Domingo, 25 Agosto 2019 | Login
POSSE DE BOLSONARO: Novo Presidente reafirma luta contra a corrupção e a crise moral do Brasil

POSSE DE BOLSONARO: Novo Presidente reafirma luta contra a corrupção e a crise moral do Brasil Featured

 

Primeira-dama Michelle Bolsonaro rouba a cena da posse ao surpreender com emocionante discurso em Língua de Sinais

 

Esta terça-feira, 1° de janeiro, ficará marcada na História do Brasil. Numa bela cerimônia, com o tradicional desfile em carro aberto e com cenas no Congresso Nacional e no Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro tomou posse como Presidente do Brasil. Bolsonaro leva para a Presidência a esperança de um país inteiro contra a corrupção e a favor do respeito ao dinheiro público.

Mais de 115 mil pessoas vestindo verde e amarelo e também camisetas com a imagem de Bolsonaro lotaram a Esplanada dos Ministérios sob um arrojado esquema de segurança. O evento contou também com a presença de 12 chefes de Estado, como o Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e representantes de dezenas de países de todos os Continentes.

Após garantir que manterá as reformas necessárias para o Brasil avançar, Bolsonaro conclamou o povo a lutar com ele que tem o desafio de "enfrentar os efeitos da crise econômica", o "desemprego recorde", a "ideologização" das crianças, o "desvirtuamento dos direitos humanos" e a "desconstrução da família".

"Vamos desburocratizar, simplificar, tirar a desconfiança e o peso do governo sobre quem trabalha e quem produz", disse Bolsonaro, que finalizou com o lema de sua campanha: "Brasil acima de tudo; Deus acima de todos". (Renato Ferreira)

* Por problemas técnicos e da internet, não conseguimos publicar a matéria da posse no dia 1º de Janeiro.

Veja, aqui, outras fotos da festa em Brasília: 

Posse de Bolsonaro 3

Posse de Bolsonaro 2

Posse de Bolsonaro 5

 

Posse de Bolsonaro 4

Posse de Bolsonaro 6

000

About Author

Related items

  • SANTA IGNORÂNCIA! Quem sabe, assim, diminui um pouco a ignorância dos canhotinhos brasileiros

     

    Por Renato Ferreira - 

    O Presidente Jair Bolsonaro é a favor da descentralização do poder, convive com negros e ama Israel. Mesmo assim, uns imbecis que, com certeza, fugiram da escola, insistem em chamá-lo de fascista, racista e nazista.

    Aulinha de graça
    Agora, veja a seguir, os Dicionários dão o significado de Fascismo, Racismo e Nazismo:

    Fascismo: "Movimento político e filosófico ou regime (como o estabelecido por Benito Mussolini na Itália, em 1922), que faz prevalecer os conceitos de nação e raça sobre os valores individuais e que é representado por um governo autocrático, centralizado na figura de um ditador.

    Racismo: "Conjunto de teorias e crenças que estabelecem uma hierarquia entre as raças, entre as etnias. Doutrina ou sistema político fundado sobre o direito de uma raça (considerada pura e superior) de dominar outras.

    Nazismo: (Relativo ao partido nacional alemão, socialista e de extrema direita, fundado e consolidado por Adolf Hitler (1889-1945), cuja ideologia política baseava-se no racismo, segregação racial, anti-semitismo (ódio aos judeus). (Renato Ferreira).

  • RODEIO: Em Barretos, Bolsonaro cavalga no 'Mito' e é aplaudido por mais de 30 mil pessoas

    Aplaudido pela multidão na Arena, Bolsonaro seguiu para a festa de Peão depois de visitar obras no hospital de câncer da cidade.

     

