Terça, 14 Agosto 2018 | Login

Ao contrário do que muitos esperavam, como troca de farpas e um massacre dos demais candidatos pra cima de Bolsonaro, o debate da Band foi morno. O encontro foi marcado por promessas inusitadas, como a de Ciro Gomes que prometeu limpar o nome de todos brasileiros que estão no SPC

 Por Renato Ferreira - 

O primeiro debate entre presidenciáveis 2018, realizado nesta quinta-feira, 09/08, pela TV Bandeirantes, foi morno e sem polarização entre os candidatos, que preferiram não partir para o confronto direto. Os oito participantes aproveitaram a maior parte do tempo para se apresentar ao eleitorado e falar de si próprio.  Não houve o esperado massacre dos demais candidatos contra Jair Bosonaro, que lidera as pesquisas sem o petista Lula. 

No primeiro bloco, quando o mediador, jornalista Ricardo Boechat, fez uma pergunta comum a todos sobre desemprego, feita por internautas, os candidatos acabaram ignorando a pergunta. O primeiro a responder foi Álvaro Dias, do Podemos, que gastou todo o tempo para se apresentar ao eleitorado. Durante o debate, Dias destacou também a sua proposta de "refundar a República". Apenas Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) falaram mais especificamente sobre o tema proposto. Bolsonaro fez menção ao tema desemprego.

O único momento mais quente foi protagonizado pelos candidatos Guilherme Boulos (PSOL) e Jair Bolsonaro, respectivamente, representates das extremas esquerda e direita. Pela contundência da pergunta, tudo indicava que seria aquele o clima do debate. Boulos quis saber sobre uma tal senhora Val que, segundo ele, seria uma "funcionária fantasma" do deputado Federal Bolsonaro. Ainda calmo, Bolsonaro explicou que a senhora Val é uma funcionária dele que presta serviços e Angra dos Reis e que o caso já foi esclarecido pela Câmara dos Deputados. Não satisfeito com a resposta, Boulos subiu o tom e disse: "Morando em Brasília, o senhor não tem vergonha de receber o auxílio moradia?". Foi o bastante para o Capitão reformado do Exército soltar os cachoros pra cima do Boulos, fundador e líder do MTST (Movimento does Trabalhadores Sem-Teto). "Não gastei toda a minha verba de Gabinete e esse auxílio está na Lei. Eu teria vergonha se eu fosse um desocupado que vive invadindo e incendiando propriedades de terceiros. E tem mais: Estou aqui para discutir políticas públicas e não para bater boca com um desqualificado como você". Daí para frente, o debate não tem mais polarização direta entre os candidatos. 

Apesar de se mostrar cordial a Geraldo Alckmin na maioria do tempo, Marina Silva tentou fustigar o tucano em alguns momentos, criticando-o pela aliança com o Centrão que abriga políticos.: "O Brasil necessita de reformas urgentes e o Presidente eleito precisará de apoio do Congresso para aprová-las. A Marina, por exemplo, saiu do Partido Verde alegando que não eram compatíveis. Agora, se aliou aos Verdes, ou seja, voltou a ser compatível". 

O ex-presidente Lula (PT), que se encontra preso desde abril e condenado a mais de 12 anos pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, foi mencionado apenas uma vez. Ao se apresentar, Boulos cumprimentou Lula que, para ele, "é um companheiro preso injustamente". E, se o ex-presidente Lula foi lembrado uma vez, o atual, Michel Temer MDB) não foi mencionado por nenhum candidato. Nem mesmo pelo candidato do seu partido, o banqueiro Henrique Meirelles, que tentou se apresentar como candidato dos trabalhadores. Meirelles acusou, inclusive, o PSDB que, segundo ele, já chamou o Bolsa Família de "Bolsa Esmola". Por sua vez, Alckmin elogiou o programa e disse que o Bolsa Família é fruto da unificação de outros programas sociais dos governos de Fernando Henrique Cardoso, "como o Bolsa Escola", disse Alckmin. 

