Segunda, 09 Dezembro 2019 | Login
Outras favoritas, como Praia Clube, Sesc-RJ e Minas também venceram na primeira rodada da Superliga.
 
A primeira rodada da Superliga Feminina de Vôlei 2019/20 foi realizada nesta terça-feira, 12/11, com todos os times da competição em quadra. E as duas equipes da região Oeste da Grande São Paulo - São Paulo/Barueri e Osasco/Audax - estrearam com o pé direito na competição.
São Paulo 3 X 0 Fluminense
São Paulo Barueri
No primeiro jogo da noite, o São Paulo/Barueri, atual campeão Paulista, comprovou a boa fase do time e venceu o Fluminense pelo placar de 3 sets a 0, com parciais de 27/25, 25/ 20, 25/18, no Ginásio José Correa. Na semana passada, o Tricolor conquistou o seu primeiro título paulista ao vencer as duas partidas finais contra o Osasco/Audax.
Com excelentes atuações do trio de atacantes formado por Lorenne, Tainara e Maira, a jovem equipe de Barueri, sob o comando de José Roberto Guimarães, só encontrou mais dificuldades para virar o placar no primeiro set. Porém, após ganhar a parcial, as meninas de Barueri controlaram a partida até o final do terceiro set.
O próximo compromisso do time de Barueri será contra o maior rival do Flu, o Flamengo. O jogo acontece nesta sexta-feira, 15, às 20h (horário de Brasília), no Rio de Janeiro.
Osasco 3 X 0 São Caetano
Osasco Audax
Outro time da Grande São Paulo, o Osasco/Audax, também não encontrou dificuldades na estreia da Superliga. Jogando no Ginásio José Liberatti, as osasqueses venceram o São Caetano por 3 a 0, com parciais de 25/17; 25/19 e 25/17.
O destaque da partida foi a experiente ponteiraJaqueline, eleita pela comissão técnica a melhor do jogo. Jaqueline voltou a jogar pela Superliga após ficar de fora da competição na temporada passada.
Neste sábado, 16, às 19h, o Osasco encara o Pinheiros, com transmissão da TV Cultura.
Outros resultados
Valinhos 0 X 3 Praia Clube
A primeira rodada da Superliga registrou também vitórias para outrs três equipes favoritas ao título. O Praia Clube, de Uberlândia,atual vice-campeão, não teve muito trabalho para bater o Valinhos, no interior de São Paulo. O resultado final foi de 3 a 0 com parciais de 16/ 25; 21/25 e 15/25. O destaque do time mineiro foi a ponteira Pri Daroit, maior pontuadora do confronto com 17 pontos.
Curitiba 0 X 3 Sesc-RJ
Outro favorito da competição que venceu na primeira rodada sem perder sets foi o Sesc-RJ, sob o comando de Bernadinho. Sem poder contar com Tandara, com uma lesão no abdômen, o time carioca começou bem a Superliga e venceu o Vôlei Curitiba, fora de casa. A vitória foi de 3 a 0, com parciais de 25/27; 16/25 e 19/25.
Flamengo 0 X 3 Minas
Por sua vez, o atual campeão da Superliga Feminina, o Camponesa Minas foi até o Rio de Janeiro onde venceu o Flamengo na estreia da competição. Com o placar de 3 sets a 0, a equipe mineira contou com o retorno da oposta Sheilla, que atuou em boa parte do jogo. O placar final foi de 3 a 0 com parciais de 22/25; 21/25 e 30/32.
Pinheiros 3 X 2 Sesi/Bauru
E fechando a primeira rodada, o Pinheiros venceu o forte Sesi/Bauru, em casa. Os dois times protagonizaram uma grande partida e, no final, deu Pinheiros por 3 a 2, com parciais de 25/22; 26/24; 23/25; 17/25 e 15/10. (Fonte: G1)
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A jovem equipe do técnico José Roberto Guimarães supera o experiente Osasco/Audax em pleno José Liberatti.
