Quinta, 22 Agosto 2019 | Login

GOVERNO ESTIMA ECONOMIA DE R$ 195 MILHÕES POR ANO; GASTO COM SERVIDORES EM 2019 SERÁ DE R$ 326 BILHÕES. MEDIDA VAI ACABAR COM 16% DOS CARGOS E FUNÇÕES COMISSIONADOS.

Conforme prometeu durante a campanha, o Presidente Jair Bolsonaro assinou Decreto, extinguindo 21 mil cargos, funções e grtificações no poder Executivo Federal. O Decreto foi publicado no "Diário Oficial da União" desta quarta-feira, 13/03.
De acordo com o governo, 6.587 cargos, que estão vagos, foram extintos de imediato. O restante, que está ocupado, será extinto até final de julho.
A previsão do governo é que a medida gere economia de R$ 195 milhões por ano. Esse valor representa 0,05% do que o governo estima que vai gastar com servidores em 2019 (R$ 326 bilhões).
Os cargos comissionados são mais conhecidos como Direção e Assessoramento Superior (DAS). Já as funções não estão associados a direção e geralmente rendem remuneração menor. As gratificações técnicas, por sua vez, são similares às funções mas relacionadas com atividades específicas.
As gratificações variam de R$ 62 a R$ 11.200 por mês - na média, porém, o governo paga aproximadamente R$ 570 ao mês por gratificação.

CORTE

O Ministério da Economia informou que esses 21 mil que serão extintos até julho representam 16% de todos os 131 mil cargos, funções e gratificações existentes. Após esse processo, portanto, o número será reduzido para 110 mil.
De acordo com o governo, o corte de cargos comissionados atinge todos os ministérios mas não vai comprometer a prestação de serviços à população.
Gleisson Rubin, secretário-adjunto de Desburocratização do Ministério da Economia, afirmou que ós órgãos vão rever suas estruturas para se adequarem aos cortes. Ele não descartou novas reduções no futuro.
"A gente vai observar como os órgãos vão se redesenhar e continuar avaliando. Se houver espaço, a gente pode voltar a fazer um novo [corte de vagas]", declarou. (G1)
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Dentre outros assuntos, os Presidentes do Brasil e do Paraguai discutiram o Tratado de Itaipu, segurança de fronteira e cooperação comercial.
 
Agência Brasil - O presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, foi recebido na manhã de hoje (12) pelo presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, em uma visita oficial de Estado. A cerimônia de chegada começou com revista às tropas e subida da rampa do Palácio do Planalto.Após os cumprimentos e apresentação das delegações, os dois seguiram para um encontro privado. Em seguida, haverá uma reunião ampliada com os ministros e outras autoridades. A previsão é que os dois presidentes façam uma declaração à imprensa, no final da manhã, antes de seguirem para o Palácio Itamaraty, onde será oferecido um almoço Abdo. O paraguaio embarca ainda hoje de volta à capital Assunção.
Na pauta de discussões estão, entre outros assuntos, estão renegociação do Anexo C do Tratado de Itaipu, segurança de fronteira e cooperação comercial. Mais cedo, no Twitter, Bolsonaro destacou o objetivo do objetivo do encontro. “[Queremos] fomentar nossos laços com um de nossos maiores parceiros econômicos vizinhos, além de possibilitar desenvolvimento nas áreas de infraestrutura e preocupações compartilhadas em relação a segurança.”Também pelo Twitter, Abdo anunciou sua chegada a Brasília e a disposição em discutir questões da agenda bilateral, que coincidem "com as visões e prioridades" dos dois governos.Essa é a segunda visita oficial de um chefe de Estado desde a posse de Bolsonaro. No dia 16 de janeiro, o presidente brasileiro recebeu o argentino, Mauricio Macri. (Foto: Antonio Cruz - Agência Brasil)
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Renato Ferreira - 

Já está mais do que claro que o Grupo Globo - TV, rádio, jornal e revista Época - tem hoje como principal alvo derrubar o governo Bolsonaro, a partir do momento em que a maior emissora do papis viu seus interesses financeiros prejudicados. E faz isso com apoio de jornais como a Folha e a revista Veja, dentre outros veículos anti Bolsonaro. São veículos que sempre dobraram e dominaram governos anteriores para continuarem mamando nas tetas de governos corruptos.

