Segunda, 09 Dezembro 2019 | Login
Deputado escreveu nas redes sociais que o episódio é grave e precisa ser esclarecido, mas que pode ser um caso isolado.
 
Na tarde desta quarta-feira, 26/06, o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ), que integra a oposição ao governo Bolsonaro na Câmara, saiu em defesa do presidente no caso do militar da Aeronáutica preso com 39 quilos de cocaína em um voo que transportava a equipe que dava apoio a Bolsonaro. O sargento Manoel Silva Rodrigues já fez 29 viagens internacionais e já acompanhou, além de Bolsonaro, os presidentes Michel Temer e Dilma Rousseff.
Freixo declarou, por meio das redes sociais, que o episódio é grave e precisa ser esclarecido, mas que “não podemos ser leviamos” já que pode ser um caso isolado.
“Se os 39 kg de cocaína fossem encontrados em aviões presidenciais de Dilma, Lula ou FHC, como Bolsonaro reagiria? Não podemos ser levianos. O episódio é muito grave e precisa ser esclarecido, mas pode ser um caso isolado e não é possível responsabilizar o presidente”, escreveu o parlamentar.
O deputado federal aproveitou para dizer que a principal questão do caso é que ele reforça “o erro de se insistir numa política insana de guerra às drogas nas favelas brasileiras”.
“O principal desse crime é que ele reforça o erro de se insistir numa política insana de guerra às drogas nas favelas brasileiras, vitimando os mais pobres. O tráfico movimenta fortunas no mundo todo e envolve poderosos. É preciso seguir o dinheiro e ir para o andar de cima”, finalizou Freixo. (Fonte: Portal Conexão Política e UOL)
Published in Política
Engenheiro e economista, ele é o atual secretário adjunto de Desestatização. Montezano já havia sido indicado para ocupar uma Diretoria do Banco, mas, não foi aceito pelo ex-presidente do BNDES, Joaquim Levy.
O governo já escolheu o novo presidente do BNDES (Bando Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Trata-se do jovem Gustavo Montezano, atual secretário adjunto de Desestatização e Desinvestimento, Gustavo Montezano. O nome foi anunciado há pouco pelo Ministério da Economia, em nota oficial.
Auxiliar direto do secretário especial de Desestatização, Salim Mattar, Montezano precisará ter a indicação aprovada pelo Conselho de Administração do BNDES.
Graduado em engenharia pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e Mestre em Finanças pelo Ibmec, Montezano tem 17 anos de carreira no mercado financeiro. Sócio do Banco Pactual, atuou como responsável pela área de crédito, resseguros e project finance (financiamento de projetos) e foi diretor-executivo da área de commodities do banco em Londres. Monezano tem 38 anos.
O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, informou que o presidente Jair Bolsonaro reuniu-se com o ministro da Economia, Paulo Guedes, por duas vezes hoje. Segundo o porta-voz, a substituição de um titular é considerada uma situação normal em função do interesse público e capacidade de colocar os projetos em andamento com vistas a tingir os resultados estabelecidos anteriormente.
“Uma das medidas que se deseja é a devolução dos recursos do banco para o Tesouro Nacional. Além disso, deve aumentar investimentos em infraestrutura e saneamento e ajudar a reestruturar, ‘abrir a caixa-preta do passado’, apontando para onde foram investidos em Cuba e na Venezuela, por exemplo”, disse Rêgo Barros.
Por meio da rede social Twitter, Bolsonaro também anunciou o novo presidente do BNDES, publicando uma foto de Montezano, com o currículo dele. (Fonte: Agência Brasil)
Published in Política
Presidente do banco pediu demissão neste domingo, após ser criticado no sábado pelo presidente Bolsonaro, que pedia mais transparência do BNDES.
 
