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GOVERNO: Jair Bolsonaro terá alta na tarde de hoje e retorna a Brasília em seguida

GOVERNO: Jair Bolsonaro terá alta na tarde de hoje e retorna a Brasília em seguida Featured

Vice-presidente Hamilton Mourão continuara no cargo presidencial até quarta-feira.
 
O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), receberá alta na tarde desta segunda-feira, 16/09. Depois de algumas sessões de fisioterapia, o chefe do Executivo brasileiro deixará o Hospital Vila Star, em São Paulo, onde se recuperava de cirurgia para corrigir uma hérnia incisional.
Em boletim, divulgado na manhã desta segunda-feira, o hospital informou que Bolsonaro também fará as demais atividades de recuperação em domicílio, além de repousar até ter condições de retornar ao cargo presidencial.
“O Hospital Vila Nova Star informa que o senhor presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, internado desde o dia 7 de setembro, receberá alta hoje, no período da tarde, após a realização das sessões de fisioterapia. O Presidente continuará sua recuperação em domicílio, devendo seguir as orientações médicas relacionadas à dieta e atividade física, sob supervisão conjunta da equipe médica do Dr. Macedo e da equipe da Presidência da República", diz o boletim médico.
Logo depois, o porta-voz da República, Otávio Rêgo Barros,concedeu uma entrevista coletiva e explicou que Bolsonaro ficará fora do cargo por mais dois dias. O vice-presidente Hamilton Mourão está provisoriamente na cadeira presidencial desde então. A previsão inicial era que o vice substituísse o presidente até a última sexta-feira.
“Vamos entender o período de interinidade do vice presidente Hamilton Mourão por mais dois dias. Ou seja, amanhã (terça-feira) e depois (quarta-feira) a presidência estará sob condão do General Mourão. Orientação médica acolhida pelo presidente na plenitude”.
Bolsonaro está internado desde 7 de setembro no hospital paulistano, onde realizou a quarta cirurgia desde que sofreu uma facada na barriga durante um ato da campanha presidencial de 2018, em Juiz de Fora, na Zona da Mata de Minas Gerais.
Viagem a Nova York
O porta-voz confirmou que está mantida a viagem de Bolsonaro a Nova York, nos Estados Unidos, onde Bolsonaro discursará na abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), no dia 24 de setembro. A ida do presidente, no entanto, foi adiada do dia 22 para o dia 23. O retorno está previsto para o dia 25, depois de uma parada no Texas para, segundo Rêgo Barros, encontrar-se com empresários ligado ao setor militar.
De acordo com o porta-voz, o diálogo será para entender as possibilidades "de o Brasil, por meio dessa interlocução, efetuar alguma atividade comercial."
Antes da viagem aos Estados Unidos, a equipe médica do Hospital Vila Nova Star que acompanha o presidente deverá ir a Brasília realizar uma avaliação.
Bolsonaro "vai exercer a Presidência da República entendendo as necessidades de adequar-se a eventuais limitações", disse Rêgo Barros. O porta-voz também confirmou que Bolsonaro deverá viajar à Ásia no final de outubro.
Recuperação
Na noite do último sábado, o presidente passou de uma dieta líquida para uma dieta cremosa. Já na noite desse domingo, os médicos começaram a diminuir a alimentação endovenosa (diretamente na veia). Na semana passada, Bolsonaro chegou a usar uma sonda nasogástrica para retirada de ar e líquidos do estômago e do intestino, após uma distensão abdominal. (Fonte: Estado de Minas)
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    Indicado por Bolsonaro para ocupar a vaga de Raquel Dodge, Aras foi aprovado por 68 votos a 10. Em resumo, ele defendeu a harmonia dos Poderes, porém, com independência e sem nenhum tipo de submissão.
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    O nome de Augusto Aras como substituto da Raquel Dodge foi motivo de polêmica entre colegas da Procuradoria-Geral da República (PGR), uma vez que o seu nome não fazia parte lista tríplice que, tradicionalmente, é enviada para que o Presidente da República indique um deles. Porém, isso não é uma obrigação legal que obriga o Presidente a cumpri-la.
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    Aras teve de responder outros temas, como a independência entre os Poderes, a atuação do Ministério do Público, o direito essenciais das minorias e a indicação do deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente da República, como embaixador dos Estados Unidos. E não faltou também quem quis saber a a avaliação do indicado à PGR sobre o "golpe de 1964".
