Sábado, 21 Setembro 2019 | Login
Vice-presidente Hamilton Mourão continuara no cargo presidencial até quarta-feira.
 
O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), receberá alta na tarde desta segunda-feira, 16/09. Depois de algumas sessões de fisioterapia, o chefe do Executivo brasileiro deixará o Hospital Vila Star, em São Paulo, onde se recuperava de cirurgia para corrigir uma hérnia incisional.
Em boletim, divulgado na manhã desta segunda-feira, o hospital informou que Bolsonaro também fará as demais atividades de recuperação em domicílio, além de repousar até ter condições de retornar ao cargo presidencial.
“O Hospital Vila Nova Star informa que o senhor presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, internado desde o dia 7 de setembro, receberá alta hoje, no período da tarde, após a realização das sessões de fisioterapia. O Presidente continuará sua recuperação em domicílio, devendo seguir as orientações médicas relacionadas à dieta e atividade física, sob supervisão conjunta da equipe médica do Dr. Macedo e da equipe da Presidência da República", diz o boletim médico.
Logo depois, o porta-voz da República, Otávio Rêgo Barros,concedeu uma entrevista coletiva e explicou que Bolsonaro ficará fora do cargo por mais dois dias. O vice-presidente Hamilton Mourão está provisoriamente na cadeira presidencial desde então. A previsão inicial era que o vice substituísse o presidente até a última sexta-feira.
“Vamos entender o período de interinidade do vice presidente Hamilton Mourão por mais dois dias. Ou seja, amanhã (terça-feira) e depois (quarta-feira) a presidência estará sob condão do General Mourão. Orientação médica acolhida pelo presidente na plenitude”.
Bolsonaro está internado desde 7 de setembro no hospital paulistano, onde realizou a quarta cirurgia desde que sofreu uma facada na barriga durante um ato da campanha presidencial de 2018, em Juiz de Fora, na Zona da Mata de Minas Gerais.
Viagem a Nova York
O porta-voz confirmou que está mantida a viagem de Bolsonaro a Nova York, nos Estados Unidos, onde Bolsonaro discursará na abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), no dia 24 de setembro. A ida do presidente, no entanto, foi adiada do dia 22 para o dia 23. O retorno está previsto para o dia 25, depois de uma parada no Texas para, segundo Rêgo Barros, encontrar-se com empresários ligado ao setor militar.
De acordo com o porta-voz, o diálogo será para entender as possibilidades "de o Brasil, por meio dessa interlocução, efetuar alguma atividade comercial."
Antes da viagem aos Estados Unidos, a equipe médica do Hospital Vila Nova Star que acompanha o presidente deverá ir a Brasília realizar uma avaliação.
Bolsonaro "vai exercer a Presidência da República entendendo as necessidades de adequar-se a eventuais limitações", disse Rêgo Barros. O porta-voz também confirmou que Bolsonaro deverá viajar à Ásia no final de outubro.
Recuperação
Na noite do último sábado, o presidente passou de uma dieta líquida para uma dieta cremosa. Já na noite desse domingo, os médicos começaram a diminuir a alimentação endovenosa (diretamente na veia). Na semana passada, Bolsonaro chegou a usar uma sonda nasogástrica para retirada de ar e líquidos do estômago e do intestino, após uma distensão abdominal. (Fonte: Estado de Minas)
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Pelo projeto "Em Frente, Brasil", cada municípios receberá R$ 4 milhões para as ações.
 
