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JUSTIÇA: Lula acabou com o Brasil: Cabral, com o Rio!

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Será que o STF pensa que colocando criminosos como esses na rua, mesmo contra a vontade da maioria dos brasileiros, eles deixarão de ser criminosos?

Ora, o desejo de qualquer condenado é fugir da cadeia, nem que seja por túneis cavados pelo Supremo Tribunal Federal.

Preparem-se para manifestações gigantes de Norte a Sul do país, com brasileiros de verdade vestindo as cores verde e amarelo da nossa Bandeira Nacional!

Ministros do STF

Por exemplo, os caminhoneiros, trabalhadores honestos que param o país em qualquer manifestação, já estão se preparando! Tudo vai depender de quarta-feira, 23, e da decisão dos "togados" que defendem corruptos! Nesse dia, o Supremo vai decidir sobre prisão de condenados em segunda instância. 

O Brasil acordou em 2018! Só os corruptos não perceberam isso! (Renato Ferreira)

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  • PANDEMIA: Imprensa espalha pânico ou esperança de acordo com os seus destaques, títulos ou chamadas

     

    Usando dados verdadeiros na comparação entre Brasil e Itália, ontem, uma notícia do UOL trouxe pânico sobre a transmissão maior de coronavírus por aqui; hoje, o R7 levou esperança ao falar sobre a letalidade da doença menor no Brasil.

     

    Por Renato Ferreira - 

    Meu objetivo aqui não ensinar jornalismo para ninguém. Ao contrário, sempre tento aprender mais em tudo que leio. Mas, a técnica jornalística nos ensina como se deve fazer um bom texto para qualquer mídia, visando atingir o objetivo que é comunicar o fato e facilitar o entendimento do leitor, ouvinte ou telespectador. E isso já a partir do título de uma matéria impressa ou da chamada para uma matéria de rádio ou TV. Ou seja, o maior destaque do fato noticiado deve aparecer no título e no lide (primeiro parágrafo), vindo a seguir outros detalhes ou informações menos importantes da notícia, de acordo com o interesse e conhecimento do autor sobre o fato.

    E é na lide que deve constar as respostas para as famosas cinco perguntas que aprendemos na Faculdade e que o bom e isento jornalista deve ter em mente ao redigir a notícia: Quem, o quê, quando, onde e por quê? Dando as informações no início do texto, a notícia está completa em termos de informações básicas.

    Então, sendo uma notícia isenta de interesses políticos ou de manipulações de quaisquer especies, o bom jornalismo deve seguir essas técnicas seja qual for o fato. Mas, infelizmente, há também as manipulações na composição do texto, quando determinado profissional ou veículo inverte essa técnica, destacando no título e no início da matéria fatos menos relevantes, os quais, porém, podem provocar outros resultados no leitor, que, talvez, tenha lido, ouvido ou visto apenas o título ou chamada da matéria. Não que isso signifique manipulação dos dados, mas, certamente, com a inversão dos dados, o leitor, se não ler toda a matéria ficará apenas com as informações iniciais.

     

    Digo isso, para falar de como nesses tempos de pandemia do coronavírus, uma notícia, mesmo sendo verdadeira, pode causar mais pânico numa população já assustada com a doença. Enquanto outra, também usando dados verdadeiros, pode levar mais esperança na luta contra a doença.

    UOL - Brasil tem mais morte que a Itália...

    Para noticiar uma comparação de dados, o UOL trouxe na segunda-feira, 30/03, uma matéria - https://bit.ly/2R2oji9 - com a seguinte manchete: "Brasil tem mais mortes por dia que a Itália desde o primeiro óbito". Em seguida, no lide e em três ou quatro parágrafos seguintes, o redator explica esses dados na comparação.

    E somente no penúltimo parágrafo, o autor do texto tenta diminuir um pouco o pânico que espalhou desde o título. E diz: "É importante destacar que a comparação de dados, embora traga alertas, não é necessariamente indicativo de que o Brasil terá a mesma trajetória epidêmica de outros países. Importantes variáveis é que vão influenciar isso, como estado de saúde dos doentes, número da população, resposta dos governos e capacidade do sistema de saúde no atendimento".

