Quinta, 22 Agosto 2019 | Login
 
Depois de o banco ter devolvido R$ 30 bilhões ao Tesouro neste ano, Montezano comprometeu-se a devolver mais recursos até atingir o valor prometido de R$ 126 bilhões no fim do ano. Empréstimos benevolentes feitos pelos governos petistas a outros países serão objeto de investigação.
 
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pretende explicar a “caixa-preta” na instituição financeira em até dois meses, disse,nesta terça-feira, 16/07, o novo presidente da instituição, Gustavo Montezano. Ele disse que não tem opinião formada sobre as gestões anteriores, mas que precisa explicar decisões tomadas nos últimos anos pelo banco.
“O que a gente está se propondo a fazer é explicar a 'caixa-preta'. Há uma dúvida clara sobre o que há ou não no BNDES. Cada um me conta uma informação diferente da mesma história. Ao fim de dois meses, quero ser capaz de explicar esse conjunto de regulações, empréstimos, perdas financeiras que contextualizam a 'caixa-preta'. O que sairá desse estudo, eu prefiro não comentar agora. Prefiro fazer o dever de casa e qualificar esse tema", disse Montezanona primeira entrevista coletiva após assumir o cargo.
Utilizada pelo presidente Jair Bolsonaro, a expressão “caixa-preta do BNDES” refere-se a financiamentos para a exportação de serviços a países em desenvolvimento, como Cuba, Angola, República Dominicana e Argentina. Atualmente, o banco divulga as condições dessas operações na página BNDES Transparente, mas Montezano disse ser prioridade número um da sua gestão prestar mais esclarecimentos à sociedade.
“Qualquer que seja a conclusão, a gente precisa ser transparente e trazer ela para a sociedade e para a mídia. Qualquer coisa que eu fale agora, pode ser leviano ou parcial. Esperem dois meses para a gente ter algo completo e conclusivo. É a prioridade um do banco. Aspecto de imagem, protocolo, a gente tem de analisar sobre todas essas óticas”, explicou.
Metas
Montezano tomou posse hoje (16) no comando do banco, substituindo o economista e ex-ministro Joaquim Levy, que pediu demissão em junho. Além da divulgação dos detalhes da “caixa-preta” do banco, ele anunciou quatro metas: a venda de ações de empresas em poder do banco; a devolução ao Tesouro de R$ 126 bilhões até o fim do ano e de R$ 144 bilhões até o fim de 2022; um plano de metas, orçamento e dimensionamento para os próximos três anos; e a prestação de serviços de assessoria financeira a órgãos do governo federal, a estados e municípios.
Em relação à venda de ações, Montezano disse que pretende acelerar a venda da participação do banco em empresas públicas e privadas. Hoje, o BNDESPar, ramo do BNDES que detém papéis de empresas, tem R$ 106,8 bilhões em ações, das quais R$ 53,3 bilhões da Petrobras; R$ 16,5 bilhões da Vale; R$ 9,3 bilhões da Eletrobras e R$ 9,26 bilhões da JBS. O banco ainda tem papéis em empresas de celulose e de empresas estaduais do setor elétrico, entre outras.
Montezano reconheceu que não pode desfazer-se de todos os papéis de uma só vez, para evitar que o preço das ações desabe no mercado e o banco tenha prejuízo. No entanto, comprometeu-se a acelerar as vendas, sem dar prazo. “Boa parte hoje são posições especulativas. Se o preço das ações sobe, é um mero ganho financeiro sem nenhuma entrega para a sociedade. É melhor tirar dinheiro daqui e colocar em outros ativos, como o saneamento, que também vai ter retorno financeiro, mas muito mais outros derivados disso para a sociedade como um todo”, disse.
Segundo ele, o BNDESPar pode até comprar ações de empresas, se comprovado que a participação renderá retornos para a sociedade, como investimentos em educação e saneamento básico.
Devolução
Depois de o banco ter devolvido R$ 30 bilhões ao Tesouro neste ano, Montezano comprometeu-se a devolver mais recursos até atingir o valor prometido de R$ 126 bilhões no fim do ano. Ele esclareceu que o ressarcimento não prejudicará a segurança financeira do banco, porque o dinheiro sairá do caixa da instituição, não do capital (dinheiro que precisa ficar parado para cumprir requisitos de segurança).
Segundo Montezano, a estratégia permitirá ao banco emprestar cerca de R$ 70 bilhões por ano. “Esse é o valor próximo da média histórica, antes de outros governos injetarem recursos no banco para emprestar para setores escolhidos”, esclareceu.
Além dos títulos públicos emprestados pelo Tesouro, o governo injetou R$ 36 bilhões em instrumento híbrido de capital e dívida (ITCD) no banco nos últimos anos. No entanto, Montezano disse que a devolução desses instrumentos, como está ocorrendo com a Caixa Econômica Federal, não tem prazo para ocorrer. “Somente depois que a gente reembolsar os recursos do Tesouro, vamos começar a discutir a devolução do ITCD”, explicou.
Assessoria financeira
Sobre a venda de serviços de assessoria financeira, Montezano explicou que o BNDES pretende auxiliar o governo federal, estados e municípios nas áreas de privatização, concessão, investimentos, parcerias público-privadas e reestruturação financeira. Os contratos serão vinculados ao sucesso de cada operação. “Caso a concessão ou privatização seja bem-sucedida, o banco recebe uma parte do resultado em forma de comissão”, disse.
O presidente do BNDES confirmou que os primeiros clientes do banco serão o Ministério da Infraestrutura, nos projetos de concessões; a Casa Civil, responsável pelo Projeto Piloto de Investimentos, e a Secretaria de Desestatização, Desinvestimentos e Mercados do Ministério da Economia, que coordenará as privatizações. O banco oferecerá assessoria técnica e conhecimento para o planejamento das operações. Numa segunda etapa, o serviço será estendido a prefeituras e governos estaduais. (Agência Brasil)
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Boas notícias para os brasileiros. Bastou a aprovação da Nova Previdência na Comissão Especial para o Mercado reagir positivamente; proposta agora vai para o plenário da Câmara dos Deputados.
 
