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Quinta, 11 Abril 2019 11:35

Ninguém nasce para ser Presidente!

 

As diferenças em Bolsonaro e Lula!

O problema maior não é quando o cara diz: "não nasci para ser Presidente", mas, tem o apoio da maioria do povo para presidir o país. Ninguém nasce para ser Presidente.

Problema mesmo é o cara dizer: "nasci para ser Presidente" e depois de dois mandatos, é condenado e preso pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro".(Renato Ferreira)

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Nesta segunda-feira, 08/04, como já havia prometido fazer, o presidente Jair Bolsonaro exonerou o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, e anunciou o professor Abraham Weintraub (foto) para o cargo.
“Abraham possui mestrado em Administração na área de Finanças pela FGV e MBA Executivo Internacional pelo OneMBA, com título reconhecido pelas escolas: FGV/Brasil, RSM/Holanda, UNC/Estados Unidos, CUHK/China e EGADE-ITESM/México. Tem ampla experiência em gestão e o conhecimento necessário para a pasta", postou Bolsonaro em sua conta no Twitter.
Professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Weintraub foi executivo do mercado financeiro, atuou no grupo Votorantim e foi membro do comitê de Trading da BM&FBovespa.
Em 2016, coordenou a apresentação de uma proposta alternativa de reforma da previdência social formulada pelos professores da Unifesp. Weintraub atua como secretário executivo da Casa Civil, sob o comando de Onyx Lorenzoni. Ele assumirá o lugar do colombiano Ricardo Vélez.
“Aproveito para agradecer ao Prof. Velez pelos serviços prestados”, acrescentou o presidente.
Vélez esteve hoje (8) de manhã no Palácio do Planalto, em reunião com o presidente Jair Bolsonaro, e deixou o local pela saída privativa, sem falar com a imprensa. (Agência Brasil)
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Sexta, 05 Abril 2019 23:24

Bolsonaro acaba com horário de verão

 

Durante um café com jornalistas na manhã desta sexta-feira, 05/04, em Brasília, oO presidente Jair Bolsonaro disse que este ano o Brasil não terá o horário de verão. O Presidente sinalizou ainda que para o futuro a tendência é que a mudança nos relógios seja eliminada do calendário do país.

Horário de verão

Nesta semana, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, informou que nos próximos dias a pasta vai finalizar os estudos sobre o tema. O material será entregue ao presidente Bolsonaro, que decidirá em caráter definitivo pela continuidade ou não do horário de verão no país.

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Os governos do Brasil e de Israel firmaram neste domingo, 31/03, cinco acordos de cooperação em áreas distintas. A cerimônia ocorre no primeiro dia de visita do presidente Jair Bolsonaro a Israel onde ficará até a próxima quarta-feira, 3.

Foram assinados acordos nas áreas de defesa, serviços aéreos, prevenção e combate ao crime organizado, ciência e tecnologia e um memorando de entendimento em segurança cibernética.

O presidente e o primeiro-ministro israelense, Benajmin Netanyahu, têm encontro privado e depois ampliado com os ministros de ambos os países. À noite, haverá uma cerimônia de homenagem a Bolsonaro, oferecida por Netanyahu e sua mulher, Sara.

Agenda
Na segunda-feira (1º), o presidente visitará a Unidade de Contra-Terrorismo da Polícia israelense, e participará da cerimônia de condecoração da Insígnia da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul à Brigada de Busca e Salvamento do Comando da Frente Interna de Israel.

