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INACREDITÁVEL! PT, PSB, PCdoB, CUT, MST e MTST declaram apoio a Maduro, contra o povo venezuelano

INACREDITÁVEL! PT, PSB, PCdoB, CUT, MST e MTST declaram apoio a Maduro, contra o povo venezuelano Featured

Parece inacreditável, mas é verdade. Hoje, quando a maioria dos países declara apoio ao governo interino de Juan Guaidó, na Venezuela, a chamada esquerda do Brasil assina manifesto de apoio ao ditador Nicolás Maduro, que fechou as fronteiras do país e proíbe a entrada de ajuda humanitária para o povo faminto e doente.

 

“Denunciamos a intervenção imperialista dos Estados Unidos, com o bloqueio econômico e sequestro de bilhões de dólares que estão nos bancos americanos. Repudiamos a ameaça de intervenção militar na Venezuela. Repudiamos as declarações intervencionistas do presidente Jair Bolsonaro e seu chanceler Ernesto Araújo, que rompem com a tradição diplomática brasileira em busca da paz, diálogo e integração regional.”, diz o documento.

“A sociedade brasileira tem que entender que o problema da Venezuela não foi gerado pelo governo. O problema está na falta de respeito dos norte-americanos à soberania do povo da América Latina”, acrescenta o manifesto.

E os esquerdistas brasileiros arrematam:

"Devemos deixar claro que esta posição do governo Bolsonaro traz gravíssimas consequências, em caso de guerra. Em especial, a tragédia da perda de vidas humanas de cidadãos brasileiros, latino-americanos e americanos".

Miséria na Venezuela

A crise na Venezuela, provocada pela ditadura de Nicolás Maduro, causou violência, fome e muita miséria. Sem empregos, o povo passou a procurar comida nos lixões do país.

Nos últimos dias Nicolás Maduro determinou o fechamento as fronteiras da Venezuela, inclusive, com o Brasil e proíbe a entrada de ajuda humanitária. Isso tem gerado conflitos e, segundo as agências de notícias, nesta sexta-feira, 22, uma índia acabou morrendo e outras pessoas ficaram feridas por balas disparadas por soldados leais a Maduro.

Só que a realidade mostra, exatamente o contrário do que esses partidos e movimentos de esquerda afirmam. A posição do governo Bolsonaro é de solidariedade ao povo venezuelano. Como outros países, o Brasil está enviando donativos até a fronteira com o governo afirmando, que não defende nenhuma medida de intervenção.

É incrível e lamentável verificara como a luta do pelo poder gera tanta insanidade e desumanidade, apenas porque eles querem derrubar o Governo Bolsonaro

Ditaduras e miséria
O apoio da esquerda brasileira, tendo como lídres os ex-presidentes petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Roussef, não tem se mostrado eficaz para o povo. É um apoio que gera benefício apenas para governo ditatoriais. Exemplo disso é o que ocorre em países como Venezuela, Honduras e Nicarágua.
Enquanto a esquerda vem perdendo apoio da população na América Latina, como Chile, Paraguai, Argentina e Brasil, nesses países citados sob o comando de ditadores, o que o mundo tem visto são conflitos internos, desemprego, violência e o povo tentando se refugiar em outros países. (Renato Ferreira)
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    Confira o posicionamento do Banco Itaú sobre o caso:
    O Itaú Unibanco repudia veementemente qualquer tentativa de vincular doações eleitorais realizadas de forma lícita e transparente a condutas antiéticas para atender a eventuais interesses da organização. O banco não teve acesso à delação que embasa reportagem de O Globo, mas afirma, de forma enfática, que a declaração mencionada pelo jornal é mentirosa.
    Quando a legislação permitia, o banco fazia doações eleitorais, sempre seguindo um posicionamento apartidário. Contava, para isso, com um comitê formado por integrantes independentes do Conselho de Administração. Esse comitê definia os valores que seriam doados, sempre inferiores à média de grupos empresariais de porte semelhante ao nosso. Nos pleitos de 2006, 2010 e 2014, por exemplo, os montantes doados aos candidatos que lideravam as pesquisas de opinião foram rigorosamente iguais, conforme se pode constatar nos registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e na tabela que acompanha esta nota. Os números desmentem qualquer suposição de que o Itaú Unibanco tenha privilegiado esse ou aquele partido ou que tenha de qualquer forma feito doações eleitorais com o objetivo de obter benefício próprio.
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    O Itaú Unibanco lamenta que seu nome possa ter sido usado indevidamente para que um réu confesso tenha tentado obter vantagens em acordos com a Justiça. Como sempre, posição das autoridades para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários. (Informações do Estado de Minas)
  • PAN HISTÓRICO: Brasil encerra Pan de Lima com melhor participação da história
     
    No geral, país terminou com 55 medalhas de ouro, 45 de prata e 71 de bronze, totalizando 171 medalhas.
     
