Sexta, 23 Agosto 2019 | Login
Com gols de Cebolinha, Gabriel Jesus e Richarlison, a Seleção venceu o Peru, no Maracanã.
 
 
Neste domingo, no Maracanã, deu a lógica do futebol na final entre Brasil e Peru, com a Seleção Canarinho sagrando-se campeã da Copa América, vencendo por 3 x 1. Como havíamos antecipado hoje, à tarde - https://bit.ly/2FYb9gE - pelo histórico entre os dois países e pelo número de craques de cada seleção, o Brasil era o franco favorito. Só não foi mais fácil devido a uma péssima arbitragem do chileno Roberto Vargas, que confirmou um pênalti duvidoso contra o Brasil.
 
Brasil campeão da Copa América Cebolinha
A partida foi emocionante do princípio ao fim. O Peru começou até melhor que os brasileiros nos primeiros minutos. Com muita garra, os peruanos conseguiam segurar a superioridade dos brasileiros. que acabou se transformando no primeiro gol aos 14 minutos, marcado por Cebolinha.
Com muita expectativa dos mais 58 mil no Maracanã e outros milhões pelo país afora, a partida teve início após um minuto de silêncio em homenagem ao músico João Gilberto, falecido ontem. E, logo no início, aos 2 minutos de jogo, o juiz marcou uma falta para o Peru, batida por Cueva com perigo, no canto inferior direito de Alisson. Mas, a bola acabou indo para fora. Aos 5 minutos, um ataque do Peru foi parado com falta em cima de Guerrero.
A partir dos 12 minutos, no entanto, o domínio passou a ser do time brasileiro. Até que aos 14 minutos, um passe de Gabriel Jesus encontrou Everton Cebolinha dentro da pequena área. O jogador do Grêmio chutou de primeira sem chances para Gallese. Foi terceiro gol de Cebolinha, artilheiro da Copa ao lado de Paolo Guerrero.
O gol brasileiro desestabilizou o time peruano, que passou a errar passes e demonstrar nervosismo em campo. Aos 24 minutos, Coutinho recebeu de Firmino e chutou com perigo, com a bola passando próxima à trave. Aos 30, Gabriel Jesus fez falta de ataque e recebeu cartão amarelo. Aos 34, passe de Firmino cabeceou por cima do gol, mas o assistente já havia marcado impedimento.
A partir dos 36, o time peruano conseguiu se reorganizar em campo e passou a atacar o gol de Alisson, mas sem maior perigo. Até que aos 41, a bola toca o braço esquerdo de Thiago Silva dentro da área e o juiz marca pênalti, após conferir o VAR (árbitro de vídeo). Guerrero bateu colocado no canto esquerdo de Alisson, que pulou para o lado errado.
Porém, a alegria peruana só durou até os 47 minutos, com gol de Gabriel Jesus recebendo de Arthur e tocando rasteiro no canto direito de Gallese.
 
SEGUNDO TEMPO
Logo a 1 minuto da segunda etapa, o Brasil começou atacando e conseguiu um escanteio, sem levar perigo ao gol peruano. Aos 3 minutos, Tapia parou ataque do Brasil fazendo carga contra Coutinho e levando cartão amarelo. Aos 7 minutos, Thiago Silva fez falta sobre Cueva e também levou cartão amarelo. Aos 9 minutos, tabela entre Gabriel Jesus e Firmino levou perigo ao gol peruano, mas não foi aproveitada.
Aos 11, Everton Cebolinha fez vários dribles em cima da zaga peruana e cruzou na cabeça de Firmino, que não aproveitou e jogou para fora. A pressão brasileira continuou, mas não intimidou o Peru, que optou por não se fechar, mesmo sem levar perigo para Alisson.
Aos 22 minutos, Zambrano fez falta violenta em Gabriel Jesus e levou cartão amarelo. Aos 24, Gabriel Jesus fez falta, levou o segundo cartão amarelo e acabou expulso, saindo inconformado de campo, empurrando e quase derrubando a cabine do VAR . A expulsão motivou os peruanos que partiram para cima. Tite tirou Firmino e colocou Richarlison. Em seguida, tirou Coutinho e colocou Éder Militão.
Aos 32, o técnico Gareca tirou Yotún e colocou Ruidiaz. Aos 38, Advincula fez falta forte em cima de Everton Cebolinha, parando o ataque brasileiro. Aos 40, saiu Carrillo para a entrada de Polo. Em seguida, aos 41, Everton Cebolinha foi trombado por Zambrano na grande área e o juiz marcou pênalti, após consultar o VAR. A cobrança coube a Richarlison, que chutou à direita de Gallese, que ainda foi na bola, mas não alcançou, chegando aos 3 x 1, levantando a torcida aos gritos de “É campeão”.
 
Brasil campeão da Copa América Daniel Alves ergue a taça
Tite ainda fez mais uma substituição, colocando Allan no lugar de Everton Cebolinha. O Peru ainda tentou uma reação, mas não havia mais tempo, com a partida terminando aos 51 minutos.
 
FESTA E BOLSONARO
Brasil campeão da Copa América Bolsonaro
A taça foi erguida pelo capitão Daniel Alves, que a recebeu das mãos de Alejandro Domingues, presidente da Conmebol, consagrando a festa brasileira no campo e nas arquibancadas. O presidente Jair Bolsonaro participou da comemoração. Antes, logo no início da partida, ele tomou lugar na tribuna de honra. Bolsonaro estava acompanhado dos ministros da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, da Economia, Paulo Guedes, da Cidadania, Osmar Terra, das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno. O senador Flávio Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, também estavam presentes.
 
