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ESTRANHO: Cristina Kirchner desiste de candidatura à Presidência e sairá como vice na Argentina

ESTRANHO: Cristina Kirchner desiste de candidatura à Presidência e sairá como vice na Argentina Featured

Ex-presidente integrará chapa com seu ex-chefe de Gabinete Alberto Fernández.
 
A ex-presidente da Argentina Cristina Kirchner surpreendeu o meio político do país ao anunciar neste sábado, 18/05, sua candidatura como vice-presidente nas eleições gerais de outubro.
Em um vídeo postado no Twitter, Cristina, que liderava as pesquisas eleitorais, disse que seu ex-chefe de gabinete Alberto Fernandez será o candidato a presidente.
"Pedi a Alberto Fernandez para dirigir a fórmula que iremos integrar juntos, ele como candidato presidencial e eu como candidata a vice-presidente", disse Kirchner.

Alberto Fernandez serviu como chefe de equipe de 2003 a 2007 ao ex-presidente e marido falecido de Cristina, Nestor Kirchner. Ele permaneceu nessa função.
durante uma parte do mandato de Cristina como presidente de 2007 a 2015.

Alberto Fernandez desafiará o presidente conservador Mauricio Macri, que viu seus índices de popularidade caírem devido à alta inflação. Fonte: (EM com Associated Press - Foto: Emiliano Lasalvia/AFP )
Opinião do jornalista Renato Ferreira
Quais serão os motivos que levaram uma ex-presidente abandonar a candidatura, liderando as pesquisas eleitorais com chances reais de voltar a comandar a Argentina?
No momento, só dois motivos a gente pode especular: ou Cristina Kirchner, que já foi condenada por corrupção, sabe que sua candidatura seria impugnada (mas, neste caso não poderia ser vice também), ou ela não confia nas pesquisas que a colocam na frente do atual Presidente, Mauricio Macri.
E, realmente, se as pesquisas de lá são falsas como as nossas aqui, feitas por Institutos como Datafolha, Ibope e Vox Populi, a ex-presidente argentina está certíssima em abandonar a candidatura. (Renato Ferreira)
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      Durante depoimento em acordo de delação premiada, Palocci, que foi ministro-chefe da Casa Civil no governo da ex-presidente Dilma Rousseff, envolveu 12 políticos e 16 empresas em um suposto esquema de corrupção criado para financiar campanhas petistas. O acordo foi homologado pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, e diversos trechos foram encaminhados para a Justiça federal de Brasília, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro.
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      Lula está preso em Curitiba, condenado a oito anos e 10 meses por recebimento de propina por meio de um apartamento triplex no Guarujá (SP). O PT rebateu as acusações. Em nota, o partido afirmou que “nada que Antonio Palocci diga sobre o PT e seus dirigentes têm qualquer resquício de credibilidade desde que ele negociou com a Polícia Federal, no âmbito da Lava-Jato, um pacote de mentiras para escapar da cadeia e usufruir de dezenas de milhões em valores que haviam sido bloqueados”.
      Em nota, o Grupo Bradesco informou que suas empresas “realizaram doações eleitorais aos partidos, todas elas públicas e devidamente registradas, conforme consta no site do Tribunal Superior Eleitoral”. Também informou que repudia “quaisquer ilações descabidas formuladas em relação ao fato”. Também em nota, o BTG Pactual e o Itaú Unibanco negaram irregularidades. A reportagem não conseguiu contato com o Banco Safra.
      Confira o posicionamento do Banco Itaú sobre o caso:
      O Itaú Unibanco repudia veementemente qualquer tentativa de vincular doações eleitorais realizadas de forma lícita e transparente a condutas antiéticas para atender a eventuais interesses da organização. O banco não teve acesso à delação que embasa reportagem de O Globo, mas afirma, de forma enfática, que a declaração mencionada pelo jornal é mentirosa.
      Quando a legislação permitia, o banco fazia doações eleitorais, sempre seguindo um posicionamento apartidário. Contava, para isso, com um comitê formado por integrantes independentes do Conselho de Administração. Esse comitê definia os valores que seriam doados, sempre inferiores à média de grupos empresariais de porte semelhante ao nosso. Nos pleitos de 2006, 2010 e 2014, por exemplo, os montantes doados aos candidatos que lideravam as pesquisas de opinião foram rigorosamente iguais, conforme se pode constatar nos registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e na tabela que acompanha esta nota. Os números desmentem qualquer suposição de que o Itaú Unibanco tenha privilegiado esse ou aquele partido ou que tenha de qualquer forma feito doações eleitorais com o objetivo de obter benefício próprio.
      Em relação especificamente à fusão entre Itaú e Unibanco, anunciada em novembro de 2008 e aprovada pelas autoridades reguladoras competentes no início de 2009, vale destacar que foi respaldada pelos mais respeitados juristas do País e especialistas em setor financeiro, dada a complementariedade dos dois bancos e a posição da instituição resultante da fusão no cenário bancário global. Importante ainda destacar que as autoridades impuseram uma série de condições para aprovar a operação, todas inteiramente atendidas pelo Itaú Unibanco.
      O Itaú Unibanco lamenta que seu nome possa ter sido usado indevidamente para que um réu confesso tenha tentado obter vantagens em acordos com a Justiça. Como sempre, posição das autoridades para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários. (Informações do Estado de Minas)

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