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POLÍTICA: Governo Bolsonaro lança projeto-piloto de segurança pública em cinco cidades

POLÍTICA: Governo Bolsonaro lança projeto-piloto de segurança pública em cinco cidades Featured

Pelo projeto "Em Frente, Brasil", cada municípios receberá R$ 4 milhões para as ações.
 
Enquanto a esquerda fica 24h só criticando e tentando desestabilizar o Governo Federal, O Presidente Jair Bolsonaro lançou nesta quinta-feira 29/08 o projeto "Em Frente, Brasil", que tem como objetivo o enfrentamento à criminalidade violenta no país por meio de forças-tarefas, a partir ações conjuntas entre a União, os estados e os municípios.
O projeto-piloto será implementado em cinco cidades: Ananindeua (PA), Goiânia, Paulista (PE), Cariacica (ES) e São José dos Pinhais (PR). Serão investidos R$ 20 milhões para financiar as atividades, sendo R$ 4 milhões para cada município, ao longo dos próximos seis meses.
Na cerimônia de lançamento do projeto, no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro, ministros, governadores e prefeitos dos cinco municípios assinaram os protocolos de intenção para o início da primeira fase do projeto.
Crimes violentos
De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, os municípios que integram o projeto-piloto não são os mais violentos do país, mas registraram números absolutos de homicídios consideráveis nos últimos anos. O projeto tem como foco os crimes violentos, como homicídios, feminicídios, estupros, latrocínios e roubos.
Baseados no diagnóstico e nos índices de criminalidade, as cidades serão atendidas por meio da atuação transversal e multidisciplinar de iniciativas nas áreas da educação, saúde, habitação, emprego, cultura, esporte e programas sociais.
"É preciso nós termos segurança, é preciso nós termos policiais nas ruas, é preciso nós retirarmos de circulação o criminoso violento, o criminoso perigoso, mas também temos que enfrentar as causas da criminalidade, eventualmente relacionadas à degradação urbana, ao abandono e, para isso, nós precisamos aliar política de segurança sólida com políticas de outra natureza", disse o ministro Sergio Moro.
A primeira fase do projeto-piloto foi batizada de "choque de segurança", e inclui o emprego de diferentes forças policiais (federal, civil e militar) por meio de força-tarefa para desbaratar grupos criminosos organizados. O objetivo, no curto prazo, é reduzir os índices de criminalidade no território.
As metas serão definidas a partir da elaboração de um plano local de segurança para cada município, que será parte da segunda fase do projeto. Esse plano integrará, após um diagnóstico prévio, um conjunto de ações de políticas públicas em outras áreas, para reduzir as vulnerabilidades sociais que estão na causa dos altos indicadores de violência nessas regiões.
O Ministério da Cidadania anunciou a entrega, para cada uma das cinco cidades, de um micro-ônibus da rede de assistência social, para auxiliar nas ações integradas ao projeto.
"Nós vamos testar, num curto espaço de tempo, todas as ações integradas que podem haver, tanto na área de segurança, especificamente na repressão. [Vamos] Aumentar o controle do território pelas forças de segurança, mas também garantir uma melhoria dos indicadores sociais e do atendimento a essa população mais necessitada", explicou o ministro da Cidadania, Osmar Terra.
Elogio a Moro
Governo Plano de segurança em Frente Brasil
Sérgio Moro e Jair Bolsonaro
Em seu discurso, o presidente Jair Bolsonaro elogiou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, dizendo que ele é um "patrimônio nacional".
"Se Deus quiser, vai dar certo esse plano-piloto, montado pelo Ministério da Justiça e Segurança [Pública], tendo à frente o senhor Sergio Moro, que é um patrimônio nacional", disse Bolsonaro. (Informações da Agência Brasil)
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  • OPINIÃO: Aliança pelo Brasil! "Excelente nome"

    Por Laerte Ferraz - 


    Aliança pelo Brasil é um excelente nome. Sai das convencionais siglas P, N, D e L, entre outras, e com isso se torna um diferencial de fácil lembrança. Um bom marketing sempre começa com a escolha certa do nome do produto. Ponto a favor.