Na terça-feira (2), o presidente recebe CEOs de empresas israelenses e israelenses-brasileiras, participa de encontro empresarial Brasil-Israel e almoça com os empresários. A previsão é de que o presidente retorne ao Brasil na quarta-feira, dia 3. (Agência Brasil)

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira, 19/03 que apoia a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Durante encontro com o presidente Jair Bolsonaro, na Casa Branca, Trump disse que os dois países nunca estiveram tão próximos. "Eu estou apoiando os esforços deles [brasileiros] para entrar [na OCDE]", afirmou o presidente norte-americano sem entrar em detalhes.
Segundo ele, os Estados Unidos têm interesse em estreitar laços comerciais com o Brasil. "Estamos trabalhando para isso. Um dos aspectos é o comércio. O Brasil fabrica ótimos produtos e nós produzimos ótimos produtos. No passado, nosso comércio nunca foi tão bom quanto deveria ser. Em alguns casos, deveria ser muito mais. Então achamos que nosso comércio com o Brasil aumentará substancialmente em ambos os sentidos e estamos ansiosos para isso", declarou.
Bolsonaro também disse que o Brasil mudou “depois de algumas décadas de presidentes antiamericanos” e que “tem muita coisa em comum” com Trump. “Ele quer uma América grande e eu também quero um Brasil grande. Estou engajado com o nosso Estados Unidos. Isso é motivo de orgulho e satisfação para os nossos povos.”
Os dois presidentes tiveram encontro a portas fechadas. Antes, porém, os dois trocaram camisas oficiais das seleções de seus países. Trump deu a camisa 19 dos Estados Unidos para Bolsonaro, que retribuiu com a número 10 do Brasil.
O presidente brasileiro levou o filho Eduardo Bolsonaro, deputado que preside atualmente a Comissão de Relações Exteriores, para o encontro com Trump. O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, porém, não foi chamado a comparecer à reunião no Salão Oval.
Antes do encontro na Casa Branca, o presidente brasileiro esteve com o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro.
De acordo com a agência Reuters, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que os Estados Unidos impõem uma condição para apoiar o ingresso do Brasil na OCDE: que o país deixe a lista de países em desenvolvimento que recebem tratamento especial da Organização Mundial do Comércio (OMC). O governo norte-americano quer acabar com essa lista.
Bolsonaro está em sua primeira viagem oficial aos Estados Unidos desde domingo e deve voltar ao Brasil nesta quarta-feira (20). O encontro com Trump era o principal compromisso do presidente brasileiro em Washington. Ele visitará ainda hoje o cemitério nacional de Arlington, onde estão enterrados cerca de 400 mil soldados mortos em guerra. (Congresso em Foco)
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"É o começo de uma parceria pela liberdade e prosperidade", disse Jair Bolsonaro.
 
O presidente Jair Bolsonaro disse, em sua conta no Twitter, que sua visita aos Estados Unidos representa o começo de uma parceria pela “liberdade e prosperidade”. Bolsonaro já posou neste domingo. 17/03, na Base Aérea de Andrews, em Washington.
“Pela primeira vez em muito tempo, um presidente brasileiro que não é anti-americano chega a Washington. É o começo de uma parceria pela liberdade e prosperidade, como os brasileiros sempre desejaram”, afirmou na rede social.
O avião presidencial decolou da Base Aérea de Brasília por volta das 8h de hoje (17). Antes do embarque, Bolsonaro transmitiu o cargo ao vice Hamilton Mourão. O presidente brasileiro ficará hospedado na Blair House, palácio que faz parte do complexo da Casa Branca.
“Nos hospedaremos na Blair House. É uma honraria concedida a pouquíssimos chefes de Estado, além de não custar um centavo aos cofres públicos. Agradecemos ao governo americano a todo respeito e carinho que nos está sendo dado”, acrescentou.
Ainda segundo o presidente brasileiro, Brasil e Estados Unidos “juntos assustam os defensores do atraso e da tirania ao redor do mundo”.
Bolsonaro e Trump
Bolsonaro e o presidente norte-americano Donald Trump devem assinar na próxima terça-feira (19) o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas entre o Brasil e os Estados Unidos. A medida vai permitir o uso comercial da base de lançamentos aeroespaciais de Alcântara, no Maranhão. Estima-se que, em todo o mundo, ocorra uma média de 42 lançamentos comerciais de satélites por ano.
A Base de Alcântara é reconhecida internacionalmente como ponto estratégico para o lançamento de foguetes, por estar localizada em latitude privilegiada na zona equatorial, o que permite uso máximo da rotação da Terra para impulsionar os lançamentos.
Segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), o uso da base brasileira pode significar uma redução de 30% na utilização de combustível, em comparação a outros locais de lançamentos em latitudes mais elevadas.
Integram a comitiva brasileira os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Paulo Guedes (Economia), Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Tereza Cristina (Agricultura) e Ricardo Salles (Meio Ambiente), além do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). (Agência Brasil)
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Dentre outros assuntos, os Presidentes do Brasil e do Paraguai discutiram o Tratado de Itaipu, segurança de fronteira e cooperação comercial.
 
