Quinta, 20 Junho 2019 | Login
Aildo Rodrigues foi recebido por Tom Moisés, Secretário Municipal de Esportes.
 
O trabalho esportivo e social desenvolvido pela Secretaria de Esportes de Barueri tem repercutido nos quatro cantos do Brasil. Representantes de Natal (RN), Lagarto (SE), Ibitinga (SP) e Campos do Jordão (SP), dentre outras cidades, já estiveram no município conhecendo de perto que se faz na área esportiva do município.
 
Na quinta-feira, 02/05, o visitante foi Aildo Rodrigues, secretário de Esportes do Estado de São Paulo, com o objetivo de conhecer o Projeto CBF Social, que proporciona educação a crianças e adolescentes através do futebol.
Barueri esporte 2
 
O projeto lançado pela entidade máxima do futebol brasileiro em parceria com municípios está funcionando preliminarmente em Ribeirão Pires e em Barueri, mas pretende chegar a todas as unidades da Federação nos próximos anos.
Barueri esporte
 
Aildo Rodrigues, acompanhado pelo seu correligionário, o vereador barueriense Wilson Zuffa, foi recebido pelo secretário de Esportes de Barueri, Tom Moisés, e visitou não só as instalações do CBF Social, na Vila Porto, como também as do Ginásio Poliesportivo José Corrêa, onde foi realizado até este domingo, 5, o Campeonato Brasileiro de Jiu-Jítsu. “É Barueri como referência para São Paulo e o Brasil”, destacou Tom Moisés. (Secom/PMB)
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O presidente da República,Jair Bolsonaro, esteve em Sâo Paulo na tarde desta quinta-feira, 02/05, onde gravou entrevista no programa do Silvio Santos nos estúdios do SBT. A entrevista vai ao ar no próximo domingo, dia 5.

Hoje ainda, Bolsonaro viaja para Santa Catarina, onde participará da abertura oficial do 37º Encontro Internacional de Missões dos Gideões, em Camboriú. Trata-se de um dos maiores eventos evangélicos do Brasil, que reúne milhares de pessoas de todas regiões do país e do Exterior.

Esta não é a primeira vez que Jair Bolsonaro participa do Programa de Silvio Santos. Em novembro de 2018, o presidente, que acabara de ser eleito, ligou para o SBT durante exibição do Teleton. Na ocasião, Bolsonaro conversou com Silvio Santos, pediu apoio ao programa Telecon e também doou para o Programa, que ajuda crianças que fazem tratamento na AACD.

Bolsonaro grava programa Silvio Santos

Nesta quinta-feira, o próprio Bolsonaro postou em sua página do Twitter para falar sobre a gravação no SBT. "Gravando com o maior comunicador deste país. Assuntos de interesse de todos os brasileiros, incluindo a Nova Previdência. Programa irá ao ar neste domingo. Não percam!", postou o Presidente.

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O Brasil vive mesmo novos tempos, principalmente, em relação às Centrais Sindicais, após o fim das contribuições sindicais obrigatórias que atingiu em cheio os cofres das Centrais e dos Sindicados. No Brasil inteiro houve celebrações, como também manifestações contra o Governo Bolsonaro, nem tanto contra os 13 milhões de desempregados, já que isso é uma herança de governos anteriores.

A maior prova desses novos tempo aconteceu nesta quarta-feira, 1º de Maio, Dia do Trabalhador, quando a Força Sindical e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) promoveram um fato inédito. As duas Centrais Sindicais se uniram pela primeira vez para as comemorações do Dia do Trabalho e manifestações contra as reformas propostas pelo Governo, sobretudo, contra a reforma da Previdência.

Em comemorações anteriores, com apoio dos governos e com os cofres cheios, as duas Centrais sempre fizeram festas distintas, apresentando shows com artistas diferentes e com a presença de políticos aliados de cado lado. A Força sempre foi mais próxima de partidos como PSDB e MDB, enquanto a CUT sempre foi o braço sindical do PT e de outros partidos da esquerda.

