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MUNDO: Grupo de Lima pede que militares venezuelanos apoiem Guaidó

MUNDO: Grupo de Lima pede que militares venezuelanos apoiem Guaidó Featured

 

O Grupo de Lima divulgou nesta terça-feira, 30/04, uma nota pedindo que as Forças Armadas venezuelanas apoiem Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela e autoproclamado presidente interino do país. A Venezuela viveu um dia de conflitos nas ruas após Guaidó convocar protestos contra o atual presidente Nicolás Maduro.

“Os governos membros do Grupo de Lima […] renovam seu chamado à Força Armada Nacional da Venezuela para que manifeste sua lealdade ao Presidente Encarregado, Juan Guaidó, em sua função constitucional de Comandante Chefe da mesma; e que, fiéis ao seu mandato constitucional de estarem a serviço exclusivo da Nação e não de uma pessoa, parem de servir como instrumentos do regime ilegítimo para a opressão do povo venezuelano e da violação sistemática de seus direitos humanos”, diz um trecho da nota.

Hoje, Guaidó anunciou ter apoio de vários militares. “Hoje, valentes soldados, valentes patriotas, valentes homens apegados à Constituição acudiram ao nosso chamado”. Ele gravou um vídeo divulgado no Twitter. No vídeo, filmado nas primeiras horas da manhã de hoje, um grupo de militares fardados se posiciona atrás do autoproclamado presidente interino.

Na nota, o grupo também pede para que Maduro “cesse a usurpação” para que a “transição democrática” tenha início. Além disso, pede para que a comunidade internacional acompanhe a evolução dos acontecimentos e ofereça apoio político e diplomático aos opositores de Maduro, liderados por Guaidó.

O Grupo de Lima é formado por Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru e Venezuela. No caso da Venezuela, o grupo reconhece Guaidó como seu representante, e não Maduro. O grupo se reuniu hoje para discutir a situação pela qual a Venezuela passa. Ao final da nota informa que está em sessão permanente e que o próximo encontro será na próxima sexta-feira (3), em Lima, no Peru.

Confrontos

Venezuela dia de guerra 2


Após a convocação de Guaidó, manifestantes contrários ao governo Maduro entraram em confronto com militares leais ao presidente. Os confrontos ocorreram nas imediações da base aérea onde Guaidó anunciou sua operação contra o regime. Forças de segurança da Venezuela lançaram bombas de gás lacrimogêneo, e militares que respaldam Guaidó devolveram as bombas de gás lacrimogêneo. (Agência Brasil)

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    Nesta sexta-feira, 28/06, por exemplo, os presidentesJair Bolsonaro e Donald Trump, dos Estados Unidos, tiveram uma reunião bilateral onde trataram de temas como a relação comercial entre os dois países, a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a situação da Venezuela.
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    MACRON
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    O presidente Bolsonaro convidou Macron para visitar o Brasil, em especial a Região Amazônica. “A fim de que essa visita possa colaborar para uma narrativa verdadeira a respeito do esforço que o presidente Bolsonaro vem realizando junto com o governo para que o meio ambiente seja preservado no nosso país, como sempre foi, mas também termos a possibilidade de agregarmos a esse processo de preservação o desenvolvimento socioeconômico”, disse Otávio Rêgo Barros.
     
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    O presidente Jair Bolsonaro ainda esteve com o secretário-geral da OCDE, José Angel Gurría Treviño, e, segundo o porta-voz, há uma expectativa “extremamente positiva” em relação a entrada do Brasil na instituição.
    “Existe uma seleção de países e há uma cronologia dessa seleção, mas o Brasil está muito bem posicionado, porque atende a maioria dos pré-requisitos que são apresentados por aquela organização”, explicou.
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    Na agenda de Bolsonaro no Japão ainda teve um encontro com o presidente do Banco Mundial, David Malpass, e uma reunião informal do Brics, grupo de países que reúne Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul. (Fonte: Agência Brasil).
  • MUNDO: Encontro com Bolsonaro marca relacionamento positivo, diz Guaidó
     
