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ELEIÇÕES 2018: Maioria absoluta dos evangélicos vota em Bolsonaro

ELEIÇÕES 2018: Maioria absoluta dos evangélicos vota em Bolsonaro Featured

FELIZ É A NAÇÃO, CUJO DEUS É O SEHONR!

Neste ano, o voto evangélico fará a diferença nas eleições presidenciais. Os evangélicos são cerca de um terço da população brasileira e representam, segundo o Ibope, 27% dos eleitores do país e a maioria, historicamente, opta pelo candidato que mais se aproxima das bandeiras defendidas pelo Evangelho.

Isso significa que qualquer que seja o nome preferido dos evangélicos no pleito deste ano será bastante beneficiado nas urnas. E desde o início desta campanha, as pesquisas mostram que Jair Bolsonaro é o candidato preferido, não somente dos evangélicos, mas, também da bancada católica.

Segundo levantamentos do Ideia Big Data e do Ibope, divulgados respectivamente em 27 de julho e 20 de agosto, o grande beneficiado pelo voto evangélico neste ano seria o candidato do PSL à Presidência da República, o deputado federal Jair Messias Bolsonaro.

Bolsonaro lidera entre as mulheres

O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, isolou-se na primeira colocação entre as mulheres e ampliou a vantagem que já tinha no eleitorado evangélico, segundo pesquisa Ibope, divulgada nesta terça-feira no dia 11 de outubro. Segundo a última pesquisa do Datafolha, nesta semana, mais de 60% dos evangélicos declararam voto em Jair Bosonaro.

CGADB apoia Bolsonaro

Bolsonaro e José W Junior

Na quinta-feira, 18/10, o presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), pastor José Wellington Costa Júnior encontrou-se com o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), no Rio de Janeiro.

Durante a reunião ele declarou oficialmente o apoio do seu grupo denominacional, que conta com 95.732 pastores. A Assembleia de Deus é a maior denominação do país, reunindo mais de 20 milhões de fiéis.

Na semana passada, Bolsonaro recebeu também em sua residência uma comitiva formada por diversos Pastores, representantes das mais diversas denominações evangélicas, entre as mais tradicionais, como também pentecostais e neo pentecostais. A mulher de Bolsonaro, Michelle, é membro da Igreja Batista, no Rio de Janeiro.

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    “Qualquer que seja a conclusão, a gente precisa ser transparente e trazer ela para a sociedade e para a mídia. Qualquer coisa que eu fale agora, pode ser leviano ou parcial. Esperem dois meses para a gente ter algo completo e conclusivo. É a prioridade um do banco. Aspecto de imagem, protocolo, a gente tem de analisar sobre todas essas óticas”, explicou.
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