    Em minha opinião, um veículo que deseja diminuir o pânico sobre o coronavírus, inverteria a ordem das informações desde o título. E nós jornalistas sabemos muito bem como fazer isso para piorar ou amenizar as consequências de um fato. É por isso que, na maioria das vezes, os políticos adoram as pesquisas eleitorais, porque, de acordo com os destaques veiculados sobre a pesquisa, o eleitor poderá ser induzido a votar em determinado candidato.

    R7 - Taxa de letalidade do Covid-19 é três vezes menor no Brasil ...

    Por outro lado, nesta terça-feira, 31/03, uma matéria do Portal R 7 - https://bit.ly/340qw2R - traz mais esperança aos brasileiros, ao afirmar que a taxa de letalidade da convid-19 e três vezes menor do que a registrada na Itália de acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). E a matéria do R7, explica, justamente, os dados que o UOL só destaca no final de sua matéria.

    Segundo o infectologista Jean Gorinchteyn, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e do Hospital Israelita Albert Einstein, ambos de São Paulo, entrevistado pelo R7, a taxa de letalidade menor no Brasil se explica, principalmente, pelo isolamento social.

    "A gente tem dois aspectos fundamentais que explicam isso. Primeiro, tivemos a possibilidade de preparar as UTIs para receber essas pessoas e conseguimos atender prontamente, neste momento. A assistência de saúde, até agora, tem sido qualificada. E a capacidade de atender a essas pessoas tem a ver diretamente com o isolamento social.

    O infectologista também destaca o tratamento da covid-19 com uma combinação dos medicamentos cloroquina com um antibiótico. A cloroquina é um medicamento defendido pelo Governo Federal desde o início da pandemia e que o Exército brasileiro já fabricou milhõesde doses enviadas aos hospitais, ficando o uso a critério dos médicos e especialistas. (O jornalista Renato Ferreira é editor do Portal Notícias & Opinião)

  • MANIFESTAÇÕES PRÓ GOVERNO: Mesmo com coronavírus e desmobilização, milhares de pessoas foram às ruas em apoio a Bolsonaro
    Manifestantes pró-governo ignoram pedido do Presidente e fazem marchas e carreatas em todo o país. Maia, Alcolumbre, Toffoli e Doria foram alvos dos manifestantes.
    A oposição ao governo Bolsonaro sofreu, sem dúvida, uma grande derrota neste domingo, 15 de março com as manifestações pró governo, de norte a sul do país. Praticamente, em todas as capitais e em outras centenas de cidades do interior, milhares de pessoas, vestindo verde e amarelo, saíram às ruas para manifestar apoio ao governo Bolsonaro e criticar ações do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal (STF), e também de lideranças políticas que fazem oposição ao governo. Foi um autodenominado movimento nacional pró-governo, realizado em todo Brasil.
    Manifestações povo nas ruas
    E toda essa gente foi para as ruas, mesmo depois do pedido do Presidente Bolsonaro solicitando que adiassem as manifestações, de desmobilização por parte dos organizadores, de decreto sde governadores proibindo eventos públicos e também das restrições ao avanço do coronavírus. Com certeza, se não fosse a ameaça do novo coronavírus e a desmobilização, hoje, o Brasil teria parado literalemente com milhões nas ruas.
    Manifestações Toffoli Maia e Alcolumbre são alvos
    Dentre outras lideranças, os manifestantes gritaram palavras de ordem contra o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ); o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).
    BRASÍLIA
    Manifestações carreata em Brasília
     