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    Cura Gay
    Aras foi indagado também sobre uma carta da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure), que ele assinou. Dentre outros ídens, o documento define como família a união de um homem com uma mulher e defende a "cura gay". A pergunta foi do senador Fabiano Contarato (Rede-ES), que se mostrou indignado com a situação. “Sou delegado de polícia há 27 anos, sou professor de direito há 20, e estou como senador da República. Eu tenho muito orgulho da minha família, eu tenho um filho. O senhor não reconhece a minha família como família? Eu tenho subfamília? Eu sou doente, senhor procurador?”.
    Na resposta, Aras recuou e disse que não leu todo o documento. O subprocurador também afirmou que respeita a família do senador e que não acredita em nenhum tratamento relacionado à “cura gay”.
    1964: "Célebre dia" ,
    Durante a sabatina na CCJ, pelo menos uma resposta de Augusto Aras deve ter deixado a oposição de cabelo em pé. Foi sobre o "Golpe de 64, ao qual ele se referiu como "Célebre dia". A resposta foi dada ao questionamento do líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP). "Discutirmos esse ponto sobre golpe de estado e revolução talvez não me parece adequado nesse momento porque a história conta como ocorreu aquele célebre 31 de março".

    Sobre o "o movimento de 64", afirmou que ele teve apoio da família brasileira, da Igreja Católica brasileira e do próprio do Congresso Nacional. Por isso, indicou que, de acordo com o seu entendimento jurídico, o que poderia ser chamado de golpe seria apenas o cerceamento das liberdades individuais promovido quatro anos depois do início da ditadura militar, em 1968, pelo AI5.

    E acrescentou: "Aquele momento [1964] não se fala propriamente de uma revolução, mas de um movimento em que houve uma mudança. Se houve uma revolução, podemos dizer que foi uma revolução civil, porque foi protagonizada pela sociedade civil e por membros do Congresso Nacional", afirmou Augusto Aras. (Renato Ferreira)

  • BRASIL NA ONU: Bolsonaro mostra um novo Brasil para o mundo e defende a soberania nacional
    Em seu primeiro discurso na ONU, o Presidente Jair Bolsonaro não abaixa a cabeça para seus desafetos estrangeiros, fala sobre direitos humanos, família, liberdade econômica, critica ex-presidentes, enfatiza o combate à corrupção, elogia Sérgio Moro e agradece a Deus por ter sobrevivido à facada de um militante político. No final, Bolsonaro foi cumprimentado Donald Trump.
    Ao iniciar sua fala, que durou 31 minutos, Bolsonaro fez questão de frisar que apresentaria um novo Brasil para a comunidade internacional. "Um Brasil que está sendo reconstruído a partir dos anseios e dos ideais de seu povo. No meu governo, o Brasil vem trabalhando para reconquistar a confiança do mundo, diminuindo o desemprego, a violência e o risco para os negócios, por meio da desburocratização, da desregulamentação e, em especial, pelo exemplo."
     
    Veja, a seguir, os principais trechos do discurso de Bolsonaro:
    Combate à corrupção
    Bolsonaro salientou também o combate à corrupção desde o início de seu governo. "Meu país esteve muito próximo do socialismo, o que nos colocou numa situação de corrupção generalizada, grave recessão econômica, altas taxas de criminalidade e de ataques ininterruptos aos valores familiares e religiosos que formam nossas tradições."
    Médicos cubanos
    Dentre os assuntos de corrupção, o presidente brasileiro iniciou criticando o programa Mais Médicos, classificando-o como "trabalho escravo". "Em 2013, um acordo entre o governo petista e a ditadura cubana trouxe ao Brasil 10 mil médicos sem nenhuma comprovação profissional. Foram impedidos de trazer cônjuges e filhos, tiveram 75% de seus salários confiscados pelo regime e foram impedidos de usufruir de direitos fundamentais, como o de ir e vir. Um verdadeiro trabalho escravo, acreditem"
    " Respaldado por entidades de direitos humanos do Brasil e da ONU! Antes mesmo de eu assumir o governo, quase 90% deles deixaram o Brasil, por ação unilateral do regime cubano. Os que decidiram ficar se submeterão à qualificação médica para exercer sua profissão. Deste modo, nosso país deixou de contribuir com a ditadura cubana, não mais enviando para Havana 300 milhões de dólares todos os anos", enfatizou.
