Quinta, 16 Agosto 2018 | Login

Segundo governador paulista, o maior parque de São Paulo tem áreas estaduais e será sempre público

 

Nesta sexta-feira, 13, o governador de São Paulo, Márcio França (PSB), afirmou, em sua conta no Twitter, que suspendeu a concessão do Parque Ibirapuera à iniciativa privada. A Prefeitura da Capital, que decidiu pela privatização, afirmou que vai excluir as áreas estaduais e manter o projeto.

A concessão dos parques de São Paulo foi uma das propostas de maior repercussão da gestão de João Doria (PSDB). O ex-prefeito deixou a Prefeitura em março para se candidatar ao governo do Estado. O vice-prefeito Bruno Cova assumiu o cargo de prefeito.

Segundo França, existem áreas públicas estaduais no parque e o governo do estado não foi ouvido e envolvido no processo. "Se depender do governo, o Parque Ibirapuera será sempre público!", disse o governador.

@marciofrancagov
"SUSPENDEMOS a privatização do Ibirapuera. Informamos o atual Prefeito Bruno Covas, que existem áreas públicas Estaduais no Parque e o Governo do Estado NÃO foi ouvido e envolvido nesse processo. Se depender do Governo, o Parque Ibirapuera será sempre PÚBLICO!", afirmou o governador em sua página no Twitter.

O outro lado

Em nota oficial, a Prefeitura afirmou que "para manter o projeto vai agora identificar e retirar da concessão todas as áreas de propriedade do estado, que continuarão sendo cuidadas pelo município, como acontece desde a inauguração do parque do Ibirapuera, na década de 50", diz a nota.

Por esse motivo, serão excluídos do pacote os parques de regiões periféricas que entrariam junto com o Ibirapuera: Eucaliptos (Campo Limpo), Jacintho Alberto (Pirituba), Tenente Brigadeiro Faria Lima (Vila Maria) e Jardim Felicidade (Pirituba).

Também na sexta-feira, ao ser questionado em entrevista coletiva, o prefeito Bruno Covas (PSDB), disse ter estranhado o novo posicionamento do Governo do Estado. "O governo do estado estava fazendo a concessão do ginásio do Ibirapuera e a gente estava fazendo a concessão do Parque do Ibirapuera. Isso foi combinado lá atrás, agora o governador, infelizmente, toma essa decisão", disse.

"A gente estranha isso porque você pega por exemplo o Parque Campos do Jordão, que é do governo do estado, está em processo de concessão. Se você for visitar, por exemplo, o Parque Villa Lobos, você vai ver uma série de empresas lá anunciando porque cuidam de vários espaços. Portanto, o governo do estado faz parceria, mas cria dificuldade para a prefeitura fazer isso", continuou o prefeito.

Na opinião de Bruno Covas, a decisão do governo prejudica "a população de Pirituba, prejudica a população de Campo Limpo, prejudica a população mais periférica, que teria um parque cuidado por um parceiro privado, remunerado no Parque do Ibirapuera, e que agora não vai ter mais".

Suspensão temporária

No último dia 7 de junho, a Prefeitura de São Paulo suspendeu temporariamente a abertura dos envelopes das propostas para a concessão de seis parques municipais, entre eles o Ibirapuera.

O adiamento da licitação, segundo a Secretaria Municipal de Desestatização e Parcerias, foi determinada para que o edital possa ser reformulado. A previsão é de que um novo edital seja lançado em cerca de 30 dias. Em seguida, as empresas interessadas poderão apresentar as propostas e se adequarem aos novos projetos.

O projeto envolve, além da concessão do Ibirapuera, os parques Jacintho Alberto, Eucaliptos, Tenente Brigadeiro Faria Lima, Lajeado e Jardim Felicidade.

A nova versão do edital, que ainda será publicada, buscará deixar mais claro, "por exemplo, a obrigatoriedade de investimentos e melhorias que deverão ser feitos pelo concessionário nos parques da periferia", diz a secretaria.