Para uma emissora poderosa como a Globo, que fez de tudo para evitar a vitória popular Bolsonaro, seria até natural que fizesse oposição ferrenha ao governo atual. Porém, essa oposição teria que feita com o mínimo de ética que exige o bom jornalismo.

Mas, infelizmente, a Globo e seus aliados partem para um jornalismo desqualificado, de uma tremenda desonestidade intelectual. Isso é prova de desespero que acaba refletindo, inclusive, no conteúdo das programações da TV, como também de seus veículos impressos. Além de erros grotescos ao vivo por parte de alguns repórteres novos, contratados para substituir profissionais mais antigos demitidos, a queda do padrão global pode ser visto também nos textos de suas mídias digitais e também impressos. Fruto, possivelmente, de redução de despesas com profissionais em consequência de queda no faturamento por parte de polpudas verdas federais.

Eu falo de desonestidade intelectual com base numa das reportagens do JN de sábado 16/02, quando mais uma vez a emissora falava do ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, acusado de distribuir dinheiro do Fundo Partidário para candidaturas laranjas, que entrou em rota de colisão com o governo Bolsonaro. Como Bolsonaro prometeu, Bebiano foi demitido na tarde desta segunda-feira, 18.

Demonstrando claramente que o seu objetivo não é com o fato e nem com a informação isenta, mas, sim com a versão dela, a Globo disse o seguinte: "A crise no governo aumentou quando Bibianno foi chamado de mentiroso por Carlos Bolsonaro".

Ora, até uma criança de 8 anos no Brasil sabe que esse problema entre o governo e Bebianno surgiu no sábado, 9, quando o Presidente Jair Bolsonaro recebeu alta no Hospital Albert Eisntein e voltou para Brasília.

Acuado pela acusação, Bebiano disse a uma repórter da Globo (inimiga declarada do Governo), que estava tranquilo e que até tinha ligado, no próprio sábado, três vezes para Bolsonaro e falado com o Presidente no Hospital sobre o problema das candidaturas laranjas.

Só que enquanto Bolsonaro voava para Brasília, o vereador carioca, Carlos Bolsonaro, que ficou com o pai no Hospital durante toda a internação, postou no seu Twitter desmentindo o ministro, afirmando que ele não havia ligado para Bolsonaro. O próprio presidente, mais tarte, confirmou a informação do filho Carlos.

Então, o fato verdadeiro foi que Bebianno mentiu publicamente envolvendo o Presidente da República e foi desmascarado também publicamente. Muitos poderiam alegar, como alegaram, que o filho Carlos acabou gerando a crise no Governo ao desmentir o ministro. Só que se Bolsonaro deixasse isso passar, hoje, ele estaria definitivamente envolvido num problema criado por um ministro, justamente, com quer a Globo para encontrar um fato para derrubar o governo.

Então, a informação não deveria ser aquela que a Globo passou para o público: "O ministro foi chamado de mentiroso por Carlos Bolsonaro", e sim, esta: "O ministro mentiu ao dizer que ligou para o Presidente e foi desmentido por Carlos Bolsonaro". Esse é o fato. 

Isso que a Globo e seus aliados fizeram é desonestidade intelectual. É o pior lado do jornalismo. E para uma emissora que está, visivelmente, em queda livre de audiência, essa postura de deturpar os fatos na tentativa de derrubar um governo, poderá ser a pá de cal no que ainda resta de credibilidade em seu jornalismo. (Renato Ferreira)

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Na tarde desta segunda-feira, 18, o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, anunciou a demissão do ministro da Secretaria-Geral da Presidência Gustavo Bebianno (PSL), por decisão do Presidente Jair Bolsonaro. E, conforme já havíamos noticiado no sábado, de acordo com o porta-voz, o substituto de Bebiano será o general da reserva Floriano Peixoto Neto.