    Enquanto a oposição não dá trégua e tenta a todo custo desestabilizar o Governo, ignorando os feitos positivos, o Presidente Bolsonaro vem conquistando apoio nos mais diversos segmentos sociais. Neste sábado, 17/08, no rodeio de Barretos, ele cavalgou, discursou e foi aplaudido por uma plateia de mais de 30 mil pessoas.
    Considerado o maior evento do tipo no país, no rodeio de Barretos, a tradição manda que no último dia de competições, os peões campeões de suas categorias devem circular pela arena montados em seus cavalos.
    E como um "campeão", sob os aplausos da multidão na Arena, Jair Bolsonaro seguiu o script. Ele foi festa depois de visitar obras de um hospital da cidade e participar do típico jantar da queima do alho. Passava das 21h30m quando o presidente desceu do palco onde havia assinado decreto para flexibilizar as regras de rodeios e foi para o centro da arena.
    Montando o "Mito"
    Bolsonaro em Barretos 2
    De camisa branca e calça jeans, deu duas voltas galopando o "Mito", um cavalo da raça quarto de milha, a mais rápida do mundo — alguns alcançam 80 quilômetros por hora. Este é o quarto ano consecutivo em que Bolsonaro põe os pés na arena lamacenta de Barretos, projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985.
    Neste ano, na condição de presidente da República, ele foi agradecer pelo apoio recebido na campanha do ano passado. E retribuir: justamente com o decreto presidencial que torna sem efeito leis aprovadas por vereadores de diferentes cidades que impedem a prática, sob alegação de maus-tratos a animais. Em Barretos, uma lei municipal proíbe, desde 2006, atividades como a Prova do Laço.
    "Respeito todas as instituições, mas lealdade eu devo a você. O Brasil está acima de tudo. Neste momento em que muitos criticam a festa de peões e a vaquejada, quero dizer com muito orgulho, estou com vocês. Não existe politicamente correto. Existe o que precisa ser feito", disse o Presidente.
    Apoio à Festa do Peão
    Bolsonaro em Barretos 3
    No palco, ao lado de autoridades e representantes da festa, Bolsonaro fechou os olhos no momento da oração. Junto do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), e de Ricardo da Rocha, presidente do Independentes, grupo organizador da Festa de Peão de Barretos, ele saudou o público fazendo com as mãos o gesto de como se estivesse apontando uma arma.
    Em alto e bom som, o locutor de rodeios Cuiabanno Lima clamava a plateia a aplaudir “o simplão da República” que, segundo ele, estava ali para provar que não é “um presidente Vaselina”. Ou seja, em suas palavras, estava de fato comprometido com as causas dos apoiadores de rodeios e vaquejadas.
    "Infelizmente existem ONGs que não sabem da verdade. A gente faz um desafio: pode trazer qualquer ONG aqui pra dentro de Barretos pra assistir o rodeio daqui. Temos mais de 100 veterinários. Na hora em que o animal entra ele é inspecionado. Fazemos tudo dentro da lei. Não é qualquer um que dá a cara pra bater (pelos rodeios)", disse o Presidente.
    A plateia respondeu acendendo a luz dos celulares e, braços ao alto em homenagem ao presidente, entoou refrãos de "Vai Valer a Pena", sucesso gospel da banda de rock cristão Livres para Adorar. Diz um dos trechos da canção: "Não compreendo os Teus caminhos, mas Te darei a minha canção".
    A festa seguiu adiante, e Bolsonaro recebeu de presente duas grandes fivelas pretas, típicas da vestimenta de quem compete por ali. Quem entregou foi a rainha da festa em 2019, Larissa Ferreira, acompanhada da princesa, Jhennyffer Pyetra, que, por sua vez, entregou um chapéu branco tradicional. (Informações de O Globo).
  • POLÍTICA: Bolsonaro troca cúpula de comissão sobre mortos e desaparecidos políticos
     
    Nesta quinta-feira, 1º de Agosto, o presidente Jair Bolsonaro disse que a troca de membros da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos aconteceu por que “mudou o presidente” da República. "O motivo é que mudou o presidente, agora é o Jair Bolsonaro, de direita. Ponto final. Quando eles botavam terrorista lá, ninguém falava nada. Agora mudou o presidente. Igual mudou a questão ambiental também", disse, o Presidente ao deixar o Palácio da Alvorada.
    O governo trocou quatro dos sete membros da comissão. De acordo com o decreto publicado nesta quinta-feira no Diário Oficial da União, Marco Vinicius Pereira de Carvalho substitui Eugênia Augusta Gonzaga Fávero na presidência do colegiado; Weslei Antônio Maretti substitui Rosa Maria Cardoso da Cunha; Vital Lima Santos substitui João Batista da Silva Fagundes; e Filipe Barros Baptista de Toledo Ribeiro substitui Paulo Roberto Severo Pimenta.
    A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos foi criada em 1995, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, para fazer o reconhecimento de desaparecidos em razão de participação ou acusação de participação em atividades políticas no período de 2 de setembro de 1961 a 15 de agosto de 1979. O período abrange parte do regime militar até o ano em que foi promulgada a Lei da Anistia.
    Hoje vinculada ao Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, a partir de 2002, a comissão passou a examinar e reconhecer casos de morte ou desaparecimento ocorridos até 05 de outubro de 1988, data de promulgação da Constituição. (Agência Brasil)

Quem somos

Notícias & Opinião é um site de notícias gerais editado pela Empresa Jornalística Notícias de Paz Ltda - EPP, a partir da Capital e região Oeste da Grande São Paulo.

Como o próprio nome diz, aqui você vai encontrar notícias, entrevistas, artigos, crônicas e opinião sobre política, economia, educação, cultura e esporte, dentre outros temas do nosso dia-a-dia.