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INTERNACIONAL: Senado dos EUA absolve Trump em processo de impeachment

INTERNACIONAL: Senado dos EUA absolve Trump em processo de impeachment Featured

Além da absolvição no Parlamento, pesquisas mostram também aumento no índice de aprovação do governo Trump.
 
O Senado dos Estados Unidos absolveu nesta quarta-feira, 05/02, o presidente Donald Trump da acusação de abuso de poder depois de um julgamento histórico de impeachment de duas semanas.
Formado por maioria republicana - partido de Trump - a votação no Senado foi diferente do resultado da Câmara dos Representantes, onde o presidente foi condenado. Já no Senado, o resultado foi de 52 votos pela absolvição contra 48 pela condenação..
Conforme o processo, Trump teria retido ajuda militar à Ucrânia para pressionar Kiev a investigar seu rival político Joe Biden. Membro do Democratass, Biden pode ser o principal rival de Trump na disputa presidencial deste ano. Trump foi denunciado ao Congresso pela maioria democrata da Câmara de Representantes por abuso de poder e obstrução em dezembro do último ano. O processo teve quase três semanas de audiências.
E como não poderia ser diferente, Donald Trump comemorou sua vitória no Senado. E motivos para isso não faltam, pois, além de ser absolvido no processo de impeachment, Trump comemora também seus altos índices de aprovação popular, fruto do excelente momento da economia norte-americana. (Renato Ferreira - Fonte: Estado de Minas)
 
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     Diante de tantas notícias ruins a respeito da pandemia do novo coronavírus, uma boa notícia: de acordo com levantamento divulgado neste domingo, 29/03, já são 145.696 casos de pessoas completamente curadas da Covid-19 em todo mundo. Os dados foram coletados pelos Centros de Ciência e Engenharia de Sistemas da Johns Hopkins Whiting School of Engineering.
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    Mesmo diante de uma pandemia que mata e com o mundo inteiro assustado, os inconsequentes opositores de Bolsonaro continuam fazendo politicagem no Brasil em cima de uma desgraça mundial. Para eles, hoje, existem dois personagens no Brasil: Coronavírus e Bolsonaro. E o último terá que ser derrotado. Hoje à noite, deve ter "Parabéns" das janelas em homenagem a Bolsonaro, que faz aniversário.
     
