Sábado, 21 Setembro 2019 | Login
Vice-presidente Hamilton Mourão continuara no cargo presidencial até quarta-feira.
 
O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), receberá alta na tarde desta segunda-feira, 16/09. Depois de algumas sessões de fisioterapia, o chefe do Executivo brasileiro deixará o Hospital Vila Star, em São Paulo, onde se recuperava de cirurgia para corrigir uma hérnia incisional.
Em boletim, divulgado na manhã desta segunda-feira, o hospital informou que Bolsonaro também fará as demais atividades de recuperação em domicílio, além de repousar até ter condições de retornar ao cargo presidencial.
“O Hospital Vila Nova Star informa que o senhor presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, internado desde o dia 7 de setembro, receberá alta hoje, no período da tarde, após a realização das sessões de fisioterapia. O Presidente continuará sua recuperação em domicílio, devendo seguir as orientações médicas relacionadas à dieta e atividade física, sob supervisão conjunta da equipe médica do Dr. Macedo e da equipe da Presidência da República", diz o boletim médico.
Logo depois, o porta-voz da República, Otávio Rêgo Barros,concedeu uma entrevista coletiva e explicou que Bolsonaro ficará fora do cargo por mais dois dias. O vice-presidente Hamilton Mourão está provisoriamente na cadeira presidencial desde então. A previsão inicial era que o vice substituísse o presidente até a última sexta-feira.
“Vamos entender o período de interinidade do vice presidente Hamilton Mourão por mais dois dias. Ou seja, amanhã (terça-feira) e depois (quarta-feira) a presidência estará sob condão do General Mourão. Orientação médica acolhida pelo presidente na plenitude”.
Bolsonaro está internado desde 7 de setembro no hospital paulistano, onde realizou a quarta cirurgia desde que sofreu uma facada na barriga durante um ato da campanha presidencial de 2018, em Juiz de Fora, na Zona da Mata de Minas Gerais.
Viagem a Nova York
O porta-voz confirmou que está mantida a viagem de Bolsonaro a Nova York, nos Estados Unidos, onde Bolsonaro discursará na abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), no dia 24 de setembro. A ida do presidente, no entanto, foi adiada do dia 22 para o dia 23. O retorno está previsto para o dia 25, depois de uma parada no Texas para, segundo Rêgo Barros, encontrar-se com empresários ligado ao setor militar.
De acordo com o porta-voz, o diálogo será para entender as possibilidades "de o Brasil, por meio dessa interlocução, efetuar alguma atividade comercial."
Antes da viagem aos Estados Unidos, a equipe médica do Hospital Vila Nova Star que acompanha o presidente deverá ir a Brasília realizar uma avaliação.
Bolsonaro "vai exercer a Presidência da República entendendo as necessidades de adequar-se a eventuais limitações", disse Rêgo Barros. O porta-voz também confirmou que Bolsonaro deverá viajar à Ásia no final de outubro.
Recuperação
Na noite do último sábado, o presidente passou de uma dieta líquida para uma dieta cremosa. Já na noite desse domingo, os médicos começaram a diminuir a alimentação endovenosa (diretamente na veia). Na semana passada, Bolsonaro chegou a usar uma sonda nasogástrica para retirada de ar e líquidos do estômago e do intestino, após uma distensão abdominal. (Fonte: Estado de Minas)
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A partir deste domingo, o Palácio do Planalto é comandado pelo vice-presidente da República, general Hamilton Mourão.
 