A aprovação do texto-base da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara dos Deputados animou os investidores brasileiros nesta quinta-feira, 04/07. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, renovou sua máxima histórica, fechando aos 103.636 mil pontos – uma alta de 1,56%.
Em dia de feriado nos Estados Unidos, o dólar, que normalmente tem significativa influência do mercado externo, também foi impactado pela reforma. Na cotação da venda, o câmbio teve queda de 0,71%, atingindo o patamar dos R$ 3,80, o menor desde 21 de março.
Aprovação
Dos 49 membros da comissão, 36 votaram a favor das mudanças e 13, contra. Em seguida, o colegiado votou os destaques. Agora, o texto segue para ser votado no plenário da Casa.
A reforma da Previdência é a principal pauta dos investidores brasileiros em 2019 e vem regendo as movimentações no câmbio e no mercado de ações — por isso, o otimismo após a aprovação foi grande. Segundo Pedro Galdi, analista-chefe da corretora Mirae Asset, mais do que comemorar o avanço da proposta, os investidores estão aliviados de que isso tenha acontecido antes do dia 18 de julho, quando o Congresso Nacional entra em recesso. Para eles, o prazo é fundamental. “Não acabou ainda, mas tínhamos que fazer antes do dia 18. Os investidores estão um pouco mais confiantes também pelo esforço observado para a aprovação”, afirma ele.
Com relação às questões polêmicas envolvendo o relatório, como a não inclusão dos estados e municípios e a flexibilização das regras para agentes de segurança pública — rejeitada nesta quarta-feira —, Galdi afirma que não têm tanta influência no mercado. Primeiro, porque o relatório atual já atinge a economia de 1 trilhão de reais em 10 anos, desejada pelos investidores. E, segundo, porque a proposta ainda pode ser modificada por destaques antes da votação no plenário. “Os trâmites são meio indiferentes para nós. O importante é aprovar”, completa ele.
Para Cléber Alessie, operador de câmbio da H.Commcor, apesar do otimismo, os investidores ainda não dão como certa a aprovação da reforma no Congresso. “Os preços mostram otimismo, mas não quer dizer que o mercado não está com um pé atrás, de olho em uma eventual frustração”, afirma ele. “Eu não acho que a comissão especial tenha sido o motivo que levou ao movimento de hoje. Era apenas um ponto necessário para que o mercado olhasse para o plenário”, completa Alessie.
A expectativa, agora, segundo os analistas, é a de que a proposta também seja votada no plenário da Câmara antes do recesso parlamentar do dia 18 de julho. Isso, para o mercado, seria um passo mais significativo e definitivo rumo à aprovação da reforma. (Veja)
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Segundo o ministro da Economia, a abertura de mercado vai baratear custo.
 