Jogando nesta sexta-feira, 08/11, pela partia decisiva do Campeonato Paulista de Vôlei Feminino, o São Paulo/Barueri ganhou novamente do Osasco-Audax e conquistou pela primeira vez o título da competição. Após vencer o primeiro jogo por 3 a 0 em casa, desta vez a vitória do Tricolor foi de virada por 3 a 2 e com parciais de 22/25, 20/25, 26/24, 25/22 e 15/11.
As meninas de Osasco começaram a partida dispostas a vencer as adversárias no tempo normal, para depois vencer o Golden Set e assim conquistar mais um título paulista, E após ganhar os dois primeiros sets, a torcida osasquense que lotou o Liberatti, acreditava que isso poderia acontecer. Só esqueceram de combinar isso com o jovem, porém, valente time de Barueri.
São Paulo Barueri é campeão 2
Com uma média de idade de 21 anos contra 27 do time adversário, a equipe de José Roberto Guimarães não se intimidou e virou o jogo, vencendo os terceiro, quarto e quinto sets, calando a torcida do Osasco/Audax, que já havia vencido 14 vezes o estadual de vôlei. Agora, os dois times levarão mais uma vez essa rivalidade regional para a Superliga 2019/20.
São Paulo Barueri é campeão 4
No jogo final, o destaque foi novamente a jovem ponteira Lorenne, ex-Osasco. "Fico feliz pela escolha que fiz, por estar em um time tão jovem, mas fomos a todo vapor. Agradeço a essas meninas, é um sentimento muito bom de satisfação por essa virada", disse Lorenne ao SporTV, chorando bastante de emoção. Ela relembrou que ficou dois anos no Osasco, mas teve poucas chances para jogar naquele período.
O jogo
São Paulo Barueri é campeão 3
No primeiro set, o duelo começou equilibrado com as duas equipes se alternando na frente do marcador. Até que o Osasco/Audax, sob o comando de Luizomar de Moura, abriu dois pontos de vantagem no momento que Jaqueline cresceu na partida. A experiente ponteira fez pontos importantes e levou a equipe à vitória na parcial por 25 a 22, graças ao ponto decisivo da cubana Casanova.
No set seguinte, o Barueri não se encontrou, errou muitos ataques (ou ficou no bloqueio) e deixou as donas da casa tranquilas para aumentar a diferença. Com um ace de Jaqueline, o Osasco fez 13 a 6. Depois, aumentou para 17 a 7, abrindo dez pontos de diferença. O time do técnico José Roberto Guimarães até reagiu, diminuiu a vantagem, mas o Osasco fechou em 25 a 20.
Já no terceiro set, começou a reação do time de Barueri com Juma no saque e abriu uma vantagem inicial de 13 a 6. Aos poucos, no entanto, o Osasco foi equilibrando, empatou em 16 a 16 e no ponto da sérvia Bjelica virou para 20 a 19. Mas o tricolor manteve a calma e conseguiu fechar a parcial em 26 a 24, diminuindo a vantagem das adversárias.
Embalado com a vitória no terceiro, o Barueri começou o quarto set muito bem e não deu chances ao adversário. No saque da Maira fez 10 a 6, abrindo uma pequena distância para o adversário. A diferença foi mantida durante alguns saques para ambos os lados até Bjelica diminuir para 21 a 19. Porém, o Barueri se manteve tranquilo e fechou em 25 a 22, levando o duelo para o tie break.
No quinto e decisivo set, as osasquenses começaram bem, mas, o jogo foi equilibrado. O São Paulo/ Barueri iniciou um pouco melhor, mas o Osasco equilibrou e o confronto ficou parelho. Só que com bons bloqueios e erros das rivais, o Tricolor abriu 12 a 9 para delírio de sua torcida no ginásio. Com ótima atuação, coube a Lorenne fechar a partida em 15 a 11 e garantir o primeiro título estadual da equipe de José Roberto Guimarães. (Fonte: Terra).
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A oposta Lorenne, ex-Osasco, foi a melhor jogadora e ajudou Tricolor nessa importante vitória. A Partida de volta será na sexta, no ginásio José Liberatti, em Osasco.
 