O substituto de Joaquim Levy no comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) será indicado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e deve ser da iniciativa privada,segundo informaram integrantes da equipe econômica.
Levy pediu demissão do cargo neste domingo, 16/06, um dia após o presidente Jair Bolsonaro ter dito que ele estava com a "cabeça a prêmio".
Bolsonaro disse na tarde deste sábado (15) que, se Levy não demitisse o diretor de Mercado de Capitais do BNDES, Marcos Barbosa Pinto, ele, Bolsonaro, demitiria Levy. Poucas horas depois, Marcos Pinto renunciouao cargo.
Segundo apurou a TV Globo, o próximo presidente do BNDES terá de focar os trabalhos nas seguintes áreas:
  • programas de saneamento;
  • infraestrutura;
  • privatizações;
  • reestruturação de estados e municípios.
Ainda de acordo com integrantes do governo, o substituto de Joaquim Levy também deverá ter como objetivos devolver à União parte dos recursos emprestados ao BNDES, além de buscar investimentos no exterior.
Embora a nomeação de Marcos Pinto tenha sido a "gota d´água' para Bolsonaro, integrantes da equipe econômica afirmam que o presidente estava insatisfeito com Joaquim Levy havia três meses.
Isso porque, na avaliação desses integrantes, Levy não havia cumprido a promessa de campanha de Bolsonaro de "abrir a caixa-preta" do BNDES em relação a empréstimos para Venezuela e Cuba nem havia buscado investimento no exterior.
Marcos Pinto, cuja demissão foi cobrada por Bolsonaro, foi chefe de gabinete de Demian Fiocca na presidência do BNDES (2006-2007). Fiocca era considerado, no governo federal, um homem de confiança de Guido Mantega, ministro da Fazenda nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
"Ninguém fala em 'abrir a caixa-preta' e ainda nomeia um petista. Então, fica clara a compreensão da irritação do presidente", disse Guedes ao Blog do Camarotti.
Segundo o colunista João Borges, Guedes e Bolsonaro conversaram neste sábado logo após o presidente ter dito que Levy estava com a "cabeça prêmio". A declaração fez os integrantes da equipe econômica considerarem "insustentável" a situação do agora ex-presidente do BNDES. (G1)
Published in Política

 

Em outros países, onde os trabalhadores e sindicatos são organizados, quando se convoca greve geral, todos os setores param voluntariamente. Ninguém sai de casa. O país para literalmente, como acontece na Argentina, por exemplo.

Já aqui no Brasil, com sindicatos, líderes e movimentos são pelegos, é diferente.

Convoca-se greve geral, mas, tudo continua funcionando, mesmo com algumas adesões, como metrô, ônibus e táxi. E quem sofre é o povo trabalhador.

Greve Geral pede Lula livre

Aí, como não tem greve nenhuma, os cabos eleitorais de políticos irresponsáveis, começam a baderna colocando fogo em pneus para bloquear avenidas e rodovias para depois falar que pararam o país.

Isso é o que estamos vendo nesta sexta-feira, 14/06, no Brasil. Meras manifestações políticas. (Renato Ferreira)

Published in Geral
Manobra fiscal no montante de R$ 40 bilhões foi o motivo principal do impeachment da petista.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou nesta quarta-feira, 12/06, a devolução de parte dos recursos emprestados pelos bancos públicos à gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Os empréstimos, conhecidos como “pedaladas fiscais”, somam cerca de R$ 40 bilhões. No entanto, inicialmente, o governo federal será reembolsado com R$ 3 bilhões da CAIXA.
A manobra fiscal adotada por Dilma para manipular os índices econômicos de seu governo motivaram o pedido de impeachment da petista.
A primeira devolução, no valor de R$ 3 bilhões, será feita pela Caixa Econômica Federal. Até o fim do ano, a instituição pretende retornar R$ 20 bilhões aos cofres públicos.
Paulo Guedes afirma que a devolução dos recursos vai “despedalar” os bancos públicos.
"Pela primeira vez na história vamos reduzir a dívida com a devolução de recursos dos bancos públicos" afirmou o ministro da Economia. (Plenos News e Agências)
Published in Política
Resultado é o terceiro melhor da série histórica para o mês.
 