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira, 27/06, que o preço do botijão de gás pode cair até 50% com a abertura do mercado do setor no país, por causa da maior competição entre empresas. Na última segunda-feira (24), o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou resolução com diretrizes para dar início à abertura do mercado de gás no Brasil.
Atualmente, a Petrobrás detém o controle tanto da produção como da distribuição do gás no país. Apesar deste monopólio estatal já ter sido quebrado na legislação em 1997, a abertura para novas empresas não havia sido concretizada até agora.
"Estamos dando um choque da energia barata, quebrando um duplo monopólio, tanto na extração e refino quanto na distribuição do gás. Vamos reindustrializar o país em cima de energia barata. Essa maior competição em petróleo e gás, aceleração do ritmo de extração desses recursos naturais vão acabar chegando no botijão de gás da família, diminuindo em 30%, 40%, até 50% o custo do gás lá no final da linha", disse Guedes após se reunir com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
O ministro também comentou sobre outras iniciativas em curso para abertura da economia. "Tem uma agenda grande pela frente, estamos abrindo a economia. Estamos a semanas, possivelmente, de fechar um acordo que está há duas décadas parado, que é o acordo [do Mercosul] com a União Europeia. Estamos recomendados para entrar na OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico]. Vamos fazer a simplificação e redução dos impostos", disse. (Agência Brasil)
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Manobra fiscal no montante de R$ 40 bilhões foi o motivo principal do impeachment da petista.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou nesta quarta-feira, 12/06, a devolução de parte dos recursos emprestados pelos bancos públicos à gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Os empréstimos, conhecidos como “pedaladas fiscais”, somam cerca de R$ 40 bilhões. No entanto, inicialmente, o governo federal será reembolsado com R$ 3 bilhões da CAIXA.
A manobra fiscal adotada por Dilma para manipular os índices econômicos de seu governo motivaram o pedido de impeachment da petista.
A primeira devolução, no valor de R$ 3 bilhões, será feita pela Caixa Econômica Federal. Até o fim do ano, a instituição pretende retornar R$ 20 bilhões aos cofres públicos.
Paulo Guedes afirma que a devolução dos recursos vai “despedalar” os bancos públicos.
"Pela primeira vez na história vamos reduzir a dívida com a devolução de recursos dos bancos públicos" afirmou o ministro da Economia. (Plenos News e Agências)
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Resultado é o terceiro melhor da série histórica para o mês.
 
Depois de dois meses de queda, o superávit da balança comercial do Brasil voltou a subir em maio. No mês passado, o país exportou US$ 6,422 bilhões a mais do que importou, alta de 5,8% em relação ao resultado positivo de US$ 6,073 bilhões de maio de 2018.
Este foi o terceiro melhor resultado da série histórica para o mês, só perdendo para maio de 2017 (superávit recorde de US$ 7,661 bilhões) e de 2016 (superávit de US$ 6,43 bilhões). Com o resultado de maio, a balança comercial – diferença entre exportações e importações – acumula superávit de US$ 22,806 bilhões nos cinco primeiros meses de 2019, valor 5,9% inferior ao do mesmo período do ano passado.
No mês passado, as exportações somaram US$ 21,394 bilhões, com alta de 5,6% em relação a maio de 2018 pelo critério da média diária. As vendas de manufaturados cresceram 29,5% na mesma comparação, com destaque para gasolina (R$ 0 para R$ 123 milhões), óleos combustíveis (197,3%), laminados planos de ferro e de aço (168%) e partes de motores e turbinas para aviação (151,8%).
As exportações de semimanufaturados subiram 15,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, com destaque para ferro fundido (92,3%), semimanufaturados de ferro ou de aço (73%) e óleo de soja bruto (68,6%). Apesar do início da safra, as vendas de produtos básicos caíram 3,9%, puxadas pelo recuo nas exportações de minério de cobre (-32,3%), soja em grão (-30,3%) e farelo de soja (21%).
As importações somaram US$ 14,972 bilhões, com alta de 7,8% em relação a maio do ano passado pelo critério da média diária. As compras de combustíveis e de lubrificantes aumentaram 27,5%, influenciadas pela valorização do petróleo no mercado internacional durante boa parte do mês.
As importações de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) subiram 16,4%. As compras de bens intermediários aumentaram 6,4%. Apenas a importação de bens de consumo caiu, com recuo de 6,5% na mesma comparação, decorrente principalmente da alta do dólar no último mês.
Depois de o saldo da balança comercial ter encerrado 2018 em US$ 58,959 bilhões, o segundo maior resultado positivo da história, o mercado estima um superávit menor em 2019, motivado principalmente pela recuperação da economia, que reativa o consumo e as importações.
Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit de US$ 50,5 bilhões para este ano. O Ministério da Economia projeta superávit de US$ 50,1 bilhões para o saldo da balança comercial em 2019. (Agência Brasil)
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Para a oposição, isso foi uma derrota de Sérgio Moro. Porém, muitos acreditam que esses 228 parlamentares, votaram contra o combate à corrupção e assinaram um atestado de culpa.

 

Por 228 votos a favor e 210 contra, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 22/05, após muitas discussões, a Medida Provisória do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que reestrutura o governo federal. A MP reduz de 29 para 22 Ministérios. Na mesma sessão e com votos da oposição e de parte do Centrão, os deputados retiraram o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), das mãos do ministro Sérgio Moro. O Projeto segue agora para votação no Senado, que poderá apresentar mudanças.

Assim, por decisão desses 228 deputados, o Coaf ficará no Ministério da Economia, sob o comando do ministro Paulo Guedes. Para a oposição e parte do Centrão, essa aprovação foi uma derrota para o Governo Bolsonaro e, principalmente, para Sérgio Moro.

