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"Faremos tudo o que for legal para extraditar Battisti", afirma Bolsonaro

"Faremos tudo o que for legal para extraditar Battisti", afirma Bolsonaro Featured

Os dias de Cesar Batisti, condenado à prisão perpétua na Itália, podem estar com os dias contados no Brasil
 
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse nesta segunda-feira, 06/10 que, da parte dele, o italiano Cesare Battisti, 63 anos, voltará para a Itália. "Tudo o que for legal, da minha parte, nós faremos para devolver esse terrorista para a Itália", disse o presidente em entrevista, na noite desta segunda-feira, a José Luiz Datena, da TV Bandeirantes. Segundo Bolsonaro, isso foi o que disse ao embaixador da Itália, Antonio Bernardini, durante encontro pela manhã.
Condenado na Itália por terrorismo e quatro assassinatos, Battisti vive em São Paulo. Em dezembro de 2010, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou a extradição de Battisti, em decisão no último dia do mandato do ex-presidente petista.
Durante a campanha, Bolsonaro disse que pretendia extraditá-lo, como deseja o governo da Itália.
“O caso Batistti é muito claro. A Itália está pedindo a extradição. O caso está sendo discutido agora no Supremo Tribunal Federal. Esperamos que o Supremo tome uma decisão no tempo mais curto possível”, disse o embaixador.
Após a vitória de Bolsonaro, o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) disse que o presidente eleito mantém a determinação em favor da extradição de Battisti. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, já pediu que o STF (Supremo Tribunal Federal), julgue o caso o mais rápido possível.
 
No fim de semana, Cesare Batisti, que responde a outros processos no Brasil, disse que confia nas instituições brasileiras e espera poder continuar vivendo no Brasil.
Conversa
No encontro com Bolsonaro, o embaixador entregou uma carta enviada pelo presidente da Itália, Sergio Mattarella. O diplomata lembrou que Bolsonaro é de origem italiana e que ambos tiveram uma conversa “muito simpática”.
“Nós temos uma presença no Brasil que é histórica. Claro que a perspectiva para o futuro é aumentar essa presença italiana no Brasil”, disse o embaixador. (Fonte: Agência Brasil)
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  • PANDEMIA: Governo anuncia R$ 200 bilhões para socorrer trabalhadores e empresas
    Também nesta quarta-feira, o presidente Bolsonaro sancionou a Lei para pagamento do auxílio emergencial de de R$ 600 para trabalhadores informais e vulneráveis.
     
    O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira, dia 1º, cerca de R$ 200 bilhões em medidas para socorrer trabalhadores e empresas e ajudar estados e municípios no enfrentamento aos efeitos da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.
    No pronunciamento à imprensa no Palácio do Planalto, Bolsonaro destacou três medidas provisórias (MP) e o projeto que prevê o auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais, autônomos e sem renda fixa.
    Ao lado do presidente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, explicou que esse auxílio custará R$ 98 bilhões aos cofres públicos e deve beneficiar 54 milhões de brasileiros. “De forma que eles tenham recursos nos próximos três meses para enfrentar a primeira onda de impacto, que é a onda da saúde. Há uma outra onda vindo de desarticulação econômica que nos ameaça”, disse.
    O governo federal também vai transferir R$ 16 bilhões para os fundos de participação dos estados e dos municípios. “É para reforçar essa luta no front, onde o vírus está atacando, os sistemas de saúde e segurança”, explicou Guedes.
    MANUTENÇÃO DE EMPREGOS
    De acordo com o ministro Guedes, as outras medidas são para ajudar as empresas na manutenção dos empregos. São R$ 51 bilhões para complementação salarial, em caso de redução de salário e de jornada de trabalho de funcionários, e R$ 40 bilhões (R$ 34 bilhões do Tesouro e R$ 6 bilhões dos bancos privados) de crédito para financiamento da folha de pagamento.
    “Então a empresa que resolver manter os empregos, nós não só complementamos o salário como damos crédito para o pagamento. A empresa está sem capital de giro e reduziu, por exemplo, em 30% a jornada e o salário, nós pagamos 30% do salário. E ela está sem dinheiro para pagar os outros 70% que se comprometeu a manter, nós damos o crédito”, explicou.
    Segundo o ministro Guedes, as medidas custarão ao Tesouro o correspondente a 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país.
    CONVERSA COM TRUMP
    O presidente Bolsonaro também disse que conversou hoje, por telefone, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Tump sobre “esse problema que é mundial”. “Obviamente, estamos juntos na busca do melhor para os nossos países”, disse no pronunciamento à imprensa.
    Mais cedo, em publicação no Twitter, Bolsonaro informou que trocou informações sobre o impacto da covid-19 e sobre as experiências no uso da hidroxicloroquina. “Na oportunidade, reafirmamos a solidariedade mútua entre os dois países”, escreveu.
    A cloroquina, e sua variação hidroxicloroquina, está sendo testada para o tratamento de pacientes internados com covid-19. Esses medicamentos são utilizadas normalmente contra a malária, nos casos de lúpus e artrite reumatoide.
     