Depois de dois meses de queda, o superávit da balança comercial do Brasil voltou a subir em maio. No mês passado, o país exportou US$ 6,422 bilhões a mais do que importou, alta de 5,8% em relação ao resultado positivo de US$ 6,073 bilhões de maio de 2018.
Este foi o terceiro melhor resultado da série histórica para o mês, só perdendo para maio de 2017 (superávit recorde de US$ 7,661 bilhões) e de 2016 (superávit de US$ 6,43 bilhões). Com o resultado de maio, a balança comercial – diferença entre exportações e importações – acumula superávit de US$ 22,806 bilhões nos cinco primeiros meses de 2019, valor 5,9% inferior ao do mesmo período do ano passado.
No mês passado, as exportações somaram US$ 21,394 bilhões, com alta de 5,6% em relação a maio de 2018 pelo critério da média diária. As vendas de manufaturados cresceram 29,5% na mesma comparação, com destaque para gasolina (R$ 0 para R$ 123 milhões), óleos combustíveis (197,3%), laminados planos de ferro e de aço (168%) e partes de motores e turbinas para aviação (151,8%).
As exportações de semimanufaturados subiram 15,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, com destaque para ferro fundido (92,3%), semimanufaturados de ferro ou de aço (73%) e óleo de soja bruto (68,6%). Apesar do início da safra, as vendas de produtos básicos caíram 3,9%, puxadas pelo recuo nas exportações de minério de cobre (-32,3%), soja em grão (-30,3%) e farelo de soja (21%).
As importações somaram US$ 14,972 bilhões, com alta de 7,8% em relação a maio do ano passado pelo critério da média diária. As compras de combustíveis e de lubrificantes aumentaram 27,5%, influenciadas pela valorização do petróleo no mercado internacional durante boa parte do mês.
As importações de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) subiram 16,4%. As compras de bens intermediários aumentaram 6,4%. Apenas a importação de bens de consumo caiu, com recuo de 6,5% na mesma comparação, decorrente principalmente da alta do dólar no último mês.
Depois de o saldo da balança comercial ter encerrado 2018 em US$ 58,959 bilhões, o segundo maior resultado positivo da história, o mercado estima um superávit menor em 2019, motivado principalmente pela recuperação da economia, que reativa o consumo e as importações.
Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit de US$ 50,5 bilhões para este ano. O Ministério da Economia projeta superávit de US$ 50,1 bilhões para o saldo da balança comercial em 2019. (Agência Brasil)
Published in Geral

Em mais de 200 cidades de 21 Estados e do Distrito Federal, milhares de brasileiros vestidos de verde e amarelo foram às ruas em apoio às medidas do governo Federal contra a corrupção.

Por Renato Ferreira - 

Se alguém duvidava da força do povo brasileiro, que elegeu Jair Bolsonaro com mais de 57 milhões de votos, em 2018, com certeza, a partir das manifestações deste domingo, 26/05, mudará de ideia. Foi um apoio maciço de milhares de pessoas que, vestidas de verde e amarelo, foram às ruas em mais de 200 cidades de 21 Estados e do Distrito Federal. Dentre os temas principais, os manifestantes exigiram aprovação da reforma da Previdência e, principalmente, do Projeto Anti-crime do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Manifestações pró Governo rio de janeiro

Sem dúvida, as manifestações de hoje serviram como um termômetro democrático e positivo para o Governo Bolsonaro, que vinha enfrentando problemas para aprovar suas propostas no Congresso Nacional, sobretudo, junto aos membros do Centrão. Mesmo já tendo diminuído as pressões contra o governo na última semana, quando aprovaram a Medida Provisória que reestrutura os Ministérios, parlamentares da oposição e do Centão foram emparedados pelas manifestações de hoje.

A partir de agora, os parlamentares terão que pensar duas vezes antes de continuarem exigindo "articulações" do governo para votarem medidas como a Nova Previdência e o Projeto Anti-crime. Sem cabresto de políticos e sindicatos corruptos, o povo brasileiro mostrou mais uma vez que está ao lado do governo para mudar o Brasil.

Verde e amarelo

Manifestação na av Paulista 2

Ao contrário das manifestações da oposição, quando o povo comparece também, mas, só vão de ônibus, nas manifestações de apoio ao governo, os brasileiros vão espontaneamente para as ruas. E vão vestidos de verde e amarelo para mostrar que as cores do Brasil continuam as cores da Bandeira do Brasil.

Neste domingo de sol, mesmo antes das 14h (horário marcado para o início das manifestações), a Avenida Paulista já recebia um grande público. De todas as estações do Metrô era impressionante o número jovens, homens e mulheres de todas a idades que chegavam à principal via pública de São Paulo e local das principais manifestações paulistanas.