Enquanto a esquerda fica 24h só criticando e tentando desestabilizar o Governo Federal, O Presidente Jair Bolsonaro lançou nesta quinta-feira 29/08 o projeto "Em Frente, Brasil", que tem como objetivo o enfrentamento à criminalidade violenta no país por meio de forças-tarefas, a partir ações conjuntas entre a União, os estados e os municípios.
O projeto-piloto será implementado em cinco cidades: Ananindeua (PA), Goiânia, Paulista (PE), Cariacica (ES) e São José dos Pinhais (PR). Serão investidos R$ 20 milhões para financiar as atividades, sendo R$ 4 milhões para cada município, ao longo dos próximos seis meses.
Na cerimônia de lançamento do projeto, no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro, ministros, governadores e prefeitos dos cinco municípios assinaram os protocolos de intenção para o início da primeira fase do projeto.
Crimes violentos
De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, os municípios que integram o projeto-piloto não são os mais violentos do país, mas registraram números absolutos de homicídios consideráveis nos últimos anos. O projeto tem como foco os crimes violentos, como homicídios, feminicídios, estupros, latrocínios e roubos.
Baseados no diagnóstico e nos índices de criminalidade, as cidades serão atendidas por meio da atuação transversal e multidisciplinar de iniciativas nas áreas da educação, saúde, habitação, emprego, cultura, esporte e programas sociais.
"É preciso nós termos segurança, é preciso nós termos policiais nas ruas, é preciso nós retirarmos de circulação o criminoso violento, o criminoso perigoso, mas também temos que enfrentar as causas da criminalidade, eventualmente relacionadas à degradação urbana, ao abandono e, para isso, nós precisamos aliar política de segurança sólida com políticas de outra natureza", disse o ministro Sergio Moro.
A primeira fase do projeto-piloto foi batizada de "choque de segurança", e inclui o emprego de diferentes forças policiais (federal, civil e militar) por meio de força-tarefa para desbaratar grupos criminosos organizados. O objetivo, no curto prazo, é reduzir os índices de criminalidade no território.
As metas serão definidas a partir da elaboração de um plano local de segurança para cada município, que será parte da segunda fase do projeto. Esse plano integrará, após um diagnóstico prévio, um conjunto de ações de políticas públicas em outras áreas, para reduzir as vulnerabilidades sociais que estão na causa dos altos indicadores de violência nessas regiões.
O Ministério da Cidadania anunciou a entrega, para cada uma das cinco cidades, de um micro-ônibus da rede de assistência social, para auxiliar nas ações integradas ao projeto.
"Nós vamos testar, num curto espaço de tempo, todas as ações integradas que podem haver, tanto na área de segurança, especificamente na repressão. [Vamos] Aumentar o controle do território pelas forças de segurança, mas também garantir uma melhoria dos indicadores sociais e do atendimento a essa população mais necessitada", explicou o ministro da Cidadania, Osmar Terra.
Elogio a Moro
Governo Plano de segurança em Frente Brasil
Sérgio Moro e Jair Bolsonaro
Em seu discurso, o presidente Jair Bolsonaro elogiou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, dizendo que ele é um "patrimônio nacional".
"Se Deus quiser, vai dar certo esse plano-piloto, montado pelo Ministério da Justiça e Segurança [Pública], tendo à frente o senhor Sergio Moro, que é um patrimônio nacional", disse Bolsonaro. (Informações da Agência Brasil)
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O estado de São Paulo, que concentra 99% dos casos e registra uma morte pela doença este ano, recebeu o maior número de doses (56%).
 
As secretarias de Saúde de todos os estados começaram a receber esta semana as doses extras da vacina tríplice viral, para garantir a imunização extra contra o sarampo em todas as crianças de seis meses a 11 meses e 29 dias. De acordo com o Ministério da Saúde, 1,6 milhão de doses estão sendo distribuídas.
Desse total, 960 mil e 907 doses foram enviadas para os 13 estados que estão em situação de surto ativo de sarampo. O estado de São Paulo, que concentra 99% dos casos e registra uma morte pela doença este ano, recebeu o maior número de doses (56%).
“A vítima foi um homem de 42 anos, que não tinha recebido nenhuma dose da vacina ao longo da vida, e tinha histórico de comorbidade, ou seja, com um quadro de várias doenças. Nessa faixa etária, a pessoa deve ter pelo menos uma dose da vacina”, informou o ministério.
O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira, disse que o ministério trabalha para erradicar a doença e recuperar o certificado de eliminação do sarampo no Brasil. “Para isso, a pasta tem atuado de forma integrada com os estados e municípios, para intensificar as ações de cobertura vacinal na rotina, além das vacinações de reforço nas crianças, que é a faixa etária com maior risco para complicação em decorrência da doença, e de bloqueio”, disse.
A vacina tríplice viral está disponível nos mais de 36 mil postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Brasil. Ela previne também contra rubéola e caxumba. (Agência Brasil)
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Mais de 43 mil integrantes das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica) estão na região. Eles vão atuar em ações para Garantia da Lei e da Ordem Ambiental.
 