     
    Neste domingo, 11/08, último dia de competição dos Jogos Pan-Americanos 2019, o Brasil encerrou a sua participação histórica, na Capital peruana. Depois de 46 anos, o país ficou na segunda colocação, atrás apenas dos Estados Unidos, com 55 ouros, 45 pratas e 71 bronzes, totalizando 171 medalhas. O Brasil fez a sua melhor participação na história dos Jogos Pan-Americanos. A última vez que o país conseguiu a segunda colocação foi em 1963, quando sediou o Pan em São Paulo.
    Até domingo, a classificação já registrava uma excelente campanha brasileira, que poderia ter sido ainda melhor. Isso porque, nas últimas provas dos Jogos, o Brasil ainda disputou três finais. No caratê, Hernani Veríssimo, pela categoria até 75kg, foi derrotado pelo norte-americano Thomas Scott e ficou apenas com a prata. Já pela categoria até 60kg, Douglas Brose, ouro em Toronto 2015, foi derrotado por Camilo Velozo, do Chile, e também ficou com o segundo lugar.
    Essa foi também a trajetória que viveu Marcus D'Almeida, no tiro com arco. O brasileiro chegou até a final, mas perdeu para o canadense Crispin Duenas e também ficou com a prata.
    Porém, mesmo com as derrotas nas provas finais, a campanha do Brasil foi histórica. Com os 55 ouros, os atletas brasileiros superaram a participação no Pan Rio 2007, no lugar mais alto do pódio. Além disso, a segunda colocação no quadro geral também é marcante. Desde 1963, no Pan de São Paulo, o Brasil não repetia tal feito.
    Segundo o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), a entidade não fez projeção de medalhas para os Jogos Pan-Americanos de Lima, preferindo apostar nas vagas a conquistar para as Olimpíadas 2020, como aconteceu no handebol feminino, hipismo, tiro com arco, tênis e tênis de mesa, por exemplo.
    Estados Unidos na liderança
    Como a maior potência esportiva das Américas e uma das maiores do mundo, os Estados Unidos confirmaram o favoritismo e terminaram o Pan na primeira colocação, com 120 ouros, 88 pratas e 85 bronzes, totalizando 293 medalhas. Em terceiro lugar, o México conseguiu 37 ouros, 36 pratas e 63 bronzes, com 136 no total.
    Em quarto, o Canadá teve 35 ouros, 64 pratas e 53 bronzes, com 152 medalhas no total. E fehando o quadro entre os cinco melhores colocados do Pan de Lima, ficou Cuba com 33 ouros, 27 pratas e 38 bronzes, colecionando 98 medalhas.

    Medalhas brasileiras na história dos Jogos Pan-Americanos (Wikipédia)

    (Números compilados até o final da edição de 2019)

    Jogos Ouro Prata Bronze Total Posição
    1951 Buenos Aires 5 15 12 32
    1955 Cidade do México 2 3 13 18
    1959 Chicago 8 8 6 22
    1963 São Paulo 14 20 18 52
    1967 Winnipeg 11 10 5 26
    1971 Cáli 9 7 14 30
    1975 Cidade do México 8 13 23 44
    1979 San Juan 9 13 17 39
    1983 Caracas 14 20 23 57
    1987 Indianápolis 14 14 33 61
    1991 Havana 21 21 37 79
    1995 Mar del Plata 18 27 37 82
    1999 Winnipeg 25 32 44 101
    2003 Santo Domingo 29 40 54 123
    2007 Rio de Janeiro 52 40 65 157
    2011 Guadalajara 48 35 58 141
    2015 Toronto 42 39 60 141
    2019 Lima 55 45 71 171
    Total3844025901376

