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RECONSTRUINDO O BRASIL: Guedes diz que Bancos devolverão R$ 3 bi das "pedaladas" de Dilma

RECONSTRUINDO O BRASIL: Guedes diz que Bancos devolverão R$ 3 bi das "pedaladas" de Dilma Featured

Manobra fiscal no montante de R$ 40 bilhões foi o motivo principal do impeachment da petista.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou nesta quarta-feira, 12/06, a devolução de parte dos recursos emprestados pelos bancos públicos à gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Os empréstimos, conhecidos como “pedaladas fiscais”, somam cerca de R$ 40 bilhões. No entanto, inicialmente, o governo federal será reembolsado com R$ 3 bilhões da CAIXA.
A manobra fiscal adotada por Dilma para manipular os índices econômicos de seu governo motivaram o pedido de impeachment da petista.
A primeira devolução, no valor de R$ 3 bilhões, será feita pela Caixa Econômica Federal. Até o fim do ano, a instituição pretende retornar R$ 20 bilhões aos cofres públicos.
Paulo Guedes afirma que a devolução dos recursos vai “despedalar” os bancos públicos.
"Pela primeira vez na história vamos reduzir a dívida com a devolução de recursos dos bancos públicos" afirmou o ministro da Economia. (Plenos News e Agências)
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    Engenheiro e economista, ele é o atual secretário adjunto de Desestatização. Montezano já havia sido indicado para ocupar uma Diretoria do Banco, mas, não foi aceito pelo ex-presidente do BNDES, Joaquim Levy.
    O governo já escolheu o novo presidente do BNDES (Bando Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Trata-se do jovem Gustavo Montezano, atual secretário adjunto de Desestatização e Desinvestimento, Gustavo Montezano. O nome foi anunciado há pouco pelo Ministério da Economia, em nota oficial.
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  • GOVERNO: Substituto de Levy no BNDES será indicado por Guedes e deverá ser da iniciativa privada
    Presidente do banco pediu demissão neste domingo, após ser criticado no sábado pelo presidente Bolsonaro, que pedia mais transparência do BNDES.
     
    O substituto de Joaquim Levy no comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) será indicado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e deve ser da iniciativa privada,segundo informaram integrantes da equipe econômica.
    Levy pediu demissão do cargo neste domingo, 16/06, um dia após o presidente Jair Bolsonaro ter dito que ele estava com a "cabeça a prêmio".
    Bolsonaro disse na tarde deste sábado (15) que, se Levy não demitisse o diretor de Mercado de Capitais do BNDES, Marcos Barbosa Pinto, ele, Bolsonaro, demitiria Levy. Poucas horas depois, Marcos Pinto renunciouao cargo.
    Segundo apurou a TV Globo, o próximo presidente do BNDES terá de focar os trabalhos nas seguintes áreas:
    • programas de saneamento;
    • infraestrutura;
    • privatizações;
    • reestruturação de estados e municípios.
    Ainda de acordo com integrantes do governo, o substituto de Joaquim Levy também deverá ter como objetivos devolver à União parte dos recursos emprestados ao BNDES, além de buscar investimentos no exterior.
    Embora a nomeação de Marcos Pinto tenha sido a "gota d´água' para Bolsonaro, integrantes da equipe econômica afirmam que o presidente estava insatisfeito com Joaquim Levy havia três meses.
    Isso porque, na avaliação desses integrantes, Levy não havia cumprido a promessa de campanha de Bolsonaro de "abrir a caixa-preta" do BNDES em relação a empréstimos para Venezuela e Cuba nem havia buscado investimento no exterior.
    Marcos Pinto, cuja demissão foi cobrada por Bolsonaro, foi chefe de gabinete de Demian Fiocca na presidência do BNDES (2006-2007). Fiocca era considerado, no governo federal, um homem de confiança de Guido Mantega, ministro da Fazenda nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
    "Ninguém fala em 'abrir a caixa-preta' e ainda nomeia um petista. Então, fica clara a compreensão da irritação do presidente", disse Guedes ao Blog do Camarotti.
    Segundo o colunista João Borges, Guedes e Bolsonaro conversaram neste sábado logo após o presidente ter dito que Levy estava com a "cabeça prêmio". A declaração fez os integrantes da equipe econômica considerarem "insustentável" a situação do agora ex-presidente do BNDES. (G1)
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