Menos por propostas de governo, o Debate foi destaque nas redes sociais mais pelos momentos engraçados e promessas inusitadas, como a de Ciro Gomes, do PDT. Como um verdadeiro populista, o pedetista que nasceu em São Paulo e foi criado no Ceará, afirmou que se for eleito ele vai limpar o nome de todos os brasleiros que estão com o nome sujo no SPC. Até o Jair Bolsonaro riu da proposta de Ciro Gomes. O debate serviu também para o Brasil conhecer o candidato nanico, Cabo Daciolo, do Patriota, que teve momentos hilários, falando alto e acusando todos os demais de corruptos. 

No encontro da Band, houve também momentos de trocas de elogios entre os candidados, o que denota a possibilidade de alianças num eventual segundo turno. Um desses momentos foi demonstrado por Jair Bolsonaro e Álvaro Dias. Em vez de fazer uma pergunta ao candidato do Podemos, Bolsonaro elogiou uma proposta do adversário sobre combate à corrupção e apoio à Operação Lava Jato. Então, Álvaro Dias aproveitou para falar de sua proposta e, inclusive, reafimou que convidará o juiz Sérgio Moro para fazer parde de seu governo, caso seja eleito. 

O clima morno do debate da Band pode até ser compreensível por ser o primeiro das eleições 2018 e também por ter muitos estreantes. Dos oito participantes, apenas Geraldo Alckmin, Marina Silva e Ciro Gomes já haviam participado de encontros de presidenciáveis. Já Álvaro Dias, Jair Bolsonaro, Henrique Meirelles, Cabo Daciolo e Guilherme Boulos estrearam nesse tipo de debate. Mais oito debates já estão confirmados até as eleições. E com certeza, como já passaram pelo batismo de fogo, nos próximos encontros os presidenciáveis já deverão estar mais descontraídos e poderá haver mais polarização e confrontos diretos. (Renato Ferreira) 

Próximos debates
RedeTV! – Debate –(17.ago, 22h) – televisão;
TV Gazeta/Estadão (9.set, 19h30) – televisão;
Poder360/Revista Piauí (18.set, 10h) – streaming;
Veja (19.set, 9h) – streaming;
TV Aparecida (20.set, 10h) – televisão;
SBT/Uol/Folha (26.set, 18h20) – televisão;
Record (30.set, 22h) – televisão;
Globo (4.out, 21h30) – televisão.

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Apesar da campanha curta e difícil, ex-prefeito acredita que terá boa votação para a Assembleia Legislativa

 

Nesta terça-feira, 8, em Osasco, o Partido da República reuniu a imprensa regional e autoridades para divulgar oficialmente a pré-candidatura de Francisco Rossi a deputado estadual pelo PR. O evento foi realizado no Buffet Platinum em Osasco.

Na ocasião,a vereadora Ana Paula Rossi, presidente do PR de Osasco, esclareceu os motivos pelos quais desistiu da candidatura a deputada Estadual. Estiveram presentes também ao evento, a vice-prefeita de Osasco, dona Ana Maria Rossi, e o empresário de Tupã, Luiz Carlos Motta, pré-candidato a Deputado Federal, em dobrada com Francisco Rossi, e Carlos Fernando Zuppo, ex-deputado Federal e Estadual, primo do Rossi.

PR Lopes e Rossi

Rossi revelou seu apoio ao pré-candidato a deputado federal, Luiz Carlos Motta (à esquerda), que em seu discurso destacou os problemas sociais atuais e sublinhou a importância da união na busca de benefícios para a sociedade.

“A gente tem que andar ao lado de pessoas boas, competentes. Por isso estou aqui, junto com o Francisco Rossi, para que façamos uma política eficiente para o Brasil. E juntos iremos trazer coisas boas, não só para Osasco, como para todo o Estado de São Paulo”, concluiu.

