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ECONOMIA: Governo Bolsonaro extingue 21 mil cargos, funções e gratificações

ECONOMIA: Governo Bolsonaro extingue 21 mil cargos, funções e gratificações Featured

GOVERNO ESTIMA ECONOMIA DE R$ 195 MILHÕES POR ANO; GASTO COM SERVIDORES EM 2019 SERÁ DE R$ 326 BILHÕES. MEDIDA VAI ACABAR COM 16% DOS CARGOS E FUNÇÕES COMISSIONADOS.

Conforme prometeu durante a campanha, o Presidente Jair Bolsonaro assinou Decreto, extinguindo 21 mil cargos, funções e grtificações no poder Executivo Federal. O Decreto foi publicado no "Diário Oficial da União" desta quarta-feira, 13/03.
De acordo com o governo, 6.587 cargos, que estão vagos, foram extintos de imediato. O restante, que está ocupado, será extinto até final de julho.
A previsão do governo é que a medida gere economia de R$ 195 milhões por ano. Esse valor representa 0,05% do que o governo estima que vai gastar com servidores em 2019 (R$ 326 bilhões).
Os cargos comissionados são mais conhecidos como Direção e Assessoramento Superior (DAS). Já as funções não estão associados a direção e geralmente rendem remuneração menor. As gratificações técnicas, por sua vez, são similares às funções mas relacionadas com atividades específicas.
As gratificações variam de R$ 62 a R$ 11.200 por mês - na média, porém, o governo paga aproximadamente R$ 570 ao mês por gratificação.

CORTE

O Ministério da Economia informou que esses 21 mil que serão extintos até julho representam 16% de todos os 131 mil cargos, funções e gratificações existentes. Após esse processo, portanto, o número será reduzido para 110 mil.
De acordo com o governo, o corte de cargos comissionados atinge todos os ministérios mas não vai comprometer a prestação de serviços à população.
Gleisson Rubin, secretário-adjunto de Desburocratização do Ministério da Economia, afirmou que ós órgãos vão rever suas estruturas para se adequarem aos cortes. Ele não descartou novas reduções no futuro.
"A gente vai observar como os órgãos vão se redesenhar e continuar avaliando. Se houver espaço, a gente pode voltar a fazer um novo [corte de vagas]", declarou. (G1)
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    Mas, infelizmente, a Globo e seus aliados partem para um jornalismo desqualificado, de uma tremenda desonestidade intelectual. Isso é prova de desespero que acaba refletindo, inclusive, no conteúdo das programações da TV, como também de seus veículos impressos. Além de erros grotescos ao vivo por parte de alguns repórteres novos, contratados para substituir profissionais mais antigos demitidos, a queda do padrão global pode ser visto também nos textos de suas mídias digitais e também impressos. Fruto, possivelmente, de redução de despesas com profissionais em consequência de queda no faturamento por parte de polpudas verdas federais.

    Eu falo de desonestidade intelectual com base numa das reportagens do JN de sábado 16/02, quando mais uma vez a emissora falava do ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, acusado de distribuir dinheiro do Fundo Partidário para candidaturas laranjas, que entrou em rota de colisão com o governo Bolsonaro. Como Bolsonaro prometeu, Bebiano foi demitido na tarde desta segunda-feira, 18.

    Demonstrando claramente que o seu objetivo não é com o fato e nem com a informação isenta, mas, sim com a versão dela, a Globo disse o seguinte: "A crise no governo aumentou quando Bibianno foi chamado de mentiroso por Carlos Bolsonaro".

    Ora, até uma criança de 8 anos no Brasil sabe que esse problema entre o governo e Bebianno surgiu no sábado, 9, quando o Presidente Jair Bolsonaro recebeu alta no Hospital Albert Eisntein e voltou para Brasília.

    Acuado pela acusação, Bebiano disse a uma repórter da Globo (inimiga declarada do Governo), que estava tranquilo e que até tinha ligado, no próprio sábado, três vezes para Bolsonaro e falado com o Presidente no Hospital sobre o problema das candidaturas laranjas.

    Só que enquanto Bolsonaro voava para Brasília, o vereador carioca, Carlos Bolsonaro, que ficou com o pai no Hospital durante toda a internação, postou no seu Twitter desmentindo o ministro, afirmando que ele não havia ligado para Bolsonaro. O próprio presidente, mais tarte, confirmou a informação do filho Carlos.

    Então, o fato verdadeiro foi que Bebianno mentiu publicamente envolvendo o Presidente da República e foi desmascarado também publicamente. Muitos poderiam alegar, como alegaram, que o filho Carlos acabou gerando a crise no Governo ao desmentir o ministro. Só que se Bolsonaro deixasse isso passar, hoje, ele estaria definitivamente envolvido num problema criado por um ministro, justamente, com quer a Globo para encontrar um fato para derrubar o governo.

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