Após o adiamento do primeiro jogo, em virtude da chuva e goteiras no Ginásio de Esportes José Correa, na terça-feira, nesta quarta-feira, 06/11, o São Paulo/Barueri fez um partidaço e venceu o Osaco/Audax por 3 a 0, com parciais de 25/22, 26/24 e 26/24. O destaque do jogo foi a oposta Lorenne, de 23 anos, ex-Osasco, que fez diferença, principalmente, no ataque.
A gora, o São Paulo/Barueri leva essa grande vantagem para a segunda partida, que será disputada nesta sexta-feira, 8, no ginásio José Liberatti, em Osasco. Em caso de vitória da equipe osasquense, a partida irá para um super set decisivo,o Golden Set. E quem vencer será o campeão do torneio de 2019.
O jogo
Barueri x osasco lorene
A oposta Lorenne, ex-Osasco, foi a melhora jogadora da primeira partida da final.
A equipe de Osasco começou muito bem a partida. Impondo um ritmo forte, a equipe visitante chegou a abrir 5 a 1 no primeiro set. Porém, o Tricolor reagiu e usou de um bloqueio afiado para igualar e passar à frente no placar. O ponto que fez o São Paulo retomar a liderança começou com uma cortada do Osasco que atingiu forte a ponta Maira na cabeça e voltou. No retorno, Jaqueline subiu no bloqueio para abrir 11 a 10.
A partir daí, o time de José Roberto Guimarães explorou muito o lado esquerdo do Osasco, ocupado pela cubana Casanova. Mesmo com a melhora do adversário na parte final do set, o Tricolor continuou explorando o lado esquerdo, com Maira e Tainara. Jaqueline ainda tentou fazer a diferença com boa movimentação ofensiva, mas não deu para reagir. Fernanda Tomé bateu na diagonal e mandou para fora, fechando o primeiro set em 25 a 22 para o time da casa. Um pouco antes, Ellen, do Osasco, saiu da partida contundia.
O segundo set começou com um belo rali, que durou 37 segundos. Apesar da boa trama dos dois times, Juma e Diana cometeram um erro e a bola ficou de graça para o Osasco, que aproveitou para marcar o ponto. A partida continuou com bons lances, com Diana batendo na bola como se fosse de "três dedos" para fazer 12 a 11.
A segunda metade do set foi de domínio do Osasco. Casanova cresceu de produção e também viu a qualidade de Jaqueline prevalecer. Com uma sequência de pontos, elas deixaram o placar em 18 a 14, obrigando o técnico José Roberto Guimarães a pedir tempo.
E deu certo: o São Paulo cresceu após a parada e empatou, inspirado pela boa atuação de Jackeline. Tainara virou após soltar uma bomba na mão de Camila Brait, que defendeu, mas o Osasco não ficou com a bola. O jogo seguiu duro, mas o Tricolor conseguiu aproveitar o primeiro set point que teve na mão. Depois de muito esforço, Lorenne virou a bola com força e Roberta não conseguiu defender: vitória por 26 a 24 para o time da casa, que abriu 2 sets a 0.
O terceiro set foi tão equilibrado quanto o segundo. E com o mesmo panorama do segundo: com a vantagem, o São Paulo fazia o Osasco correr atrás. Com o placar em 4 a 2, as atletas reclamaram de uma bola que teria sido dentro, mas o árbitro deu ponto para as visitantes. Pouco depois, Fernanda Tomé subiu para bloquear, mas acabou caindo em cima do pé de Lorenne e também saiu machucada.
Assim, a partida seguiu muito equilibrada, com o Osasco mantendo a dianteira, mas sendo seguido de perto pelo São Paulo. De um lado, Lorenne comandava o Tricolor. Do outro, a sérvia Ana Bjelica dominava as ações. Tanto dominou que fez o Osasco chegar ao set point.
Porém, na sequência, Lorenne respondeu com uma cortada violenta que atingiu o rosto de Roberta. Ela recolocou o Tricolor na frente com bola que bateu no bloqueio. E foi, justamente, Lorenne quem acabou fechando a partida. Com mais uma pancada, a ex-atleta do Osasco deu números finais ao jogo em 26 a 24. (Fonte: Globo Esporte)
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A Seleção Brasileira masculina de vôlei garantiu nesta segunda-feira, 14/10, com antecipação de uma rodada, o título da Copa do Mundo. O troféu foi assegurado com uma vitória num complicado duelo contra o anfitrião Japão, por 3 sets a 1, com parciais de 25/17, 24/26, 25/14 e 27/25, na cidade de Hiroshima.
O terceiro título brasileiro na Copa do Mundo - os anteriores foram em 2003 e 2007 - foi conquistado nesta segunda, faltando ainda um jogo para a seleção na competição, graças à grande campanha brasileira na disputa de pontos corridos. Foram 10 vitórias em 10 jogos. A equipe nacional perdeu apenas cinco sets no torneio até agora.
Nesta terça, 15, a Seleção Brasileira, atual campeã olímpica vai encerrar sua campanha na Copa do Mundo de Vôlei masculino contra a Itália. na tentativa de coroar a conquista com uma campanha invicta. A Copa do Mundo é considerada a terceira maior competição da modalidade, atrás apenas dos Jogos Olímpicos e do Mundial. Os brasileiros, agora, são tricampeões também nestes dois grandes eventos.
A conquista desta segunda marca o maior título do técnico Renan Dal Zotto à frente da equipe desde que assumiu o comando, em janeiro de 2017, quando substituiu o multicampeão Bernardinho. Antes, sob a orientação de Renan, o Brasil faturou o Sul-Americano e a Copa dos Campeões, ambos em 2017. E foi vice-campeão da Liga Mundial (atual Liga das Nações) no mesmo ano e do Campeonato Mundial, em 2018.
Em sua trajetória rumo ao título, a seleção obteve sua maior vitória no domingo, quando bateu a poderosa Polônia. A equipe europeia se sagrou bicampeã mundial em duas finais em que venceu o Brasil. Com o triunfo desta segunda, a seleção alcançou os 29 pontos na tabela, sem poder ser alcançado justamente pela Polônia, que tem 25 e um jogo a menos.
O JOGO
Na partida desta segunda-feira, Renan escalou a seleção com apenas uma mudança em relação ao jogo anterior, contra a Polônia. Colocou Lucão em quadra, no lugar de Maurício Souza. O restante da equipe foi mantida, com Alan, Leal, Lucarelli, Flávio, Bruninho e o líbero Thalles. No decorrer do jogo, o treinador colocou Maurício Borges, Cachopa e Felipe Roque.
Com esta formação, o Brasil fez um bom início de jogo. Abriu 6/4 e não demorou para ampliar a vantagem para 20/15, antes de fechar a parcial com oito pontos de frente. Leal foi um dos destaques do set inicial, no ataque e também nos bloqueios, ao lado de Lucão.
O segundo set começou com o Japão na frente. O Brasil virou o marcador em 11/8, mas passou a oscilar em praticamente todos os fundamentos e viu os anfitriões crescerem em quadra. Os japoneses viraram para 12/11 e acabaram fechando a parcial, empatando a partida. Depois do susto, a seleção passeou no terceiro set. Começou fazendo 4/0, depois 10/2. A retomada da liderança do jogo veio com vantagem de 11 pontos na parcial.
Na sequência, mais tranquilo após a forte performance no terceiro set, o Brasil manteve o alto nível, mas encarou um Japão mais eficiente. Como consequência, as duas equipes transformaram o quarto set no mais equilibrado do jogo. Sem conseguirem abrir dois pontos de vantagem, os dois times fizeram 7/7, depois 10/10. O empate persistiu até 22/22. Na sequência, o Brasil desperdiçou dois match points antes de confirmar a vitória diante da empolgada torcida japonesa. (Estado de Minas)

