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ATENTADO! PF faz buscas na casa e escritório de advogado do agressor de Bolsonaro

ATENTADO! PF faz buscas na casa e escritório de advogado do agressor de Bolsonaro Featured

Segundo a Polícia Federal, o objetivo da operação é tentar identificar quem estaria financiando a defesa do autor confesso do atentado em Juiz de Fora
 
 
Quem espera impunidade para quem paga os advogados de Adélio Bispo, réu confesso da facada em Jair Bolsonaro, pode começar a mudar de ideia. A Polícia Federal cumpriu, na manhã desta sexta-feira, 21/12, dois mandados de busca e apreensão no escritório e em uma empresa de Zanone Manuel de Oliveira Júnior, um dosadvogados de Adélio Bispo. Os mandados foram expedidos pela 3ª Vara da Subseção Judiciária da Justiça Federal de Juiz de Fora.
 
Segundo informou a Polícia Federal, o objetivo da operação é tentar identificar quem estaria financiando a defesa do autor confesso do atentado.
Um dos imóveis funciona em um hotel e uma locadora de veículos, além de servir como escritório e residência do advogado. O outro é a sede de uma empresa. Os dois imóveis são localizados em Contagem, na Região metropolitana de Belo Horizonte.
Nesses locais, os policiais federais apreenderam o celular do advogado, que não disse quem foi a pessoa que o contratou para atuar no caso.
Polêmica
Um dia após o atentado contra o candidato do PSL, no dia 6 de setembro, dois dos quatro advogados que defendem Adelio viajaram em avião particular de Belo Horizonte para Juiz de Fora. A informação divulgada pelo EM, com exclusividade, causou polêmica.
 
Também repercutiu muito a questão do pagamento dos honorários advocatícios. Os advogados chegaram a dizer que estavam sendo pagos por igrejas evangélicas de Montes Claros. Mas igrejas negaram o pagamento.
 
No dia 18 de dezembro, Notícias & Opinião publicou uma perguntado: Quem matou Bolsonaro? https://bit.ly/2rLnKfq
O ataque contra Bolsonaro aconteceu em Juiz de Fora quando o então presidenciável fazia campanha no Centro da cidade. Adélio Bispo de Oliveira foi preso em flagrante e confessou o crime. Ele está detido na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS). (Renato Ferreira com informações de O Estado de Minas)
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  • Quem mandou matar Bolsonaro?

     

    Por Renato Ferreira -

    Estou feliz ao ver essa recaída da esquerda fajuta do Brasil que, mesmo ignorando os demais parlamentares citados no relatório do COAF e que passou os últimos 16 anos sem se importar com movimentações financeiras irregulares de políticos, exige explicação e punição severa para o senador eleito pelo RJ, Flávio Bolsonaro. Isso é muito bom para limparmos o Brasil de quaisquer tipos de falcatruas.

    Facada em Bolsonaro

    Estamos a poucos dias da posse do Presidente Jair Bolsonaro e do Brasil entrar em nova fase administrativa com nova visão política. Mas, isso poderia não estar acontecendo, pois, em plena campanha eleitoral, alguém tentou tirar Bolsonaro da disputa com uma facada no abdômen.

    O que chama atenção e causa dúvidas às pessoas de bom senso no Brasil é o silêncio ensurdecedor da grande imprensa e desses "esquerdistas" indignados com a corrupção (?), sobre o maior atentado político no Brasil, contra um candidato à Presidência da República e os fatos que envolvem essa tentativa de matar Jair Bolsonaro.

    A quem interessava e a quem interessa a morte de Bolsonaro?

    O autor da facada, em pleno Centro de Juiz de Fora, todos conhecem, uma vez que ele não conseguiu o seu objetivo. Trata-se do ativista político Adélio Bispo, ex-integrante do PSOL, partido do ex-presidenciável, Guilherme Boulos, e declarado defensor de Lula e do PT.

    Seria muita ingenuidade de qualquer pessoa com saúde perfeita e em sã consciência acreditar que esse matador, preso com quatro celulares, computador e que alugou uma pousada dez dias antes do atentado em Juiz Fora, teria agido sozinho e por conta própria.

    E o fato mais claro dessa empreitada de morte, mostrando que Adélio foi apenas o último elo dessa corrente assassina contra Bolsonaro, é que no dia seguinte ao atentado, apareceram em Juiz de Fora 4 advogados que partiram de Belo Horizonte em vôo fretado para a zona da Mata mineira.

