Quinta, 18 Julho 2019 | Login
Para o Itamaraty, acordo com União Europeia mostra novo momento.
 
O Ministério das Relações Exteriores avalia que há uma convergência entre os quatro países-membros do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) para transformar o bloco em instrumento para aumentar a competitividade e a integração de suas economias com os mercados regional e global. “O acordo com a União Europeia é evidência deste novo momento vivido pelo Mercosul”, diz a nota do Itamaraty.
O presidente Jair Bolsonaro recebeu a presidência pro tempore (rotativa) do Mercosul ao participar nesta quarta-feira, 17/07, da 54ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, em Santa Fé, na Argentina. Ao discursar na sessão plenária, Bolsonaro disse que vai trabalhar para acelerar a modernização do grupo.
“Durante sua presidência, o Brasil buscará preservar e fortalecer as linhas de ação adotadas durante o mandato argentino, no sentido de intensificar a negociação de acordos comerciais externos, reduzir a Tarifa Externa Comum e dar seguimento aos esforços de racionalização do funcionamento do bloco, com diminuição de custos e burocracia”, informa a diplomacia brasileira. (Agência Brasil)
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Depois de o banco ter devolvido R$ 30 bilhões ao Tesouro neste ano, Montezano comprometeu-se a devolver mais recursos até atingir o valor prometido de R$ 126 bilhões no fim do ano. Empréstimos benevolentes feitos pelos governos petistas a outros países serão objeto de investigação.
 