ANTES DA PARTIDA
Brasil campeão da Copa América Maracanã
Para a festa de encerramento, o campo foi coberto com uma lona colorida e um palco com o formato da América do Sul foi montado no centro do estádio. A cantora Anitta se apresentou e cantou ao lado do porto-riquenho Pedro Capó. Ao final do show, ela homenageou o cantor e compositor João Gilberto, chamando-o de mestre. (Com informações da Agência Brasil)
 
ESCALAÇÃO
O Brasil jogou com: Alisson, Dani Alves, Marquinhos, Thiago Silva, Alex Sandro, Arthur, Casemiro, Philippe Coutinho (Éder Militão), Gabriel Jesus, Roberto Firmino (Richarlison) e Everton (Allan).
O Peru jogou com: Pedro Gallese, Luis Advíncula, Carlos Zambrano, Luis Abram, Miguel Trauco, Renato Tapia (Gonzales), Yoshimar Yotún (Ruidiaz), André Carrillo (Polo), Christian Cueva, Edison Flores e Paolo Guerrero.
Árbitro: Roberto Vargas (Chile). Assistentes: Christian Alonso (Chile) e Claudio Ortiz (Chile).
Renda: R$ 38.769.850
Pagantes: 58.504.
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Equipe norte-americana confirma favoritismo contra a Holanda e vence por 2 a 0, na França.
O favoritismo era esperado e, com isso, o resultado não foi surpreendente. A seleção feminina dos Estados Unidos venceu neste domingo, 07/07, em Lyon (França), a seleção holandesa por 2 a 0 e conquistou o bicampeonato consecutivo, quarto título mundial em oito edições de Copa do Mundo.
As americanas se igualam as alemãs, que foram bicampeãs em 2003 e 2007. Para as holandesas, foi a melhor campanha numa Copa e o vice-campeonato das atuais campeãs europeias garante às Leoas Laranjas uma vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020.
A Suécia, terceira colocada na Copa, e a Inglaterra, quarta colocada, são as outras representantes da Europa – na decisão de sábado, em Nice, as suecas venceram as inglesas por 2 a 1, gols de Asllani e Jakobsson; Kirby descontou para as inglesas.
A americana Megan Rapinoe foi o grande nome do jogo e da Copa. Ela foi eleita a melhor jogadora em campo, a melhor jogadora da Copa e ganhou o prêmio como artilheira do mundial. Ela passa a ser a jogadora mais velha a receber essa premiação, com 34 anos e dois dias de idade. A goleira holandesa Van Veenendaal foi eleita a melhor da Copa na posição.
A final, assistida por 57.900 pessoas, teve, ainda, outras marcas dignas de registro. Foi apenas a segunda vez na história das Copas Femininas em que duas mulheres estiveram à frente das equipes finalistas – a primeira foi em 2003, na final entre Alemanha e Suécia. Esse ano, a Holanda foi dirigida por Sarina Wiegman; os Estados Unidos, por Jill Ellis. A britânica entra para a história como a segunda técnica bicampeã do mundo – o italiano Vittorio Pozzo era o único detentor dessa marca, campeão com a Itália nas Copas de 1934 e 1938.
A seleção campeã recebeu um prêmio de 4 milhões de dólares – vale dizer que a França, campeã do mundo da Copa de 2018, faturou 38 milhões de dólares. A próxima Copa do Mundo de Futebol Feminino, a ser disputada entre julho e agosto de 2023, ainda não tem sede definida, e ela só será conhecida em março de 2020, em evento da FIFA em Miami (EUA). Nove países são candidatos a sediar o evento. Além do Brasil, África do Sul, Argentina, Austrália, Bolívia. Coreias (Norte e Sul), Colômbia, Japão e Nova Zelândia. (Agência Brasil - Foto: Bernadett Szabo/Reuters)
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Levando-se em conta o número de craques de cada seleção, o Brasil é o franco favorito diante do Peru. Não acredito em novo Maracanazo.

 