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O grande evento de futebol amador da cidade, que leva o nome do Presidente da Câmara Municipal, reuniu 24 times osasquenses.
 
A final da segunda edição da Copa Ribamar, que aconteceu no último domingo, 22/09, foi mais uma grande festa esportiva na cidade. O evento reuniu os times “Das Antigas” e “Cingabol” no campo do Santa Cruz. Centenas de torcedores e curiosos ocuparam os espaços disponíveis para assistir ao jogo.
Copa Ribamar capa participantes
Nas lajes das casas próximas ao campo, no Jardim D’abril, crianças, adolescentes, adultos e idosos fizeram de tudo para assistirem, emocionados, à grande final. “Além de incentivar o esporte e o lazer, a Copa Ribamar foi uma grande festa da família osasquense”, comentou Claudinei Cândido, que colaborou com a organização do evento.
Copa Ribamar Ribamar
O idealizador do Campeonato, Presidente da Câmara de Osasco, Ribamar Silva, acompanhou emocionado o jogo da decisão. “Foi muito além do que esperávamos. Mais de 260 atletas amadores participaram da Copa, que começou em abril e termina hoje com excelência. Tenho certeza de que não só os jogadores, mas todos os envolvidos levarão no coração para sempre esse grande momento”, comentou Ribamar.
Com decisão nos pênaltis, o time “Das Antigas” venceu o jogo por 5X3. Como prêmio, foi entregue aos vencedores o valor de 8 mil reais. Já o Cingabol foi premiado com o valor de 4 mil reais, como vice-campeão. O time Área Verde ficou com o 3º lugar.
Copa Ribamar Ribamar e Lins
O prefeito Rogério Lins, prestigiou o jogo amistoso que antecedeu o jogo final. “Parabenizo o Ribamar pela idealização do evento e por incentivar o esporte e o lazer em Osasco. Um trabalho brilhante, que só foi possível graças à dedicação dele e de sua equipe”, comentou Lins.
Copa Ribamar Bandeira do Brasil
De acordo com Ribamar, a ideia é de que em 2020 a 3ª edição do campeonato reúna ainda mais times. “Pelo sucesso desta edição, não tenho dúvidas de que vamos trabalhar ainda mais para que essa Copa seja ainda maior. Estou extremamente feliz e satisfeito em ver a alegria estampada nos rostos de todos aqui hoje”, finalizou Ribamar.
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Dentre várias contratações, como a central Mara e a levantadora Roberta, a surpresa foi o anúncio da volta de Jaqueline depois de 6 anos.
 
Esta terça-feira, 13/08, foi um dia de festa para o esporte de Osasco. A cidade que respira vôlei conheceu a nova equipe do Vôlei Osasco Audax para a temporada 2019/2020. Em evento realizado de manhã, no Teatro Municipal Glória Giglio, o técnico Luizomar apresentou as atletas que vestirão a camisa do mais tradicional clube do vôlei feminino do Brasil e que lutará pelos títulos do Campeonato Paulista e Superliga. A apresentação teve um elemento surpresa para a fanática osasquense:Jaqueline está de volta.
 