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pretende explicar a “caixa-preta” na instituição financeira em até dois meses, disse,nesta terça-feira, 16/07, o novo presidente da instituição, Gustavo Montezano. Ele disse que não tem opinião formada sobre as gestões anteriores, mas que precisa explicar decisões tomadas nos últimos anos pelo banco.
“O que a gente está se propondo a fazer é explicar a 'caixa-preta'. Há uma dúvida clara sobre o que há ou não no BNDES. Cada um me conta uma informação diferente da mesma história. Ao fim de dois meses, quero ser capaz de explicar esse conjunto de regulações, empréstimos, perdas financeiras que contextualizam a 'caixa-preta'. O que sairá desse estudo, eu prefiro não comentar agora. Prefiro fazer o dever de casa e qualificar esse tema", disse Montezanona primeira entrevista coletiva após assumir o cargo.
Utilizada pelo presidente Jair Bolsonaro, a expressão “caixa-preta do BNDES” refere-se a financiamentos para a exportação de serviços a países em desenvolvimento, como Cuba, Angola, República Dominicana e Argentina. Atualmente, o banco divulga as condições dessas operações na página BNDES Transparente, mas Montezano disse ser prioridade número um da sua gestão prestar mais esclarecimentos à sociedade.
“Qualquer que seja a conclusão, a gente precisa ser transparente e trazer ela para a sociedade e para a mídia. Qualquer coisa que eu fale agora, pode ser leviano ou parcial. Esperem dois meses para a gente ter algo completo e conclusivo. É a prioridade um do banco. Aspecto de imagem, protocolo, a gente tem de analisar sobre todas essas óticas”, explicou.
Metas
Montezano tomou posse hoje (16) no comando do banco, substituindo o economista e ex-ministro Joaquim Levy, que pediu demissão em junho. Além da divulgação dos detalhes da “caixa-preta” do banco, ele anunciou quatro metas: a venda de ações de empresas em poder do banco; a devolução ao Tesouro de R$ 126 bilhões até o fim do ano e de R$ 144 bilhões até o fim de 2022; um plano de metas, orçamento e dimensionamento para os próximos três anos; e a prestação de serviços de assessoria financeira a órgãos do governo federal, a estados e municípios.
Em relação à venda de ações, Montezano disse que pretende acelerar a venda da participação do banco em empresas públicas e privadas. Hoje, o BNDESPar, ramo do BNDES que detém papéis de empresas, tem R$ 106,8 bilhões em ações, das quais R$ 53,3 bilhões da Petrobras; R$ 16,5 bilhões da Vale; R$ 9,3 bilhões da Eletrobras e R$ 9,26 bilhões da JBS. O banco ainda tem papéis em empresas de celulose e de empresas estaduais do setor elétrico, entre outras.
Montezano reconheceu que não pode desfazer-se de todos os papéis de uma só vez, para evitar que o preço das ações desabe no mercado e o banco tenha prejuízo. No entanto, comprometeu-se a acelerar as vendas, sem dar prazo. “Boa parte hoje são posições especulativas. Se o preço das ações sobe, é um mero ganho financeiro sem nenhuma entrega para a sociedade. É melhor tirar dinheiro daqui e colocar em outros ativos, como o saneamento, que também vai ter retorno financeiro, mas muito mais outros derivados disso para a sociedade como um todo”, disse.
Segundo ele, o BNDESPar pode até comprar ações de empresas, se comprovado que a participação renderá retornos para a sociedade, como investimentos em educação e saneamento básico.
Devolução
Depois de o banco ter devolvido R$ 30 bilhões ao Tesouro neste ano, Montezano comprometeu-se a devolver mais recursos até atingir o valor prometido de R$ 126 bilhões no fim do ano. Ele esclareceu que o ressarcimento não prejudicará a segurança financeira do banco, porque o dinheiro sairá do caixa da instituição, não do capital (dinheiro que precisa ficar parado para cumprir requisitos de segurança).
Segundo Montezano, a estratégia permitirá ao banco emprestar cerca de R$ 70 bilhões por ano. “Esse é o valor próximo da média histórica, antes de outros governos injetarem recursos no banco para emprestar para setores escolhidos”, esclareceu.
Além dos títulos públicos emprestados pelo Tesouro, o governo injetou R$ 36 bilhões em instrumento híbrido de capital e dívida (ITCD) no banco nos últimos anos. No entanto, Montezano disse que a devolução desses instrumentos, como está ocorrendo com a Caixa Econômica Federal, não tem prazo para ocorrer. “Somente depois que a gente reembolsar os recursos do Tesouro, vamos começar a discutir a devolução do ITCD”, explicou.
Assessoria financeira
Sobre a venda de serviços de assessoria financeira, Montezano explicou que o BNDES pretende auxiliar o governo federal, estados e municípios nas áreas de privatização, concessão, investimentos, parcerias público-privadas e reestruturação financeira. Os contratos serão vinculados ao sucesso de cada operação. “Caso a concessão ou privatização seja bem-sucedida, o banco recebe uma parte do resultado em forma de comissão”, disse.
O presidente do BNDES confirmou que os primeiros clientes do banco serão o Ministério da Infraestrutura, nos projetos de concessões; a Casa Civil, responsável pelo Projeto Piloto de Investimentos, e a Secretaria de Desestatização, Desinvestimentos e Mercados do Ministério da Economia, que coordenará as privatizações. O banco oferecerá assessoria técnica e conhecimento para o planejamento das operações. Numa segunda etapa, o serviço será estendido a prefeituras e governos estaduais. (Agência Brasil)
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Primeira-dama disse que "a paz só pode ser alcançada através do amor e do respeito".
O Brasil vive, realmente, novos tempos. A primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro recebeu o título de Cidadã do Mundo pela Paz, na quinta-feira, 27/06, em Brasília. A honraria foi prestada por membros da Academia Internacional de Cultura.
Michelle Bolsonaro 1
Durante a cerimônia, Michelle reforçou sua missão em trabalhar pela inclusão da comunidade surda e das pessoas com deficiência na sociedade brasileira. Ela também ostenta o título de Embaixadora da Paz, concedido pela Federação para a Paz Universal, pela Associação das Mulheres para a Paz Mundial e pela Associação das Famílias para a Unificação e Paz Mundial.
"A paz só pode ser alcançada através do amor e do respeito", disse Michelle Bolsonaro. (Portal: Pleno.News)
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Os dois presidentes participam da reunião do G20, em Osaka.
 