Opinião: Renato Ferreira

Neste domingo 07 de Julho, às 17h, o histórico e lendário Maracanã será sede de mais uma decisão da Seleção Brasileira de Futebol. Fosse em outros tempos de Pelé, Tostão, Garrincha, Pepe, Zico, Júnior, Ronaldinho Gaúcho, Romário, Bebeto e Ronaldo Fenômeno, quando a Seleção reunia verdadeira constelação de craques e gênios, com certeza, a torcida estaria mais esperançosa e até vibrando nas ruas, mesmo num domingo congelado como este.
Mas, mesmo assim, levando-se em conta o número de craques de cada seleção, não dá para acreditar em outro resultado, senão uma vitória convincente dos brasileiros e, consequentemente, mais um título da Copa América. Não acredito em outro Macanazo, quando em 1950, com o velho Maracanã superlotado, viu o Uruguai vencer o Brasil na final da Copa, calando o Estádio e fazendo milhões de brasileiros chorar de Norte a Sul, passando para a história o termo Macaranaço, ou Maracanazo em espanhol.
Sem Neymar é melhor
E há um fator que, em minha opinião, ajuda a aumentar a esperança de vitória neste domingo. Fato que pode provocar a discordância de alguns. É a ausência de Neymar. Mas, como assim, o Brasil ser mais favorito por jogar sem o seu melhor jogador na atualidade?
Sim. Realmente, ninguém pode negar o grande futebol do craque revelado pelo Santos e que brilha na Europa. Porém, ao contrário do que Pelé, Tostão, Zico e outros gênios faziam, quando usavam jogadas individuais só quando era necessário para o coletivo, Neymar faz, exatamente, o contrário.
Ele próprio se sente a "estrela" máxima da equipe de Tite e ainda se sente contrariado quando joga sem a faixa de capitão. Só que, apesar de todo esse nome, a "genialidade" de Neymar não se reflete dentro das quatro linhas, além da fama mundial de cai-cai. E pelas histórias que conhecemos de boleiros, quando a fama de craque não se reflete em campo e atrapalha o coletivo, acaba provocando bronca e até boicote dos demais atletas que jogam em função da equipe.
Assim, os resultados da Seleção nesta Copa América que, aos trancos e barrancos, chegou à decisão, deixam claro que o time de Tite não depende exclusivamente de Neymar. Alisson, Daniel Alves, Casemiro, Philippe Coutinho, Cebolinha, Firmino, Gabriel Jesus e cia. já mostraram que podem vencer até com tranquilidade a seleção peruana, onde brilha somente a estrela do craque Paolo Guerreiro ao lado de outros dez esforçados jogadores.
Histórico
Como já diziam os antigos boleiros "filósofos" que "futebol é uma caixinha de surpresa" e "cada jogo é um jogo e vice-versa", não podemos acreditar no título de hoje, apenas contando com a grande vantagem que o Brasil leva sobre o Peru ao longo da história. Mas, os cinco títulos mundiais do Brasil, contra nenhum do Peru, e o placar entre as duas seleções ao longo da histórias, só fazem aumentar o nosso favoritismo de daqui a pouco no Maracanã.
No último jogo da fase de classificação, dia 22/06, na Arena Corinthians, o Brasil goleou os peruanos por 5 a 0, numa partida, com certeza, mais convincente, até mesmo mais do que os 2 a 0 sobre a 'poderosa" Argentina, no Mineirão, pela semifinal, com Messi e tudo.
Mas, como "cada jogo é um jogo, e vice-versa", é melhor ficar na torcida pelo Brasil e só festejar a vitória depois dos 90 minutos, possível prorrogação ou mesmo decisão por pênaltis. Afinal, cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém.
Mas, aqui no meu cantinho, acredito, sim, no título e não numa reedição do Maracanazo. Até para vingarmos 1978, quando os peruanos se venderam para a Argentina. Eles perderam por 8 a 0, em Buenos Aires, único resultado que classificaria os argentinos e tiraria o Brasil. A Argentina, claro, foi campeã. Com certeza, o Messi, que disse que esta Copa está armada para o Brasil ser campeão, não conhece esse lado obscuro dos seus companheiros de 1978. (Renato Ferreira)

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Show de Gabriel Jesus num Mineirão lotado marca vitória da Seleção e deixa Messi ainda mais longe de um título para os hermanos. Chile e Peru decidem a outra vaga nesta quarta-feira, em Porto Alegre.
 
 
Com um Mineirão superlotado por mais de 55 mil pessoas, e com uma torcida vibrante durante toda a partida, a Seleção Brasileira venceu, nesta terça-feira, 02/06, a rival Argentina por 2 a 0 e retornou a uma decisão do torneio após 12 anos. A última vez que o Brasil decidiu e venceu a Copa América foi em 2007.
 
Brasil e Argentina Mineirão
Mais de 55 mil torcedores viram a vitória do Brasil sobre a Argentina por 2 a 0 no Mineirão
O nome da partida no Mineirão foi Gabriel Jesus, que marcou o seu primeiro gol nesta Copa América. Outros dois destaques da equipe de Tite foram Daniel Alves e Roberto Firmino, que também marcou.
O camisa 9 abriu o placar no primeiro tempo, aproveitando uma grande jogada de Daniel Alves e um cruzamento rasteiro perfeito de Firmino. Após receber o passe dentro da pequena área, Jesus chutou fazendo um belo gol. ,
Com esse gol. o centroavante do Manchester City pos fim ao seu longo jejum de 676 minutos sem marcar em jogos oficiais pelo Brasil, que vinha desde a Copa do Mundo 2018.
Após a abertura do placar, a Argentina teve boas chances de empatar: Agüero cabeceou no travessão, ainda no primeiro tempo, enquanto Messi carimbou a trave de Alisson, na segunda etapa.
No entanto, Gabriel Jesus apareceu bem demais novamente aos 25 minutos, puxando um contra-ataque espetacular. O jogador revelado pelo Palmeiras deixou três marcadores na saudade e só rolou para Firmino completar com o gol vazio.
E assim, a tradição foi mantida: quando o jogador do Liverpool marca, o Brasil sempre vence: são 12 triunfos seguidos com gol do camisa 20.
E a partida terminou bem à brasileira no Mineirão: gritos de "olé, olé, olé" a cada toque na bola, até o apito final do árbitro para selar a classificação verde e amarela.
Agora, Tite e seus comandados aguardam a definição do outro finalista, que sai do duelo entre Peru e Chile, nesta quarta-feira, na Arena do Grêmio.
 
