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CANHOTINHOS DESUNIDOS: Ciro Gomes diz que Lula é 'enganador profissional' e 'defunto eleitoral'

CANHOTINHOS DESUNIDOS: Ciro Gomes diz que Lula é 'enganador profissional' e 'defunto eleitoral' Featured

O ex-presidente petista, que está preso, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, é detonado pelo seu ex-ministro, que o classifica também de desleal.
 
Após a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições do ano passado, a esquerda continua batendo cabeça na tentativa de encontrar um nome de consenso que possa fazer frente ao atual Presidente em 2022. Só que, em vez de discursos de união, o que vem imperando na verdade é o fogo amigo entre as principais lideranças da chamada esquerda brasileira.
Nesta semana, por exemplo, o candidato derrotado à presidência da República nas eleições de 2018, Ciro Gomes (PDT), não medias as palavras para criticar o ex-presidente petista, Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso, condenado a mais de 9 anos de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Ciro diz que Lula é um “enganador profissional” e que se tornou um “defunto eleitoral”.
“Eu conheço o Lula. Ele é um encantador de serpentes, um enganador profissional. Não tem um companheiro com quem ele não tenha sido desleal ao longo da vida inteira, ele cultiva isso”, disse Ciro Gomes,na terça-feira, 14/05, em entrevista a Marcelo Tas no programa Provocações, da TV Cultura.
O ex-ministro de Lula e Dilma, disse que o PT tem dificuldades para lidar com o fato de Lula ter se tornado um “defunto eleitoral” por conta das condenações. “No PT todo mundo sabe que do ponto de vista eleitoral o Lula é carta fora do baralho. Como manejar este defunto eleitoral é muito delicado para todos eles. Ele fez uma lei que determina que num País com quatro graus de jurisdição, no 2º grau de condenação, você perde os direitos políticos. Ele está inelegível até fazer 90 anos.”, afirma Ciro Gomes. (Fonte: Jovem Pan)
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  • LAVA JATO: Polícia Federal indicia Lula em investigação sobre doações da Odebrecht a instituto
    Inquérito foi concluído no dia 23 de dezembro; ex-presidente, Paulo Okamoto, Palocci e Marcelo Odebrecht foram indiciados por corrupção e lavagem de dinheiro.
    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro Antônio Palocci e outras duas pessoas foram indiciadas pela Polícia Federal (PF), em uma investigação da Operação Lava Jato envolvendo doações da Odebrecht ao Instituto Lula.
    Segundo a PF, foram registrados repasses do total de R$ 4 milhões da Odebrecht ao Instituto Lula, entre dezembro de 2013 e março de 2014, tendo como origem os créditos da conta de propinas materializada em uma planilha gerenciada por Marcelo Odebrecht.
    A Polícia Federal concluiu o inquérito na segunda-feira (23). Lula, Palocci, o presidente do instituto, Paulo Okamoto e Marcelo Odebrecht foram indiciados por corrupção e lavagem de dinheiro.
    Conforme a conclusão do inquérito, "as evidências mostraram que os recursos transferidos pela Odebrecht sob a rubrica de 'doações' foram abatidos de uma espécie de conta-corrente informal de propinas mantida junto à construtora, da mesma forma ocorrida com aqueles destinados à aquisição do imóvel para o Instituto Lula".
    A PF afirmou que, a partir disso, "surgem, então, robustos indícios da origem ilícita dos recursos e, via de consequência, da prática dos crimes de corrupção ativa e passiva, considerando o pagamento de vantagem indevida a agente público em razão do cargo por ele anteriormente ocupado". Segundo o Jornal O Globo, nesse mesmo inquérito, a PF vê indícios de superfaturamento em contratos do Instituto Lula com empresas dos filhos do ex-presidente petista.

