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MUNDO: Bolsonaro chega aos Estados Unidos em busca de parcerias

MUNDO: Bolsonaro chega aos Estados Unidos em busca de parcerias Featured

"É o começo de uma parceria pela liberdade e prosperidade", disse Jair Bolsonaro.
 
O presidente Jair Bolsonaro disse, em sua conta no Twitter, que sua visita aos Estados Unidos representa o começo de uma parceria pela “liberdade e prosperidade”. Bolsonaro já posou neste domingo. 17/03, na Base Aérea de Andrews, em Washington.
“Pela primeira vez em muito tempo, um presidente brasileiro que não é anti-americano chega a Washington. É o começo de uma parceria pela liberdade e prosperidade, como os brasileiros sempre desejaram”, afirmou na rede social.
O avião presidencial decolou da Base Aérea de Brasília por volta das 8h de hoje (17). Antes do embarque, Bolsonaro transmitiu o cargo ao vice Hamilton Mourão. O presidente brasileiro ficará hospedado na Blair House, palácio que faz parte do complexo da Casa Branca.
“Nos hospedaremos na Blair House. É uma honraria concedida a pouquíssimos chefes de Estado, além de não custar um centavo aos cofres públicos. Agradecemos ao governo americano a todo respeito e carinho que nos está sendo dado”, acrescentou.
Ainda segundo o presidente brasileiro, Brasil e Estados Unidos “juntos assustam os defensores do atraso e da tirania ao redor do mundo”.
Bolsonaro e Trump
Bolsonaro e o presidente norte-americano Donald Trump devem assinar na próxima terça-feira (19) o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas entre o Brasil e os Estados Unidos. A medida vai permitir o uso comercial da base de lançamentos aeroespaciais de Alcântara, no Maranhão. Estima-se que, em todo o mundo, ocorra uma média de 42 lançamentos comerciais de satélites por ano.
A Base de Alcântara é reconhecida internacionalmente como ponto estratégico para o lançamento de foguetes, por estar localizada em latitude privilegiada na zona equatorial, o que permite uso máximo da rotação da Terra para impulsionar os lançamentos.
Segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), o uso da base brasileira pode significar uma redução de 30% na utilização de combustível, em comparação a outros locais de lançamentos em latitudes mais elevadas.
Integram a comitiva brasileira os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Paulo Guedes (Economia), Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Tereza Cristina (Agricultura) e Ricardo Salles (Meio Ambiente), além do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). (Agência Brasil)
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    Ovacionado aos gritos de "mito", ele destacou a importância que o público evangélico teve nas eleições de 2018.
     
    Jair Bolsonaro foi o primeiro presidente da República a participar da Marcha para Jesus, principal encontro evangélico do país que reuniu milhares de fiéis na Zona Norte de São Paulo nesta quinta-feira (20), na sua 27ª edição. Ovacionado aos gritos de “mito”, ele destacou, em seu discurso, a importância que o público evangélico teve nas eleições de 2018 e já prometeu voltar ao evento no próximo ano.
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    Marcha para Jesus Bolsonaro
    O presidente ainda repetiu que “apesar do estado ser laico, ele é cristão” e pontuou que “feliz é a nação cujo Deus é o senhor”. “Em nosso meio político a verdade sempre foi a primeira vítima. Até o último dia do meu mandato, ela será o norte do trabalho. Até mesmo uma família só pode ser sólida se entre o casal imperar a verdade acima de tudo.”
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  • CONVERSAS RACKEADAS: Força-tarefa da Lava Jato se diz alvo de ataque criminoso
    Conversas divulgadas pelo site "The Intercept" sugerem que o então juiz Sergio Moro combinava atuações com Procuradores. Veja aqui também quem é Glenn Greenwald, dono do site americano.
     
