Sexta, 20 Abril 2018 | Login

O Novo não aceita dinheiro do Fundo Partidário e nem financiamento público. Sobrevive somente com contribuições de voluntários que acreditam nas teses do partido

 

Nesta quinta-feira, 19, foi iniciado o Ciclo de Entrevistas – Eleições 2018, em Osasco, promovido pelo jornal Diário da Região em conjunto com a AmeCom (Associação Metropolitana de Comunicação) e com a ADJORI-SP (Associação dos Jornais do Interior do Estado de São Paulo). E o primeiro entreivistado, hoje, foi Rogério Chequer, pré-candidato do Novo ao governo de São Paulo. A entrevista coletiva foi realizada na sede do Diário da Região, com duração de 1 hora, mesmo tempo que será dado a todos os demais entrevistados. Serão entrevistados também pré-candidatos à Presidência da República. No local, Chequer foi recebido pelo empresário e propriotário do Diário, Vrejhi Sanazar, e pelo presidente da AmeCom, jornalista Euds Consoli Polito.

Rogerio Chequer 2

Rogério Chequer é o fundador do Movimento Vem pra Rua, que promoveu diversas manifestações populares nos últimos e do qual ele se desligou antes de lançar sua pré-candidatura ao governo de São Paulo. "Precisamos sair da nossa zona de conforto para fazermos algo de novo para o Brasil. E estamos no Novo porque vimos que havia convergências de nosas ideias com as propostas dessa legenda que prega uma nova forma de se fazer política", disse Chequer em sua apresentação.

 

Uma dessas novas formas de se fazer política, segundo explicou Rogério Chequer, é uma ligação direta do Novo com eleitorado que acredita em suas proposta, como não aceitar dinheiro do Fundo Partidário. "Nós vamos sobreviver somente com as colaborações de quem acredita em nossas propostas de uma política voltada exclusivamente para o bem da sociedade. Então, não vamos procurar viver com o dinheiro público sem oferecer nada, como todos os demais partidos fazem até hoje. Assim, se o eleitor não estiver mais confiando em nós, ele para de contribuir e, sem verba, o partido morre, some. É disso que o Brasil precisa", enfatizou.

Rogerio Chequer 3

Segundo a assessoria do candidato, o partido tem, atualmente, cerca de 18 mil associados no Brasil que colaboram com R$ 30,00 por mês. O partido participou de sua primeira eleição em 2016, quando elegeu quatro vereadores: um em Belo Horizonte, um no Rio de Janeiro, um em São Paulo e um em Porto Alegre.

 

Neste ano, segundo Chequer, o Novo vai lançar candidatos a deputado Estadual e Federal em 20 Estados, a governadores e senadores nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, além do candidato à Presidência da República, que é o empresário João Amoedo.

 

Privatização

Uma das bandeiras do Novo são as privatizações e o enxugamento das máquinas administrativas. "Mas, quando falamos em privatizações, enfatizamos que isso tem que ser feito de acordo com os interesses da população. Precisa-se privatizar, mas, também controlar. Por exemplo, na saúde pública, que está péssima em São Paulo como no Brasil inteiro, podemos terceirizar serviços, como a realização de exames sempre com o objetivo de oferecer um serviço rápido e digno à sociedade. E temos que diminuir também esse estado gigante em todas as áreas que serve somente para fomentar a corrupção na administração pública", disse.

 

Reeleição

O Novo é contra também às reeleições infinitas para todos os cargos. "A política não pode se tornar numa profissão para carreiritas que não pensam no povo. A proposta do Novo é de apenas uma reeleição para todos os cargos de vereador a Presidente da República. Isso já será também um grande golpe na corrupção. E pensamos também que uma boa forma de todas as pessoas serem representadas na política é pelo voto distrital", afirmou Rogério Chequer.

 

A próxima entrevista coletiva do ciclo será com Guilerme Boulos, pré-candidato do PSOL à Presidência da República, marcada para às 13h30 do dia 10 de maio. (Renato Ferreira)

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Para 62% dos entrevistados, Lula não deve disputar as eleições deste ano. Em janeiro, esse número era de 43%
 