Mas, será que foi mesmo uma derrota de Sérgio Moro? Na opinião dos governistas, esses 228 parlamentares votaram contra o combate à corrupção e assinaram um atestado de culpa. Pela proposta de Sérgio Moro, era importante que o Coaf ficasse no Ministério da Justiça a fim de facilitar o trabalho de um órgão de inteligência financeira nas investigações dos crimes financeiros e, consequentemente, o caminho de crimes de lavagem de dinheiro.

Sergio Moro

Ministro da Justiça, Sérgio Moro - "O Governo continuará combatendo a corrupção mesmo com o Coaf no Ministério da Economia"

E o próprio Moro não reconhece que foi uma derrota. Para, o importante é que o Governo dê total apoio ao combate à corrupção. Segundo os ministros Sérgio Moro e Paulo Guedes, o governo não terá nenhum problema para investigar as movimentações financeiras irregulares e nem para seguir o caminho de dinheiro desviado, uma vez que tudo será compartilhado entre os dois Ministérios. Paulo Guedes já garantiu, inclusive, que manterá toda a estrutura do Coaf montada por Sérgio Moro.

O Centrão, grupo informal da Câmara dos Deputados, é formado por cerca de 200 deputados de partidos como PP, DEM, PR, PRB, MDB e Solidariedade, e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM). Nos últimos meses, esses deputados vêm dificultando a tramitação de propostas do Governo, como o avanço na votação da reforma da Previdência, que está sendo discutida na Comissão Especial. O Centrão reclama da "falta de articulação" por parte do Governo Federal. (Renato Ferreira com informação de agências)

 

Veja, por Estado, como os deputados votaram:

Destaque: O tucano Aécio Neves (MG) votou contra o Coaf com Moro; enquanto o petista Vicentinho (PT) votou a favor.

CONTRA O COAF NA JUSTIÇA:

