Segunda, 27 Maio 2019 | Login
 
Em discurso para formandos, Pence alertou para que estivessem preparados para os ataques de intolerantes.
 
O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, discursou durante a formatura de alunos da Liberty University, em Lynchburg, Virgínia. Dirigindo-se aos formandos cristãos, Pence fez um alerta sobre a crescente hostilidade contra aqueles que seguem o cristianismo.
"As vozes mais altas para a tolerância têm pouca tolerância para as crenças cristãs tradicionais. Estejam preparados", disse o vice-presidente da maior Nação democrática do mundo.
Evangélico, Pence citou como exemplo de intolerância os ataques sofridos por sua esposa, Karen, quando ela decidiu dar aulas de arte novamente.
"Por muito tempo foi fácil se considerar cristão, nunca ocorreu às pessoas que você poderia ser ridicularizado por defender os ensinamentos da Bíblia. Mas agora as coisas são diferentes", afirmou Mike Pence. (Fonte: Pleno News)
Pense nisso:
"Quando os justos governam, alegra-se o povo; mas quando o ímpio domina, o povo geme". Provérbios 29:2
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O presidente Jair Bolsonaro recebeu nesta quinta-feira, 16/05, em Dallas, no Texas, o prêmio de Personalidade do Ano da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos. O evento foi realizado durante almoço oferecido pelo World Affairs Council (Conselho de Assuntos Mundiais, em tradução livre) de Dallas/Fort Worth, e contou com a participação de dezenas de empresários, além de ministros do governo brasileiro.  
No discurso improvisado de cerca de 13 minutos, o presidente brasileiro ressaltou a aproximação de seu governo com os Estados Unidos, criticou setores de esquerda e governos anteriores e reafirmou que sua eleição foi resultado de um "milagre".
"Realmente aconteceu o que eu chamo de milagre, no Brasil. Ou melhor, dois milagres. Um, eu agradeço a Deus pela minha sobrevivência. E o outro, pelas mãos de grande parte dos brasileiros, alguns morando aqui nos Estados Unidos, me deram a missão de estar à frente desse grande país, que tem tudo para ocupar um local de destaque no mundo, mas que, infelizmente, por políticas nefastas de gente que tinha ambição pessoal acima de tudo, não nos deixaram ascender", afirmou.
Bolsonaro disse que, no começo, até dentro de casa havia dúvidas sobre sua ambição que, segundo ele, nunca foi pessoal. "Com verdade, comecei andando sozinho por todo o Brasil. Às vezes, gente da própria casa achava que tinha algo errado comigo, tendo em vista o que eu almejava. Mas não almejava por mim, sabia dos problemas".
O presidente comparou a situação do Brasil com a de Israel e se colocou com um "ponto de inflexão" para que o país alcance um melhor patamar de desenvolvimento: "Eu sempre dizia nas minhas andanças: olhe o que Israel não tem e veja o que eles são. Agora olhe o que o Brasil tem e o que nós não somos. Onde está o erro? Onde está o ponto de inflexão? E eu me apresentei para ser esse ponto de inflexão", disse.
Relação com EUA
Bolsonaro recebe prêmio em Dallas 1
Dirigindo-se a uma plateia formada basicamente por empresários, Bolsonaro criticou a política de governos anteriores em relação aos Estados Unidos e prometeu maior aproximação: "No Brasil, a política, até há pouco, era de antagonismo a países como os Estados Unidos. Os senhores eram tratados como inimigos nossos. (...) O Brasil de hoje é amigo dos EUA, respeita os EUA, quer o povo americano e os empresários americanos ao nosso lado". O presidente disse estar convicto de que a união e a confiança entre os dois países podem levar à ampliação do comércio e à assinatura de acordos entre os dois governos.
Venezuela e Argentina
Jair Bolsonaro voltou a citar a crise na Venezuela, opinou sobre as eleições na Argentina e criticou líderes e partidos de esquerda latino-americanos. "Falou-se há pouco aqui da nossa querida Venezuela. Pobre povo venezuelano está fungindo da violência, da fome e da miséria. Mas não se esqueçam da nossa Argentina, [que] está indo para um caminho bastante complicado, com problemas estruturais em seu país. O meu amigo Macri enfrenta dificuldades e vê crescer a possibilidade de uma presidente última voltar ao poder – essa que era amiga do PT no Brasil, de Chávez, de Maduro, dentre outros, além de Fidel Castro", afirmou Bolsonaro.
Ele ainda acrescentou que pretende visitar em breve a Argentina, mas negou intromissão em questões internas do país vizinho. "Vamos colaborar no que for possível com aquele país, sem nos imiscuirmos nas questões internas, mas sabedores de que se tivermos uma outra Venezuela no Cone Sul da América do Sul, os problemas são enormes para nós e, com toda certeza, para os senhores".