     
    Manifestações Bolsonaro com a Bandeira
    Em Brasília, onde o governador do DF, baixou um decreto proibindo eventos com mais de 100 pessoas, os manifestantes portando roupas e bandeiras verde e amarelas, além de cartazes contendo frases contra marcharam pela Esplanada dos Ministérios até o gramado em frente ao Congresso Nacional. Eles foram seguidos por uma carreata.
    Foram registradas manifestações em outras cidades curante a manhã, como em Belém e no Rio de Janeiro.
    Em suas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro postou vídeos da carreata em Brasília e na capital do Pará, e de passeatas na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, e em Ribeirão Preto (SP).
    Na última quinta-feira (12), em pronunciamento veiculado em cadeia nacional de rádio e televisão, o presidente classificou as manifestações como "legítimas" e "expressões da liberdade", mas recomendou que, em meio à pandemia de coronavrírus, as pessoas repensassem a ida às ruas. Hoje, em Brasília, ele chegou a cumprimentar os manifestantes. Houve manifestações também no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, Bahia, Pernambuco, Pará, Goiás, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul, dentre outros estados;
    RIO DE JANEIRO
    Manifestantes Praia de Copacabana
    No Rio de Janeiro, os primeiros manifestantes chegaram o Posto 4 da Praia de Copacabana por volva das 10. Do alto de um carro de som, lideranças de movimentos faziam discursos a favor do governo e contra políticos corruptos, que, segundo os manifestantes, têm prejudicado o governo Bolsonaro com derrubadas de vetos e tentando engessar o Orçamento da União. No Rio, o governador Wilson Witzel, desafeto de Bolsonaro, tentou evitar as manifestações, proibindo atos públicos. Hoje, ele tentou até apreender carros de som nas manifestações.
    SÃO PAULO
     Manifestações Av Paulista 2
    Em São Paulo, a Prefeitura comandada por tucanos, como também o governo de João Doria tentaram de todas as formas desestimular as manifestações. A Avenida Paulista, aberta ao público todos os domingos e feriados, foi liberada ao trânsito de veículo, sob o pretexto de evitar aglomerações de pessoas e a transmissão do coronavírus.
    Mas, nem assim, na parte da tarde, os manifestantes desistiram. Vestidos de verde e amarelo, os manifestantes invadiram a Paulista, levando bandeiras do Brasil para o ato, mensagens de apoio ao presidente da República e muitas críticas a parlamentares do Congresso Nacional. A concentração maior de manifestantes foi realizada em frente ao prédio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.
    MINAS GERAIS
    Manifestações Praça da Liberdade em BH
    Em Belo Horizonte, mesmo após desconvocação de Jair Bolsonaro, apoiadores do presidente da República se reuniram no Centro da cidade. O principal ato reuniu milhares de pessoas na Praça da Liberdade, empunhando cartazes, bandeiras do Brasil e gritos contra o Congresso e o STF.
    "Chegou a hora de enfrentar os corruptos, somos muito enganados. Olha quem está lá, Maia, Alcolumbre, Toffoli, Gilmar Mendes, fora! Fora da nossa nação, são bandidos terroristas que vieram assolar a nação ainda mais. Somos Bolsonaro sempre, pelos ideais, caráter, estamos aqui hoje, e nada pode nos parar", disse uma manifetante de BH à reportagem do Estado de Minas.
    JUIZ DE FORA
    Também em Minas Gerals, outra cidade que registrou uma grande manifestação pró governo, na manhã deste domingo, foi Juiz de Fona, maior cidade da Zona da Mata. Todos vertidos com as cores do Brasil e empunhando faixas e cartazes, os manifestantes declararam apoio ao governo Bosolnaro, ao mesmo tempo que criticavam lideranças do Congresso Nacional.
    Foi em Juiz de Fora, onde durante a campanha presidencial em 2018, Jair Bolsonaro ficou gravemente ferido ao ser esfaqueado pelo ativista político, Adélio Bispo, ex-membro do PSOL. Adélio Bispo foi preso e condenado. Após ser considerado portador de problemas mentais, nesta semana, a Justiça determinou que o agressor fosse transferido de um presídio de Mato Grosso Sul para o Hospital Psiquiátrico de Barbacena, em Minas Gerais. (Renato Ferreira)
  • BRASIL E EUA: Bolsonaro e Trump conversam sobre pacote bilateral de comércio
    Líderes jantaram juntos no sábado, em Palm Beach, na Flórida.
     