“É uma emoção muito grande. Estou voltando onde tudo começou. Estou me sentindo como uma juvenil, até frio na barriga eu estou sentindo. Agora é fazer uma boa pré-temporada, me recondicionar e entrar na minha melhor forma para me colocar à disposição para Osasco na luta por títulos”, afirmou Jaque, muito solicitada pelo grande número de torcedores osasquenses ao lançamento.
Quem também se sentiu voltando para o lar foi a central Bia, que retornou após uma temporada no Rio. “Vocês não sabem como é bom voltar para Osasco”, enfatizou a atleta. Bia vai formar o paredão do Vôlei Osasco-Audax com Mara. “Pode me chamar agora de Mara de Osasco. Vamos trabalhar muito e, com certeza, lutar por conquistas nessa temporada”, garantiu a central, que ontem mesmo se apresentou à seleção brasileira ao lado de Bia e da levantadora Roberta. “Já joguei muito contra Osasco e vai ser uma emoção forte quando retornarmos da seleção para jogar com a torcida a favor”, revelou.
Brait volta à Seleção
- O trio que ajudou o Brasil a conquistar a vaga para os Jogos Olímpico de Tóquio ‘vai levar um reforço de Osasco’ para a seleção. Camila Brait está de volta e disposta a trabalhar para realizar o sonho de disputar uma Olimpíada. “É um sonho que alimento desde pequena e só posso agradecer a Osasco e ao técnico Luizomar por terem me dado todo o apoio e incentivo para voltar a jogar em alto nível após o nascimento da Alice. Sou muito grata e estou duplamente feliz. Pela apresentação no nosso time para a nova temporada e por voltar a vestir a camisa do Brasil”.
Vôlei Osasco Luizomar
O prefeito de Osasco, Rogério Lins, que abriu o evento, observa a fala do técnico Luizomar que apresentou a nova equipe para a temporada 2019/2020
O técnico Luizomar também não escondeu a satisfação em apresentar o time de Osasco para mais uma temporada. “É sempre uma satisfação apresentar nossas atletas. Temos um time renovado, mantendo o DNA de Osasco de lapidar novos talentos e é com alegria que estou aqui, com apoio incondicional da prefeitura, na figura do Rogério Lins, e de marcas tão importantes que nos apoiam com o patrocínio”, afirmou o treinador, que completou. “Além das atletas com grande potencial, também tenho a alegria de receber grandes nomes como a Mara e a Roberta, que foram adversárias e revelaram o desejo de vestir a nossa camisa, além de receber de volta a Bia e seguir contando com a Camila Brait.”
O treinador também fez questão de dar as boas vindas as novas estrangeiras Casanova e Bjelica. “São atletas de grande qualidade que nos ajudarão muito. A Casanova já está com a gente e a Bjelica segue servindo a seleção servia, que conquistou a vaga olímpica recentemente”, disse Luizomar. A cubana Casanova também comentou sua chegada. “Defender um time como Osasco é uma grande oportunidade e estou preparada e motivada a ajudar na luta por títulos”, afirmou, lembrando da importância do apoio de grandes marcas para o time. Os patrocinadores são Audax, Bradesco, iFood, São Cristóvão/Saúde, Grupo Rezek (Reserva Raposo), Grupo Marquise (EcoOsasco), Hummel, com apoio da Prefeitura de Osasco.
Apoio do Prefeito
O prefeito Rogério Lins engrossou o coro na expectativa por uma grande temporada. “O vôlei é um patrimônio do povo de Osasco, que é apaixonado pelo esporte. É tanta paixão que até minha filha, que antes queria ser bailarina, agora treina para se tornar líbero. Essa é só uma amostra do amor da cidade por esse time, que tem uma torcida maravilhosa. Quem assiste a um jogo nosso no José Liberatti jamais esquece. E estamos formando um grande time para uma grande temporada e agradeço muito aos patrocinadores pelo apoio e por nos ajudar a tornar tudo isso em realidade”, completou.
Osasco Vôlei público
 
O novo time
O Vôlei Osasco-Audax para a temporada 2019/20 está reformulado, mas segue apostando na mescla de atletas de alto nível com jovens valores do esporte. Entre os nomes consagrados que vestirão a camisa osasquense estão as do trio que auxiliou o Brasil a conquistar a vaga para a Olimpíada de Tóquio: Bia, Mara e Roberta. Outro destaque é líbero Camila Brait, que segue na equipe e após uma grande desempenho na temporada passada, está de volta à seleção brasileira.
A cubana Heidy Casanova e a sérvia Ana Bjelica são as estrangeiras contratadas para a nova temporada. A atacante da Sérvia já é conhecida da torcida e volta para defender Osasco após jogar pelo clube na temporada 2016/17. A equipe contará ainda com nomes conhecidos do cenários nacional como Ellen Braga, Vanessa Janke, Pri Heldes e Fernanda Tomé além de investir em jovens atletas como Adriani Vilvert, Fernanda Tomé, Amanda, Karyna Malachias e Kika, que, assim como Camila Brait, renovou com o time. À frente do projeto segue o técnico Luizomar de Moura. O treinador tem uma carreira vitoriosa na modalidade, com um título mundial (2012), três conquistas de Superliga, sendo duas pelo time de Osasco (2009/10 e 2011/12) e uma pelo Flamengo (2000/01), em seu primeiro ano como técnico. Ele também é tricampeão da Copa Brasil, tetracampeão sul-americano de clubes e tem nove títulos do Campeonato Paulista, todos comandando o time osasquense. Segundo o calendário divulgado pela Federação Paulista de Vôlei (FPV) e Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), a temporada 2019/20 tem início a partir de setembro, com o Campeonato Paulista. A Superliga tem a primeira rodada programada para o início de novembro.
 
VÍDEOS
Torcida osasquense aplaude a nova equipe:
Confira neste vídeo: https://bit.ly/2H7pxnj
 
Camila Brait fala sobre suas expectativas para a próxima temporada e de sua volta à Seleção Brasileira:
Confira neste vídeo: https://bit.ly/302BbHq
 