     

    Esquema de corrupção
    Conforme concluiu a Polícia Federal, a doação foi feita de forma registrada, formal, mas os recursos foram abatidos da conta de propinas, registrados na planilha italiano, uma referência ao ex-ministro Antonio Palocci.
    Em troca dos repasses, de acordo com o inquérito, a Odebrecht foi beneficiada em negócios com a Petrobras.
    O indiciamento é a fase final da investigação da Polícia Federal. O inquérito agora é encaminhado para análise do Ministério Público Federal (MPF).
    Doação ao Instituto Lula
    Em 2016, Lula virou réu em um processo da Lava Jato que apura a compra de um terreno pela Odebrecht para a construção da sede do Instituto Lula, em São Bernardo do Campo. A obra nunca saiu do papel.
    O processo está aguardando sentença do juiz da 13ª Vara da Justiça Federal do Paraná, Luiz Antônio Bonat.
    Outro lado
    O advogado do ex-presidente Lula disse que o indiciamento dele não faz sentido e que as doações ao Instituto Lula foram normais, de origem identificada e sem qualquer contrapartida.
    A defesa afirmou também que na época das doações, Lula não era agente público e o beneficiário foi o Instituto Lula, instituição que tem por objetivo a preservação de objetos que integram o patrimônio cultural brasileiro, e que não se confunde com a pessoa física do ex-presidente.
    A defesa de Antônio Palocci informou que ele colaborou de modo efetivo com a Polícia Federal e com o Ministério Público Federal para o esclarecimento dos fatos investigados.
    A defesa de Paulo Okamotto declarou que ele "foi absolvido de acusação absolutamente semelhante", que o delegado transparece que deseja "recriar casos" e que as doações ao Instituto Lula foram feitas pelas mesmas empresas que doaram a institutos de outros ex-presidentes.
    O Instituto Lula declarou que todas as doações que recebeu foram "legais, formais, documentadas e sem contrapartidas, não tendo nenhuma relação com contas correntes informais". Marcelo Odebrecht não respondeu ainda sobre o indiciamento. (Fonte: G1 Paraná)
  • OI/LULA: Operação da Lava-Jato mira repasses milionários para empresas de Lulinha

    Segundo as investigações, parte dos mais de R$ 132 milhões repassados pela Oi/Telemar ao Lulinha, foram usados na compra do sítio de Atibaia, processo onde o Lula já foi condenado a mais de 17 anos de prisão.

     
    Nesta terça-feira, 10/12, a a Polícia Federal desencadeou a Operação Mapa da Mina, 69ª fase da Lava-Jato, que investiga supostos repasses financeiros que teriam sido realizados pela Oi/Telemar em favor de empresas do grupo Gamecorp/Gol. Essas empresas são controladas pelo filho mais velho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, pelos irmãos Fernando Bittar e Kalil Bittar e pelo empresário Jonas Suassuna, donos no papela do sítio de Atibaia.
    Repasses
    Segundo o Ministério Público Federal, os pagamentos foram efetuados entre 2004 e 2016 e são superiores a R$ 132 milhões. A Procuradoria aponta que parte desses recursos teria sido usada para compra do sítio de Atibaia, no interior de São Paulo, pivô da maior condenação da Lava-Jato já imposta a Lula, 17 anos 1 mês e 10 dias de prisão. O petista recorre em liberdade.

    Lulinha e seus sócios Suassuna e Bittar

    Lulinha e seus sócios, Jonas Suassuna e Fernando Bittar

    A Lava-Jato investiga ainda "indícios de irregularidades no relacionamento" entre a Gamecorp/Gol e a Vivo/Telefônica no âmbito do projeto "Nuvem de Livros". A Procuradoria identificou movimentação de R$ 40 milhões entre a Movile Internet Móvel e a Editora Gol entre 15 de janeiro de 2014 e 18 de janeiro de 2016. A Polícia Federal pediu a prisão preventiva de Lulinha e seus sócios, mas, o pedido foi negado pela Justiaça do Paraná.

    Mapa da Mina

    A Mapa da Mina cumpriu na manhã desta terça 47 mandados de busca em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e no Distrito Federal. As ordens foram expedidas pela 13ª Vara Federal de Curitiba. Segundo a Polícia Federal, o nome da operação foi extraído de um documento apreendido na 24ª fase da Lava Jato que, conforme a a PF, "indicaria como 'mapa da mina' as fontes de recursos advindas da maior companhia de telefonia investigada".

    A fase 24 da Lava Jato, Operação Aletheia, foi deflagrada em março de 2016, e levou coercitivamente o ex-presidente Lula para depor em uma sala no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A PF, na ocasião, fez buscas no apartamento residencial de Lula em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, e em outros endereços ligados a ele. Nessas buscas, os federais acharam o que consideram o "mapa da mina".