Brasil e Argentina Messi
Messi, mais uma vez, sai decepcionado do Mineirão
Enquanto isso, o craque Lionel Messi lamenta mais um fracasso com sua seleção. Ele segue sem conquistar títulos e agora terá que se contentar com a disputa do 3º lugar.
O JOGO
Primeiro tempo
Depois de um emocionante hino nacional brasileiro cantado à capela, que deixou muita gente arrepiada no Mineirão, o clássico começou em ritmo alucinante. Roberto Firmino teve a primeira chance com menos de dois minutos de bola rolando, mas a arbitragem deu impedimento.
E como todo Brasil x Argentina, logo a tensão apareceu em campo. Com apenas cinco minutos, os hermanos começaram a fazer faltas em série no meio-campo. Aos 8, não teve jeito: depois de uma chegada fortíssima, Tagliafico foi o primeiro amarelado da partida.
A torcida brasileira, porém, teve que segurar a respiração aos 11, quando Paredes soltou um foguete de fora da área e viu a bola passar zunindo perto do ângulo de Alisson.
Resposta canarinho aos 16, quando Roberto Firmino roubou bola no meio-campo e enfiou para Gabriel Jesus. Ela acabou correndo muito e o camisa 9 não conseguiu dar sequência como queria na jogada, mas ficou perto de abrir o placar.
Mas artilheiro que é artilheiro não desperdiça duas seguidas...
Aos 18, Daniel Alves fez uma jogada maravilhosa, dando um chapéu em Acuña, deixando Paredes sentado e abrindo para Firmino. O camisa 20 cruzou rasteiro e Gabriel Jesus só completou para a rede.
Golaço do Brasil! E a torcida respondeu cantando a tradicional "Mil gols, só Pelé", fazendo o Mineirão explodir em festa.
O time de Tite parecia ter o jogo controlado, mas a Argentina tentava pregar uma surpresa por meio da bola parada. Aos 29 minutos, Messi cruzou na área e Agüero deu um leve toque de cabeça, mas a bola bateu no travessão e ninguém conseguiu aproveitar o rebote.
O lance animou os estrangeiros, que chegaram com muito perigo novamente aos 35: Messi enfiou, Thiago Silva escorregou e Agüero apareceu em boa posição na área. Ele disparou forte, mas Marquinhos conseguiu travar.
O Brasil só foi voltar a ameaçar aos 42 minutos, em um chute de Arthur de fora da área. No entanto, a bola acabou resvalando na zaga e ficou fácil para a defesa de Armani.
Segundo tempo
Na volta do intervalo, Tite optou por colocar Willian no lugar de Everton Cebolinha, que teve atuação fraca na primeira etapa.
A primeira chance, porém, foi argentina. Logo aos 4, Agüero levantou da esquerda e Lautaro Martínez acertou um belo chute de primeira, da meia-lua, mas Alisson defendeu com firmeza, sem dar rebote.
A equipe de Lionel Scaloni era melhor, e logo em seguida teve mais uma oportunidade em um chutaço de De Paul, da entrada da área, que passou por cima da meta brasileira.
O Brasil só foi conseguir ameaçar pela primeira vez aos 10 minutos, em uma ótima jogada de Gabriel Jesus. Coutinho aproveitou, invadiu a área e tentou colocar no ângulo, mas acabou errando por pouco.
A partida era eletrizante, e a Argentina teve sua melhor chance na partida logo no contra-ataque seguinte: Lautaro chutou, a bola desviou e sobrou para Messi, que entrou livre pela esquerda da área. O camisa 10 encheu o pé e viu a bola explodir na trave. No rebote, ele cruzou rasteiro, a bola atravessou toda a pequena área e ninguém completou para dentro, para alívio da torcida brasileira.
Aos 20, Messi teve ocasião de ouro para marcar: uma falta bem na entrada da área. O craque do Barcelona bateu bem, mas Alisson simplesmente agarrou a bola e sequer deu rebote, tendo seu nome cantado pela torcida no Mineirão.
E foi, justamente, quando a Argentina vivia seu melhor momento na partida, o Brasil matou o jogo: Gabriel Jesus deu uma linda arrancada, deixou três marcadores na saudade e só rolou para Roberto Firmino completar para o gol vazio.
Mais uma vez, explosão de alegria no Mineirão abarrotado por mais de 55 mil torcedores.
Depois disso, foi só tocar a bola ao som dos gritos de "olé, olé, olé" e esperar o apito final para a torcida brasileira festejar a ida à final da Copa América. Mais de 55 mil pessoas estiveram no Mineirão para uma arrecadação de mais de R$ 18 milhões, a segunda maior da competição, só perdendo para a estreia do Brasil, no Morumbi, quando a renda foi de R$ 22 milhões. (Com informações da ESPN)
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No tempo normal, Seleção busca empate, mas, perde das francesas na prorrogação por 2 a 1 .
 