VOLEI OSASCO-AUDAX - TEMPORADA 2019/20
JAQUELINE Nome completo: Jaqueline Maria Pereira de Carvalho Endres Posição: Ponteira Altura: 1,86m Nascimento: 31 de dezmebro de 1983 Local: Recife (PE)
CAMILA BRAIT Nome completo: Camila de Paula Brait Posição: líbero Altura: 1,68m Nascimento: 28 de outubro de 1988 Local: Frutal (MG)
BIA Nome completo: Ana Beatriz Silva Correa Posição: Central Altura: 1,88m Nascimento: 7 de fevereiro de 1992 Local: Sorocaba (SP) ROBERTA Nome completo: Roberta Silva Ratzke Posição: levantadora Altura: 1,85m Nascimento: 28 de abril de 1990 Local: Curitiba (PR)
MARA Nome completo: Mara Ferreira Leão Posição: Central Altura: 1,92m Nascimento: 26 de julho de 1991 Local: Sabinópolis (MG)
ANA BJELICA Nome completo: Ana Bjelica Posição: Ponteira/Oposta Altura: 1,90m Nascimento: 3 de abril de 1992 Local: Belgrado (Sérvia)
HEIDY CASANOVA Nome completo: Heidy Casanova Álvarez Posição: Oposta Altura: 1,84 metro Nascimento: 6 de novembro de 1998 Local: Havana (Cuba)
FERNANDA TOMÉ Nome completo: Fernanda Tomé Davis Posição: Ponteira/Oposta Altura: 1,94m Nascimento: 10 de dezembro de 1989 Local: Penápolis (SP)
ELLEN BRAGA Nome completo: Ellen Vilas Boas Braga Trugillo Posição: Ponteira Altura: 1,80m Nascimento: 12 de junho 1991 Local: Recife (PE)
KIKA Nome completo: Érica Motta Lima Posição: Líbero Altura: 1,65m Nascimento: 21 de maio de 1996 Local: Osasco (SP)
PRI HELDES Nome completo: Priscila Oliveira Heldes Posição: Levantadora Altura: 1,78m Nascimento: 27 de março de 1992 Local: Belo Horizonte (MG)
VANESSA JANKE Nome completo: Vanessa Janke Posição: Ponta Altura: 1,84m Nascimento: 8 de março de 1991 Local: Pomerode (SC)
ADRIANI VILVERT Nome completo: Adriani Vilvert Joaquim Posição: Central Altura: 1,86m Nascimento: 26 de abril de 1993 Local: São José (SC)
KARYNA MALACHIAS Nome completo: Karyna Malachias Posição: Central Altura: 1,94m Nascimento: 26 de fevereiro de 1999 Local: São Paulo (SP)
AMANDA SEHN Nome completo: Amanda Rodrigues Sehn Posição: Levantadora Altura: 1,82m Nascimento: 16 de julho de 1998 Local: Lajeado (RS)
 
COMISSÃO TÉCNICA Técnico – Luizomar de Moura Assistente técnico – Jefferson Arosti Auxiliar técnico – Spencer Lee Christian Fjos Preparador físico – Marcelo Vitorino de Souza Fisioterapeuta – Thiago Menezes Lessa Moreira Estatístico – Leonard Lopes Barbosa
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No geral, país terminou com 55 medalhas de ouro, 45 de prata e 71 de bronze, totalizando 171 medalhas.
 
 
Neste domingo, 11/08, último dia de competição dos Jogos Pan-Americanos 2019, o Brasil encerrou a sua participação histórica, na Capital peruana. Depois de 46 anos, o país ficou na segunda colocação, atrás apenas dos Estados Unidos, com 55 ouros, 45 pratas e 71 bronzes, totalizando 171 medalhas. O Brasil fez a sua melhor participação na história dos Jogos Pan-Americanos. A última vez que o país conseguiu a segunda colocação foi em 1963, quando sediou o Pan em São Paulo.
Até domingo, a classificação já registrava uma excelente campanha brasileira, que poderia ter sido ainda melhor. Isso porque, nas últimas provas dos Jogos, o Brasil ainda disputou três finais. No caratê, Hernani Veríssimo, pela categoria até 75kg, foi derrotado pelo norte-americano Thomas Scott e ficou apenas com a prata. Já pela categoria até 60kg, Douglas Brose, ouro em Toronto 2015, foi derrotado por Camilo Velozo, do Chile, e também ficou com o segundo lugar.
Essa foi também a trajetória que viveu Marcus D'Almeida, no tiro com arco. O brasileiro chegou até a final, mas perdeu para o canadense Crispin Duenas e também ficou com a prata.
Porém, mesmo com as derrotas nas provas finais, a campanha do Brasil foi histórica. Com os 55 ouros, os atletas brasileiros superaram a participação no Pan Rio 2007, no lugar mais alto do pódio. Além disso, a segunda colocação no quadro geral também é marcante. Desde 1963, no Pan de São Paulo, o Brasil não repetia tal feito.
Segundo o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), a entidade não fez projeção de medalhas para os Jogos Pan-Americanos de Lima, preferindo apostar nas vagas a conquistar para as Olimpíadas 2020, como aconteceu no handebol feminino, hipismo, tiro com arco, tênis e tênis de mesa, por exemplo.
Estados Unidos na liderança
Como a maior potência esportiva das Américas e uma das maiores do mundo, os Estados Unidos confirmaram o favoritismo e terminaram o Pan na primeira colocação, com 120 ouros, 88 pratas e 85 bronzes, totalizando 293 medalhas. Em terceiro lugar, o México conseguiu 37 ouros, 36 pratas e 63 bronzes, com 136 no total.
Em quarto, o Canadá teve 35 ouros, 64 pratas e 53 bronzes, com 152 medalhas no total. E fehando o quadro entre os cinco melhores colocados do Pan de Lima, ficou Cuba com 33 ouros, 27 pratas e 38 bronzes, colecionando 98 medalhas.