    AUXÍLIO EMERGENCIAÇ DE R$ 600,00
    Também nesta quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro sancionou o projeto que prevê auxílio emergencial de R$ 600 mensais durante três meses para trabalhadores informais, autônomos e outros trabalhadores, como os que têm contrato intermitente.
    O projeto que prevê auxílio emergencial de R$ 600 mensais durante três meses foi ampliado após votação no Senado nesta segunda-feira (30). Além dos trabalhadores informais, foram incluídos aqueles que têm contrato intermitente inativo, autônomos e micorempreendedores individuais.
    O maior desafio ao pagamento do auxílio, segundo fontes do governo, será o que foi considerado um "colossal desafio logístico" , pois os informais que foram objetivo prioritário do auxílio emergencial não estão registrados no cadastro único.
    Os pagamentos estão previstos para começar em 16 de abril, e irão acontecer primeiro aos integrantes do Bolsa Família e aos registrados do Cadastro Único.
    Apelidada de "coronavoucher", a ajuda deverá beneficiar 30 milhões de brasileiros, com pagamento mensal de R$ 600 durante três meses. O custo previsto é de R$ 60 bilhões.
    Além dos informais, terão direito o trabalhador com contrato intermitente inativo, idosos e pessoas com deficiência que estão na fila do INSS para receber o BPC (Benefício de Prestação Continuada) e mães que são chefes de família (família monoparental) - para essa categoria, estão previstas duas cotas, no total de R$ 1,2 mil.
    Regras
    Para receber o auxílio, o trabalhador não pode ter aposentadoria, seguro-desemprego ou ser beneficiário de outra ajuda do governo. Também não pode fazer parte de programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família.
    Segundo o projeto, até dois membros da família terão direito ao auxílio. Se um deles receber o Bolsa Família, terá que optar pelo benefício que for mais vantajoso.
    O pagamento será feito pela Caixa de forma escalonada, como foi o do saque imediado do FGTS. Clientes do banco terão o dinheiro depositado diretamente nas suas contas. Já correntistas de outras instituições poderão optar por transferir os valores para suas contas sem a cobrança da transferência.
    Veja os requisitos para receber o benefício:
    - Ser maior de 18 anos de idade;
    - Não ter emprego formal;
    - Não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família;
    - Renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00);
    - Não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70.
    O interessado deverá cumprir uma dessas condições:
    - Exercer atividade na condição de microempreendedor individual (MEI);
    - Ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS);
    - Ser trabalhador informal inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico);
    - Ou ter cumprido o requisito de renda média até 20 de março de 2020;
    - Também será possível preencher uma autodeclaração a ser disponibilizada pelo governo.
    O que foi ampliado
    - Trabalhador intermitente que estiver com o contrato inativo (ou seja, não está trabalhando nem recebendo salário no momento) também terá direito ao auxílio, incluindo garçons, atendentes entre outros trabalhadores que atuam sob demanda, mas estão com dificuldades de encontrar trabalho neste momento.
    - O projeto também inclui a proposta do governo de antecipação de um salário mínimo (R$ 1.045) a quem aguarda perícia médica para o recebimento de auxílio-doença, mediante apresentação de um atestado médico.
    - O projeto ainda traz a dispensa às empresas do pagamento dos primeiros 15 dias de afastamento do trabalhador devido ao novo coronavírus. De acordo com o texto, as companhias poderão deixar de recolher o valor devido ao INSS, até o limite do teto do regime geral (R$ 6.101,06)
    Benefícios acumulados
    - Será permitido a até duas pessoas de uma mesma família acumularem benefícios. Se um deles receber o Bolsa Família, terá de fazer a opção pelo auxílio mais vantajoso.
    - As mulheres de famílias monoparentais receberão duas cotas, também por três meses, com a mesma restrição envolvendo o Bolsa Família.
    - Já a renda média será verificada por meio do CadÚnico para os inscritos e, para os não inscritos, com autodeclaração em plataforma digital.
    - Na renda familiar serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família.
    Para idosos e deficientes
    - Para pessoas com deficiência e idosos candidatos a receber o BPC (Benefício de Prestação Continuada), de um salário mínimo mensal (R$ 1.045,00), o INSS poderá antecipar o pagamento de R$ 600,00 (valor do auxílio emergencial) até que seja avaliado o grau de impedimento no qual se baseia o pedido ou seja concedido o benefício. Essa avaliação costuma demorar porque depende de agendamento com médicos peritos e assistentes sociais do INSS.
    - Quando o BPC for concedido, ele será devido desde o dia do requerimento, e o que tiver sido adiantado será descontado.
    - Da mesma forma, o órgão poderá adiantar o pagamento do auxílio-doença, no valor de um salario mínimo mensal, durante três meses contados da publicação da futura lei ou até a realização da perícia pelo INSS, o que ocorrer primeiro.
    - Para ter direito a esse adiantamento, o trabalhador precisará ter cumprido a carência exigida para a concessão do benefício (12 meses de contribuição) e apresentar atestado médico com requisitos e forma de análise a serem definidos em ato conjunto da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia e do INSS.
    Como será o pagamento
    Ainda será definido pelo governo um calendário de pagamento. O auxílio emergencial será pago por bancos públicos federais por meio de uma conta do tipo poupança social digital.
    Essa conta será aberta automaticamente em nome dos beneficiários, com dispensa da apresentação de documentos e isenção de tarifas de manutenção. A pessoa usuária poderá fazer ao menos uma transferência eletrônica de dinheiro por mês, sem custos, para conta bancária mantida em qualquer instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central.
    A conta pode ser a mesma já usada para pagar recursos de programas sociais governamentais, como PIS/Pasep e FGTS, mas não pode permitir a emissão de cartão físico, cheques ou ordens de pagamento para sua movimentação.
    Se a pessoa deixar de cumprir as condições estipuladas, o auxílio deixará de ser pago. Para fazer as verificações necessárias, os órgãos federais trocarão as informações constantes em suas bases de dados. (Fonte: R7)
  • PANDEMIA: Imprensa espalha pânico ou esperança de acordo com os seus destaques, títulos ou chamadas