 
Enquanto a esquerda brasileira tenta desconstruir o governo com acusações sem fundamentos e sem provas, o presidente Jair Bolsonaro continua trabalhando aqui e lá fora com o objetivo de recolocar o país nos trilhos do desenvolvimento. O presidente brasileiro participa da reunião de cúpula do G-20, no Japão, onde tem se reunido com lideranças das grandes potências mundiais.
Nesta sexta-feira, 28/06, por exemplo, os presidentesJair Bolsonaro e Donald Trump, dos Estados Unidos, tiveram uma reunião bilateral onde trataram de temas como a relação comercial entre os dois países, a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a situação da Venezuela.
“A OCDE foi tema nesse encontro, e falou-se também da Venezuela, dos aspectos que podem ser elevados por ambos os países para uma solução democrática e duradoura na Venezuela. Falou-se das possibilidades de apoio e interlocução entre os países sob o ponto de vista comercial e sob outros pontos de vista”, disse o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros.
No final de maio, os Estados Unidos decidiram apoiar formalmente a entrada do Brasil na OCDE. O anúncio oficial do apoio foi dado durante a reunião do órgão, em Paris. Na ocasião, o presidente Bolsonaro postou no Twitter mensagem afirmando que o suporte norte-americano é “fruto da confiança no novo Brasil”.
 
MACRON
Bolsonaro também se reuniu com o presidente da França, Emmanuel Macron. Os dois conversaram durante cerca de 30 minutos sobre temas como o acordo entre o Mercosul e a União Europeia, o Acordo de Paris, meio ambiente e temas referentes à fronteira entre o Brasil e a Guiana Francesa.
O presidente Bolsonaro convidou Macron para visitar o Brasil, em especial a Região Amazônica. “A fim de que essa visita possa colaborar para uma narrativa verdadeira a respeito do esforço que o presidente Bolsonaro vem realizando junto com o governo para que o meio ambiente seja preservado no nosso país, como sempre foi, mas também termos a possibilidade de agregarmos a esse processo de preservação o desenvolvimento socioeconômico”, disse Otávio Rêgo Barros.
 
OCDE
O presidente Jair Bolsonaro ainda esteve com o secretário-geral da OCDE, José Angel Gurría Treviño, e, segundo o porta-voz, há uma expectativa “extremamente positiva” em relação a entrada do Brasil na instituição.
“Existe uma seleção de países e há uma cronologia dessa seleção, mas o Brasil está muito bem posicionado, porque atende a maioria dos pré-requisitos que são apresentados por aquela organização”, explicou.
O ingresso de um país ao grupo de nações que compõem a OCDE traz benefícios em vários setores, especialmente na atração de investimentos.
Na agenda de Bolsonaro no Japão ainda teve um encontro com o presidente do Banco Mundial, David Malpass, e uma reunião informal do Brics, grupo de países que reúne Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul. (Fonte: Agência Brasil).
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Ovacionado aos gritos de "mito", ele destacou a importância que o público evangélico teve nas eleições de 2018.
 
Jair Bolsonaro foi o primeiro presidente da República a participar da Marcha para Jesus, principal encontro evangélico do país que reuniu milhares de fiéis na Zona Norte de São Paulo nesta quinta-feira (20), na sua 27ª edição. Ovacionado aos gritos de “mito”, ele destacou, em seu discurso, a importância que o público evangélico teve nas eleições de 2018 e já prometeu voltar ao evento no próximo ano.
De acordo com Bolsonaro, os evangélicos foram “decisivos para mudar o destino dessa pátria maravilhosa chamada Brasil”. Ele afirmou que, “quem achava que sucumbiríamos no início perdeu, porque temos a verdade e um povo maravilhoso ao nosso lado.”
Marcha para Jesus Bolsonaro
O presidente ainda repetiu que “apesar do estado ser laico, ele é cristão” e pontuou que “feliz é a nação cujo Deus é o senhor”. “Em nosso meio político a verdade sempre foi a primeira vítima. Até o último dia do meu mandato, ela será o norte do trabalho. Até mesmo uma família só pode ser sólida se entre o casal imperar a verdade acima de tudo.”
Bolsonaro agradeceu a Deus por estar vivo e às orações dos fiéis nos momentos difíceis “que encontrou pela frente”, referindo-se à facada que recebeu de Adélio Bispo durante um evento da campanha. Ele disse que “todos sabem que nosso país têm problemas de ética, moral e economia, mas entendemos que podemos reverter isso, ser o ponto de inflexão e fazer com que o Brasil seja um dia colocado no local de destaque que merece”.
Segundo o presidente, toda a população compartilha dessa responsabilidade de fazer o país crescer. “Primeiro vem Deus, depois a família tradicional e respeitada acima de tudo”, afirmou. Bolsonaro, por fim, elogiou a esposa, Michele, e pediu aos evangélicos que mandassem a ela “um grande abraço”.
“Nenhum homem pode ser vitorioso se não tiver ao seu lado uma mulher maravilhosa. Muito obrigado a todos. Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, finalizou, segurando bandeiras do Brasil e de Israel.

