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NOVO BRASIL: Governo pretende extinguir 50 estatais dentro de cinco meses

NOVO BRASIL: Governo pretende extinguir 50 estatais dentro de cinco meses Featured

Paulo Guedes ressaltou ainda que reduzirá de 34% para 15% a tributação sobre todas as empresas. A intenção do Governo é colocar o Brasil no ranking dos 50 principais países para se fazer negócios no mundo.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, deu mais detalhes sobre como serão tratadas as estatais deficitárias no governo Jair Bolsonaro. Ele disse, em entrevista à Agência Reuters, que pretende extinguir 50 empresas estatais num prazo entre três e cinco meses. Além disso, ressaltou a investidores que o governo fará um programa de privatização de US$ 20 bilhões e reduzirá de 34% para 15% a tributação sobre todas as empresas. A arrecadação será pela taxação de dividendos. A Eletrobras é uma das empresas estatais que surge como alvo de privatização do atual Governo.
Apesar de não dar mais informações sobre quais alíquotas poderão ser reduzidas, Guedes ressaltou que tem a intenção de colocar o Brasil no ranking dos 50 principais países para se fazer negócios no mundo. Segundo o Banco Mundial, houve melhora em 2018, mas ainda ocupamos a 109ª posição. Ou seja, seria preciso desbancar, ao menos, 59 nações.
O próprio presidente Jair Bolsonaro admitiu a dirigentes empresariais que será uma tarefa complicada. De acordo com ele, a meta é “difícil, mas não impossível”. Para implementá-la, além de reduzir a burocracia e entraves regulatórios, Guedes quer fazer mudanças na legislação tributária, diminuindo os impostos sobre empresas e aumentando a taxação sobre capital e dividendos. “Quem vai investir no Brasil com imposto de 34%, quando nos EUA são 20%?”, questionou.
Sobre a simplificação tributária, Bolsonaro disse que as conversas estão avançadas, mas que o tema não é fácil, porque mexe em impostos estaduais e de prefeituras. “É muito difícil uma reforma, mas tem de ser buscada”, frisou o presidente. O economista Bruno Lavieri, analista da 4E Consultoria, avaliou que tanto a reforma da Previdência quanto as mudanças no regime de tributação não dependem da equipe técnica. “O risco de não chegar à 50ª posição no ranking está mais no âmbito político do que no técnico”, disse. (Fonte: O Estado de Minas)
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