Notícias & Opinião esteve presente e registrou o evento do PR. (Renato Ferreira)

Confira a matéria em vídeo: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1837797816310450

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Apesar de continuar com o discurso de que Dilma Rousseff foi vítima de um 'golpe', o PT se aliou em 15 Estados com partidos que apoiaram o impeachment

 

Deixando claro mais uma vez que ideologia ou discurso de palanque não têm nenhum valor no Brasil, o PT se aliou em 15 Estados a partidos que apoiaram o impeachment da presidente Dilma Rousseff,  cassada em 2016 e que integraram o governo Michel Temer, apesar do discurso de que a petista foi vítima de um "golpe". Conforme levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, o PT será cabeça de chapa ao governo em seis Estados em coligações com partidos que foram favoráveis ao impedimento. Por outro lado, outros nove candidatos a governador de siglas que votaram pelo impeachment da Dilma terão o apoio do PT.

Desses nove candidatos a governador, há filiados ao MDB, PSD, PTB, PR e Rede. Outros quatro são do PSB, partido que em 2016 também orientou voto favorável ao afastamento da presidente cassada. Agora, porém, o PSB,  um aliado histórico dos petistas,  fechou acordo nacional com o PT para não apoiar formalmente nenhum candidato à Presidência da República. E esse acordo PT/PSB foi feito por imposição do ex-presidente Lula, que está preso na Lava Jato, para isolar outros candidatos, como Ciro Gomes, do PDT, que disputaria votos com o PT no campo da esquerda.

Para a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), não há contradição entre as conveniências eleitorais do partido e o discurso da direção. "Não há (contradição) porque estamos deixando claro que eles têm de apoiar Lula. Em todos esses casos, tem apoio a Lula e uma autocrítica inclusive."

O Partido dos Trabalhadores terá seis candidatos próprios a governador com chapas amplas, integradas por partidos que foram ou ainda permanecem aliados a Temer: Marcus Alexandre (Acre), Rui Costa (Bahia), Camilo Santana (Ceará), Wellington Dias (Piauí), Fernando Pimentel (Minas Gerais) e Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte).

O caso do Ceará é o mais complicado. Contra a vontade da cúpula, o PT local fritou a candidatura à reeleição do senador José Pimentel para não atrapalhar os planos do presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB), candidato à reeleição. Os partidos vão se aliar informalmente, num acordo que também envolve palanque para Ciro Gomes, ex-governador do Estado, e seu irmão Cid Gomes, o outro candidato ao Senado na chapa.

Em Minas Gerais também a presença de Dilma como candidata ao Senado é apontada como um obstáculo à aliança do MDB local com o governador petista Fernando Pimentel, pré-candidato à reeleição. "Ela não quer perto dela nenhum golpista. Em Minas, eles foram sempre acolhidos pelo governo do Pimentel, mas todos os deputados federais voltaram contra ela no impeachment", disse o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG). "A diferença é histórica. O MDB é, na sua essência, golpista." Mesmo assim, o PR, da base de Temer e nacionalmente coligado ao tucano Geraldo Alckmin, aliou-se ao petista.

Em Sergipe, o PT se ao PSD. Lá, o governador Belivaldo Chagas (PSD) disputará a reeleição com Eliane Aquino (PT) como candidata a vice. O partido do ministro Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia) abandonou Dilma na véspera do impeachment e logo aderiu a Temer, mantendo uma representação ministerial - Kassab era ministro das Cidades de Dilma. 

O PT também faz parte da coligação do governador de Alagoas, Renan Filho (MDB). Na época do impeachmet, o senador Renan, pai de Renan Filho, votou pelo afastamento da presidente Dilma. Mas, foi o prórpio Renan, que ariticulou a manutenção dos direitos políticos da presidente cassada juntamento com o ministro do STF, Ricardo Lewandowski. "O Renan teve um reposicionamento nessas questões que interessam ao campo progressista e popular", disse Gleisi.