Roraima

Edio Lopes PL

Jhonatan de Jesus PRB

Joenia Wapichana REDE

Otaci Nascimento Solidaried

Amapá

André Abdon PP

Camilo Capiberibe PSB

Professora Marcivania PCdoB

Vinicius Gurgel PL

Pará

Airton Faleiro PT

Beto Faro PT

Cristiano Vale PL

Edmilson Rodrigues PSOL

Eduardo Costa PTB

Olival Marques DEM

Vavá Martins PRB

Amazonas

Átila Lins PP

Bosco Saraiva Solidaried

José Ricardo PT

Marcelo Ramos PL

Rondônia

Silvia Cristina PDT

Acre

Dra. Vanda Milani Solidaried

Flaviano Melo MDB

Jéssica Sales MDB

Jesus Sérgio PDT

Manuel Marcos PRB

Perpétua Almeida PCdoB

Tocantins

Carlos Henrique Gaguim DEM

Célio Moura PT

Dulce Miranda MDB

Osires Damaso PSC

Professora Dorinha Seabra Rezende DEM

Tiago Dimas Solidaried

Vicentinho Júnior PL

Maranhão

André Fufuca PP

Bira do Pindaré PSB

Cleber Verde PRB

Gastão Vieira PROS

Gil Cutrim PDT

Hildo Rocha MDB

Josimar Maranhãozinho PL

Junior Lourenço PL

Márcio Jerry PCdoB

Marreca Filho Patriota

Pedro Lucas Fernandes PTB

Zé Carlos PT

Ceará

Aj Albuquerque PP

André Figueiredo PDT

Denis Bezerra PSB

Eduardo Bismarck PDT

Genecias Noronha Solidaried

Idilvan Alencar PDT

José Airton Cirilo PT

José Guimarães PT

Leônidas Cristino PDT

Luizianne Lins PT

Mauro Benevides Filho PDT

Moses Rodrigues MDB

Pedro Augusto Bezerra PTB

Robério Monteiro PDT

Piauí

Átila Lira PSB

Flávio Nogueira PDT

Iracema Portella PP

Marcos Aurélio Sampaio MDB

Margarete Coelho PP

Marina Santos Solidaried

Merlong Solano PT

Rejane Dias PT

Rio Grande do Norte

Beto Rosado PP

Natália Bonavides PT

Paraíba

Aguinaldo Ribeiro PP

Damião Feliciano PDT

Frei Anastacio Ribeiro PT

Gervásio Maia PSB

Hugo Motta PRB

Pernambuco

André Ferreira PSC

Augusto Coutinho Solidaried

Carlos Veras PT

Danilo Cabral PSB

Eduardo da Fonte PP

Fernando Coelho Filho DEM

Fernando Monteiro PP

Fernando Rodolfo PL

João H. Campos PSB

Marília Arraes PT

Ossesio Silva PRB

Renildo Calheiros PCdoB

Silvio Costa Filho PRB

Tadeu Alencar PSB

Wolney Queiroz PDT

Alagoas

Arthur Lira PP

Isnaldo Bulhões Jr. MDB

Nivaldo Albuquerque PTB

Paulão PT

Sergio Toledo PL

Severino Pessoa PRB

Sergipe

Bosco Costa PL

Fabio Reis MDB

Gustinho Ribeiro Solidaried

João Daniel PT

Laercio Oliveira PP

Bahia

Abílio Santana PL

Afonso Florence PT

Alice Portugal PCdoB

Arthur Oliveira Maia DEM

Cacá Leão PP

Daniel Almeida PCdoB

Elmar Nascimento DEM

Félix Mendonça Júnior PDT

João Carlos Bacelar PL

Jorge Solla PT

Joseildo Ramos PT

Lídice da Mata PSB

Marcelo Nilo PSB

Márcio Marinho PRB

Mário Negromonte Jr. PP

Nelson Pellegrino PT

Pastor Sargento Isidório Avante

Paulo Azi DEM

Raimundo Costa PL

Ronaldo Carletto PP

Tito Avante

Valmir Assunção PT

Waldenor Pereira PT

Zé Neto PT

Minas Gerais

Aécio Neves PSDB

Áurea Carolina PSOL

Dimas Fabiano PP

Fábio Ramalho MDB

Gilberto Abramo PRB

Greyce Elias Avante

Lafayette de Andrada PRB

Leonardo Monteiro PT

Luis Tibé Avante

Margarida Salomão PT

Mário Heringer PDT

Mauro Lopes MDB

Odair Cunha PT

Padre João PT

Patrus Ananias PT

Paulo Abi-Ackel PSDB

Paulo Guedes PT

Pinheirinho PP

Reginaldo Lopes PT

Rodrigo de Castro PSDB

Rogério Correia PT

Vilson da Fetaemg PSB

Espírito Santo

Amaro Neto PRB

Helder Salomão PT

Rio de Janeiro

Alessandro Molon PSB

Alexandre Serfiotis PSD

Altineu Côrtes PL

Aureo Ribeiro Solidaried

Benedita da Silva PT

Chico D`Angelo PDT

Chiquinho Brazão Avante

Christino Aureo PP

Daniela do Waguinho MDB

Dr. Luiz Antonio Teixeira Jr. PP

Glauber Braga PSOL

Gutemberg Reis MDB

Jandira Feghali PCdoB

Jorge Braz PRB

Juninho do Pneu DEM

Luiz Antônio Corrêa S.Part.

Marcelo Freixo PSOL

Otoni de Paula PSC

Paulo Ramos PDT

Rosangela Gomes PRB

Vinicius Farah MDB

São Paulo

Alencar Santana Braga PT

Alexandre Leite DEM

Alexandre Padilha PT

Arlindo Chinaglia PT

Baleia Rossi MDB

Carlos Zarattini PT

David Soares DEM

Fausto Pinato PP

Geninho Zuliani DEM

Guilherme Mussi PP

Herculano Passos MDB

Ivan Valente PSOL

Luiz Carlos Motta PL

Luiza Erundina PSOL

Maria Rosas PRB

Milton Vieira PRB

Nilto Tatto PT

Orlando Silva PCdoB

Paulo Pereira da Silva Solidaried

Paulo Teixeira PT

Policial Katia Sastre PL

Roberto Alves PRB

Rui Falcão PT

Vinicius Carvalho PRB

Mato Grosso

Neri Geller PP

Professora Rosa Neide PT

Valtenir Pereira MDB

Celina Leão PP

Erika Kokay PT

Flávia Arruda PL

Julio Cesar Ribeiro PRB

Goiás

Adriano do Baldy PP

Alcides Rodrigues PRP

Glaustin Fokus PSC

Lucas Vergilio Solidaried

Magda Mofatto PL

Professor Alcides PP

Rubens Otoni PT

Mato Grosso do Sul

Beto Pereira PSDB

Bia Cavassa PSDB

Vander Loubet PT

Paraná

Enio Verri PT

Gleisi Hoffmann PT

Hermes Parcianello MDB

Ricardo Barros PP

Sergio Souza MDB

Zeca Dirceu PT

Santa Catarina

Pedro Uczai PT

Rio Grande do Sul

Afonso Motta PDT

Bohn Gass PT

Giovani Cherini PL

Heitor Schuch PSB

Henrique Fontana PT

Marcon PT

Maria do Rosário PT

Marlon Santos PDT

Paulo Pimenta PT

Pedro Westphalen PP

Pompeo de Mattos PDT

 

