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SAÚDE PÚBLICA: Secretaria de Saúde suspeita de coronavírus em Belo Horizonte

SAÚDE PÚBLICA: Secretaria de Saúde suspeita de coronavírus em Belo Horizonte Featured

A paciente chegou da China e está clinicamente estável.
A Secretaria de Saúde de Minas Gerais investiga suspeita do primeiro caso de Coronavírus no Brasil. Trata-se de uma mulher brasileira de 35 anos que esteve recentemente na cidade chinesa de Shangai e chegou a Belo Horizonte no dia 18 de janeiro com sintomas respiratórios compatíveis com aqueles associados ao coronavírus.
O caso é tratado como suspeito e não como uma confirmação. A paciente foi levada ao Hospital Eduardo de Menezes, em Belo Horizonte, e as medidas assistenciais para redução de risco foram tomadas. Segundo a secretaria, a paciente está clinicamente estável.
A paciente relatou à equipe de Vigilância em Saúde da secretaria que não esteve na região de Wuhan, na China, onde foram registrados casos de transmissão ativa da doença. O caso segue sendo investigado e os exames para confirmar ou descartar a possibilidade de se tratar do coronavírus estão em andamento.
Apesar da investigação feita pela secretaria em Minas Gerais, o ministério da Saúde disse, em nota, que o caso “não se enquadra na definição de caso suspeito”. Ao fazer essa afirmação, a pasta considera o fato da paciente não ter estado em Wuhan.“De acordo com a definição atual da Organização Mundial de Saúde (OMS), só há transmissão ativa do vírus na província de Wuhan”.
O ministério também esclareceu que está monitorando a situação e outras medidas cabíveis serão tomadas assim que a OMS definir a situação de emergência. Os sinais e sintomas clínicos do coronavírus, também chamado de pneumonia indeterminada, são, principalmente, febre, dor, dificuldade em respirar em alguns pacientes e infiltrado pulmonar bilateral. (Fonte: Estado de Minas e Portal UAI)
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    O senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) comunicou nesta sexta-feira, 07/02, ao presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, que vai deixar o partido. Na próxima semana, o parlamentar mineiro deve se filiar ao PSD, liderado por Gilberto Kassab.
    Lideranças do PSDB em Minas Gerais lamentaram a saída do senador, que estava no partido desde 2005, um ano antes de se eleger vice-governador no mandato de Aécio Neves (PSDB). Em 2010, Anastasia foi eleito ao governo de Minas pelo PSDB.
    A saída foi lamentada por lideranças tucanas em Minas Gerais, que consideram Anastasia um dos “melhores quadros políticos do país”.
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    O deputado Gustavo Valadares (PSDB), líder do bloco governista na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), também lamentou a decisão do ex-governador.
    “Só posso lamentar. O partido perde um excepcional quadro, amigo e grande homem público, mas o senador também perde um grande partido. Certeza que os dois lados ainda vão se encontrar”, disse Valadares em suas redes sociais.
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    No final do ano passado, em entrevista ao Estado de Minas, o senador afirmou que já tinha se decidido a apoiar a candidatura de reeleição do prefeito Alexandre Kalil (PSD) na Prefeitura de Belo Horizonte.
    Mesmo com o lançamento de uma pré-candidatura tucana, a secretária adjunta de Planejamento Luísa Barreto, Anastasia afirmou que não apoiaria o nome apresentado pelo PSDB para disputar a prefeitura de BH.
    O senador não confirmou a filiação no PSD, mas nos bastidores o ingresso no partido de Gilberto Kassab e do prefeito Alexandre Kalil já é considerada certa. “Nos próximos dias ele deverá tomar uma posição em relação aos convites que recebeu e comunicará sua decisão”, informou a assessoria do senador.
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  • ENCHENTES: Senhores governantes não culpem a natureza pela irresponsabilidade de vocês!
    Gestores públicos deveriam ser responsabilizados criminalmente por permitir habitações irregulares em morros ou em margens de rios, canalizar ou cobrir córregos de forma inadequada e por não fazer obras de infra-estrutura em áreas urbanas para atender o crescimento populacional. A enchentes são causadas por ações ou omissões humanas.
     
     
    Por Renato Ferreira -
    Gente, infelizmente, estamos acompanhado mais uma vez no Brasil, as consequências drásticas das enchentes causadas pelas chuvas, principalmente, na região Sudeste. E, se antes, essas tragédias aconteciam somente nos grandes centros urbanos, hoje, elas ocorrem também em pequenas cidades e vilarejos no interior do Brasil.