    Cuba
    A ditadura cubana e a sua ligação foi duramente criticada por Bolsonaro, que fez, inclusive, um apanhado desde os meados do século passado. "A história nos mostra que, já nos anos 60, agentes cubanos foram enviados a diversos países para colaborar com a implementação de ditaduras.Há poucas décadas tentaram mudar o regime brasileiro e de outros países da América Latina. Foram derrotados!"
    "Civis e militares brasileiros foram mortos e outros tantos tiveram suas reputações destruídas, mas vencemos aquela guerra e resguardamos nossa liberdade."
    Venezuela
    O presidente criticou também o regime autoritário de Nicolás Maduro. "Na Venezuela, esses agentes do regime cubano, levados por Hugo Chávez, também chegaram e hoje são aproximadamente 60 mil, que controlam e interferem em todas as áreas da sociedade local, principalmente na Inteligência e na Defesa. A Venezuela, outrora um país pujante e democrático, hoje experimenta a crueldade do socialismo.O socialismo está dando certo na Venezuela! Todos estão pobres e sem liberdade!"
    Refugiados
    "O Brasil também sente os impactos da ditadura venezuelana. Dos mais de 4 milhões que fugiram do país, uma parte migrou para o Brasil, fugindo da fome e da violência. Temos feito a nossa parte para ajudá-los, através da Operação Acolhida, realizada pelo Exército Brasileiro e elogiada mundialmente."
    Redemocratização
    Trump comprimenta Bolsonaro na UNU
    Donald Trump cumprimenta Bolsonaro no final de seu discurso na ONU
    Trabalhamos com outros países, entre eles os EUA, para que a democracia seja restabelecida na Venezuela, mas também nos empenhamos duramente para que outros países da América do Sul não experimentem esse nefasto regime.
    Foro de São Paulo
    "O Foro de São Paulo, organização criminosa criada em 1990 por Fidel Castro, Lula e Hugo Chávez para difundir e implementar o socialismo na América Latina, ainda continua vivo e tem que ser combatido".
    Liberdade econômica
    "Em busca de prosperidade, estamos adotando políticas que nos aproximem de países outros que se desenvolveram e consolidaram suas democracias.
    Não pode haver liberdade política sem que haja também liberdade econômica. E vice-versa. O livre mercado, as concessões e as privatizações já se fazem presentes hoje no Brasil.
    A economia está reagindo, ao romper os vícios e amarras de quase duas décadas de irresponsabilidade fiscal, aparelhamento do Estado e corrupção generalizada. A abertura, a gestão competente e os ganhos de produtividade são objetivos imediatos do nosso governo."
    Abertura da economia
    "Estamos abrindo a economia e nos integrando às cadeias globais de valor. Em apenas oito meses, concluímos os dois maiores acordos comerciais da história do país, aqueles firmados entre o Mercosul e a União Europeia e entre o Mercosul e a Área Europeia de Livre Comércio, o EFTA.
    Pretendemos seguir adiante com vários outros acordos nos próximos meses. Estamos prontos também para iniciar nosso processo de adesão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Já estamos adiantados, adotando as práticas mundiais mais elevadas em todo os terrenos, desde a regulação financeira até a proteção ambiental.
    Defesa da Amazônia
    Acompanhado da índia YSANY KALAPALO em sua comitiva, Bolsonaro foi enfático ao falar sobre a Amazônia e o povo indígena.
    "Em primeiro lugar, meu governo tem um compromisso solene com a preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável em benefício do Brasil e do mundo.
    O Brasil é um dos países mais ricos em biodiversidade e riquezas minerais.
    Nossa Amazônia é maior que toda a Europa Ocidental e permanece praticamente intocada. Prova de que somos um dos países que mais protegem o meio ambiente."
    Queimadas
    "Nesta época do ano, o clima seco e os ventos favorecem queimadas espontâneas e criminosas. Vale ressaltar que existem também queimadas praticadas por índios e populações locais, como parte de sua respectiva cultura e forma de sobrevivência.
    Problemas qualquer país os tem. Contudo, os ataques sensacionalistas que sofremos por grande parte da mídia internacional devido aos focos de incêndio na Amazônia despertaram nosso sentimento patriótico.
    É uma falácia dizer que a Amazônia é patrimônio da humanidade e um equívoco, como atestam os cientistas, afirmar que a nossa floresta é o pulmão do mundo.
    Valendo-se dessas falácias, um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa, com espírito colonialista.
