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PREVIDÊNCIA:  Parlamentares da esquerda xingam o ministro Guedes, mas saem humilhados da Câmara dos Deputados

PREVIDÊNCIA: Parlamentares da esquerda xingam o ministro Guedes, mas saem humilhados da Câmara dos Deputados Featured

Após ser chamado de ministro "Tchutchuca" pelo petista Zeca Dirceu, Guedes retrucou: "Tchutchuca é a sua mãe, sua avó".

 

O Brasil ainda está longe de atingir um estágio civilizado, principalmente, no Parlamento, para discutir políticas necessárias para mudanças no país. Visando apenas o poder, membros da oposição confundem discussão politica com agressão verbal.

Nesta quarta-feira, o clima voltou a ficar tenso na audiência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, que recebeu o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele foi até lá para discutir o projeto da Reforma da Previdência, mas, acabou sendo agredido o tempo todo por parlamentares da chamada esquerda, formada por PT, PSOL, PCdoB, Rede e PSB, que protagonizaram um espetáculo dantesco na sala de reunião e obrigaram o suspensão da audiência.

Guedes foi chamado de mentiroso por diversos parlamentares, principalmente do PT e do PSOL, os quais afirmavam que ele estava a serviço dos banqueiros. Mesmo depois de ouvir pacientemente as perguntas dos parlamentares, Guedes era sempre interrompido com críticas quando tentava explicar a proposta do Governo. Num determinado, o ministro reagiu.

O troco

Zeca Dirceu

O deputado Zeca Dirceu (PT-PR), chamou Guedes de "ministro tchutchuca" e levrou o troco: "Tchutchuca é a sua mãe"

“Vocês estão há quatro mandatos no poder , por que não botaram imposto sobre dividendo, por que deram benefício para milionário, por que deram dinheiro para a JBS, por que deram dinheiro para o BNDES. Por quê? Vocês estiveram no poder. Nós estamos há três meses, vocês estiveram 18 anos no poder e não tiveram coragem de mudar. Não pagaram nada, não cortaram dividendos.”, afirmou, sob protesto e palmas dos presentes na sala da reunião.

O clima esquentou de vez e impediu a continuidade da audiência, quando o deputado Zeca Dirceu (PT-PR)), filho do ex-ministro José Dirceu, condenado por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, disse que Guedes "era um ministro tigrão para os pobres e tchutchuca para os milionários". Após afirma que a média das aposentadorias dos pobres é de pouco mais de R$ 1 mil, contra os R$ 26 mil dos deputados Federais, o que deixou os canhotinhos ainda mais revoltados, Guedes retrucou: "Tchuthuca é a sua mãe, sua avó". Zeca Dirceu é também indiciado por lavagem de dinheiro.

Maria do Rosário

A deputada Maria do Rosário (PT-RS) era uma das mais exaltadas contra o ministro Paulo Guedes

A resposta de Guedes foi o bastante para os parlamentes do PT e dos seus puxadinhos, acostumados a encurralar ministros, levantarem xingando o ministro da Economia ainda mais raivosos. A deputada Maria do Rosário (PT-RS) era uma das mais exaltadas, com gritos e palavras de ordem contra Paulo Guedes. Depois de encerrada a audiência, ela ainda tentava se aproximar de Paulo Guedes, criticando-o aos gritos. Para alguns, dava até a impressão que a petista tentava se aproximar para ver se tirava o ministro do sério e acontecesse algum tipo de agressão física., como ela já fez com o então deputado Jair Bolsonaro, dava uma entrevista e foi interrompido por ela. Na ocasião, houve agressões verbais de ambos os lados e empurrões, fatos que culminou num processo (já arquivado) contra Bolsonaro, hoje, Presidente da República. (Renato Ferreira)