Acusado de distribuir recursos do Fundo Partidário para candidaturas laranjas do partido, Bebiano entrou em rota de colisão com o Governo, quando disse para uma repórter da Globo, no sábado, 9, que havia falado três vezes com Bolsonaro, naquele sábado, dia em que o Presidente teve alta do Hospital Albert Einstein.

Horas mais tarde, no entanto, Bebianno foi desmentido por Carlos Bolsonaro, filho do Presidente, que ficou com ele no hospital. Nas redes sociais, Carlos afirmou que o ministro mentiu. Ele não falou com Bolsonaro sobre o problema e o próprio Presidente confirmou a versão filho.

Substituto

general floriano peixoto neto

General da Reserva Floriano Peixoto Neto é o novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência

Agora, por quebra de confiança em seu ministro, Jair Bolsonaro o demite do cargo com menos de dois meses de governo. E para ocupar o cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Bolsonaro nomeia o General da Reserva, Floriano Peixoto Neto, que já era número 2 da Secretaria-Geral.

O General foi também um dos Comandantes do Exército Brasileiro na missão de paz no Haiti. Ele é o oitavo militar a fazer parte do primeiro escalão do Governo Bolsonaro.

Investigação
Na semana passada, Bolsonaro determinou também que o ministro da Justiça, Sérgio Moro, por meio da Polícia Federal, investigue as denúncias de candidaturas laranjas do PSL. (Renato Ferreira)

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Opositores do alagoano lutam pelo voto aberto. Na Câmara dos Deputados, o favorito Rodrigo Maia é mais alinhado às propostas do Governo.

Renato Ferreira - 

Nesta sexta-feira, 01/02, os senadores e deputados eleitos em 2018 vão escolher os novos presidentes das duas Casas Legislativas. No Senado, Renan Calheiros (MDB-AL) é um nome que aparece forte, apesar de dividir a própria bancada de seu partido. Já na Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) aparece como favorito.

Armadilha para o Governo

Apesar de ser um nome forte para voltar a presidir o Senado, Renan Calheiros ainda não é uma unanimidade. Ele divide, inclusive, o seu próprio partido, o MDB, A senadora Simone Tebet (MDB-MS) pleiteia ser a candidata do partido, cuja decisão sairá na tarde desta quinta-feira, 31.

Outros partidos também não querem nem pensar na volta de Renan ao comando da Casa. É o caso do PSDB e do Podemos que, inclusive, fazem campanha pelo voto aberto, o que dificultaria em muito a eleição do senador alagoano pelo Plenário.

Para o Governo Bolsonaro, que optou não lançar candidato, com certeza, a eleição de Renan será uma armadilha para os planos do Planalto. Segundo comentários dos bastidores políticos, Renan Calheiros pretende se apresentar amanhã com uma nova roupagem aos seus colegas. Seria uma roupagem mais próxima de um governista.

Mas, tudo não passa de um lobo em pele de cordeiro. Renan foi oposição ferrenha à candidatura de Jair Bolsonaro. Durante a campanha, ele se aproximou ainda mais do PT, fez campanha pelo "Lula livre", pediu votos para Haddad, e fez de tudo para se reeleger senador por Alagoas, como também para a reeleição de seu filho, Renan Calheiros Filho, como governador.

Portanto, Renan Calheiros não tem nenhum compromisso com o Brasil, a não ser com Alagoas. E muito menos com as reformas propostas pelo Governo Bolsonaro. Sua eleição como presidente do Senado será uma grande armadilha para o Presidente da República, que dependerá do Senado para aprovar as principais reformas, como a Trabalhista e da Previdência.

E essa posição de Renan não será somente com relação às reformas. Como foi adversário de Bolsonaro, uma vez na presidência do Senado, Renan Calheiros poderá dificultar todos os projetos do Planalto para inviabilizar o governo de Jair Bolsonaro.

Além ter feito campanha contra Bolsonaro, Renan Calheiros é inimigo declarado do Ministro da Justiça, Sérgio Moro, ex-juiz federal comandante da Operação Lava Jato. O senador alagoano responde a 18 processos na Justiça e já virou réu vários deles.