Em São Paulo,por exemplo, há muitos anos, as históricas celebrações ao Dia do Trabalhador, sempre foram realizadas na zona Norte pela Força Sindical; e no Vale do Anhagabaú, pela CUT. Era muito comum, por exemplo, ver políticos como Aécio Neves e Geraldo Alkmin (PSDB) nas festas da Força, e de Lula e Dilma (PT) nos palcos da CUT.

Neste ano, no entanto, as Centrais fizeram uma festa única no Vale do Anhangabaú. Os shows em comemoração ao Dia do Trabalho de 2019 começaram por volta das 10h. A expectativa das centrais sindicais é de que cerca de 50 mil pessoas tenham participado da festa ao longo do dia. (Renato Ferreira com informações do G1)

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Ao contrário dos governadores do Nordeste, que criticam a reforma, estes governadores abrem mão de suas convicções e ideologias políticas em prol do Brasil.
 
Articulados pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), os sete chefes de governos estaduais das regiões Sul e Sudeste se posicionaram a favor da reforma da Previdência que tramita no Congresso. A carta (veja na íntegra) com a posição dos governadores de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul foi divulgada nesse fim de semana, após a reunião do Consórcio de Integração Sul e Sudeste, no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.
O documento começa afirmando que os governadores “renovam seu apoio à reforma da Previdência Social”. “É imperativo combater o déficit fiscal, recuperar a confiança de investidores, nacionais e internacionais, ingressar na fase de crescimento contínuo, gerando emprego e oportunidades ao brasileiros”, destaca a carta.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cobrou na semana passada mais empenho dos governadores para convencer parlamentares de seus estados a apoiarem a proposta, como mostrou o Congresso em Foco.
A reforma da Previdência ainda é apontada como o primeiro passo de um conjunto de reformas que garantiriam, no ponto de vista dos governadores do Sul e Sudeste, estabilidade fiscal e cumprimento das responsabilidades sociais de municípios, estados e União. “A aprovação da reforma da Previdência vai provocar também o debate para a reforma tributária, estimulando o empreendedorismo, a competitividade e a modernidade econômica do Brasil”, argumentam.
Nenhuma crítica é feita ao texto em tramitação. O tom da mensagem dos governadores do Sul e Sudeste é oposto ao da carta dos governadores do Nordeste, divulgada em 14 de março e capitaneada por Flávio Dino (PCdoB), do Maranhão. Nove governadores da região Nordeste, quase todos do PT, PSB, PDT e PCdoB, afirmaram que a reforma é "um debate necessário para o Brasil". Eles criticam, no entanto, pontos da proposta de emenda à Constituição (PEC) do presidente Jair Bolsonaro, como desconstitucionalizar parte das regras previdenciárias do país, implementar um regime de capitalização, reduzir valor do Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos em situação miserabilidade.
A primeira reunião do Consórcio de Integração Sul e Sudeste ocorreu dois dias após a divulgação da carta dos governadores do Nordeste. O próximo encontro dos governadores das regiões mais ricas deve acontecer em Gramado, Rio Grande do Sul, em 25 de maio. (Congresso em Foco)
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Durante os 16 anos de governos petistas e de corrupção, a ex-senadora e ex- seringueira se hibernava e só aparecia de 4 em 4 anos para defender sua "praia" nas campanhas eleitorais.

 

Renato Ferreira -

Alguém viu algum avanço significativo na política ambiental durante os últimos 16 anos no Brasil, em termos de proteção do meio ambiente? Com certeza, pode ter tido algum, mas, no geral, o que se viu nesse período, como nas últimas décadas, foi somente o crescimento do desmatamento e a degradação da natureza, principalmente, na região amazônica, onde também sempre houve, sem nenhuma transparência, a "defesa" de gigantescas reservas indígenas sob controle de ONGs estrangeiras. São Organizações que de fato não se preocupam com a proteção dos indígenas, presas fáceis para especuladores, travestidos de ambientalistas.

