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ELEIÇÕES 2018: Manifestações pró Bolsonaro levam multidões às ruas do Brasil

ELEIÇÕES 2018: Manifestações pró Bolsonaro levam multidões às ruas do Brasil Featured

 

Neste domingo, 21/10, a uma semana antes do segundo turno das eleições presidenciais entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), milhares de pessoas, vestindo verde e amarelo saíram às de centenas de cidades brasileiras em prol da candidatura de Bolsonaro. Ontem, as manifestações foram a favor de Haddad.

Hoje, as maiores manifestações ocorreram em São Paulo, na Avenida Paulista, no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e em Brasília. Vestindo as cores do Brasil, as multidões gritavam palavras de ordem contra a corrupção e contra o Partido dos Trabalhadores (PT).

Manifestações em diversas cidades

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 Av Paulista

Avenida Paulista

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 Rio

Rio de Janeiro

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 Brasília

Brasília

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 BH

Belo Horizonte

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 Vila Velha ES

Vila Velha (ES)

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    O presidente Jair Bolsonaro (PSL) confirmou neste domingo 12/05, que vai indicar o ministro da Justiça Sérgio Moro para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal no ano que vem, quando o decano da Corte Celso de Melo se aposenta por completar 75 anos.
    Em meio a uma ação do Congresso Nacional para retirar o Controle de Atividades Financeiras (Coaf) das mãos do ex-magistrado, ele afirmou ainda que o ex-magistrado continuará tendo poder sobre os serviços que auxiliam o combate à corrupção e a lavagem de dinheiro, mesmo se o órgão migrar para o Ministério da Economia.
    Promessa e compromisso
    Ao confirmar que irá cumprir a promessa feita ao ex-juiz – que largou a magistratura após ganhar notoriedade por conduzir a Operação Lava-Jato – para compor seu governo, Bolsonaro afirmou que o indicado será um aliado “do Brasil”. “Fiz um compromisso com ele, porque ele abriu mão de 22 anos de magistratura, e falei que a primeira vaga que tiver está à sua disposição. Ele vai ter que passar por sabatina técnica e política, mas vou honrar esse compromisso com ele caso queira ir” afirmou o presidente em entrevista ao jornalista Milton Neves, transmitida pela TV Band News e Rádio Bandeirantes.
    O presidente disse acreditar que a indicação de Moro, que foi responsável em primeira instância pela condenação que levou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à prisão, será bem recebida pelos brasileiros.
    Lula e Coaf
    “Acho que a nação toda vai aplaudir um homem desse perfil no Supremo”, disse. Bolsonaro também defendeu a aprovação do pacote anti-crime do ministro e disse acreditar que ela esteja sendo dificultada no Congresso porque “poderia retardar a saída do Lula da cadeia”, disse, desconsiderando o princípio constitucional pelo qual as leis criadas não podem retroagir, a não ser em benefício do réu.
    Questionado sobre a mudança no Coaf, Bolsonaro disse que vai trabalhar para que o órgão fique no ministério de Moro, mas admitiu a possibilidade de o Legislativo concretizar a mudança. O presidente disse que o seu partido, PSL, vai defender a manutenção e pedir votação nominal. Com isso, segundo ele, os parlamentares que insistirem na migração da pasta vão ter que arcar com o desgaste.
    “Vamos supor que (o Coaf) vá para o Paulo Guedes (ministro da Economia): Ele vai ter linha direta com o Ministério da Justiça, então é uma medida inócua e um desgaste desnecessário porque, precisando de informações, o Moro vai ter, ele vai ter gente no Coaf”, disse.
    Bolsonaro, no entanto, defendeu mais controle sobre o Coaf para evitar o vazamento de informações. Recentemente, o órgão tornou pública a movimentação financeira suspeita de R$ 7 milhões do ex-motorista da família. Ele é investigado pelo Ministério Público por suspeita de participar de um esquema de rachadinha que teria sido feito pelo senador Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), quando era deputado estadual.
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    Em conversa descontraída com o apresentador esportivo, Bolsonaro também afirmou que seu governo vai corrigir a tabela do Imposto de renda ainda neste ano. Segundo ele, a orientação já foi passada ao ministro Paulo Guedes.
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