Mais uma vez o sonho do inédito título da Copa do Mundo feminina acabou para a Seleção Brasileira em 2019. Na tarde deste domingo, 23/06, Marta, Cristiane, Formiga e companhia lutaram, superaram problemas físicos, mas não foram páreo para a França. As donas da casa venceram por 2 a 1 na prorrogação, após empate por 1 a 1 no tempo normal, na cidade de Le Havre.
Pelas quartas de final, a França enfrentará a vencedora do duelo entre Estados Unidos e Espanha, que medem forças nesta segunda-feira, às 13 horas (de Brasília). Noruega e Inglaterra são as outras seleções já classificadas para a próxima fase do torneio.
O Jogo
Empurrada maciçamente por sua torcida, a França não conseguiu pressionar como gostaria nos primeiros minutos. Bem postado defensivamente, o Brasil não deixava o time da casa chegar com perigo e tentava surpreender nas bolas longas, o que não deu certo.
O lance mais importante do primeiro tempo aconteceu aos 22 minutos, quando Diani cruzou pela direita, e Gauvin se antecipou a Bárbara para marcar. Após consultar o VAR, contudo, a árbitra Beaudoin anulou o gol por toque na mão da atacante francesa.
Aos 43 minutos, a Seleção chegou com perigo pela primeira vez no jogo. Após tabelar com Debinha pela esquerda, Cristiane invadiu a área e bateu rasteiro, exigindo boa defesa da goleira Bouhaddi.
A França voltou mais agressiva para a etapa final e não demorou a abrir o placar. Aos seis minutos, Diani girou sobre Tamires pela direita, invadiu a área e cruzou na medida para Gauvin se esticar e empurrar para o gol.
Mas o Brasil reagiu rápido. Pouco depois de Cristiane acertar o travessão em cabeçada, Debinha recebeu na esquerda e cruzou. A bola desviou em Cristiane e sobrou para Thaisa na área. A volante bateu cruzado de canhota e deixou tudo igual aos 17 minutos.
Apostando nos contra-ataques, a Seleção voltou a balançar as redes com Debinha, mas a assistente assinalou o impedimento e anulou o gol. Na base do abafa, as anfitriãs apelaram para a bola aérea nos minutos derradeiros, mas não conseguiram evitar a prorrogação.
O Brasil sofreu uma baixa logo no início do tempo extra, quando Cristiane precisou ser substituída por Geyse devido a dores na coxa esquerda. Apesar de ficar na defensiva, o time canarinho teve a melhor chance do primeiro tempo. Aos 15 minutos, Debinha recebeu livre na esquerda, invadiu a área e tocou na saída da goleira, mas Mbock tirou em cima da linha.
O Brasil acabou castigado pelo gol perdido. Logo no começo do segundo tempo da prorrogação, Majri levantou bola na área, e Henry apareceu livre para desviar e recolocar a França na frente. Visivelmente desgastada fisicamente em campo, a Seleção não conseguiu reagir e buscar a nova igualdade. (Estado Minas)
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Neste sábado, 22/06, finalmente, a seleção brasileira jogou bem, arrancou aplausos da torcida e goleou o Peru por 5 a 0, terminando a primeira fase da Copa América como líder do grupo A, com sete pontos. Como primeiro colocado do grupo, o Brasil volta a jogar no dia 27 de junho contra o terceiro colocado do grupo B ou C. O jogo será em Porto Alegre. Casemiro, que recebeu o segundo amarelo na partida de hoje, é ausência certa para o próximo jogo da seleção brasileira.
A seleção peruana começou melhor a partida, impedindo o Brasil de avançar do meio de campo. O primeiro lance de perigo foi do Peru, aos 3 minutos do primeiro tempo. Na cobrança de uma falta, Cueva levantou a bola na área, ninguém do Brasil tirou e ela passou perto do gol de Alisson. Aos 9 minutos, a torcida brasileira já vaiava a posse de bola peruana e permitia que a torcida peruana, menor no estádio, fizesse uma grande festa na arena. A torcida brasileira respondeu com gritos. Aos 10 minutos, Casemiro fez uma falta dura e tomou um cartão amarelo, que o tirou da próxima partida do Brasil.
Mas um minuto depois, o cenário de jogo mudou. Casemiro, que tinha acabado de tomar um amarelo, fez o primeiro gol do Brasil, após cobrança de escanteio de Coutinho para Thiago Silva, no primeiro pau. Em um bate rebate, a bola sobrou para Casemiro mandar para o fundo da rede. Primeiro gol dele com a camisa da seleção.
O segundo gol do Brasil aconteceu aos 18 minutos, em uma falha do goleiro Gallese. O goleiro peruano bobeou na saída de bola e chutou em cima de Firmino. A bola acaba batendo na trave, mas Firmino mesmo aproveitou, driblando o goleiro e mandando para o fundo do gol. Na comemoração brasileira, o capitão Daniel Alves foi até o goleiro Gallese, sozinho, para demonstrar apoio ao jogador.
Aos 31 minutos, com o Brasil já dominando completamente a partida, Everton ampliou com um golaço. Ele recebeu a bola com espaço, cortou para o meio e bateu forte da entrada da grande área.
Só após o terceiro gol é que a torcida brasileira se animou e começou a gritar “Eu sou brasileiro com muito orgulho, com muito amor” e olé a cada vez que a seleção pegava na bola. O Peru só voltou a assustar no final do primeiro tempo, quase fazendo um gol aos 43 minutos, com Trauco, que recebeu a bola dentro da área e soltou a bomba, para defesa do goleiro brasileiro.
Segundo tempo
Brasil e Peru 2
No intervalo, o técnico peruano fez sua primeira substituição, tirando Youtún e colocando Édison Flores. Mas a primeira grande jogada foi do Brasil.
Inspirado, o jogador Everton arrancou gritos de "É, Cebolinha", após um outro lance brilhante aos 2 minutos do segundo tempo, quando driblou três defensores e quase conseguiu passar pelo goleiro Gallese. Coutinho ficou com a sobra, mas foi travado.
Aos 9 minutos, o Brasil ampliou a partida com Daniel Alves, com um belo gol após uma tabela com Arthur e Firmino.
Após o gol, o técnico peruano tirou Guerreiro, que foi vaiado pela torcida e colocou Gonzales. O Brasil também fez sua primeira substituição, saindo Filipe Luis e entrando Alex Sandro. Aos 22 minutos, o Peru faz sua última substituição, tirando Cueva e colocando Josepmir Ballón. Muito aplaudido e sob gritos, Casemiro também é substituído para a entrada de Allan. Tite ainda faria a sua terceira substituição tirando Coutinho e colocando Willian.
As trocas no Peru, no entanto, não fizeram efeito. Abatida em campo, a seleção peruana deixou o Brasil continuar dominando a partida e animar a torcida, com apenas um lance de perigo em direção ao gol brasileiro, aos 39 minutos do segundo tempo, quando Polo chutou tentando encobrir Alisson. A bola passou perto da trave.
Superior, o Brasil ainda fez o último da goleada, aos 45 minutos do segundo tempo, com Willian, após cobrança de escanteio curto. Willian dominou e bateu colocado, em outro belo gol na Arena Corinthians. Dois minutos depois, o Brasil ainda perdeu a chance de fazer o sexto gol, após o goleiro Gallese defender a cobrança de pênalti de Gabriel Jesus.
Torcida
Antes do início do jogo, os torcedores brasileiros, maioria no estádio, vaiaram a chegada da seleção do Peru que foi transmitido pelo telão da arena. No anúncio das escalações no telão, Cueva, que jogou no São Paulo, foi vaiado. Já Guerreiro, que jogou no Corinthians, foi aplaudido. Tite e Everton também foram bastante aplaudidos.
Assim como em todos os jogos da seleção brasileira, a torcida cantou parte do hino nacional à capela, após o hino ter parado de ser executado no audio-falante da arena. No início do jogo, a torcida peruana chegou a fazer mais festa que a brasileira. Mas após os gols, a seleção brasileira tomou conta da arena e gritou olé.
Mais uma vez, como se observou em todos os jogos da Copa América, o estádio não encheu. Menor do que o Morumbi, a Arena Corinthians recebeu hoje 42.317 torcedores, mas o que se observou é que haviam também lugares vazios. Segundo o Corinthians, a Arena tem capacidade para 48.234 pessoas. (Agência Brasil)
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Após primeiro tempo sem empolgar, Brasil vence os bolivianos com golaço de Everton Cebolinha.
Na estreia da Copa América 2019, nesta sexta-feira, 14/06, a Seleção Brasileira não fez um grande jogo, mas, o suficiente para vencer a Bolívia por 3 a 0, no Morumbi. O placar foi construído por Philippe Coutinho, com dois gols, um de pênalti dado pelo VAR, e outro de cabeça com tranquilidade dentro da área adversária. E o terceiro foi um golaço de Everton Cebolinha já no final da partida.
Copa América Brasil goleia Bolívia Everton Cebolinha
O meia Everton Cebolinha entrou no segundo tempo e fez um golaço no Morumbi
O resultado deixa a equipe, vaiada ao final do primeiro tempo e aplaudida no encerramento do jogo, na liderança do Grupo A, claro, ainda sem a outra partida da chave. O duelo entre Venezuela e Peru será realizado a partir das 16h (de Brasília) deste sábado, na Arena do Grêmio.
Os comandados de Tite agora terão a missão de encarar a equipe da Venezuela, na terça-feira, às 21h30 (de Brasília), em Salvador, na Arena Fonte Nova. Os brasileiros ainda treinam na Academia de Futebol, do Palmeiras, no sábado, antes da viagem para Salvador. Já os bolivianos, por outro lado, encaram o Peru pouco antes, às 18h30 (de Brasília) da terça-feira, no Maracanã. (Fonte: Estado de Minas)
 