    O Presidente do Brasil Jair Bolsonaro se reuniu nesta quinta-feira, 28/02, no Palácio do Planalto com Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino da Venzeula. Após cerca de 50 minutos de reunião, Bolsonaro eGuaidó deram uma declaração à imprensa. Guaidó agradeceu em nome do povo venezuelano a reunião com Bolsonaro que, segundo ele, marca um rito importante na história da região. “Marca um relacionamento positivo entre Venezuela, Brasil e a região após a cúpula histórica do Grupo de Lima, em Bogotá”, disse o venezuelano.
    Ele chegou ao Palácio do Planalto às 13h50, acompanhado pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e passou pelo tapete vermelho estendido em uma das portarias laterais do edifício principal. Os Dragões da Independência fizeram as honras na entrada.
    Apesar de o Brasil reconhecer Guaidó como presidente interino da Venezuela, o encontro não é considerado uma visita de Estado, mas acontece no gabinete de Bolsonaro. O também presidente da Assembleia Nacional da Venezuela ainda deve se encontrar com o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).
    Guaidó chegou ao Brasil na madrugada desta quinta-feira (28). Por meio de sua conta pessoal no Twitter, ele disse que veio ao Brasil em busca de apoio para a transição de governo na Venezuela. Antes do encontro com Bolsonaro, ele esteve com representantes diplomáticos de outros países no escritório da delegação da União Europeia, em Brasília.
    “Em nosso encontro com os embaixadores dos países da União Europeia, continuamos a fortalecer as relações com nações que reconheceram nossos esforços para recuperar a democracia na Venezuela e obter eleições livres”, escreveu. “Apreciamos o forte apoio internacional dado à nossa rota e apoio à ajuda humanitária. É hora de avançar para conseguir a cessação da usurpação que porá fim à crise na Venezuela, recuperará nosso país e estabilizará a região”, completou.
    Guaidó ressaltou que o empobrecimento do povo venezuelano é “resultado da corrupção em seu país, do ataque aos direitos humanos, da desmontagem do Estado de Direito, e do ataque às empresas privadas na Venezuela”.
    “Na Venezuela hoje estamos lutando por eleições livres, democráticas. Não houve eleições livres em 2018”, afimou.
    Mais cedo, também pelo Twitter, o ministro Ernesto Araújo disse que a diplomacia brasileira continua com seu "apoio irreversível e incondicional à libertação" do país vizinho.
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  • INACREDITÁVEL! PT, PSB, PCdoB, CUT, MST e MTST declaram apoio a Maduro, contra o povo venezuelano

    Parece inacreditável, mas é verdade. Hoje, quando a maioria dos países declara apoio ao governo interino de Juan Guaidó, na Venezuela, a chamada esquerda do Brasil assina manifesto de apoio ao ditador Nicolás Maduro, que fechou as fronteiras do país e proíbe a entrada de ajuda humanitária para o povo faminto e doente.

     

    “Denunciamos a intervenção imperialista dos Estados Unidos, com o bloqueio econômico e sequestro de bilhões de dólares que estão nos bancos americanos. Repudiamos a ameaça de intervenção militar na Venezuela. Repudiamos as declarações intervencionistas do presidente Jair Bolsonaro e seu chanceler Ernesto Araújo, que rompem com a tradição diplomática brasileira em busca da paz, diálogo e integração regional.”, diz o documento.

    “A sociedade brasileira tem que entender que o problema da Venezuela não foi gerado pelo governo. O problema está na falta de respeito dos norte-americanos à soberania do povo da América Latina”, acrescenta o manifesto.

    E os esquerdistas brasileiros arrematam:

    "Devemos deixar claro que esta posição do governo Bolsonaro traz gravíssimas consequências, em caso de guerra. Em especial, a tragédia da perda de vidas humanas de cidadãos brasileiros, latino-americanos e americanos".

    Miséria na Venezuela

    A crise na Venezuela, provocada pela ditadura de Nicolás Maduro, causou violência, fome e muita miséria. Sem empregos, o povo passou a procurar comida nos lixões do país.

    Nos últimos dias Nicolás Maduro determinou o fechamento as fronteiras da Venezuela, inclusive, com o Brasil e proíbe a entrada de ajuda humanitária. Isso tem gerado conflitos e, segundo as agências de notícias, nesta sexta-feira, 22, uma índia acabou morrendo e outras pessoas ficaram feridas por balas disparadas por soldados leais a Maduro.

    Só que a realidade mostra, exatamente o contrário do que esses partidos e movimentos de esquerda afirmam. A posição do governo Bolsonaro é de solidariedade ao povo venezuelano. Como outros países, o Brasil está enviando donativos até a fronteira com o governo afirmando, que não defende nenhuma medida de intervenção.

    É incrível e lamentável verificara como a luta do pelo poder gera tanta insanidade e desumanidade, apenas porque eles querem derrubar o Governo Bolsonaro

    Ditaduras e miséria
    O apoio da esquerda brasileira, tendo como lídres os ex-presidentes petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Roussef, não tem se mostrado eficaz para o povo. É um apoio que gera benefício apenas para governo ditatoriais. Exemplo disso é o que ocorre em países como Venezuela, Honduras e Nicarágua.
    Enquanto a esquerda vem perdendo apoio da população na América Latina, como Chile, Paraguai, Argentina e Brasil, nesses países citados sob o comando de ditadores, o que o mundo tem visto são conflitos internos, desemprego, violência e o povo tentando se refugiar em outros países. (Renato Ferreira)

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