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JUSTIÇA E POLÍTICA: Por diminuição de pena, Lula já admite corrupção

JUSTIÇA E POLÍTICA: Por diminuição de pena, Lula já admite corrupção Featured

Assim, Lula admite que é um "criminoso" e não um preso político perseguido pela Justiça brasileira.

 Renato Ferreira - 

Até hoje, o ex-presidente Lula (PT), batia o pé e se dizia inocente, acreditando ainda que poderia sair da prisão nos braços do povo. Mas, agora, depois de um ano atrás das grades, condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, o petista já admite o crime de corrupção para diminuir sua pena e até mudar de regime prisional.

Na verdade trata-se de uma brecha na Lei que seus advogados tentam como último recurso para tirar o ex-presidente da prisão. E tudo isso com o mais absoluto silêncio da grande imprensa, justamente, para não alardear o que os advogados de defesa do condenado tentarão fazer sem alarde, primeiro no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e depois no STF (Supremo Tribunal Federal, onde têm ministros simpáticos à liberdade de Lula.

Com esse objetivo, defesa do ex-presidente petista impetrou recurso junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), alegando que Lula admite o crime de corrupção passiva.

Trata-se de uma tese defendida pelo advogado Cristiano Zanin, na tentativa de conseguir reduzir a pena do ex-presidente.

Nos moldes do mensalão

No recurso proposto por Zanin, a alegação é de que não houve lavagem de dinheiro, apenas o primeiro crime, nos moldes da tese desenvolvida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no episódio do mensalão.

Na época, réus do mensalão foram absolvidos do crime de lavagem de dinheiro, pois fixou-se o entendimento que esse crime era apenas a conclusão do crime de corrupção.

Agora, mesmo depois de passar todo tempo negando os crimes e alegando inocência, Lula tenta a mesma estratégia. Se vingar, com a pena diminuída ele terá o benefício da prisão domiciliar.

Mas, seja como for, finalmente Lula admite que é um "criminoso" e não preso político perseguido pela Justiça brasileira.

Um ano de prisão

Lula ha um ano preso

Neste domingo, 7 de abril, faz um ano que Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente do Brasil por dois mandatos (2003 a 2010), encontra-se preso na Polícia Federal de Curitiba. Investigado pela Lava Jato, Lula foi condenado a mais de 10 anos pelos crimes de corrupção e lavagem e dinheiro no caso do triplex do Guarujá. Na primeira instancia, ele foi condenado pelo, então, juiz Sergio Moro (hoje, ministro da Justiça), a 9 anos de prisão, cuja pena foi confirmada e aumentada pelos desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), de Porto Alegre.

Já no mês de março, o ex-presidente petista foi novamente condenado a mais de 12 anos de prisão, também pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no processo que envolve o sítio de Atibaia. Essa condenação será ainda apreciada pelo TRF-4, que poderá anular ou confirmar a sentença diminuindo ou aumentando a pena. Pelo histórico das decisões do TRF-4, essa pena deverá também ser confirmada e até aumentada.

De SBC para o mundo

Lula no sindicato em SBC

No início de abril de 2018, estávamos em Buenos Aires e foi de lá que eu, minha esposa e meus filhos assistimos a todo aquele espetáculo promovido pelos petistas antes e durante a prisão do Lula, em São Bernardo do Campo.

Dois canais argentinos ficaram 24 horas desde sexta-feira até domingo, transmitindo todas as idas e vindas que antecederam a prisão do ex-presidente. Eles tentavam entender aquele triste espetáculo nas dependências do Sindicato dos Metalúrgicos, onde até missa em homenagem à falecida Marisa Letícia, esposa do Lula, foi realizada para postegar a saída dele para prisão.

Durante todo aquele final de semana, ouvimos comentários de analistas políticos argentinos, tanto a favor, como contra a prisão de Lula. Durante a programação, houve também muitos comentários jocosos sobre a demora de uma definição. Os apresentadores faziam piadas e até apostas sobre o momento em que a Polícia Federal entraria no prédio ou que Lula se entregaria.(Renato Ferreira - Fonte: Época e Jornal da Cidade)

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    E os três estupradores - Abdelmassih, José de Paiva e João de Deus - deveriam ficar juntos na mesma cela.
     Por Renato Ferreira -
    Já faz alguns anos que, estarrecido, o Brasil vem acompanhando as idas e vindas de prisões em regime fechado e domiciliar do médico, Roger Abdelmassih, 75 anos, acusado de cometer dezenas de estupros contra mulheres que o procuravam em seu consultório em São Paulo. Nesta terça-feira, 13, a Justiça de São Paulo suspendeu a prisão domiciliar do estuprador por suspeita de fraude nos laudos de saúde, que permitiram o benefício ao detento. Ele é acusado de estuprar 37 pacientes em sua clínica de reprodução assistida.
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    Em Goiás
    Recentemente, a Justiça de Goiás negou a concessão de prisão domiciliar ao médium João de Deus. De acordo com a juíza Rosângela Rodrigues, de Abadiânia, não há fatos novos que justifiquem o afrouxamento da prisão do médium. Poderoso na cidade, onde a economia girava em torno de seus negócios, João de Deus é acusado também de cometer homicídios, contra suas vítimas.
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    Outro caso monstruoso envolvendo um médico estuprador foi descoberto há poucos meses no Ceará. Prefeito de Uruburetama, o médico José Hilson de Paiva, foi preso depois que vieram à tona dezenas de casos de estupros praticados pelo médico-prefeito em seu próprio consultório.
    Ginecologista, o médico e prefeito estuprador (do PCdoB), Paiva gravava seus próprios crimes contra mulheres simples que o procuravam atrás de cura para seus problemas. Em anos anteriores, José Hilson de Paiva já havia sido acusado desse tipo de crime, mas, acabou sendo absolvido.
    Depois dessas últimas acusações que estarreceram diretores do Conselho Federal de Medicina, o PCdoB expulsou o médico do seu quadro de filiados. Para evitar que a população fizesse justiça com as próprias mãos, a Justiça do Ceará transferiu o médico monstro para a Unidade Prisional Irmã Imelda Lima Pontes, em Aquiraz.
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    Mas, se esses monstros, travestidos de médicos e médiuns, podem sofrer agressões por outros presos ou pela população, uma boa sugestão seria prisão perpétua para os três. E mais: deveriam ficar juntos numa mesma cela, pois, quem sabe assim, eles resolveriam seus desejos sexuais sem ter que abusar de pessoas simples no seio da sociedade. (Renato Ferreira)

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