"A paralisação do edital deve ser rápida e foi publicada agora porque a licitação ocorreria no próximo dia 12. Assm que forem efetuadas as alterações, o edital será republicado e a abertura dos envelopes ocorrerá em 30 dias. Até lá, os grupos interessados terão tempo para se adequarem as alterações fixadas no edital", acrescentou a secretaria de Desestatizações em parceria com a secretaria do Verde e Meio Ambiente. (Fonte: G1)

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O ex-prefeito de São Paulo, João Doria, pré-candidato ao governo do Estado pelo PSDB, participou na noite desta sexta-feira, 04/05, de um mega evento de sua pré-campanha na cidade de Barueri, que contou com a presença de um grande público na Câmara Municipal da cidade. O prédio do Legislativo ficou pequeno para abrigar cerca de três mil pessoas que lotaram o Plenário e também outras dependências com telões.

Doria em Barueri

Organizado pelo prefeito Rubens Furlan (PSDB), o evento contou com a presença de deputados Federais, Estaduais, vereadores de Barueri e região, prefeitos e lideranças tucanas e também de outros partidos da região Oeste e também do Interior do Estado.

Após a fala de Deputados e Prefeitos, João Doria pegou o microfone e com a sua já conhecida capacidade de oratória dominou a plateia. Falou de suas propostas, caso seja eleito governador, defendendo o apoio à livre iniciativa e o combate à burocracia que, em sua opinião, é uma das características de uma máquina estatal inchada e um o entrave contra o desenvolvimento do Brasil.

Doria em Barueri 3 Bandeira

O pré-candidato tucano ficou pouco tempo falando da tribuna da Câmara de Barueri. Surpreendendo até mesmo os demais membros da Mesa, Doria desceu e foi para o meio da plateia, onde fez várias críticas ao Lula e aos governos petistas. "Vou para o meio de vocês, porque eu falo a verdade. Não tenho medo de petistas e vigaristas. E também não quero mais o Lula, não quero mais o PT. Eu quero o Brasil para os brasileiros", disse Doria, tremulando a Bandeira do Brasil.

Dentre outras autoridades, participaram desse grande evento da pré-campanha de Doria, em Barueri, além do prefeito anfitrião, Rubens Furlan, Elvis Cezar (PSDB), prefeito de Santana de Parnaíba, e presidente do Cioeste (Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana); Fernando Fernades (Taboão da Serra), Rogério Franco (Cotia); Igor Soares (Podemos), de Itapevi; os deputados Federais Ricardo Tripoli e Bruna Furlan (PSDB), o Deputado Estadual Marcio Camargo (PSDB), o médio e vereador, Elissandro Lindoso (PSDB), presidente da Câmara Municipal de Osasco; e Cládio Piteri (PPS), ex-vice-presidente da Fundação Casa e pré-candidato a deputado Estaduall. (Renato Ferreira)

Apos o evento, João Doria e Rubens Furlan falaram com a imprensa. Notícias & Opinião cobriu o evento.

Veja o vídeo aqui: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1708979712525595

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O Novo não aceita dinheiro do Fundo Partidário e nem financiamento público. Sobrevive somente com contribuições de voluntários que acreditam nas teses do partido

 

Nesta quinta-feira, 19, foi iniciado o Ciclo de Entrevistas – Eleições 2018, em Osasco, promovido pelo jornal Diário da Região em conjunto com a AmeCom (Associação Metropolitana de Comunicação) e com a ADJORI-SP (Associação dos Jornais do Interior do Estado de São Paulo). E o primeiro entreivistado, hoje, foi Rogério Chequer, pré-candidato do Novo ao governo de São Paulo. A entrevista coletiva foi realizada na sede do Diário da Região, com duração de 1 hora, mesmo tempo que será dado a todos os demais entrevistados. Serão entrevistados também pré-candidatos à Presidência da República. No local, Chequer foi recebido pelo empresário e propriotário do Diário, Vrejhi Sanazar, e pelo presidente da AmeCom, jornalista Euds Consoli Polito.

