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Deixando claro o sentimento do antipetismo, Álvaro Dias afirmou que "o Brasil não pode permitir a volta de uma organização criminosa ao poder", referindo-se ao PT

 

Ainda sem a presença de Jair Bolsonaro, candidato do PSL, que se recupera da facada que levou há 20 dias, em Juiz de Fora, no início da noite desta quarta-feira, 26/08, o SBT realizou mais um debate entre os presidenciáveis. Participaram do encontro Álvaro Dias (Podemos), Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT) Cabo Daciolo (Patriota) e Guilherme Boulos (PSOL). O debate foi mediado pelo jornalista Carlos Nascimento.

Durante todo o debate, os oito candidatos evitaram críticas diretas a Bolsonaro que já está, praticamente, no segundo turno e que, segundo alguns especialistas em pesquisas, tem grandes chances de ser eleito já no primeiro turno.

Debate do SBT 2 Carlos Nascimento

O debate foi mediado pelo jornalista Carlos Nascimento

Assim, a briga maior entre os demais candidatos fica por conta da segunda vaga. E dentro desse espectro, Fernando Haddad, que leva toda a rejeição ao PT, foi transformado no principal alvo de seus adversários. Mesmo candidatos com baixos índices de intenção de votos, como Álvaro Dias, Henrique Meirelles e Marina Silva foram duros nas críticas ao candidato petista, seguidos de Geraldo Alckmin e Ciro Gomes que ainda esperam superar Haddad para disputar a eleição com Bolsonaro.

A Marina Silva, por exemplo, disse que o Temer só chegou ao poder porque foi colocado lá pelo PT. Ela criticou também as alianças do PT com o MDB, citando o caso de Alagoas, onde o PT apoia Renan Calheiros. Ciro Gomes tentou se mostrar como experiente e, consequentemente, criticou a falta de experiência de Haddad, sobretudo, sua falta de conhecimento da realidade nacional. Por sua vez, Geraldo Alclkmin também colou Temer no peito de Haddad.

Mas, foi do candidato do Podemos, Álvaro Dias, que Haddad recebeu a crítica mais contundente. "O Brasil não pode permitir que essa organização criminosa, com rastros de sangue, volte ao poder. Não podemos esquecer dos assassinatos dos prefeitos Toninho do PT, de Campinas, e do Celso Daniel, de Santo André, como também das mortes das testemunhas desses assassinatos", disse Álvaro Dias.

Até mesmo a pergunta de um jornalista causou desconforto ao candidato petista. O jornalista quis saber se, eleito, Haddad vai continuar viajando a Curitiba para consultar o seu padrinho Lula. Haddad respondeu que vai a Curitiba como advogado de Lula e que, se for eleito, vai lutar, sim, até o fim para libertar Lula de "uma prisão injusta".

Apoios a Bolsonaro

Também nesta sexta-feira, além de ter sido poupado no debate do SBT, Bolsonaro recebeu dois apoios importantes, que podem significar o início de uma debandada em direção à sua candidatura.

No Hospital Albert Einstein, onde está internado, Bolsonaro recebeu a visita do deputado Federal e pastor evangélico, Marcos Feliciano, candidato à reeleição pelo Podemos, que declarou seu apoio pessoal ao candidato do PSL.

E na cidade de Uberaba, o PSDB local também declarou apoio a Bolsonaro, diante da falta de competitividade do Geraldo Alckmin. Eles, agora, querem o apoio do candidato tucano ao governo de Minas, Antônio Anastasia, que lidera com folga as pesquisas de intenção de votos. (Renato Ferreira)

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A facada em Jair Bolsonaro, que o tirou da campanha nas ruas e o jogou na UTI de um hospital, foi um tiro no próprio pé do mandante (ou mandantes) do mais grave atentado político do país.

E esse crime tem impacto também nos debates após a facada. Na noite desta quinta-feira, 20/09, sem Bolsonaro, a TV Aparecida realizou um debate morno, justamente, porque ali não estava presente o líder das pesquisas e que tem grandes chances de vencer já no primeiro turno.

Chegou a dar sono assistir por mais de duas horas a um debate entre candidatos, cujo objetivo, agora, é evitar a vitória de Bolsonaro já no dia 7 de outubro.

Nos estúdios da TV Aparecida, o que se viu foi um debate sem emoção e sem confronto envolvendo um Alckmin atacando a todos (do jeito Alckmin de atacar), já que está perdendo apoio do Centrão; um Ciro Gomes pisando em ovos porque visa ganhar apoios num possível segundo turno; uma Marina Silva perdida com status de candidata nanica; um Álvaro Dias ciente de que não vai longe; Boulos como sempre um apêndice do PT;  e um Haddad na difícil missão de ter que falar mais do presidiário Lula do que de si próprio. 

E foi justamente entre Haddad e Álvaro Dias um dos momentos que esquentou um pouco o debate. Ao ser perguntado sobre seu programa para a família, Álvaro Dias fez, antes, uma introdução: "Haddad, você está aqui como representante do seu chefe, que se encontra preso por corrupção, que é o pior exemplo para as famílias". (Renato Ferreira)

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Guilherme Boulos diz que se vencer as eleições, vai aumentar impostos para os ricos e derrubar medidas de Temer, como a reforma trabalhista

 

Nesta terça-feira, 12/06, o pré-candidato à Presidência da República pelo PSOL, Guilherme Boulos, esteve em Osasco, na região Oeste da Grande São Paulo, onde participou do Ciclo de Entrevistas – Eleições 2018. O evento é uma realização do Jornal Diário da Região em conjunto com a AmeCom(Associação Metropolitana de Comunicação) e ADJORI-SP (Associação dos Jornais do Interior do Estado de São Paulo).

