nesta sexta-feira em Santo André, vítima de meningite.” O sepultamento ocorrerá em Santo André, no ABC Paulo, no sábado, 02/03. Não houve ainda uma declaração oficial da juíza Carolina Lebbos, da 12ª Criminal Federal de Curitiba, mas, ela já fez um comunicado informal à PF afirmando que ex-presidente será liberado para ir ao sepultamento do neto.
 
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Atriz, diretora, cantora, compositora e apresentadora morreu em seu apartamento, no Rio. Filha de Procópio Ferreira, artista brilhou por décadas no teatro e nas telas.
 
A atriz e cantora Bibi Ferreira, diva dos musicais brasileiros, morreu nesta quarta-feira, 13/02, aos 96 anos, no Rio. Também apresentadora, diretora e compositora, ela foi um dos maiores fenômenos artísticos do país.
Segundo Tina Ferreira, filha única de Bibi, a artista morreu no início da tarde em seu apartamento no Flamengo, Zona Sul do Rio. A atriz acordou e a enfermeira que a acompanhava percebeu que o batimento cardíaco estava baixo e, por isso, chamou um médico. Tina acredita que a mãe morreu dormindo.
"Ela amanheceu normal, acordou tomou seu café da manhã e tudo. Depois ela só se queixou que estava se sentindo um pouco com falta de ar. Então como tem enfermeira, tem tudo, tiramos a pressão, o pulso estava fraco. Imediatamente chamamos o Pró-Cardíaco. Eles vieram muito rápido, muito rápido mesmo, ambulância, médico, tudo, mas quando chegaram ela já tinha partido. Ela morreu dormindo, tranquila", explicou Tina.
A Secretaria Municipal de Cultura informou que o velório vai ser no Teatro Municipal do Rio. O corpo de Bibi deve ser cremado.
História
Abigail Izquierdo Ferreira nasceu em 1º de julho de 1922. Filha de um dos maiores nomes das artes cênicas do Brasil, o ator Procópio Ferreira (1989-1979), e da bailarina espanhola Aída Izquierdo, Bibi – apelido que ganhou ainda na infância – estreou nos palcos com pouco mais de 20 dias de vida.
Em cena, ela apareceu no colo da madrinha, Abigail Maia, em encenação de "Manhãs de sol", de Oduvaldo Vianna (1892-1972).
Artista multimídia, Bibi ao longo da carreira fez filmes, apresentou programas de TV, gravou discos e dirigiu shows. Tudo sem nunca abandonar o teatro, uma grande paixão.
Também foi enredo da Viradouro no Carnaval do Rio em 2003. Recentemente, teve a vida e obra contadas no espetáculo "Bibi, uma vida em musical", escrito por Artur Xexéo e Luanna Guimarães, com direção de Tadeu Aguiar. Na montagem, a protagonista foi interpretada por Amanda Costa.
Em março de 2018, já aos 95 anos, Bibi foi assistir a uma apresentação do musical, então em cartaz em um teatro no Rio e fez o público se emocionar ao chorar cantando, da plateia e sem microfone, uma música de Edith Piaf (1915-1963).
A própria Bibi interpretou a cantora francesa com maestria em um musical de enorme sucesso no Brasil e em Portugal. O trabalho minucioso foi considerado tão perfeito que mesmo pessoas que conheceram Piaf se espantaram com o nível de semelhança.
Com o espetáculo, Bibi conquistou os principais prêmios do teatro nacional, como Molière, Mambembe, Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), Governador do Estado e Pirandello. Foram apenas alguns dos muitos prêmios que colecionou ao longo das décadas de carreira.
Na TV
Em 1960, Bibi inaugurou a TV Excelsior com o programa ao vivo "Brasil 60", que levou à TV os maiores nomes do teatro. A atração mudaria de nome nos anos seguintes ("Brasil 61", depois "Brasil 62" e assim por diante).
Na mesma emissora, também apresentou o programa "Bibi sempre aos domingos". Em 1968, estrelou o musical "Bibi ao vivo" – com direção de Eduardo Sidney, o programa era transmitido do auditório da Urca.
Musicais
Ainda nos anos 1960, Bibi estrelou outros dois dos musicais mais marcantes de sua carreira. O primeiro foi "Minha querida dama" ("My fair lady"), de Frederich Loewe e Alan Jay Lerner, adaptação de "Pigmaleão", de George Bernard Shaw. No espetáculo, atuou ao lado de Paulo Autran (1922-2007) e Jaime Costa (1897-1967).
O outro trabalho marcante foi "Alô, Dolly!" (Hello, Dolly!), versão da obra "The matcmaker", de Thornton Wilder, com Hilton Prado e Lísia Demoro.
Já na década de 1970, Bibi foi o principal nome de "O homem de La Mancha", musical de Dale Wasserman dirigido por Flávio Rangel e com letras adaptadas para o português por Chico Buarque.
Marca no Canecão
A artista deixou ainda seu nome marcado na casa de shows Canecão, no Rio, ao dirigir o espetáculo "Brasileiro, profissão esperança", de Paulo Pontes e Oduvaldo Vianna Filho (1936-1974), produção inspirada na obra do compositor Antonio Maria.
No início, o show foi concebido em escala menor para ser apresentado em boates, com Ítalo Rossi e Maria Bethânia nos papéis centrais. Mas depois o musical foi reformulado e ampliado. Passou, então, a ser protagonizado por Paulo Gracindo e Clara Nunes, transformando-se em um dos maiores sucessos da história do Canecão.
Em 1975, Bibi recebeu o Prêmio Molière pela interpretação da personagem Joana, de "Gota d’água", de Paulo Pontes e Chico Buarque, montagem que ambientava a tragédia "Medeia", de Eurípedes, em um morro carioca.
Amália
No início dos anos 2000, Bibi Ferreira fez mais um trabalho impressionante ao interpretar a fadista Amália Rodrigues (1920-1999) no espetáculo "Bibi vive Amália".
Em seguida, Bibi apresentou dois recitais, "Bibi in concert" e "Bibi in concert pop", nos quais se apresentou acompanhada por orquestra e coral.
Vida reservada
Admirada pelo público e adorada e respeitada pelos colegas, Bibi sempre manteve uma rotina discreta, evitando a exposição de detalhes de sua vida pessoal – raras eram suas aparições em eventos sociais.
Segundo amigos mais próximos, quando estava fora dos palcos, Bibi preferia passar o tempo em seu apartamento no Flamengo. Teve vários casamentos e apenas uma filha, Teresa Cristina.
Afastamento
"Nunca pensei em parar. Essa palavra nunca fez parte do meu vocabulário, mas entender a vida é ser inteligente. Fui muito feliz com minha carreira. Me orgulho muito de tudo que fiz. Obrigada a todos que de alguma forma estiveram comigo, a todos a que me assistiram, a todos que me acompanharam por anos e anos. Muito obrigada! Bibi."
Com essas palavras, atribuídas a Bibi Ferreira em comunicado publicado em rede social, a atriz e cantora carioca anunciou, em 10 de setembro de 2018, que encerrava uma das carreiras mais gloriosas construídas por uma artista no Brasil e no mundo.
Aos 96 anos, a artista se retirou voluntariamente de cena para preservar a saúde após três sucessivas internações.
De acordo com a nota, Bibi disse que não iria mais se apresentar nos palcos como atriz e/ou cantora. Tampouco daria entrevistas, nem mesmo por e-mail, como vinha fazendo nos últimos tempos. (G1)
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Renato Ferreira - 