Conforme matéria da revista Veja, Lula cai nas pesquisas e a maioria não acredita que o petista vá disputar as eleiçõe deste ano. Os que responderam que Lula vai disputar ‘com certeza’ as eleições caiu de 32% para 18% de janeiro para abril. Os dados são da pesquisa Datafolha divulgada neste domingo, 15/04, pelo jornal Folha de S.Paulo.
O levantamento mostra que 54% dos entrevistados consideram que a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi justa. O petista começou a cumprir pena de 12 anos e um mês de prisão pelo caso do tríplex do Guarujá no sábado passado, na sede da Polícia Federal, em Curitiba (PR).
Outros 40% consideram que a prisão do petista foi injusta, enquanto 6% preferiram não opinar.
Na pesquisa foi perguntado também se Lula vai disputar as eleições deste ano. O porcentual dos que dizem que não vai disputar subiu de 43% para 62% entre janeiro e o último levantamento, realizado nesta semana.
A nova pesquisa do Datafolha foi feita entre quarta (11) e sexta-feira (13) com 4.194 pessoas de 227 municípios. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
Os que responderam que Lula vai disputar ‘com certeza’ passou de 32% para 18% no mesmo período. Os que responderam ‘talvez’ caiu de 20% para 16%.
Por enquanto, a direção do PT o discurso de que registrará a candidatura de Lula, apesar da prisão do petista. Caberá à Justiça Eleitoral deferir ou não o registro da candidatura do ex-presidente. (Veja)
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"Assaltaram o nosso Brasil e nós temos que arrancá-lo, definitivamente, das mãos sujas da corrupção dos que o assaltaram nos últimos anos. Juntos, vamos mudar este País”, disse Álvaro Dias.
 
Na última segunda-feira, 09/04, sob o slogan "Juntos, Podemos mudar o Brasil", o Podemos realizou seu Encontro Regional Oeste na cidade de Barueri, com a presença de diversas lideranças da sigla, como pré-candidados a deputado Federal e Estadual. Dentre outras autoridades, participaram do encontro a deputada Federal, presidente nacional do Podemos e candidata à reeleição, Renata Abreu, e o candidato à Presidência pelo partido, o senador Álvaro Dias.
 
Podemos em Barueri 4 público
 
O evento foi realizado na Câmara Municipal de Barueri e para Renata Abreu, o encontro regional foi um sucesso. "Com o plenário da Câmara dos Vereadores de Barueri lotado, falamos sobre o Podemos e as propostas para o Brasil. Começamos o nosso trabalho de formiguinha. Não faltaram pessoas no nosso caminho para dizer que daria errado. O impossível, para mim, não é um fato, mas uma opinião dos desencorajados", disse Renata em sua página no Facebook.
 
O presidenciável do Podemos, Álvaro Dias fez um convite durante o encontro: “Estamos aqui para convocá-los a caminharem conosco, vamos ressuscitar as esperanças sepultadas. Assaltaram o nosso Brasil e nós temos que arrancá-lo, definitivamente, das mãos sujas da corrupção dos que o assaltaram nos últimos anos. Juntos, vamos mudar este País”.
Gelso e Renata Abreu
 Gelso Lima, pré-candidato a deputado Estadual, e Renata Abreu, deputada Federal e candidata à reeleição
 
Dentre os diversos pré-candidatos a deputados, participou do Encontro do Podemos, o ex-secretário municipal de Osasco, Gelso de Lima, que há trinta milita nos bastidores políticos. Nas próximas eleições, Gelso Lima disputará uma cadeira na Assembleia Legislativa de São Paulo a convite da deputada Federal Renata Abreu. O prefeito de Osasco, Rogério Lins (PODE), também esteve presidente em Barueri.
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No último dia 2 de abril, a Dra. Regiane Souza Neves pediu exoneração de seu cargo como Coordenadora da Coordenadoria da Mulher, Igualdade Racial, Diversidade Sexual e Pessoa com Deficiência da Prefeitura de Osasco e também a desfiliação do Partido Podemos.

Após essa decisão, muitos partidos começaram a procurá-la para filiação e um desses partidos  foi o PSB do atual governador, Márcio França, que assumiu o lugar do ex-governador, Geraldo Alckmin (PSDB).

Mas a sigla que mais a chamou a atenção foi o PMB (Partido da Mulher Brasileira), também da base aliada do Governador Marcio França. O PMB a convidou para fazer parte da sua executiva nacional, ser vice-presidente estadual e presidente municipal de Osasco, assumindo o lugar da ex-vereadora Mazé Fazarão. A executiva municipal de Osasco deverá ser reorganizada de acordo diretrizes da nova presidente.