A cirurgia do presidente da República, Jair Bolsonaro, terminou às 12h40 deste domingo, 08/09, após cerca de cinco horas de duração. A informação é da assessoria de imprensa do Palácio do Planalto.
Segundo o Hospital Vila Nova Star, na capital paulista, onde ocorreu o procedimento, a operação foi iniciada às 7h35. Está previsto para a tarde de hoje um boletim médico e uma entrevista coletiva com os médicos sobre a cirurgia.
A retirada de uma hérnia incisional do presidente é a quarta cirurgia após ele ter recebido uma facada em Juiz de Fora (MG), durante a campanha presidencial, em 2018. De acordo com o médico Antonio Luiz de Vasconcellos Macedo, mesmo cirurgião que comandou as últimas duas operações, realizadas no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, a intervenção deste domingo é mais simples. Inicialmente tinha previsão de durar cerca de três horas.
Bolsonaro deve se licenciar do cargo por cinco dias, segundo informou o Palácio do Planalto. Ele deu entrada no hospital na noite de ontem (7). A previsão é que o presidente retome o cargo ainda no hospital, mas somente após um período inicial de recuperação.
Ao todo, ele deve permanecer internado por até dez dias. A partir deste domingo, o Palácio do Planalto é comandado pelo vice-presidente da República, general Hamilton Mourão.
O filho Carlos Bolsonaro, vereador carioca, passou a noite com o pai. Pouco antes das 7h, horário previsto para início da cirurgia, o outro filho - o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) - chegou ao hospital. O presidente é acompanhado também pela primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Íntegra do Boletim Médico
"O Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, foi submetido a cirurgia de correção de hérnia incisional, hoje, 8 de setembro, às 7h35, com término às 12h40, no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo. O procedimento foi bem-sucedido, realizado pelo cirurgião-chefe Dr. Antônio Luiz de Vasconcellos Macedo e sua equipe. A técnica utilizada foi a Herniorrafia Incisional com implantação de tela. O paciente fará sua recuperação no apartamento e apresenta quadro clínico estável. Por orientação médica, estará com visitas restritas nesse momento". (Fonte: Agência Brasil)
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Pelo projeto "Em Frente, Brasil", cada municípios receberá R$ 4 milhões para as ações.
 
Enquanto a esquerda fica 24h só criticando e tentando desestabilizar o Governo Federal, O Presidente Jair Bolsonaro lançou nesta quinta-feira 29/08 o projeto "Em Frente, Brasil", que tem como objetivo o enfrentamento à criminalidade violenta no país por meio de forças-tarefas, a partir ações conjuntas entre a União, os estados e os municípios.
O projeto-piloto será implementado em cinco cidades: Ananindeua (PA), Goiânia, Paulista (PE), Cariacica (ES) e São José dos Pinhais (PR). Serão investidos R$ 20 milhões para financiar as atividades, sendo R$ 4 milhões para cada município, ao longo dos próximos seis meses.
Na cerimônia de lançamento do projeto, no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro, ministros, governadores e prefeitos dos cinco municípios assinaram os protocolos de intenção para o início da primeira fase do projeto.
Crimes violentos
De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, os municípios que integram o projeto-piloto não são os mais violentos do país, mas registraram números absolutos de homicídios consideráveis nos últimos anos. O projeto tem como foco os crimes violentos, como homicídios, feminicídios, estupros, latrocínios e roubos.
Baseados no diagnóstico e nos índices de criminalidade, as cidades serão atendidas por meio da atuação transversal e multidisciplinar de iniciativas nas áreas da educação, saúde, habitação, emprego, cultura, esporte e programas sociais.
"É preciso nós termos segurança, é preciso nós termos policiais nas ruas, é preciso nós retirarmos de circulação o criminoso violento, o criminoso perigoso, mas também temos que enfrentar as causas da criminalidade, eventualmente relacionadas à degradação urbana, ao abandono e, para isso, nós precisamos aliar política de segurança sólida com políticas de outra natureza", disse o ministro Sergio Moro.
A primeira fase do projeto-piloto foi batizada de "choque de segurança", e inclui o emprego de diferentes forças policiais (federal, civil e militar) por meio de força-tarefa para desbaratar grupos criminosos organizados. O objetivo, no curto prazo, é reduzir os índices de criminalidade no território.
As metas serão definidas a partir da elaboração de um plano local de segurança para cada município, que será parte da segunda fase do projeto. Esse plano integrará, após um diagnóstico prévio, um conjunto de ações de políticas públicas em outras áreas, para reduzir as vulnerabilidades sociais que estão na causa dos altos indicadores de violência nessas regiões.
O Ministério da Cidadania anunciou a entrega, para cada uma das cinco cidades, de um micro-ônibus da rede de assistência social, para auxiliar nas ações integradas ao projeto.
"Nós vamos testar, num curto espaço de tempo, todas as ações integradas que podem haver, tanto na área de segurança, especificamente na repressão. [Vamos] Aumentar o controle do território pelas forças de segurança, mas também garantir uma melhoria dos indicadores sociais e do atendimento a essa população mais necessitada", explicou o ministro da Cidadania, Osmar Terra.
Elogio a Moro
Governo Plano de segurança em Frente Brasil
Sérgio Moro e Jair Bolsonaro
Em seu discurso, o presidente Jair Bolsonaro elogiou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, dizendo que ele é um "patrimônio nacional".
"Se Deus quiser, vai dar certo esse plano-piloto, montado pelo Ministério da Justiça e Segurança [Pública], tendo à frente o senhor Sergio Moro, que é um patrimônio nacional", disse Bolsonaro. (Informações da Agência Brasil)
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Mais de 43 mil integrantes das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica) estão na região. Eles vão atuar em ações para Garantia da Lei e da Ordem Ambiental.
 