    Preste atenção! Você que é inteligente e que pensa com a própria cabeça, acredita que se o autor da facada fosse uma pessoa normal, trabalhador simples, que não tivesse nenhuma ligação com partidos políticos, sindicatos ou qualquer outra organização poderosa, conseguiria ter quatro advogados ao seu dispor um dia depois do crime e durante todo o processo?

    Pois é, mesmo indagados por várias vezes, os advogados não revelaram quem os contratou e nem quanto recebiam para fazerem a defesa do criminoso.

    Então, parabén imprensa investigativa e esquerda fajuta que pedem punição severa para Flávio Bolsonaro! Vocês estão corretíssimos, afinal, quem erra tem mesmo que pagar.

    Mas, não lhes cheira mal a falta de transparência e o silêncio que envolve esse grave atentado contra o candidato que foi eleito Presidente da República? E ainda mais o silêncio dos advogados que negam informar quem lhes contratou para chegar tão rapidamente a Juiz de Fora?

    O Brasil honesto espera mais esclarecimento sobre esse atentado. Pois, temos certeza que o Adélio não agiu sozinho.

    Quem discordar, por favor, poste aqui a sua opinião com argumentos e fatos que nos convençam ao contrário. Contamos também com a opinião daqueles que concordam conosco. (Renato Ferreira)

  • CORRUPÇÃO: Senadores e deputados federais são alvos de operação da PF
     
    A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público cumpriram nesta terça-feira, 11/12, 24 mandados de busca e apreensão, assim como 48 intimações para oitivas no Distrito Federal, em São Paulo, Minas Gerais, no Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e na Bahia, além de Mato Grosso do Sul, do Tocantins e Amapá. São investigados os crimes de corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
    Os alvos são o senador Aécio Neves (PSDB-MG), a irmã dele, Andrea Neves, e o primo Frederico Pacheco de Medeiros. Também estão na mira os senadores Antonio Anastasia (PSDB-MG) e José Agripino Maia (DEM-RN). A Operação Ross investiga também os deputados Paulinho da Força (Solidariedade-SP), Benito Gama (PTB-BA) e Cristiane Brasil (PTB-RJ).
    A Operação Ross é um desdobramento da Patmos, deflagrada pela PF em maio de 2017. Os valores investigados, que teriam sido utilizados também para a obtenção de apoio político na campanha de 2014, ultrapassam R$ 100 milhões.
    Alvos
    Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em apartamentos de Aécio Neves e sua irmã, Andrea, no Rio de Janeiro, assim como no de Cristiane Brasil, também na capital fluminense. Em São Paulo, o imóvel de Paulinho da Força está na mira, assim como os apartamentos de Aécio e Anastasia em Belo Horizonte.
    Os mandados foram expedidos também para imóveis de Agripino Maia e Benito Gama, em Natal e Salvador. A autorização foi dada com base no Inquérito 4.519, relatado pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF).
    Denúncias
    A operação se baseia em informações de empresários, que teriam relatado a promotores a emissão de notas fiscais frias. Há denúncias, que estão sob investigação, sobre a suposta compra de apoio político, e que empresários teriam ajudado com doações de campanha e caixa 2, por meio de notas frias.
    Nome
    O nome da Operação Ross é referência ao explorador britânico que dá nome à maior plataforma de gelo do mundo, na Antártida, fazendo alusão às notas fiscais frias que estão sendo investigadas.(Agência Brasil)
  • LAVA JATO: PF prende vice-governador de MG e Joesley Batista por suposto esquema de corrupção na Agricultura

     

    Crimes teriam ocorrido durante o governo Dilma Rousseff (PT). Agentes cumprem 63 mandados de busca e 19 de prisão no Distrito Federal e em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba e Mato Grosso. Dezesseis pessoas foram presas na operação Capitu da PF que investiga JBS e vice-governador de MG

     

    O vice-governador de Minas Gerais, Antonio Andrade (MDB), o empresário Joesley Batista, dono da JBS, e mais 14 pessoas foram presas nesta sexta-feira 09/11, em uma operação que investiga suposto esquema de corrupção no Ministério da Agricultura durante o governo da presidente Dilma Rousseff (PT).