Rogerio Chequer 2

Rogério Chequer é o fundador do Movimento Vem pra Rua, que promoveu diversas manifestações populares nos últimos e do qual ele se desligou antes de lançar sua pré-candidatura ao governo de São Paulo. "Precisamos sair da nossa zona de conforto para fazermos algo de novo para o Brasil. E estamos no Novo porque vimos que havia convergências de nosas ideias com as propostas dessa legenda que prega uma nova forma de se fazer política", disse Chequer em sua apresentação.

 

Uma dessas novas formas de se fazer política, segundo explicou Rogério Chequer, é uma ligação direta do Novo com eleitorado que acredita em suas proposta, como não aceitar dinheiro do Fundo Partidário. "Nós vamos sobreviver somente com as colaborações de quem acredita em nossas propostas de uma política voltada exclusivamente para o bem da sociedade. Então, não vamos procurar viver com o dinheiro público sem oferecer nada, como todos os demais partidos fazem até hoje. Assim, se o eleitor não estiver mais confiando em nós, ele para de contribuir e, sem verba, o partido morre, some. É disso que o Brasil precisa", enfatizou.

Rogerio Chequer 3

Segundo a assessoria do candidato, o partido tem, atualmente, cerca de 18 mil associados no Brasil que colaboram com R$ 30,00 por mês. O partido participou de sua primeira eleição em 2016, quando elegeu quatro vereadores: um em Belo Horizonte, um no Rio de Janeiro, um em São Paulo e um em Porto Alegre.

 

Neste ano, segundo Chequer, o Novo vai lançar candidatos a deputado Estadual e Federal em 20 Estados, a governadores e senadores nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, além do candidato à Presidência da República, que é o empresário João Amoedo.

 

Privatização

Uma das bandeiras do Novo são as privatizações e o enxugamento das máquinas administrativas. "Mas, quando falamos em privatizações, enfatizamos que isso tem que ser feito de acordo com os interesses da população. Precisa-se privatizar, mas, também controlar. Por exemplo, na saúde pública, que está péssima em São Paulo como no Brasil inteiro, podemos terceirizar serviços, como a realização de exames sempre com o objetivo de oferecer um serviço rápido e digno à sociedade. E temos que diminuir também esse estado gigante em todas as áreas que serve somente para fomentar a corrupção na administração pública", disse.

 

Reeleição

O Novo é contra também às reeleições infinitas para todos os cargos. "A política não pode se tornar numa profissão para carreiritas que não pensam no povo. A proposta do Novo é de apenas uma reeleição para todos os cargos de vereador a Presidente da República. Isso já será também um grande golpe na corrupção. E pensamos também que uma boa forma de todas as pessoas serem representadas na política é pelo voto distrital", afirmou Rogério Chequer.

 

A próxima entrevista coletiva do ciclo será com Guilerme Boulos, pré-candidato do PSOL à Presidência da República, marcada para às 13h30 do dia 10 de maio. (Renato Ferreira)

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Neste domingo, 18/03, o prefeito de São Paulo, João Doria (à esquerda), venceu, em primeiro turno, as prévias do PSDB Estadual com 10.225 votos, o equivalente a 80,45% do total de quase 13 mil votos válidos. Com a vitória, Doria vai disputar o governo de São Paulo pelos tucanos e a sucessão do governador Geraldo Alckmin. O resultado das prévias inéditas no PSDB confirmou, portanto, o favoritismo do prefeito paulistano.
Logo após o resultado oficial, houve muita festa entre os defensores da candidatura de Doria. Eles se reuniram no diretório municipa do Partido, na zona Sul da Capital pauista para comemorar a vitória. Estiveram presentes também dois candidatos derrotados nas prévias: Luiz Felipe D´Ávila e Floriano Pesaro. O quarto candidato, José Aníbal, ferrenho adversário de Doria não compareceu.
E se o resultado mostrou-se folgado para João Doria, disputa foi acirrada pelo ambiente tenso das prévias, sobretudo, entre correligionários de Doria e de José Aníbal. Os três adversários de Doria acusaram a direção do partido de favorecer o prefeito. Muito comuns no Partido dos Trabahadores, por exemplo, o tucanato sempre evitou o embate interno entre seus postuantes a cargos no Executivo. Isso começou a mudar, entanto, já nas eleições municipais de 2016, quando Doria vencen também a disputa na pré campanha.
Uma das críticas que Doria sofre nesse momento é a sua saída da Prefeitura para disputar o Governo do Estado. Foram críticas de lideranças e também de eleitores nas redes sociais, onde Doria tentará os motivos de sua decisão e mudar o quadro a seu favor.
O governador Gerado Ackmin (foto) procurou se manter neutro no decorrer do processo e também nas prévias. Antes de votar, ao lado da primeira-dama, Lu Alckmin, no Bairro do Butantã, na zona Oeste, ele tomou seu café da manhã com o pré-candidato Floriano Pesaro, e mais tarde, participou da inauguração de um conjunto habitacional no Bairro do Jaraguá, na zona norte da Capital, ao lado de de João Doria e do vice-prefeito Bruno Covas, que vai assumir a Prefeitura. (Fonte: IstoÉ)
 