Nesta segunda-feira, 26/08, o Ministério da Economia liberou R$ 38,5 milhões ao Ministério da Defesa para combate a incêndios na Amazônia Legal. O valor havia sido contingenciado do montante voltado para Operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). As ações de GLO tinham orçamento aprovado de R$ R$ 47,5 milhões. Desse total, cerca de R$ 7,1 milhões estava sendo utilizado.
Na sexta-feira (23), foi instalado o Centro de Operações Conjuntas no Ministério da Defesa para execução de ações nas regiões de fronteira, terras indígenas, áreas da União, além de outras áreas da Amazônia Legal. Mais de 43 mil integrantes das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica) estão na região. Eles devem atuar coordenados com órgãos de controle ambiental e de segurança pública.
Dos nove estados que compõem a Amazônia Legal, sete (Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins ) formalizaram e tiveram autorizada a solicitação para emprego da Garantia da Lei e da Ordem Ambiental (GLOA) para combate aos focos de incêndio na região. (Informações da Agência Brasil).
Apoio internacional
Além das declarações de apoio dos governos dos Estados Unidos e de Israel às ações do Brasil na Amazônia, a cúpula do G7, reunida na França, também fechou acordo para envio imediato de ajuda financeira para auxiliar no combate aos incêndios na região amazônica.
Segundo o embaixador de Israel, o governo de seu país já declarou, inclusive, que enviará avião para ajudar no combate ao focos de incêndios nas florestas do Brasil.
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Apoio a países afetados por incêndios é consenso entre líderes. Macron fica isolado e é obrigado atender a maioria.
 
Chefes de Estado e governo do G7 que participam de sua 45ª conferência de cúpula acordaram sobre o envio de ajuda aos países afetados pelos incêndios na Região Amazônica "o mais rápido possível". A declaração foi dada neste domingo, 25/-8, pelo chefe de Estado francês e presidente do G7, Emmanuel Macron.
Ele, que ficou isolado pelos demais colegas diante de suas declarações de até romper com o Mercosul, acrescentou que os líderes das maiores potências econômicas avançadas estão se aproximando de um consenso sobre como ajudar a extinguir o fogo na Amazônia e reparar os danos resultantes. Trata-se de encontrar os mecanismos apropriados, tanto técnicos quanto financeiros, acrescentou, e "tudo depende dos países da Amazônia", que compreensivelmente defendem sua soberania.
"Mas o que está em jogo na Amazônia, para esses países e para a comunidade internacional, em termos de biodiversidade, oxigênio, a luta contra o aquecimento global, é de tal ordem, que esse reflorestamento tem que ser feito", advertiu.
Embora 60% da Região Amazônica se situe no Brasil, a maior floresta do mundo também se estende por oito outros países: Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname, Venezuela, e até mesmo o departamento ultramarino da França, Guiana Francesa.
Macron isolado
Na qualidade de atual presidente do G7, Macron colocara os incêndios amazônicos no topo da agenda da cúpula, após declará-los emergência global. Numa iniciativa controversa, ele também ameaçou não ratificar o acordo de livre-comércio assinado entre a União Europeia e o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai), devido às "mentiras" do presidente Jair Bolsonaro quanto a seu real comprometimento climático e ambiental.
Um vídeo gravado pelas câmeras oficiais da cúpula mostrou uma reunião em que líderes europeus discutem justamente a crise na Amazônia. Nas imagens, divulgadas no sábado pela agência Bloomberg, a chanceler federal alemã, Angela Merkel, aparece afirmando aos colegas que pretende discutir a situação das queimadas diretamente com o presidente Jair Bolsonaro.
Além de Merkel e Macron, também estavam à mesa o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, e o premiê italiano, Giuseppe Conte.
A chefe de governo alemã afirma que ligará para o brasileiro na próxima semana "para que ele não tenha a impressão de que estamos trabalhando contra ele". Johnson diz em seguida que acha isso "importante". Até Macron, que primeiro pergunta de quem eles estão falando, para confirmar se se trata de Bolsonaro, expressa seu apoio à ligação. "Eu vou ligar", confirma Merkel.
O vídeo não parece ter sido gravado intencionalmente para ir a público. Em certo momento da conversa, uma mão cobre as lentes da câmera, e a imagem é cortada. (Informações da Agência Brasil)
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Por Renato Ferreira - 