    Ao todo, são 19 mandados de prisão temporária (válida por 5 dias), um deles contra o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB), que está preso no Paraná. (Veja no fim desta reportagem como funcionava o esquema investigado pela Polícia Federal)

    VEJA OS NOMES DOS PRESOS JÁ DIVULGADOS

    Antonio Andrade, vice-governador de Minas e ministro da Agricultura de março de 2013 a março de 2014
    Joesley Batista, sócio da J&F, dona da JBS
    Ricardo Saud, ex-executivo da J&F
    Demilton de Castro, ex-executivo da J&F
    João Magalhães, deputado estadual pelo MDB de MG
    Neri Geller, deputado federal eleito pelo PP de MT e ministro da Agricultura de março de 2014 a dezembro de 2015
    Rodrigo Figueiredo, ex-secretário de Defesa Agropecuária
    Mateus de Moura Lima Gomes, advogado
    Mauro Luiz de Moura Araújo, advogado
    Ildeu da Cunha Pereira, advogado
    Marcelo Pires Pinheiro
    Fernando Manoel Pires Pinheiro
    Walter Santana Arantes, sócio dos supermercados BH e EPA
    Claudio Soares Donato
    José Francisco Franco da Silva Oliveira

    VEJA A LISTA DOS MANDADOS NÃO CUMPRIDOS

    Waldir Rocha Pena, sócio do supermercado BH, que estaria no Uruguai
    Florisvaldo Caetano de Oliveira, funcionário da JBS
    Odo Adão filho, advogado

    A PF cumpriu ainda, segundo os delegados Rodrigo Morais e Mário Velloso, 63 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba e Mato Grosso.

    Um dos mandados foi cumprido na casa do vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior (MDB), que foi relator de uma medida provisória em 2014 que teria beneficiado a JBS. A casa do prefeito de Araraquara, Edinho Silva (PT), ex-ministro de Dilma, também foi alvo da Operação Capit

    Num primeiro momento, Saud não havia sido localizado, e a PF chegou a dizer que ele estava no exterior. Mais tarde, entretanto, foi confirmada a prisão do executivo.

    A PF fez buscas no gabinete do vice-governador de MG. Ele foi preso em uma fazenda na região de Vazante, no Noroeste de Minas Gerais. Os mandados foram expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Antonio Andrade foi levado a um presídio em Uberlândia, no Triângulio Mineiro.

    O delegado da PF Mário Velloso, responsável pelas investigações, disse que as prisões foram decretadas pois os investigados estavam atrapalhando as investigações.

    "Para que a gente pudesse coletar todas as provas sem interferência da organização criminosa, e eles vinham obstruindo a Justiça. A gente tem elementos fortes de que os integrantes da organização criminosa estavam atrapalhando a coleta de provas pela Polícia Federal, por isso foram decretadas as 19 prisões.", disse o Delegado.

    A desembargadora Mônica Sifuentes, do Tribunal Regional Federal da 1ª, afirmou em despacho que os executivos do grupo J&F ocultaram "fatos relevantes" nas delações premiadas e que, por esse motivo, foram presos.

    Segundo os advogados de Joesley Batista, as investigações da operação começaram justamente a partir dos depoimentos do empresário. Alegam ainda que ele não poderia ser preso em razão de o acordo de delação prever imunidade. A TV Globo não localizou o advogado de Ricardo Saud.

    O esquema

    Batizada de Capitu, a operação é um desdobramento da Lava Jato e feita em conjunto com a Receita Federal. A operação é baseada na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Em sua delação, Funaro disse que a JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, deu R$ 30 milhões para o MDB, sendo R$ 15 milhões para a Executiva Nacional e mais R$ 15 milhões para o diretório em Minas. O esquema operou entre agosto de 2014 e fevereiro de 2015.

    O que aponta a investigação da PF, baseada na delação de Funaro:

    A JBS deu dinheiro para políticos do MDB e em troca foi beneficiada com medidas do Ministério da Agricultura;
    O esquema funcionou entre 2014 e 2015, no governo da presidente Dilma Rousseff;

    O então ministro, Antonio Andrade, integrante do MDB e hoje vice-governador de MG, foi indicado ao governo pelo grupo político de Eduardo Cunha para ajudar no esquema;

    Segundo a PF, a JBS pagou propina a Andrade, ao sucessor dele no ministério, Neri Geller, e ao então secretário de Defesa Agropecuária, Rodrigo Figueiredo;