     

    Usando dados verdadeiros na comparação entre Brasil e Itália, ontem, uma notícia do UOL trouxe pânico sobre a transmissão maior de coronavírus por aqui; hoje, o R7 levou esperança ao falar sobre a letalidade da doença menor no Brasil.

     

    Por Renato Ferreira - 

    Meu objetivo aqui não ensinar jornalismo para ninguém. Ao contrário, sempre tento aprender mais em tudo que leio. Mas, a técnica jornalística nos ensina como se deve fazer um bom texto para qualquer mídia, visando atingir o objetivo que é comunicar o fato e facilitar o entendimento do leitor, ouvinte ou telespectador. E isso já a partir do título de uma matéria impressa ou da chamada para uma matéria de rádio ou TV. Ou seja, o maior destaque do fato noticiado deve aparecer no título e no lide (primeiro parágrafo), vindo a seguir outros detalhes ou informações menos importantes da notícia, de acordo com o interesse e conhecimento do autor sobre o fato.

    E é na lide que deve constar as respostas para as famosas cinco perguntas que aprendemos na Faculdade e que o bom e isento jornalista deve ter em mente ao redigir a notícia: Quem, o quê, quando, onde e por quê? Dando as informações no início do texto, a notícia está completa em termos de informações básicas.

    Então, sendo uma notícia isenta de interesses políticos ou de manipulações de quaisquer especies, o bom jornalismo deve seguir essas técnicas seja qual for o fato. Mas, infelizmente, há também as manipulações na composição do texto, quando determinado profissional ou veículo inverte essa técnica, destacando no título e no início da matéria fatos menos relevantes, os quais, porém, podem provocar outros resultados no leitor, que, talvez, tenha lido, ouvido ou visto apenas o título ou chamada da matéria. Não que isso signifique manipulação dos dados, mas, certamente, com a inversão dos dados, o leitor, se não ler toda a matéria ficará apenas com as informações iniciais.

     

    Digo isso, para falar de como nesses tempos de pandemia do coronavírus, uma notícia, mesmo sendo verdadeira, pode causar mais pânico numa população já assustada com a doença. Enquanto outra, também usando dados verdadeiros, pode levar mais esperança na luta contra a doença.

    UOL - Brasil tem mais morte que a Itália...

    Para noticiar uma comparação de dados, o UOL trouxe na segunda-feira, 30/03, uma matéria - https://bit.ly/2R2oji9 - com a seguinte manchete: "Brasil tem mais mortes por dia que a Itália desde o primeiro óbito". Em seguida, no lide e em três ou quatro parágrafos seguintes, o redator explica esses dados na comparação.

    E somente no penúltimo parágrafo, o autor do texto tenta diminuir um pouco o pânico que espalhou desde o título. E diz: "É importante destacar que a comparação de dados, embora traga alertas, não é necessariamente indicativo de que o Brasil terá a mesma trajetória epidêmica de outros países. Importantes variáveis é que vão influenciar isso, como estado de saúde dos doentes, número da população, resposta dos governos e capacidade do sistema de saúde no atendimento".