Agência Brasil - O presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, foi recebido na manhã de hoje (12) pelo presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, em uma visita oficial de Estado. A cerimônia de chegada começou com revista às tropas e subida da rampa do Palácio do Planalto.Após os cumprimentos e apresentação das delegações, os dois seguiram para um encontro privado. Em seguida, haverá uma reunião ampliada com os ministros e outras autoridades. A previsão é que os dois presidentes façam uma declaração à imprensa, no final da manhã, antes de seguirem para o Palácio Itamaraty, onde será oferecido um almoço Abdo. O paraguaio embarca ainda hoje de volta à capital Assunção.
Na pauta de discussões estão, entre outros assuntos, estão renegociação do Anexo C do Tratado de Itaipu, segurança de fronteira e cooperação comercial. Mais cedo, no Twitter, Bolsonaro destacou o objetivo do objetivo do encontro. “[Queremos] fomentar nossos laços com um de nossos maiores parceiros econômicos vizinhos, além de possibilitar desenvolvimento nas áreas de infraestrutura e preocupações compartilhadas em relação a segurança.”Também pelo Twitter, Abdo anunciou sua chegada a Brasília e a disposição em discutir questões da agenda bilateral, que coincidem "com as visões e prioridades" dos dois governos.Essa é a segunda visita oficial de um chefe de Estado desde a posse de Bolsonaro. No dia 16 de janeiro, o presidente brasileiro recebeu o argentino, Mauricio Macri. (Foto: Antonio Cruz - Agência Brasil)
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O Presidente do Brasil Jair Bolsonaro se reuniu nesta quinta-feira, 28/02, no Palácio do Planalto com Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino da Venzeula. Após cerca de 50 minutos de reunião, Bolsonaro eGuaidó deram uma declaração à imprensa. Guaidó agradeceu em nome do povo venezuelano a reunião com Bolsonaro que, segundo ele, marca um rito importante na história da região. “Marca um relacionamento positivo entre Venezuela, Brasil e a região após a cúpula histórica do Grupo de Lima, em Bogotá”, disse o venezuelano.
Ele chegou ao Palácio do Planalto às 13h50, acompanhado pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e passou pelo tapete vermelho estendido em uma das portarias laterais do edifício principal. Os Dragões da Independência fizeram as honras na entrada.
Apesar de o Brasil reconhecer Guaidó como presidente interino da Venezuela, o encontro não é considerado uma visita de Estado, mas acontece no gabinete de Bolsonaro. O também presidente da Assembleia Nacional da Venezuela ainda deve se encontrar com o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).
Guaidó chegou ao Brasil na madrugada desta quinta-feira (28). Por meio de sua conta pessoal no Twitter, ele disse que veio ao Brasil em busca de apoio para a transição de governo na Venezuela. Antes do encontro com Bolsonaro, ele esteve com representantes diplomáticos de outros países no escritório da delegação da União Europeia, em Brasília.
“Em nosso encontro com os embaixadores dos países da União Europeia, continuamos a fortalecer as relações com nações que reconheceram nossos esforços para recuperar a democracia na Venezuela e obter eleições livres”, escreveu. “Apreciamos o forte apoio internacional dado à nossa rota e apoio à ajuda humanitária. É hora de avançar para conseguir a cessação da usurpação que porá fim à crise na Venezuela, recuperará nosso país e estabilizará a região”, completou.
Guaidó ressaltou que o empobrecimento do povo venezuelano é “resultado da corrupção em seu país, do ataque aos direitos humanos, da desmontagem do Estado de Direito, e do ataque às empresas privadas na Venezuela”.
“Na Venezuela hoje estamos lutando por eleições livres, democráticas. Não houve eleições livres em 2018”, afimou.
Mais cedo, também pelo Twitter, o ministro Ernesto Araújo disse que a diplomacia brasileira continua com seu "apoio irreversível e incondicional à libertação" do país vizinho.
No mês passado, o Tribunal Supremo de Justiça proibiu Guaidó de deixar a Venezuela e congelou suas contas. A Corte atendeu a um pedido do procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, aliado do presidente Nicolás Maduro. Apesar da decisão judicial, o presidente interino foi à Colômbia para articular a entrega de ajuda humanitária na fronteira e participar do encontro do Grupo de Lima, em Bogotá. Mesmo correndo risco de ser preso, ele prometeu retornar à Venezuela, em breve. (Agência Brasil - Foto: Marcos Corrêa/PR)
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Parlamentares da esquerda fajuta, que torcem contra o Brasil, fazem questão de se caracterizar e se vestir de laranja.

