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1º DE MAIO MAGRO: Sem recursos públicos e mais pobres, CUT e Força Sindical se unem em festa única no Anhangabaú

1º DE MAIO MAGRO: Sem recursos públicos e mais pobres, CUT e Força Sindical se unem em festa única no Anhangabaú Featured

 

O Brasil vive mesmo novos tempos, principalmente, em relação às Centrais Sindicais, após o fim das contribuições sindicais obrigatórias que atingiu em cheio os cofres das Centrais e dos Sindicados. No Brasil inteiro houve celebrações, como também manifestações contra o Governo Bolsonaro, nem tanto contra os 13 milhões de desempregados, já que isso é uma herança de governos anteriores.

A maior prova desses novos tempo aconteceu nesta quarta-feira, 1º de Maio, Dia do Trabalhador, quando a Força Sindical e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) promoveram um fato inédito. As duas Centrais Sindicais se uniram pela primeira vez para as comemorações do Dia do Trabalho e manifestações contra as reformas propostas pelo Governo, sobretudo, contra a reforma da Previdência.

Em comemorações anteriores, com apoio dos governos e com os cofres cheios, as duas Centrais sempre fizeram festas distintas, apresentando shows com artistas diferentes e com a presença de políticos aliados de cado lado. A Força sempre foi mais próxima de partidos como PSDB e MDB, enquanto a CUT sempre foi o braço sindical do PT e de outros partidos da esquerda.

Em São Paulo,por exemplo, há muitos anos, as históricas celebrações ao Dia do Trabalhador, sempre foram realizadas na zona Norte pela Força Sindical; e no Vale do Anhagabaú, pela CUT. Era muito comum, por exemplo, ver políticos como Aécio Neves e Geraldo Alkmin (PSDB) nas festas da Força, e de Lula e Dilma (PT) nos palcos da CUT.

Neste ano, no entanto, as Centrais fizeram uma festa única no Vale do Anhangabaú. Os shows em comemoração ao Dia do Trabalho de 2019 começaram por volta das 10h. A expectativa das centrais sindicais é de que cerca de 50 mil pessoas tenham participado da festa ao longo do dia. (Renato Ferreira com informações do G1)

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