Em Mato Grosso, a aliança é ainda mais ampla. O senador Wellington Fagundes (PR), que votou favoravelmente ao impeachment, mas contra a suspensão dos direitos políticos de Dilma, conseguiu uma aliança com o PT para disputar o governo do Estado. A coligação inclui ainda, entre outros, PMN, PROS e PRB, todos favoráveis ao impeachment.

Segundo o presidente do PT estadual de MT,  deputado Valdir Barranco, como não foi possível fechar um acordo que reunisse siglas de centro-esquerda, o partido teve de pensar em "suas prioridades". "A política está em permanente mudança. Neste momento, a melhor tática é essa. Sem o 'chapão', não teríamos cociente eleitoral para eleger deputados.". Ou seja, o PT permanece com o discurso de "golpe", mas, nega-o nas alianças partidárias. ( Renato Fereira -Fonte: O Estado de Minas - Conteúdo Estadão)

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No último domingo, 05/08, último dia para a realização das convenções partidárias, o PMB (Partido da Mulher Brasileira), realizou a sua convenção em São Paulo, ocasião em que anunciou o apoio ao governador Márcio França (PSB), candidato à reeleição. Na convenção, o PMB  também anunciou seu apoio à ex-atleta e campeã olímpica no salto em distância, em Pequim (2008), Maurren Maggi, ao Senado. No evento, foram oficializadas tambémm as candidaturas da legenda para a Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. 

Na abertura do evento, Jaime Angelo Nonato Fusco, presidente da executiva estadual do PMB, pediu fidelidade ao partido. Márcio França não compareceu à convenção. Ele foi representado pela sua esposa e primeira-dama do Estado, Lúcia França. No total, o PMB confirmou 30 candidaturas a deputado Estadual e 15 a Federal.

E uma das candidatas do partido à Assembleia Legislativa, é a Dra. Regiane Souza Neves, pedagoga, escritora e psicóloga. Representante de Osasco e região Oeste, Regiane esteve presente à convenção, onde falou de suas expectativas como pré-candidata, destacando a importância da participação cada vez mais ativa da mulher na política. "Acredito na política com participação 50/50, ou seja, de igualdade entre homens e mulheres. É possível caminharmos juntos. Já estive como presidente e vice-presidente em outros partidos, hoje estou pré-candidata à deputada estadual e entrei de coração no PMB, pois sei que é o partido que melhor acolhe minhas causas. Que nós possamos ser flechas nas vidas de outras mulheres", afirmou. (Fonte e Foto: Portal A Rede de Notícias)  

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Segunda, 06 Agosto 2018 21:04

Haddad vira vice provisório de Lula

 

Na noite deste domingo, 05/08, após confirmarem Lula como candidato do partido à Presidência da República, o PT indicou o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, como vice na chapa.

Mas, como Lula encontra-se preso desde abril, após ser condenado em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e, assim, tornou-se inelegível de acordo com a Lei da Ficha Limpa, o PT resolveu lançar Haddad, o plano B, como um vice provisório até que a situação de Lula seja definida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Após essa decisão, que será negativa, segundo já informou o próprio presidente do TSE, ministro Luiz Fux, então, o Haddad assumirá a vaga de Lula, como candidato, e Manuela D´Ávila (PCdoB), como vice.

Manuela já havia sido, inclusive, indicada pelo seu partido como candidata à Presidência da República. Depois retirou a candidatura para ser vice do Lula, como o PT já tinha anunciado, mas, teve que recuar após o veto de Lula, na última sexta-feira, 3. (Renato Ferreira)

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Domingo, 05 Agosto 2018 15:23

Vice de Bolsonaro será o general Mourão

 

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), candidato à Presidência da República, anunciou na manhã deste domingo, 05/07, o nome do general da reserva Hamilton Mourão (PRTB) como seu vice na corrida presidencial. Na prática, essa aliança do PSL com o PRTB, dará a Bolsonaro mais 4 segundos na propaganda eleitoral. Ele já tinha 8 segundos.