“Fazer parte de uma agremiação partidária que tem como principal objetivo empoderar mulheres na política é uma grande satisfação e vem ao encontro com mais de 20 anos de trabalho em prol da representatividade feminina. Como presidente da sigla em Osasco, faremos um grande trabalho em prol de nossas mulheres, traremos para o partido pessoas empenhadas em promover uma sociedade mais justa e igualitária. Com relação a minha entrada nas composições estadual e nacional do partido, fico feliz em poder realizar o trabalho já realizado antes em outros partidos, como foi o caso do PSD onde fui presidente nacional do segmento de mulheres e do Podemos onde fui vice-presidente nacional deste segmento , inclusive representar o partido nos fóruns nacionais onde atuo desde 2012. Também acho importante dizer que o partido me deu a liberdade de auxiliar na organização dos setoriais de outros movimentos sociais dentro dele e me empenharei em desenvolver um bom trabalho. Tenho que agradecer por esta oportunidade à presidente nacional Suêd Haidar e ao presidente estadual Jaime Fusco”, disse Regiane Souza Neves.

Está previsto um evento de posse da presidência, nova composição da executiva do partido e da pré-candidatura para este próximo dia 30. (Assessoria de Imprensa - Marcelo Neves)

 

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Visando fortalecer a sua candidatura ao Planalto, principalmente, em seu maior reduto eleitoral, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) já admite que seu partido não tenha candidato ao governo do estado para apoiar a candidatura de seu vice, Márcio França (PSB). Com isso, o PSDB abriria mão do comando de São Paulo depois de 24 anos no Palácio Bandeirantes. Para implementar essa troca de apoio na campanha e também com receio de atritos entre aliados pelo governo paulista, correligionários do governador ensaiam um palanque único no Estado. Nesse caso, os tucanos abririam mão da cabeça de chapa e indicariam o vice na chapa de Márcio França.
 
Para os tucanos, o mais importante nesse momento é fortalecer o projeto nacional em torno de Alckmin e, ao mesmo tempo, afastar qualquer problema com aliados em São Paulo. Na opinião deles, a prioridade é a eleição de Alckmin para a Presidência da República e a volta do partido ao poder depois de 16 anos. Na opinião dos tucanos, isso valeria o sacrifício de perder o governo de São Paulo, o principal estado da Federação.
Márcio França, que não esconde de ninguém a sua candidatura, vai assumir o governo em abril, quando Alckmin renunciará para concorrer à Presidência,. França já lançou sua pré-candidatura e tem anunciado apoio de outras legendas. O assunto ainda não é consenço no PSDB, que tem outros quatro postulantes à sucessão de Alckmin. Um deles é o de João Doria, prefeito da Capital.
No entanto, após José Serra anunciar que não vai disputar a eleição para o governo paulista, a possibilidade de apoio a Márcio França passou a ser admitida publicamente pelo próprio governador e presidente nacional do PSDB. Na opinião de Alckmin, “não é obrigatório” o candidato ao governo ser do seu partido. “Se o Márcio França assumir o governo é natural que ele queira ser candidato, o que é legítimo. E, se pudermos ter um candidato só, melhor", afirmou Alckmin.
França sempre foi apresentado como aliado leal ao governador Alckmin. Com esse perfil, o vice-governador ganha a preferência por já ter uma candidatura consolidada e que terá a máquina estadual na mão durante a campanha. Além disso, os tucanos defendem o apoio a França, alegando que ele só poderá ficar quatro anos no cargo, abrindo, assim, a possibilidade do PSDB ao comando do Estado em 2022. Na sexta-feira, 26, Alckmin e França cumpriram compromisso de agenda conjunta em São Vicente cidade onde o vice iniciou sua carreira política.
Alianças
Se o apoio a Marcio França se consolidar, Alckmin abre mão do Estado mais rico da federação para o PSB, porém, por outro ladi, consegue também atrair para a sua coligação um partido com forte atuação no Nordeste, onde o governador paulista se mostra mais frágil eleitoralmente, e outras legendas que já fecharam apoio a França no Estado, como o PR.
O objetivo do grupo de Alckmin é consolidar o nome do governador como o único candidato de centro na disputa presidencial em 2018. E, assim, amarrando o PSB em São Paulo, Alckmin enfraqueceria uma possível candidatura do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Apoiando França e o PSB em São paulo, o governador ficaria livre para oferecer a vice na chapa ao Palácio do Planalto ao DEM.
 
Mas há resistências no PSDB. Brunco Covas, vice-preveito de São Paulo, afirma: “Sempre vou defender que o PSDB tenha candidatura própria. Há dez anos, por exemplo, fui contra apoiar a eleição do prefeito (Gilberto) Kassab para que o governador fosse candidato pelo PSDB. O Fernando Henrique foi reeleito presidente com palanques de Mário Covas e Paulo Maluf. Tenho certeza de que o Marcio França vai apoiar a eleição de Alckmin independentemente de qualquer contrapartida. Descarto o partido ter um vice”, disse Bruno Covas. (Fonte: Veja)

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