GRUPO A

CLASSIFICAÇÃO
1 Brasil 0
2 Peru 0
2 Venezuela 0
4 Bolívia 0
PJVEDGPGCSG%ÚLT. JOGOS
3 1 1 0 0 3 0 3 100  
1 1 0 1 0 0 0 0 33.3  
1 1 0 1 0 0 0 0 33.3  
0 1 0 0 1 0 3 -3 0  
  • SEX 14/06/2019 MORUMBI 21:30
    BRA
    30
    BOL
    VEJA COMO FOI
  • SÁB 15/06/2019 ARENA DO GRÊMIO 16:00
    VEN
    00
    PER
    ACOMPANHE EM TEMPO REAL

GRUPO B

CLASSIFICAÇÃO
1 Argentina 0
1 Catar 0
1 Colômbia 0
1 Paraguai 0
PJVEDGPGCSG%ÚLT. JOGOS
0 0 0 0 0 0 0 0 0  
0 0 0 0 0 0 0 0 0  
0 0 0 0 0 0 0 0 0  
0 0 0 0 0 0 0 0 0  
  • SÁB 15/06/2019 FONTE NOVA 19:00
    ARG
     
    COL
    ACOMPANHE EM TEMPO REAL

GRUPO C

CLASSIFICAÇÃO
1 Chile 0
1 Equador 0
1 Japão 0
1 Uruguai 0
PJVEDGPGCSG%ÚLT. JOGOS
0 0 0 0 0 0 0 0 0  
0 0 0 0 0 0 0 0 0  
0 0 0 0 0 0 0 0 0  
0 0 0 0 0 0 0 0 0  
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As meninas do Brasil correm atrás de seu primeiro título mundial de futebol.