No entanto, para Marina Silva, ex-membro do PT, e fundadora da Rede, partido que se diz da "esquerda", a política correta do Meio Ambiente era aquela aplicada nos governos de seu amigo Luiz Inácio Lula da Silva. Tanto é assim que, durante os governos petistas, Marina Silva só aparecia nas campanhas eleitorais, de 4 em 4 anos, para falar do Meio Ambiente; E tudo isso com altos patrocínios de empresas privadas. Passadas as eleições, porém, a candidata de uma tecla só, se hibernava e jamais era vista defendendo outros temas caros à sociedade como Saúde, Educação e Segurança Pública.

Agora, com a vitória de Jair Bolsonaro, que rompeu com o velho sistema corrupto de fazer política em conluio com empreiteiras para assaltar os cofres público, a eterna candidata da Rede resolve sair da toca para criticar as políticas ambientais do atual Governo. Na quinta-feira, 25/04, ela disse que o presidente Bolsonaro promove um "desmonte total", na área do meio ambiente.

''Nenhum governo em toda a história do Brasil, nem mesmo no tempo da ditadura militar, ousou o que está se tentando agora'', afirmou Marina. Será que é isso mesmo que está acontecendo? Ou este governo está mexendo no bolso e nos interesses pessoais de ativistas políticos?

Em rede social, Marina reitera oposição a Bolsonaro. Ela critica, por exemplo, o projeto apoiado pelo governo de extinguir a necessidade de licenças para boa parte das atividades agropecuárias e empreendimentos de infraestrutura.

"Tudo que está sendo feito é um desmonte" disse a ex-ministra, após participar de uma sessão de homenagem aos povos indígenas no plenário do Senado.

Na verdade, sobre os povos indígenas, Bolsonaro sempre disse que apenas vai rever as políticas de demarcações, justamente, para ajudar a comunidade indígena. Para este governo, os índios brasileiros precisam mais de proteção do próprio governo para cultivar suas terras e não serem explorados por aproveitadores.

Muita terra pra pouca gente

Reserva Raposa Serra do Sol

Reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, possui 1.743 089 hectares para pouco mais de 12 mil índios

Hoje, o Brasil tem 600 terras indígenas, que abrigam 227 povos, com um total de aproximadamente 480 mil pessoas. Essas terras representam 13% do território nacional, ou 109,6 milhões de hectares.

Só a reserva Raposa Serra do Sol (foto), em Roraima, possui 1.743 089 hectares e 1 000 quilômetros de perímetro. Ou seja, é pouca gente pra muita terra. E a maioria dessas reservas é formada por terras de muitas riquezas naturais, que na mira de exploradores internacionais. Se o Governo do Brasil não agir rapidamente, em breve essas terras passarão literalmente para mãos de estrangeiros sob o pretexto de que o Brasil não cuida de seus índios. (Renato Ferreira)

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Quinta, 11 Abril 2019 11:35

Ninguém nasce para ser Presidente!

 

As diferenças em Bolsonaro e Lula!

O problema maior não é quando o cara diz: "não nasci para ser Presidente", mas, tem o apoio da maioria do povo para presidir o país. Ninguém nasce para ser Presidente.

Problema mesmo é o cara dizer: "nasci para ser Presidente" e depois de dois mandatos, é condenado e preso pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro".(Renato Ferreira)

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Nesta segunda-feira, 08/04, como já havia prometido fazer, o presidente Jair Bolsonaro exonerou o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, e anunciou o professor Abraham Weintraub (foto) para o cargo.
“Abraham possui mestrado em Administração na área de Finanças pela FGV e MBA Executivo Internacional pelo OneMBA, com título reconhecido pelas escolas: FGV/Brasil, RSM/Holanda, UNC/Estados Unidos, CUHK/China e EGADE-ITESM/México. Tem ampla experiência em gestão e o conhecimento necessário para a pasta", postou Bolsonaro em sua conta no Twitter.
Professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Weintraub foi executivo do mercado financeiro, atuou no grupo Votorantim e foi membro do comitê de Trading da BM&FBovespa.
Em 2016, coordenou a apresentação de uma proposta alternativa de reforma da previdência social formulada pelos professores da Unifesp. Weintraub atua como secretário executivo da Casa Civil, sob o comando de Onyx Lorenzoni. Ele assumirá o lugar do colombiano Ricardo Vélez.
“Aproveito para agradecer ao Prof. Velez pelos serviços prestados”, acrescentou o presidente.
Vélez esteve hoje (8) de manhã no Palácio do Planalto, em reunião com o presidente Jair Bolsonaro, e deixou o local pela saída privativa, sem falar com a imprensa. (Agência Brasil)
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Sexta, 05 Abril 2019 23:24