Contingenciamento
Ao citar as manifestações de ontem no Brasil contra o bloqueio orçamentário em universidades públicas, Bolsonaro disse que o Brasil tem um "enorme potencial humano", mas que a imprensa, as escolas e as faculdades sofrem interferência da esquerda.
"Temos um potencial humano fantástico, mas a esquerda brasileira entrou, infiltrou e tomou não apenas a imprensa, mas em grande parte as universidades e escolas do ensino médio e fundamental", disse. Em outro ponto do discurso, o presidente voltou a citar a mídia, que, segundo ele, não é isenta no Brasil. "Se vocês fossem isentos, já seria um grande sinalizador de que o Brasil poderia sim romper obstáculos e ocupar um local de destaque no mundo".
Nova York
Bolsonaro recebe prêmio em Dallas 2
Anteriormente, a homenagem ao presidente seria entregue em evento em Nova York, mas o governo brasileiro cancelou a agenda na cidade após críticas do prefeito nova iorquino, Bill de Blasio. Ao mencionar o assunto em seu discurso em Dallas, Bolsonaro disse lametar o episódio e que respeita todo o povo norte-americano.
"Eu lamento muito o ocorrido nos últimos dias, de não poder comparecer em outra cidade. Não posso ir na casa de uma pessoa onde alguém de sua família não me quer bem. Mas o meu amor, meu respeito e minha consideração por todos os Estados Unidos, inclusive os nova-iorquinos, continuarão da mesma forma".  
O presidente embarcou na noite de terça-feira (14) para uma viagem de dois dias ao Texas. Ontem (15), Bolsonaro se reuniu com o ex-presidente norte-americano George W. Bush e com o senador texano Ted Cruz e visitou o museu The Sixth Floor que apresenta a narrativa do assassinato do presidente americano John F. Kennedy, em Dallas, no ano de 1963. Na manhã de hoje, teve encontros com empresários.
A comitiva presidencial estará de volta ao Brasil na manhã desta sexta-feira (17). (Agência Brasil - Fotos: Marcos Corrêa e Isac Nóbrega/PR)
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira, 19/03 que apoia a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Durante encontro com o presidente Jair Bolsonaro, na Casa Branca, Trump disse que os dois países nunca estiveram tão próximos. "Eu estou apoiando os esforços deles [brasileiros] para entrar [na OCDE]", afirmou o presidente norte-americano sem entrar em detalhes.
Segundo ele, os Estados Unidos têm interesse em estreitar laços comerciais com o Brasil. "Estamos trabalhando para isso. Um dos aspectos é o comércio. O Brasil fabrica ótimos produtos e nós produzimos ótimos produtos. No passado, nosso comércio nunca foi tão bom quanto deveria ser. Em alguns casos, deveria ser muito mais. Então achamos que nosso comércio com o Brasil aumentará substancialmente em ambos os sentidos e estamos ansiosos para isso", declarou.
Bolsonaro também disse que o Brasil mudou “depois de algumas décadas de presidentes antiamericanos” e que “tem muita coisa em comum” com Trump. “Ele quer uma América grande e eu também quero um Brasil grande. Estou engajado com o nosso Estados Unidos. Isso é motivo de orgulho e satisfação para os nossos povos.”
Os dois presidentes tiveram encontro a portas fechadas. Antes, porém, os dois trocaram camisas oficiais das seleções de seus países. Trump deu a camisa 19 dos Estados Unidos para Bolsonaro, que retribuiu com a número 10 do Brasil.
O presidente brasileiro levou o filho Eduardo Bolsonaro, deputado que preside atualmente a Comissão de Relações Exteriores, para o encontro com Trump. O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, porém, não foi chamado a comparecer à reunião no Salão Oval.
Antes do encontro na Casa Branca, o presidente brasileiro esteve com o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro.
De acordo com a agência Reuters, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que os Estados Unidos impõem uma condição para apoiar o ingresso do Brasil na OCDE: que o país deixe a lista de países em desenvolvimento que recebem tratamento especial da Organização Mundial do Comércio (OMC). O governo norte-americano quer acabar com essa lista.
Bolsonaro está em sua primeira viagem oficial aos Estados Unidos desde domingo e deve voltar ao Brasil nesta quarta-feira (20). O encontro com Trump era o principal compromisso do presidente brasileiro em Washington. Ele visitará ainda hoje o cemitério nacional de Arlington, onde estão enterrados cerca de 400 mil soldados mortos em guerra. (Congresso em Foco)
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"É o começo de uma parceria pela liberdade e prosperidade", disse Jair Bolsonaro.
 