Medalhas brasileiras na história dos Jogos Pan-Americanos (Wikipédia)

(Números compilados até o final da edição de 2019)

Jogos Ouro Prata Bronze Total Posição
1951 Buenos Aires 5 15 12 32
1955 Cidade do México 2 3 13 18
1959 Chicago 8 8 6 22
1963 São Paulo 14 20 18 52
1967 Winnipeg 11 10 5 26
1971 Cáli 9 7 14 30
1975 Cidade do México 8 13 23 44
1979 San Juan 9 13 17 39
1983 Caracas 14 20 23 57
1987 Indianápolis 14 14 33 61
1991 Havana 21 21 37 79
1995 Mar del Plata 18 27 37 82
1999 Winnipeg 25 32 44 101
2003 Santo Domingo 29 40 54 123
2007 Rio de Janeiro 52 40 65 157
2011 Guadalajara 48 35 58 141
2015 Toronto 42 39 60 141
2019 Lima 55 45 71 171
Total3844025901376

Quadro de medalhas do Pan de Lima

  • POS
     
                  PAÍS
                                                                             OURO
                      PRATA
                  BRONZE
                   TOTAL
  • 1
    Estados Unidos
    120
    88
    85
    293
  • 2
    Brasil
    55
    45
    71
    171
  • 3
    México
    37
    36
    63
    136
  • 4
    Canadá
    35
    64
    53
    152
  • 5
    Cuba
    33
    27
    38
    98
  • 6
    Argentina
    32
    35
    34
    101
  • 7
    Colômbia
    28
    23
    33
    84
  • 8
    Chile
    13
    19
    18
    50
  • 9
    Peru
    11
    7
    21
    39
  • 10
    Rep. Dominicana
    10
    13
    17
    40
  • 11
    Equador
    10
    7
    14
    31
  • 12
    Venezuela
    9
    15
    19
    43
  • 13
    Jamaica
    6
    6
    7
    19
  • 14
    Porto Rico
    5
    5
    14
    24
  • 15
    El Salvador
    3
    0
    1
    4
  • 16
    Guatemala
    2
    9
    8
    19
  • 17
    Trinidad e Tobago
    2
    8
    3
    13
  • 18
    Uruguai
    1
    4
    4
    9
  • 19
    Paraguai
    1
    3
    1
    5
  • 20
    Bolívia
    1
    2
    2
    5
  • 21
    Granada
    1
    1
    0
    2
  • 22
    Costa Rica
    1
    0
    4
    5
  • 23
    Santa Lúcia
    1
    0
    1
    2
  • 24
    Barbados
    1
    0
    0
    1
  • 25
    Ilhas Virgens Britânicas
    1
    0
    0
    1
  • 26
    Antígua e Barbuda
    0
    1
    2
    3
  • 27
    Honduras
    0
    1
    1
    2
  • 28
    Panamá
    0
    0
    4
    4
  • 29
    Nicarágua
    0
    0
    3
    3
  • 30
    Aruba
    0
    0
    1
    1
  • 31
    Bahamas
    0
    0
    1
    1
  • -
    Belize
    0
    0
    0
    0
  • -
    Bermudas
    0
    0
    0
    0
  • -
    Dominica
    0
    0
    0
    0
  • -
    Guiana
    0
    0
    0
    0
  • -
    Haiti
    0
    0
    0
    0
  • -
    Ilhas Cayman
    0
    0
    0
    0
  • -
    Ilhas Virgens Americanas
    0
    0
    0
    0
  • -
    São Cristóvão e Névis
    0
    0
    0
    0
  • -
    São Vicente e Granadinas
    0
    0
    0
    0
  • -
    Suriname
    0
    0
    0
    0
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Delegações de ginástica artística, handebol e squash já chegaram ao local, que abriu as portas neste domingo, 21, e receberá mais de 6000 atletas.
 
A Vila Pan-Americana, em Lima, abriu suas portas neste domingo, 21/07, e receberá, ao longo dos próximos dias, cerca de 6.700 atletas que disputarão os Jogos Pan-Americanos de Lima. As delegações brasileiras de ginástica artística, handebol e squash já chegaram ao local.
Medalhista de bronze na Olimpíada Rio 2016 e prata no Pan de Toronto, em 2015, o ginasta Arthur Nory afirmou, em entrevista ao R7, que “a Vila é ótima, bem organizada... A estrutura está bem montada, e assim ficamos bem tranquilos pra competir”.
Colega de Nory na ginástica artística, Flavia Saraiva também aprovou a Vila. “A impressão é muito boa. Gostei muito do quarto, e estou ansiosa para a área internacional que está sendo montada. Quero participar de tudo”, disse a atleta do Flamengo.
Ainda no domingo chegaram à capital peruana as equipes de rugby, patinação artística, levantamento de peso, boliche, pentatlo moderno, basquete 3x3 e vôlei de praia.
“A nossa impressão é a melhor possível. Nos impressionamos com a qualidade das instalações e a recepção dos peruanos e do Comitê de Lima conosco”, avaliou o recém-chegado Sebastian Pereira, ex-atleta da seleção brasileira de judô e sub-chefe da delegação brasileira no Pan.
Estrutura
Ao todo, são 1.096 apartamentos para as delegações de 41 países, distribuídas nos sete prédios – três com 19 andares e quatro com 20. Dos Jogos Pan-Americanos e Parapan-Americanos, são esperados aproximadamente 10 mil atletas na Vila.
O Pan-Americano terá início no dia 26 de julho e se encerra em 11 de agosto. O Parapan, por sua vez, vai de 23 de agosto e a 1º de setembro.
A Record TV é a emissora oficial dos Jogos Pan-Americanos Lima 2019. Você pode acompanhar os eventos ao vivo no R7.com e conferir todas as transmissões e as íntegras no Playplus.com. (R7 - Foto: Divulgação do PAN)
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Técnico diz ser são-paulino e quer aproveitar a força do clube no futebol para alavancar torcida para o vôlei.
 