    Foram R$ 7 milhões por duas medidas que eram do interesse da empresa: R$ 2 milhões pela regulamentação da exportação de carcaças de animais e R$ 5 milhões pela proibição de um remédio contra parasitas, a Ivermectina;
    Na eleição de 2014, a empresa pagou também R$ 30 milhões para ajudar candidatos aliados de Cunha. O objetivo era eleger esses deputados para que eles ajudassem Cunha a ser presidente da Câmara;

    A JBS repassou esse dinheiro a 6 escritórios de advocacia, que emitiram notas frias para simular uma prestação de serviço à empresa;
    Após ser lavado, o dinheiro foi distribuído da seguinte forma: R$ 15 milhões para o MDB nacional e outros R$ 15 milhões para o MDB de Minas Gerais.

    A rede de supermercados BH participava do esquema para fazer lavagem de dinheiro. Ela comprava carnes da JBS por um preço superior (superfaturamento) e também recebia pagamentos da JBS
    O valor que “sobrava” (era pago a mais) era usado para pagar propina a políticos de MG. O dinheiro era entregue aos destinatários em malas e em caixas de sabão em pó e de sapato.
    Parte dos valores foi repassado como doação oficial na campanha de 2014.

    Se indiciados, os envolvidos vão responder pelos crimes de constituição, participação em organização criminosa, obstrução de Justiça, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

    O que dizem os citados

    A J&F Investimentos, holding que controla a JBS, informou por meio do advogado de Joesley Batista, André Callegari, que causa estranheza a decretação de prisão temporária. "Joesley Batista é colaborador da Justiça e tem cumprido à risca essa função. Portanto, causa estranheza o pedido de sua prisão no bojo de um inquérito em que ele já prestou mais de um depoimento na qualidade de colaborador e entregou inúmeros documentos de corroboração. A prisão é temporária e ele vai prestar todos os esclarecimentos necessários".

    Os advogados do deputado federal Neri Geller esclareceram que tão logo conheçam os motivos da prisão e o inteiro teor do processo irão se manifestar.

    Segundo a polícia, Walter Santana Arantes é ligado à rede de Supermercados BH. Ele também seria ligado à empresa DMA, que controla os Supermercados EPA. A rede EPA, citada pela PF no início da operação, afirmou que nunca participou de ações políticas, nem fez qualquer doação ilegal, principalmente que envolvesse qualquer troca de interesses políticos. Ainda segundo o EPA o nome da empresa não faz parte, em momento algim das delações realizadas ou dos autos de busca e apreensão. A defesa de Walter Santana Arantes informou que ele nunca foi sócio dos Supermercados BH e que os sócios são os filhos dele. O Supermercados BH informou que o cumprimento dos mandados de busca e apreensão deu-se de maneira tranquila e em ambiente de cooperação e normalidade. A empresa diz, ainda, que não foi possível conhecer a integralidade dos autos dos pedidos de medidas cautelares que determinaram tais diligências e que irá contribuir com as investigações.

    A reportagem não conseguiu contato com a assessoria do vice-governador. O Governo de Minas Gerais ainda não se posicionou sobre a prisão de Andrade.

    A defesa de Ricardo Saud informou que sua prisão causa perplexidade, "pois ele sempre esteve e permanece à disposição da Justiça, prestando depoimentos e entregando todos os documentos inclusive áudios necessários para corroborar suas declarações."

    O advogado Bruno Espiñeira disse que Lucio Funaro segue colaborando com a Justiça, no que for necessário.

    A reportagem ligou para o gabinete de João Magalhães (MDB), na ALMG, e as ligações não foram atendidas.

    O G1 também procurou a assessoria da ex-presidente da República, Dilma Roussef, que não vai se posicionar sobre a operação.

    O Ministério da Agricultura não vai se pronunciar.

    O advogado Délio Lins e Silva Jr., que representa Eduardo Cunha, disse por meio de nota que “aparentemente, o castelo de cartas de Joesley Batista começa a desmoronar. A história é fantasiosa e, mais uma vez, a palavra sem valor desse delator não vem acompanhada de nenhuma prova. Dessa vez, pelo menos, a Polícia Federal e o Poder Judiciário começam a perceber a farsa. Eduardo Cunha tem convicção de que, ao final, será excluído dessa investigação.”

    O advogado de Rodrigo Figueiredo afirmou que vai se pronunciar a respeito de seu cliente. (Matéria do G1)

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