Tem certas notícias que a gente até reluta em publicar, tão grande é o impacto que ela nos causa. É assim que vi a morte do jornalista Ricardo Boechat, ocorrida nesta segunda-feira, 11, por volta do meio-dia, com a queda de um helicóptero, na Rodovia Anhanguera, próximo ao acesso para o Rodoanel Mário Covas.

Ricardo Boechat tinha 66 anos e voltava para São Paulo depois de participar de mais um evento de suas múltiplas atividades como jornalista, apresentador de TV, radialista, escritor e palestrante. Ele voltava de uma palestra na cidade de Campinas. Além de Boechat, morreu também o piloto Ronaldo Quatrucci, os únicos ocupantes da aeronave. Na queda, o helicóptero atingiu a frente de um caminhão. O motorista sofreu ferimentos leves.

Boechat era apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM e tinha uma coluna semanal na revista ISTOÉ. Trabalhou também na TV Globo, Jornal O Globo e no Estadão.

Crítico, independente e bem humorado

Filho de diplomatas, Ricardo Boechat nasceu em Buenos Aires e foi criado em Niterói, Rio de Janeiro. Boechat era de uma geração de jornalista, que parece estar em extinção. Ele desempenhou com maestria a arte do bom jornalismo, tanto na TV, como no rádio, jornal e revista.

