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"Estamos aqui para mostrar que o Brasil mudou", afirmou o Presidente em entrevista no hotel onde está hospedado na Suíça

 

Em sua primeira viagem internacional como Presidente da República, Jair Bolsonaro vai participar, nesta terça-feira, 22/01, do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

Ele embarcou na noite desse domingo (20) acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. E passou o dia reunido com auxiliares. O Presidente vai apresentar uma série de temas que vão desde a abertura da economia, combate à corrupção, à preservação da democracia no Brasil e na América Latina. 

Em sua 39ª edição, o evento mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado.

Bolsonaro vai discursar amanhã na sessão plenária do Fórum, com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia.

Ele pretende transmitir a empresários e políticos a mensagem de que a economia do país está se modernizando, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

Na noite de terça-feira, Bolsonaro terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Equador, Peru e Costa Rica.

Para quarta-feira (23) está prevista a participação do Presidente brasileiro num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da 4ª revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial este ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira (24). (Agência Brasil)

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Valor oficial da transação não foi divulgado, mas é estimado em torno de R$ 500 milhões

 

O grupo francês de energia Total comprou a rede mineira de postos de combustíveis Zema, que pertence à família do futuro governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). O valor da transação não foi divulgada oficialmente, estimada em cerca de R$ 500 milhões.

A compra marca a entrada da companhia francesa em distribuição de combustíveis no País.

O Grupo Zema é dono de cerca de 300 postos de combustíveis e lojas de conveniência, boa parte em Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. A Zema Petróleo é a divisão de maior faturamento do grupo mineiro, fundado em Araxá em 1923 pela família mineira.

Com faturamento de cerca de R$ 4,4 bilhões no ano passado, o grupo Zema atua em diversos negócios - de lojas de varejo de móveis, eletrodomésticos e vestuários, concessionárias de veículos a serviços financeiros. Só a divisão de distribuição de combustíveis fatura R$ 2,5 bilhões.

Total

A Total é uma das maiores empresas no setor de energia mundial que produz e comercializa combustíveis, gás natural e eletricidade de baixo carbono, com 100 mil funcionários.

Com ativos em mais de 130 países, a ambição da empresa é se tornar a principal empresa de energia do mundo.

A empresa já opera no país desde 1975 no setor de petróleo, sendo sócia com 20 por cento de participação na área de Libra, a maior reserva petrolífera do país, em parceria com a Petrobras.

A francesa também tem uma aliança estratégica com a estatal brasileira que incluiu a transferência de 35 por cento dos direitos no campo de Lapa, no pré-sal da Bacia de Santos --a área está em produção desde o final de 2016.

A Petrobras também fechou negócio para transferir 22,5 por cento de seus direitos na área de Iara, também no pré-sal.

Em 2014, a petroleira esteve prestes a adquirir um outro ativo no País, a rede Ale, mas as negociações pararam após a morte do presidente do grupo francês, Christophe de Margerie.

Concentrado

O mercado de distribuição de combustíveis no Brasil é altamente concentrado. As três maiores empresas do setor - BR Distribuidora, controlada pela Petrobras; Raízen (joint venture Cosan e Shell) e Ipiranga (do grupo Ultra) - detêm juntas mais de 70% de participação. Os poucos ativos à venda desse setor são controlados pelas chamadas companhias de "bandeira branca" (não filiadas às grandes marcas internacionais ou nacionais).

A última grande transação desse mercado foi a venda do controle da Ale para a suíça Glencore, em junho deste ano. Considerada a grande joia do setor, a Ale, quarta maior rede de postos do País, com cerca de 1,5 mil unidades e cerca de 4% de participação no mercado nacional, já tinha sido sondada por várias empresas.

Além da Total, a Raízen já tinha analisado o negócio no passado. Em 2016, a Ale recebeu uma proposta de R$ 2,2 bilhões do grupo Ipiranga por 100% da rede de postos, mas a operação foi barrada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em 2017, alegando concentração no setor. Com a compra da Zema, a Total terá menos de 1% do mercado.

