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POLÍTICA: Será que o Alckmin queria ter levado a facada?

POLÍTICA: Será que o Alckmin queria ter levado a facada? Featured

 

O tucano Geraldo Alckmin, candidato à Presidência em 2018, que levou uma surra na eleição, atribuiu sua derrota à facada que Bolsonaro levou.

“Eu estava subindo e ele, caindo. Só no dia da facada, ele teve 22 minutos de Jornal Nacional”, disse Alckmin, durante debate na Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado, em São Paulo. (Com a informação: Folha de São Paulo e O Antagonista)

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  • POLÍTICA: Congresso aprova a maior reforma da Previdência do país
    Depois de 20 anos e cinco presidentes, Parlamento aprova proposta do Governo Bolsonaro, que resgata a capacidade de investimentos interno e externo. Dólar cai e Bolsa de Valores tem novo recorde.
     
    Na tarde desta terça-feira, 22/10, após pouco mais de três horas de discussão, o Plenário do Senado aprovou o texto-base da reforma da Previdência em segundo turno. A Nova Previdência, proposta de emenda à Constituição (PEC), enviada pelo Governo, que já havia sido aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados, foi aprovada no Senado por 60 votos contra 19.
    “O Senado enfrentou neste ano uma das matérias mais difíceis para a nação brasileira”, disse o presidente da Casa, Davi Alcolumbre ao encerrar a votação. “Todos os senadores e senadoras se envolveram pessoalmente nas discussões e aperfeiçoaram esta matéria, corrigindo alguns equívocos e fazendo justiça social com quem mais precisa.”
    O texto necessitava de 49 votos para ser aprovado, o equivalente a três quintos do Senado mais um parlamentar. Dentre outros pontos, a PEC define idade mínima de aposentadoria para homens, 65 anos, e mulheres, 62 anos.
    Agora, a reforma da Previdência sera promulgada em sessão conjunta do Congresso Nacional, entre deputados e senadores. Alcolumbre deve convocar essa sessão conjunta após o retorno ao país do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que está em viagem ao Reino Unido, e também presidente da República, Jair Bolsonaro, que se encontra em viagem à Ásia e Oriente Médio. o entanto, para promulgar a PEC, Alcolumbre deve esperar o retorno do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que está em viagem ao Reino Unido e à Irlanda, e também do presidente Jair Bolsonaro, que está na Ásia.
    Economia
    A proposta do Governo prevê uma economia em torno de R$ 1,16 trilhão em 10 anos. De acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o impacto da PEC nos primeiros quatro anos será de R$ 168 bilhões.
    Mercado reage com euforia
    Durante mais de 20 anos, cinco presidentes tentaram ou, pelo menos, acenaram com a possibilidade da fazer essa reforma, mas, não conseguiram. E sem dúvida, o déficit previdenciário era um dos gargalos que mais atravancava a economia brasileira. E a prova de que a confiança de investidores no país após a aprovação dessa PEC, foi a reação positiva do mercado.
    O dólar teve a maior queda em quase dois meses, e a bolsa de valores voltou a bater recorde. O dólar comercial fechou esta terça-feira (22) vendido a R$ 4,076. Esse foi o maior recuo para um dia desde 4 de setembro, quando a divisa tinha caído 1,79%.
    No mercado de ações, o dia foi de euforia. Depois de bater recorde ontem (21), o índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), encerrou o dia aos 107.381 pontos, com alta de 1,28%.
    E além da aprovação da PEC da Previdência, o país recebe também bons ares vindos do cenário externo. A sessão do Senado foi marcada pelo alívio nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China. O vice-ministro das Relações Exteriores do país asiático disse hoje que as negociações com o governo do presidente Donald Trump estão avançando. (Com informações da Agência Brasil).
  • BRASIL E O MUNDO: Bolsonaro viaja para o Leste da Ásia e Oriente Médio
    Enquanto aqui no Brasil, uma oposição inconsequente faz de tudo para derrubar o governo, pensando apenas no poder, Presidente visitará cinco países com foco em pauta comercial.
     
    Neste sábado, 19/10, o presidente Jair Bolsonaro iniciou mais uma viagem internacional. Desta vez, a viagem será de dez dias e busca de reforçar laços comerciais com parceiros do Leste da Ásia e do Oriente Médio. O presidente brasileiro terá compromissos no Japão, na China, nos Emirados Árabes Unidos, no Catar e na Arábia Saudita. Segundo integrantes do governo, o presidente quer sinalizar para o mundo que o Brasil está comprometido com a abertura econômica, com o ambiente de negócios e com o programa de reformas.
    AGENDA E NOTÁVEIS
    Bolsonaro deixou a Base Aérea de Brasília às 22h de ontem. Depois de escalas em Lisboa (Portugal) e Nursultan (Cazaquistão), ele chegou a Tóquio, por volta das 13h de domingo, 20, horário local. No Japão, a programação do presidente brasileiro inclui o evento de entronização do imperador Naruhito, na terça-feira, dia 22..
    Na quarta-feira, 23, Bolsonaro participará de um banquete oferecido a todos os presidentes pelo primeiro-ministro japonês Shinzo Abe. No mesmo dia, haverá uma reunião de Bolsonaro com os membros do grupo de notáveis, formado pelos dirigentes das principais empresas do Japão (Mitsui, Toyota, Honda, Mitsubishi, dentre outras).
    CHINA
    Na quinta-feira, 24, a delegação brasileira segue para Pequim. Na China, Bolsonaro cumprirá programa de encontro com autoridades do país asiático, em 24 e 25 de outubro. Na visita à China, o presidente dará prosseguimento a uma extensa agenda de visitas mútuas de autoridades dos dois países.
    Juntos, Japão e China têm um estoque de US$ 100 bilhões em investimentos no Brasil. A Ásia lidera as exportações e importações brasileiras. Só nos primeiros nove meses de 2019, 40% das exportações brasileiras foram destinadas à região, ao mesmo tempo em que 33% das importações brasileiras vieram da Ásia.
    COM ÁRABES
    Em seguida, no sábado, 26, Bolsonaro segue para Abu Dhabi, dando início à metade árabe da viagem. Depois da visita aos Emirados Árabes Unidos, o presidente segue para Doha. Ele passa a manhã e a tarde do dia 28 na capital do Catar e, em seguida, embarca para Riad, na Arábia Saudita, onde fica até o dia 30.
    Na passagem pelo mundo árabe, a pauta brasileira também tem um viés comercial, de acordo com o Itamaraty. Nesse sentido, o destaque fica para o aumento das exportações da agropecuária brasileira, a atração de investimentos para os projetos de concessão e privatização de ativos do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), além do interesse árabe na indústria de defesa do Brasil. (Com informações da Agência Brasil)
  • Nos outros partidos isso é chamado também de laranjal?

     

    Hoje, os canhotinhos revoltados com a vitória de Bolsonaro chamam de "Laranjal" as candidaturas de mulheres no PSL.

    Alguém sabe informar como isso é chamado no PT, PSDB, DEM, MDB e outros partidinhos? Afinal, temos mais de 30 partidos e, claro, não tem ninguém sando nessa arte de desviar dinheiro público.

    Em minha opinião, esses 'laranjeiros" do PSL devem pagar por essa prática nefasta que sempre manchou essa política podre do Brasil.

    Quem sabe, assim, se eles forem devidamente punidos, os demais partidos também eliminem os seus laranjais, né. Ou seriam plantações de outras coisas nem tão saborosas e saudáveis como laranja? (Renato Ferreira)

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