Bolsonaro acaba com horário de verão

 

Durante um café com jornalistas na manhã desta sexta-feira, 05/04, em Brasília, oO presidente Jair Bolsonaro disse que este ano o Brasil não terá o horário de verão. O Presidente sinalizou ainda que para o futuro a tendência é que a mudança nos relógios seja eliminada do calendário do país.

Horário de verão

Nesta semana, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, informou que nos próximos dias a pasta vai finalizar os estudos sobre o tema. O material será entregue ao presidente Bolsonaro, que decidirá em caráter definitivo pela continuidade ou não do horário de verão no país.

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A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta sexta-feira, 30/03, que a desembargadora Maria do Carmo Cardoso, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), sediado em Brasília, derrubou a decisão da primeira instância que proibiu as comemorações do aniversário de 55 anos da instituição do regime militar no domingo (31). 
Ao analisar o recurso da AGU, a magistrada entende que não há ilegalidades na mensagem enviada pelo Ministério da Defesa para que seja lida nos quartéis das Forças Armadas. Em decisão proferida ontem (29), a juíza Ivani Silva da Luz, da 6ª Vara da Justiça Federal em Brasília, proibiu a leitura da mensagem.
Por recomendação do presidente Jair Bolsonaro, as unidades militares devem ler a ordem do dia para relembrar a data, que teve início o período militar, que durou 21 anos (1964 a 1985).
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes também rejeitou o mesmo pedido feito pelo Instituto Vladimir Herzog e por parentes de vítimas para proibir comemorações.
A decisão do ministro foi tomada por razões processuais. De acordo com a decisão, seria necessário um ato de ofício por parte do governo para que a questão pudesse ser analisada pela Corte. (Agência Brasil)
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GOVERNO ESTIMA ECONOMIA DE R$ 195 MILHÕES POR ANO; GASTO COM SERVIDORES EM 2019 SERÁ DE R$ 326 BILHÕES. MEDIDA VAI ACABAR COM 16% DOS CARGOS E FUNÇÕES COMISSIONADOS.

Conforme prometeu durante a campanha, o Presidente Jair Bolsonaro assinou Decreto, extinguindo 21 mil cargos, funções e grtificações no poder Executivo Federal. O Decreto foi publicado no "Diário Oficial da União" desta quarta-feira, 13/03.
De acordo com o governo, 6.587 cargos, que estão vagos, foram extintos de imediato. O restante, que está ocupado, será extinto até final de julho.
A previsão do governo é que a medida gere economia de R$ 195 milhões por ano. Esse valor representa 0,05% do que o governo estima que vai gastar com servidores em 2019 (R$ 326 bilhões).
Os cargos comissionados são mais conhecidos como Direção e Assessoramento Superior (DAS). Já as funções não estão associados a direção e geralmente rendem remuneração menor. As gratificações técnicas, por sua vez, são similares às funções mas relacionadas com atividades específicas.
As gratificações variam de R$ 62 a R$ 11.200 por mês - na média, porém, o governo paga aproximadamente R$ 570 ao mês por gratificação.

CORTE

O Ministério da Economia informou que esses 21 mil que serão extintos até julho representam 16% de todos os 131 mil cargos, funções e gratificações existentes. Após esse processo, portanto, o número será reduzido para 110 mil.
De acordo com o governo, o corte de cargos comissionados atinge todos os ministérios mas não vai comprometer a prestação de serviços à população.
Gleisson Rubin, secretário-adjunto de Desburocratização do Ministério da Economia, afirmou que ós órgãos vão rever suas estruturas para se adequarem aos cortes. Ele não descartou novas reduções no futuro.
"A gente vai observar como os órgãos vão se redesenhar e continuar avaliando. Se houver espaço, a gente pode voltar a fazer um novo [corte de vagas]", declarou. (G1)
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