    E todos os anos essas tragédias anunciadas, que poderiam ser evitadas, acontecem. E as desculpas dos governantes e gestores públicos, muito bem remunerados pelo povo para administrar, são as mesmas: "Choveu muito mais do que era previsto". Como se isso fosse alívio para o coração de quem perdeu ente queridos nas enchentes, além dos prejuízos materiais
    Estamos ainda longe do final das águas de março e só em Minas Gerais, as enchentes deste ano já mataram mais de 50 pessoas. Pessoas humildes que, com certeza, poderiam ainda estar entre nós, caso as autoridades de ontem e de hoje fossem mais responsáveis e tivessem administrado com mais seriedade e respeito aos seres humanos. Tudo isso acontece pura falta de planejamento, que deveriam ser entendido como crime de responsabilidade.
    Água exige passagem livre
    Não sou engenheiro e nem especialista em política urbana/ambiental, mas, ao longo da minha aprendi que na natureza a água exige passagem livre. Morei na roça até aos 10 anos de idade e nesse tempo, lá pelo final dos anos 1950 e metade de 1960, essas tragédias não aconteciam com tata frequência em cidades grades e, muito menos, nos pequenos municípios, como ocorrem hoje.
    Muitos podem alegar que isso se deve ao aumento da população. Mas, é justamente aí, que entra a falta de planejamento e culpa pelas consequências das enchentes daqueles que se propõem e se apresentam para governar. E apesar das enchentes atingirem todo o Brasil e outros países também, focarei em duas localidades para justificar o enfoque desse artigo, ou seja, a culpa dos governantes pelas tragédias das enchentes: Minas Gerais e Osasco, cidade da região Oeste da Grande São Paulo.
    Minas Gerais
    Enchentes em Guidoval
    Sobre Minas Gerais, onde morei até 1970, citarei alguns municípios da Zona da Mata, onde vivi até aos 10 anos na zona rural, como as cidades de Guiricema, Guidoval e Cataguases, que há muitos anos vêm sofrendo com as enchente. Fato que se repete com as fortes chuvas atuais.
    Até 1964, por exemplo, morei e estudei em escolas dessas cidades, e não me lembro de ter vivenciado cenas dramáticas como as que vemos hoje, com rios transbordando e águas cobrindo carros e casas. De vez em quando, ficávamos assustados com alguma tromba d´água, mas, que não causavam devastação tão grande.
    E por que hoje essas cidades, muitas até com populações menores, sofrem com as enchentes? Com certeza, esses fenômenos deveriam ser objeto diário de estudo e o ano todo pelos administradores públicos. Certamente, se isso ocorressem, eles e o povo humilde não seriam surpreendidos pelas enchentes.
    Lá na roça a gente morava perto de pequenos e grandes rios com as suas grandes e belas margens verdes. Mas, como a gente aprende desde cedo na escola, a vida desses rios depende da mata ciliar que os acompanham em toda sua extensão.E imaginamos que os prefeitos e seus auxiliares também estudaram. Será que hoje, como antigamente, esses rios correm livres e soltos? Com certeza, não.
    Justamente, porque hoje com os desmatamento, as nascentes diminuíram, muitas sumiram, os rios estão assoreados e quando chegam próximos às cidades ainda recebem em seus leitos todo o tipo de lixo e esgoto não tratado. E um grande vilão desse dilema, senão o maior, chama-se exploração imobiliária. Cooptados por isso, os administradores cedem aos encantos da corrupção e permitem o crescimento desordenado das cidades, que por sua vez, causa as enchentes. Por isso, a culpa das enchentes não é da natureza.
    Ela apenas cobra caro pelo desrespeito que cometemos contra suas florestas e rios. E o meu querido estado de Minas, com todos sabem, é formado por montanhas e rios. E como no caso das barragens - outro crime dos governantes - se não respeitamos essas montanhas, matas e rios de Minas, temos que pagar o alto preço cobrado pela natureza. A natureza cobra
    E Belo Horizonte é o maior exemplo dessa falta de planejamento ou visão administrativa. Apesar de ser uma das primeiras cidades planejadas do país, muitas obras urbanas foram feitas de forma errada ou em planejamento para longo tempo.
    Há poucos dias, a TV Globo mostrou que nos anos 1970, os administradores de BH fizeram festa com a canalização e cobertura do Ribeirão Arrudas que corta a cidade. Mas, esses administradores não "secaram" o Arrudas. Eles apenas o cobriram para a construção de belas avenidas.