    Quadro de medalhas do Pan de Lima

    • POS
       
                    PAÍS
                                                                               OURO
                        PRATA
                    BRONZE
                     TOTAL
    • 1
      Estados Unidos
      120
      88
      85
      293
    • 2
      Brasil
      55
      45
      71
      171
    • 3
      México
      37
      36
      63
      136
    • 4
      Canadá
      35
      64
      53
      152
    • 5
      Cuba
      33
      27
      38
      98
    • 6
      Argentina
      32
      35
      34
      101
    • 7
      Colômbia
      28
      23
      33
      84
    • 8
      Chile
      13
      19
      18
      50
    • 9
      Peru
      11
      7
      21
      39
    • 10
      Rep. Dominicana
      10
      13
      17
      40
    • 11
      Equador
      10
      7
      14
      31
    • 12
      Venezuela
      9
      15
      19
      43
    • 13
      Jamaica
      6
      6
      7
      19
    • 14
      Porto Rico
      5
      5
      14
      24
    • 15
      El Salvador
      3
      0
      1
      4
    • 16
      Guatemala
      2
      9
      8
      19
    • 17
      Trinidad e Tobago
      2
      8
      3
      13
    • 18
      Uruguai
      1
      4
      4
      9
    • 19
      Paraguai
      1
      3
      1
      5
    • 20
      Bolívia
      1
      2
      2
      5
    • 21
      Granada
      1
      1
      0
      2
    • 22
      Costa Rica
      1
      0
      4
      5
    • 23
      Santa Lúcia
      1
      0
      1
      2
    • 24
      Barbados
      1
      0
      0
      1
    • 25
      Ilhas Virgens Britânicas
      1
      0
      0
      1
    • 26
      Antígua e Barbuda
      0
      1
      2
      3
    • 27
      Honduras
      0
      1
      1
      2
    • 28
      Panamá
      0
      0
      4
      4
    • 29
      Nicarágua
      0
      0
      3
      3
    • 30
      Aruba
      0
      0
      1
      1
    • 31
      Bahamas
      0
      0
      1
      1
    • -
      Belize
      0
      0
      0
      0
    • -
      Bermudas
      0
      0
      0
      0
    • -
      Dominica
      0
      0
      0
      0
    • -
      Guiana
      0
      0
      0
      0
    • -
      Haiti
      0
      0
      0
      0
    • -
      Ilhas Cayman
      0
      0
      0
      0
    • -
      Ilhas Virgens Americanas
      0
      0
      0
      0
    • -
      São Cristóvão e Névis
      0
      0
      0
      0
    • -
      São Vicente e Granadinas
      0
      0
      0
      0
    • -
      Suriname
      0
      0
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      0
  • POLÍTICA: Alcolumbre: Congresso está conciliado com vontade do povo que elegeu Bolsonaro
    Presidente do Senado também fez acenos ao Presidente, dizendo que não tem dúvidas de que Bolsonaro 'busca mais acerta do que errar'.
    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), afirmou nesta quinta-feira, 18/07, que a Nova Previdência é "importantíssima" para ajustar as contas públicas. Durante cerimônia de celebração dos 200 dias do governo Jair Bolsonaro, Alcolumbre fez um agradecimento aos deputados por terem aprovado o texto-base da reforma em primeiro turno na Câmara.
    Segundo Alcolumbre, o Congresso está "conciliado com a vontade do povo que elegeu Bolsonaro". Ele também fez acenos ao presidente, dizendo que não tem dúvidas de que Bolsonaro "busca mais acertar do que errar".
    "Democracia só com o fortalecimento das instituições, do Poder Judiciário, Legislativo e Executivo. Só assim poderemos dizer que vivemos em democracia consolidada e que estamos cumprindo esse papel. O Parlamento estará à disposição para ajudar a construir esse País. Minha missão aqui hoje é estender a mão para o Executivo", discursou Alcolumbre.
    Ele defendeu que a população "necessita desse caminho e dessa construção para o Brasil que Bolsonaro busca e nós queremos". "A votação da Reforma da Previdência é esse sinal. Um abraço deputados, eu agradeço", disse. "Fiz questão de estar aqui porque é uma data importante para um governo que constrói e que busca todos os dias acertar", elogiou.
    Brincadeira
    Alcolumbre
    David Alcolumbre, Presidente do Senado (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
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