Nesta segunda-feira, 26/08, o Ministério da Economia liberou R$ 38,5 milhões ao Ministério da Defesa para combate a incêndios na Amazônia Legal. O valor havia sido contingenciado do montante voltado para Operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). As ações de GLO tinham orçamento aprovado de R$ R$ 47,5 milhões. Desse total, cerca de R$ 7,1 milhões estava sendo utilizado.
Na sexta-feira (23), foi instalado o Centro de Operações Conjuntas no Ministério da Defesa para execução de ações nas regiões de fronteira, terras indígenas, áreas da União, além de outras áreas da Amazônia Legal. Mais de 43 mil integrantes das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica) estão na região. Eles devem atuar coordenados com órgãos de controle ambiental e de segurança pública.
Dos nove estados que compõem a Amazônia Legal, sete (Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins ) formalizaram e tiveram autorizada a solicitação para emprego da Garantia da Lei e da Ordem Ambiental (GLOA) para combate aos focos de incêndio na região. (Informações da Agência Brasil).
Apoio internacional
Além das declarações de apoio dos governos dos Estados Unidos e de Israel às ações do Brasil na Amazônia, a cúpula do G7, reunida na França, também fechou acordo para envio imediato de ajuda financeira para auxiliar no combate aos incêndios na região amazônica.
Segundo o embaixador de Israel, o governo de seu país já declarou, inclusive, que enviará avião para ajudar no combate ao focos de incêndios nas florestas do Brasil.
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Por Renato Ferreira - 

O Presidente Jair Bolsonaro é a favor da descentralização do poder, convive com negros e ama Israel. Mesmo assim, uns imbecis que, com certeza, fugiram da escola, insistem em chamá-lo de fascista, racista e nazista.

Aulinha de graça
Agora, veja a seguir, os Dicionários dão o significado de Fascismo, Racismo e Nazismo:

Fascismo: "Movimento político e filosófico ou regime (como o estabelecido por Benito Mussolini na Itália, em 1922), que faz prevalecer os conceitos de nação e raça sobre os valores individuais e que é representado por um governo autocrático, centralizado na figura de um ditador.

Racismo: "Conjunto de teorias e crenças que estabelecem uma hierarquia entre as raças, entre as etnias. Doutrina ou sistema político fundado sobre o direito de uma raça (considerada pura e superior) de dominar outras.

Nazismo: (Relativo ao partido nacional alemão, socialista e de extrema direita, fundado e consolidado por Adolf Hitler (1889-1945), cuja ideologia política baseava-se no racismo, segregação racial, anti-semitismo (ódio aos judeus). (Renato Ferreira).

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Nesta quinta-feira, 1º de Agosto, o presidente Jair Bolsonaro disse que a troca de membros da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos aconteceu por que “mudou o presidente” da República. "O motivo é que mudou o presidente, agora é o Jair Bolsonaro, de direita. Ponto final. Quando eles botavam terrorista lá, ninguém falava nada. Agora mudou o presidente. Igual mudou a questão ambiental também", disse, o Presidente ao deixar o Palácio da Alvorada.
O governo trocou quatro dos sete membros da comissão. De acordo com o decreto publicado nesta quinta-feira no Diário Oficial da União, Marco Vinicius Pereira de Carvalho substitui Eugênia Augusta Gonzaga Fávero na presidência do colegiado; Weslei Antônio Maretti substitui Rosa Maria Cardoso da Cunha; Vital Lima Santos substitui João Batista da Silva Fagundes; e Filipe Barros Baptista de Toledo Ribeiro substitui Paulo Roberto Severo Pimenta.
A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos foi criada em 1995, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, para fazer o reconhecimento de desaparecidos em razão de participação ou acusação de participação em atividades políticas no período de 2 de setembro de 1961 a 15 de agosto de 1979. O período abrange parte do regime militar até o ano em que foi promulgada a Lei da Anistia.
Hoje vinculada ao Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, a partir de 2002, a comissão passou a examinar e reconhecer casos de morte ou desaparecimento ocorridos até 05 de outubro de 1988, data de promulgação da Constituição. (Agência Brasil)

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Ele negou que a Portaria de Moro tenha ligação com o jornalista americano Glenn Greenwald, um dos fundadores do site The Intercept Brasil, que publicou supostos diálogos entre Sergio Moro e procuradores da Lava-Jato.
 