Tricampeão olímpico com a Seleção Brasileira, o técnico Zé Roberto Guimarães exaltou a parceria entre São Paulo e Barueri no vôlei feminino. A equipe foi apresentada nesta sexta-feira, 19/07, no Morumbi.
O técnico Zé Roberto Guimarães, que idealizou e fundou a a equipe do Vôlei Barueri, há 3 anos, é são-paulino e disse estar vivendo um sonho. Ele disse que quer aproveitar a força do clube no futebol para alavancar a torcida para a equipe de vôlei.
"Estar aqui é um motivo de orgulho, porque eu torço para o São Paulo, torço, sofro e leio sobre o time. Conheci vários jogadores do São Paulo, porque o time treinou em Barueri. Nunca estive em uma apresentação de um time da Superliga como estamos tendo hoje. Precisamos aproveitar a força do São Paulo para trazer o torcedor, e sei que ele reconhece, sabe que a gente vai lutar", exaltou o treinador.
"Seria muito importante que todos os times de massa do futebol tivesse times em outros esportes, seria um pecado não aproveitar o gancho do futebol, que é uma religião. É como um sonho. Na Turquia, eu pude dirigir o Fenerbahce. Quando ganhamos a Champions Legue da Europa, ficamos duas horas sem conseguir sair do aeroporto por causa de tantos torcedores que queriam celebrar com o time. É outro ambiente, é diferente. Tem muita gente que torce para o Barueri, e acho que essa torcida vai duplicar a partir de agora", acrescentou.
Time
O elenco será formado por Diana (central), Juma (levantadora), Maira (ponta), Thayane (levantadora), Nyeme (líbero), Lays (central), Jheovana (ponteira-oposta), Tai Santos (ponteira), Lorenne (oposta), Larissa (central), Jacke (levantadora), Carol (ponteira), Moara (ponteira) e Mayany (central).
No vôlei feminino, o São Paulo será o terceiro clube de futebol a disputar a Superliga em 2019/2020. O Flamengo conseguiu o acesso pela Superliga B, enquanto o Fluminense já disputava a competição.
O presidente do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, destacou o investimento em esportes olímpicos. O clube estreou no basquete, ficou em segundo lugar na Liga Ouro e disputará o próximo NBB. Além disso, a equipe feminina de futebol luta por um acesso à elite do Campeonato Brasileiro.
"A decisão do São Paulo veio de um contato que tive com o Zé Roberto há quase um ano quando ele veio assistir a um jogo. Ficamos de conversar e chegou o momento. Ele desenvolveu ideias que batiam com filosofia para a parceria com São Paulo, e para nosso torcedor, tem um efeito extraordinário. Já temos um time de futebol feminino, um de basquete masculino, que vai disputar o NBB. Queremos mobilizar os torcedores, como aconteceu com o basquete no jogo final da Liga Ouro, com 3.000 pessoas torcendo", afirmou Leco.
Com certeza, o vôlei de Barueri, que já é uma realidade no cenário nacional, com grande destaque no Campeonato Paulista, Copa Brasil e Superliga, vai se fortalecer muito, agora, com essa parceria com o grande São Paulo Futebol Clube.
Notícias & Opinião parabeniza o treinador Zé Roberto Guimarães pela iniciativa e pela sua dedicação ao esporte, à cidade de Barueri e ao Tricolor do Morumbi. Sucesso! (Com informações da Gazeta Esportiva)
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A Abertura dos Jogos Regionais 2019, em Osasco, acontece terça-feira, 16/07, às 19 horas, com o desfile das agremiações no Ginásio de Esportes José Liberatti, em Presidente Altino.
Durante 12 dias o município receberá aproximadamente 6 mil pessoas, com 27 cidades participantes em 19 locais de competição. As competições em 23 modalidades ocorrem entre os dias 16 a 27 de julho.
Pela quinta vez, desde o início dos Jogos, na década de 1950, Osasco é escolhida como cidade-sede.
As competições são classificatórias para os Jogos Abertos do Interior, que acontecerão em outubro, em Marília.
Os Jogos Regionais tiveram início na década de 1950, em Presidente Prudente. Desde então, Osasco foi sede em 1983 (27ª edição), 1995 (39ª edição), 1996 (40ª edição) e 2014 (58ª edição).
O torneio é realizado sempre no mês de julho para que coincida com as férias escolares e para que as unidades de ensino sejam utilizadas como alojamento ou instalações esportivas.
“Será um grande desafio para todos nós realizarmos pela quinta vez os Jogos Regionais em Osasco. Entramos em contagem regressiva e desde já contamos com a presença de todos”, disse o secretário de Esporte, Carmônio Bastos. (Texto: Giane Vieira - Foto: Arquivo Serel)
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