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Gleen Greenwald comemora 'fracasso" das manifestações pró Moro

Gleen Greenwald comemora 'fracasso" das manifestações pró Moro Featured

 

Qual a contribuição que o IntercPT traz ao Brasil?

 

Alguns sites defensores da esquerda, noticiaram hoje que o 'jornalista' norte-americano, Gleen Greenwald, editor executivo do site Intercpt Brasil e marido do amigo do Jean Wyllys (PSOL), festejou o "fracasso" das manifestações a favor do Moro e da reforma da Previdência, realizadas neste domingo, 30/06, em todo Brasil. (Foto: Gabriela Biló/ESTADÃO). Só por isso, já nota-se que o cara, além de criminoso por vazar informações não autenticadas e conseguidas de forma criminosa, é também um mal informado, né.

Gleen Greenwald e Lula

Gleen Greenwald cumprimenta Lula após entrevistar o petista na Polícia Federal em Curitiba 

Mas, será que o Gleen Greenwald (na foto com Lula), é homem o bastante pra fazer esse tipo de "jornalismo" sujo, em Cuba, China, Coreia do Norte ou mesmo na Venezuela, na "Democracia" do Maduro, tão elogiado por Lula e seus asseclas no Brasil?

Está na hora das autoridades brasileiras tomarem providências contra esse sujeito estrangeiro, cujo site IntercPT não traz nenhuma contribuição para o desenvolvimento político, econômico e social do Brasil.

Durante um evento sobre Comunicação na semana passada em São Paulo, outro editor do IntercPT, Leandro Demori, teria afirmado que o único objetivo do site é lutar pela liberdade de Lula, "preso injustamente", na opinião deles. (Renato Ferreira)

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  • MANIFESTAÇÕES PRÓ GOVERNO: Mesmo com coronavírus e desmobilização, milhares de pessoas foram às ruas em apoio a Bolsonaro
    Manifestantes pró-governo ignoram pedido do Presidente e fazem marchas e carreatas em todo o país. Maia, Alcolumbre, Toffoli e Doria foram alvos dos manifestantes.
    A oposição ao governo Bolsonaro sofreu, sem dúvida, uma grande derrota neste domingo, 15 de março com as manifestações pró governo, de norte a sul do país. Praticamente, em todas as capitais e em outras centenas de cidades do interior, milhares de pessoas, vestindo verde e amarelo, saíram às ruas para manifestar apoio ao governo Bolsonaro e criticar ações do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal (STF), e também de lideranças políticas que fazem oposição ao governo. Foi um autodenominado movimento nacional pró-governo, realizado em todo Brasil.
    Manifestações povo nas ruas
    E toda essa gente foi para as ruas, mesmo depois do pedido do Presidente Bolsonaro solicitando que adiassem as manifestações, de desmobilização por parte dos organizadores, de decreto sde governadores proibindo eventos públicos e também das restrições ao avanço do coronavírus. Com certeza, se não fosse a ameaça do novo coronavírus e a desmobilização, hoje, o Brasil teria parado literalemente com milhões nas ruas.
    Manifestações Toffoli Maia e Alcolumbre são alvos
    Dentre outras lideranças, os manifestantes gritaram palavras de ordem contra o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ); o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).
    BRASÍLIA
    Manifestações carreata em Brasília
     