A FAVOR DO COAF NA JUSTIÇA

Roraima

Haroldo Cathedral PSD

Nicoletti PSL

Shéridan PSDB

Amapá

Aline Gurgel PRB

Luiz Carlos PSDB

Pará

Cássio Andrade PSB

Celso Sabino PSDB

Delegado Éder Mauro PSD

Joaquim Passarinho PSD

Júnior Ferrari PSD

Nilson Pinto PSDB

Amazonas

Capitão Alberto Neto PRB

Delegado Pablo PSL

Sidney Leite PSD

Rondônia

Coronel Chrisóstomo PSL

Expedito Netto PSD

Léo Moraes Podemos

Mauro Nazif PSB

Acre

Mara Rocha PSDB

Tocantins

Eli Borges Solidariedade

Maranhão

Edilázio Júnior PSD

Eduardo Braide PMN

Pastor Gildenemyr PMN

Ceará

Capitão Wagner PROS

Célio Studart PV

Domingos Neto PSD

Heitor Freire PSL

Piauí

Júlio Cesar PSD

Rio Grande do Norte

Benes Leocádio PRB

General Girão PSL

Walter Alves MDB

Paraíba

Efraim Filho DEM

Julian Lemos PSL

Pedro Cunha Lima PSDB

Ruy Carneiro PSDB

Pernambuco

André de Paula PSD

Daniel Coelho CIDADANIA

Felipe Carreras PSB

Gonzaga Patriota PSB

Luciano Bivar PSL

Pastor Eurico Patriota

Raul Henry MDB

Ricardo Teobaldo Podemos

Túlio Gadêlha PDT

Alagoas

Jhc PSB

Marx Beltrão PSD

Tereza Nelma PSDB

Sergipe

Fábio Henrique PDT

Fábio Mitidieri PSD

Bahia

Adolfo Viana PSDB

Alex Santana PDT

Antonio Brito PSD

Bacelar Podemos

Igor Kannário PHS

João Roma PRB

José Nunes PSD

Otto Alencar Filho PSD

Paulo Magalhães PSD

Professora Dayane Pimentel PSL

Minas Gerais

Alê Silva PSL

André Janones Avante

Bilac Pinto DEM

Cabo Junio Amaral PSL

Charlles Evangelista PSL

Delegado Marcelo Freitas PSL

Dr. Frederico Patriota

Eduardo Barbosa PSDB

Emidinho Madeira PSB

Enéias Reis PSL

Eros Biondini PROS

Fred Costa Patriota

Igor Timo Podemos

Júlio Delgado PSB

Léo Motta PSL

Lucas Gonzalez NOVO

Misael Varella PSD

Stefano Aguiar PSD

Subtenente Gonzaga PDT

Tiago Mitraud NOVO

Weliton Prado PROS

Espírito Santo

Dra. Soraya Manato PSL

Evair Vieira de Melo PP

Felipe Rigoni PSB

Lauriete PL

Norma Ayub DEM

Sergio Vidigal PDT

Ted Conti PSB

Rio de Janeiro

Carlos Jordy PSL

Chris Tonietto PSL

Clarissa Garotinho PROS

Daniel Silveira PSL

Delegado Antônio Furtado PSL

Felício Laterça PSL

Flordelis PSD

Gelson Azevedo PL

Gurgel PSL

Helio Lopes PSL

Hugo Leal PSD

Lourival Gomes PSL

Luiz Lima PSL

Major Fabiana PSL

Marcelo Calero CIDADANIA

Márcio Labre PSL

Paulo Ganime NOVO

Professor Joziel PSL

Sóstenes Cavalcante DEM

São Paulo

Abou Anni PSL

Adriana Ventura NOVO

Alexandre Frota PSL

Alexis Fonteyne NOVO

Bruna Furlan PSDB

Capitão Augusto PL

Carla Zambelli PSL

Carlos Sampaio PSDB

Celso Russomanno PRB

Coronel Tadeu PSL

Eduardo Bolsonaro PSL

Eduardo Cury PSDB

Eli Corrêa Filho DEM

Enrico Misasi PV

General Peternelli PSL

Guiga Peixoto PSL

Guilherme Derrite PP

Joice Hasselmann PSL

Júnior Bozzella PSL

Kim Kataguiri DEM

Luiz Flávio Gomes PSB

Luiz Philippe de Orleans e Bragança PSL

Marcio Alvino PL

Marco Bertaiolli PSD

Miguel Lombardi PL

Pr. Marco Feliciano Podemos

Renata Abreu Podemos

Roberto de Lucena Podemos

Rodrigo Agostinho PSB

Rosana Valle PSB

Samuel Moreira PSDB

Vanderlei Macris PSDB

Vicentinho PT

Vinicius Poit NOVO

Vitor Lippi PSDB

Mato Grosso

Emanuel Pinheiro Neto PTB

Juarez Costa MDB

Nelson Barbudo PSL

Distrito federal

Bia Kicis PSL

Paula Belmonte CIDADANIA

Professor Israel Batista PV

Goiás

Célio Silveira PSDB

Delegado Waldir PSL

Dr. Zacharias Calil DEM

Elias Vaz PSB

Flávia Morais PDT

Francisco Jr. PSD

Jose Mario Schreiner DEM

José Nelto Podemos

Major Vitor Hugo PSL

Mato Grosso do Sul

Dagoberto Nogueira PDT