Manifestação na av Paulista nós estávamos lá

Com o jornalista Renato Ferreira, Notícias & Opinião esteve neste domingo na Avenida Paulista. E lá, constatamos que, realmente, trata-se de uma manifestação espontânea de um povo que não suporta mais que o país seja comandado por corruptos. E por mais que a grande imprensa, inconformada com as medidas austeras do governo, tente minimizar o tamanho e os efeitos destas manifestações, a verdade é que a maioria dos brasileiros não se ilude mais com notícias falsas ou opiniões deturpadas dos fatos. Foram também manifestações pacíficas. Não houve, por exemplo, nenhum registro de baderna, quebra-quebra de bens públicos ou privados e nem ônibus queimados. 

O Brasil mudou e os políticos que insistirem na prática de uma velha política, com base na corrupção, estão com os dias contados. Durante o tempo em que permanecemos na Paulista, vimos apenas o senador Major Olímpio e alguns deputados do PSL. Políticos de outros partidos apostavam no fracasso das manifestações. Com certeza, a partir desta segunda-feira, esses políticos já deverão mudar de opinião, caso queira continuar sintonizados com as ruas do país.

Por volta das 16h, cerca de sete quarteirões da Paulista foram tomados por uma verdadeira multidão. E o apoio não era somente dirigido ao Presidente Bolsonaro. Os gritos eram também de apoio incondicional aos ministros Paulo Guedes (Economia), e a Sérgio Moro (Justiça). E, claro, não faltaram também críticas ao Parlamento. A todo momento era possível ouvir críticas, por exemplo, ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). (Renato Ferreira)