EMBAIXADOR DE ISRAEL ESTAVA PRESENTE

O embaixador de Israel, Yossi Shelley, esteve ao lado do presidente. Bolsonaro reiterou que sempre cita o país quanto tem a oportunidade e que “costuma dizer que o único diferencial entre o Brasil e Israel é um povo e uma classe política que tem fé, acredite no próximo, e que queira botar os interesses do país acima dos individuais”.
Ele disse que sonha que as novas gerações, por intermédio da educação, “sejam melhores do que nós, porque assim teremos a certeza que estaremos evoluindo e próximos de países maravilhosos como Israel”. “Temos pela primeira vez na história um governo que está cumprindo o que prometeu na campanha”, completou.
Em rápido discurso, Shelley agradeceu ao povo brasileiro, às lideranças evangélicas e ao presidente que, segundo ele, “ajuda Israel mais que qualquer outro país do mundo”. (Jovem Pan)
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Em mais de 200 cidades de 21 Estados e do Distrito Federal, milhares de brasileiros vestidos de verde e amarelo foram às ruas em apoio às medidas do governo Federal contra a corrupção.

Por Renato Ferreira - 

Se alguém duvidava da força do povo brasileiro, que elegeu Jair Bolsonaro com mais de 57 milhões de votos, em 2018, com certeza, a partir das manifestações deste domingo, 26/05, mudará de ideia. Foi um apoio maciço de milhares de pessoas que, vestidas de verde e amarelo, foram às ruas em mais de 200 cidades de 21 Estados e do Distrito Federal. Dentre os temas principais, os manifestantes exigiram aprovação da reforma da Previdência e, principalmente, do Projeto Anti-crime do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Manifestações pró Governo rio de janeiro

Sem dúvida, as manifestações de hoje serviram como um termômetro democrático e positivo para o Governo Bolsonaro, que vinha enfrentando problemas para aprovar suas propostas no Congresso Nacional, sobretudo, junto aos membros do Centrão. Mesmo já tendo diminuído as pressões contra o governo na última semana, quando aprovaram a Medida Provisória que reestrutura os Ministérios, parlamentares da oposição e do Centão foram emparedados pelas manifestações de hoje.

A partir de agora, os parlamentares terão que pensar duas vezes antes de continuarem exigindo "articulações" do governo para votarem medidas como a Nova Previdência e o Projeto Anti-crime. Sem cabresto de políticos e sindicatos corruptos, o povo brasileiro mostrou mais uma vez que está ao lado do governo para mudar o Brasil.

Verde e amarelo

Manifestação na av Paulista 2

Ao contrário das manifestações da oposição, quando o povo comparece também, mas, só vão de ônibus, nas manifestações de apoio ao governo, os brasileiros vão espontaneamente para as ruas. E vão vestidos de verde e amarelo para mostrar que as cores do Brasil continuam as cores da Bandeira do Brasil.

Neste domingo de sol, mesmo antes das 14h (horário marcado para o início das manifestações), a Avenida Paulista já recebia um grande público. De todas as estações do Metrô era impressionante o número jovens, homens e mulheres de todas a idades que chegavam à principal via pública de São Paulo e local das principais manifestações paulistanas.

Manifestação na av Paulista nós estávamos lá

Com o jornalista Renato Ferreira, Notícias & Opinião esteve neste domingo na Avenida Paulista. E lá, constatamos que, realmente, trata-se de uma manifestação espontânea de um povo que não suporta mais que o país seja comandado por corruptos. E por mais que a grande imprensa, inconformada com as medidas austeras do governo, tente minimizar o tamanho e os efeitos destas manifestações, a verdade é que a maioria dos brasileiros não se ilude mais com notícias falsas ou opiniões deturpadas dos fatos. Foram também manifestações pacíficas. Não houve, por exemplo, nenhum registro de baderna, quebra-quebra de bens públicos ou privados e nem ônibus queimados. 