     
    Manifestações Bolsonaro com a Bandeira
    Em Brasília, onde o governador do DF, baixou um decreto proibindo eventos com mais de 100 pessoas, os manifestantes portando roupas e bandeiras verde e amarelas, além de cartazes contendo frases contra marcharam pela Esplanada dos Ministérios até o gramado em frente ao Congresso Nacional. Eles foram seguidos por uma carreata.
    Foram registradas manifestações em outras cidades curante a manhã, como em Belém e no Rio de Janeiro.
    Em suas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro postou vídeos da carreata em Brasília e na capital do Pará, e de passeatas na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, e em Ribeirão Preto (SP).
    Na última quinta-feira (12), em pronunciamento veiculado em cadeia nacional de rádio e televisão, o presidente classificou as manifestações como "legítimas" e "expressões da liberdade", mas recomendou que, em meio à pandemia de coronavrírus, as pessoas repensassem a ida às ruas. Hoje, em Brasília, ele chegou a cumprimentar os manifestantes. Houve manifestações também no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, Bahia, Pernambuco, Pará, Goiás, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul, dentre outros estados;
    RIO DE JANEIRO
    Manifestantes Praia de Copacabana
    No Rio de Janeiro, os primeiros manifestantes chegaram o Posto 4 da Praia de Copacabana por volva das 10. Do alto de um carro de som, lideranças de movimentos faziam discursos a favor do governo e contra políticos corruptos, que, segundo os manifestantes, têm prejudicado o governo Bolsonaro com derrubadas de vetos e tentando engessar o Orçamento da União. No Rio, o governador Wilson Witzel, desafeto de Bolsonaro, tentou evitar as manifestações, proibindo atos públicos. Hoje, ele tentou até apreender carros de som nas manifestações.
    SÃO PAULO
     Manifestações Av Paulista 2
    Em São Paulo, a Prefeitura comandada por tucanos, como também o governo de João Doria tentaram de todas as formas desestimular as manifestações. A Avenida Paulista, aberta ao público todos os domingos e feriados, foi liberada ao trânsito de veículo, sob o pretexto de evitar aglomerações de pessoas e a transmissão do coronavírus.
    Mas, nem assim, na parte da tarde, os manifestantes desistiram. Vestidos de verde e amarelo, os manifestantes invadiram a Paulista, levando bandeiras do Brasil para o ato, mensagens de apoio ao presidente da República e muitas críticas a parlamentares do Congresso Nacional. A concentração maior de manifestantes foi realizada em frente ao prédio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.
    MINAS GERAIS
    Manifestações Praça da Liberdade em BH
    Em Belo Horizonte, mesmo após desconvocação de Jair Bolsonaro, apoiadores do presidente da República se reuniram no Centro da cidade. O principal ato reuniu milhares de pessoas na Praça da Liberdade, empunhando cartazes, bandeiras do Brasil e gritos contra o Congresso e o STF.
    "Chegou a hora de enfrentar os corruptos, somos muito enganados. Olha quem está lá, Maia, Alcolumbre, Toffoli, Gilmar Mendes, fora! Fora da nossa nação, são bandidos terroristas que vieram assolar a nação ainda mais. Somos Bolsonaro sempre, pelos ideais, caráter, estamos aqui hoje, e nada pode nos parar", disse uma manifetante de BH à reportagem do Estado de Minas.
    JUIZ DE FORA
    Também em Minas Gerals, outra cidade que registrou uma grande manifestação pró governo, na manhã deste domingo, foi Juiz de Fona, maior cidade da Zona da Mata. Todos vertidos com as cores do Brasil e empunhando faixas e cartazes, os manifestantes declararam apoio ao governo Bosolnaro, ao mesmo tempo que criticavam lideranças do Congresso Nacional.
    Foi em Juiz de Fora, onde durante a campanha presidencial em 2018, Jair Bolsonaro ficou gravemente ferido ao ser esfaqueado pelo ativista político, Adélio Bispo, ex-membro do PSOL. Adélio Bispo foi preso e condenado. Após ser considerado portador de problemas mentais, nesta semana, a Justiça determinou que o agressor fosse transferido de um presídio de Mato Grosso Sul para o Hospital Psiquiátrico de Barbacena, em Minas Gerais. (Renato Ferreira)
  • CORONAVÍRUS E BOM SENSO: Na TV, Bolsonaro faz pronunciamento responsável e pede suspensão de manifestações
    Apesar dos chantagistas do Congresso continuarem pressionando o Governo, derrubando vetos e jogando contra o Brasil, Bolsonaro pede que as manifestações do dia 15 sejam suspensas. Nesse momento, o que interessa ao país é a prevenção contra a transmissão do coronavírus.
     