    Interessados em intensificar a parceria econômica entre Brasil e Estados Unidos, os presidentes Jair Bolsonaro e Donaldo Trump instruíram seus negociadores a aprofundar as discussões prévias à possível assinatura de um pacote bilateral de comércio. A informação foi confirmada pelo Ministério das Relações Exteriores. Segundo a pasta, a intenção é que um acordo seja assinado ainda neste ano.
    Bolsonaro e Trump se reuniram na noite deste sábadO, 07/03, durante um jantar em um resort pertencente ao próprio chefe do Executivo norte-americano, localizado em Palm Beach, na Flórida.
    Acompanhados por membros da equipe de governo, assessores e jornalistas, os dois políticos conversaram sobre alguns temas de interesse dos dois países, como os potenciais benefícios da ampliação das relações econômicas bilaterais.
    OCDE
    Em nota divulgada na madrugada de hoje (8), o Itamaraty trata o aprofundamento da parceria como uma “aliança estratégica” entre os dois países. De acordo com o ministério, Trump reiterou o apoio norte-americano ao início do processo de entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
    Ao conversar com jornalistas ainda acompanhado por Bolsonaro, Trump foi questionado sobre a possibilidade dos Estados Unidos sobretaxar produtos importados do Brasil como forma de compensar os impactos negativos que o Real desvalorizado em comparação ao dólar pode causar aos produtores norte-americanos. Trump respondeu que não faria promessa sobre o assunto.
    Os dois presidentes também discutiram acelerar a participação do Brasil no programa de Operadores Econômicos Autorizados, que agilizará o comércio entre os dois países ao garantir a segurança dos bens importados, com objetivo de entrada no programa em 2021.
    Em sua conta no Twitter, Bolsonaro postou um vídeo com trechos do encontro. Ao discursar, o presidente brasileiro fala sobre a importância dos “laços de amizade” entre os dois países. “Estou muito feliz em ser amigo do governo americano”, disse Bolsonaro.
    Também no Twitter, o chanceler Ernesto Araújo comentou que as conversações presidenciais permitem o avanço “na construção de uma aliança Brasil-EUA pela democracia, segurança e prosperidade”.
    AMÉRICA LATINA E ORIENTE MÉDIO
    De acordo com o Itamaraty, Bolsonaro e Trump reiteraram o apoio de seus governos ao auto-declarado presidente da Venezuela, Juan Guaidó; e à realização de eleições livres e justas na Bolívia, previstas para ocorrer em maio. Os dois presidentes também reiteram o compromisso com a paz e a prosperidade no Oriente Médio, com o brasileiro elogiando a proposta norte-americana de estimular a coexistência pacífica entre o Estado de Israel e um Estado palestino.
    Os dois líderes também trataram das negociações para assinatura de acordos de cooperação bilateral em outras áreas, inclusive em pesquisa e desenvolvimento militar; setores aeroespacial; de ciência e tecnologia; saúde e inovação.
    AGENDA
    Bolsonaro e Michelle chegam aos Estados Unidos
    Acompanhado da primeira-dama do Braisl, Michelle, o presidente Jair Bolsonaro chega aos Estados Unidos, no sábado
    A previsão é de que Bolsonaro permaneça nos Estados Unidos até terça-feira (10). Hoje, ele e parte de sua equipe ministerial visitam o Comando Militar do Sul, responsável por coordenar as operações militares dos Estados Unidos no Caribe, Centro e América do Sul.
    Integram a comitiva brasileira, além do presidente e assessores próximos, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Fernando Azevedo e Silva (Defesa) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), além do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que escreveu, no Twitter, que “Brasil e EUA, antes de mais nada, trabalham para serem países prósperos, apostando no livre mercado, num Estado menor, apoiando a legítima defesa através de armas e respeitando os valores judaico-cristãos da maioria de nossas sociedades.”
    Esta é quarta visita de Bolsonaro aos Estados Unidos desde que tomou posse em janeiro de 2019, e também o seu quarto encontro com Donald Trump.
    Durante o jantar, Trump elogiou Bolsonaro, afirmando que ele faz um trabalho fantástico. "O Brasil o ama e os Estados Unidos o amam; Nossa amizade é, provavelmente, mais forte agora do que nunca”, disse o presidente norte-americano.
    Bolsonaro também falou sobre o encontro. "Estou muito feliz de estar aqui. É uma honra pra mim e para o meu país. Eu tenho certeza que num futuro próximo será muito bom contar com um bom relacionamento de direita com o Estados Unidos”, afirmou. (Fonte: G1 e Exame)

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