    Um comunicado emitido pela Força-tarefa da Lava Jato revela preocupação de procuradores sobre conteúdo privado e profissional revelados, os quais teriam sido captados de celulares por um hacker. Seriam mensagens trocadas entre o então juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol. O conteúdo foi capturado do aplicativo Telegram.
    Parte do conteúdo foi publicado pelo site The Intercept. Algumas mensagens, por exemplo, mostravam preocupação sobre uma eventual entrevista de Lula, autorizada pelo ministro Ricardo Lewandowski que seria dada pouco antes das eleições de 2018.
    A força-tarefa fala de ter sido alvo de hacker justamente dias após o agora ministro Sergio Moro ter relatado que seu celular foi invadido. “Procuradores mostram tranquilidade quanto à legitimidade da atuação, mas revelam preocupação com segurança pessoal e com falsificação e deturpação do significado de mensagens”, diz o comunicado.
    Moro também se manifestou em nota pessoal sobre as denúncias e declarou que lamenta “a falta de indicação de fonte de pessoa responsável pela invasão criminosa de celulares de procuradores”. Ele classifica o conteúdo como “supostas mensagens” e diz que “não se vislumbra qualquer anormalidade ou direcionamento da atuação enquanto magistrado, apesar de terem sido retiradas de contexto e do sensacionalismo das matérias, que ignoram o gigantesco esquema de corrupção revelado pela Operação Lava Jato”.
    A íntegra do comunicado da Força-tarefa da Lava Jato
    "A ação vil do hacker invadiu telefones e aplicativos de procuradores da Lava Jato usados para comunicação privada e no interesse do trabalho, tendo havido ainda a subtração de identidade de alguns de seus integrantes. Não se sabe exatamente ainda a extensão da invasão, mas se sabe que foram obtidas cópias de mensagens e arquivos trocados em relações privadas e de trabalho. Dentre as informações ilegalmente copiadas, possivelmente estão documentos e dados sobre estratégias e investigações em andamento e sobre rotinas pessoais e de segurança dos integrantes da força-tarefa e de suas famílias.
    Há a tranquilidade de que os dados eventualmente obtidos refletem uma atividade desenvolvida com pleno respeito à legalidade e de forma técnica e imparcial, em mais de cinco anos de Operação.
    Contudo, há três preocupações. Primeiro, os avanços contra a corrupção promovidos pela Lava Jato foram seguidos, em diversas oportunidades, por fortes reações de pessoas que defendiam os interesses de corruptos, não raro de modo oculto e dissimulado.
    A violação criminosa das comunicações de autoridades constituídas é uma grave e ilícita afronta ao Estado e se coaduna com o objetivo de obstar a continuidade da Operação, expondo a vida dos seus membros e famílias a riscos pessoais. Ninguém deve ter sua intimidade – seja física, seja moral – devassada ou divulgada contra a sua vontade. Além disso, na medida em que expõe rotinas e detalhes da vida pessoal, a ação ilegal cria enormes riscos à intimidade e à segurança dos integrantes da força-tarefa, de seus familiares e amigos.
    Em segundo lugar, uma vez ultrapassados todos os limites de respeito às instituições e às autoridades constituídas na República, é de se esperar que a atividade criminosa continue e avance para deturpar fatos, apresentar fatos retirados de contexto, falsificar integral ou parcialmente informações e disseminar “fake news”.
    Entretanto, os procuradores da Lava Jato não vão se dobrar à invasão imoral e ilegal, à extorsão ou à tentativa de expor e deturpar suas vidas pessoais e profissionais. A atuação sórdida daqueles que vierem a se aproveitar da ação do “hacker” para deturpar fatos, apresentar fatos retirados de contexto e falsificar integral ou parcialmente informações atende interesses inconfessáveis de criminosos atingidos pela Lava Jato.
    Por fim, os procuradores da Lava Jato em Curitiba mantiveram, ao longo dos últimos cinco anos, discussões em grupos de mensagens, sobre diversos temas, alguns complexos, em paralelo a reuniões pessoais que lhes dão contexto. Vários dos integrantes da força-tarefa de procuradores são amigos próximos e, nesse ambiente, são comuns desabafos e brincadeiras. Muitas conversas, sem o devido contexto, podem dar margem para interpretações equivocadas. A força-tarefa lamenta profundamente pelo desconforto daqueles que eventualmente tenham se sentido atingidos.
    Diante disso, em paralelo à necessária continuidade de seu trabalho em favor da sociedade, a força-tarefa da Lava Jato estará à disposição para prestar esclarecimentos sobre fatos e procedimentos de sua responsabilidade, com o objetivo de manter a confiança pública na plena licitude e legitimidade de sua atuação, assim como de prestar contas de seu trabalho à sociedade.
    Contudo, nenhum pedido de esclarecimento ocorreu antes das publicações, o que surpreende e contraria as melhores práticas jornalísticas. Esclarecimentos posteriores, evidentemente, podem não ser vistos pelo mesmo público que leu as matérias originais, o que também fere um critério de justiça. Além disso, é digno de nota o viés tendencioso do conteúdo até o momento divulgado, o que é um indicativo que pode confirmar o objetivo original do hacker de, efetivamente, atacar a operação Lava Jato.
    De todo modo, eventuais críticas feitas pela opinião pública sobre as mensagens trocadas por seus integrantes serão recebidas como uma oportunidade para a reflexão e o aperfeiçoamento dos trabalhos da força-tarefa.
    Em paralelo à necessária reflexão e prestação de contas à sociedade, é importante dar continuidade ao trabalho. Apenas neste ano, dezenas de pessoas foram acusadas por corrupção e mais de 750 milhões de reais foram recuperados para os cofres públicos. Apenas dois dos acordos em negociação poderão resultar para a sociedade brasileira na recuperação de mais de R$ 1 bilhão em meados deste ano. No total, em Curitiba, mais de 400 pessoas já foram acusadas e 13 bilhões de reais vêm sendo recuperados, representando um avanço contra a criminalidade sem precedentes. Além disso, a força-tarefa garantiu que ficassem no Brasil cerca de 2,5 bilhões de reais que seriam destinados aos Estados Unidos.
    Em face da agressão cibernética, foram adotadas medidas para aprimorar a segurança das comunicações dos integrantes do Ministério Público Federal, assim como para responsabilizar os envolvidos no ataque hacker, que não se confunde com a atuação da imprensa. Desde o primeiro momento em que percebidas as tentativas de ataques, a força-tarefa comunicou a Procuradoria-Geral da República para que medidas de segurança pudessem ser adotadas em relação a todos os membros do MPF. Na mesma direção, um grupo de trabalho envolvendo diversos procuradores da República foi constituído para, em auxílio à Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação da PGR, aprofundar as investigações e buscar as melhores medidas de prevenção a novas investidas criminosas.
    Em conclusão, os membros do Ministério Público Federal que integram a força-tarefa da operação Lava Jato renovam publicamente o compromisso de avançar o trabalho técnico, imparcial e apartidário e informam que estão sendo adotadas medidas para esclarecer a sociedade sobre eventuais dúvidas sobre as mensagens trocadas, para a apuração rigorosa dos crimes sob o necessário sigilo e para minorar os riscos à segurança dos procuradores atacados e de suas famílias". (Fonte: Veja).
     