Zema

Fundado em 1923, em Araxá, em Minas Gerais, o Grupo Zema é um dos maiores conglomerados empresariais do país. Há mais de 15 anos, faz parte dos rankings nacionais e regionais das melhores empresas para se trabalhar.

Presente em dez estados brasileiros e com cerca de 5,3 mil colaboradores, atua em diferentes segmentos, com destaque para lojas de varejo, com móveis, eletrodomésticos e vestuários, concessionárias de veículos e serviços financeiros. (Estado de Minas)

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Aos poucos, porém, ainda longe do ideal, o Brasil está voltando aos trilhos do desenvolvimento econômico. Depois de três anos seguidos fechando no vermelho, a indústria brasileira voltou a crescer e fechou 2017 em alta de 2,5%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2017, a indústria do país teve o melhor resultado desde 2010, quando a produção industrial havia avançado 10,2%.

 

No entanto, apesar desse resultado positivo, a indústria ainda está longe de atingir o patamar que já havia produzido. "Quando a gente compara o patamar de produção, estamos ainda 13,8% distantes do pico da série histórica, observado em junho de 2013. Mas esse distanciamento já foi bem superior. Em fevereiro de 2016, por exemplo, essa distância era de 21,6%", disse o gerente da Coordenação de Indústria do IBGE, André Macedo. 

 

No último mês de dezembro, o setor registrou alta de 2,8% em relação a novembro - a maior desde junho de 2013, quando chegou a 3,5%. No geral do ano, quem puxou a expansão da indústria foi o segmento de veículos automotores, reboques e carrocerias, que registrou um crescimento de 17,2%.

 

No setor automotivo, conforme os dados, a expansão foi puxada pela exportação recorde de 762 mil veículos e por aquisições de empresas e taxistas no mercado interno. As vendas no varejo, para o consumidor comum, ainda não se recuperaram, segundo dados da Fenabrave. Em seguida, vêm os seguintes da economia:indústrias extrativas (4,6%), Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (19,6%), Metalurgia (4,7%), Produtos alimentícios (1,1%, )Produtos de borracha e de material plástico (4,5%), Celulose, papel e produtos de papel (3,3%), Máquinas e equipamentos (2,6%), Produtos do fumo (20,4%). Dentre as sete atividades com queda na produção, a indústria de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis recuou 4,1%, contribuindo negativamente para o resultado geral da indústria.

 

Já entre as grandes categorias econômicas, os destaques partiram de bens de consumo duráveis (13,3%) - impulsionada pela fabricação de automóveis e eletrodomésticos - e bens de capital (6%), sob influência do aumento da produção de equipamentos de transporte (7,9%), de uso misto (18,8%) e para construção (40,1%). Ainda segundo Macedo, o bom resultado do setor industrial em 2017 teve como principal destaque a categoria de bens de capital, que registrou oito meses consecutivos de resultados positivos no ano.

 

"Nesses oito meses seguidos de alta, Bens de Capital acumula uma expansão de 12,4%", apontou.À exceção dos meses de março e agosto, quando a indústria recuou, respectivamente 1,5% e 0,3%, todos os demais tiveram resultados positivos para a produção industrial do país. Macedo ponderou que isto é um indicador da recuperação do setor que, segundo ele, ocorre de maneira "lenta e gradual".Último mês do ano.

 

E na comparação de dezembro contra novembro de 2017, quem também puxou o avanço de 7,4% da indústria foi a prododuçãp de veículos automotores, reboques e carrocerias. A indúsdria de produtos alimentícios (3,3%), também contribuiu, avançaram pelo segundo mês consecutivo. Outras ramos que contribuíram também são as indústrias de produtos de borracha e material plástico (6,9%), de metalurgia (4,2%) e de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (10,3%), entre outros. Nessa base de comparação, reduziram a produção: produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-12,1%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,1%) e indústrias extrativas (-1,5%). (Fonte: G1)

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