"Pelo que o Moro falou comigo, ele tem carta branca, né, eu teria feito um decreto. Tem que botar pra fora mesmo, quem não presta tem mandar embora. Não tem nada a ver com o caso desse GreenWald. Nada a ver com o caso dele. Tanto é que não se encaixa nessa portaria o crime que ele está cometendo. Até porque ele é casado com outro homem e tem meninos adotados no Brasil", comentou Bolsonaro.
O presidente ainda ironizou o fato de o americano não correr risco de ser deportado, mas poderia ir parar na prisão aqui no Brasil. "Ele não vai embora. O Green pode ficar tranquilo. Talvez pegue uma cana aqui no Brasil, não vai pegar lá fora não", afirmou.
Mais cedo, o presidente defendeu que "publicar informações mentirosas, mesmo sabendo que foram mentirosas, e não se retratar é um crime também", em referência à investigação sobre a suposta invasão de hackers a dados de aparelhos celulares de autoridades do País.
A portaria de Moro prevê que estão sujeitos ao "rito sumário de expulsão" estrangeiros suspeitos de terrorismo, de integrar grupo criminoso organizado ou organização armada e pessoas acusadas de traficar drogas, pessoas ou armas de fogo.
Bolsonaro corroborou que estrangeiros suspeitos de cometer crimes sejam deportados, mesmo que os supostos crimes não tenham sido comprovados judicialmente. "Eu não sou xenófobo, mas na minha casa entra quem eu quero. E o Brasil é a minha casa", disse. "É suspeito apenas, sai daqui. Já tem bandido demais no Brasil. O sentimento dele é o meu, parabéns ao Moro pela portaria", declarou o presidente. (Conteúdo Estadão)
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Em discurso, presidente fala sobre sua relação com o Nordeste e garantiu que não deixará obras paradas.
 
Nesta terça-feira, 23/07, o presidente Jair Bolsonaro inaugurou o Aeroporto Glauber Rocha, em Vitória da Conquista, na Bahia, onde foi recebido com festa pelo povo. Em seu discurso, ele disse ter determinado aos ministros que não deixem obras paradas pelo país. “Obras eleitoreiras não acontecerão mais a partir do meu governo. Vamos concluir as obras”, afirmou Bolsonaro, ao lado do prefeito de Salvador, ACM Neto e demais autoridades. O governador Rui Costa (PT) não compareceu ao evento.
Bolsonaro destacou que o aeroporto trará muitos benefícios para a região com o incremento do turismo. Segundo o Ministério da Infraestrutura, o início das operações de voos comerciais está previsto para a quinta-feira (25). O novo aeroporto poderá receber aeronaves a jato de grande porte. O terminal está localizado nas proximidades da BR-116, a 10 km do centro de Vitória da Conquista. O valor total da obra está estimado em R$ 105,8 milhões.
Bolsonaro na Bahia 1
 
Segundo o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, o novo aeroporto é essencial para a conectividade do estado da Bahia. “Trata-se da maior obra da aviação regional do Brasil. E o governo federal deu continuidade a esse trabalho, mostrando que a infraestrutura para nós é uma questão de Estado”, afirmou o ministro, em nota. “É resultado de um esforço coletivo, o que faz com que esse equipamento importante seja entregue agora à sociedade baiana”.
Nordeste
Bolsonaro na Bahia 2
 