Dr. Luiz Ovando PSL

Fábio Trad PSD

Loester Trutis PSL

Rose Modesto PSDB

Paraná

Aliel Machado PSB

Boca Aberta PROS

Christiane de Souza Yared PL

Diego Garcia Podemos

Evandro Roman PSD

Felipe Francischini PSL

Filipe Barros PSL

Gustavo Fruet PDT

Luciano Ducci PSB

Luiz Nishimori PL

Luizão Goulart PRB

Paulo Eduardo Martins PSC

Pedro Lupion DEM

Reinhold Stephanes Junior PSD

Rubens Bueno CIDADANIA

Sargento Fahur PSD

Schiavinato PP

Vermelho PSD

Santa Catarina

Carlos Chiodini MDB

Carmen Zanotto CIDADANIA

Caroline de Toni PSL

Celso Maldaner MDB

Coronel Armando PSL

Daniel Freitas PSL

Darci de Matos PSD

Fabio Schiochet PSL

Geovania de Sá PSDB

Gilson Marques NOVO

Hélio Costa PRB

Ricardo Guidi PSD

Rodrigo Coelho PSB

Rio Grande do Sul

Afonso Hamm PP

Bibo Nunes PSL

Carlos Gomes PRB

Daniel Trzeciak PSDB

Danrlei de Deus Hinterholz PSD

Darcísio Perondi MDB

Giovani Feltes MDB

Liziane Bayer PSB

Lucas Redecker PSDB

Marcel van Hattem NOVO

Marcelo Brum PSL

Marcelo Moraes PTB

Márcio Biolchi MDB

Maurício Dziedricki PTB

Nereu Crispim PSL

Sanderson PSL

Santini PTB

Abstenção

Dr. Jaziel PL-CE

David Miranda PSOL-RJ

Sâmia Bomfim PSOL-SP

Fernanda Melchionna PSOL-RS

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Além das melhorias na área de segurança,a tecnologia permite maior durabilidade das lâmpadas, reduzindo o consumo de energia elétrica e custos com manutenção.

 

A tecnologia de LED, no Brasil, é uma opção avançada do mercado das luminárias. Em Barueri, a ação está presente em áreas públicas. Só no sistema viário o projeto já atingiu mais de 30% de implantação com pelo menos 10.360 lâmpadas trocadas. O objetivo da prefeitura é expandir o benefício para todo o município.

O programa visa garantir segurança e economia, tornando os ambientes mais iluminados e confortáveis, com mais visibilidade para pedestres, motoristas e ciclistas.

Em relação às luminárias convencionais, o benefício do LED vai muito mais do que iluminar os postes das ruas e avenidas em Barueri, que defende a bandeira da sustentabilidade. A tecnologia permite maior durabilidade da vida útil das lâmpadas, reduzindo o consumo de energia elétrica e custos com manutenção.

Especialistas afirmam que os materiais não são danosos ao meio ambiente, pois não emitem radiação ultravioleta e não contêm mercúrio em sua composição. Além disso, o número de luminárias descartadas são infinitamente menor.

Iniciado no Jardim Mutinga, em 2018, a tecnologia de LED consiste em iluminar as principais vias de Barueri.

Barueri led 1

Até a primeira quinzena de abril, foram atendidas localidades como Parque Viana, Chácaras Marco, Parque Imperial, Vila dos Baixinhos, Centro Comercial, Bethaville, Condomínio Residencial Tamboré 1 (parcial), Residencial Morada dos Lagos (parcial), Jardim Alberto, Parque dos Camargos, Jardim Silveira, Jardim Maria Helena e Terminal Rodoviário do Vale do Sol.

O projeto é executado de acordo com a largura das vias e fluxo de veículos e pessoas. Em locais de maior movimento, são implantadas luminárias de maior potência. Os postes são engastados de concreto circular e flangeados de ferro galvanizado circular. Possuem altura variada de 10 a 13,50 metros com até quatro lâmpadas para cada um. As lâmpadas têm potências de 150, 200, 270, 300 e 360 Watts. (Secom/PMB)

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Dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Essas informações positivas você não verá na grande imprensa que é contra o Governo.
 