Apesar de sermos da mesma geração - ele um pouco mais velho - sempre o admirei pela sua capacidade de criticar A, B ou C de vários segmentos da sociedade, fosse da política, economia, esporte ou religião. Essa forma de abordar os mais diversos temas, com a mesma desenvoltura, criticando ou elogiando sem olhar a cor da bandeira política, filosófica ou religiosa, com certeza, lhe rendeu ao mesmo tempo admiradores e críticos, ou até mesmo inimigos.

Mas, esta é a linha do bom jornalismo, que agora está de luto e se sente órfão, pois, perdeu um dos mais competentes e premiados jornalistas. Outra marca de Boechat era o seu constante bom humor, principalmente, na rádio Band FM. Ele ensinou que para ser sério, investigativo e crítico, o jornalista não precisava ser carrancudo, andar de cara fechada ou como se fosse superior aos demais.

Hoje, políticos dos Três Poderes, magistrados e colegas vieram a público para lamentar a morte inesperada do colega. Nas redações, todos os textos saíam molhado de lágrimas pela partida do amigo e colega generoso com todos. Lamentando o fato doloroso, colegas mais velhos, da mesma idade e também os mais novos lembraram dos momentos inesquecíveis que passaram ao lado do competente Ricardo Boechat, que deixa a esposa e seis filhos de dois casamentos.

O corpo etá sendo velado no MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo, e será cremado no início da tarde desta terça-feira, 12.
Consternados, todos nós de Notícias & Opinião externamos os mais sinceros sentimentos de pesar. Pedimos a Deus que conforte o coração de todos os familiares e amigos do jornalista e também do piloto Ronaldo Quatrucci. Sem dúvida, o Jornalismo do Brasil ficou mais pobre nesta segunda-feira, 11 de fevereiro. (Renato Ferreira)
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Depois do atentado contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), no dia 6 de setembro, a cidade de Juiz de Fora volta a ser destaque no noticiário policial. Nesta sexta-feira, 19/10, policiais civis mineiros suspeitaram de policiais paulistas e houve troca de tiros. Um policial de Juiz de Fora morreu, dois paulistas ficaram feridos. Cerca de R$ 15 milhões foram encontrados com os policiais de São Paulo. Segundo informações, o dinheiro seria de um empresário ainda não identificado
 
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais. Malas com dinheiro foram encontradas em carros com o grupo que veio de São Paulo e se envolveu em tiroteio com policiais civis de Juiz de Fora
Tiroteiro entre policiais em JF dinheiro
 