    Jornalista americano usa site para alavancar carreira do marido
    Jornalista amercano e seu namorado brasileiro
    O deputado Federal, David Miranda (PSOL) vive no Brasil com o jornalista Glenn Greenwald
    Conforme matéria do Portal R7, desde que se instalou no Brasil, em 2016, o site The Intercept tem adotado uma linha editorial que passa longe da isenção esperada de um veículo de imprensa internacional. Os artigos do site encabeçado pelo jornalista Glenn Greenwald servem apenas aos interesses dos partidos de esquerda.
    Greenwald ficou conhecido no mundo todo após publicar vazamentos de dados da NSA (agencia de segurança dos EUA), abastecido pelo ex-agente Edward Snowden.
    Radicado no Rio de Janeiro e casado com o brasileiro David Miranda, ele resolveu criar uma versão em português para o site. O jornalista americano tem também relacionamento estreito com o ex-presidente Lula, condenado e preso pela Lava Jato.
    Lula e o jornalista americano
    O jornalista americano Glenn Greenwald e o ex-presidente Lula
    Miranda é considerado o braço direito de Greenwald. O nome dele veio a público em 2013, após ser detido por nove horas no aeroporto de Heathrow, em Londres, sob a legislação antiterrorista, além de ter documentos ligados aos vazamentos de Snowden confiscados.
    A carreira política de Miranda começou justamente quando o The Intercept inaugurou sua versão brasileira. Em outubro de 2016, ele foi eleito vereador no Rio de Janeiro pelo PSOL. No começo deste mês, garantiu uma vaga de suplente de deputado federal pela mesma sigla. David Miranda assumiu o cargo após a renúncia de Jean Wyllys. (R7)
  • DEMOCRACIA: Manifestações espontâneas em todo Brasil demonstram que os brasileiros apoiam as reformas de Bolsonaro

    Em mais de 200 cidades de 21 Estados e do Distrito Federal, milhares de brasileiros vestidos de verde e amarelo foram às ruas em apoio às medidas do governo Federal contra a corrupção.