O Brasil mudou e os políticos que insistirem na prática de uma velha política, com base na corrupção, estão com os dias contados. Durante o tempo em que permanecemos na Paulista, vimos apenas o senador Major Olímpio e alguns deputados do PSL. Políticos de outros partidos apostavam no fracasso das manifestações. Com certeza, a partir desta segunda-feira, esses políticos já deverão mudar de opinião, caso queira continuar sintonizados com as ruas do país.

Por volta das 16h, cerca de sete quarteirões da Paulista foram tomados por uma verdadeira multidão. E o apoio não era somente dirigido ao Presidente Bolsonaro. Os gritos eram também de apoio incondicional aos ministros Paulo Guedes (Economia), e a Sérgio Moro (Justiça). E, claro, não faltaram também críticas ao Parlamento. A todo momento era possível ouvir críticas, por exemplo, ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). (Renato Ferreira)

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O tucano Geraldo Alckmin, candidato à Presidência em 2018, que levou uma surra na eleição, atribuiu sua derrota à facada que Bolsonaro levou.

“Eu estava subindo e ele, caindo. Só no dia da facada, ele teve 22 minutos de Jornal Nacional”, disse Alckmin, durante debate na Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado, em São Paulo. (Com a informação: Folha de São Paulo e O Antagonista)