Bolsonaro participou da convenção do PSL estadual no Clube Guapira, na Zona Norte de São Paulo. Em seu discurso, Jair Bolsonaro agradeceu a advogada Janaína Pachoal e o príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança, que tiveram nomes cotados para ser o vice na chapa. Janaína alegou questões familiares e recusou neste sábado (4) o convite para ser vice de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa presidencial.

Em nota, o PRTB, comandado por Levy Fedélix,  disse que "o general Hamilton Mourão está confirmado como vice de Jair Bolsonaro na corrida à presidência da República". A aliança foi confirma na convenção do PRTB, realizada também em São Paulo. O deputado Federal Major Olímpio (PSL) será candidato ao Senado.

Antonio Hamilton Martins Mourão é gaúcho de Porto Alegre, tem 64 anos. ele entrou para o Exército em 1972 e ficou na ativa até fevereiro de 2018. Mourão ganhou notoriedade em 2005, quando estava no Comando Militar do Sul.

Em 2015, ele tinha feito críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff e dito, durante uma palestra no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR) em Porto Alegre, que é preciso um "despertar para a luta patriótica" como saída para crise política do país.

Após as críticas, Mourão foi exonerado do cargo e designado para assumir uma posição na Secretaria de Economia e Finanças do Exército. (Fonte: G1)

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Neste sábado, 04/07, na reta final das convenções partidárias, mais quatro legendas oficializaram suas candidaturas à Presidência da República. Em Brasília, os tucanos confirmaram a candidatura de Geraldo Alckmin. Em Curitiba, o Podemos oficializou o nome de Álvaro Dilas. Também em Brasília, a Rede oficializou a candidatura de Marina Silva. E em São Paulo, mesmo preso e condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, Lula teve o seu nome oficializado pelo PT. 

PSDB confirma Geraldo Alckmin

PSDB confirma Alckmin 2 capa

Em sua convenção nacional realizada neste sábado, em Brasília, o PSDB confirmou a escolha de Geraldo Alckmin, 65 anos, como candidato na disputa à Presidência da República. A senadora Ana Amélia (PP-RS) foi confirmada como vice na chapa de Alckmin.

Atual presidente nacional do partido, o ex-governador de São Paulo foi escolhido por 288 presentes à convenção tucana. Um filiado não votou a favor de Alckmin e houve uma abstenção. 

A expectativa entre os tucanos é que Ana Amélia como vice, possa melhorar o desempenho de Geraldo Alckmin na região Sul e no setor do agronegócio, onde ela tem bom trânsito. A escolha de uma mulher para vice representa também um aceno ao eleitorado feminino.

Em discurso na convenção, Ana Amélia Lemos afirmou que será "absolutamente leal" a Alckmin. A senadora declarou que a" régua moral de Geraldo Alckmin é a mesma régua moral" que ela usa no Senado. Para ela, o brasileiro quer um "governo austero".

Antes de acertar a chapa com Ana Amélia de vice, Alckmin fechou aliança com partidos do chamado "Centrão" (DEM, PP, PR, PRB e SD), além de outras três legendas: PTB, PSD e PPS. Conforme explicou o primeiro-vice-presidente do PSDB e coordenador da campanha, Marconi Perillo, os apoios garantirão 45% do tempo de televisão ao candidato tucano.

Podemos oficializa Álvaro Dias

Podemos confirma Álvaro Dias

Também neste sábado, o Podemos confirmou, em Curitiba, o nome de Álvaro Dias, 73 anos, como candidato à Presidência da República. Ele está no quarto mandato de senador e é o atual líder do partido.

O vice da chapa de Álvaro Dias é o economista Paulo Rabello de Castro, do Partido Social Cristão (PSC), que desistiu de candidatura própria para fechar com o Podemos. Além do PSC, o Podemos fechou coligação com o PRP e o PTC.