 

Então, só agora, em 2019, que esses deputados, que nada apresentam de positivo para o desenvolvimento político, econômico e social do país, e a Rede Globo descobriram que há candidatos laranjas na política brasileira? O objetivo deles não é combater esse tipo de crime, mas, sim desestabilizar o governo Bolsonaro.

Só mesmo essa chamada "esquerda" brasileira para protagonizar cenas tão ridículas e grotescas como esta verificada nos corredores da Câmara dos Deputados, na quarta-feira, 20, quando o Presidente Jair Bolsonaro foi levar, pessoalmente, a Proposta de Reforma da Previdência Social. São deputados que aprenderam muito bem as lições de Eduardo Suplicy, o "rei" de ações inusitadas nas dependências do Congresso e fora dele. O PSOL, organizador da cena bizzara, sempre foi um verdadeiro laranjal do PT.

Como um um erro não justifica o outro, não defendemos nenhum tipo de erro ou crime e quem desvia dinheiro público tem que pagar mesmo, doa a quem doer. E distribuir recursos públicos do Fundo Partidário para candidaturas laranjas, com o objetivo de reaver esse dinheiro de alguma forma, é crime e deve ser punido.

No entanto, gostaria de informar que cubro política há mais de trinta anos e uma das coisas que mais vi em todo esse tempo de jornalismo foi o uso de candidatura laranja, praticamente, em todos os partidos. E, nunca vi, por exemplo, a Globo falando dia e noite contra tal crime. Fato que agora, repentinamente, surpreende esses "santos" deputados do PSOL e a 'pudica' Globo.

É bom destacar também que todos esses deputados da esquerda fajuta do Brasil, incluindo PT, PSOL, Rede, PCdoB, dentre outros, votaram contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, contra o Plano Real. Eram também contra o Imposto do Cheque, enquanto faziam oposição ao PSDB, mas, mudaram de ideia quando o Lula quis ressuscitar o Imposto. E, agora, foi essa mesma turma que festejou a fatiamento do Projeto Anti-Crime do ministro Sérgio Moro, que separou do Projeto a proposta para punição mais rigorosa do caixa-dois. 

Por essas e outras, são estes deputados os verdadeiros LARANJAS da política podre que ainda tenta se sustentar no Brasil. (Renato Ferreira)

TRAGICÔMICO é uma publicação de Notícias & Opinião todas às quartas-feiras. Para ver outros casos já publicados, acesse o site: www.noticiaseopiniao.com.br   e busque pela palavra tragicômico.