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    Pois é, têm certas medidas da velha política corrupta brasileira que por si só explicam a situação caótica do país. Já faz décadas que os brasileiros não têm saúde pública descente, com os pobres morrendo em corredores de hospitais fétidos; não têm educação com escolas transformadas em esconderijos de bandidos; não tê educação, com famílias morando em barracos sob esgoto a céu aberto; e muito menos segurança pública, com mais de 63 mil assassinatos por ano.
    Mas, pasmem! É nesse quadro caótico que a Câmara dos Deputados proíbe que o Partido Novo devolva aos cofres públicos milhões de Reais que a Legenda recebe do Fundo Partidário, mas, que abriu mão desses recursos. O Novo estima que poderia devolver R$ 100 milhões em quatro anos.
    Foi nesta terça-feira, 02/04, que o Plenário da Câmara rejeitou por 294 votos a favor, contra 144, a emenda do deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), ao Projeto de Lei 1321/19, que pretendia permitir - sem obrigar - que os partidos devolvessem sobras do Fundo Partidário ao Tesouro Nacional. Essa medida foi uma das bandeiras defendidas pelo Novo, a única legenda a abrir mão do benefício ao longo da campanha eleitoral.
    “Não estamos carimbando valor. Não estamos destinando a nenhuma área. Nós só queremos que os mais de R$ 3,5 milhões que o Novo tem em conta hoje possam ser revertidos para a União porque hoje estão parados”, argumentou van Hattem, que é líder do partido na casa.
    “Em quatro anos o Novo terá mais de R$ 100 milhões porque a nossa participação no fundo agora é de R$ 27 milhões por ano. Não dá para deixar esse dinheiro parado. Nós queremos apenas devolver para a União”, apelou.
    A matéria contou com o apoio de partidos de ideologia oposta à do Novo, como Psol e PCdoB, mas esbarrou na orientação contrária de legendas maiores, como PT, PSDB e até do PSL, que vem contando com o apoio da sigla de João Amoêdo nas principais pautas do governo de Jair Bolsonaro, como a reforma da Previdência. Também declararam apoio à emenda, ou seja, apoiaram a posição do Novo, o PSB, a Rede e o Cidadania.
    Proselitismo
    Entre os contrários ao destaque, o deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS) criticou o que chamou de “proselitismo” feito pelo Novo às custas do Fundo Partidário. “Para que devolver se você não vai usar? Então, nem receba. Ou será que vão devolver para fazer o proselitismo político e criar o constrangimento para aqueles que não são partidos poderosos, endinheirados, ricos, financiados por empresas, por interesses menores ou interesses maiores, eu não sei”, disparou.
    A crítica foi contestada por Vinícius Poit (Novo-SP). “Eu escutei um colega falando que para votar 'sim', para devolver, para depois constranger quem não devolver. Isso não é o que a gente quer fazer. A gente só quer ter o direito de devolvê-lo. A gente defende a liberdade”, rebateu o paulista. Para ele, os recursos parados no caixa do partido poderiam ser melhor utilizados em áreas como saúde e educação, caso fossem devolvidos para o Tesouro.
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  • TRAGICÔMICO! Os verdadeiros LARANJAS da política brasileira

    Parlamentares da esquerda fajuta, que torcem contra o Brasil, fazem questão de se caracterizar e se vestir de laranja.

     

    Então, só agora, em 2019, que esses deputados, que nada apresentam de positivo para o desenvolvimento político, econômico e social do país, e a Rede Globo descobriram que há candidatos laranjas na política brasileira? O objetivo deles não é combater esse tipo de crime, mas, sim desestabilizar o governo Bolsonaro.

    Só mesmo essa chamada "esquerda" brasileira para protagonizar cenas tão ridículas e grotescas como esta verificada nos corredores da Câmara dos Deputados, na quarta-feira, 20, quando o Presidente Jair Bolsonaro foi levar, pessoalmente, a Proposta de Reforma da Previdência Social. São deputados que aprenderam muito bem as lições de Eduardo Suplicy, o "rei" de ações inusitadas nas dependências do Congresso e fora dele. O PSOL, organizador da cena bizzara, sempre foi um verdadeiro laranjal do PT.

    Como um um erro não justifica o outro, não defendemos nenhum tipo de erro ou crime e quem desvia dinheiro público tem que pagar mesmo, doa a quem doer. E distribuir recursos públicos do Fundo Partidário para candidaturas laranjas, com o objetivo de reaver esse dinheiro de alguma forma, é crime e deve ser punido.

    No entanto, gostaria de informar que cubro política há mais de trinta anos e uma das coisas que mais vi em todo esse tempo de jornalismo foi o uso de candidatura laranja, praticamente, em todos os partidos. E, nunca vi, por exemplo, a Globo falando dia e noite contra tal crime. Fato que agora, repentinamente, surpreende esses "santos" deputados do PSOL e a 'pudica' Globo.

    É bom destacar também que todos esses deputados da esquerda fajuta do Brasil, incluindo PT, PSOL, Rede, PCdoB, dentre outros, votaram contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, contra o Plano Real. Eram também contra o Imposto do Cheque, enquanto faziam oposição ao PSDB, mas, mudaram de ideia quando o Lula quis ressuscitar o Imposto. E, agora, foi essa mesma turma que festejou a fatiamento do Projeto Anti-Crime do ministro Sérgio Moro, que separou do Projeto a proposta para punição mais rigorosa do caixa-dois. 