 Em seu primeiro discurso como candidato, Álvaro Dias fez críticas ao atual sistema político e voltou a repetir a tese de "refundar a República", que defendeu nas entrevistas da pré-campanha eleitoral.

O candidato do Podemos disse, ainda, que vai combater a corrupção e apoiar a continuidade da Operação Lava Jato, que, de acordo com ele, prendeu "os barões que assaltaram a República". "A limpeza não terminou, a limpeza tem que continuar", afirmou.

O senador também revelou que pretende convidar o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, para assumir o Ministério da Justiça, caso seja eleito Presidente da República.

Para Alvaro Dias, Sérgio Moro é o "ícone da nova Justiça brasileira". Ele disse que ainda não conversou com juiz sobre o convite.O 

O senador também afirmou que deseja dar mais espaço às mulheres e que elas  sejam protagonistas no seu governo. "Nós do Podemos somos comandados por uma mulher (deputada Federal Renata Abreu) e, certamente, elas comandarão setores do nosso governo porque são essenciais na refundação da República". disse..

 O atual mandato de Álvaro Dias como senador termina em 2022.

Rede confirma Marina como candidata
Rede confirma Marina

Em Brasília, a Rede Sustentabilidade oficializou por aclamação a candidatura de Marina Silva à Presidência da República. O vice na chapa da Rede é o médico sanitarista, Eduardo Jorge (PV), que em 2014 foi candidato à Presidência da República.

A Rede tem dois deputados federais e um senador, representações e diretórios em todas as unidades da Federação.

Marina Silva nasceu em 8 de fevereiro de 1958, no Acre, em uma pequena comunidade chamada Breu Velho, município de Rio Branco.

Em 1984, ela ajudou a fundar a CUT (Central Única dos Trabalhadores) no Acre. No ano seguinte, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT). Em 1988, foi eleita pela primeira vez a um cargo público nas eleições de 1988, quando foi a vereadora mais votada de Rio Branco.

Nas eleições de 1990, foi eleita deputada estadual. Em 1994, nas eleições gerais, foi eleita senadora, aos 36 anos, tendo sido reeleita no pleito de 2002. Marina foi também ministra do Meio Ambiente no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Em 2010, foi candidata pela primeira vez à Presidência da República, pelo Partido Verde (PV), quando obteve 19 milhões de votos. Voltou a ser candidata nas eleições de 2014, pelo PSB, obtendo 22 milhões de votos. 

PT confirma Lula como candidato, apesar da prisão

Pt confirma Lula

Já em São Paulo, o Partido dos Trabalhadores confirmou a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. O anúncio foi feito pela presidente da legenda, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), durante a convenção, no bairro da Liberdade. O candidato a vice ainda não foi definido. Durante a semana, o partido anunciou que o nome de Manuela D´Ávila (PCdoB-RS), seria anunciado hoje como vice, mas, esse anúncio foi vetado por Lula. 

“Viemos aqui para votar no nosso candidato a presidente, Lula. Esse é um momento histórico. Lula é o nosso candidato a presidente da República”, disse Gleisi.

O ator Sérgip Mamberti leu uma carta do Lula.. Nela, Lula diz que é a primeira vez em 38 anos que não participa de uma convenção nacional do partido. "Mas sei que estou presente em cada um de vocês".

“Nós tratamos a nossa gente como solução e por isso o Brasil mudou”. Hoje a nossa democracia está ameaçada. Agora querem fazer uma eleição de cartas marcadas. Querem inventar uma democracia sem povo”, diz Lula na carta.

Participaram do evento lideranças do PT, como a ex-presidente Dilma Rousseff, o candidato ao governo de São Paulo pelo partido, Luiz Marinho, o ex-ministro Celso Amorim, o ex-prefeito da capital paulista Fernando Haddad, o senador Lindberg Farias, entre outros.