Segue em andamento na Polícia Civil a apuração sobre o tiroteio entre policiais civis de Minas Gerais e São Paulo. A Polícia Civil de Juiz de Fora informou que foram apreendidos cerca de R$ 15 milhões nos carros do grupo de São Paulo. Segundo as primeiras informações, a maioria das notas seria falsificada.
Um policial civil de 39 anos de Juiz de Fora morreu durante a ação. Um idoso de 66 anos e um homem de 42 ficaram feridos. Outros envolvidos, entre 30 e 50 anos, foram conduzidos à Delegacia de Plantão no Bairro Santa Terezinha.
Segundo o Registro de Eventos de Defesa Social (Reds), as malas estavam em dois carros localizados no subsolo do estacionamento, um deles com uma mala e um colete balístico; as outras seis contendo o dinheiro estavam em outro veículo.
A Polícia Civil ainda não divulgou os motivos que trouxeram os policiais até Juiz de Fora. Em depoimentos nas últimas horas, alguns deles afirmaram ter sido contratados para fazer a escolta de um empresário de São Paulo sem saber de fato o que ele veio fazer na cidade. A identidade do suposto empresário não foi divulgada, a Polícia investiga relatos de que ele teria deixado Juiz de Fora em um jatinho.
O G1 entrou em contato com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (Sedettur) da Prefeitura questionando se houve alguma decolagem particular no Aeroporto da Serrinha após o registro da ocorrência no estacionamento do hospital. "A AMD Services, empresa que administra do Aeroporto Francisco Álvares de Assis (Serrinha), colabora com as investigações e passou para a polícia todas as informações relativas a pousos e decolagens realizadas no aeroporto na última sexta-feira (19)", explicou em nota neste sábado.
Equipe da Corregedoria de São Paulo chegou à Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora na manhã deste sábado para apurar o caso — Foto: Luiz Felipe Falcão/G1 Equipe da Corregedoria de São Paulo chegou à Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora na manhã deste sábado para apurar o caso — Foto: Luiz Felipe Falcão/G1
Equipe da Corregedoria de São Paulo chegou à Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora na manhã deste sábado para apurar o caso — Foto: Luiz Felipe Falcão/G1
O MGTV apurou junto à Polícia Civil de Juiz de Fora que foram conduzidos dois delegados e nove investigadores da Polícia de São Paulo. Todos foram ouvidos e autuados, mas não foi detalhado por qual crime. Eles devem ser encaminhados para a audiência de custódia na tarde deste sábado e depois serão transferidos para São Paulo.
Integrantes da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo chegaram à Delegacia na manhã deste sábado (20). "O delegado divisionário da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo está em Juiz de Fora em contato constante com a Polícia Judiciária mineira para auxiliar pessoalmente nas investigações, a fim de apurar todas as circunstâncias do caso. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) ressalta que não compactua com desvios de conduta de seus agentes e, caso haja alguma irregularidade, os envolvidos serão responsabilizados", explicou o setor em nota à imprensa.
Reforço
Policiais de Ubá e de Leopoldina vieram reforçar a equipe em Juiz de Fora no trabalho da apuração do caso. A Polícia Civil de Minas Gerais aguarda a finalização do procedimento investigatório para se posicionar sobre o caso.
Polícia Civil acha cerca de R$ 15 milhões em carros que estavam com policiais de SP em MG
O velório do policial civil Rodrigo Francisco, 37 anos, está em andamento na capela 6 do Cemitério Municipal. O enterro será no mesmo local na tarde deste sábado (20).
Segundo a assessoria do Hospital Monte Sinai, os dois internados foram operados no Hospital. Um dos pacientes passou por cirurgia na sexta, está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sedado. O quadro é grave, porém estável. O outro passou por cirurgia no pé, está sendo assistido na rotina normal de internação pós-cirúrgica em enfermaria. Não há previsão de alta. Por questão de sigilo, o hospital não divulgou o nome dos feridos.
Tiroteio
De acordo com o Registro de Eventos de Defesa Social (Reds), as equipes foram acionadas após informações de um tiroteio no estacionamento no subsolo do prédio anexo do Hospital Monte Sinai por volta de 16h. No local, a PM encontrou o investigador Rodrigo Francisco morto. Segundo informações de funcionários, outras duas pessoas ficaram feridas e foram socorridas no mesmo hospital. O registro da PM enumera ainda que outros dois carros foram danificados pelos disparos.
Durante o registro da ocorrência, houve uma confusão na viatura da Polícia Civil de Juiz de Fora porque alguns dos agentes de São Paulo não queriam entregar as armas.
Segundo a Polícia Civil, quatro deles fugiram após a ocorrência no hospital. Eles foram capturados no início da noite em um carro branco, descaracterizado.
Em entrevista na noite de sexta-feira (19), o chefe do 4º Departamento de Polícia Civil, Carlos Roberto da Silveira contou as informações iniciais apuradas sobre a ocorrência.
"O que a gente ficou sabendo é que eles (os policiais mineiros) estavam trabalhando e viram os elementos abordando uma pessoa, salvo engano, com armas. Ele se identificaram como policiais e foram para abordar. E tinha mais elementos do outro grupo na retaguarda, na cobertura, e começou a troca de tiros", disse o delegado.
Conforme Silveira, ainda não havia informações sobre quem atirou e o motivo do grupo estar em Juiz de Fora. Segundo ele, não houve comunicado da Polícia Civil de São Paulo sobre a presença de policiais paulistas em Minas Gerais.
A assessoria do Hospital Monte Sinai divulgou nota neste sábado sobre a ocorrência. Destacou que presta atendimento aos feridos e colabora com as investigações. "A instituição não pode falar sobre o episódio de violência, pois desconhece o que aconteceu de fato. Mas, até onde se pode julgar, o fato que aconteceu nas dependências do Complexo poderia ter acontecido em qualquer lugar. Prestamos socorro aos feridos e estamos colaborando com as necessidades de investigação da polícia para que tudo seja esclarecido o mais rápido possível", diz o texto.
Funcionários de um hotel próximo ao hospital onde a ocorrência foi registrada confirmaram ao MGTV que seis policias civis de São Paulo estavam hospedados no estabelecimento desde a última quarta-feira (17). A direção do hotel explicou que não irá se pronunciar sobre o caso. (Fonte: G1)
 
Atentado contra Bolsonaro
No dia 6 de setembro, Juiz de Fora foi destaque na imprensa nacional e internacional. Naquela data, o presidenciável Jair Bolsonaro, candidato do PSL, paraticipava de uma ação política com mais de 40 mil pessoas, no Centro da cidade, quando foi esfaqueado por Adélio Bispo de Oliveira, um ativista político, ex-filiado ao PSOL.
 