O presidente Jair Bolsonaro disse, em sua conta no Twitter, que sua visita aos Estados Unidos representa o começo de uma parceria pela “liberdade e prosperidade”. Bolsonaro já posou neste domingo. 17/03, na Base Aérea de Andrews, em Washington.
“Pela primeira vez em muito tempo, um presidente brasileiro que não é anti-americano chega a Washington. É o começo de uma parceria pela liberdade e prosperidade, como os brasileiros sempre desejaram”, afirmou na rede social.
O avião presidencial decolou da Base Aérea de Brasília por volta das 8h de hoje (17). Antes do embarque, Bolsonaro transmitiu o cargo ao vice Hamilton Mourão. O presidente brasileiro ficará hospedado na Blair House, palácio que faz parte do complexo da Casa Branca.
“Nos hospedaremos na Blair House. É uma honraria concedida a pouquíssimos chefes de Estado, além de não custar um centavo aos cofres públicos. Agradecemos ao governo americano a todo respeito e carinho que nos está sendo dado”, acrescentou.
Ainda segundo o presidente brasileiro, Brasil e Estados Unidos “juntos assustam os defensores do atraso e da tirania ao redor do mundo”.
Bolsonaro e Trump
Bolsonaro e o presidente norte-americano Donald Trump devem assinar na próxima terça-feira (19) o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas entre o Brasil e os Estados Unidos. A medida vai permitir o uso comercial da base de lançamentos aeroespaciais de Alcântara, no Maranhão. Estima-se que, em todo o mundo, ocorra uma média de 42 lançamentos comerciais de satélites por ano.
A Base de Alcântara é reconhecida internacionalmente como ponto estratégico para o lançamento de foguetes, por estar localizada em latitude privilegiada na zona equatorial, o que permite uso máximo da rotação da Terra para impulsionar os lançamentos.
Segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), o uso da base brasileira pode significar uma redução de 30% na utilização de combustível, em comparação a outros locais de lançamentos em latitudes mais elevadas.
Integram a comitiva brasileira os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Paulo Guedes (Economia), Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Tereza Cristina (Agricultura) e Ricardo Salles (Meio Ambiente), além do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). (Agência Brasil)
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Sábado, 01 Dezembro 2018 22:14

MUNDO: George W. Bush, pai, morre aos 94 anos

Ex-líder americano governou o país de 1989 a 1993, durante o final da Guerra Fria, e venceu a primeira Guerra do Golfo
 
O ex-presidente dos Estados Unidos George H.W. Bush, que governou de 1989 a 1993, durante o final da Guerra Fria, e venceu a primeira Guerra do Golfo, morreu na noite de sexta-feira, 30/11, aos 94 anos.
Após o anúncio da morte de Bush Pai, homenagens começaram a se multiplicar para este herói de guerra condecorado e ex-diretor da CIA, que viu seu filho George seguir seus passos e chegar à Casa Branca.
A morte de Bush ocorreu poucos meses após o falecimento de sua esposa Barbara Bush, com quem foi casado por 73 anos. Eles tiveram cinco filhos e 17 netos.
“A Jeb, Neil, Marvin, e Doro me entristece anunciar que depois de 94 anos extraordinários, o nosso amado pai faleceu”, declarou o seu filho, o também ex-presidente George W. Bush, em um comunicado publicado no Twitter por um porta-voz da família.
“George H. W. Bush foi um homem de grande caráter e o melhor pai que um filho ou filha poderia pedir”, acrescentou.
A família informou que ele morreu em Houston, Texas. O corpo de Bush será sepultado na próxima quarta-feira, dia 5, em feriado nacional decretado pelo Presidente Donald Trump.
Antes, o corpo do 41º presidente dos Estados Unidos será levado para Washington para uma homenagem nacional, e será enterrado no Texas, na Biblioteca e Museu Presidencial George H.W Bush, onde neste sábado um grupo de estudantes se reuniu para prestar homenagem.
De Buenos Aires, onde participa da cúpula do G20, o atual presidente Donald Trump destacou a “liderança inquebrável” de George H.W. Bush, que permanecerá nos anais da História por ter decidido a participação dos Estados Unidos na libertação do Kuwait, após a invasão deste país pelas tropas do líder iraquiano Saddam Hussein.
“Com sua autenticidade essencial, inteligência afiada e compromisso inabalável com fé, família e país, o presidente Bush inspirou gerações de compatriotas americanos ao serviço público”, disse Trump em um comunicado.
“Os Estados Unidos perderam um patriota e um humilde servo”, assegurou, por sua vez, Barack Obama, observando que suas ações permitiram “reduzir o flagelo das armas nucleares e formar uma ampla coalizão internacional para expulsar um ditador do Kuwait”.
Obama também estimou que George W.H. Bush contribuiu “para acabar com a Guerra Fria sem um único tiro”.
“Nova ordem mundial”
Bush nasceu em 12 de junho de 1924 em Milton, Massachusetts, em uma rica dinastia política da Nova Inglaterra. Mas deixou de lado sua carreira política para se alistar na Marinha durante a Segunda Guerra Mundial.
Depois de passar brevemente pela indústria do petróleo, entrou para o mundo da política nas fileiras do Partido Republicano e em 1966 foi eleito para a Câmara dos Representantes, em Washington.
Sua carreira foi impulsionada ao ser nomeado diretor da Agência Central de Inteligência (CIA), e mais tarde foi vice-presidente por oito anos de Ronald Reagan.
Ao aceitar a indicação republicana à presidência em 1988, Bush defendeu uma “nação mais amável”.
Na política internacional, Bush se posicionou a favor de uma “nova ordem mundial” e conseguiu expulsar Saddam Hussein do Kuwait em uma guerra de algumas semanas em 1990, liderando uma coalizão de 32 países.
Em 1992, Bush, fracassou em sua tentativa de reeleição diante do democrata Bill Clinton, e sofreu a ignomínia de ser um presidente de um único mandato.
 