Em seu discurso, Bolsonaro disse amar o Nordeste. “Eu amo o Nordeste. Afinal de contas, a minha filha tem em suas veias sangue de cabra da peste. Cabra da peste de Crateús, o nosso estado mais para cima, o nosso Ceará."
E acrescentou: “Não estou em Vitória da Conquista. Não estou na Bahia, nem no Nordeste. Estou no Brasil. Não há divisões entre nós: [por] sexo, raça, cor, religião ou região. Somos um só povo, uma só raça, um só ideal e um só objetivo: colocar esse grande país no lugar de destaque que ele merece”.
No domingo, 21, o presidente comentou que não havia constrangimento em sua visita à Bahia, após criticar alguns governadores do Nordeste na semana passada. Em conversa com os jornalistas, na porta do Palácio da Alvorada, Bolsonaro afirmou que o Nordeste é “sua terra”.
Filiado ao PT, o governador da Bahia, Rui Costa, não compareceu à inauguração, como se o evento fosse apenas uma reunião do governo Federal, e não a inauguração de uma grande obra em benefício do povo baiano. O governador petista não permitiu também que a Polícia Militar participasse do esquema de segurança do Presidente a República. (EBC e Agências)
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Presidente do Senado também fez acenos ao Presidente, dizendo que não tem dúvidas de que Bolsonaro 'busca mais acerta do que errar'.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), afirmou nesta quinta-feira, 18/07, que a Nova Previdência é "importantíssima" para ajustar as contas públicas. Durante cerimônia de celebração dos 200 dias do governo Jair Bolsonaro, Alcolumbre fez um agradecimento aos deputados por terem aprovado o texto-base da reforma em primeiro turno na Câmara.
Segundo Alcolumbre, o Congresso está "conciliado com a vontade do povo que elegeu Bolsonaro". Ele também fez acenos ao presidente, dizendo que não tem dúvidas de que Bolsonaro "busca mais acertar do que errar".
"Democracia só com o fortalecimento das instituições, do Poder Judiciário, Legislativo e Executivo. Só assim poderemos dizer que vivemos em democracia consolidada e que estamos cumprindo esse papel. O Parlamento estará à disposição para ajudar a construir esse País. Minha missão aqui hoje é estender a mão para o Executivo", discursou Alcolumbre.
Ele defendeu que a população "necessita desse caminho e dessa construção para o Brasil que Bolsonaro busca e nós queremos". "A votação da Reforma da Previdência é esse sinal. Um abraço deputados, eu agradeço", disse. "Fiz questão de estar aqui porque é uma data importante para um governo que constrói e que busca todos os dias acertar", elogiou.
Brincadeira
Alcolumbre
David Alcolumbre, Presidente do Senado (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
Na cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro brincou com a cor da gravata do presidente do Senado. "Apesar da gravata rosa, ele (Alcolumbre) ainda é meu amigo", disse rindo. Em seguida, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, "agradeceu" Alcolumbre por usar uma gravata "em sua homenagem". Em janeiro, a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, se envolveu em polêmica ao dizer que "menino veste azul e menina veste rosa". Posteriormente, ela afirmou que a declaração era uma metáfora contra a ideologia de gênero. (EM - Conteúdo Estadão)

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Depois de o banco ter devolvido R$ 30 bilhões ao Tesouro neste ano, Montezano comprometeu-se a devolver mais recursos até atingir o valor prometido de R$ 126 bilhões no fim do ano. Empréstimos benevolentes feitos pelos governos petistas a outros países serão objeto de investigação.
 