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O presidente Jair Bolsonaro recebeu nesta quinta-feira, 16/05, em Dallas, no Texas, o prêmio de Personalidade do Ano da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos. O evento foi realizado durante almoço oferecido pelo World Affairs Council (Conselho de Assuntos Mundiais, em tradução livre) de Dallas/Fort Worth, e contou com a participação de dezenas de empresários, além de ministros do governo brasileiro.  
No discurso improvisado de cerca de 13 minutos, o presidente brasileiro ressaltou a aproximação de seu governo com os Estados Unidos, criticou setores de esquerda e governos anteriores e reafirmou que sua eleição foi resultado de um "milagre".
"Realmente aconteceu o que eu chamo de milagre, no Brasil. Ou melhor, dois milagres. Um, eu agradeço a Deus pela minha sobrevivência. E o outro, pelas mãos de grande parte dos brasileiros, alguns morando aqui nos Estados Unidos, me deram a missão de estar à frente desse grande país, que tem tudo para ocupar um local de destaque no mundo, mas que, infelizmente, por políticas nefastas de gente que tinha ambição pessoal acima de tudo, não nos deixaram ascender", afirmou.
Bolsonaro disse que, no começo, até dentro de casa havia dúvidas sobre sua ambição que, segundo ele, nunca foi pessoal. "Com verdade, comecei andando sozinho por todo o Brasil. Às vezes, gente da própria casa achava que tinha algo errado comigo, tendo em vista o que eu almejava. Mas não almejava por mim, sabia dos problemas".
O presidente comparou a situação do Brasil com a de Israel e se colocou com um "ponto de inflexão" para que o país alcance um melhor patamar de desenvolvimento: "Eu sempre dizia nas minhas andanças: olhe o que Israel não tem e veja o que eles são. Agora olhe o que o Brasil tem e o que nós não somos. Onde está o erro? Onde está o ponto de inflexão? E eu me apresentei para ser esse ponto de inflexão", disse.
Relação com EUA
Bolsonaro recebe prêmio em Dallas 1
Dirigindo-se a uma plateia formada basicamente por empresários, Bolsonaro criticou a política de governos anteriores em relação aos Estados Unidos e prometeu maior aproximação: "No Brasil, a política, até há pouco, era de antagonismo a países como os Estados Unidos. Os senhores eram tratados como inimigos nossos. (...) O Brasil de hoje é amigo dos EUA, respeita os EUA, quer o povo americano e os empresários americanos ao nosso lado". O presidente disse estar convicto de que a união e a confiança entre os dois países podem levar à ampliação do comércio e à assinatura de acordos entre os dois governos.
Venezuela e Argentina
Jair Bolsonaro voltou a citar a crise na Venezuela, opinou sobre as eleições na Argentina e criticou líderes e partidos de esquerda latino-americanos. "Falou-se há pouco aqui da nossa querida Venezuela. Pobre povo venezuelano está fungindo da violência, da fome e da miséria. Mas não se esqueçam da nossa Argentina, [que] está indo para um caminho bastante complicado, com problemas estruturais em seu país. O meu amigo Macri enfrenta dificuldades e vê crescer a possibilidade de uma presidente última voltar ao poder – essa que era amiga do PT no Brasil, de Chávez, de Maduro, dentre outros, além de Fidel Castro", afirmou Bolsonaro.
Ele ainda acrescentou que pretende visitar em breve a Argentina, mas negou intromissão em questões internas do país vizinho. "Vamos colaborar no que for possível com aquele país, sem nos imiscuirmos nas questões internas, mas sabedores de que se tivermos uma outra Venezuela no Cone Sul da América do Sul, os problemas são enormes para nós e, com toda certeza, para os senhores".
Contingenciamento
Ao citar as manifestações de ontem no Brasil contra o bloqueio orçamentário em universidades públicas, Bolsonaro disse que o Brasil tem um "enorme potencial humano", mas que a imprensa, as escolas e as faculdades sofrem interferência da esquerda.
"Temos um potencial humano fantástico, mas a esquerda brasileira entrou, infiltrou e tomou não apenas a imprensa, mas em grande parte as universidades e escolas do ensino médio e fundamental", disse. Em outro ponto do discurso, o presidente voltou a citar a mídia, que, segundo ele, não é isenta no Brasil. "Se vocês fossem isentos, já seria um grande sinalizador de que o Brasil poderia sim romper obstáculos e ocupar um local de destaque no mundo".
Nova York
Bolsonaro recebe prêmio em Dallas 2
Anteriormente, a homenagem ao presidente seria entregue em evento em Nova York, mas o governo brasileiro cancelou a agenda na cidade após críticas do prefeito nova iorquino, Bill de Blasio. Ao mencionar o assunto em seu discurso em Dallas, Bolsonaro disse lametar o episódio e que respeita todo o povo norte-americano.
"Eu lamento muito o ocorrido nos últimos dias, de não poder comparecer em outra cidade. Não posso ir na casa de uma pessoa onde alguém de sua família não me quer bem. Mas o meu amor, meu respeito e minha consideração por todos os Estados Unidos, inclusive os nova-iorquinos, continuarão da mesma forma".  
O presidente embarcou na noite de terça-feira (14) para uma viagem de dois dias ao Texas. Ontem (15), Bolsonaro se reuniu com o ex-presidente norte-americano George W. Bush e com o senador texano Ted Cruz e visitou o museu The Sixth Floor que apresenta a narrativa do assassinato do presidente americano John F. Kennedy, em Dallas, no ano de 1963. Na manhã de hoje, teve encontros com empresários.
A comitiva presidencial estará de volta ao Brasil na manhã desta sexta-feira (17). (Agência Brasil - Fotos: Marcos Corrêa e Isac Nóbrega/PR)
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Agora, a nova norma permite, na prática, que o agressor seja imediatamente afastado do lar, domicílio ou local de convivência, mesmo sem a determinação de um juiz.
Nesta terça-feira, 14/05,ao lado da Senadora Leila do Vôlei (PSB-DF), e de outras autoridades do Governo e do Congresso, o presidente Jair Bolsonaro sancionou mudanças na Lei Maria da Penha para facilitar a aplicação de medidas protetivas de urgência a mulheres ou a seus dependentes, em casos de violência doméstica ou familiar. A lei sancionada possibilita maior agilidade na tomada de decisão por autoridades da Justiça e da Polícia.
De acordo com a norma, verificada a existência de risco atual ou iminente à vida ou à integridade física da vítima, o agressor será imediatamente afastado do lar, domicílio ou local de convivência com a pessoa ofendida. E essas medidas podem ser tomadas pela polícia sem a necessidade de ordem judicial.
A medida de afastamento caberá à autoridade judicial; ao delegado de polícia, quando o município não for sede de comarca; ou ao policial, quando o município não for sede de comarca e não houver delegado disponível no momento da denúncia.
Além do afastamento imediato, a lei determina que, nos casos de risco à integridade física da ofendida ou à efetividade da medida protetiva de urgência, não será concedida liberdade provisória ao preso. (Fonte: Agências)
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Em entrevista, o presidente disse ainda que o ex-juiz da Lava-Jato será um aliado 'do Brasil'. Bolsonaro falou também sobre Lula, Coaf e prisão em segunda instância.
 