Published in Política
Até 6ª feira já havia 1,2 milhão de posts;
Nos atos de 15.mai, só houve 206 mil;
Estudo da Bites destaca a mobilização;
Interesse deve crescer neste sábado.
Dados do Sistema Analítico Bites mostram que os atos pró-Bolsonaro marcados para este domingo (26.mai.2019) têm incentivo na web 6 vezes maior do que os protestos contra cortes na educação, realizados em 15 de maio.
De acordo com o levantamento, até às 20h de 6ª feira, foram 1,2 milhão de posts para as manifestações de domingo, contra 206 mil para os atos da semana passada.
O número de posts, segundo o Bites, indica que “mesmo com algum arrefecimento da oposição ao Centrão, após a aprovação da MP 870, e as dúvidas sobre as pautas da manifestação, os atos do próximo domingo podem surpreender por sua consistência e capilaridade”.
O levantamento do Bites também destaca o fator convocação.
No Facebook, os 10 principais eventos catalogados pela empresa de consultoria somaram 11,8 mil confirmados e 23,6 mil interessados até a noite de 6ª feira.
Grupos do aplicativo de mensagens WhatsApp também foram monitorados pelo Bites. O levantamento mostra que há “uma intensa atividade” em torno da divulgação das manifestações.
No Google, por outro lado, as buscas pelos protestos ou por Bolsonaro não cresceram de forma considerável nos últimos dias. A procura por palavras-chave como 26 de maio”, “manifestações” ou “protestos” se manteve estável.
Apesar da estabilidade, o volume de buscas se encontra abaixo do volume dos protestos do dia 15. Ainda assim, o número é maior que às vésperas da manifestação dos estudantes.
O levantamento também afirma que as buscas pelo próprio presidente da República estão 40% abaixo do volume de buscas sobre ele no dia 16 –dia seguinte ao protesto contra o governo. No entanto, a empresa projeta que o interesse pelo evento de domingo deve crescer de forma mais consistente neste sábado (25.mai).
Os dados ainda sugerem que o evento terá forte participação popular, apesar do posicionamento contrário ao governo de figuras como o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) e o cantor e compositor Lobão.
AUDIÊNCIA DE CRÍTICOS E APOIADORES
Ainda segundo dados do Bites, houve grande variação de audiência nas redes sociais entre críticos e apoiadores do governo Bolsonaro. Veja abaixo:
  • Kim Kataguiri perdeu 100,7 mil seguidores desde o dia 18 de maio;
  • Lobão perdeu 42,9 mil desde o dia 10 de maio.
No mesmo período, três apoiadores dos atos pró-governo ganharam audiência nas redes:
  • Luciano Hang, da Havan, ganhou 44,4 mil seguidores;
  • Allan dos Santos do site bolsonarista Terça Livre, ganhou 8,9 mil;
  • Olavo de Carvalho, guru de Bolsonaro, 16,3 mil.
ORIENTAÇÃO AOS MINISTROS
O presidente Jair Bolsonaro orientou os seus 22 ministros a não participarem do movimento. Um dia após a orientação, através de uma rede social, Bolsonaro classificou os atoscomo “uma manifestação espontânea da população, que de forma inédita vem sendo a voz principal para as decisões políticas que o Brasil deve tomar”. (Portal Poder 360)
Published in Política
O presidente Jair Bolsonaro recebeu nesta quinta-feira, 16/05, em Dallas, no Texas, o prêmio de Personalidade do Ano da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos. O evento foi realizado durante almoço oferecido pelo World Affairs Council (Conselho de Assuntos Mundiais, em tradução livre) de Dallas/Fort Worth, e contou com a participação de dezenas de empresários, além de ministros do governo brasileiro.  
No discurso improvisado de cerca de 13 minutos, o presidente brasileiro ressaltou a aproximação de seu governo com os Estados Unidos, criticou setores de esquerda e governos anteriores e reafirmou que sua eleição foi resultado de um "milagre".
"Realmente aconteceu o que eu chamo de milagre, no Brasil. Ou melhor, dois milagres. Um, eu agradeço a Deus pela minha sobrevivência. E o outro, pelas mãos de grande parte dos brasileiros, alguns morando aqui nos Estados Unidos, me deram a missão de estar à frente desse grande país, que tem tudo para ocupar um local de destaque no mundo, mas que, infelizmente, por políticas nefastas de gente que tinha ambição pessoal acima de tudo, não nos deixaram ascender", afirmou.
Bolsonaro disse que, no começo, até dentro de casa havia dúvidas sobre sua ambição que, segundo ele, nunca foi pessoal. "Com verdade, comecei andando sozinho por todo o Brasil. Às vezes, gente da própria casa achava que tinha algo errado comigo, tendo em vista o que eu almejava. Mas não almejava por mim, sabia dos problemas".
O presidente comparou a situação do Brasil com a de Israel e se colocou com um "ponto de inflexão" para que o país alcance um melhor patamar de desenvolvimento: "Eu sempre dizia nas minhas andanças: olhe o que Israel não tem e veja o que eles são. Agora olhe o que o Brasil tem e o que nós não somos. Onde está o erro? Onde está o ponto de inflexão? E eu me apresentei para ser esse ponto de inflexão", disse.
Relação com EUA
Bolsonaro recebe prêmio em Dallas 1
Dirigindo-se a uma plateia formada basicamente por empresários, Bolsonaro criticou a política de governos anteriores em relação aos Estados Unidos e prometeu maior aproximação: "No Brasil, a política, até há pouco, era de antagonismo a países como os Estados Unidos. Os senhores eram tratados como inimigos nossos. (...) O Brasil de hoje é amigo dos EUA, respeita os EUA, quer o povo americano e os empresários americanos ao nosso lado". O presidente disse estar convicto de que a união e a confiança entre os dois países podem levar à ampliação do comércio e à assinatura de acordos entre os dois governos.
Venezuela e Argentina
Jair Bolsonaro voltou a citar a crise na Venezuela, opinou sobre as eleições na Argentina e criticou líderes e partidos de esquerda latino-americanos. "Falou-se há pouco aqui da nossa querida Venezuela. Pobre povo venezuelano está fungindo da violência, da fome e da miséria. Mas não se esqueçam da nossa Argentina, [que] está indo para um caminho bastante complicado, com problemas estruturais em seu país. O meu amigo Macri enfrenta dificuldades e vê crescer a possibilidade de uma presidente última voltar ao poder – essa que era amiga do PT no Brasil, de Chávez, de Maduro, dentre outros, além de Fidel Castro", afirmou Bolsonaro.
Ele ainda acrescentou que pretende visitar em breve a Argentina, mas negou intromissão em questões internas do país vizinho. "Vamos colaborar no que for possível com aquele país, sem nos imiscuirmos nas questões internas, mas sabedores de que se tivermos uma outra Venezuela no Cone Sul da América do Sul, os problemas são enormes para nós e, com toda certeza, para os senhores".
Contingenciamento
Ao citar as manifestações de ontem no Brasil contra o bloqueio orçamentário em universidades públicas, Bolsonaro disse que o Brasil tem um "enorme potencial humano", mas que a imprensa, as escolas e as faculdades sofrem interferência da esquerda.
"Temos um potencial humano fantástico, mas a esquerda brasileira entrou, infiltrou e tomou não apenas a imprensa, mas em grande parte as universidades e escolas do ensino médio e fundamental", disse. Em outro ponto do discurso, o presidente voltou a citar a mídia, que, segundo ele, não é isenta no Brasil. "Se vocês fossem isentos, já seria um grande sinalizador de que o Brasil poderia sim romper obstáculos e ocupar um local de destaque no mundo".
Nova York
Bolsonaro recebe prêmio em Dallas 2
Anteriormente, a homenagem ao presidente seria entregue em evento em Nova York, mas o governo brasileiro cancelou a agenda na cidade após críticas do prefeito nova iorquino, Bill de Blasio. Ao mencionar o assunto em seu discurso em Dallas, Bolsonaro disse lametar o episódio e que respeita todo o povo norte-americano.
"Eu lamento muito o ocorrido nos últimos dias, de não poder comparecer em outra cidade. Não posso ir na casa de uma pessoa onde alguém de sua família não me quer bem. Mas o meu amor, meu respeito e minha consideração por todos os Estados Unidos, inclusive os nova-iorquinos, continuarão da mesma forma".  
O presidente embarcou na noite de terça-feira (14) para uma viagem de dois dias ao Texas. Ontem (15), Bolsonaro se reuniu com o ex-presidente norte-americano George W. Bush e com o senador texano Ted Cruz e visitou o museu The Sixth Floor que apresenta a narrativa do assassinato do presidente americano John F. Kennedy, em Dallas, no ano de 1963. Na manhã de hoje, teve encontros com empresários.
A comitiva presidencial estará de volta ao Brasil na manhã desta sexta-feira (17). (Agência Brasil - Fotos: Marcos Corrêa e Isac Nóbrega/PR)
Published in Política
 