    Por Renato Ferreira -
    Para a oposição brasileira, não tem jeito. Bolsonaro é culpado por todas as desgraças do país, inclusive, pelo coronavírus, e por isso tem que deixar a Presidência, de preferência, imediatamente. Mesmo com uma equipe peuena e competente de ministros, que ele escolheu, Bolsonaro é massacrado diuturnamente pelos adversários que tentam, assim, conseguir mais alguns votinhos, já para 2020 e, principalmente, para 2022. E muitos nem desceram do palanque político de 2018. Querem a todo custo um terceiro turno das eleições. Querem porque querem o impeachment de Bolsonaro, via coronavírus.
    Esse pessoal é tão patético que, hoje, se represetantes do crime organizado, traficantes, milicianos, políticos corruptos, ex-presidentes condenados, ou qualquer um zé ninguém fizer algo em algum estado, ou município contra o vírus, como esse ex-juiz que governa o Rio de Janeiro, pretenso candidato à Presidência da República, que vibra quando uma pessoa é morta a tiros pela polícia, diz que vai fechar os aeroportos do Rio, mesmo sem competência para isso, estes são elogiados e chamados até de gênios pela oposição ao governo. Só para fustigar Bolsonaro. Pura politicagem rasteira. E claro, sempre usando como base, matérias patéticas da ex-toda poderosa rede Globo de Televisão, que perdeu as polpudas verbas publicitárias do Governo Federal.
    Ao contrário disso, o chefe maior da Nação, eleito democraticamente, mesmo reunindo-se diariamente com ministros, com chefes de outros Poderes, com chefes das Forças Armadas, com empresários, com a comunidade médica e tomando providências corretas de acordo com determinações da OMS (Organização Mundial da Saúde), para combater a disseminação do coronavírus, Bolsonaro é criticado, ironizado e desrespeitado pelos canhotinhos revoltados. Tudo isso só por ele ter sido eleito por 58 milhões de votos sem recursos financeiros e sem depender de nenhum esquema com políticos ou sindicatos corruptos.
    Desçam do palanque político eleitoral, gente. Em 2022, teremos novamente eleição para Presidente da República. Quem sabe até lá, o Lula já esteja livre da cadeia para se candidatar novamente, ou vocês consigam eleger, por exemplo, o Guilherme Boulos. Parem e se preocupem um pouco mais com o combate ao coronavírus, dêem sugestões de como vencer melhor a quarentena e de como vocês e seus familiares poderão evitar a doença. Deixem de lado o ódio ao Bolsonaro. O vírus não foi criado por ele. Apareceu na China e se espalhou pelo mundo.
    Tem que estar contaminado
    Outra bronca de seus adversários é que até o momento, o Presidente Bolsonaro ainda não foi contaminado com o novo coronavírus. Para alguns, possivelmente, menos inteligentes, como 23 membros do governo, que participaram da comitiva em viagem aos Estados Unidos, já foram diagnosticados com o vírus, "é impossível", que Bolsonaro também não esteja doente.
    Como o próprio Presidente tem afirmado, ele já fez dois exames a pedido de sua equipe médica e os dois deram negativos. Nesta sexta-feira, 20, um dos repórteres que participava de uma coletiva não se conteve e perguntou se o presidente poderia mostrar os exames. Ou seja, ele fez a pergunta porque, pessoalmente, ou a mando de seu órgão de comunicação, não acredita que Bolsonaro esteja falando a verdade. Precisou do ministro da Saúde, Henrique Mandetta, que é medico, explicar que os exames de laboratório são de propriedade pessoal do paciente e cabe a este divulgar ou não.
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    Todo esse pessoal exige que Jair Bolsonaro faça um terceiro exame, ou quantos forem necessários, para eles terem certeza que o Presidente esteja falando a verdade. Fico até imaginando como seria a manchete da extrema imprensa, caso mesmo que seja o quadragésimo exame de Bolsonaro dando positivo. A Globo, certamete, faria chamada de urgência e publicariaem todos seus jornais com a seguinte manchete, na voz empostada de Willian Bonner: "Bolsonaro é contaminado pela gripezinha do coronavírus e terá que ficar em quarentena até 2022".
    Parabéns das janelas
    E por falar no Presidente Jair Bolsonaro, neste sábado, 21, ele faz aniversário. E seus correligionários e admiradores - ele tem mais de 35 milhões de seguidores nas redes sociais - estão programando um ato para homenageá-lo pela data. Para isso, seus eleitores estão sendo conclamados a cantarem o "Parabéns a você", hoje à noite das janelas de suas residências. A homenagem, segundo os organizadores, deverá acontecer no horário do Jornal Nacional da TV Globo. (O jornalista Renato Ferreira é editor do Portal Notícias & Opinião)
  • BRASIL E EUA: Bolsonaro e Trump conversam sobre pacote bilateral de comércio
    Líderes jantaram juntos no sábado, em Palm Beach, na Flórida.
     