    Só que as águas continuaram chegando ao Arrudas e, quando não encontram mais espaço por baixo do asfalto, elas, simplesmente, destroem tudo que encontram pela frente. Talvez, o custo seria menor se tivessem deixado o Arrudas correndo a céu aberto e com suas margens respeitadas. Hoje, com certeza, ele não provocaria tantos estragos e mortes.
    E, como o Arruda, poderíamos citar o rio Tietê, em São Paulo, e todos os rios que cortam as cidades brasileiros. Rios que tiveram suas margens encolhidas ou foram transformados em canais subterrâneos. Uma hora esses cursos d´água requerem suas margens de volta.
    Osasco
     
    Osasco é outra cidade brasileira que sempre sofreu com as enchentes. E o seu bairro que mais sofre com a fúria das águas é o Rochdalle, na zona Norte. Uma das principais causas dessas enchentes, além das moradias irregulares, é o famoso Braço Morto do Tietê, criado pelo homem.
    Enchentes periferia Osasco
    Até meados do século passado, o Rio Tietê tinha um curso normal e sinuoso no município de Osasco. Um governador a época resolveu mudar esse curso deixando o rio numa linha reta na altura do Bairro do Rochdalle, criando assim o conhecido Braço Morto, que continuou recebendo águas de afluentes.
    Só que mudança no curso do Tietê, contrariando a natureza, criou um problema sério. O Braço Morto ficou mais baixo do que leito reto do Rio e, com o aumento da população em suas margens, o Braço Morto acabou se transformando num autêntico braço de enchentes ao longo das décadas.
    Atualmente, após várias obras do Governo do Estado em parceria com a Prefeitura, as enchentes diminuíram um pouco, mas, ainda acontecem, como neste sábado, 01, causando ainda inundações e transtorno aos moradores da região.
    Enchentes Largo de Osasco
     
    E, se hoje, as enchentes diminuíram no Rochdalle, elas ocorrem em outros bairros e até mesmo na região central da cidade. Como em Belo Horizonte, as enchentes em Osasco ocorrem também devido às canalizações de córregos e falta de obras de infra-estrutura. São córregos canalizados que encontram um Tietê assoreado e acabam voltando com suas águas canalizadas para regão central.
    Osasco é uma das cidades com maior densidade população do Brasil. Com apenas 64 quilômetros quadrados de extensão, o município possui em torno de 800 mil habitantes. E esse crescimento ocorreu nas últimas décadas com a verticalização da cidade que não tem mais área rural. Na tarde deste sábado, se eu demorasse um pouco mais na região de Quitaúna, certamente, iria encontrar sérias dificuldades para voltar para a Vila São Francisco, devido às inundação naquele bairro e em outra regiões da cidade.
    E sobre esse problema da exploração imobiliária e canalização de rios, lembro de um episódio dos anos 1990, quando eu acompanhava o, então, prefeito Silas Bortolosso, numa visita a um córrego no Jardim Roberto, zona Sul, onde a Prefeitura tinha um projeto de canalização.
    Num determinado momento, o prefeito lembrou dos tempos de sua infância na região. Diante do córrego sujo, sem margem e cercado por habitações precárias, ele disse: "Naquele tempo, a gente brincava, nadava e pescava nesse rio". Então, vejam que não foi por culpa do Bortolosso que aquele córrego chegou a essa situação, mas, com certeza, se administradores do passado tivessem planejado melhor e conservado o rio limpo e sem habitações irregulares em suas margens, certamente, ele não precisaria ter sido canalizado.
    Hoje, as leis proíbem esse tipo de obra, mas, se os gestores públicos continuarem permitindo invasões de encostas e vales, crescimento desordenado e com todo tipo de sujeiras e esgotos sendo despejados em nossos rios, as enchentes vão continuar destruindo e matando pessoas inocentes. Os piscinões resolvem um pouco, mas, eles também precisam ser limpos e conservados.
    E depois das tragédias, senhores governantes, não adianta culpar a natureza ou o maior volume de chuvas no verão. A culpa é dos senhores que são pagos para governar, planejar e administrar as cidades. Até mesmo no caso de móveis ou entulhos jogados por moradores nas ruas ou córregos, os gestores púlicos têm culpa, porque cabe eles educar, fiscalizar e punir os maus munícipes. (Renato Ferreira é jornalista e editor do Portal Notícias & Opinião)
  • SAÚDE: OMS declara estado de emergência global em razão do coronavírus
    Na China já foram contabilizados 7,7 mil casos e 170 óbitos. No Brasil, o Ministério da Saúde considera 9 casos suspeitos.