O Presidente Jair Bolsonaro é a favor da descentralização do poder, convive com negros e ama Israel. Mesmo assim, uns imbecis que, com certeza, fugiram da escola, insistem em chamá-lo de fascista, racista e nazista.

Aulinha de graça
Agora, veja a seguir, os Dicionários dão o significado de Fascismo, Racismo e Nazismo:

Fascismo: "Movimento político e filosófico ou regime (como o estabelecido por Benito Mussolini na Itália, em 1922), que faz prevalecer os conceitos de nação e raça sobre os valores individuais e que é representado por um governo autocrático, centralizado na figura de um ditador.

Racismo: "Conjunto de teorias e crenças que estabelecem uma hierarquia entre as raças, entre as etnias. Doutrina ou sistema político fundado sobre o direito de uma raça (considerada pura e superior) de dominar outras.

Nazismo: (Relativo ao partido nacional alemão, socialista e de extrema direita, fundado e consolidado por Adolf Hitler (1889-1945), cuja ideologia política baseava-se no racismo, segregação racial, anti-semitismo (ódio aos judeus). (Renato Ferreira).

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Aplaudido pela multidão na Arena, Bolsonaro seguiu para a festa de Peão depois de visitar obras no hospital de câncer da cidade.

 

Enquanto a oposição não dá trégua e tenta a todo custo desestabilizar o Governo, ignorando os feitos positivos, o Presidente Bolsonaro vem conquistando apoio nos mais diversos segmentos sociais. Neste sábado, 17/08, no rodeio de Barretos, ele cavalgou, discursou e foi aplaudido por uma plateia de mais de 30 mil pessoas.
Considerado o maior evento do tipo no país, no rodeio de Barretos, a tradição manda que no último dia de competições, os peões campeões de suas categorias devem circular pela arena montados em seus cavalos.
E como um "campeão", sob os aplausos da multidão na Arena, Jair Bolsonaro seguiu o script. Ele foi festa depois de visitar obras de um hospital da cidade e participar do típico jantar da queima do alho. Passava das 21h30m quando o presidente desceu do palco onde havia assinado decreto para flexibilizar as regras de rodeios e foi para o centro da arena.
Montando o "Mito"
Bolsonaro em Barretos 2
De camisa branca e calça jeans, deu duas voltas galopando o "Mito", um cavalo da raça quarto de milha, a mais rápida do mundo — alguns alcançam 80 quilômetros por hora. Este é o quarto ano consecutivo em que Bolsonaro põe os pés na arena lamacenta de Barretos, projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985.
Neste ano, na condição de presidente da República, ele foi agradecer pelo apoio recebido na campanha do ano passado. E retribuir: justamente com o decreto presidencial que torna sem efeito leis aprovadas por vereadores de diferentes cidades que impedem a prática, sob alegação de maus-tratos a animais. Em Barretos, uma lei municipal proíbe, desde 2006, atividades como a Prova do Laço.
"Respeito todas as instituições, mas lealdade eu devo a você. O Brasil está acima de tudo. Neste momento em que muitos criticam a festa de peões e a vaquejada, quero dizer com muito orgulho, estou com vocês. Não existe politicamente correto. Existe o que precisa ser feito", disse o Presidente.
Apoio à Festa do Peão
Bolsonaro em Barretos 3
