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INTERNACIONAL: Países do Mercosul têm convergência para aumentar competitividade

INTERNACIONAL: Países do Mercosul têm convergência para aumentar competitividade Featured

Para o Itamaraty, acordo com União Europeia mostra novo momento.
 
O Ministério das Relações Exteriores avalia que há uma convergência entre os quatro países-membros do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) para transformar o bloco em instrumento para aumentar a competitividade e a integração de suas economias com os mercados regional e global. “O acordo com a União Europeia é evidência deste novo momento vivido pelo Mercosul”, diz a nota do Itamaraty.
O presidente Jair Bolsonaro recebeu a presidência pro tempore (rotativa) do Mercosul ao participar nesta quarta-feira, 17/07, da 54ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, em Santa Fé, na Argentina. Ao discursar na sessão plenária, Bolsonaro disse que vai trabalhar para acelerar a modernização do grupo.
“Durante sua presidência, o Brasil buscará preservar e fortalecer as linhas de ação adotadas durante o mandato argentino, no sentido de intensificar a negociação de acordos comerciais externos, reduzir a Tarifa Externa Comum e dar seguimento aos esforços de racionalização do funcionamento do bloco, com diminuição de custos e burocracia”, informa a diplomacia brasileira. (Agência Brasil)
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    Depois de 20 anos e cinco presidentes, Parlamento aprova proposta do Governo Bolsonaro, que resgata a capacidade de investimentos interno e externo. Dólar cai e Bolsa de Valores tem novo recorde.
     
    Na tarde desta terça-feira, 22/10, após pouco mais de três horas de discussão, o Plenário do Senado aprovou o texto-base da reforma da Previdência em segundo turno. A Nova Previdência, proposta de emenda à Constituição (PEC), enviada pelo Governo, que já havia sido aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados, foi aprovada no Senado por 60 votos contra 19.
    “O Senado enfrentou neste ano uma das matérias mais difíceis para a nação brasileira”, disse o presidente da Casa, Davi Alcolumbre ao encerrar a votação. “Todos os senadores e senadoras se envolveram pessoalmente nas discussões e aperfeiçoaram esta matéria, corrigindo alguns equívocos e fazendo justiça social com quem mais precisa.”
    O texto necessitava de 49 votos para ser aprovado, o equivalente a três quintos do Senado mais um parlamentar. Dentre outros pontos, a PEC define idade mínima de aposentadoria para homens, 65 anos, e mulheres, 62 anos.
    Agora, a reforma da Previdência sera promulgada em sessão conjunta do Congresso Nacional, entre deputados e senadores. Alcolumbre deve convocar essa sessão conjunta após o retorno ao país do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que está em viagem ao Reino Unido, e também presidente da República, Jair Bolsonaro, que se encontra em viagem à Ásia e Oriente Médio. o entanto, para promulgar a PEC, Alcolumbre deve esperar o retorno do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que está em viagem ao Reino Unido e à Irlanda, e também do presidente Jair Bolsonaro, que está na Ásia.
    Economia
    A proposta do Governo prevê uma economia em torno de R$ 1,16 trilhão em 10 anos. De acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o impacto da PEC nos primeiros quatro anos será de R$ 168 bilhões.
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    Durante mais de 20 anos, cinco presidentes tentaram ou, pelo menos, acenaram com a possibilidade da fazer essa reforma, mas, não conseguiram. E sem dúvida, o déficit previdenciário era um dos gargalos que mais atravancava a economia brasileira. E a prova de que a confiança de investidores no país após a aprovação dessa PEC, foi a reação positiva do mercado.
    O dólar teve a maior queda em quase dois meses, e a bolsa de valores voltou a bater recorde. O dólar comercial fechou esta terça-feira (22) vendido a R$ 4,076. Esse foi o maior recuo para um dia desde 4 de setembro, quando a divisa tinha caído 1,79%.
    No mercado de ações, o dia foi de euforia. Depois de bater recorde ontem (21), o índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), encerrou o dia aos 107.381 pontos, com alta de 1,28%.
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    Será que o STF pensa que colocando criminosos como esses na rua, mesmo contra a vontade da maioria dos brasileiros, eles deixarão de ser criminosos?

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