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EXCLUSIVO! Clima de guerra em votação do SampaPrev na Câmara de São Paulo

EXCLUSIVO! Clima de guerra em votação do SampaPrev na Câmara de São Paulo Featured

Professores protestam contra projeto da Previdência. Suplicy abraça-se a uma mulher que estava sendo retirada por Guardas Municipais

 

Além do calor insuportável desta sexta-feira, 21/12, em São Paulo, o clima está também elevadíssimo no Plenário e nas galerias da Câmara Municipal da Capital. Os vereadores estão votando o SampaPrev, projeto enviado pelo prefeito Bruno Covas (PSDB), que trata de mudança na Previdência dos servidores municipais.

Há poucos minutos, professores revoltados com a proposta do Executivo tentaram falar, mas, como houve um grande tumulto, eles foram impedidos pela direção da Casa. O Projeto provoca também discussões entres situação e oposição.

Como o clima esquentou de vez, os guardas municipais foram chamados para retirar os mais exaltados do Plenário, como mostramos neste vídeo em primeira mão.

Em determinado momento, o vereador Eduardo Suplicy (PT) abraçou uma mulher e a retirou das mãos dos policiais. A suspensão da sessão chegou, inclusive, a ser proposta, mas, prosseguiu após os ânimos ficarem mais calmos.

Hoje, os vereadores paulistanos estão tentando aprovar o SampaPrev em primeira votação, para posteriormente, fazer a segunda e também aprovar o Orçamento de 2019, provavelmente no dia 26.

Entenda o SampaPrev

Alegando que há um rombo no orçamento de São Paulo, principalmente, para garantir as futuras aposentadorias, o então prefeito João Doria (PSDB), elaborou o Projeto SampaPrev para garantir recursos para a aposentadoria.

Assim, o Executivo paulistano propõem que todos os servidores passem a contribuir com no mínimo 14%, sendo que atualmente a alíquota é de 11%. Essa é a principal mudança no sistema de aposentaria e também que vem causando os protestos dos servidores municipais de São Paulo. Hoje a prefeitura tem a obrigação de contribuir com 22%, o dobro da contribuição dos servidores. (Renato Ferreira)

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