    Por essas e outras, são estes deputados os verdadeiros LARANJAS da política podre que ainda tenta se sustentar no Brasil. (Renato Ferreira)

    TRAGICÔMICO é uma publicação de Notícias & Opinião todas às quartas-feiras. Para ver outros casos já publicados, acesse o site: www.noticiaseopiniao.com.br   e busque pela palavra tragicômico.

  • CONGRESSO X PLANALTO: Renan Calheiros na Presidência do Senado será uma armadilha para Bolsonaro

    Opositores do alagoano lutam pelo voto aberto. Na Câmara dos Deputados, o favorito Rodrigo Maia é mais alinhado às propostas do Governo.

    Renato Ferreira - 

    Nesta sexta-feira, 01/02, os senadores e deputados eleitos em 2018 vão escolher os novos presidentes das duas Casas Legislativas. No Senado, Renan Calheiros (MDB-AL) é um nome que aparece forte, apesar de dividir a própria bancada de seu partido. Já na Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) aparece como favorito.

    Armadilha para o Governo

    Apesar de ser um nome forte para voltar a presidir o Senado, Renan Calheiros ainda não é uma unanimidade. Ele divide, inclusive, o seu próprio partido, o MDB, A senadora Simone Tebet (MDB-MS) pleiteia ser a candidata do partido, cuja decisão sairá na tarde desta quinta-feira, 31.

    Outros partidos também não querem nem pensar na volta de Renan ao comando da Casa. É o caso do PSDB e do Podemos que, inclusive, fazem campanha pelo voto aberto, o que dificultaria em muito a eleição do senador alagoano pelo Plenário.

    Para o Governo Bolsonaro, que optou não lançar candidato, com certeza, a eleição de Renan será uma armadilha para os planos do Planalto. Segundo comentários dos bastidores políticos, Renan Calheiros pretende se apresentar amanhã com uma nova roupagem aos seus colegas. Seria uma roupagem mais próxima de um governista.

    Mas, tudo não passa de um lobo em pele de cordeiro. Renan foi oposição ferrenha à candidatura de Jair Bolsonaro. Durante a campanha, ele se aproximou ainda mais do PT, fez campanha pelo "Lula livre", pediu votos para Haddad, e fez de tudo para se reeleger senador por Alagoas, como também para a reeleição de seu filho, Renan Calheiros Filho, como governador.

    Portanto, Renan Calheiros não tem nenhum compromisso com o Brasil, a não ser com Alagoas. E muito menos com as reformas propostas pelo Governo Bolsonaro. Sua eleição como presidente do Senado será uma grande armadilha para o Presidente da República, que dependerá do Senado para aprovar as principais reformas, como a Trabalhista e da Previdência.

    E essa posição de Renan não será somente com relação às reformas. Como foi adversário de Bolsonaro, uma vez na presidência do Senado, Renan Calheiros poderá dificultar todos os projetos do Planalto para inviabilizar o governo de Jair Bolsonaro.

    Além ter feito campanha contra Bolsonaro, Renan Calheiros é inimigo declarado do Ministro da Justiça, Sérgio Moro, ex-juiz federal comandante da Operação Lava Jato. O senador alagoano responde a 18 processos na Justiça e já virou réu vários deles.

    Então, diante desse quadro, os bolsonaristas, se quiserem, terão outras opções para evitar a eleição de Renan Calheiros. Além de Simone Tebet, caso vença o Renan dentro do MDB, há outras candidaturas, como de Tasso Jereissati (PSDB-CE), Esperidião Amin (PP-SC), estado onde Bolsonaro obteve uma das maiores votações, de Álvaro Dias (Podemos), e também de novatos, como a do Major (PSL-SP) e de Reguffe (sem partido-DF).

    Presidente da Câmara

    Rodrigo Maia

    O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) é o candidato favorio para a Presidência da Câmara

    Assim como no Senado, o governo Bolsonaro vai depender muio também do próximo presidente da Câmara dos Deputados. Lá, o atual presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) aparece como favorito. Maia já conquistou o apoio de 13 siglas, que contam com 293 deputados. Para vencer no 1º turno, é necessário obter maioria absoluta (257 votos). Caso contrário, a disputa vai para o 2º turno entre os dois candidatos mais bem votados.

    Diferente do Senado, onde a eleição de Renan Calheiros é vista como muito prejudicial aos interesses do Planalto, na Câmara, a possível reeleição de Rodrigo Maia configura-se mais alinhada com o governo. Pois, se o Renan fez campanha aberta pelo petista Fernando Haddad, alinhando-se a toda ala emedebista do Nordeste, Rodrigo Maia e o DEM apoiaram a candidatura de Bolsonaro. (Renato Ferreira)

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