“Estou profundamente grato por cada minuto que passei com o presidente Bush e vou sempre lembrar a nossa amizade como um dos maiores presentes da minha vida”, afirmou Clinton em um comunicado.
Após se retirar da vida pública, Bush se concentrou na filantropia. Se uniu a Clinton para arrecadar fundos para as vítimas do tsunami asiático de 2004 e do terremoto do Haiti de 2010.
Em 2017, se juntou mais uma vez a Clinton, Jimmy Carter, Barack Obama e seu filho George para conseguir fundos após a passagem de um furacão pelo Texas.
Em 2011, Obama o condecorou com a Medalha Presidencial da Liberdade, considerado o mais alto reconhecimento civil nos Estados Unidos. (Exame)
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O primeiro país a receber o novo = presidente eleito do Brasil será o Chile
 
Confirmando que o seu governo terá novas diretrizes em termos de política externa, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) já definiu quais serão suas primeiras viagens internacionais. O capitão reformado deverá ter o Chile como seu primeiro destino, depois irá para os Estados Unidos e Israel.
Primeiro país a receber o futuro presidente, o Chile é considerado como uma referência de prosperidade e crescimento na América do Sul por Bolsonaro. Depois, o político deve visitar Donald Trump, com quem conversou por telefone neste domingo (28) após a confirmação de sua eleição. Em seguida, Bolsonaro deverá visitar Israel, onde esteve há dois anos, e com quem quer mater relações estreitas para a troca de informações sobre tecnologia.
As viagens, entretanto, só acontecerão após o futuro presidente se recuperar totalmente da facada que recebeu em setembro, durante evento de campanha na cidade de Juiz de Fora. Em dezembro, ele deverá passar por uma cirurgia para retirar a bolsa de colostomia que carrega desde o atentado.
Transição
Antes disso, o presidente eleito trabalhará com Michel Temer (MDB) na transição do governo. Bolsonaro e seus ministros de confiança, Paulo Guedes (Fazenda) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil), vão se reunir nesta terça-feira (30) para definir quem fará parte da equipe que irá participar das primeiras reuniões com os representantes de Temer, em Brasília, a partir da próxima semana. (Fonte: Jovem Pan)
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Se os acordos serão cumpridos só o tempo dirá, mas, com certeza, este 12 de outubro de 2018 ficará marcado na História mundial com o encontro pela paz entre Kim Jong-Un e Donald Trump
 
Nesta terça-feira, 12/06, o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, se encontraram em Singapura e assinaram declaração conjunta em busca da paz e do fim do uso de armas nucleares. Com quatro itens, termo foi assinado durante encontro histórico dos líderes dos EUA e Coreia do Norte. SegundoTrump, Kim aceitou o seu convite para visitar a Casa Branca.

Conforme o documento, a Coreia do Norte se comprometeu com o desmonte de todo o seu programa nuclear. Os dois países "decidiram deixar o passado para trás" e "o mundo verá uma grande mudança", declarou Kim. Na presença de autoridades dos dois paíes, Kim Jong-Um e Donald Trump assinaram assinaram uma declaração de quatro itens no encontro em Singapura.

Esse engajamento pela paz da Coreia do Norte com o fim da produção de armas nucleares era uma condição imposta pelos EUA para a realização da histórica reunião entre os dois líderes. Resta saber, agora, se o ditador Kin cumprirá os acordos assinados em Singapra. A Coreia do Sul não gostou muito dos acordos assinados sem a presença de autoridades sul coreanas. Na prática, os dois países da península coreana continuam em guerra.
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