    De acordo com a Lava Jato, paralelamente aos repasses para o grupo Gamecorp/Gol, a Oi/Telemar foi "beneficiada" pelo governo federal com decisões políticas e administrativas no setor de telecomunicações - "a exemplo do Decreto nº 6.654/2008, assinado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que permitiu a operação de aquisição da Brasil Telecom pelo grupo Oi/Telemar".

    Os investigadores dizem ainda que há evidências de que a Oi/Telemar também foi beneficiada pela nomeação de conselheiro da Anatel.

    Segundo a Lava Jato, contratos, notas ficais e dados extraídos a partir do afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, indicam que as empresas do grupo Oi/Telemar investiram e contrataram a Gamecorp/Gol sem a cotação de preços com outros fornecedores, "fizeram pagamentos acima dos valores contratados e praticados no mercado, assim como realizaram pagamentos por serviços não executados".

    A Operação Mapa da Mina apura ainda suspeitas sobre repasses efetuados pelo grupo Oi/Telemar para a empresa R.T Serviços Especializados, a qual foi utilizada para o custeio de diversas despesas do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e de pessoas a ele relacionadas. "Evidências apontam que José Dirceu também participou ativamente de interlocuções em favor do grupo Oi/Telemar com o Governo Federal", destacam os procuradores.

    O grupo Gamecorp/Gol é integrado pelas empresas G4 Entretenimento e Tecnologia Digital, Gamecorp, Editora Gol, Gol Mídia, Gol Mobile, Goal Discos, Coskin, PJA Empreendimentos e PDI.

    Apreensões
    A Procuradoria indicou que foi apreendido um e-mail no curso das investigações, recebido por Fábio Luis Lula da Silva, Fernando Bittar e Jonas Suassuna do Diretor de Publicidade da Gamecorp, no qual é apresentado o resultado da empresa "nos últimos 12 meses" com a ressalva de que teriam sido "expurgados os números da Brasil Telecom (grupo Oi) que, por ser uma verba política, poderia distorcer os resultados".

    Segundo o Ministério Público Federal, entre 2005 e 2016 o grupo Oi/Telemar foi responsável por 74% dos recebimentos da Gamecorp.

    Os investigadores também afirmaram que uma outra mensagem eletrônica apreendida havia sido encaminhada para Diretor e Conselheiro do grupo Oi/Telemar. Segundo a Lava Jato, no e-mail consta uma planilha com a informação de que um repasse, realizado em abril de 2009 para a Gamecorp, no valor de R$ 900 mil, fora deduzido da conta corporativa da Presidência do grupo Oi/Telemar e classificado como custo de "assessoria jurídica.

    A Procuradoria argumenta que "trata-se de justificativa aparentemente incompatível com o objeto social da Gamecorp: 'desenvolvimento e gestão de canais para distribuição em TV por assinatura; produção de programas de televisão, cinematográficos e audiovisuais; e outras atividades relacionadas'".
    Defesas
    "A Oi informa que atua de forma transparente e tem prestado todas as informações e esclarecimentos que vêm sendo solicitados pelas autoridades, assegurando total e plena colaboração com as autoridades competentes", disse a empresa por meio de nota.

    A reportagem do EM buscou contato com as assessorias de imprensa da Vivo e do Grupo Gamecorp/Gol. Também tentou falar o empresário Fábio Luís Lula da Silva e com outros citados na matéria. O espaço está aberto para as manifestações de defesa.

    Em nota oficial, o Grupo Movile afirmou que "preza pela transparência em sua atuação e está cooperando com as investigações do Ministério Público Federal do Paraná, fornecendo todas as informações solicitadas" e ressaltou que a empresa não é o alvo principal da investigação e trabalha em total colaboração com as autoridades. "A Movile esclarece ainda que, diferentemente do citado no primeiro comunicado oficial emitido pelo MPF-PR, não pertence ao grupo Telefônica/Vivo. Somos um ecossistema brasileiro de empresas de tecnologia, com atuação global", conlui a nota. (Fonte: Estado de Minas)
     
     
  • DNA PETISTA: Se fizer campanha para Emídio em Osasco, Lula se sentirá em casa até mesmo na Prefeitura
    Desde 2005, com a vitória de Emídio na onda vermelha, o Executivo osasquense nunca perdeu seu vínculo com a cúpula petista. As fotos mostram os fatos. Veja no final do texto.
     