Movimentos sociais e entidades sindicais também marcaram presença, como o MST, o MTST, CUT, Central dos Movimentos Populares, UNE, entre outros.

Em  determinado momento da convenção, todas as pessoas presentes colocaram uma máscara com o rosto do ex-presidente Lula e gritaram em coro: "Eu sou Lula".

Condenado em segunda instância no caso do triplex em Guarujá, a doze anos e um mês de prisão,  Lula está preso desde o começo de abril, na Polícia Federal de Curitiba. E conforme a lei da ficha limpa, essa condenação torna o petista inelegível. Mas a questão será decidida pelo TSE após o registro oficial da candidatura. O presidente do TSE, ministro Luiz Fux já deixou que qualquer candidatura cujo nome seja enquadrado na Lei da Ficha Lima não será aceita. (Renato Ferreira com informações do Estado de Minas e Agências de Notícias)

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Ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central recebeu 357 votos, 85% do total, na convenção do partido em Brasília. Meirelles diz que vai financiar a sua campanha com dinheiro próprio
Nesta quinta-feira, 02/08, o MDB aprovou a candidatura de Henrique Meirelles à Presidência da República. O partido confirmou o nome do ex-ministro da Fazenda na corrida ao Palácio do Planalto durante convenção nacional, em Brasília, com a presença do presidente Michel Temer.
Segundo o senador Romero Jucá (RR), presidente nacional do partido, a candidatura de Meirelles recebeu 357 votos dentre 419 votantes – 85% do total. Houve 56 votos contrários e seis brancos.
Durante o seu discurso na convenção, Meirelles disse que seu objetivo é resgatar o espírito de confiança do país e alfinetou, sem citar nomes, os concorrentes na disputa ao Planalto.
"A minha candidatura tem um objetivo principal: resgatar o espírito de confiança no Brasil. [...] Eu pergunto como e quem deve e tem condições e a capacidade para resgatar a confiança do país", afirmou.
"O Brasil precisa de um messias, que veste-se com uniforme de salvador da pátria? Não. Nem de um líder destemperado, tratando o país como se fosse seu latifúndio. E nem eternos candidatos a presidente [...]. Essas ofertas que os eleitores têm hoje só aumentam a desconfiança no Brasil e nas instituições", concluiu.
O MDB ainda não anunciou o vice de Meirelles. Romero Jucá disse que a escolha será feita até segunda-feira, 6, por uma comissão da sigla. Ele é um dos integrantes do grupo. Os convencionais também autorizaram a Comissão Executiva Nacional do MDB a definir coligações com outros partidos.
A candidatura de Meirelles é a primeira do MDB desde 1994, quando o ex-governador de São Paulo Orestes Quércia disputou a corrida presidencial.
Apesar da vitória na votação, a escolha de Meirelles foi criticada por integrantes do partido, como os senadores Renan Calheiros (AL) e Roberto Requião (PR).
Para Renan, a candidatura de Meirelles é “ridícula”. “O MDB é competitivo em vários estados, temos os melhores governadores do ponto de vista da avaliação, nós não podemos submetê-los a essa ridícula candidatura do Meirelles”, afirmou o senador alagoano, que defende apoia Lula e defende aliança com o PT. (Fonte G1)
 
Recursos próprios
Meirelles tem cerca de 1% nas pesquisas de intenção de voto. O ex-ministro afirmou que vai financiar a sua campanha com recursos próprios e para isso deverá desembolsar cerca de R$ 70 milhões. Os recursos do Fundo Pardidário deverá ser distribuido pelo MDB para os candidatos ao Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativas.
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Se a eleição fosse hoje, o tucano Antonio Anastasia teria 21,5% dos votos, contra 13,3% do governador Fernando Pimentel, do PT

Com base nas pesquisas eletorais, o povo mineiro não vai querer uma segunda adminisitração petista no Estado. O senador Antonio Anastasia (PSDB) está na frente também na primeira pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT/MDA), divulgada nesta terça-feira, 31/07.