    Soberania
    "Questionaram aquilo que nos é mais sagrado: a nossa soberania! Um deles por ocasião do encontro do G7 ousou sugerir aplicar sanções ao Brasil, sem sequer nos ouvir. Agradeço àqueles que não aceitaram levar adiante essa absurda proposta.
    Em especial, ao Presidente Donald Trump, que bem sintetizou o espirito que deve reinar entre os países da ONU: respeito à liberdade e à soberania de cada um de nós.
    Existem, no Brasil, 225 povos indígenas, além de referências de 70 tribos vivendo em locais isolados. Cada povo ou tribo com seu cacique, sua cultura, suas tradições, seus costumes e principalmente sua forma de ver o mundo.
    Cacique Raoni
    "A visão de um líder indígena não representa a de todos os índios brasileiros. Muitas vezes alguns desses líderes, como o Cacique Raoni, são usados como peça de manobra por governos estrangeiros na sua guerra informacional para avançar seus interesses na Amazônia.
    Infelizmente, algumas pessoas, de dentro e de fora do Brasil, apoiadas em ONGs, teimam em tratar e manter nossos índios como verdadeiros homens das cavernas.
    Proteção aos índios
    "O Brasil agora tem um presidente que se preocupa com aqueles que lá estavam antes da chegada dos portugueses. O índio não quer ser latifundiário pobre em cima de terras ricas. Especialmente das terras mais ricas do mundo. É o caso das reservas Ianomâmi e Raposa Serra do Sol. Nessas reservas, existe grande abundância de ouro, diamante, urânio, nióbio e terras raras, entre outros.
    E esses territórios são enormes. A reserva Ianomâmi, sozinha, conta com aproximadamente 95 mil km2 , o equivalente ao tamanho de Portugal ou da Hungria, embora apenas 15 mil índios vivam nessa área.
    Isso demonstra que os que nos atacam não estão preocupados com o ser humano índio, mas sim com as riquezas minerais e a biodiversidade existentes nessas áreas."
    Democracia e liberdade
    "O Brasil reafirma seu compromisso intransigente com os mais altos padrões de direitos humanos, com a defesa da democracia e da liberdade, de expressão, religiosa e de imprensa. É um compromisso que caminha junto com o combate à corrupção e à criminalidade, demandas urgentes da sociedade brasileira.
    Seguiremos contribuindo, dentro e fora das Nações Unidas, para a construção de um mundo onde não haja impunidade, esconderijo ou abrigo para criminosos e corruptos."
    Corruptos punidos
    "Há pouco, presidentes socialistas que me antecederam desviaram centenas de bilhões de dólares comprando parte da mídia e do parlamento, tudo por um projeto de poder absoluto.
    Foram julgados e punidos graças ao patriotismo, perseverança e coragem de um juiz que é símbolo no meu país, o Dr. Sergio Moro, nosso atual Ministro da Justiça e Segurança Pública.
    Esses presidentes também transferiram boa parte desses recursos para outros países, com a finalidade de promover e implementar projetos semelhantes em toda a região. Essa fonte de recursos secou.
    Esses mesmos governantes vinham aqui todos os anos e faziam descompromissados discursos com temas que nunca atenderam aos reais interesses do Brasil nem contribuíram para a estabilidade mundial. Mesmo assim, eram aplaudidos.
    Combate à criminalidade
    Em meu país, tínhamos que fazer algo a respeito dos quase 70 mil homicídios e dos incontáveis crimes violentos que, anualmente, massacravam a população brasileira. A vida é o mais básico dos direitos humanos. Nossos policiais militares eram o alvo preferencial do crime. Só em 2017, cerca de 400 policiais militares foram cruelmente assassinados. Isso está mudando.
    Medidas foram tomadas e conseguimos reduzir em mais de 20% o número de homicídios nos seis primeiros meses de meu governo.
    As apreensões de cocaína e outras drogas atingiram níveis recorde.
    Segurança
    Hoje o Brasil está mais seguro e ainda mais hospitaleiro. Acabamos de estender a isenção de vistos para países como Estados Unidos, Japão, Austrália e Canadá, e estamos estudando adotar medidas similares para China e Índia, dentre outros.
    Com mais segurança e com essas facilidades, queremos que todos possam conhecer o Brasil, e em especial, a nossa Amazônia, com toda sua vastidão e beleza natural.