Ainda sem Marta, que se recupera de lesão muscular na coxa, a Seleção Brasileira Feminina contou com o talento da osasquense Cristiane para vencer a Jamaica por 3 a 0 na estreia do Mundial da França. A atacante, uma das mais experientes do elenco brasileiro, assumiu o protagonismo na estreia e fez os três gols da vitória tranquila no Stade des Alpes, em Grenoble.

A vitória brasileira encerra encerra uma sequência de nove derrotas da Seleção e um jejum de vitórias que já durava quase um ano. O último triunfo do time do treinador Vadão havia sido conquistado em 29 de julho do ano passado, quando superou o Japão por 2 a 1, em amistoso na Inglaterra.

Com a vitória, o Brasil assume a liderança do Grupo C por ter saldo de gols superior ao da Itália, que também venceu na primeira rodada. A Austrália, uma das favoritas ao título, ocupa o terceiro lugar enquanto a Jamaica fica com a lanterna. O próximo compromisso do time brasileiro é contra a Austrália, na quinta-feira, às 13 horas, em Montpellier.

As brasileiras contaram com o brilhantismo de Cristiane, que se tornou a segunda maior goleadora brasileira em Mundiais, agora com oito gols, atrás apenas de Marta, que tem 15, e se aproveitaram da fragilidade das jamaicanas para largar bem no Mundial. O time comandado por Vadão, mesmo sem Marta, dominou as ações na partida, de modo que teve mais posse de bola (62%), finalizou mais vezes - 19, sendo sete ao gol - e foi pouco ameaçado.

O jogo

Seleção feminina de futebol 1

Mostrando superioridade desde o início da partida, o gol brasileiro não demorou sair. E foi logo aos 15 minutos, quando Cristiane recebeu cruzamento de Andressa e cabeceou no canto esquerdo para abrir o placar. Com 1 a 0, as brasileiras tiveram oportunidades para construir uma goleada ainda no primeiro tempo, mas desperdiçaram muitas chances, entre elas um pênalti, que Andressa Alves bateu mal, no canto direito, para defesa da goleira Schneider. A Jamaica foi ao ataque poucas vezes e mesmo assim esbarrou na excelente a goleira Bárbara do Brasil.

Na segunda etapa, a Seleção Brasileira, voltou ainda com mais fome de gol e muita vontade de Cristiane. A atacante do São Paulo balanço as redes mais duas vezes. Aos quatro minutos, ela completou cruzamento da direita e viu Plummer cortar, mas a bola já havia ultrapassado a linha e o gol foi validado. Aos 18, Cristiane completou o show com uma bela cobrança de falta. Ela bateu com força, a bola explodiu no travessão e pingou dentro do gol.

Após o terceiro gol, Vadão substituiu Cristiane por Ludmilla. Com a saída da estrela da partida, o ritmo caiu um pouco, mas o Brasil conseguiu administrar o placar sem ser incomodado pelas adversárias. Assim, depois de várias derrotas nos últimos amistosos, a Seleção Feminina do Brasil, a vitória na estreia eleva o moral da equipe para a sequência no Mundial da França. (Com informações do Estado de Minas).

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Aildo Rodrigues foi recebido por Tom Moisés, Secretário Municipal de Esportes.
 
O trabalho esportivo e social desenvolvido pela Secretaria de Esportes de Barueri tem repercutido nos quatro cantos do Brasil. Representantes de Natal (RN), Lagarto (SE), Ibitinga (SP) e Campos do Jordão (SP), dentre outras cidades, já estiveram no município conhecendo de perto que se faz na área esportiva do município.
 
Na quinta-feira, 02/05, o visitante foi Aildo Rodrigues, secretário de Esportes do Estado de São Paulo, com o objetivo de conhecer o Projeto CBF Social, que proporciona educação a crianças e adolescentes através do futebol.
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O projeto lançado pela entidade máxima do futebol brasileiro em parceria com municípios está funcionando preliminarmente em Ribeirão Pires e em Barueri, mas pretende chegar a todas as unidades da Federação nos próximos anos.
Barueri esporte
 
Aildo Rodrigues, acompanhado pelo seu correligionário, o vereador barueriense Wilson Zuffa, foi recebido pelo secretário de Esportes de Barueri, Tom Moisés, e visitou não só as instalações do CBF Social, na Vila Porto, como também as do Ginásio Poliesportivo José Corrêa, onde foi realizado até este domingo, 5, o Campeonato Brasileiro de Jiu-Jítsu. “É Barueri como referência para São Paulo e o Brasil”, destacou Tom Moisés. (Secom/PMB)
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Até dezembro, as 20 maiores equipes do Brasil estarão correndo atrás do cobiçado troféu do mais imprevisível torneio de futebol do planeta. E na primeira rodada, que termina hoje, São Paulo, Atlético Mineiro, Flamengo e Santos largaram com vitória.

 

Pode ser que outros campeonatos nacionais como o italiano, inglês, alemão e até o francês chamem mais atenção de torcedores estrangeiros devido ao poderio econômico que os possibilita formar excelentes equipes com craques do mundo inteiro e também por inteligentes e agressivas políticas de marketing mundial. Mas, com certeza, nenhum desses campeonatos é tão extenso e disputado como o nosso Brasileirão.