Já na reta final da pré-caampanha, o pré-candidato tucano ao Palácio da Liberdade aparece com 21,5% da preferência do eleitorado, contra 13,3% que preferem a reeleição do petista Fernando Pimentel

Conforme revela a pesquisa, o ex-prefeito Marcio Lacerda (PSB) tem 9,7% das intenções de voto. Na sequência aparecem Romeu Zema (Novo), Rodrigo Pacheco (DEM) e João Batista dos Mares Guia (Rede), respectivamente com 3,2%, 2,4% e 2%. A margem de erro é 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

De acordo com a pesquisa CNT/Mda, 28,1% dos eleitores mineiros votariam em branco ou anulariam o voto, se o pleito fosse hoje e outros 19,7% dizem estar indecisos. 
A pesquisa desconsiderou uma possível candidatura do MDB ao governo, que pode ser do presidente da Assembleia Adalclever Lopes ou do vice-governador Antônio Andrade.

Eis os números:

Antônio Anastasia (PSDB) 21,5%
Fernando Pimentel (PT) 13,3%
Márcio Lacerda (PSB) 9,7%
Romeu Zema (Novo) 3,2%
Rodrigo Pacheco (DEM) 2,4%
João Batista dos Mares Guia (Rede) 2,0% 
Branco / Nulo 28,1%
Indeciso 19,7%

Segundo turno

Em um eventual segundo turno entre Anastasia e Pimentel, a pesquisa mostra que o tucano estaria eleito hoje com 33,6% dos votos, contra 21,6% de Pimentel. Neste cenário, os votos brancos, nulos e de indecisos somam 44,8% do total. Anastasia também vence na análise de um segundo turno disputado com Márcio Lacerda. Neste caso, o tucano aparece com 33% contra 19,6% do ex-prefeito socialista.

Já em uma disputa final entre Pimentel e Lacerda, o ex-prefeito de BH estaria hoje com 25,9% dos votos contra 23,1% de Pimentel. A diferença está dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

Em tempo: Com a aliança nacional entre PT e PSB, anunciada hoje pela cúpula petista, Márcio Lacerda deverá retirar a sua candidatura, (Fonte: O Estado de Minas)

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Em convenção, o partido lançou também Eduardo Suplicy e Jilmar Tatto como candidatos ao Senado

 

No último sábado, 28/07, o Partido dos Trabalhadores realizou sua convenção estadual, ocasião em que oficializou  a candidatura do ex-prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, ao governo do estado de São Paulo. Na convenção petista, foram oficializados também os nomes de Eduardo Suplicy e Jilmar Tatto como candidatos ao Senado, além das candidaturas para a Câmara dos Deputados e para a Assembleia Legislativa. 

O candidato a vice de Marinho não foi anunciado. Segundo informações de dirigentes petistas, o partido, que está coligado com o PC do B, estuda a possibilidade de indicar como vice uma mulher ligada a movimentos sociais.

No total, o PT terá  114 candidatos a deputado Estadual e 82 a deputado federal. Um dos candidatos à reeleição para a Câmara dos Deputados é Valmir Prascidelli. Na foto, Prascidelli aparece ao lado de Luiz Marinho (ao centro), e de Eduardo Suplicy e Jilmar Tatto. "Agora o time está formado: Eduardo Suplicy, Valmir Prascidelli, Luiz Marinho e Jilmar Tatto pra resgatar um Brasil melhor", postou Prascideli em sua página no Facebook. 

A presidente nacional do PT, Gleise Hoffman, que não participou da convenção, gravou um vídeo para o evento. O PT reafirma que o candidato da legeda à Presidência da República será mesmo o ex-presidentge Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso desde 7 de abril após ser condenado pela Justiça Federal no processo sobre o caso do triplex do Guarujá. Durante o evento, o nome de Lula  foi citado e mostrado em um telão com a expressão "Lula Livre”. (Fonte: G1)

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