    Com certeza, nenhuma outra grande cidade brasileira tem tanta ligação com o Partido dos Trabalhadores como Osasco, na Grande São Paulo. Isto porque, a cidade, com aproximadamente 800 mil habitantes, jamais perdeu o DNA petista desde 2005, quando o então vereador, Emídio de Souza tomou posse em seu primeiro mandato. Era o primeiro governo petista na cidade, que até aquele ano sempre fora governada por prefeitos de outros partidos como MDB, PTB e PSDB.
    E essa ligação de Osasco com o PT vem de longa data, mas, ficava apenas na área sindical por meio das greves comandadas por Lula. Com grandes indústrias e forte atividade sindicalista, essa ligação acabou refletindo no Poder Legislativo com a eleição de diversos vereadores petistas desde os anos 1980 até a eleição de 2016, quando a Câmara Municipal acabou ficando sem representante do partido.
    No Executivo, apesar de várias tentativas, o PT só chegou a poder em 2005, com a vitória do Emídio, eleito na onda vermelha que já havia levado Lula à Presidência da República, em 2002. Nessa mesma onda, Lula foi reeleito em 2006, elegeu Dilma Rousseff em 2010 e a reelegeu em 2014.
    Mas, já sob forte pressão popular desde os escândalos do mensalão e depois do petrolão e ainda os processos e prisões da Lava Jato, Dilma acabou sofrendo impeachment em 2015 e o PT começou a cair em desgraça. Assim, em 2016, os candidatos a vereadores pelo PT acabaram também sendo derrotados em Osasco.
    Mas, ao contrário do Legislativo que ficou sem vereadores petistas, o Executivo osasquense nunca perdeu o DNA petista. Para isso, basta analisar os candidatos eleitos e o grupo que permaneceu orbitando junto à Prefeitura desde o primeiro mandato do Emídio, seja na chefia do Executivo, como também nos primeiro, segundo e terceiro escalões da administração municipal.
    João Paulo e Emídio
    Em Osasco, como todos sabem, o ex-deputado João Paulo Cunha sempre foi a maior liderança petista. Foi pela força de João Paulo que a Câmara sempre manteve uma bancada de 2 ou 3 vereadores, como também pela sua liderança que o partido chegou à Prefeitura em 2005.
    Mas, desde que foi eleito prefeito pela primeira vez, o atual deputado Estadual, Emídio de Souza vem rivalizando com João Paulo. Essa rivalidade ficou ainda mais escancarada após a condenação de João Paulo no processo do mensalão. Preso em Brasília, João Paulo foi, praticamente, abandonado por Emídio e por Jorge Lapas.
    A mágoa de João Paulo é tanta que, após a sua liberdade, ele disse a este jornalista que jamais esqueceria o desprezo de Emídio e de Jorge Lapa. JP alega que na prisão em Brasília, recebeu telefonema de seus "adversários" políticos de Osasco, como Celso Giglio, e a visita de Francisco Rossi. "Do Emídio e do Lapas nenhum telefonema", afirmou João Paulo. Durante a campanha de Dilma Rousseff, João Paulo foi também ignorado num comício em Osasco. Porém, mesmo com a ascensão política de Emídio, João Paulo continua sendo o maior nome petista da região.
    E, mesmo com os escândalos envolvendo as principais lideranças do PT, uma coisa é certa. Depois dos dois mandatos do Emídio, a marca petista foi plantada e ficou enraizada no Executivo osasquense. Tanto é assim, que Emídio de Souza elegeu o seu sucessor Jorge Lapas, que teve também total apoio do ex-presidente e da então presidente Dilma Rousseff.
     