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) confirmou neste domingo 12/05, que vai indicar o ministro da Justiça Sérgio Moro para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal no ano que vem, quando o decano da Corte Celso de Melo se aposenta por completar 75 anos.
Em meio a uma ação do Congresso Nacional para retirar o Controle de Atividades Financeiras (Coaf) das mãos do ex-magistrado, ele afirmou ainda que o ex-magistrado continuará tendo poder sobre os serviços que auxiliam o combate à corrupção e a lavagem de dinheiro, mesmo se o órgão migrar para o Ministério da Economia.
Promessa e compromisso
Ao confirmar que irá cumprir a promessa feita ao ex-juiz – que largou a magistratura após ganhar notoriedade por conduzir a Operação Lava-Jato – para compor seu governo, Bolsonaro afirmou que o indicado será um aliado “do Brasil”. “Fiz um compromisso com ele, porque ele abriu mão de 22 anos de magistratura, e falei que a primeira vaga que tiver está à sua disposição. Ele vai ter que passar por sabatina técnica e política, mas vou honrar esse compromisso com ele caso queira ir” afirmou o presidente em entrevista ao jornalista Milton Neves, transmitida pela TV Band News e Rádio Bandeirantes.
O presidente disse acreditar que a indicação de Moro, que foi responsável em primeira instância pela condenação que levou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à prisão, será bem recebida pelos brasileiros.
Lula e Coaf
“Acho que a nação toda vai aplaudir um homem desse perfil no Supremo”, disse. Bolsonaro também defendeu a aprovação do pacote anti-crime do ministro e disse acreditar que ela esteja sendo dificultada no Congresso porque “poderia retardar a saída do Lula da cadeia”, disse, desconsiderando o princípio constitucional pelo qual as leis criadas não podem retroagir, a não ser em benefício do réu.
Questionado sobre a mudança no Coaf, Bolsonaro disse que vai trabalhar para que o órgão fique no ministério de Moro, mas admitiu a possibilidade de o Legislativo concretizar a mudança. O presidente disse que o seu partido, PSL, vai defender a manutenção e pedir votação nominal. Com isso, segundo ele, os parlamentares que insistirem na migração da pasta vão ter que arcar com o desgaste.
“Vamos supor que (o Coaf) vá para o Paulo Guedes (ministro da Economia): Ele vai ter linha direta com o Ministério da Justiça, então é uma medida inócua e um desgaste desnecessário porque, precisando de informações, o Moro vai ter, ele vai ter gente no Coaf”, disse.
Bolsonaro, no entanto, defendeu mais controle sobre o Coaf para evitar o vazamento de informações. Recentemente, o órgão tornou pública a movimentação financeira suspeita de R$ 7 milhões do ex-motorista da família. Ele é investigado pelo Ministério Público por suspeita de participar de um esquema de rachadinha que teria sido feito pelo senador Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), quando era deputado estadual.
Imposto de Renda
Em conversa descontraída com o apresentador esportivo, Bolsonaro também afirmou que seu governo vai corrigir a tabela do Imposto de renda ainda neste ano. Segundo ele, a orientação já foi passada ao ministro Paulo Guedes.
Bolsonaro também voltou a defender a Reforma da Previdência e o decreto de ampliação do porte de armas. “Sou homem e tenho que defender minha esposa. Se o cara entra na minha casa vai levar chumbo mesmo”, disse. Segundo ele, as mudanças foram propostas por ele por estar confiando nas pessoas e vão ajudar o Brasil a “diminuir a violência”.
O presidente se posicionou contra a volta do imposto sindical e disse que a maioria dos sindicatos só atua em causa própria e atrapalha o Brasil.
Questionado se estariam tentando desgastá-lo para tomar seu lugar, Bolsonaro entendeu a pergunta como uma referência ao vice-presidente, general Hamilton Mourão, e disse que só quem está no cemitério não quer ascensão, mas que acredita que o vice não tenha essa pretensão. “Que tem gente que busca maneira de te minar para ganhar algo lá na frente, sempre existiu e existe no meu governo. A gente vai se preparando e tem que tomar as vacinas para se progredir”, ponderou. (Estado de Minas)
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