    Interessados em intensificar a parceria econômica entre Brasil e Estados Unidos, os presidentes Jair Bolsonaro e Donaldo Trump instruíram seus negociadores a aprofundar as discussões prévias à possível assinatura de um pacote bilateral de comércio. A informação foi confirmada pelo Ministério das Relações Exteriores. Segundo a pasta, a intenção é que um acordo seja assinado ainda neste ano.
    Bolsonaro e Trump se reuniram na noite deste sábadO, 07/03, durante um jantar em um resort pertencente ao próprio chefe do Executivo norte-americano, localizado em Palm Beach, na Flórida.
    Acompanhados por membros da equipe de governo, assessores e jornalistas, os dois políticos conversaram sobre alguns temas de interesse dos dois países, como os potenciais benefícios da ampliação das relações econômicas bilaterais.
    OCDE
    Em nota divulgada na madrugada de hoje (8), o Itamaraty trata o aprofundamento da parceria como uma “aliança estratégica” entre os dois países. De acordo com o ministério, Trump reiterou o apoio norte-americano ao início do processo de entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
    Ao conversar com jornalistas ainda acompanhado por Bolsonaro, Trump foi questionado sobre a possibilidade dos Estados Unidos sobretaxar produtos importados do Brasil como forma de compensar os impactos negativos que o Real desvalorizado em comparação ao dólar pode causar aos produtores norte-americanos. Trump respondeu que não faria promessa sobre o assunto.
    Os dois presidentes também discutiram acelerar a participação do Brasil no programa de Operadores Econômicos Autorizados, que agilizará o comércio entre os dois países ao garantir a segurança dos bens importados, com objetivo de entrada no programa em 2021.
    Em sua conta no Twitter, Bolsonaro postou um vídeo com trechos do encontro. Ao discursar, o presidente brasileiro fala sobre a importância dos “laços de amizade” entre os dois países. “Estou muito feliz em ser amigo do governo americano”, disse Bolsonaro.
    Também no Twitter, o chanceler Ernesto Araújo comentou que as conversações presidenciais permitem o avanço “na construção de uma aliança Brasil-EUA pela democracia, segurança e prosperidade”.
    AMÉRICA LATINA E ORIENTE MÉDIO
    De acordo com o Itamaraty, Bolsonaro e Trump reiteraram o apoio de seus governos ao auto-declarado presidente da Venezuela, Juan Guaidó; e à realização de eleições livres e justas na Bolívia, previstas para ocorrer em maio. Os dois presidentes também reiteram o compromisso com a paz e a prosperidade no Oriente Médio, com o brasileiro elogiando a proposta norte-americana de estimular a coexistência pacífica entre o Estado de Israel e um Estado palestino.
    Os dois líderes também trataram das negociações para assinatura de acordos de cooperação bilateral em outras áreas, inclusive em pesquisa e desenvolvimento militar; setores aeroespacial; de ciência e tecnologia; saúde e inovação.
    AGENDA
    Bolsonaro e Michelle chegam aos Estados Unidos
    Acompanhado da primeira-dama do Braisl, Michelle, o presidente Jair Bolsonaro chega aos Estados Unidos, no sábado
    A previsão é de que Bolsonaro permaneça nos Estados Unidos até terça-feira (10). Hoje, ele e parte de sua equipe ministerial visitam o Comando Militar do Sul, responsável por coordenar as operações militares dos Estados Unidos no Caribe, Centro e América do Sul.
    Integram a comitiva brasileira, além do presidente e assessores próximos, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Fernando Azevedo e Silva (Defesa) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), além do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que escreveu, no Twitter, que “Brasil e EUA, antes de mais nada, trabalham para serem países prósperos, apostando no livre mercado, num Estado menor, apoiando a legítima defesa através de armas e respeitando os valores judaico-cristãos da maioria de nossas sociedades.”
    Esta é quarta visita de Bolsonaro aos Estados Unidos desde que tomou posse em janeiro de 2019, e também o seu quarto encontro com Donald Trump.
    Durante o jantar, Trump elogiou Bolsonaro, afirmando que ele faz um trabalho fantástico. "O Brasil o ama e os Estados Unidos o amam; Nossa amizade é, provavelmente, mais forte agora do que nunca”, disse o presidente norte-americano.
    Bolsonaro também falou sobre o encontro. "Estou muito feliz de estar aqui. É uma honra pra mim e para o meu país. Eu tenho certeza que num futuro próximo será muito bom contar com um bom relacionamento de direita com o Estados Unidos”, afirmou. (Fonte: G1 e Exame)

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