    Em minha opinião, um veículo que deseja diminuir o pânico sobre o coronavírus, inverteria a ordem das informações desde o título. E nós jornalistas sabemos muito bem como fazer isso para piorar ou amenizar as consequências de um fato. É por isso que, na maioria das vezes, os políticos adoram as pesquisas eleitorais, porque, de acordo com os destaques veiculados sobre a pesquisa, o eleitor poderá ser induzido a votar em determinado candidato.

    R7 - Taxa de letalidade do Covid-19 é três vezes menor no Brasil ...

    Por outro lado, nesta terça-feira, 31/03, uma matéria do Portal R 7 - https://bit.ly/340qw2R - traz mais esperança aos brasileiros, ao afirmar que a taxa de letalidade da convid-19 e três vezes menor do que a registrada na Itália de acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). E a matéria do R7, explica, justamente, os dados que o UOL só destaca no final de sua matéria.

    Segundo o infectologista Jean Gorinchteyn, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e do Hospital Israelita Albert Einstein, ambos de São Paulo, entrevistado pelo R7, a taxa de letalidade menor no Brasil se explica, principalmente, pelo isolamento social.

    "A gente tem dois aspectos fundamentais que explicam isso. Primeiro, tivemos a possibilidade de preparar as UTIs para receber essas pessoas e conseguimos atender prontamente, neste momento. A assistência de saúde, até agora, tem sido qualificada. E a capacidade de atender a essas pessoas tem a ver diretamente com o isolamento social.

    O infectologista também destaca o tratamento da covid-19 com uma combinação dos medicamentos cloroquina com um antibiótico. A cloroquina é um medicamento defendido pelo Governo Federal desde o início da pandemia e que o Exército brasileiro já fabricou milhõesde doses enviadas aos hospitais, ficando o uso a critério dos médicos e especialistas. (O jornalista Renato Ferreira é editor do Portal Notícias & Opinião)

  • CORONAVÍRUS: G20 anuncia injeção de US$ 5 tri na economia mundial contra pandemia
    Grupo se comprometeu a fazer o que for necessário para minimizar danos econômicos e sociais da pandemia em teleconferência com Bolsonaro e Araújo.
    Diante da maior pandemia que o planeta já viveu, nesta quinta-feira, 26/03, o G20 anunciou que vai injetar US$ 5 trilhões — o equivalente a R$ 25 trilhões — na economia mundial como forma de combater a pandemia do novo coronavírus, que provoca a covid-19, e os seus danos na economia de todos os países.
    "Estamos injetando US$ 5 trilhões na economia global como parte da política fiscal direcionada, medidas econômicas e esquemas de garantia para combater a impactos sociais, econômicos e financeiros da pandemia", informou o grupo dos 20 países mais ricos do mundo em um comunicado após reunião extraordinária realizada na Arábia Saudita.
    O informativo diz ainda que o grupo "se compromete a fazer o que for necessário e a usar todas as ferramentas de política disponíveis para minimizar os danos econômicos e sociais da pandemia, restaurar o crescimento global, manter a estabilidade do mercado e fortalecer a resiliência".
    Bolsonaro e Araújo
    O Brasil foi representado na reunião virtual pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.
    A reunião do G20 se concentrou em encontrar meios de cooperação e de como os países devem agir para enfrentar a epidemia, mas também deixar os fluxos de comércio abertos e manter as cadeias de suprimento.
    Teleconferência
    Bolsonaro levou à cúpula virtual do G20 o mesmo discurso que tem defendido internamente no combate ao coronavírus, de defender a saúde das pessoas, mas também os empregos. O presidente levantou mais uma vez o uso da hidroxicloroquina como tratamento para covid-19, mesmo sem pesquisas conclusivas.
    "O presidente concentrou-se em falar da necessidade de proteger a saúde das pessoas e ao mesmo tempo proteger os empregos, pensando prioritariamente nas pessoas mais vulneráveis. Falou do avanço das pesquisas, no Brasil, nos Estados Unidos e em outros lugares, sobre o tratamento com hidroxicloroquina", disse uma fonte diplomática.
    Em fotos distribuídas pelo Palácio do Planalto, Bolsonaro aparece com uma das versões do medicamento usado contra malária, produzido por um laboratório brasileiro, na mesa a sua frente. Em outra, enquanto está falando, segura a caixa do medicamento.
    Remédio em estudo
    Na última quarta-feira, 25, o Ministério da Saúde decidiu abrir um estudo nacional e anunciou que vai adotar a cloroquina no tratamento de casos graves de infecção pelo novo coronavírus, mas ressaltou que o medicamento não deve ser usado fora de ambientes hospitalares.
    O ministro da Saúde, Henrique Mandetta, disse que a intenção é deixar o medicamento à disposição dos médicos para o caso de decidirem usar em pacientes graves, com determinadas condições, que possam responder ao medicamento. (Fonte: R7)

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