No palco, ao lado de autoridades e representantes da festa, Bolsonaro fechou os olhos no momento da oração. Junto do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), e de Ricardo da Rocha, presidente do Independentes, grupo organizador da Festa de Peão de Barretos, ele saudou o público fazendo com as mãos o gesto de como se estivesse apontando uma arma.
Em alto e bom som, o locutor de rodeios Cuiabanno Lima clamava a plateia a aplaudir “o simplão da República” que, segundo ele, estava ali para provar que não é “um presidente Vaselina”. Ou seja, em suas palavras, estava de fato comprometido com as causas dos apoiadores de rodeios e vaquejadas.
"Infelizmente existem ONGs que não sabem da verdade. A gente faz um desafio: pode trazer qualquer ONG aqui pra dentro de Barretos pra assistir o rodeio daqui. Temos mais de 100 veterinários. Na hora em que o animal entra ele é inspecionado. Fazemos tudo dentro da lei. Não é qualquer um que dá a cara pra bater (pelos rodeios)", disse o Presidente.
A plateia respondeu acendendo a luz dos celulares e, braços ao alto em homenagem ao presidente, entoou refrãos de "Vai Valer a Pena", sucesso gospel da banda de rock cristão Livres para Adorar. Diz um dos trechos da canção: "Não compreendo os Teus caminhos, mas Te darei a minha canção".
A festa seguiu adiante, e Bolsonaro recebeu de presente duas grandes fivelas pretas, típicas da vestimenta de quem compete por ali. Quem entregou foi a rainha da festa em 2019, Larissa Ferreira, acompanhada da princesa, Jhennyffer Pyetra, que, por sua vez, entregou um chapéu branco tradicional. (Informações de O Globo).
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Nesta quinta-feira, 1º de Agosto, o presidente Jair Bolsonaro disse que a troca de membros da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos aconteceu por que “mudou o presidente” da República. "O motivo é que mudou o presidente, agora é o Jair Bolsonaro, de direita. Ponto final. Quando eles botavam terrorista lá, ninguém falava nada. Agora mudou o presidente. Igual mudou a questão ambiental também", disse, o Presidente ao deixar o Palácio da Alvorada.
O governo trocou quatro dos sete membros da comissão. De acordo com o decreto publicado nesta quinta-feira no Diário Oficial da União, Marco Vinicius Pereira de Carvalho substitui Eugênia Augusta Gonzaga Fávero na presidência do colegiado; Weslei Antônio Maretti substitui Rosa Maria Cardoso da Cunha; Vital Lima Santos substitui João Batista da Silva Fagundes; e Filipe Barros Baptista de Toledo Ribeiro substitui Paulo Roberto Severo Pimenta.
A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos foi criada em 1995, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, para fazer o reconhecimento de desaparecidos em razão de participação ou acusação de participação em atividades políticas no período de 2 de setembro de 1961 a 15 de agosto de 1979. O período abrange parte do regime militar até o ano em que foi promulgada a Lei da Anistia.
Hoje vinculada ao Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, a partir de 2002, a comissão passou a examinar e reconhecer casos de morte ou desaparecimento ocorridos até 05 de outubro de 1988, data de promulgação da Constituição. (Agência Brasil)

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Ele negou que a Portaria de Moro tenha ligação com o jornalista americano Glenn Greenwald, um dos fundadores do site The Intercept Brasil, que publicou supostos diálogos entre Sergio Moro e procuradores da Lava-Jato.
 