Então, diante desse quadro, os bolsonaristas, se quiserem, terão outras opções para evitar a eleição de Renan Calheiros. Além de Simone Tebet, caso vença o Renan dentro do MDB, há outras candidaturas, como de Tasso Jereissati (PSDB-CE), Esperidião Amin (PP-SC), estado onde Bolsonaro obteve uma das maiores votações, de Álvaro Dias (Podemos), e também de novatos, como a do Major (PSL-SP) e de Reguffe (sem partido-DF).

Presidente da Câmara

Rodrigo Maia

O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) é o candidato favorio para a Presidência da Câmara

Assim como no Senado, o governo Bolsonaro vai depender muio também do próximo presidente da Câmara dos Deputados. Lá, o atual presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) aparece como favorito. Maia já conquistou o apoio de 13 siglas, que contam com 293 deputados. Para vencer no 1º turno, é necessário obter maioria absoluta (257 votos). Caso contrário, a disputa vai para o 2º turno entre os dois candidatos mais bem votados.

Diferente do Senado, onde a eleição de Renan Calheiros é vista como muito prejudicial aos interesses do Planalto, na Câmara, a possível reeleição de Rodrigo Maia configura-se mais alinhada com o governo. Pois, se o Renan fez campanha aberta pelo petista Fernando Haddad, alinhando-se a toda ala emedebista do Nordeste, Rodrigo Maia e o DEM apoiaram a candidatura de Bolsonaro. (Renato Ferreira)

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A assessoria do Palácio do Planalto informou que o presidente Jair Bolsonaro retomou o exercício da Presidência da República às 7h desta quarta-feira, 30/01. Segundo a agenda oficial divulgada à imprensa, ele não recebe autoridades hoje, apenas fará despachos com assessores.

O presidente se recupera, no Hospital Albert Einstein, da cirurgia realizada na segunda-feira (28), que durou sete horas e reconstruiu o seu trânsito intestinal. Bolsonaro está internado numa Unidade de Terapia Intensiva (UTI) especial, com direito à privacidade e presença da família.

A assessoria do Planalto informou que não há previsão de quando Bolsonaro poderá se encontrar com ministros e autoridades. A previsão é que ele permaneça por 10 dias em recuperação.

Gabinete provisório

Bolsonaro gabinete improvisado

De acordo com informações do porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, ao lado do quarto onde o presidente estará em recuperação o Gabinete de Segurança Institucional organizou um espaço, com equipamentos e estrutura técnica, que permitirá a ele orientar seus ministros e conceder audiências. (Agência Brasil)

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Paulo Guedes ressaltou ainda que reduzirá de 34% para 15% a tributação sobre todas as empresas. A intenção do Governo é colocar o Brasil no ranking dos 50 principais países para se fazer negócios no mundo.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, deu mais detalhes sobre como serão tratadas as estatais deficitárias no governo Jair Bolsonaro. Ele disse, em entrevista à Agência Reuters, que pretende extinguir 50 empresas estatais num prazo entre três e cinco meses. Além disso, ressaltou a investidores que o governo fará um programa de privatização de US$ 20 bilhões e reduzirá de 34% para 15% a tributação sobre todas as empresas. A arrecadação será pela taxação de dividendos. A Eletrobras é uma das empresas estatais que surge como alvo de privatização do atual Governo.
Apesar de não dar mais informações sobre quais alíquotas poderão ser reduzidas, Guedes ressaltou que tem a intenção de colocar o Brasil no ranking dos 50 principais países para se fazer negócios no mundo. Segundo o Banco Mundial, houve melhora em 2018, mas ainda ocupamos a 109ª posição. Ou seja, seria preciso desbancar, ao menos, 59 nações.
O próprio presidente Jair Bolsonaro admitiu a dirigentes empresariais que será uma tarefa complicada. De acordo com ele, a meta é “difícil, mas não impossível”. Para implementá-la, além de reduzir a burocracia e entraves regulatórios, Guedes quer fazer mudanças na legislação tributária, diminuindo os impostos sobre empresas e aumentando a taxação sobre capital e dividendos. “Quem vai investir no Brasil com imposto de 34%, quando nos EUA são 20%?”, questionou.
Sobre a simplificação tributária, Bolsonaro disse que as conversas estão avançadas, mas que o tema não é fácil, porque mexe em impostos estaduais e de prefeituras. “É muito difícil uma reforma, mas tem de ser buscada”, frisou o presidente. O economista Bruno Lavieri, analista da 4E Consultoria, avaliou que tanto a reforma da Previdência quanto as mudanças no regime de tributação não dependem da equipe técnica. “O risco de não chegar à 50ª posição no ranking está mais no âmbito político do que no técnico”, disse. (Fonte: O Estado de Minas)
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Primeira-dama Michelle Bolsonaro rouba a cena da posse ao surpreender com emocionante discurso em Língua de Sinais