Durante a coletiva, Boulos não apresentou novidades em relação ao que vem pregando em termos de propostas, caso seja eleito presidente da República nas eleições de outubro. O pré-candidato do PSOL reiterou que se chegar ao Palácio do Planalto, uma de suas primeiras medidas será convocar um plebiscito para revogar as medidas tomadas pelo governo de Michel Temer, como a reforma trabalhista.

Guilherme Boulos disse também que é a favor do financiamento público de campanha e que vai propor uma reforma tributária para aumentar os impostos dos ricos e diminuir a carga tributária para os brasileiros mais pobres. "Mas, não basta apenas o financiamento público para acabar com os problemas da corrupção no Brasil. Temos que mudar o sistema político, separando o público do privado. Caso eu seja eleito, convocarei um plebiscito para revogar todas as medidas tomadas pelo governo golpista de Temer, principalmente, essa reforma trabalhista, um verdadeiro retrocesso para os trabalhadores brasileiros", disse o pré-candidato.

Mesmo sendo uma das principais lideranças da esquerda, Guilherme Boulos não se considera um candidato das esquerdas e nem mesmo um plano B do Partido dos Trabalhadores. "A nossa candidatura não depende de outras. Primeiro, acho legítima a candidatura do Lula. Ele foi preso sem provas e o Judiciário não pode impedir que ele seja candidato. Então, o PT tem as suas propostas e a nossa candidatura representa um novo projeto do PSOL e é isso que estamos levando a toda a população do país, participando de debates, entrevistas e palestras em Universidades".

Fundador e coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores sem Teto), Guilherme Boulos, negou que o MTST promova e cobre aluguel dos sem teto. Ele criticou ainda os rumos tomados pelo programa Minha Casa, Minha Vida. "As pessoas invadem os prédios, não porque elas querem e, sim, porque elas não têm outra opção oferecida pelo governo. Quanto ao Minha Casa, Minha Vida, ele teve o seu mérito em apresentar recursos para moradias populares, que o brasileiro não tinha desde os anos 1980 pelo BNH. Só que esses recursos foram repassados para as construturas sem um planejamento, por isso, elas construíram as casas em locais que não atendiam à demanda e nem as necessidades das pessoas. Isso tem que ser modificado e vamos mudar", afirmou Boulos. (Renato Ferreira)

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Fundador e coordenador do MTST, Guilherme Boulos participará do Ciclo de Entrevistas – Eleições 2018, em Osasco

Na próxima quinta-feira, 10/05, o Ciclo de Entrevistas – Eleições 2018, em Osasco, recebe o pré-candidato à Presidência da República, Guilherme Boulos, pré-candidato do PSOL. O evento é uma realização do Jornal Diário da Região, com co-realização da AMECOM (Associação Metropolitana de Comunicação) e da ADJORI-SP (Associação dos Jornais do Interior do Estado de São Paulo). O Ciclo de Entrevistas reunirá até as eleições, os principais pré-candidatos nas eleições deste ano. Rogério Chequer (Novo) abriu a séries de entrevistas em abril.

Este ciclo se repete após o sucesso das coletivas realizadas com os candidatos ao governo do Estado de São Paulo e presidência da República no ano de 2014. Diversos candidatos, como Paulo Skaff (PMDB), Alexandre Padilha (PT), Geraldo Alkmin (PSDB), Gilberto Kassab (PSD) e Aécio Neves (PSDB), entre outros, participaram e tiveram a oportunidade de expor seus projetos, sendo livremente questionados pelos profissionais de imprensa de Osasco e região.

O primeiro convidado deste ano foi o pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo pelo Novo, Rogério Chequer, que participou da coletiva no dia 09/04.

Todos os eventos do Ciclo de Entrevistas - Eleições 2018, serão realizados na sede do Jornal O Diário da Região. As coletivas terão duração de até 1 hora e respeitarão os padrões usuais de eventos similares.
Os interessados deverão efetuar o credenciamento através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo whatsapp (11) 94287-5797 (Rodolfo Andrade).

Quem é Boulos
Guilherme Castro Boulos é um ativista, político e escritor brasileiro. É membro da Coordenação Nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).
Boulos é reconhecido como uma das principais lideranças da esquerda no Brasil e pré-candidato a presidente pelo PSOL nas eleições gerais no Brasil em 2018.


Serviço
Ciclo de Entrevistas – Eleições 2018  - com Guilherme Boulos (PSOL)
Quinta-feira, 10 de maio,  às 14h. 
Local: Jornal Diário da Região/Auditório da ConecTv
Edifício Agávni Sanazar 
Rua Esther Rombenso, 349, 3° andar, Centro, Osasco, SP.

 

Atualizado às 23h de quarta-feira

Boulos cancela entrevista em Osasco

 

O pré-candidato à Presidência da República pelo PSOL, que iria participar do Ciclo de Entrevistas - Eleições 2018 em Osasco, cancelou o compromisso hoje à tarde.

Conforme Notícias & Opinião publicou nesta quarta-feira, a entrevista, promovida pelo Jornal Diário da Região, AmeCom e ADJORI, seria realizada nesta quinta-feira, 10, às 14h, e já estava marcada há um mês.

Conforme correspondência enviada aos organizadores, a assessoria de Boulos informou que o pré-candidato cancelou a entrevista devido a um compromisso com outros presidenciáveis no Rio Grande do Sul.

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