Socorrido imediatamente, Bolsonaro foi levado à Santa Casa de Juiz de Fora, onde passou por cirurgia e recebeu uma bolsa de colostomia. Posteriormente, ele foi levado para São Paulo, onde ficou internado na UTI do Hospital Albert Einstein por mais de 20 dias. O candidato do PSL já recebeu alta médica para voltar às atividades de campanha, mas, ainda está com a bolsa de colostomia.
 
Seu agressor foi preso em flagrande, ficou preso em Juiz de Fora. Hoje, ele encontra-se detido num presídio federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. (Renato Ferreira)
 
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Ele era jornalista, radialista e cronista policial e emocionava a todos com as suas reportagens no rádio e na televisão
 
 
O jornalismo brasileiro está de luto. Morreu na madrugada desta terça-feira, 16/10, o jornalista e radialista Gil Gomes. Ele estava internado no Hospital São Paulo. Famoso e insuperável na crônica policial, Gil Gomes tinha 78 anos e sofria havia mais de dez anos de Mal de Parkinson.
Na noite de segunda-feira, o jornalista passou mal em sua casa, no bairro Jardim da Saúde, Zona Sul da capital. Ele foi socorrido por equipe do Samu e levado para o pronto-socorro do Hospital São Paulo. A morte foi confirmada nesta madrugada.
Ele deixa quatro filhos e nove netos. "É uma pessoa única para a comunicação. Sempre muito indignado com as injustiças sociais. Era muito considerado desde os delegados até as classes mais humildes", disse Vilma Gil Gomes, filha do jornalista. Segundo ela, a saúde do pai piorou nos últimos dias em decorrência do Parkinson.
Jornalistas de todas as regiões do Brail lamentaram a morte de Gil. No Twitter, o presidente da República, Michel Temer (MDB), disse que "seu estilo único e carismático marcou para sempre o jornalismo brasileiro".
O velório teve início por volta das 14h na Capela Obelisco, na Vila Mariana. O enterro está previsto para quarta, 17), no Cemitério Memorial Vertical de Guarulhos, na Grande São Paulo. O horário ainda não foi informado.
Voz marcante
Cândido Gil Gomes Jr. nasceu em São Paulo, em 1940. Dono de uma voz potente, começou a carreira jornalística aos 18 anos, em uma rádio, como locutor esportivo. Na época, não pensava em cobrir crimes. "Polícia sempre me cheirara a coisa de mundo cão", disse em entrevista à "Folha de S.Paulo" em 2008.
A entrada no "mundo cão" ocorreu em 1968, na Rádio Marconi. Lá, deixou a crônica esportiva para cobrir reportagens de temas variados. Se destacou ao cobrir, ao vivo, um caso de agressão sexual ocorrido no prédio onde trabalhava.
A partir daí, aprimorou a narrativa que o marcou na crônica policial brasileira.
Nos anos 90 integrou a equipe do popular “Aqui Agora”, do SBT. Manteve no vídeo a entonação de suspense que criou no rádio, acrescentando ao estilo um gesto circular que fazia com a mão e camisas com estampas coloridas. Depois do “Aqui Agora”, trabalhou em outras emissoras.
Gil Gomes ficou afastado da TV por mais de 10 anos devido a problemas de saúde relacionados ao Mal de Parkinson, doença diagnosticada em 2005. Em 2016, aos 76 anos, foi convidado a participar com comentários em um programa de TV patrocinado por uma rede de farmácias. (Fonte G1)
 
Em Piracicaba
Eu o conheci pessoalmente, no final dos anos anos 1980, em Piracicaba, onde eu trabalhava como jornalista policial no Jornal de Piracicaba e na Rádio Difusora. Ele esteve na cidade de informações sobre um crime que foi destaque na imprensa nacional. Em 1988, um menino de 9 foi encontrado morto dentro de um freezer num Colégio Católico.
 