    Nesta quinta-feira, o presidente da República, Jair Bolsonaro, fez um pronunciamento em rede nacional, para falar sobre a situação do novo coronavírus e as medidas tomadas pelo Governo e o Ministério da Saúde. Demonstrando responsabilidade e bom senso, o presidente pediu que as manifestações marcadas para o dia 15 de março fossem adiadas.
    Logo após o pronunciamento do presidente, os organizadores divulgaram nota adiando as manifestações de domingo. É uma questão de bom senso. Em diversos países de todos os Continentes, as autoridades políticas e entidades particulares estão suspendendo eventos políticos, esportivos e culturais para evitar aglomerações de pessoas.
    Ao contrário do que ocorreu no carnaval, quando os organizadores poderiam ter repensado os festejos carnavalescos, onde houve grandes concentrações de brasileiros e estrangeiros por vários dias, quando a doença já se alastrava pelo mundo, desta vez, os organizados dos atos políticos tiveram o bom senso e, de acordo com a solicitação de Bolsonaro, suspenderam o evento.
    Com um discurso, de apenas dois minutos, o chefe da Nação elogiou elogiou a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) ao declarar uma pandemia em virtude da propagação da COVID-19, e pontuou que, embora o sistema de saúde nacional, assim como o de outros países, tenha limitações para atender, o governo está preparado para manter a evolução da epidemia sob controle.
    ​"É provável, inclusive, que o número de infectados aumente nos próximos dias, sem, no entanto, ser motivo de qualquer pânico", disse o presidente.
    Bolsonaro salientou que, por motivos óbvios, há uma preocupação maior com os idosos, e que, no momento, a recomendação das autoridades é para a população evitar "grandes concentrações populares". Nesse caso, ele atentou para a necessidade de serem repensadas as manifestações marcadas para o próximo domingo, dia 15, em defesa de seu governo.
    "Não podemos esquecer, no entanto, que o Brasil mudou. O povo está atento e exige de nós respeito à Constituição e zelo pelo dinheiro público. Por isso, as motivações da vontade popular continuam vivas e inabaláveis."
    Atualmente, o Brasil registra 76 pacientes diagnosticados com a COVID-19, incluindo o secretário de Comunicação da Presidência (Secom), Fabio Wajngarten, que acompanhou o presidente em visita recente aos Estados Unidos. Devido ao contato com o funcionário, Jair Bolsonaro precisou realizar um teste e, agora, aguarda o resultado, que deve ser divulgado nesta sexta-feira. No entanto, Bolsonaro não apresenta sintomas do novo coronavírus.
    Medidas emergenciais
    Vários ministérios estão agindo em conjunto no combate ao novo coronavírus e no atendimento de pacientes. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta informou ontem que pediu ao Congresso a liberação de R$ 5 bilhões das emendas parlamentares. O relator disse que o Congresso vai colaborar. Por sua vez, Mandetta disse que se os recursos não forem liberados pelo Congresso, o Governo vai agir para buscar recursos e atender o povo.
    Já o ministro da Saúde, Paulo Guedes, criou um grupo para também atender o povo na área econômica. O INSS suspendeu a necessidade dos segurados irem aos bancos para fazer a prova de vida. O governo determinou também a antecipação para o mês de abril dos 50% de adiantamento das aposentadorias e pensões. (Renato Ferreira com informações de agências)
  • SEGUNDA INSTÂNCIA: Decisão polêmica do STF leva milhares às ruas do Brasil
    Vestidos de verde e amarelo, manifestantes cobraram aprovação de PEC que permite prisão em segunda instância, exaltaram a Lava Jato e atacaram ministros do Supremo.
    Milhares de brasileiros foram às ruas do país neste sabado, 09/11, principalmente nas capitais, para protestar contra o fim da prisão conforme decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que resultou na liberdade provisória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nas manifestações, os brasileiros pressionaram também o Congresso pela aprovação de uma PEC que permite a prisão após condenação em segunda instância. As manifestações foram convocadas pelo Movimentos Brasil Livre (MBL), Vem Pra Rua e Nas Ruas.
    Manifestação contra STF Paulista 2
    Como sempre acontece, São Paulo foi a cidade que registrou o maior número de manifestantes na Avenida Paulista, sobretudo nos trechos entre a sede da Fiesp (Federeção das Indústrias de São Paulo); e o Masp (Museu de Artes de São Paulo). Com o apoio de dois carros de som, o público pediu o impeachment de ministros do STF e a aprovação da PEC 410, que restaura a execução antecipada da pena para condenados em duas instâncias da Justiça.
    Na Avenida paulista estiveram presentes a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), o empresário Luciano Hang, dono da Havan, e o jurista Modesto Carvalhosa, que, em seu discurso reforçou o pedido de impeachment de ministros do STF.
    Manifestação contra STF em Brasília
    Houve também manifestações contra a decisão do STF, no Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba e Porto Alegres, entre outras capitais e cidades brasileiras. No Rio, os manifestantes ocuparam um quarteirão da praia de São Conrado, bem em frente ao prédio onde mora o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM). Muitos deles estavam vestidos de preto em protesto contra o STF, que não demnstra interesse em pautar a PEC a favor da prisão em segunda instância.
    “A decisão do STF foi um golpe, um ato político”, discursou uma das organizadoras do evento, Adriana Balthazar, do Vem Pra Rua. Nos cartazes e faixas dos manifestantes, as palavras de ordem eram “Prisão em segunda instância sim, impunidade não”, “Lula volta para a cadeia”, “Meu partido é o Brasil” e “A nossa bandeira jamais será vermelha”. (Fonte: Agências de Notícia)

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