    Infelizmente, aconteceu o que todos já esperavam. O coronavírus já é considerado caso de emergência mundial. O alerta foi divulgado nesta quinta-feira, 30/01, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que declarou estado de emergência global em razão da disseminação do coronavírus.
    A entidade fez o anúncio à imprensa em sua sede, em Genebra, na Suiça, após uma reunião com especialistas. Até o momento, foram contabilizados 7,7 mil casos e 170 mortes na China, principal local de multiplicação do vírus. Em outros 19 países, já foram registrados 98 casos. No Brasil, o Ministério da Saúde investiga nove casos suspeitos. De acordo com a entidade, os casos abrangem pessoas que viajaram para Wuhan, foco do surto, ou que tiveram contato com pessoas com histórico de passagem pela cidade.
    Os representantes da OMS, contudo, negaram que o anúncio signifique uma manifestação de desconfiança com a China. “A China está tendo um novo patamar para este surto. Meu respeito e agradecimento para os profissionais de saúde que, no meio do Festival de Primavera, estão trabalhando por 24 horas, durante sete dias por semana, para salvar vidas e colocar o surto em controle”, afirmou o diretor da organização, Tedros Adhanom.
    A OMS afirmou que não há necessidade de medidas para evitar viagens ou comércio internacional com a China. Além disso, apresentou um conjunto de recomendações, como apoio a países com sistemas de saúde mais precários, combate a rumores e desinformação, desenvolvimento de recursos para identificar, isolar e cuidar dos casos, além do compartilhamento de dados e conhecimento sobre o vírus.
    “Países devem trabalhar juntos no espírito de solidariedade e cooperação. Estamos nessa juntos e só podemos parar juntos. Este é o tempo de fatos, não medo, para ciência, não rumores, para solidariedade, não estigma”, destacou Adhanom.
    Histórico
    Os coronavírus são conhecidos desde meados dos anos 1960 e já estiveram associados a outros episódios de alerta internacional nos últimos anos. Em 2002, uma variante gerou um surto de síndrome respiratória aguda grave (Sars) que também teve início na China e atingiu mais de 8 mil pessoas. Em 2012, um novo coronavírus causou uma síndrome respiratória no Oriente Médio que foi chamada de Mers.
    A atual transmissão foi identificada em 7 de janeiro. O escritório da OMS na China buscava respostas para casos de uma pneumonia de etiologia até então desconhecida que afetava moradores na cidade de Wuhan. No dia 11 de janeiro foi apontado um mercado de frutos do mar como o local de origem da transmissão. O espaço foi fechado pelo governo chinês.
    Entenda o que é Emergência global
    Uma emergência de saúde pública de interesse internacional (PHEIC, na sigla em inglês) é uma declaração formal da Organização Mundial da Saúde (OMS) de “um evento extraordinário que pode constituir um risco de saúde pública a outros países por meio da disseminação, e que requer uma resposta internacional coordenada”.
    Segundo o Regulamento Sanitário Internacional (RSI), do qual o Brasil é signatário, os países que fazem parte do grupo devem atender prontamente às recomendações e práticas publicadas pelo documento de emergência, e os governos e autoridades responsáveis devem organizar e colocar em prática planos de ação para conter a ameaça sanitária.
    De acordo com o RSI, as declarações são temporárias e devem ser reavaliadas a cada três meses. De acordo com o diretor-geral da OMS, o coronavírus (2019-nCoV) atende aos critérios da declaração de emergência. Essa é a sexta vez em que o recurso é usado. A declaração de emergência havia sido emitida no surto de síndrome respiratória aguda grave (Sars), em 2002/2003; na pandemia de 2009 de H1N1 (também chamada de febre suína); na declaração de emergência de poliomielite, em 2014; na epidemia de ebola na África Ocidental, também em 2014; no surto de microcefalia em decorrência vírus Zika, cujo principal foco de infestação foi o Brasil, em 2015/2016, e na epidemia de ebola em Kivu, no Congo, em 2019. Das vezes em que foi instituída, apenas a declaração de emergência sobre a epidemia de Kivu continua ativa.
    Novo regulamento
    O Diário Oficial da União publicou hoje (30), em edição extraordinária, a promulgação do novo texto do Regulamento Sanitário Internacional - o tratado que define as regras, normas e ações que devem ser tomadas por países signatários em casos de saúde pública que apesentem riscos à comunidade internacional -. O novo texto é assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, e acolhe revisões feitas no documento de 2005. O texto da resolução revisada pode ser lido pelo site da Imprensa Nacional. (Fonte: Agência Brasil)

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