Como cobri o caso desde o início, forneci ao Gil Gomes muitas informações sobre as investigações realizadas pela policia local e também por peritos da Unicamp. Ele fez várias reportagens sobre caso. Sem dúvida, Gil Gomes foi um ícone do jornalismo brasileiro. (Renato Ferreira)
 
 
 
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Terça, 25 Setembro 2018 23:51

Osasco perde o jornalista Roberto Espinosa

 

Que notícia triste! Vítima de um câncer no pulmão, morreu na tarde desta terça-feira, 25/08, o jornalista, escritor e professor Antônio Roberto Espinosa, que foi fundador e proprietário do extinto Jornal Primeira Hora, de Osasco.

Ferrenho no combate contra o golpe militar de 1964, Espinosa participou de vários movimentos contra a Ditadura e chegou a ser preso pelo Governo Militar. Autor de livros históricos, como "Abraços que Sufocam", Espinosa narra com muita precisão em seus livros esses seus momentos na oposição.

Tive o privilégio de trabalhar com o Espinosa na Secretaria de Comunicação de Osasco durante um dos mandatos do saudoso prefeito Celso Giglio, quando ele exerceu o cargo de Secretário de Comunicação Social.

Neste momento de dor e já de saudades, em nome de Notícias & Opinião, eu, Renato Ferreira externo nossos sentimentos de pesar e peço que Deus conforte o coração dos familiares e amigos.

Nota de pesar da Prefeitura de Osasco

- A Prefeitura de Osasco comunica o falecimento do jornalista ANTÔNIO ROBERTO ESPINOSA, filósofo, professor e proprietário do extinto Jornal Primeira Hora, ocorrido na tarde desta terça-feira, 25/9.

O velório será realizado na Sala Osasco (prédio anexo à Prefeitura), a partir das 6 horas dessa quarta-feira e a cremação ocorrerá às 15h30 no Crematório Bosque da Paz, em Vargem Grande Paulista.

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A cidade de Osasco amanheceu mais triste nesta terça-feira, 17/04, com a morte dos nossos amigos e colegas jornalistas, Cristiane Picão e Bruno Capuano. Hoje também, o Brasil se despede de duas personalidades que deixarão saudades: a sambista Dona Ivone Lara e o economista Paul Singer.

 

Adeus Cris!

Cris

Será impossível esquecer a lealdade, a franqueza e o sorriso espontâneo da querida amiga Cristiane Picão. Uma competente jornalista, que amava sua profissão e, principalmente, o seu último trabalho que exercia há muitos anos na rádio Nova Difusora.

Por onde a Cris passava, ela espalhava bom humor e alegria. Amava a vida, a família, como as suas três filhas. Talvez, as suas postagens que pudessem denotar um ar de tristeza, era quando ela falava de seu saudoso e eterno amor, o marido Carlinhos.

Vencida pelo câncer de mama, a Cris nos deixou tão cedo. Mas, a vida é assim mesmo. Que Deus console e conforte os familiares neste momento de dor e continue cuidando de suas filhas!

O corpo da Cris está sendo velado no Velório Bela Vista, em Osasco, e será sepultado às 17h, no Cemitério da Lapa.

 

Adeus Capuano

Bruno

Partiu também o nosso amigo Bruno Capuano, jornalista, cronista e, por que não, um verdadeiro historiador. Como poucos, Bruno sabia contar a história de Osasco de uma forma cativante de narrar os fatos da mais importante cidade da região Oeste da Grande São Paulo.

Trabalhei com o Bruno por um bom tempo no então Correio do Povo, hoje, Correio Paulista. Ali, acompanhava de perto suas reportagens e crônicas no "Escaranfuchando com Bruno", onde a gente ficava conhecendo um pouco mais de Osasco e de seus causos interessantes.

Ainda não temos informações sobre o local e horário do velório e sepultamento. Mas, assim que tivermos esses dados, postaremos aqui.

Atualizado às 13h40

Segundo um amigo jornalista de Osasco, o corpo do Bruno está sendo velado no Clube Floresta, no Centro da cidade, de onde sairá às 16 horas para ser cremado.

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Quem somos

Notícias & Opinião é um site de notícias gerais editado pela Empresa Jornalística Notícias de Paz Ltda - EPP, a partir da Capital e região Oeste da Grande São Paulo.

Como o próprio nome diz, aqui você vai encontrar notícias, entrevistas, artigos, crônicas e opinião sobre política, economia, educação, cultura e esporte, dentre outros temas do nosso dia-a-dia.