    Não deixem de conhecer o Brasil, ele é muito diferente daquele estampado em muitos jornais e televisões!"
    Liberdade religiosa
    "A perseguição religiosa é um flagelo que devemos combater incansavelmente.Nos últimos anos, testemunhamos, em diferentes regiões, ataques covardes que vitimaram fiéis congregados em igrejas, sinagogas e mesquitas.
    O Brasil condena, energicamente, todos esses atos e está pronto a colaborar, com outros países, para a proteção daqueles que se veem oprimidos por causa de sua fé.
    Preocupam o povo brasileiro, em particular, a crescente perseguição, a discriminação e a violência contra missionários e minorias religiosas, em diferentes regiões do mundo.
    Por isso, apoiamos a criação do 'Dia Internacional em Memória das Vítimas de Atos de Violência baseados em Religião ou Crença'.
    Nessa data, recordaremos anualmente aqueles que sofrem as consequências nefastas da perseguição religiosa.
    É inadmissível que, em pleno Século XXI, com tantos instrumentos, tratados e organismos com a finalidade de resguardar direitos de todo tipo e de toda sorte, ainda haja milhões de cristãos e pessoas de outras religiões que perdem sua vida ou sua liberdade em razão de sua fé.
    Paz
    "A devoção do Brasil à causa da paz se comprova pelo sólido histórico de contribuições para as missões da ONU.
    Há 70 anos, o Brasil tem dado contribuição efetiva para as operações de manutenção da paz das Nações Unidas.
    Apoiamos todos os esforços para que essas missões se tornem mais efetivas e tragam benefícios reais e concretos para os países que as recebem.
    Nas circunstâncias mais variadas – no Haiti, no Líbano, na República Democrática do Congo –, os contingentes brasileiros são reconhecidos pela qualidade de seu trabalho e pelo respeito à população, aos direitos humanos e aos princípios que norteiam as operações de manutenção de paz.
    Reafirmo nossa disposição de manter contribuição concreta às missões da ONU, inclusive no que diz respeito ao treinamento e à capacitação de tropas, área em que temos reconhecida experiência."
    Família e milagre
    Bolsonaro na onu 2
    Já caminhando para o final de seu discursos, Bolsonaro destacou o momento atual do Brasil e defesa a instituição familiar.
    "O Brasil que represento é um país que está se reerguendo, revigorando parcerias e reconquistando sua confiança política e economicamente.
    Estamos preparados para assumir as responsabilidades que nos cabem no sistema internacional.
    Durante as últimas décadas, nos deixamos seduzir, sem perceber, por sistemas ideológicos de pensamento que não buscavam a verdade, mas o poder absoluto.
    A ideologia se instalou no terreno da cultura, da educação e da mídia, dominando meios de comunicação, universidades e escolas.
    A ideologia invadiu nossos lares para investir contra a célula mater de qualquer sociedade saudável, a família.
    Tentam ainda destruir a inocência de nossas crianças, pervertendo até mesmo sua identidade mais básica e elementar, a biológica.
    O politicamente correto passou a dominar o debate público para expulsar a racionalidade e substituí-la pela manipulação, pela repetição de clichês e pelas palavras de ordem.
    A ideologia invadiu a própria alma humana para dela expulsar Deus e a dignidade com que Ele nos revestiu.
    E, com esses métodos, essa ideologia sempre deixou um rastro de morte, ignorância e miséria por onde passou.
    Sou prova viva disso. Fui covardemente esfaqueado por um militante de esquerda e só sobrevivi por um milagre de Deus. Mais uma vez agradeço a Deus pela minha vida.
    A ONU pode ajudar a derrotar o ambiente materialista e ideológico que compromete alguns princípios básicos da dignidade humana. Essa organização foi criada para promover a paz entre nações soberanas e o progresso social com liberdade, conforme o preâmbulo de sua Carta"
    Fé e verdade
    "Nas questões do clima, da democracia, dos direitos humanos, da igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres, e em tantas outras, tudo o que precisamos é isto: contemplar a verdade, seguindo João 8,32:
    - 'E conheceis a verdade, e a verdade vos libertarás'.
    Todos os nossos instrumentos, nacionais e internacionais, devem estar direcionados, em última instância, para esse objetivo.
    Com humildade e confiante no poder libertador da verdade, estejam certos de que poderão contar com este novo Brasil que aqui apresento aos senhores e senhoras. Meu muito obrigado." (Renato Ferreira).

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