Com raríssimas exceções, nesses países citados, quando se inicia o certame qualquer criança tem condições de citar e acertar as três ou, no máximo, quatro equipes que lutarão de fato pelo título. Já aqui no Brasil, todos os anos, no mínimo, 12 equipes, como Palmeiras (o atual campeão), Corinthians, São Paulo, Santos, Flamengo, Fluminense, Botafogo, Vasco, Cruzeiro, Atlético, Grêmio e Internacional iniciam o campeonato com chances reais de conquistar o caneco. Isto sem falar que equipes do Paraná, Bahia e Pernambuco também de vez em quando entram com condições de disputar o título.

Início do sonho

Brasileirão início

Assim, esse disputado e imprevisível Brasileirão começou neste sábado, 27 de abril e vai até o mês de dezembro, com 20 clubes disputando o título no sistema de pontos corridos. Isso significa que a cada rodada, com muitos clássicos nacionais, os 11 jogadores de cada time estarão disputando a bola palmo a palmo no gramado.

Até porque num torneio de pontos corridos qualquer ponto perdido, principalmente, dentro de casa pode significar no final a perda do título, a não classificação para torneios do Continente, como as Copas Libertadores e Sulamericana, ou também o rebaixamento para a Série B.

Neste ano, a Série A do Brasileirão é formada por equipes das regiões Sul, Sudeste, Centro Oeste e Nordeste, com times do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Pernambuco e Ceará. 
Outras equipes destas regiões e também da região Norte formam as Séries B, que teve início também neste final de semana, C e D, que começarão a ser disputadas nos próximos meses.

Primeira rodada

Tricolor, Galo, Flamengo e Peixe vencem na estreia

São Paulo 2 x 0 Botafogo

São Paulo estreia com vitória

E o Brasileirão 2019 foi iniciado logo com um clássico nacional: São Paulo e Botafogo, no Morumbi, onde o Tricolor, vice-campeão paulista, venceu por 2 a 1, com as estreias de suas novas estrelas, como Alexandre Pato, Tchê Tchê e Vitor Bueno. Os gols do São Paulo foram marcados por Everton e Hudson. Aos 29 minutos do primeiro tempo, Pato cabeceou para as redes, mas, ele estava impedido e o gol foi anulado.

Galo 2 x 1 Avaí

Atlético venceo o Avaí

Também no sábado, no estádio Independência, em Belo Horizonte, o Atlético Mineiro interrompeu uma série de resultados ruins, como no Campeonato Mineiro, onde perdeu a final para o Cruzeiro, e também na Libertadores, onde foi desclassificado na primeira fase. Com gols de Fábio Santos (de pênalti) e do atacante Ricardo Oliveira, o Galo venceu o Avaí por 2 a 1. O gol catarinense foi marcado por Brizuela.

Flamengo 3 X 1 Cruzeiro

Flamengo vence o Cruzeiro

Ainda no sábado, aconteceu o duelo entre os campeões carioca, Flamengo, e mineiro, Cruzeiro, no Maracanã. E os cariocas levaram a melhor vencendo os mineiros por 3 a 1. Foi um grande jogo, digno desses dois grandes times que, certamente, estarão brigando pelo título. E o placar final não reflete o equilíbrio da partida, onde o Cruzeiro saiu na frente com um gol de Pedro Rocha. No entanto, com dois gols de Bruno Henrique, destaque do jogo, e do Gabigol, o Flamengo virou o jogo para conquistar uma grande vitória na estreia do Brasileirão.

Grêmio 1 X 2 Santos

Santos vence o Grêmio

De todos os times que venceram na primeira rodada, a mais importante, já que foi fora de casa, foi a vitória do Santos que venceu o Grêmio por 2 a 1, em plena Arena do Grêmio. Foi outra partida que, talvez, o empate por 2 a 2 ou até mais, refletisse melhor o grande jogo realizado por gremistas e santistas. Os gols do time da Vila foram marcados por Sasha e Felipe Jonatan. Aos 44 minutos do primeiro tempo, André marcou de cabeça, mas, o árbitro do VAR anulou o gol assinalando impedimento no início da jogada. Já aos 47 minutos do segundo tempo, Everton fez o gol do Grêmio.

Gaúchos decepcionam

Chape vence o Inter

Os dois times gaúchos foram derrotados na primeira rodada do Brasileirão. Além do Grêmio, que perdeu em casa para o Santos, o Internacional também foi derrotado na estreia.

Jogando em Chapecó, sábado à noite, o Colorado perdeu para a Chapecoense por 2 a 0. Os dois gols da Chape foram marcados pelo atacante Everaldo que, assim, já surge como artilheiro da competição da competição nacional, ao lado de Bruno Henrique, do Flamengo, com dois gols.

A primeira rodada será completada na tarde deste domingo com mais cinco jogos. Às 16h, em Salavador, o Bahia recebe o Corinthians, campeão paulista; em Fortaleza, o Ceará enfrenta o CSA; no Rio, o Fluminense jogará contra o Goiás; em Curitiba, o Athlético enfrentará o Vasco da Gama; e às 19h, no Alianz Parque, o atual campeão, Palmeiras, vai jogar contra o Fortaleza, campeão da Série e do Cearense, que faz excelente temporada sob o comando do ex-goleiro Rogério Ceni. (Renato Ferreira)

Confira a primeira rodada do Brasileirão:

São Paulo 2 x 0 Botafogo

Atlético 2 x 1 Avaí

Flamengo 3 x 1 Cruzeiro

Chapecoense 2 x 2 Internacional

Grêmio 0 x 2 Santos

Ceará x CSA
Palmeiras x Fortaleza
Fluminense x Goiás
Bahia x Corinthians
Athlético-PR x Vasco da Gama

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