    Por Renato Ferreira - 

    Se alguém duvidava da força do povo brasileiro, que elegeu Jair Bolsonaro com mais de 57 milhões de votos, em 2018, com certeza, a partir das manifestações deste domingo, 26/05, mudará de ideia. Foi um apoio maciço de milhares de pessoas que, vestidas de verde e amarelo, foram às ruas em mais de 200 cidades de 21 Estados e do Distrito Federal. Dentre os temas principais, os manifestantes exigiram aprovação da reforma da Previdência e, principalmente, do Projeto Anti-crime do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

    Manifestações pró Governo rio de janeiro

    Sem dúvida, as manifestações de hoje serviram como um termômetro democrático e positivo para o Governo Bolsonaro, que vinha enfrentando problemas para aprovar suas propostas no Congresso Nacional, sobretudo, junto aos membros do Centrão. Mesmo já tendo diminuído as pressões contra o governo na última semana, quando aprovaram a Medida Provisória que reestrutura os Ministérios, parlamentares da oposição e do Centão foram emparedados pelas manifestações de hoje.

    A partir de agora, os parlamentares terão que pensar duas vezes antes de continuarem exigindo "articulações" do governo para votarem medidas como a Nova Previdência e o Projeto Anti-crime. Sem cabresto de políticos e sindicatos corruptos, o povo brasileiro mostrou mais uma vez que está ao lado do governo para mudar o Brasil.

    Verde e amarelo

    Manifestação na av Paulista 2

    Ao contrário das manifestações da oposição, quando o povo comparece também, mas, só vão de ônibus, nas manifestações de apoio ao governo, os brasileiros vão espontaneamente para as ruas. E vão vestidos de verde e amarelo para mostrar que as cores do Brasil continuam as cores da Bandeira do Brasil.

    Neste domingo de sol, mesmo antes das 14h (horário marcado para o início das manifestações), a Avenida Paulista já recebia um grande público. De todas as estações do Metrô era impressionante o número jovens, homens e mulheres de todas a idades que chegavam à principal via pública de São Paulo e local das principais manifestações paulistanas.

    Manifestação na av Paulista nós estávamos lá

    Com o jornalista Renato Ferreira, Notícias & Opinião esteve neste domingo na Avenida Paulista. E lá, constatamos que, realmente, trata-se de uma manifestação espontânea de um povo que não suporta mais que o país seja comandado por corruptos. E por mais que a grande imprensa, inconformada com as medidas austeras do governo, tente minimizar o tamanho e os efeitos destas manifestações, a verdade é que a maioria dos brasileiros não se ilude mais com notícias falsas ou opiniões deturpadas dos fatos. Foram também manifestações pacíficas. Não houve, por exemplo, nenhum registro de baderna, quebra-quebra de bens públicos ou privados e nem ônibus queimados. 

    O Brasil mudou e os políticos que insistirem na prática de uma velha política, com base na corrupção, estão com os dias contados. Durante o tempo em que permanecemos na Paulista, vimos apenas o senador Major Olímpio e alguns deputados do PSL. Políticos de outros partidos apostavam no fracasso das manifestações. Com certeza, a partir desta segunda-feira, esses políticos já deverão mudar de opinião, caso queira continuar sintonizados com as ruas do país.

    Por volta das 16h, cerca de sete quarteirões da Paulista foram tomados por uma verdadeira multidão. E o apoio não era somente dirigido ao Presidente Bolsonaro. Os gritos eram também de apoio incondicional aos ministros Paulo Guedes (Economia), e a Sérgio Moro (Justiça). E, claro, não faltaram também críticas ao Parlamento. A todo momento era possível ouvir críticas, por exemplo, ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). (Renato Ferreira)

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