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Desde a inauguração, em fevereiro de 2010, um total de 3.547.673 ciclistas já percorreram a via; o funcionamento é diário, das 5h30 às 18h30
 
 
Sem dúvida, uma das mais importantes obras para o paulistano, construída pelo governo do Estado nos últimos anos, foi a ciclovia do Rio Pinheiros. O número de ciclistas que utilizam a Ciclovia Rio Pinheiros da CPTM vem aumentando a cada ano. Em 2017, foram 470.299, um aumento de 17% em relação a 2016. Desde a inauguração, em fevereiro de 2010, um total de 3.547.673 ciclistas já percorreram a via.

Aos finais de semana, são cerca de 2 mil pessoas pedalando, com média mensal de 35 mil bikes.  O funcionamento é diário, das 5h30 às 18h30, inclusive feriados. Durante o horário de verão, o horário é ampliado, das 5h às 19h30.

O mês que mais atraiu ciclistas foi o de setembro, com 48.616 entradas. Nessa época, o clima ficou mais ameno em relação ao frio dos meses anteriores e ocorreu o evento Shimano Fest, que contou com a participação de vários apaixonados pela “magrela”.

Localizada entre as margens do rio Pinheiros e a Linha 9-Esmeralda da CPTM, a ciclovia se estende da estação Villa-Lobos-Jaguaré até a av. Miguel Yunes, entre as estações Jurubatuba e Autódromo. Ao todo, são seis acessos: um pela av. Miguel Yunes, nº 620; quatro junto às estações Jurubatuba, Santo Amaro, Vila Olímpia e Cidade Universitária; e o sexto pela ciclopassarela da Prefeitura nas proximidades da ponte Cidade Jardim (Parque do Povo).

A ciclovia tem como diferencial seis pontos de apoio com banheiro, bebedouro e atendimento ao longo do percurso: av. Miguel Yunes, Santo Amaro, Vila Olímpia, Cidade Jardim, Cidade Universitária e Villa-Lobos/Jaguaré. Além disso, há um estacionamento para carros com 45 vagas, no acesso pela av. Miguel Yunes.

Por conta das obras de implantação da Linha 17-Ouro, a ciclovia está fechada entre as Estações Vila Olímpia e Granja Julieta (ponte João Dias). A alternativa para os usuários é a via aberta provisoriamente pelo Metrô na outra margem do Rio Pinheiros, com transposições nas pontes João Dias e Cidade Jardim.

Bikes nos trens
Outra forma de incentivo ao uso de bicicletas é a permissão do acesso de ciclistas nos trens da CPTM, de segunda a sexta-feira, das 20h30 até o encerramento da operação; aos sábados, a partir das 14h e aos domingos e feriados, durante todo período operacional, das 4h à meia-noite.

Os ciclistas também dispõem de 31 bicicletários ao lado das estações da CPTM, com 7.934 vagas. Desse total, 28 são de responsabilidade da Companhia. O bicicletário de Santo André é administrado pela EMTU, e o de Pinheiros pela Via 4. Todos gratuitos. A única exceção é o bicicletário de Mauá, que é administrado pela associação de ciclistas Askobike, e cobra mensalidade de R$ 25 dos sócios e diária de R$ 3 de eventuais usuários. (Secretaria de Comunicação)

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