Agora, a nova norma permite, na prática, que o agressor seja imediatamente afastado do lar, domicílio ou local de convivência, mesmo sem a determinação de um juiz.
Nesta terça-feira, 14/05,ao lado da Senadora Leila do Vôlei (PSB-DF), e de outras autoridades do Governo e do Congresso, o presidente Jair Bolsonaro sancionou mudanças na Lei Maria da Penha para facilitar a aplicação de medidas protetivas de urgência a mulheres ou a seus dependentes, em casos de violência doméstica ou familiar. A lei sancionada possibilita maior agilidade na tomada de decisão por autoridades da Justiça e da Polícia.
De acordo com a norma, verificada a existência de risco atual ou iminente à vida ou à integridade física da vítima, o agressor será imediatamente afastado do lar, domicílio ou local de convivência com a pessoa ofendida. E essas medidas podem ser tomadas pela polícia sem a necessidade de ordem judicial.
A medida de afastamento caberá à autoridade judicial; ao delegado de polícia, quando o município não for sede de comarca; ou ao policial, quando o município não for sede de comarca e não houver delegado disponível no momento da denúncia.
Além do afastamento imediato, a lei determina que, nos casos de risco à integridade física da ofendida ou à efetividade da medida protetiva de urgência, não será concedida liberdade provisória ao preso. (Fonte: Agências)
Published in Política

Quem somos

Notícias & Opinião é um site de notícias gerais editado pela Empresa Jornalística Notícias de Paz Ltda - EPP, a partir da Capital e região Oeste da Grande São Paulo.

Como o próprio nome diz, aqui você vai encontrar notícias, entrevistas, artigos, crônicas e opinião sobre política, economia, educação, cultura e esporte, dentre outros temas do nosso dia-a-dia.