 

Esta terça-feira, 1° de janeiro, ficará marcada na História do Brasil. Numa bela cerimônia, com o tradicional desfile em carro aberto e com cenas no Congresso Nacional e no Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro tomou posse como Presidente do Brasil. Bolsonaro leva para a Presidência a esperança de um país inteiro contra a corrupção e a favor do respeito ao dinheiro público.

Mais de 115 mil pessoas vestindo verde e amarelo e também camisetas com a imagem de Bolsonaro lotaram a Esplanada dos Ministérios sob um arrojado esquema de segurança. O evento contou também com a presença de 12 chefes de Estado, como o Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e representantes de dezenas de países de todos os Continentes.

Após garantir que manterá as reformas necessárias para o Brasil avançar, Bolsonaro conclamou o povo a lutar com ele que tem o desafio de "enfrentar os efeitos da crise econômica", o "desemprego recorde", a "ideologização" das crianças, o "desvirtuamento dos direitos humanos" e a "desconstrução da família".

"Vamos desburocratizar, simplificar, tirar a desconfiança e o peso do governo sobre quem trabalha e quem produz", disse Bolsonaro, que finalizou com o lema de sua campanha: "Brasil acima de tudo; Deus acima de todos". (Renato Ferreira)

* Por problemas técnicos e da internet, não conseguimos publicar a matéria da posse no dia 1º de Janeiro.

Veja, aqui, outras fotos da festa em Brasília: 

Posse de Bolsonaro 3

Posse de Bolsonaro 2

Posse de Bolsonaro 5

 

Posse de Bolsonaro 4

Posse de Bolsonaro 6

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Presidente eleito já incia mandato com uma excelente popularidade. Além de confirmar o resultado das urnas, levantamento desmonta também as pesquisas na reta final da campanha que indicavam derrota de Bolsonaro no segundo turno. Dos entrevistados, 64% têm expectativa de que o governo Bolsonaro será ótimo ou bom
 
Conforme pesquisa CNI-Ibope, divulgada nesta quinta-feira, 13/11, 75% dos brasileiros – três em cada quatro – acreditam que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, e sua equipe estão no caminho certo em relação às decisões tomadas até o momento. De acordo com o estudo, 14% acham que Bolsonaro está no caminho errado e 11% não sabem ou não responderam à pergunta.
Os números mostram que, quanto maior a renda familiar, maior o percentual dos que acreditam que o presidente eleito está no caminho certo. O índice é de 70% entre aqueles com renda familiar de até um salário mínimo e chega a 82% entre os que têm renda familiar superior a cinco salários mínimos.
Entre os brasileiros ouvidos, 64% têm expectativa de que o governo Bolsonaro será ótimo ou bom.
Prioridades
Para 41% e 40% dos entrevistados, respectivamente, melhorar os serviços de saúde e promover geração de empregos devem ser as prioridades do governo para 2019. Em seguida, aparecem combater a corrupção e combater a violência e a criminalidade, ambos com 36%, e melhorar a qualidade da educação, apontada por 33%.
Melhorias
O levantamento mostra que dois em cada três brasileiros acreditam que a situação econômica do país vai melhorar em 2019, enquanto parcela similar espera que a própria vida vai melhorar ou melhorar muito no próximo ano.
Cerca de quatro em cada dez brasileiros (43%) acreditam que a segurança pública está entre os principais problemas que vão melhorar no primeiro ano de governo do presidente eleito. Em seguida, aparecem a corrupção (37%) e o desemprego (36%).
Equipe de governo
A pesquisa mostra que a maioria dos brasileiros ouvidos aprova as indicações para compor a equipe de Bolsonaro, bem como as medidas que vêm sendo anunciadas pela equipe.
Entre os entrevistados, 80% se dizem pelo menos um pouco informados sobre as indicações do presidente eleito para os cargos de primeiro escalão do governo – ministros e colaboradores da equipe de transição. Desses, 55% consideram as indicações adequadas ou muito adequadas.
Pouco mais de oito em cada dez se dizem informados, em alguma profundidade, sobre as propostas já anunciadas pelo presidente eleito. Entre eles, 75% afirmam aprovar de forma geral as propostas. O percentual de aprovação cresce de acordo com o grau de informação que o entrevistado diz ter sobre o novo governo.
A pesquisa foi feita entre 29 de novembro e 2 de dezembro e ouviu 2 mil eleitores de 127 municípios. A margem de erro máxima estimada é de 2 pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%. (Agência Brasil)
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Dívida do governo Fernando Pimentel com os municípios já ultrapassa os R$ 10,5 bilhões. Frente Nacional de Prefeitos divulgou carta em que repudia atraso de verbas. Prefeitos pedem intervenção Federal no Estado