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pretende explicar a “caixa-preta” na instituição financeira em até dois meses, disse,nesta terça-feira, 16/07, o novo presidente da instituição, Gustavo Montezano. Ele disse que não tem opinião formada sobre as gestões anteriores, mas que precisa explicar decisões tomadas nos últimos anos pelo banco.
“O que a gente está se propondo a fazer é explicar a 'caixa-preta'. Há uma dúvida clara sobre o que há ou não no BNDES. Cada um me conta uma informação diferente da mesma história. Ao fim de dois meses, quero ser capaz de explicar esse conjunto de regulações, empréstimos, perdas financeiras que contextualizam a 'caixa-preta'. O que sairá desse estudo, eu prefiro não comentar agora. Prefiro fazer o dever de casa e qualificar esse tema", disse Montezanona primeira entrevista coletiva após assumir o cargo.
Utilizada pelo presidente Jair Bolsonaro, a expressão “caixa-preta do BNDES” refere-se a financiamentos para a exportação de serviços a países em desenvolvimento, como Cuba, Angola, República Dominicana e Argentina. Atualmente, o banco divulga as condições dessas operações na página BNDES Transparente, mas Montezano disse ser prioridade número um da sua gestão prestar mais esclarecimentos à sociedade.
“Qualquer que seja a conclusão, a gente precisa ser transparente e trazer ela para a sociedade e para a mídia. Qualquer coisa que eu fale agora, pode ser leviano ou parcial. Esperem dois meses para a gente ter algo completo e conclusivo. É a prioridade um do banco. Aspecto de imagem, protocolo, a gente tem de analisar sobre todas essas óticas”, explicou.
Metas
Montezano tomou posse hoje (16) no comando do banco, substituindo o economista e ex-ministro Joaquim Levy, que pediu demissão em junho. Além da divulgação dos detalhes da “caixa-preta” do banco, ele anunciou quatro metas: a venda de ações de empresas em poder do banco; a devolução ao Tesouro de R$ 126 bilhões até o fim do ano e de R$ 144 bilhões até o fim de 2022; um plano de metas, orçamento e dimensionamento para os próximos três anos; e a prestação de serviços de assessoria financeira a órgãos do governo federal, a estados e municípios.
Em relação à venda de ações, Montezano disse que pretende acelerar a venda da participação do banco em empresas públicas e privadas. Hoje, o BNDESPar, ramo do BNDES que detém papéis de empresas, tem R$ 106,8 bilhões em ações, das quais R$ 53,3 bilhões da Petrobras; R$ 16,5 bilhões da Vale; R$ 9,3 bilhões da Eletrobras e R$ 9,26 bilhões da JBS. O banco ainda tem papéis em empresas de celulose e de empresas estaduais do setor elétrico, entre outras.
Montezano reconheceu que não pode desfazer-se de todos os papéis de uma só vez, para evitar que o preço das ações desabe no mercado e o banco tenha prejuízo. No entanto, comprometeu-se a acelerar as vendas, sem dar prazo. “Boa parte hoje são posições especulativas. Se o preço das ações sobe, é um mero ganho financeiro sem nenhuma entrega para a sociedade. É melhor tirar dinheiro daqui e colocar em outros ativos, como o saneamento, que também vai ter retorno financeiro, mas muito mais outros derivados disso para a sociedade como um todo”, disse.
Segundo ele, o BNDESPar pode até comprar ações de empresas, se comprovado que a participação renderá retornos para a sociedade, como investimentos em educação e saneamento básico.
Devolução
Depois de o banco ter devolvido R$ 30 bilhões ao Tesouro neste ano, Montezano comprometeu-se a devolver mais recursos até atingir o valor prometido de R$ 126 bilhões no fim do ano. Ele esclareceu que o ressarcimento não prejudicará a segurança financeira do banco, porque o dinheiro sairá do caixa da instituição, não do capital (dinheiro que precisa ficar parado para cumprir requisitos de segurança).
Segundo Montezano, a estratégia permitirá ao banco emprestar cerca de R$ 70 bilhões por ano. “Esse é o valor próximo da média histórica, antes de outros governos injetarem recursos no banco para emprestar para setores escolhidos”, esclareceu.
Além dos títulos públicos emprestados pelo Tesouro, o governo injetou R$ 36 bilhões em instrumento híbrido de capital e dívida (ITCD) no banco nos últimos anos. No entanto, Montezano disse que a devolução desses instrumentos, como está ocorrendo com a Caixa Econômica Federal, não tem prazo para ocorrer. “Somente depois que a gente reembolsar os recursos do Tesouro, vamos começar a discutir a devolução do ITCD”, explicou.
Assessoria financeira
Sobre a venda de serviços de assessoria financeira, Montezano explicou que o BNDES pretende auxiliar o governo federal, estados e municípios nas áreas de privatização, concessão, investimentos, parcerias público-privadas e reestruturação financeira. Os contratos serão vinculados ao sucesso de cada operação. “Caso a concessão ou privatização seja bem-sucedida, o banco recebe uma parte do resultado em forma de comissão”, disse.
O presidente do BNDES confirmou que os primeiros clientes do banco serão o Ministério da Infraestrutura, nos projetos de concessões; a Casa Civil, responsável pelo Projeto Piloto de Investimentos, e a Secretaria de Desestatização, Desinvestimentos e Mercados do Ministério da Economia, que coordenará as privatizações. O banco oferecerá assessoria técnica e conhecimento para o planejamento das operações. Numa segunda etapa, o serviço será estendido a prefeituras e governos estaduais. (Agência Brasil)
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