    Lapas, Lins e o PT
    Na eleição de 2016, quando surgiu a candidatura do até então desconhecido vereador Rogério Lins (Podemos, antigo PTN), as relações de Jorge Lapas com o PT já não estavam como antes. Isso acabou com a saída de Lapara que foi para o PDT, fato que acabou dividindo mais ainda o o PT na cidade.
    Já no PDT, Lapas e seu grupo não mediam forças para criticar o adversário Lins, que era chamado de moleque. E, sem saída, o PT também criticava o adversário de Lapas. A campanha ficou ainda mais acirrada e de baixo nível, quando Lins conseguiu o apoio de todos os demais candidatos a prefeito, como Francisco Rossi, Cláudio Piteri (PPS), Délbio Teruel e do tucano Celso Giglio, a maior liderança do PSDB de Osasco, cujo apoio foi fundamental para a surpreendente vitória de Rogério Lins.
    Mas, voltando ao DNA petista na Prefeitura de Osasco, lembramos que além de Jorge Lapas, o próprio Rogério Lins é considerando como cria política de Emídio de Souza, em cujo governo, ele chegou a fazer parte como secretário de Esporte.
    Agora, depois de 15 anos da primeira vitória de Emídio, a presença de petistas na administração de Osasco ainda é grande e, recentemente, foi fortalecida com a chegada do engenheiro Waldyr Ribeiro Filho, braço direito de Jorge Lapas, que se tornou secretário de Obras do governo Lins.
     
    Gelso Lima
    E uma dessas ligações transversais entre o PT e o Poder Executivo de Osasco, pode ser lida também por meio de Gelso Lima, amigo e cria de João Paulo Cunha e que já foi articulador e secretário de várias pastas, desde os governos de Emídio de Souza, passando por Jorge Lapas e também por Rogério Lins, do qual foi um dois principais articuladores na campanha de 2016.
    Ainda no Podemos, hoje, Gelso Lima faz parte da administração tucana do prefeito Bruno Covas, na Capital paulista, mas, mantém forte ligação com a política osasquense. Nos bastidores políticos, o nome de Gelso é sempre citado para uma possível volta, principalmente, em ano eleitoral, graças à sua competência como articulador. Apesar de hoje fazer parte de uma administração tucana, não é recomendável fazer críticas ao Lula ou ao PT perto do Gelso. O que ele não esconde de ninguém é a sua fidelidade ao seu líder político João Paulo Cunha. Dizem até que Gelso Lima não dá um passo sequer, sem consultar João Paulo Cunha.
    E apesar dos eleitores osasquenses terem varrido o PT da Câmara Municipal, em 2016, devido aos mais diversos casos de corrupção envolvendo praticamente todas grandes lideranças do partido, como a prisão do ex-presidente Lula, para 2020, esse quadro pode mudar, inclusive, com eleição de vereadores petistas.
    E esta esperança nos meios petistas tem razão de ser. Com Lula solto, eles esperam que o maior cabo eleitoral do partido faça campanha para o Emídio na cidade. Poucos minutos depois de deixar a carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, Lula garantiu a Emidio, que estava ao seu lado, que irá fazer campanha para ele em 2020.
    E se isso acontecer, Lula se sentirá em casa, até mesmo na Prefeitura, onde encontrará velhos amigos e correligionários. Sem dúvida, uma grande força para a candidatura do ex-prefeito Emídio de Souza.
    Diante de toda essa onda petista que poderá se repetir com a presença de Lula, resta saber como seus adversários irão se posicionar e encarnar o antipetismo. Em minha opinião, até hoje no Brasil, existem apenas quatro políticos que são radicalmente anti PT, pregam isso e já chegaram a tirar proveito eleitoral dessa posição. São eles, o Presidente da República, Jair Bolsonaro, o governador de São Paulo, João Doria; o prefeito de Barueri, Rubens Furlan;,e o ex-prefeito de Osasco, Francisco Rossi. (Renato Ferreira).
     
    Fotos e fatos:
    Osasco DNA Petista Dilma e Alexandre Padilha
     
    Osasco DNA Petista Lapas e Lula
     
    Osasco DNA Petista Lins e Emidio
     
    Osasco DNA Petista Lins e Lapas
     
    Osasco DNA petista Gelso Lima
     
    Osasco DNA Petista Waldyr Ribeiro e Emidio
     
    Osasco DNA Petista Lins e Waldyr Ribeiro

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