    Tal denominação contém claramente três elementos importantes: diz o que é como é (uma ALIANÇA) e define um objetivo bem amplo, mas perfeitamente entendível (PELO BRASIL). E quando diz que é pelo Brasil, está deixando evidente que coloca o país como prioridade. Em outras palavras, o patriotismo e o senso de dever estão subjacentes. Mais um ponto para a feliz escolha.

    Aliança pelo Brasil seja com a abreviatura AB ou por extenso, sempre aparecerá em primeiro lugar em qualquer classificação alfabética feita pela imprensa. Quando assim não for, ficará evidente que a notícia é tendenciosa, sendo isso indicativo para que leitores leiam com as devidas ressalvas. Mais um ponto a favor.

    Mal o novo partido foi lançado, quando o Presidente Bolsonaro anunciou formalmente sua desvinculação do antes inexpressivo PSL, e as previsíveis manifestações de oportunistas, ressentidos e opositores marcaram presença.

    De um lado, um Ministro do STF declarou que no Brasil já existiam partidos demais, como se fosse atribuição de um Ministro da Suprema Corte dar pitaco em questões políticas, fora das atribuições específicas de quem deveria zelar tão somente pela Constituição. Mas isso não chega a surpreender, vindo de quem vem.

    Depois, vieram os opositores esquerdistas desdenhando que tal partido vá ter representatividade e formulando a reincidente acusação de que esse será um partido de extrema-direita, como se atuar pelo bem do Brasil fosse algo descabido, coisa que a atuação das esquerdas ao longo dos anos tem mostrado que, para eles, é.

    A seguir foi a vez dos traidores ressentidos que surfaram na onda bolsonarista duvidarem que seja possível ao novo partido obter 500 mil assinaturas para sua efetivação junto ao TSE, até o próximo mês de março. Houve até quem dissesse que fará, pessoalmente, a conferência de cada assinatura. Seria engraçado, se não beirasse ao ridículo.

    Na verdade, todas essas manifestações apenas revelam o pavor daqueles que sempre trabalharam pelos próprios interesses e ambições, sem compreenderem que a eleição de Bolsonaro representou uma mudança que continua se aprofundando e que não tem mais volta. Esses continuam insistindo em minimizar e até ignorar as vozes de milhões de brasileiros que passaram a se manifestar nas Redes Sociais de Internet, nas ruas e, principalmente, nas urnas. Insistem em não aceitar a realidade que se materializou num governo que está desmontando os esquemas institucionalizados de corrupção e adotando medidas que estão começando a trazer resultados, mostrando que poderemos – finalmente – vir a conhecer um Brasil grande de verdade.

    Quanto as 500 mil assinaturas necessárias, vou fazer uma projeção baseada apenas em intuição: numa estimativa pessimista, a Aliança pelo Brasil terá mais de 600 mil assinaturas. Se me deixar levar pelo otimismo, penso no dobro disso ou até mais. Afinal, nas Redes Sociais, em menos de um dia, o site da nova sigla contou com mais de 250 mil seguidores (hoje, já tem mais de 600 mil), para desespero de quem torce contra.

    Ainda assim, sabemos que farão o possível e o impossível – mesmo recorrendo aos expedientes vis que já conhecemos – para obstar e tentar impugnar a Aliança pelo Brasil que, depois de criada, reunirá a maior bancada no Congresso. Alguém duvida?

    Laerte A Ferraz (Curitiba) – para Vida Destra 14/11/2019

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    A opção escolhida por Jair Bolsonaro dá a ele a oportunidade de atrair não apenas a ala do PSL que já está alinhada a ele, mas também trazer políticos de outros partidos, como Novo, DEM e PL, que até agora votaram com o governo nas pautas econômicas.
    “Abrindo o novo partido, abre-se uma justa causa para que, não só os deputados do PSL saiam, mas qualquer outro deputado de qualquer outro partido. E a gente já sabe de outros deputados, de outros partidos, que querem vir também para o Aliança pelo Brasil”, explicou a deputada Carla Zambelli (PSL-SP).
     
    Após a reunião, Bolsonaro postou nas redes sociais.
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    Logo do novo partido do Presidente foi apresentada hoje, à tarde, pelo deputado Federal, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)
    "Hoje, anunciei minha saída do PSL e o início da criação de um novo partido: "Aliança pelo Brasil".
    "Agradeço a todos que colaboraram comigo no PSL e que foram parceiros nas eleições de 2018", disse o Presidente. (Fonte: Metrópoles)

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