"Pelo que o Moro falou comigo, ele tem carta branca, né, eu teria feito um decreto. Tem que botar pra fora mesmo, quem não presta tem mandar embora. Não tem nada a ver com o caso desse GreenWald. Nada a ver com o caso dele. Tanto é que não se encaixa nessa portaria o crime que ele está cometendo. Até porque ele é casado com outro homem e tem meninos adotados no Brasil", comentou Bolsonaro.
O presidente ainda ironizou o fato de o americano não correr risco de ser deportado, mas poderia ir parar na prisão aqui no Brasil. "Ele não vai embora. O Green pode ficar tranquilo. Talvez pegue uma cana aqui no Brasil, não vai pegar lá fora não", afirmou.
Mais cedo, o presidente defendeu que "publicar informações mentirosas, mesmo sabendo que foram mentirosas, e não se retratar é um crime também", em referência à investigação sobre a suposta invasão de hackers a dados de aparelhos celulares de autoridades do País.
A portaria de Moro prevê que estão sujeitos ao "rito sumário de expulsão" estrangeiros suspeitos de terrorismo, de integrar grupo criminoso organizado ou organização armada e pessoas acusadas de traficar drogas, pessoas ou armas de fogo.
Bolsonaro corroborou que estrangeiros suspeitos de cometer crimes sejam deportados, mesmo que os supostos crimes não tenham sido comprovados judicialmente. "Eu não sou xenófobo, mas na minha casa entra quem eu quero. E o Brasil é a minha casa", disse. "É suspeito apenas, sai daqui. Já tem bandido demais no Brasil. O sentimento dele é o meu, parabéns ao Moro pela portaria", declarou o presidente. (Conteúdo Estadão)
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Em discurso, presidente fala sobre sua relação com o Nordeste e garantiu que não deixará obras paradas.
 
Nesta terça-feira, 23/07, o presidente Jair Bolsonaro inaugurou o Aeroporto Glauber Rocha, em Vitória da Conquista, na Bahia, onde foi recebido com festa pelo povo. Em seu discurso, ele disse ter determinado aos ministros que não deixem obras paradas pelo país. “Obras eleitoreiras não acontecerão mais a partir do meu governo. Vamos concluir as obras”, afirmou Bolsonaro, ao lado do prefeito de Salvador, ACM Neto e demais autoridades. O governador Rui Costa (PT) não compareceu ao evento.
Bolsonaro destacou que o aeroporto trará muitos benefícios para a região com o incremento do turismo. Segundo o Ministério da Infraestrutura, o início das operações de voos comerciais está previsto para a quinta-feira (25). O novo aeroporto poderá receber aeronaves a jato de grande porte. O terminal está localizado nas proximidades da BR-116, a 10 km do centro de Vitória da Conquista. O valor total da obra está estimado em R$ 105,8 milhões.
Bolsonaro na Bahia 1
 
Segundo o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, o novo aeroporto é essencial para a conectividade do estado da Bahia. “Trata-se da maior obra da aviação regional do Brasil. E o governo federal deu continuidade a esse trabalho, mostrando que a infraestrutura para nós é uma questão de Estado”, afirmou o ministro, em nota. “É resultado de um esforço coletivo, o que faz com que esse equipamento importante seja entregue agora à sociedade baiana”.
Nordeste
Bolsonaro na Bahia 2
 
Em seu discurso, Bolsonaro disse amar o Nordeste. “Eu amo o Nordeste. Afinal de contas, a minha filha tem em suas veias sangue de cabra da peste. Cabra da peste de Crateús, o nosso estado mais para cima, o nosso Ceará."
E acrescentou: “Não estou em Vitória da Conquista. Não estou na Bahia, nem no Nordeste. Estou no Brasil. Não há divisões entre nós: [por] sexo, raça, cor, religião ou região. Somos um só povo, uma só raça, um só ideal e um só objetivo: colocar esse grande país no lugar de destaque que ele merece”.
No domingo, 21, o presidente comentou que não havia constrangimento em sua visita à Bahia, após criticar alguns governadores do Nordeste na semana passada. Em conversa com os jornalistas, na porta do Palácio da Alvorada, Bolsonaro afirmou que o Nordeste é “sua terra”.
Filiado ao PT, o governador da Bahia, Rui Costa, não compareceu à inauguração, como se o evento fosse apenas uma reunião do governo Federal, e não a inauguração de uma grande obra em benefício do povo baiano. O governador petista não permitiu também que a Polícia Militar participasse do esquema de segurança do Presidente a República. (EBC e Agências)
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