 

A cada dia piora a situação do governador mineiro, o petista Fernando Pimentel, não somente em relação aos servidores públicos do Estado, mas, também com os Prefeitos. Nesta terça-feira, 27/11, prefeitos e servidores estaduais fizeram um protesto contra a gestão de Fernando Pimentel e pediram aos deputados estaduais apoio na luta pelo dinheiro dos municípios.

Fernando Pimentel

Fernando Pimentel (PT), governador de Minas Gerais

A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) divulgou nota, nesta terça-feira, em que repudia a retenção de recursos dos municípios pelo governo de Fernando Pimentel (PT). Servidores públicos e prefeitos também fizeram um protesto durante a manhã na porta da Assembleia Legislativa, em Belo Horizonte.

Dados da Associação Mineira de Municípios (AMM) apontam que a dívida com as prefeituras já ultrapassa R$ 10,5 bilhões em IPVA, ICMS, multas de trânsito, Fundeb, transporte escolar e assistência social. “Essa situação, que afronta a essência do sistema federativo brasileiro, impõe aos municípios e, consequentemente, à população, gravíssimos prejuízos na prestação de serviços públicos fundamentais”, diz trecho da nota.

O texto foi aprovado em assembleia geral da FNP realizada nesta terça-feira, em São Caetano do Sul, São Paulo. Os prefeitos lembram que o ato do governo mineiro é passível de intervenção federal, crime de responsabilidade e improbidade administrativa.

“Os prefeitos e prefeitas dos municípios brasileiros exigem respeito aos princípios constitucionais, ao pacto federativo e, principalmente, à população mineira”, encerra a nota.

Na semana passada, o presidente da AMM, Julvan Lacerda, entregou ao presidente Michel Temer (MDB) um pedido de intervenção em Minas Gerais. Prefeitos da região dos vales do Jequitinhonha e Mucuri também recorreram ao Ministério Público do Estado (MPE) para pedir que o órgão atue junto ao Judiciário e Executivo para garantir o repasse de verbas para os municípios.

O grupo protocolou um ofício requerendo que o MP estadual convoque o governo mineiro para assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) se comprometendo a regularizar os repasses e apresentar um cronograma de pagamento dos valores devidos. Além disso, solicitam que o MP encaminhe ao Tribunal de Justiça (TJ) um pedido de intervenção no Estado.

Os prefeitos querem ainda que o MP estadual ajuize uma ação direta de inconstitucionalidade (adin) contra o decreto 47.296/17, assinado por Fernando Pimentel, que destina ao caixa único do estado 100% da arrecadação com o IPVA. A Constituição Federal determina que 25% do que é arrecadado com o imposto deve ser destinado aos municípios. (Estado de Minas - Portal UAI)

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