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Renato Ferreira - 

Já está mais do que claro que o Grupo Globo - TV, rádio, jornal e revista Época - tem hoje como principal alvo derrubar o governo Bolsonaro, a partir do momento em que a maior emissora do papis viu seus interesses financeiros prejudicados. E faz isso com apoio de jornais como a Folha e a revista Veja, dentre outros veículos anti Bolsonaro. São veículos que sempre dobraram e dominaram governos anteriores para continuarem mamando nas tetas de governos corruptos.

Para uma emissora poderosa como a Globo, que fez de tudo para evitar a vitória popular Bolsonaro, seria até natural que fizesse oposição ferrenha ao governo atual. Porém, essa oposição teria que feita com o mínimo de ética que exige o bom jornalismo.

Mas, infelizmente, a Globo e seus aliados partem para um jornalismo desqualificado, de uma tremenda desonestidade intelectual. Isso é prova de desespero que acaba refletindo, inclusive, no conteúdo das programações da TV, como também de seus veículos impressos. Além de erros grotescos ao vivo por parte de alguns repórteres novos, contratados para substituir profissionais mais antigos demitidos, a queda do padrão global pode ser visto também nos textos de suas mídias digitais e também impressos. Fruto, possivelmente, de redução de despesas com profissionais em consequência de queda no faturamento por parte de polpudas verdas federais.

Eu falo de desonestidade intelectual com base numa das reportagens do JN de sábado 16/02, quando mais uma vez a emissora falava do ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, acusado de distribuir dinheiro do Fundo Partidário para candidaturas laranjas, que entrou em rota de colisão com o governo Bolsonaro. Como Bolsonaro prometeu, Bebiano foi demitido na tarde desta segunda-feira, 18.

Demonstrando claramente que o seu objetivo não é com o fato e nem com a informação isenta, mas, sim com a versão dela, a Globo disse o seguinte: "A crise no governo aumentou quando Bibianno foi chamado de mentiroso por Carlos Bolsonaro".

Ora, até uma criança de 8 anos no Brasil sabe que esse problema entre o governo e Bebianno surgiu no sábado, 9, quando o Presidente Jair Bolsonaro recebeu alta no Hospital Albert Eisntein e voltou para Brasília.

Acuado pela acusação, Bebiano disse a uma repórter da Globo (inimiga declarada do Governo), que estava tranquilo e que até tinha ligado, no próprio sábado, três vezes para Bolsonaro e falado com o Presidente no Hospital sobre o problema das candidaturas laranjas.

Só que enquanto Bolsonaro voava para Brasília, o vereador carioca, Carlos Bolsonaro, que ficou com o pai no Hospital durante toda a internação, postou no seu Twitter desmentindo o ministro, afirmando que ele não havia ligado para Bolsonaro. O próprio presidente, mais tarte, confirmou a informação do filho Carlos.

Então, o fato verdadeiro foi que Bebianno mentiu publicamente envolvendo o Presidente da República e foi desmascarado também publicamente. Muitos poderiam alegar, como alegaram, que o filho Carlos acabou gerando a crise no Governo ao desmentir o ministro. Só que se Bolsonaro deixasse isso passar, hoje, ele estaria definitivamente envolvido num problema criado por um ministro, justamente, com quer a Globo para encontrar um fato para derrubar o governo.

Então, a informação não deveria ser aquela que a Globo passou para o público: "O ministro foi chamado de mentiroso por Carlos Bolsonaro", e sim, esta: "O ministro mentiu ao dizer que ligou para o Presidente e foi desmentido por Carlos Bolsonaro". Esse é o fato. 

Isso que a Globo e seus aliados fizeram é desonestidade intelectual. É o pior lado do jornalismo. E para uma emissora que está, visivelmente, em queda livre de audiência, essa postura de deturpar os fatos na tentativa de derrubar um governo, poderá ser a pá de cal no que ainda resta de credibilidade em seu jornalismo. (Renato Ferreira)

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