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MUNDO: Direita vence no Uruguai e tira grupo de Mujica do poder após 15 anos

MUNDO: Direita vence no Uruguai e tira grupo de Mujica do poder após 15 anos Featured

Atualmente, a direita governa o Brasil, Chile, Uruguai, Paraguai, Colômbia, Peru, Equador e interinamente também a Bolívia, onde Evo Morales renunciou.

 

Depois de vários anos com a chamada esquerda governando muitos países na América do Sul, agora, esse quadro mudou. E a maioria dos países tem governo de representantes da direita e centro-direita.

Nesta semana, o senador do Partido Nacional, de centro-direita, Luis Lacalle Pou foi confirmado como próximo presidente do Uruguai. A eleição foi realizada no último domingo e Lacalle Pou só aguardava os números da contagem secundário para ser oficialmente definido como presidente eleito pela maioria dos uruguaios. A posse do novo mandatário será em 1º de março de 2020.

Wilfredo Penco, da Corte Eleitoral, disse à agência Efe que o órgão “não faz cálculos” e que não proclamará o presidente “até que a última urna seja aberta”. Porém, como a diferença entre Lacalle Pou e o candidato da Frente Ampla, de esquerda, Daniel Martínez, vinha aumentando, ficou claro que este já não conseguiria reverter a derrota da esquerda no país.

Pela primeira vez em 15 anos, a coalizão Frente Ampla, formada pelo ex-presidente José “Pepe” Mujica e pelo atual presidente Tabaré Vázquez, fica fora do poder no Uruguai.
“Meu reconhecimento e obrigado a todos os homens e mulheres que estão defendendo os votos e a democracia em cada mesa nos dias de hoje. Meu pensamento está com vocês”, escreveu o presidente eleito do Uruguai. (Fonte: G1)

Atualmente, representantes da direita governam o Brasil, com Jair Bolsonaro, Chile, Uruguai, Colômbia, Paraguai Peru e Equador. Na Bolívia, o esquerdista Evo Morales renunciou após acusações de fraudes na eleição que o elegeu para o quarto mandado consecutivo, e a direita governa momentaneamente o país, até a realização de novas eleições.

Já na Venezuela o chavista Nicolás Maduro ainda se mantém no poder, apesar da pressão da direita e de acusações de fraudes em eleições que beneficiaram Maduro. E na Argentina, a esquerda voltou com o grupo da ex-presidente Cristina Kirchner.

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