O país registrou, pelo terceiro mês seguido, a criação de empregos com carteira assinada. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, o saldo positivo de emprego formal chegou a 173.139 no último mês. Esse foi o maior saldo positivo para fevereiro desde 2014 (260.823).
O resultado decorreu de 1.453.284 admissões e 1.280.145 demissões. O estoque do emprego formal alcançou 38,6 milhões de postos de trabalho.
Nos dois meses do ano, o saldo de geração de empregos formais chegou a 211.474. Nos 12 meses terminados em fevereiro, foram criados 575.226 postos de trabalho.
Segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, há sinalização de “retomada consistente” do emprego no país.
“Nossa expectativa é de que essa retomada se mantenha nos próximos meses principalmente porque a economia vai bem. Esse número de empregos gerados no mês de fevereiro é uma demonstração de que as mudanças propostas – como flexibilidade, desburocratização, uma visão mais liberal da economia – passam confiança à economia real no processo de retomar as contrações”, explicou.
Na divisão por ramos de atividade, sete dos oito setores pesquisados criaram empregos formais em novembro: serviços (112.412), indústria de transformação ( 33.472 postos), administração pública (11.395), construção civil (11.097 postos), comércio ( 5.990 postos), extrativismo mineral (985 postos) e serviços industriais de utilidade pública, categoria que engloba energia e saneamento ( 865postos). Houve queda no nível de emprego da agropecuária (-3.077).
Nos dados regionais, quatro das cinco regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em fevereiro. O Sudeste liderou a abertura de vagas, com 101.649 postos, seguido pelo Sul (66.021 vagas), Centro-Oeste, 14.316 e Norte, 3.594. O Nordeste fechou 12.441 postos. Segundo Marinho, essa queda no Nordeste ocorreu devido a um efeito sazonal (característica típica do período), com o fim da safra de cana-de-açúcar. Na região, mais dependente da agricultura, há geração de emprego no período de plantio, colheita e processamento da cana-de-açúcar e posteriormente, queda no emprego formal.
Salário
O salário médio de admissão em fevereiro ficou em R$ 1.559,08 e o de desligamento, R$ 1.718,79. Em termos reais (descontada a inflação), houve queda de 4,13% no salário de contratação e de 0,2% no de demissão.
Reforma Trabalhista
Com relação às mudanças introduzidas pela nova lei trabalhista, o saldo de postos de trabalho na modalidade intermitente (em que o empregado recebe por horas de trabalho) chegou em 4.346 e no parcial, 3.404. As maiores gerações de vagas de trabalho intermitente ocorreram no setor de serviços (2.311) e comércio (973). No caso do trabalho parcial, a maior parte dos postos gerados foi do setor de serviços (2.658), seguido pelo comércio (424).
Os desligamentos por acordo chegaram a 19.030, em fevereiro. A maioria ocorreu no setor de serviços, com 8.930 desligamentos. (Renato Ferreira com Agência Brasil)
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GOVERNO ESTIMA ECONOMIA DE R$ 195 MILHÕES POR ANO; GASTO COM SERVIDORES EM 2019 SERÁ DE R$ 326 BILHÕES. MEDIDA VAI ACABAR COM 16% DOS CARGOS E FUNÇÕES COMISSIONADOS.

Conforme prometeu durante a campanha, o Presidente Jair Bolsonaro assinou Decreto, extinguindo 21 mil cargos, funções e grtificações no poder Executivo Federal. O Decreto foi publicado no "Diário Oficial da União" desta quarta-feira, 13/03.
De acordo com o governo, 6.587 cargos, que estão vagos, foram extintos de imediato. O restante, que está ocupado, será extinto até final de julho.
A previsão do governo é que a medida gere economia de R$ 195 milhões por ano. Esse valor representa 0,05% do que o governo estima que vai gastar com servidores em 2019 (R$ 326 bilhões).
Os cargos comissionados são mais conhecidos como Direção e Assessoramento Superior (DAS). Já as funções não estão associados a direção e geralmente rendem remuneração menor. As gratificações técnicas, por sua vez, são similares às funções mas relacionadas com atividades específicas.
As gratificações variam de R$ 62 a R$ 11.200 por mês - na média, porém, o governo paga aproximadamente R$ 570 ao mês por gratificação.

CORTE

O Ministério da Economia informou que esses 21 mil que serão extintos até julho representam 16% de todos os 131 mil cargos, funções e gratificações existentes. Após esse processo, portanto, o número será reduzido para 110 mil.
De acordo com o governo, o corte de cargos comissionados atinge todos os ministérios mas não vai comprometer a prestação de serviços à população.
Gleisson Rubin, secretário-adjunto de Desburocratização do Ministério da Economia, afirmou que ós órgãos vão rever suas estruturas para se adequarem aos cortes. Ele não descartou novas reduções no futuro.
"A gente vai observar como os órgãos vão se redesenhar e continuar avaliando. Se houver espaço, a gente pode voltar a fazer um novo [corte de vagas]", declarou. (G1)
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"Estamos aqui para mostrar que o Brasil mudou", afirmou o Presidente em entrevista no hotel onde está hospedado na Suíça

 

Em sua primeira viagem internacional como Presidente da República, Jair Bolsonaro vai participar, nesta terça-feira, 22/01, do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

Ele embarcou na noite desse domingo (20) acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. E passou o dia reunido com auxiliares. O Presidente vai apresentar uma série de temas que vão desde a abertura da economia, combate à corrupção, à preservação da democracia no Brasil e na América Latina. 

Em sua 39ª edição, o evento mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado.

Bolsonaro vai discursar amanhã na sessão plenária do Fórum, com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia.

Ele pretende transmitir a empresários e políticos a mensagem de que a economia do país está se modernizando, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

Na noite de terça-feira, Bolsonaro terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Equador, Peru e Costa Rica.

Para quarta-feira (23) está prevista a participação do Presidente brasileiro num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da 4ª revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial este ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira (24). (Agência Brasil)

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