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TRAGICÔMICO! Acreditem! Câmara dos Deputados proíbe Novo de devolver milhões do Fundo Partidário aos cofres públicos

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Pois é, têm certas medidas da velha política corrupta brasileira que por si só explicam a situação caótica do país. Já faz décadas que os brasileiros não têm saúde pública descente, com os pobres morrendo em corredores de hospitais fétidos; não têm educação com escolas transformadas em esconderijos de bandidos; não tê educação, com famílias morando em barracos sob esgoto a céu aberto; e muito menos segurança pública, com mais de 63 mil assassinatos por ano.
Mas, pasmem! É nesse quadro caótico que a Câmara dos Deputados proíbe que o Partido Novo devolva aos cofres públicos milhões de Reais que a Legenda recebe do Fundo Partidário, mas, que abriu mão desses recursos. O Novo estima que poderia devolver R$ 100 milhões em quatro anos.
Foi nesta terça-feira, 02/04, que o Plenário da Câmara rejeitou por 294 votos a favor, contra 144, a emenda do deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), ao Projeto de Lei 1321/19, que pretendia permitir - sem obrigar - que os partidos devolvessem sobras do Fundo Partidário ao Tesouro Nacional. Essa medida foi uma das bandeiras defendidas pelo Novo, a única legenda a abrir mão do benefício ao longo da campanha eleitoral.
“Não estamos carimbando valor. Não estamos destinando a nenhuma área. Nós só queremos que os mais de R$ 3,5 milhões que o Novo tem em conta hoje possam ser revertidos para a União porque hoje estão parados”, argumentou van Hattem, que é líder do partido na casa.
“Em quatro anos o Novo terá mais de R$ 100 milhões porque a nossa participação no fundo agora é de R$ 27 milhões por ano. Não dá para deixar esse dinheiro parado. Nós queremos apenas devolver para a União”, apelou.
A matéria contou com o apoio de partidos de ideologia oposta à do Novo, como Psol e PCdoB, mas esbarrou na orientação contrária de legendas maiores, como PT, PSDB e até do PSL, que vem contando com o apoio da sigla de João Amoêdo nas principais pautas do governo de Jair Bolsonaro, como a reforma da Previdência. Também declararam apoio à emenda, ou seja, apoiaram a posição do Novo, o PSB, a Rede e o Cidadania.
Proselitismo
Entre os contrários ao destaque, o deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS) criticou o que chamou de “proselitismo” feito pelo Novo às custas do Fundo Partidário. “Para que devolver se você não vai usar? Então, nem receba. Ou será que vão devolver para fazer o proselitismo político e criar o constrangimento para aqueles que não são partidos poderosos, endinheirados, ricos, financiados por empresas, por interesses menores ou interesses maiores, eu não sei”, disparou.
A crítica foi contestada por Vinícius Poit (Novo-SP). “Eu escutei um colega falando que para votar 'sim', para devolver, para depois constranger quem não devolver. Isso não é o que a gente quer fazer. A gente só quer ter o direito de devolvê-lo. A gente defende a liberdade”, rebateu o paulista. Para ele, os recursos parados no caixa do partido poderiam ser melhor utilizados em áreas como saúde e educação, caso fossem devolvidos para o Tesouro.
Para justificar o voto contrário à matéria, o deputado Pedro Uczai (PT-SC) considerou que o financiamento privado dos partidos é fonte de corrupção. “Os partidos têm que funcionar com financiamento público para não precisar de relações promíscuas com o privado, que fez com que os grandes escândalos de corrupção fossem denunciados no país nessa relação promíscua de conluio entre o público e o privado”, atacou.
Anistia a partidos
A emenda foi apresentada entre os destaques à proposta que anistia multas aplicadas a partidos políticos e beneficia dirigentes partidários. (Fonte: Congresso em Foco)
UM VERDADEIRO ABSURDO!
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    Radicado no Rio de Janeiro e casado com o brasileiro David Miranda, ele resolveu criar uma versão em português para o site. O jornalista americano tem também relacionamento estreito com o ex-presidente Lula, condenado e preso pela Lava Jato.
    Lula e o jornalista americano
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    A carreira política de Miranda começou justamente quando o The Intercept inaugurou sua versão brasileira. Em outubro de 2016, ele foi eleito vereador no Rio de Janeiro pelo PSOL. No começo deste mês, garantiu uma vaga de suplente de deputado federal pela mesma sigla. David Miranda assumiu o cargo após a renúncia de Jean Wyllys. (R7)
  • TUCANATO: Bruna Furlan é eleita vice-presidente nacional do PSDB
    A jovem e dinâmica deputada Federal, de Barueri, foi escolhida para comandar a legenda, ao lado do novo presidente nacional do partido, Bruno Araújo (PE). A convenção tucana foi realizada em Brasília, nesta sexta-feira, 31/05.
    A cúpula nacional do PSDB terá, agora, uma representante da região Oeste da Grande São Paulo. Trata-se da jovem e dinâmica deputada Federal, Bruna Furlan, de Barueri, eleita como vice-presidente nacional do partido, em convenção realizada na sexta-feira, 31/05, em Brasília. Na ocasião, os tucanos elegeram como seu novo presidente nacional, o ex-deputado Federal, Bruno Araújo (PE). Ele vai substituir o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, para 1 mandato de 2 anos (2019-2021).
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    Durante seu discurso, o novo presidente da sigla afirmou que o PSDB pagou “algum preço” por suas “hesitações” no passado. Segundo Araújo, o maior objetivo do partido agora será o de “assumir compromissos firmes”.
    Segundo o tucano, o PSDB vai analisar, por exemplo, se fechará questão pela reforma da Previdência, que tramita na Câmara dos Deputados.
    “O PSDB vai, através da sua Executiva, não sinalizar o que pensa, não formalizar uma moção, mas vai decidir sobre o fechamento de questão pela reforma da Previdência”, afirmou. E o fechamento de questão determina que todos os congressistas da sigla devem votar no mesmo sentido sobre a reforma da Previdência.
    Código de Ética
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    Bruna Vice
    Bruna Furlan
    Deputada Federal, Bruna Furlan, eleita vice-presidente nacional do PSDB
    A eleição de Bruna Furlan para a vice-presidência do PSDB não significa apenas a ampliação da presença feminina na cúpula diretiva de um dos maiores partidos políticos do Brasil. Filha do prefeito de Barueri, Rubens Furlan, Bruna já tem uma vida política consolidade como parlamentar. A escolha do seu nome representa o reconhecimento do trabalho desta jovem e destemida deputada Federal, que cumpre o seu terceiro mandato sempre se destacando em diversas atividades parlamentares no Congresso Nacional.
    Notícias & Opinião aproveita este espaço para parabenizar a deputada Bruna Furlan, desejando-lhe sucesso em seu mandato como também nesta sua nova empreitada como dirigente partidária. (Renato Ferreira)

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